Como Escolher um Consórcio – Dicas e Cuidados



  

Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve tomar antes de entrar em um consórcio.

O novo cenário econômico brasileiro tem provocado mudanças na forma de planejar compras e novos investimentos. A necessidade de segurança e de estabilidade a longo prazo irá, segundo presidente da ABRAC, Paulo Rossi, impulsionar o mercado dos Consórcios. Este segmento é uma ótima alternativa para adquirir móveis e imóveis visando não se endividar. Funciona assim: um grupo de pessoas se une para adquirir algum bem em comum, como por exemplo, um kit de cozinha. Ao longo dos meses, os integrantes pagam as prestações, financiando, através de uma poupança coletiva, kits para todos os participantes.

Paulo Rossi, no entanto, ressalta 5 cuidados fundamentais antes de entrar em um consórcio, para que o investimento não se torne uma dor de cabeça:

1. Saiba em qual grupo está entrando: É imprescindível conhecer as características do grupo de consórcio do qual pretende ter participação. É necessário conferir informações como o valor das parcelas, se é possível escolher parcelas maiores ou menores antes e depois de ser contemplado, qual a ordem da contemplação, se é possível adiantar as parcelas.

2. Não confie em acordos verbais: Todas as informações de pagamento, contemplação, juros e duração do consórcio devem estar contidas no contrato, para assegurar que sejam plenamente executadas. Vale a pena conferir o contrato para ter certeza de não haverem futuras dores de cabeça com imprevistos.

3. Cuidado com as propagandas: Para ter certeza que sejam cumpridas as promessas feitas no anúncio do consórcio, verifique se todas estão previstas no contrato.





4. Pesquise sobre o assunto: No Brasil, o Banco do Brasil é responsável por normalizar e permear os consórcios. Confira no site as regras e como participar.

5. Fique de olho nos reajustes: Em consórcios de longo prazo, o contratante deve saber como é quando será feito reajuste do valor total do bem contratado, para poder ter certeza de que mesmo após um ano de consórcio, ainda poderá pagar por ele, assim evitando futuras desistências ou endividamento.

Tomando os cuidados necessários, o consumidor só tem a ganhar com esta modalidade de investimento, que demonstra ter vindo pra ficar, tornando possível adquirir bens mesmo em tempos de crise.

Carolina B.



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