No ano passado foram concedidos cerca de R$ 79,9 bilhões em financiamentos de imóveis que foram usados para a compra de 493 mil unidades.

Segundo os dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) o uso dos recursos da poupança para financiamento para compra e construção de imóveis aumentou 42%.

Em 2011 a quantidade de unidades financiadas foi 17% maior se comparado a 2010, em números essa porcentagem significa R$ 23,7 bilhões a mais que no ano anterior.

O aumento dos financiamentos se deu porque a taxa de desemprego diminuiu e os trabalhadores estão ganhando melhor e com isso têm o poder de compra aumentado.

Embora esses resultados sejam positivos a Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip) tinha previsão que o volume chagaria a R$ 85 bilhões em 2011, mas devido à falta de mão de obra qualificada e algumas questões climáticas o resultado foi menor.

A previsão para esse ano é que a quantia de financiamento cresça 30% em relação aos resultados de 2011 chegando a R$ 103,9 bilhões contando apenas com os recursos de poupança.

Contando o financiamento através do SBPE e do FGTS foram mais um milhão de unidades financiadas.

Por Jéssica Posenato

Fonte: G1


O mercado imobiliário, embora um pouco menos aquecido, vendeu mais unidades com mais dormitórios do que o normal.

Dos imóveis comercializados em outubro de 2011, 54,1% eram com três dormitórios, ou seja, das 2.017 unidades vendidas, 1.092 estavam neste perfil. Na segunda posição, os imóveis com dois dormitórios representaram 29,4%.

O percentual foi divulgado pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) em pesquisa divulgada pela entidade.

Durante todo o ano de 2011, as vendas dos imóveis com três dormitórios só havia sido maior em abril. De julho a setembro, as unidades com dois dormitórios representaram cerca de 50% das unidades vendidas.

Nos Bairros da Mooca e Brooklin, os apartamentos custaram entre R$ 750 mil e R$ 900 mil. Já em Interlagos, Pari, Itaim Paulista, Cambuci e Parque Bristol, os valores oscilaram entre R$ 200 mil e 520 mil.

Em relação à área em metros quadrados, o maior volume de vendas se concentrou entre imóveis com 46m2 e 65m2.

Os lançamentos também ganharam destaque e tiveram um pequeno avanço. Em outubro foram disponibilizadas 3.215 unidades contra 2.739 no mês anterior. Os dados são da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

Por Natali Alencar


O mercado de locação de imóveis continua em alta, mesmo com as possibilidades oferecidas pelas construtoras e pelo próprio governo para a aquisição da moradia própria. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP) aponta, porém, que os contratos novos de aluguel assinados em abril descreveram aumento médio de 2,2% de preços ante março.

Esta alta, que não é pequena, contribui para a taxa acumulada de 15,82% dos últimos 12 meses. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, os valores praticados estão mais elevados porque a demanda por imóveis sob o regime de aluguel está acima da própria oferta na capital paulista.

No intuito de salientar sua posição, Crestana revela que basta um imóvel ficar desocupado para uma fila de interessados se formar. Nos dias atuais, pondera, muitas pessoas buscam a comodidade de morar perto do trabalho, mesmo que temporariamente.

Os imóveis de dois e três quartos foram aqueles que registraram os maiores avanços no valor do aluguel, com altas médias de 2,5% no mês de abril em comparação a março. As moradias de um e dois dormitórios registraram incremento de 2% e 2,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Adquirir um imóvel na planta é um dos sonhos mais ostentados pelos brasileiros que almejam residir em ambiente próprio sem precisar depender de heranças, de morar debaixo do teto de pais ou de outros parentes, entre outros exemplos.

Quando o consumidor visita um stand de vendas de prédios residenciais, geralmente procura saber todos os detalhes sobre o empreendimento. Quantos dormitórios, piscinas, quadras poliesportivas, espaço para leitura, playground, etc. Mensalmente, ainda durante as obras, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) reajusta o valor das parcelas, situação que por algumas vezes pega o comprador desavisado de surpresa.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,44% do INCC de março. A taxa, portanto, fixa-se 0,05% acima do índice de fevereiro (0,39%).

Dos três grupos sondados no levantamento, dois registraram aumento nas taxas, com destaque para Materiais & Equipamentos, que subiu de 0,54% para 0,64%, seguido por Mão de Obra, com alta de 0,12% para 0,27%. O índice da categoria Serviços arrefeceu de 1,04% para 0,46% entre fevereiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O reajuste das parcelas de financiamento de imóveis adquiridos na planta causa confusões entre as pessoas que não conseguem melhores orientações diretamente com a construtora ou com os corretores no ato da venda. Mensalmente, há adequações de valores, baseados, então, no Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M).

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), este componente apresentou variação de 0,44% em março, 0,05% acima do registrado em fevereiro. No acumulado de 2011, a taxa descrita é de 1,21% e nos últimos 12 meses, de 7,45%.

Dentre os itens cerceados pelo INCC-M, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou para 0,60% em março, contra 0,65% de fevereiro. O índice relativo à Mão de Obra, porém, passou de 0,12% para 0,27% no período.

Separado em dois, a categoria Materiais e Equipamentos apresentou variação de 0,64% no mês, frente à taxa de 0,54% de fevereiro. Materiais para estrutura representaram o maior avanço neste ao subirem de 0,30% para 0,63%, movimento parecido em relação aos equipamentos para transporte de pessoas, que saltou de 0,16% para 0,29%.

Serviços, diferentemente dos dois quesitos acima, desacelerou para o índice de 0,46% em março, boa diferença em comparação à taxa de fevereiro (1,04%).

Das setes capitais sondadas no estudo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Salvador registraram incremento nos índices, com Recife, Rio de Janeiro e São Paulo no sentido inverso.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


O setor imobiliário torna-se, no decorrer dos tempos, o preferido dos investidores. A alta valorização de residências (prédios ou casas) viabiliza o emprego financeiro em moradias adquiridas na planta. Estimativas apontam que um imóvel apresenta valorização superior a 200% em poucos anos depois de concluídas as obras.

O brasileiro parece estar disposto a continuar adquirindo moradias. Independente do programa do governo federal para o segmento, o “Minha Casa, Minha Vida”, os números só tendem a crescer, tanto que levantamento realizado pela Lopes Inteligência de Mercado volta a ilustrar crescimento no interesse de compra de imóveis.

Em fevereiro, o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) avançou 1,9% em comparação a janeiro. Acompanhando essa disposição, o Índice de Expectativas também apresentou acréscimo, de 4%, para 142,9 pontos.

A sondagem, que abordou a opinião de 562 pessoas no mês de fevereiro, revelou que 61% dos consultados buscam moradias de até R$ 250 mil, índice 18% acima do mesmo estudo de janeiro.

Mesmo com as medidas de restrição de crédito abraçadas pelo Banco Central (BC), os índices parecem não desacelerar. Ao longo do ano, a intenção de compra deve diminuir na medida em que o consumidor perceber que 2011 será, possivelmente, um ano de maior aperto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


O boom imobiliário, no país, teve diversos pontos de origem, entre eles poder de renda mais saliente do brasileiro, bem como aumento do número de empregos na última década e acesso ao crédito com menos restrições. Para atalhar possibilidades de “bolha imobiliária”, assim como outros entraves semelhantes, o Banco Central (BC) decidiu iniciar um ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, Selic, assim como determinações em torno do crédito.

Em compensação, muitas pessoas ainda optam por alugar imóvel residencial, casa ou apartamento. Segundo informações divulgadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), o número de contratos novos relacionados à locação, na cidade de São Paulo cresceu, 0,9% em comparação a janeiro, índice que salta para 15,14% no acumulado dos últimos 12 meses.

De acordo com Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, embora exista grande falta de imóveis para locação na cidade, incidindo no avanço de valores dos novos contratos, a taxa de incremento de aluguéis apresenta-se em baixa. Para fomentar sua opinião, avalia que é a primeira ocasião, desde novembro do ano passado, que a ascensão do índice fica abaixo de 1%, ou seja, a incidência de oferta e demanda começa a ilustrar equilíbrio.

Separado por portes, as moradias de um e dois dormitórios sofreram aumento de preços de 0,4% e 0,5%, respectivamente, ao mesmo tempo em que moradias de três dormitórios representaram avanço de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


Levantamento edificado pelo Ibope Inteligência a pedido da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assoalha que a comercialização de material de construção no setor varejista registrou estabilidade no mês passado, ou seja, nem acréscimo, nem queda foram descritos no período.

A manutenção no nível, porém, acompanha a queda de 5,3% registrada em janeiro sobre seu mês imediatamente anterior. De acordo com Cláudio Conz, presidente da associação, a estimativa de crescimento do ramo em 11% para este ano foi revista para 8,5%.

Apesar desses dados, por ora “positivos” (estáveis) no confronto mensal, a Anamaco se mantém confiante quanto à continuidade da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até dezembro próximo. Soma-se a este fator os empreendimentos edificados por meio do programa do governo federal para a área, o “Minha Casa, Minha Vida”, e outros projetos (de médio e curto prazo), dentre eles obras para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Na visão de Conz, o progresso do poder aquisitivo da população menos endinheirada e o desenvolvimento da economia, além de alguns outros, devem tornar 2011 um bom ano para o setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco


O setor da construção civil, em franca expansão pelo país, deve apresentar ritmo mais baixo de aquisições e lançamentos neste ano em comparação à movimentação registrada em 2010. Mesmo assim, empresários do ramo têm procurado inovar no maquinário para conferir menor custo às obras, além de maior velocidade na conclusão de novos empreendimentos.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registraram variação de 0,23% no Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) no primeiro decêndio de março. No período análogo de fevereiro, a taxa constatada chegou a 0,52%.

Afunilado por categorias, a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços contabilizou variação de 0,44% no primeiro decêndio do mês, contra 0,79% do intervalo igual de um mês atrás. O índice que traduz a despesa da Mão de Obra permaneceu inalterado entre ambos os períodos, em 0,24%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Dois foram os setores, entre alguns outros, que obtiveram destaque nos últimos meses em meio à expansão da economia brasileira: veículos automotores e habitação. Tanto as pessoas mais pobres quanto as de rendimento maior conseguiram adquirir carro e/ou imóvel, em partes graças às isenções de impostos adotadas pelo governo federal no intuito de diminuir os efeitos da crise econômica global, em partes pelo crescimento da massa salarial e do aumento no número de empregos criados e ocupados.

A construção civil, em alguns quesitos, tem marcado boa presença, tanto que almeja crescer 6% em 2011, mais que a própria indústria como um todo e mais que o índice do Produto Interno Bruto (PIB), estimado para 4,60%, pelo Banco Central (BC), até o início da semana passada.

De acordo com Paulo Safady, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), as obras abrangidas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além das voltadas à Copa do Mundo e às Olimpíadas, serão uma espécie de motor daqui para frente.

O Brasil precisa agora, e por meio de parcerias, desenvolver políticas públicas e privadas na finalidade de melhorar a qualificação da mão-de-obra, pois esta situação ainda é e deverá continuar sendo uma das principais reclamações dos empresários. O segmento imobiliário cresceu com astúcia nos últimos meses, superando as perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil


Além de sondar o número de habitantes, quais serviços cada qual tem acesso, quantos televisores e rádios as pessoas possuem em casa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reúne dados igualmente importantes e diretamente relacionados a várias das áreas econômicas.

Em sociedade com a Caixa Econômica Federal (CEF), o IBGE divulgou que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) adentrou 2011 com variação similar à constatada em dezembro do ano passado, saltando somente 0,01%, para 0,27%.

De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção, por metro quadrado, decresceu de R$ 769,06 em dezembro para R$ 768,44 em janeiro, dos quais R$ 332,15 concernentes à mão de obra e o restante, R$ 436,29, referente aos materiais de construção.

Em dados mais específicos, a variação ocorrida na mão de obra acelerou de 0,05% em dezembro de 2010 para 0,20% em janeiro, tendência diferenciada em relação aos materiais, que tiveram variação mais baixa, para 0,32%, contra 0,43% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Construir pelo país ficou mais barato neste mês. Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) carimbam variação de 0,37% no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), percentual abaixo do constatado em dezembro, quando a entidade registrou índice de 0,59%.

A FGV calcula que nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o índice contraiu variação de 7,42%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços avançou para 0,42% no mês, contra 0,13% de antes, mas o índice atinente à categoria Mão de Obra decresceu de 1,08% em dezembro para 0,32% de agora.

Na categoria relacionada especificamente a Materiais e Equipamentos houve variação de 0,22% em janeiro, superior ao 0,09% do mês passado. Materiais para instalação, como subgrupo, obteve destaque entre os demais, pois a taxa passou de 0,47% para 0,76%.

Em relação aos Serviços, a taxa saltou de 0,25% para 1,21%, com destaque para o subgrupo denominado serviços pessoais, em que o índice pulou para 2,16% em janeiro, contra 0,32% de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV





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