Confira algumas dicas de como ganhar dinheiro com aluguel por temporada. Vale muito a pena.

Já pensou em alugar um imóvel próprio por temporada? Sim, este em muitos casos é um investimento que pode valer muito a pena e oferecer bons retornos financeiros. Entretanto, assim como qualquer negócio exige empenho, cuidados e dedicação para de fato alcançar o sucesso esperado.

Confira 7 dicas para colocar esse plano em prática!

1. Escolha seu público-alvo

Se pretende investir em aluguel por temporada, é importante pesquisar qual público-alvo deseja atender e em quais situações. Nesse caso, vale a pena pensar em termos econômicos (baixo, médio ou alto padrão) e necessidades (eventos, pontos turísticos ou aluguel de apenas um cômodo do imóvel).

2. Pesquise preços e fluxos de turismo

Antes de anunciar que seu imóvel está sendo alugado por temporada, é importante pesquisar sobre preços praticados em sua região. Ainda é necessário verificar se há algum período específico com maior número de visitantes, principalmente se for cidade ou local turístico.

3. Busque consultoria jurídica

Em alguns casos, como períodos mais extensos, pode haver a necessidade de elaborar um contrato de locação. Assim, para assegurar ambas as partes (locador e locatário) pode haver a necessidade de uma consultoria jurídica.

4. Invista em sua propriedade

Independentemente do seu público-alvo, procure investir em sua propriedade. Assim, vale sempre a pena realizar reformas e manutenções periódicas, para mantê-la sempre em boas condições de uso e atrair mais visitantes em cada temporada.

5. Tenha atenção redobrada com a limpeza e organização

Os hóspedes sempre vão querer encontrar ambientes limpos e organizados. Então contrate profissionais para fazer esse tipo de serviço de maneira mais detalhada, com equipamentos e produtos específicos.

6. Faça uma boa divulgação

A melhor forma de as pessoas conhecerem seu serviço de aluguel por temporada é anunciando. Isso pode ser feito na internet gastando-se pouco, por meio de redes sociais (Facebook e Instagram) e sites especializados em hospedagem. Não se esqueça de caprichar nas fotos e vídeos de boa qualidade (cor, foco, enquadramento e resolução).

7. Ofereça alguns mimos

Uma forma interessante de ganhar mais hóspedes por temporada é oferecer a eles alguns diferencias. Por exemplo, deixe uma lista com algumas informações sobre a propriedade e como usá-la da melhor forma. Procure também deixar alguns produtos básicos e personalizados, como sabonete, sabão, papel higiênico, entre outros.

Com essas dicas, ficará bem mais fácil alugar seu imóvel por temporada e faturar mais. Também não se esqueça de obter depoimentos positivos sobre a qualidade de seu serviço e usá-los como propaganda e forma de melhorar.

Gostou destas dicas? Tem mais alguma para compartilhar?

Por Camilla Silva

Alguel


Confira aqui quais são os bairros com aluguel mais caro e barato em São Paulo (SP).

Se você está procurando um imóvel para alugar na cidade de São Paulo, fique por dentro de quais são os bairros com valores mais baratos e os mais caros, segundo a pesquisa realizada pelo endereço eletrônico Imovelweb nesse ano de 2017.

Tomando como referência os apartamentos de 65 metros quadrados, na região central, os lugares com preços de alugueis mais em conta são: Bom Retiro, Luz, Morros dos Ingleses, Cambuci e República. Os respectivos valores correspondem a R$ 1.398, R$ 1.624, R$ 1.773, R$ 1.902 e R$ 2.121. Já os mais caros são: Consolação, Bela Vista, Higienópolis, Vila Buarque e Liberdade. Confira os preços de cada um respectivamente: R$ 3.214, R$3.069, R$ 2.340, R$ 2.306 e R$ 2.244.

Quem deseja morar na região centro-sul pode pagar entre R$ 1.345 na Vila Campestre e R$ 1.535 na Vila Santa Catarina para custear alugueis mais baratos. Aqueles que podem desembolsar uma quantia mais alta têm como opção imóveis de R$ 3.129 na Chácara Santo Antônio até R$ 4.418 na Vila Nova Conceição.

Na área localizada a nordeste da capital paulista é possível alugar um imóvel por R$ 1.206 na Vila Maria ou por R$ 2.861 no Parque Industrial Tomas Edson.

