Imóveis em Curitiba – Bairros com Mais Furto e Roubo de Casas



  

Confira aqui quais são os bairros mais perigosos da cidade de Curitiba (PR).

Imagina você, que está começando a ler este artigo, chegar na sua casa e perceber que o mesmo foi vítima de uma verdadeira ‘limpeza’ feita por bandidos. Pois imagina agora que esta situação pode ser vivenciada, inclusive, numa das cidades consideradas uma das mais bem desenvolvidas do país. Neste caso estamos falando de Curitiba, capital do estado do Paraná.

O que acontece na capital paranaense se reflete exatamente no que vem ocorrendo em algumas capitais brasileiras também. O mais interessante em Curitiba é que os bairros considerados os mais nobres, são os principais atingidos por este tipo de violência, que formam uma verdadeira cadeia de roubos e furtos a residências e que cruzam a cidade de um ao outro.

Segundo os dados oficiais divulgados pela Secretaria de Segurança, cerca de 75 bairros da capital já foram vítimas de roubos e furtos, sendo que a sua grande maioria se encontra em áreas mais afastadas do centro da cidade.

De acordo com o órgão, em 2016 foram contabilizados cerca de dez bairros que lideraram as estatísticas de roubos e furtos, sendo responsáveis por 40% de todos os casos notificados na capital curitibana.

Os casos chamaram tanto a atenção das autoridades que um verdadeiro ‘ranking’ dos bairros mais roubados foi divulgado para os moradores da cidade. E é esta classificação que vemos a seguir (em ordem decrescente de ocorrências):

1 – Sítio Cercado (645);

2 – Cidade Industrial (635);

3 – Cajuru (464);

4 – Uberaba (402);

5 – Boqueirão (395);





6 – Xaxim (342);

7 – Tatuquara (321);

8 – Pinheirinho (255);

9 – Alto Boqueirão (247);

10 – Bairro Alto (245)

A própria Secretaria de Segurança tenta explicar a escalada de crimes e tenta colocar a culpa na atual crise econômica que se arrasta desde o ano passado. Segundo seus representes, o desemprego crescente (de 12 milhões em 2016 para 14 milhões em 2017) pode ser uma das causas do fato de muitos bandidos tentarem se apropriar de objetos de valores na tentativa de revende-los a receptadores para se apurar algum ‘trocado’.

Independente do desemprego ou não, o fato é que estes episódios tem afetado a rotina de muitos moradores, dentre os quais, já foram vítimas várias vezes. Por isto, a instalação de câmeras, sensores de movimentos, cercas eletrificadas na casas têm sido uma das alternativas para quem tenta se proteger da ação dos bandidos, principalmente daqueles moradores dos bairros considerados mais nobres e uma das maiores vítimas na cidade.

De acordo com a polícia, todos os esforços têm sido feitos para que os casos de furtos, roubos e assaltos possam ser evitados. Ela vem fazendo rondas mais frequentes e cada vez mais policiais são escalados para ações ostensivas inclusive com abordagens a suspeitos na rua.

Segundo um balanço divulgado pela instituição, em 2016, mas de 3.000 pessoas foram presas e encaminhadas para as delegacias especializadas na capital curitibana. Entretanto, nem 10% deste grupo continua ainda detido. Para 2017, de janeiro até o dia 13 deste mês de junho, quase 130 prisões já haviam sido efetuadas pelo mesmo motivo.

Emmanoel Gomes



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