Saiba aqui o que é mais vantajoso, comprar ou alugar um imóvel.

O sonho da casa própria é praticamente uma tradição da cultura brasileira. É um objetivo que une de jovens recém inseridos no mercado de trabalho a chefes de família buscando a estabilidade financeira. Entretanto, com mais informações a respeito de investimentos, somado ao desejo, que em muitos casos é uma necessidade, de multiplicar suas fontes de renda, tem sido comum o dilema: o que vale mais a pena, financiar um imóvel ou alugar?

A conta é mais complexa do que parece. Afinal, é muito fácil, ao se ter dinheiro suficiente, optar pela aquisição do imóvel. É uma opção natural, já que, numa matemática simples, morar em casa própria significa se livrar dos gastos mensais com aluguel. O que pouca gente leva em conta é que, ao ser proprietário de imóvel, você se torna responsáveis por outros gastos relativos à manutenção do bem. São reparos estruturais, a depender da idade do imóvel, pintura, reformas, consertos pontuais, seguros, impostos, dentre outros gastos. Ao ser locatário, você não responderá por esses custos e ainda não precisará pagar o custo do financiamento. Dessa forma, haverá a economia de um valor que poderá ser aplicado em alguma forma de investimento.

Está bem cristalizado no senso comum que alugar é perder dinheiro, afinal, você abre mão daquele dinheiro todo mês e não recebe nada além do direito de ali permanecer durante aquele período. Porém, é importante ter atenção aos juros. Em determinados momento, é mais lucrativo viver de aluguel. Assim, ao aplicar o dinheiro da entrada para aquisição do imóvel em outro investimento, o dinheiro irá render e futuramente você terá um valor ainda maior. Se, ao fim do período, o objetivo continuar sendo a compra da casa própria, caso o dinheiro tenha rendido por um bom tempo, você poderá comprar um imóvel melhor, maior ou em localização mais privilegiada – e, se tiver sorte, existe ainda a possibilidade de encontrar o mercado imobiliário em momento de baixa.

Sendo assim, há estudos das universidades americanas de Wyoming, Florida Internacional e Florida Atlantic, que indicam que o melhor é guardar o dinheiro para outros investimentos que não sejam o mercado habitacional. Isso porque os valores de imóveis apresentam intensa flutuação, o que pode fazer de seu investimento algo que nem sempre será vantajoso. Ainda segundo os estudos, os valores do mercado imobiliário seguem, indiretamente, o valor de ações. Ou seja, o investidor não irá perder dinheiro ao comprar papéis.

É importante, evidentemente, que aquele que opte por morar de aluguel com a finalidade de economizar, reinvesta o valor economizado. Isso é o que raramente acontece. Na maior parte dos casos, o inquilino reverte a diferença do preço do aluguel em relação ao valor do financiamento de um imóvel em bens de consumo. Essa manobra poderá viabilizar uma boa qualidade de vida, mas no que tange à criação de riqueza é a opção menos favorável.

No caso de imóveis financiados, a balança deve levar em conta alguns fatores. O principal deles é verificar o prazo do financiamento. Quanto mais longo, maiores serão os juros e maior seria o tempo em que seu dinheiro estaria rendendo em alguma aplicação. Outro ponto a ser analisado é o valor pago no total pelo imóvel. O valor acordado, com a adição dos juros, poderá ser bem mais elevado do que a análise inicial pode indicar. Por fim, é necessário observar o quanto o dinheiro investido na entrada da aquisição do imóvel renderia no período, se fosse aplicado em outra forma de investimento.

A aquisição de um imóvel é considerada uma forma segura de manter o patrimônio. Afinal, financiado ou não, você adquire um bem. Por outro lado, é sempre importante que o trabalhador procure uma orientação financeira, avalie o mercado e busque outras formas de investimento.

Por Luís Fernando Santos


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve tomar ao realizar o Envidraçamento de sua sacada.

Quando se toca no assunto “área da sacada”, normalmente se está referindo ao ambiente de apartamentos. A importância de se fechar uma sacada consiste em integrar o ambiente externo com a sala de visita, por exemplo.

Em geral, esse tipo de integração entre sala de estar com o ambiente externo, por meio da sacada, é próprio para imóveis compactos, dado que se trata de produzir uma expansão no espaço interno, em comunicação com o espaço externo. Entretanto, seja em apartamentos ou em casas, a sacada proporciona diversas vantagens, entre elas: a capacidade de controlar melhor o clima e de garantir a redução dos ruídos externos, por meio de recurso isolante. Mas, se trata de um projeto que deve ser bem delineado, de modo a selecionar os elementos essenciais e mais precisos para uma boa obra.

A – Em primeiro lugar, é fundamental evitar erros, ou seja, procurar um especialista que possa orientar o cliente sobre alguns pontos, por exemplo: ao instalar o envidraçamento será muito importante atentar para as travas de segurança embutidas nos painéis e nas roldanas, as quais deverão ser bem reforçadas. Outro ponto importante, com relação aos casos de imóveis de condomínio, será necessário verificar todas as especificações técnicas de modo a seguir o padrão estabelecido para fachada.

B – O segundo ponto imprescindível está em preservar a visão que o local proporciona. Todas as pessoas desejam manter a paisagem que pode ser contemplada de uma sacada. Um bom arquiteto aconselhará o investimento em um bom sistema de envidraçamento de tipo europeu. Trata-se de um típico sistema capaz de recolher totalmente as folhas secas para um dos cantos da sacada, de modo a possibilitar a abertura total de seu vão.

C – Será necessário pesquisar pelos melhores tipos de vidro, dado que os mesmos costumam variar entre os modelos laminados e temperados. No primeiro item, a característica e vantagem principal estão em que, caso ele quebre, todos os fragmentos permanecem unidos, garantindo maior segurança. Com relação ao segundo item, se trata de substância mais resistente a impactos frontais e, em caso de ele quebrar, todos os seus fragmentos se dispersam em pequenos pedaços não cortantes.

D – Determinar um tipo de cortina certa que combine. Um bom designer de interiores aconselhará que seu cliente opte por um tipo de cortina que se encaixe, tanto funcional quanto esteticamente o objetivo do espaço que está sendo construído. Para garantir melhor iluminação na casa, uma boa persiana será ideal, possibilitando um bom controle da luz e do calor, que poderão ser regulados com um simples toque. Arquitetos e designers indicam, com frequência, o tipo de persiana romana e de rolo, que funcionam de modo a bloquear até 100% da luz externa, as quais são instaladas com as guias laterais e bandos.

E – É muito importante não se esquecer da constante manutenção, dado que todo o sistema de envidraçamento de uma sacada deverá ser mantido sempre muito bem higienizado. A limpeza vai garantir uma espécie de filtração de ar, até. Especialistas indicam que a higienização dos vidros deverá ser sempre realizada somente por meio de água e sabão neutro, utilizando um pano macio e seco de modo a retirar qualquer possível resíduo que permaneça. Em estruturas de alumínios nunca é indicado a utilização de qualquer produto destinado à lubrificação. A utilização de um aspirador de pó será perfeita para a remoção de poeira e das pequenas sujeiras. Acrescente-se a isso a rigorosa manutenção do sistema, devendo ser realizada, no mínimo, uma vez por ano.

F – Sobre o piso. Arquitetos, sobretudo, explicam que um piso produzido em madeira poderá ser uma escolha arriscada para varandas, por exemplo, dado que mesmo quando bem instalado, para alguns tipos de envidraçamento ele não garante a vedação de 100%, levando-se em conta que eles não possuem o caixilho. Neste caso, arquitetos recomendam com veemência a instalação de pisos em porcelanatos ou de pisos frios para o local, de modo garantir melhor vedação.

Paulo Henrique dos Santos


Saiba aqui como funciona e como mudar a Conta de Luz para a Tarifa Branca.

O alto consumo de energia elétrica é uma pauta recorrente nos lares, especialmente durante o verão, em que o uso do ar-condicionado é bastante recorrente para aguentar o calor. Mas, e se você pudesse mudar o horário de consumo e ligar o ar somente de madrugada? Sabia que o valor da conta de energia poderia reduzir? Essa é a finalidade da tarifa branca, que existe desde 2018 e é uma opção que indica para os consumidores qual a variação no valor de energia de acordo com o dia e horário de consumo. Ou seja, é possível pagar menos se o consumo de energia elétrica for em horários de menor demanda.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a tarifa branca possui três faixas de horário: os de ponta (maior consumo), intermediário (maior consumo) e fora de ponta (consumo menor).

Assim, através da adesão dessa tarifa diferenciada, o cliente passa a pagar valores distintos conforme o uso da energia. Desse modo, se caso o consumidor utilizar energia em horários de menor demanda como de madrugada, manhã ou início da tarde, com a tarifa branca poderá pagar um preço menor do que o que costuma pagar. Ou seja, esta tarifa é interessante quando se consome energia apenas em horários em que o consumo geral é menor. Por isso, é extremamente importante que o cliente conheça bem o perfil do uso da energia elétrica de sua casa, como quais equipamentos elétricos possui, bem como os horários de maior consumo na residência.

Quero adotar a tarifa branca. O que devo fazer?

Para aderir a essa tarifa, é preciso solicitar à distribuidora de energia elétrica, a qual deverá atender ao pedido em até 30 dias. No entanto, a Aneel possui um cronograma de preferência. Assim, desde janeiro de 2018, podem adotar a medida consumidores que precisem fazer novas ligações, além de unidades consumidoras com média mensal de consumo acima de 500 kW/h.

A partir deste ano, consumidores com média mensal de 250kW/h já podem fazer a solicitação. A Aneel estima que cerca de 15,9 milhões de unidades consumidoras estão aptas a fazer a mudança. Já o restante das unidades poderá fazer o pedido da tarifa branca somente em 2020.