Por sua vez, a zona noroeste é a que apresenta menor diferença entre os preços mais caros e baratos dos bairros. Por exemplo, em Jaguará a locação vale R$ 1.291. Enquanto que no Parque Maria Domitila, o preço médio é de R$ 1.551.

A zona oeste tem bairros com valores acima de R$ 4 mil como Itaim Bibi (R$ 4.407), Vila Olímpia (R$ 4.267) e Cidade Monções (R$ 4.024). Os bairros com preços menores são Jardim Cláudia (R$ 1.299), Jardim Boa Vista (R$ 1.285) e Parque Continental (R$1.184).

Na zona Sul, o lugar mais caro para alugar um imóvel é Paraíso do Morumbi, que custa R$ 2.378. Já Paraisópolis é a localidade mais em conta, com preço médio de R$ 1.296.

Na zona leste da capital paulista é possível encontrar imóveis para aluguel ao preço de R$ 1.223, em Jardim São Savério, até R$ 2.326 em Anália Franco.

No estudo foram observados mais de 2 milhões de anúncios em 400 bairros do município de São Paulo.

Melisse V.


Portal promete facilitar a vida de quem busca um novo imóvel para comprar ou alugar.

Procurar imóveis para compra ou aluguel em jornais, revistas, anúncios ou imobiliárias já é coisa do passado. Afinal, hoje através de aplicativos, redes sociais e sites é possível visualizar ofertas de empreendimentos sem sair de casa. Nesse setor, destaca-se o portal Agente Imóvel, que possui ferramentas completas e práticas. Descubra a seguir como ele pode facilitar sua busca, de acordo com interesses específicos.

Gráficos e Comparativos

Na seção “tendências” do site, são expostos gráficos detalhados sobre vendas de imóveis em estados, cidades e bairros. Então são apresentadas informações como:

  • Períodos em que os preços aumentaram ou diminuíram.
  • Quanto em porcentagem e em reais esses valores variaram.
  • Média geral de preços.
  • Valor por metro quadrado.
  • Ranking das regiões mais caras.
  • Comparativo de preços de imóveis de uma cidade inteira e um bairro específico.
  • Comparativo de valores entre cidades.

Para fazer pesquisa, basta digitar no campo “tendências” o nome da cidade ou bairro que deseja verificar. Se quiser fazer isso de forma mais detalhada, basta colocar alguns dados na opção “refinar resultados”.

Vendas e Aluguel

Nos menus “venda” e “aluguel” estão disponíveis propriedades à venda ou para alugar. Esses anúncios geralmente têm fotos, descrição, número de cômodos, preço, tamanho da área e valor por metro quadrado dos empreendimentos. Caso tenha interesse em algum, basta clicar na imagem principal e enviar uma mensagem para o vendedor. O site também sugere imóveis similares aos visualizados por você, de acordo com a região pesquisada.

Mas se deseja anunciar algum imóvel para venda ou aluguel é só clicar em “Anuncie já” e preencher os dados solicitados. Essa opção está disponível tanto para proprietários quanto para corretores.

Outros Serviços Online

Dispõe ainda de serviço de avaliação online de imóveis diversos. Nesse caso, é só clicar em “avalie sua casa agora” e repassar as informações solicitadas. Porém, isso está disponível somente para a região de São Paulo/SP.

Além disso, o portal Agente Imóveis possui um blog com notícias sobre o mercado imobiliário. Oferece também várias dicas sobre vendas, compras, aluguéis e decoração de empreendimentos em geral.

Essa então é uma alternativa completa para quem necessita de informações imobiliárias. Ademais, é uma forma interessante para encontrar e anunciar propriedades de acordo com suas necessidades ou interesses.

Camilla Silva


Confira aqui os bairros com aluguel mais barato e caro em São Paulo (SP).

Com a crise afetando todo mundo, alugar um imóvel não tem sido nada fácil, pois todo mundo quer sempre encontrar um que seja mais barato, mas que ofereça boa localização. Essa tarefa se torna mais difícil quando se procura por um imóvel para alugar em São Paulo, onde os preços geralmente são mais altos, mas há vários lugares na cidade onde é possível fechar um bom negócio.

Os melhores preços estão em Pirituba e também na Vila Formosa, mas lembre-se que para alugar um imóvel é preciso levar em consideração outros fatores, por exemplo, a distância de seu trabalho, se tem escola por perto, supermercado ou algum centro comercial e se for para empresa deve-se verificar se o ponto é comercial.

São Paulo é uma cidade que conta com ótimos bairros, pontos privilegiados, porém, esses lugares geralmente são os mais caros para se alugar um imóvel, por exemplo, na Vila Olímpia o metro quadrado pode ultrapassar os R$ 65,00. Em Pinheiros o valor é mais baixo um pouco, custa R$ 54,78 o metro quadro, o que ainda está bem acima do limite da maioria das pessoas e empresas que procuram um imóvel.

Outra região de São Paulo onde o aluguel é mais caro é no Brooklin, com o metro quadrado acima dos R$ 53,00. Outros locais que têm o metro quadrado mais caro para aluguel em São Paulo são: Bela Vista, Vila Mariana e também no Perdizes.

Mas há os locais em que o metro quadrado para aluguel de imóveis é bem mais em conta e são regiões que contam com ótimos pontos, é só ter um pouco de paciência para encontrar o imóvel que atenda ao seu perfil. Na Vila Formosa o preço do metro quadrado é só R$ 20,00 e você só precisa procurar um pouco mais para encontrar muitas opções boas.

Na Freguesia do Ó o metro quadrado para aluguel de imóvel é só R$ 21,00. E tem vários outros pontos onde você paga bem menos, confira alguns: Vila Carrão, Santana, Butantã, Vila Prudente, Mooca e Tatuapé.

O importante é nunca fechar negócio no primeiro imóvel que lhe apresentarem e ler atentamente o contrato antes de assinar. E ainda, dê uma volta pelas ruas próximas do imóvel de seu interesse, procure conhecer o bairro e ainda, verifique se há risco de inundação.

Por Russel


Confira aqui quais são os bairros mais caros e baratos para se morar no Rio de Janeiro.

Os preços do aluguel de imóveis no Rio de Janeiro, como nos demais estados do país, vem sofrendo interferência direta da atual crise econômica brasileira.

No entanto, nos primeiros seis meses de 2016, o que houve foi uma queda significativa nos preços, chegando a 3,59% em média.

Segundo especialistas, essa é uma boa oportunidade para alugar imóveis no Rio de Janeiro, porém, jamais esquecendo da velha tática da pechincha, que vai bem mesmo em momentos de crise.

Abaixo segue uma lista com os bairros com aluguéis mais caros e mais baratos do Rio de Janeiro, levando em consideração a sua média anual (para imóveis com até 2 quartos).

CAROS

– Humaitá: Com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, está localizado numa região nobre da Zona Sul da cidade. Famosa por ainda abrigar casas e prédios do período colonial brasileiro, esse ano o preço do aluguel no bairro sofreu uma queda de 4,2%, apresentando uma média de preços em torno de R$ 5.593,00.

– Ipanema: Localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, é considerado um bairro nobre, uma referência do surfe nacional e é onde está localizado o Posto Nove, a chamada "Praia das Celebridades". Seus aluguéis custam em média R$ 4.084,00. Uma queda de 3,9%.

– Leblon: Também um bairros com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, é conhecido como o “bairro das elites culturais”, sendo o que costuma ter a maior variação de preços dos seus aluguéis, cuja média não ultrapassa os R$ 4.082,00. Queda esse ano de 6,8%.

– Lagoa: Às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, está esse bairro, um dos mais saudáveis para se viver, com um dos 5 melhores IDHs da cidade do Rio de Janeiro. O aluguel de um imóvel na Lagoa custa em média R$ 3.208,00.

– Jardim Botânico: Um dos bairros mais novos da cidade do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Sul da cidade e é considerado um bairro nobre. Graças ao verde que se espalha em seu entorno, possui uma das temperaturas mais agradáveis da cidade. Apresentando uma queda de cerca de 4,4% no preço dos seus aluguéis, oferece imóveis em média a R$ 3.204,00.

BARATOS

– Méier: O bairro do Méier está localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro e é hoje considerado um bairro residencial gastronômico e com importante comércio e centros de lazer. É um bairro de classe média, cujo metro quadrado não ultrapassa os R$ 21,00, podendo ser encontrados imóveis em média a R$ 890,00.

– Realengo: Com um dos aluguéis mais baratos do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Oeste da cidade, caracterizando-se pelas altas temperaturas durante o dia e baixas temperaturas à noite. Possui o 89º IDH da cidade, cerca de 180.000 habitantes e aluguéis a R$ 720 reais (em média).

– Coelho Neto: Bairro de classe média da Zona Sul do Rio de Janeiro, também possui um dos aluguéis mais baratos da cidade. É considerado um bairro residencial, tranquilo, bem servido de transporte e infraestrutura, além de ser cortado pela importante Avenida Brasil. Seus aluguéis giram em torno de R$ 760,00.

– Ilha do Governador: Compreendendo cerca de 14 bairros da cidade do Rio de Janeiro, está inserida na Baía de Guanabara (Zona Norte), possuindo por isso um dos climas mais amenos do Rio. Seu metro quadrado está em torno de R$ 24,33, possui cerca de 200 mil habitantes, uma mistura de comércio popular e sofisticado, além de preço dos aluguéis em torno de R$ 710,00.

Vivaldo Pereira da Silva


Queda registrada é de 2%. Rio de Janeiro apresenta o valor do aluguel por m² mais caro e Curitiba, o mais barato.

Fipezapé o indicador utilizado para medir os preços de vendas e locação dos imóveis anunciados e engloba todo o território nacional e também é considerado o termômetro do mercado imobiliário brasileiro. Esse indicador é calculado pela Fipe e tem como parâmetro os anúncios feitos pelas pessoas através do acesso a internet no site do ZAP Imóveis, dentre outros sites também. Dessa forma é possível agrupar milhares de anúncios formando uma sólida base de dados.

O estudo para elaboração desse índice ocorre em nove cidades do País, tais como, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Campinas, São Bernardo do Campo, Salvador, Brasília, Porto Alegre e Santos.

O valor do aluguel residencial teve mais uma baixa durante o ano corrente e a porcentagem dessa queda é de 2%. No último mês esse preço diminuiu 0,78% se comparado com o mês de agosto de 2015. A pesquisa pela FipeZap foi iniciada no ano de 2008 e esse percentual foi a maior queda durante um mês já registrada. Vale informar também que essa é a quarta queda que esse indicador registrou, comparando com o mesmo período do ano que se passou.

O Rio de Janeiro foi considerado o lugar com o m² mais caro, sendo esse valor de R$ 38,58-mês e logo abaixo vem à cidade de São Paulo com o valor de R$ 36,51-mês. Já o preço de aluguel mais em conta é encontrado na cidade de Curitiba e custa R$ 16,06-mês. Foi verificado pela pesquisa que o preço dos anúncios de locação, se consideramos as nove cidades citadas acima, é em média R$ 32,76 o valor do m².

Durante os nove meses que se passaram este ano, foi possível registrar as maiores quedas do preço médio de aluguel residencial. No Rio de Janeiro foi apurada uma diminuição de 6,06% e em Curitiba foi de 3,97%. Nas cidades de São Bernardo do Campo e Campinas esse valor cresceu e foi para 5,03% e 3,97%, respectivamente.

Por Paula Barretto Guerra

Aluguel residencial

Foto: Divulgação


Índice que reajusta o valor do aluguel teve alta de 8,35% nos últimos 12 meses até setembro de 2015.

Quem paga aluguel tem um motivo a mais para se preocupar, pois o IGP-M – Índice Geral dos Preços-Mercado – teve uma alta de 8,35% nos últimos 12 meses, contando até setembro.

Só neste último mês a alta foi de 0,95%, sendo que em agosto foi de 0,28%. A pressão que resultou  neste aumento veio principalmente do contínuo aumento de preços no atacado.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – publicou no dia 29 de setembro, os dados referentes ao acumulado deste ano e o índice chegou a registrar 8,35%, lembrando que o IGP-M é utilizado para corrigir os valores do aluguel. Quem tem contrato vencendo agora, vai ter que arcar com mais este aumento nas despesas.

Para a formação do IGP-M são utilizados vários outros índices e o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, é um dos que fazem parte do IGP-M sendo que este faz a medição da variação que ocorre nos preços do atacado e é responsável por quase 60% do Índice Geral. E com a contínua alta dos preços no varejo, o IPA subiu 1,30% neste último mês de setembro, sendo que em agosto a alta foi de apenas 0,20%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor  – é responsável por 30% do índice geral e registrou uma alta em setembro de 0,32% contra 0,24% em agosto.

O grupo "Alimentação" é que vem registrando as maiores altas, pois em agosto o registro foi de 0,01% e em setembro a alta dos preços foi de 0,17%, uma alta que pesou bastante. Até as frutas que vinham mantendo o preço, tiveram elevação e o consumidor está precisando pagar mais caro por elas.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – também apresentou elevação chegando a 0,22% em setembro. Em agosto este índice registrou um aumento de 0,80%.

Com todos estes aumentos, quem paga aluguel pode esperar por um bom aumento na próxima renovação do contrato.

O IGP-M é um índice bastante utilizado e serve de referência não só para as correções nos valores dos aluguéis, como também para os próximos aumentos na conta de energia elétrica, entre outros contratos.

Por Russel

IGP-M


Índice, que é conhecido como a inflação do aluguel, registrou em setembro uma taxa 3 vezes maior que a obtida em agosto.

A inflação calculada pelo IPG-M ganhou força durante o mês de setembro e acabou encerrando o mês em 0,95%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas na última terça-feira (dia 29). Conhecido como “inflação do aluguel”, pois o índice é utilizado para o reajuste dos contratos de aluguel do país.

A taxa registrada no mês de setembro é três vezes maior do que a de agosto, onde o índice ficou em 0,28%. Já no mês de setembro do ano passado, o IGP-M registrado foi de 0,2%.

O acumulado de 12 meses foi de 8,35%. Já o acumulado em um ano até o mês de setembro teve uma alta de 6,34%.

O IGP-M tem sua base de cálculo com base nos preços que são coletados entre o período dos dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês em questão.

Na passagem do mês de agosto para o de setembro, o indicador teve aceleração puxada pelo atacado, que teve alta das taxas de 0,2% para os atuais 1,3%. Dentre os preços mais altos estão a soja com alta de 5,84%, o farelo de soja, com alta de 8,23% e o milho com alta de 4,61%.

A alta de preços para o consumidor também acelerou, passando de 0,24% para 0,32% durante o período de agosto a setembro. Para este grupo, as maiores altas foram as refeições feitas em restaurantes e bares, que tiveram alta de 0,6%, seguro e planos de saúde, que tiveram alta de 1% e também os botijões de gás, que aumentaram 3,52%.

O INCC  (Índice Nacional de Custo da Construção), que é o terceiro componente do IGP-M, foi o único que perdeu força, passando de 0,8% para os atuais 0,22%. Os itens que tiveram queda de preços foram os materiais (0,46% para 0,27%) e a mão de obra (1,27% para 0%).

Por Patrícia Generoso


Até o momento, o valor dos aluguéis para imóveis comerciais caiu para R$ 107 o metro quadrado na cidade de São Paulo. A tendência é que os valores possam cair ainda mais, segundo especialistas do setor.

Ao iniciar um negócio, uma das principais decisões é em relação à localização do estabelecimento, seja ele para vendas ou administrativo. Na capital paulista, São Paulo, quase todo empresário tem interesse em ter seu negócio em uma das regiões prestigiadas da cidade.

Em meio à crise econômica enfrentada pelo Brasil, uma nova oportunidade está sendo criada para que empresas possam procurar por uma melhor localização, em especial em áreas nobres.   

Devido à crise no mercado imobiliário, os valores dos aluguéis para empresas têm caído consideravelmente este ano. E são justamente os aluguéis corporativos que passam por uma queda acentuada.

De acordo com o supervisor de pesquisa imobiliária corporativa Buildings, Jonas Libardi, em 2012 o valor médio do metro quadrado era de R$ 150. Já este ano, até o momento, caiu para R$ 107. Caso o mercado não corresponda, a tendência é que os valores possam cair ainda mais.   

As regiões da capital paulista que mais apresentaram quedas nos valores dos aluguéis foram a Vila Olímpia, com 27%; Faria Lima, com 22%; Paulista, com 14%; e Berrini, com 12,5% de queda. O principal motivo para a queda nos preços dos aluguéis está na grande oferta de imóveis nestas áreas.

No ano de 2012 a variedade de imóveis era pequena, por isso os valores dos estabelecimentos disponíveis eram inflacionados. Com vários negócios fechados e muitos escritórios devolvidos, além do grande volume de unidades criadas, o preço tende a descer para que os imóveis não fiquem parados.   

Muitas empresas estão se aproveitando deste momento para migrar a sede de suas empresas para áreas mais nobres de São Paulo. Visto que há mais empreendimentos imobiliários para serem lançados em 2016, é muito provável que a tendência do preço baixo permaneça.   

Jonas Libardi acredita que quem assinou contrato em 2012 tem ótimas possibilidades de conseguir um estabelecimento melhor em condições bastante vantajosas.

Por William Nascimento


Em julho deste ano a queda nos preços dos aluguéis foi de 0,5%.

Devido à crise econômica a questão dos aluguéis de imóveis está tendo mais evidência atualmente. Porém, não é algo novo. De acordo com levantamentos feitos pelo Índice FipeZap os aumentos que dizem respeito aos aluguéis, desde o ano de 2010, vêm sofrendo uma relativa desaceleração. O FipeZap faz a análise dos preços de locação de imóveis em um total de nove cidades do país.

De acordo com as informações do Fipe em 2010 a subida dos preços ficou na faixa dos 18,56%. No ano seguinte, 2011, em 17,30%. Na sequência temos 2012 com 10,58%, 2013 com 7,86%. Já em 2014 o registrado foi de 2,68%. Neste ano, no acumulado até o mês de julho a queda foi para 0,5%.

De uma maneira geral o que esses números dizem exatamente? Bom, o mais importante é que eles apontam para algo pouco usual: o fato de que as negociações feitas entre os inquilinos e os proprietários estão puxando os preços dos aluguéis para baixo.

O Rio de Janeiro, por exemplo, teve até bem pouco tempo a maior explosão de preços. Porém, com as mudanças no mercado está ocorrendo uma desaceleração cada vez maior. Para se ter ideia, de acordo com dados do índice, o preço dos imóveis apenas nos primeiros sete meses do ano obteve um acumulado (queda) de 3,59%.

Em São Paulo, segundo informações levantadas pelo Sindicato das Empresas de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a redução acabou em 1% menor. Para o acumulado do ano a queda foi de 1,8%.

Isso tudo apenas prova um fato: devido à crise os locadores de imóveis têm se portado de maneira mais fácil de forma a ajustar os preços conforme a necessidade do inquilino.

Mesmo assim, é importante chamar a atenção para um aspecto interessante. Essa redução de preços não acontece em todos os lugares do país. Até mesmo na mesma cidade pode acontecer de uma região baixar e outra aumentar significativamente.

A dica que fica no meio disso tudo é tentar aproveitar ao máximo para negociar.

Por Denisson Soares

Aluguel


Valores do aluguel residencial ficaram mais baixos em julho deste ano. Queda em São Paulo foi de 1,8%.

O setor imobiliário sente cada vez mais os efeitos do cenário econômico que o país vem passando. Dessa vez são os valores referentes ao aluguel residencial, o qual ficou mais barato no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado. Os valores para locação de imóveis, em São Paulo, recuaram 1,8% em relação a julho de 2014. Neste mesmo período, a inflação acumulou alta de 6,97%, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Os imóveis de três quartos foram os que tiveram a maior redução, de 1,4% no mês de julho em relação a junho. Em seguida estão os imóveis de dois dormitórios, cuja redução chegou a 1,1% e de um dormitório, a baixa foi de 0,6%. Pode parecer pouco, mas já representa uma vitória para quem precisa alugar um imóvel. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi).

A variação entre o preço cobrado pelo aluguel e a inflação tende a aumentar, caso a inflação continue subindo. O cenário permite aos inquilinos negociarem descontos e redução de valores junto aos senhorios, tendo em vista a maior oferta de imóveis e diminuição dos valores cobrados.

Os preços dos alugueis têm a tendência de se ajustarem mais depressa do que o preço de venda dos imóveis, uma vez que é mais fácil negociar com o proprietário. Em comparação ao preço do aluguel, os imóveis para a venda tiveram uma queda em ritmo menos acelerado, contudo, também é observada uma redução no preço desse tipo de imóvel.

Outro motivo para a redução diz respeito ao aumento que ocorreu no preço dos alugueis nos últimos anos, principalmente na Copa do Mundo. É natural que sejam feitos ajustes nos valores para que haja um certo equilíbrio. O mercado de trabalho enfrenta dificuldades e o desemprego sobe. Os salários reais e o poder de compra do brasileiro têm diminuído, favorecendo a queda nos preços. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Aluguel residencial


Nos últimos 12 meses, o IGP-M, chamado de inflação do aluguel, acumula alta de 7,36% e a tendência é que continue subindo até o final deste ano.

A inflação do aluguel continua subindo e sacrificando ainda mais os brasileiros que ainda não possuem a casa própria. Nos últimos 12 meses a inflação do aluguel acumulou uma alta de 7,36% e a tendência é que continue subindo até o final do ano.

Para complicar a situação destes brasileiros, está ficando cada vez mais difícil adquirir a casa própria, os empréstimos estão mais raros e os juros mais altos. Na hora de escolher entre sair do aluguel para comprar a casa própria, é preciso pensar muito e fazer bastantes cálculos para não ter surpresas desagradáveis mais adiante.

Neste mês de agosto, com a economia apresentando queda generalizada e as pessoas evitando novos contratos, o IGP-M acabou perdendo um pouco de sua força e ficou em 0,65%.

O IGP-M – Índice Geral de Preços, é chamado por muitos como a "inflação do aluguel" uma vez que os reajustes dos aluguéis, em sua grande maioria, são reajustados tendo o IGP-M como base. Apesar de ter perdido força em agosto, a inflação do aluguel nos últimos 12 meses continua alta e sacrificando quem tem que renovar seu contrato de aluguel agora ou vai precisar alugar um imóvel.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – informou que o indicador chegou a acumular 7,36% nestes últimos 12 meses e para este ano, o índice já chegou a 5,16%.

Um dos fatores que contribuíram para fazer o IGP-M cair foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, que é um índice que faz a medição dos preços no atacado. Ele é utilizado para fazer os cálculos do IGP-M e teve uma variação negativa que chegou a 0,06%. Em julho, o IPA tinha apresentado um avanço de 0,56%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – é considerado como "inflação do varejo" e este índice também é aplicado no cálculo do IGP-M e teve uma variação de 0,14% sendo que em julho ficou em 0,48%.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – tem um peso bem abaixo dos outros índices, mas também ajuda a calcular a inflação do aluguel e ele ficou abaixo do esperando, com uma variação de 0,94%.

Por Russel

Inflação do aluguel

Foto: Divulgação


IGP-M, índice utilizado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, registrou 0,69% em julho.

O aluguel vinha registrando baixa no aumento, para felicidade dos brasileiros que não possuem casa própria, mas agora em julho a inflação do aluguel voltou a ganhar força, de acordo com pesquisa realizada pela FGV – Fundação Getúlio Vargas.

Em junho, a inflação do aluguel foi de 0,67% e em julho teve uma ligeira alta, ficando em 0,69%.

Os dados foram divulgados pela FGV na quinta-feira (30) e o IGP-M, índice utilizado para calcular o reajuste da grande maioria dos contratos de aluguel referente a residências, ficou em 0,69%.

Para termos uma ideia de como a alta da inflação do aluguel está sendo sentida no mercado, basta considerarmos que em julho de 2014, a variação foi de -0,61%. Neste ano de 2015, até o mês de julho, a variação acumulada já chega a 5,05%. Nos últimos 12 meses, a alta registrada pelo IGP-M foi de 6,97%.

O IPA – Índice de Preços ao Consumidor – foi o único indicador do IGP-M que teve uma forte aceleração, é a "inflação de atacado" que teve a taxa elevada de 0,41% em junho para 0,73% em julho. Entre os itens que mais contribuíram para esta alta, estão:

– Soja em grão: 5,26%;

– Milho em Grão: 2,33%;

– Aves: 5,18%.

Estes produtos estão presentes no grupo "Matérias-Primas Brutas", que de 0,24% em junho foi para 1,57% em julho.

Mas os alimentos in natura foram no sentido oposto, apresentando um recuo e a variação foi de 1,80% para 0,96%. O minério de ferro também teve um recuo, indo de 5,90% para 3,09%, os bovinos também apresentaram recuo de -0,26% para -1,32% e os suínos de 6,98% para 0,62%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – também apresentou desaceleração. