O mercado imobiliário não para nunca. Por onde passamos, há novas obras sendo iniciadas, plantões de vendas, placas de vende ou aluga. É um mercado em constante movimento.

Mas, segundo o Índice Fipezap divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta segunda-feira, o preço dos imóveis subiu e muito. De acordo com a pesquisa feita em sete capitais brasileiras, o preço dos imóveis subiu cerca de 12,7% no ano de 2013. Em 2012, o aumento foi de 13,7%. Esse aumento fica bem acima da inflação, segundo a projeção feita por economistas para o relatório Focus, que foi de 5,7% em 2013.

O preço varia entre as cidades. São Paulo, a maior capital do país e com um dos melhores mercados imobiliários, teve um aumento de 13,9% em 2013, bem abaixo do aumento que sofreu em 2012, de 15,8%. Em Salvador, o aumento foi de 10,7%. O Rio de Janeiro sofreu uma alta de 15,2%, superior ao ano passado, de 15%. Em Fortaleza a alta foi de 14,1%, enquanto em Recife, de 13,4%.

Dentre as cidades pesquisadas, Brasília foi a que registrou a menor variação de preço em 2013. A média de aumento foi de 4,2%, enquanto nas demais, os aumentos ficaram em torno de 9,5% e 37,3%.

O aluguel também aumentou em 2013. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), utilizado para a correção dos valores de contratos, como aluguel e energia elétrica, subiu cerca de 0,60% em dezembro. Desta forma, o IGP-M, responsável pelo reajuste de contratos de aluguel, expandiu 5,51% no ano.

A projeção para a inflação em 2014 não é das mais animadoras. Antes, a previsão de crescimento era de 2,01% e agora é de 2%. A produção industrial, que deixa a desejar desde 2008, tem expectativa de 2,23%, menor que a anterior, que era de 2,31%. O PIB (Produto Interno Bruto) foi mantido em 2,30%.

Por Larissa Nalin


O crescimento na construção civil elevou também as vendas em áreas correlatas como a decoração de ambientes. Estima-se que os brasileiros irão gastas cerca de R$ 5,4 bilhões no ano de 2013 com artigos de casa e decoração. O que representa um crescimento de 12% em relação ao ano de 2012.

Uma pesquisa feita Pyxis Consumo mostrou que o gasto per capita dos produtos de casa passará de R$ 31,01 para R$ 33,17. Em alguns Estados, como Minas Gerais, o crescimento será maior passando de R$ 25,08 em 2012 para R$ 39,08 este ano, um crescimento de 56% em relação ao ano anterior.

A Classe B apresenta um potencial maior de consumo com cerca de 42% do total gasto. Já a Classe C terá uma participação de 30,49%. Fatores como a facilidade  no crédito, financiamento e qualificação do consumo foram determinantes para o aumento. Cada vez mais consumidores estão dispostos a gastar um pouco mais com a decoração de suas casas.

O setor tem investido mais na diversidade dos produtos e serviços oferecidos, pois o consumo crescente também acarreta em um consumidor mais exigente. Existem linhas adequadas às diferentes classes e gostos, o que aumenta o leque de opções do cliente. 

Por Robson Quirino de Moraes


O Imposto Sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) é uma das contribuições que fazemos anualmente e não podemos nos esquecer de programar para o orçamento de 2013. Aliás, quem possui vários imóveis deve estar atento, pois, sem o devido pagamento do IPTU poderá sofrer diversas punições que vão de multas a intervenções judiciais.

Em algumas capitais existem programas do governo local que isenta famílias carentes deste imposto, todavia, todo um processo de cadastro online terá que ser realizado para que os proprietários gozem deste benefício. Ainda existem descontos para essas pessoas de baixa renda, porém, para que esse desconto aconteça será primordial que um cadastro online seja feito. Nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Bahia é possível ter descontos no IPTU através do cadastro virtual.

A maioria das cidades fará reajustes do IPTU em 2013, mas em Belo Horizonte, capital mineira, por exemplo, haverá descontos de até 7% para quem quitar seu IPTU até o dia 21 de janeiro de 2013. Todavia, nesta mesma capital haverá um reajuste de 5,78% e, deste mesmo modo em outras cidades de todo o país. Consulte a Prefeitura de sua cidade para saber se você poderá pagar o IPTU com desconto e os eventuais reajustes.

Através deste respectivo imposto a administração pública municipal consegue realizar obras de infraestrutura e retornar ao cidadão contribuinte em melhores ruas para locomoção e demais serviços em prédios públicos, tais como: escolas, hospitais, bibliotecas, entre outros.

Por Sérgio Silva





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