A adesão não tem custos. É a distribuidora de energia que arca com as despesas referentes à instalação e de um novo medidor.

Como saber se a tarifa branca será vantajosa

De acordo com o site da Aneel, o consumidor de energia elétrica precisa fazer um estudo sobre o perfil de consumo, como em que horários costuma utilizar energia, bem como quais são os equipamentos que possui em casa.

Chuveiros elétricos, por exemplo, são conhecidos por consumirem bastante energia elétrica, especialmente nos horários de ponta, das 18h às 22h. Ar condicionado, aquecedores, máquinas de lavar roupa e louça também entram no rol dos aparelhos que mais gastam energia. Portanto, se você possui em sua residência estes equipamentos e costuma utilizá-los à noite, a tarifa branca não será vantajosa, a não ser que ocorra uma mudança nos hábitos do consumo.

No entanto, se conseguir mudar os horários dos banhos, por exemplo, para o período da manhã ou à tarde, haverá uma diminuição considerável no consumo de energia elétrica e, concomitantemente a isso, o valor a ser pago no final do mês sofrerá um decréscimo.

E se eu me arrepender?

O consumidor poderá voltar a utilizar a tarifa normal a qualquer momento. Basta entrar em contato com a concessionária de energia elétrica e fazer a solicitação. Esta, por sua vez, tem um prazo de até 30 dias para atender ao pedido. Mas, se o cliente quiser voltar a utilizar a tarifa branca, deverá aguardar por quatro meses. Somente após passo o prazo poderá fazer a solicitação novamente.

Andréa Corneli Ortis


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve tomar ao comprar um imóvel.

Comprar um imóvel, seja uma casa ou apartamento, é um objetivo muito popular no Brasil. Há, de um lado, o sonho da casa própria, permitindo maior estabilidade financeira ao deixar o indesejado aluguel. Mas também há quem busque imóveis como forma de investimento financeiro, já que, ainda que enfrente leves variações, o mercado imobiliário segue quente no país. Para ajudá-lo na escolha de um imóvel, seguem algumas dicas para que o sonho não se torne dor de cabeça.

Posição do imóvel

A melhor posição para um imóvel é a face norte, quando o sol “bate” nele pela manhã. Assim, quartos e sala são iluminados pelo sol brando do início do dia, o que gera temperaturas mais amenas no apartamento ou na casa. A situação é diferente quando o imóvel possui a chamada face noroeste. Nela, o sol incide à tarde no imóvel. Como o calor do período vespertino é maior, existe a possibilidade da habitação ficar abafada, inclusive durante a noite.

Ventilação

É importante observar se a residência possui uma ventilação satisfatória. Veja se não há imóveis muito maiores impedindo brisas de chegarem à habitação. Também é necessário que banheiros, escritórios e outros cômodos possuam janelas amplas, permitindo uma circulação de ar.

Localização

Antes de adquirir o imóvel, converse com moradores vizinhos e com o síndico do prédio, se for apartamento. Pergunte sobre a segurança do local e outros possíveis transtornos. Observe se a rua onde a habitação está localizada é tranquila, sem estabelecimentos como bares ou outros possíveis emissores de sons indesejados.

É recomendável procurar um local próximo a supermercados, padarias, escolas, hospitais e farmácias, para não depender de grandes deslocamentos para obter serviços essenciais. Opções próximas de lazer, como clubes, academias e parques também são desejáveis.

Busque informações sobre a possibilidade de construírem prédios nas proximidades. Uma obra gera muitos transtornos, além de prejudicar a vista e a iluminação de seu imóvel.

Infraestrutura

É fundamental verificar as condições da rede elétrica do imóvel. Um teste recomendado é acender todas as luzes da casa. Caso haja dois chuveiros, ligue-os ao mesmo tempo. Se houver oscilação na intensidade da luz, ou um dos chuveiros ter a água fria, isso significa que a rede elétrica necessitará de reforma. Observe também se a conta de luz não apresenta um valor excessivo. Se isso ocorrer, é sinal de que há alguma irregularidade.

As instalações hidráulicas também devem ser analisadas. Abra torneiras e verifique a cor da água. Se a água sair com cor de ferrugem, a tubulação é antiga e precisará ser substituída.
Acione as torneiras junto com a descarga e o chuveiro. Se a vazão diminuir, é sinal de que as instalações hidráulicas não estão muito boas e poderão demandar reformas.

Pintura recente em paredes internas podem indicar que o proprietário está encobrindo mofo ou vazamento de água. Um teste para conferir se há vazamento nas instalações sanitárias é jogar pó de café dentro do vaso. Se o pó se mexer, mesmo sem você apertar a descarga, pode se tratar de um vazamento.

Observe se a conta de água não possui valor excessivo. Se isso ocorrer, é provável que haja vazamentos ou outras irregularidades.

Acabamento

Verifique o nível do piso. Com uma bola no chão, você poderá testar se há uma inclinação irregular.

Em armários embutidos, bem como outras peças de madeira, você deve observar se há pó acumulado em cantos. Se houver, é indício de que existem cupins no apartamento/ casa – e se houver uma colônia, os móveis de madeira que você levar também ficarão comprometidos.

Pisos estufados são indícios de que eles foram mal colocados. Além de gastos, já que precisarão ser refeitos, um piso estufado pode se quebrar e, em função disso, também gera risco à segurança.

Observe se a fachada do prédio está ruim, com pintura envelhecida, pichações ou outros problemas. Isso é indício de necessidade de reforma próxima, o que impactará no valor do condomínio.

Por Luís Fernando Santos


Projeto pode elevar o valor da multa para quem desiste da compra de imóvel na planta.

Na atualidade, a aquisição de um imóvel pode se dar por meios variados, o que vai exigir sempre o compromisso e o contrato. Recentemente, o presidente Michel Temer fez sancionar, na última quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2018, um projeto de lei cuja meta está em aumentar o valor da taxa de multa máxima para a pessoa que desistir de imóvel em sua planta, ou o intitulado: Distrato Imobiliário.

Esta proposta passou na aprovação, em sessão na Câmara dos Deputados, no dia 5 de dezembro, depois de passar por uma alteração no Senado.

Vamos aos detalhes da multa:

No sistema anterior, todas as construtoras permaneciam com 10% a 25% do total do valor pago pela pessoa que desistiu da aquisição do imóvel, iniciado na planta. Portanto, a partir deste novo projeto, a taxa de multa cobrada em razão da desistência será em maior valor.

A pessoa que declarar desistência, ou deixar de pagar as prestações do imóvel, não terá direito a maior ressarcimento, portanto, a construtora ou a empresa responsável pela obra em questão terá direito e recolher 50% do valor pago pelo cliente no momento em que este declara a desistência.

No caso de o cliente desistir do imóvel quando este já estiver concluído e entregue, será descontado o valor pago como corretagem, como também o mesmo terá o dever de arcar com as despesas dos impostos e do condomínio incidentes a partir da entrega.

Analisando com mais detalhes:

A taxa de multa atingirá cerca de 50% com relação aos imóveis pertencentes ao chamado regime em patrimônio de afetação. Neste caso, trata-se dos imóveis que não estão registrados como um patrimônio da própria construtora, que apenas administra o empreendimento.

No caso de imóveis que estão registrados no título da construtora, a taxa da multa será reduzida a 25%, sendo este o limite.

Como prever e estabelecer multas menores.

Neste caso, se estabelece um contrato claro e devidamente lavrado entre a construtora e o comprador, com cláusulas claras e previstas em lei, sendo que este procedimento deverá ser efetuado por meio de um instrumento específico de distrato.

Com relação aos contratos assinados anteriormente ao novo projeto, não haverá cobrança de multa de maior valor, em caso de o cliente devolver o imóvel. Depois de a nova lei entrar em vigor, os contratos dali para adiante serão taxados conforme foi explicado acima, ou seja, com valores maiores.

O prazo para a construtora devolver o valor pago pelo cliente pode ser descrito como segue:

O novo projeto de lei estabelece que, se o imóvel estiver dentro do chamado regime de patrimônio em afetação (caso que estipula uma multa de 50% do total), o valor deverá ser ressarcido num período de até 30 dias após o recebimento do habite-se.

No caso de construtora decidir revender o imóvel devolvido, em meio ao prazo para a devolução do valor pago pelo cliente, este mesmo pagamento deverá ser antecipado em até 30 dias depois da nova venda.

No caso de o cliente que desiste do imóvel apresentar outra pessoa interessada no mesmo, não será estabelecida a pena contratual, porém, tudo isso será realizado da seguinte maneira:

A incorporadora deverá estabelecer novo acordo, em que o mutuário que for assumir o imóvel tenha potencialidade financeira previamente aprovada.

No caso de aquisição realizada somente em estande de vendas e fora da própria sede da companhia incorporadora, ao cliente será concedido um prazo de até sete dias para declarar desistência da compra e poder receber novamente o montante pago, junto da corretagem.

Esta nova lei legaliza, também, a chamada tolerância de até seis meses em caso de atraso, sobre as construtoras, para a entrega dos imóveis sem haver necessidade de pagar multa ao cliente, porém, tudo isso deve ser previamente estabelecido em contrato.

Paulo Henrique dos Santos


Fique Atento as 7 Dicas para Comprar um Imóvel em Leilão sem ter Problemas Futuros.

Muitas pessoas estão em busca de um imóvel para comprar e uma das saídas para economizar nessa compra é buscar pelos famosos leilões de imóveis. O que é importante citar é que para não sofrer nenhum dano nesse estilo de compra, é preciso saber de algumas regras. E já vale lembrar que a compra em leilão não é indicada para pessoas inexperientes. Então se esse é o seu caso, anote as dicas que vão estar nesse artigo. Para ficar mais seguro na hora da compra de um imóvel em leilão, faça uma pesquisa sobre o assunto e você pode começar por esse artigo.

1-Leia todo o edital do leilão

Essa tarefa pode parecer um pouco chata, mas é muito importante. Pois no edital se encontram todas as regras do leilão. Lá você vai encontrar a data correta em que o leilão cai acontecer e seu respectivo horário. Nesse documento também vai constar quem é o dono da casa, o estado do imóvel, taxa de condomínio, valor do IPTU e informações sobre a responsabilidade do novo comprador em relação ao pagamento de impostos. Então é fundamental que os interessados em participar de um leilão de imóvel saibam das informações que constam no edital da casa desejada.

2-Dê preferência para imóveis desocupados

Os imóveis desocupados são os mais indicados para ser arrematados no leilão. Pois dessa forma o novo comprador pode se mudar mais rapidamente. Já as casas que estão ocupadas podem levar até 2 anos para ter a liberação de entrada do novo dono. Uma casa que está ocupada pode sair mais barata, mas a dor de cabeça pode ser grande. Pois ainda é preciso que um advogado entre com a ordem de despejo para tirar o atual morador, fora as dívidas de condomínio e IPTU que certamente estarão atrasadas.

3- Faça uma boa pesquisa de preços dos imóveis

Quem realmente estiver interessado em comprar um imóvel em um leilão, deve buscar a ajuda de um corretor. Esse profissional é essencial para encontrar o melhor valor dentro do orçamento do cliente e mostrar o lado positivo e negativo de cada opção de imóvel da pesquisa. No final você vai ver que economizou tempo e dinheiro.

4-Visite o imóvel desejado antes de efetuar a compra

A melhor forma de avaliar a realidade de qualquer imóvel é indo até lá para ver cada detalhe pessoalmente. Alguns dos detalhes mais importantes, é ver a estrutura da casa de modo geral, e dessa forma decidir a base de gastos para uma futura obra. Outro detalhe legal da visita ao imóvel é olhar de perto a vizinhança. Então não deixe de seguir essa dica.

5-Contrate uma assessoria jurídica

A assessoria jurídica é essencial para quem não quer surpresas na hora de compra uma casa em algum leilão. O trabalho da assessoria é buscar todas as informações burocráticas sobre o imóvel, descobrindo informações como processos contra o imóvel ou seu antigo dono. Esse serviço é um investimento necessário para quem não quer ter nenhum tipo de dor de cabeça com surpresas desagradáveis.

6-Calcule os custos com a compra da do leilão

É muito importante que ao ter interesse em comprar uma casa que está sendo leiloada, tenha também uma planilha com todos os custos. É importante ressaltar que há custos como: TBI, IPTU, taxa que tem que ser paga ao leiloeiro, porcentagem do corretor, entre outros. Esse cálculo é muito importante para não sair do orçamento e não ter nenhum susto.

7- Faça o pagamento do imóvel à vista

Quem está em busca de um imóvel que vai ser leiloado deseja ter uma grande economia. Então fuja de empréstimos bancários e ou financiamentos. Eles costumam ter juros abusivos e no final a economia pode ser muito pequena. O ideal é usar alguma economia e fazer a compra à vista.

Essas são as dicas mais importantes na hora de comprar um imóvel leiloado!

Escrito por Cristiane Amaral


Confira aqui algumas dicas e cuidados na hora de comprar imóveis em leilão.

Você quer realizar o seu sonho da casa própria? Atualmente, uma das melhores opções são os leilões de móveis retomados por falta de pagamento. Porém, antes de sair assinando o contrato de compra, você deve prestar atenção em alguns detalhes que são essenciais para não cair numa roubada e acabar se arrependendo da sua compra. Confira abaixo 5 dicas para comprar o seu imóvel em leilão:

1. Tenha paciência

A pressa é inimiga de uma boa compra, especialmente em se tratando de um leilão. Um dos maiores riscos de um leilão é o tempo que o comprador tem que esperar para finalmente entrar no imóvel. Isso acontece porque muitos dos imóveis que foram leiloados ainda não foram desocupados pelos seus antigos proprietários.

Quando você arremata um imóvel no leilão, em seguida receberá a carta de arrematação para solicitar que o mesmo seja desocupado, este processo pode demorar mais de um ano e em alguns casos, você terá que brigar na Justiça para que o antigo dono saia da casa ou apartamento. Portanto, comprar um imóvel no leilão é para quem tem paciência para esperar e está ciente da burocracia que terá que enfrentar, não é para quem quer se mudar de imediato.

2. Dê preferência para imóveis desocupados

Se você tiver que solicitar a desocupação do imóvel arrematado na Justiça, isso vai gerar custos para o seu bolso. Sem falar, que ao se tornar o novo dono, você também será o responsável por arcar com as despesas do imóvel como, por exemplo, impostos e taxas de condomínio. Então, não vale a pena estar arcando com as despesas de um imóvel que você não está usando. Por isso, ao participar de um leilão, o ideal é dar preferência para os imóveis que estão desocupados.

3. Preste atenção no edital

Quanto mais informações você tiver, mais bem preparado estará para o leilão e menos chances terá de se arrepender. Sendo assim, leia o edital com atenção, dê importância para as informações sobre o imóvel que está sendo leiloado como, por exemplo, data do evento, valor mínimo de venda, quem é o vendedor, estado de conservação da propiedade, bem como quem será responsabilizado pelos custos excedentes, como taxas de condomínio e impostos.

4. Pesquise os preços antes de arrematar

Antes de arrematar o imóvel, você deve pesquisar o seu valor de mercado para ter condições de analisar se o desconto oferecido no leilão compensará o risco de ter que bancar os custos com a reforma ou com a Justiça. Também recomenda-se determinar um lance máximo, assim você evita adquirir uma dívida que não possa pagar no futuro. Lembre-se que se você desistir de arrematar um imóvel pelo fato de não ter dinheiro para finalizar a compra, poderá ser punido com a aplicação de multa.

5. Conte com uma assessoria jurídica

Um imóvel pode ser levado a leilão quando o seu dano atrasa o pagamento do financiamento, quando se torna propriedade do banco, ou através de via judicial, com ações movidas por falta de pagamento das taxas de IPTU ou condomínio. Levando isso em consideração, para comprar um imóvel em leilão é indicado contar com a assessoria jurídica de um advogado.

Peça ajuda do seu advogado para fazer um levantamento das dívidas do atual morador do imóvel, pois há o risco de você ter que pagar os débitos que serão deixados por ele. Além disso, o advogado também poderá verificar se existem ações judiciais contra a ida do imóvel a leilão. Há bancos que não esperam a sentença final dessas ações para por o imóvel em leilão extrajudicial. Quando o proprietário não é informado sobre a execução do leilão da sua propriedade, ele poderá entrar com uma ação judicial para anular a venda, mesmo que o arremate já tenha sido feito, aí você terá que lutar na Justiça para validar a sua compra.

Simone Leal


Confira aqui como comprar imóvel usando do dinheiro do FGTS.

Muitos brasileiros estão em busca de ter sua casa própria e para isso as vezes precisam fazer uso do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Entretanto, para fazer uso do mesmo é necessário seguir algumas regras, veja abaixo quais são elas:

Para o Comprador

– É necessário possuir pelo menos três anos de contribuição sob o regime do FGTS, mesmo que em diferentes empresas e em períodos diferentes;

– Não pode ter financiamento ativo no SFH, Sistema Financeiro de Habitação, em nenhum local do Brasil;

– Também não poderá ser promitente comprador, possuidor, proprietário, cessionário ou usufrutuário de outro imóvel residencial em perímetro urbano, em construção ou concluído, no município onde reside ou onde atua no trabalho principal, nem na região metropolitana ou nas cidades limítrofes;

– É necessário estar em dia com as prestações do financiamento, no momento em que fizer o pedido de uso do FGTS;

– Deve ser coobrigado ou titular no financiamento no qual pretende quitar parte do valor das parcelas.

Para o Imóvel

– Valor da avaliação precisa ser de no máximo de R$ 1,5 milhões para quaisquer estados, a partir de 20 de fevereiro de 2017 (antes eram de R$ 750 mil para os estados de RJ, MG, DF e SP, e para os demais estados o valor máximo é de até R$ 650 mil);

– O terreno objeto da construção do imóvel deve ser de propriedade do proponente, se a situação for de construção sem adquirir o terreno;

– Estar em área urbana;

– Ter como destino à moradia do titular;

– Mostrar, no momento da avaliação final, ausência de vícios de construção e plenas condições de habitabilidade;

– Ter matrícula no RI competente e não possuir registro de gravame que impeça à comercialização do mesmo;

– Se for aquisição de construção em andamento ou terreno, não pode ter sido objeto de uso de FGTS há pelo menos três anos, isto é, se usado para iniciar construção, em 30/11/2009, só poderá utilizar novamente a partir da data de 01/12/2012.

Documentação

– Extrato de conta vinculada ao Fundo;

– Documento oficial para identificação;

– CTPS para comprovação do tempo de trabalho no regime do FGTS;

– Declaração de IRPF, o DIRPF. Se o trabalhador for casado ou então em união estável, é necessário apresentar a DIRPF do cônjuge.

FILIPE R SILVA


Descontos podem chegar a 50%.

Novembro acaba de chegar e construtoras e incorporadores pensando em aumentar consideravelmente suas vendas, já deram início a chamada Black Friday. Muitos estão oferecendo descontos e reduções nos valores de o equivalente a 200 empreendimentos, entre residenciais e comerciais.

Durante todo o mês de novembro a VivaReal, uma popular plataforma digital e mais de 30 empresas incorporadoras estarão ofertando aos seus clientes descontos que podem chegar até 50% em seus imóveis.

Em valores, os empreendimentos residenciais chegam a ter o desconto no valor de R$ 210,00 mil. Por sua vez, os empreendimentos comercias podem ter uma redução de até R$ 975 mil, conforme anuncia a plataforma VivaReal.

O Estado que receberá o desconto maior, cujo o porcentual é de 50%, é o Rio de Janeiro. Em um empreendimento comercial, o Rossi Business Itaboraí.

Mas os descontos serão para todo o território brasileiro, nas cidades que fazem parte da plataforma, como Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Natal, Maceió, Recife, São Bernardo do Campo, Goiânia, São Caetano do Sul e Santo André.

A famosa Black Friday é um tipo de promoção que surgiu nos Estados Unidos no ano de 1960. No princípio era uma única sexta-feira de novembro, a mais próxima do dia 24, onde os estadunidenses comemoram o Dia De Ação de Graças. Nessa sexta-feira os preços recebiam descontos muito altos e o que a tornou um fenômeno esperado todos os anos. No Brasil a Black Friday foi adotada a partir do ano 2000, sendo que a data para que ela ocorra é no dia 25 de novembro. Porém, a maioria das lojas e comércios em geral oferecem um mês inteiro de descontos.

Muitos brasileiros esperam a chegada de novembro para realizar suas compras com um bom desconto. No ano passado as vendas da “sexta-feira negra” subiram algo em torno de 76%, para este ano a expectativa é que chegue a R$ 2 bilhões o volume de vendas no Brasil, somente no dia 25.

Embora o Brasil atravesse um ano de dificuldades financeiras, as incorporadores e construtoras estão com uma boa expectativa, esperando que o Black Friday no Brasil tenha tanto sucesso quanto nos Estados Unidos.

Sirlene Montes


Confira aqui quais são os bairros mais caros e baratos para se morar no Rio de Janeiro.

Os preços do aluguel de imóveis no Rio de Janeiro, como nos demais estados do país, vem sofrendo interferência direta da atual crise econômica brasileira.

No entanto, nos primeiros seis meses de 2016, o que houve foi uma queda significativa nos preços, chegando a 3,59% em média.

Segundo especialistas, essa é uma boa oportunidade para alugar imóveis no Rio de Janeiro, porém, jamais esquecendo da velha tática da pechincha, que vai bem mesmo em momentos de crise.

Abaixo segue uma lista com os bairros com aluguéis mais caros e mais baratos do Rio de Janeiro, levando em consideração a sua média anual (para imóveis com até 2 quartos).

CAROS

– Humaitá: Com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, está localizado numa região nobre da Zona Sul da cidade. Famosa por ainda abrigar casas e prédios do período colonial brasileiro, esse ano o preço do aluguel no bairro sofreu uma queda de 4,2%, apresentando uma média de preços em torno de R$ 5.593,00.

– Ipanema: Localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, é considerado um bairro nobre, uma referência do surfe nacional e é onde está localizado o Posto Nove, a chamada "Praia das Celebridades". Seus aluguéis custam em média R$ 4.084,00. Uma queda de 3,9%.

– Leblon: Também um bairros com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, é conhecido como o “bairro das elites culturais”, sendo o que costuma ter a maior variação de preços dos seus aluguéis, cuja média não ultrapassa os R$ 4.082,00. Queda esse ano de 6,8%.

– Lagoa: Às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, está esse bairro, um dos mais saudáveis para se viver, com um dos 5 melhores IDHs da cidade do Rio de Janeiro. O aluguel de um imóvel na Lagoa custa em média R$ 3.208,00.

– Jardim Botânico: Um dos bairros mais novos da cidade do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Sul da cidade e é considerado um bairro nobre. Graças ao verde que se espalha em seu entorno, possui uma das temperaturas mais agradáveis da cidade. Apresentando uma queda de cerca de 4,4% no preço dos seus aluguéis, oferece imóveis em média a R$ 3.204,00.

BARATOS

– Méier: O bairro do Méier está localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro e é hoje considerado um bairro residencial gastronômico e com importante comércio e centros de lazer. É um bairro de classe média, cujo metro quadrado não ultrapassa os R$ 21,00, podendo ser encontrados imóveis em média a R$ 890,00.

– Realengo: Com um dos aluguéis mais baratos do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Oeste da cidade, caracterizando-se pelas altas temperaturas durante o dia e baixas temperaturas à noite. Possui o 89º IDH da cidade, cerca de 180.000 habitantes e aluguéis a R$ 720 reais (em média).

– Coelho Neto: Bairro de classe média da Zona Sul do Rio de Janeiro, também possui um dos aluguéis mais baratos da cidade. É considerado um bairro residencial, tranquilo, bem servido de transporte e infraestrutura, além de ser cortado pela importante Avenida Brasil. Seus aluguéis giram em torno de R$ 760,00.

– Ilha do Governador: Compreendendo cerca de 14 bairros da cidade do Rio de Janeiro, está inserida na Baía de Guanabara (Zona Norte), possuindo por isso um dos climas mais amenos do Rio. Seu metro quadrado está em torno de R$ 24,33, possui cerca de 200 mil habitantes, uma mistura de comércio popular e sofisticado, além de preço dos aluguéis em torno de R$ 710,00.

Vivaldo Pereira da Silva


Ministério Público recomendou para que as Prefeituras isentem IPTU de Templos que cultuam Religiões Africanas.

Um assunto ligado ao Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano, o IPTU, gerou polêmica no Mato Grosso do Sul. Isso porque o Ministério Público do Estado recomendou ao Secretário Municipal da Receita da cidade de Campo Grande (MS), a garantia de que templos que cultuam religiões com matrizes na cultura afro brasileira também sejam imunes ao imposto.

O responsável por esse pedido foi o Promotor de Justiça Eduardo Franco Cândia, que solicitou que, do proprietário ou dono do imóvel, seja exigido somente uma declaração de responsabilidade predial. O argumento utilizado pelo Promotor é de que, de acordo com a Constituição Federal, não é permitido a cobrança de imposto sobre patrimônio, renda e serviços relacionados a templos de culto, independente de religião. Dessa forma, isto representa o direito à liberdade em relação à consciência e crença de cada um.

Levando isso em conta, foi alegado pelo mesmo que a Secretaria Municipal da Receita estaria exigindo de terreiros relacionados aos grupos de umbanda e candomblé, documentos como a Ata de Posse da Diretoria, Cartão do CNPJ e Estatuto de Constituição da Instituição. Conforme Cândia, estes são documentos insignificantes aos templos com matrizes afro brasileiras, uma vez que os tratados são normalmente orais e informais.

Dessa forma, foi solicitado ainda que o Secretário Municipal de Receita atue com medidas administrativas que sejam necessárias para que os proprietários e donos de templos sejam absolvidos de débitos relacionados aos tributos. Com isso, acabaria-se abolindo qualquer eventual valor fiscal referente ao IPTU de seus imóveis declarados e tidos como templos relacionados à religião, independente de matriz e credo. Isso, desde que os documentos atendam aos princípios impostos pelo decreto municipal sobre o assunto.

É esperado ainda que a cópia dos atos administrativos que eventualmente serão adotados seja encaminhada para a 67ª Promotoria de Justiça, no prazo de até trinta dias, contando a partir do recebimento desta. Com isso, espera-se a execução ou não da recomendação feita sobre a extinção do imposto.

Apesar de ser um pedido formal, o município tem o direito e poderá decidir desfavoravelmente a essa, caso julgue o ato inconstituicional. Caso isso aconteça, o Ministério Público poderá ainda ingressar na Justiça com uma ação civil pública para recorrer da decisão.

Kellen Kunz


Instalação do sistema fotovoltaico em residências cresce a cada ano. Confira aqui qual o custo de instalação de um painel de energia solar em casa.

A geração de energia solar é bem favorável em nosso país, uma vez que o Brasil conta com mais de três mil horas de sol por ano. O custo ainda é alto para o investimento no sistema fotovoltaico em residências, mas é algo que começa a crescer.

O custo para a instalação de uma estrutura de pequeno a médio porte começa dos R$ 15 mil e vão até R$ 85 mil (variando de acordo com a potência). Os benefícios do investimento vêm do desempenho da geração da energia com uma grande economia e isso faz com que a adesão dos painéis solares cresça a cada ano.

Para mostrar o salto da tecnologia, no ano de 2012, segundo números da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), somente três casas contavam com os painéis solares. Porém, até o final de 2015, o número já era maior de 1.700 mil.

Por exemplo, em uma casa, a instalação de oito painéis fotovoltaicos tem um custo por volta de R$ 20 mil. Todo esse sistema faz uma geração de 430 quilowatts por mês. A redução no final do mês na conta de luz é enorme. Em uma casa que a média da conta era de R$ 480, o número chegou até os R$ 80 (nos dias onde o sol predomina na região em questão).

Em Curitiba, no Paraná, a medição da energia quando a casa conta com os painéis solares é feita através de um medidor digital que entra no lugar do analógico e é distribuído pela Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel). O medidor vai fornecer dados sobre o volume de energia que será produzida, o seu gasto e o que foi acumulado.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), hoje já se encontram liberadas linhas de financiamento para pessoas físicas através de bancos federais e privados com juros reduzidos para que seja possível facilitar a adesão deste sistema de painéis solares.

Há também um projeto de lei para a criação do Imposto Predial e Territorial Urbano Verde (IPTU), sendo que os municípios que aprovarem a medida vão disponibilizar descontos para o valor do tributo frente as construções que apresentem medidas que contribuem com o meio ambiente, como é o caso da captação solar.





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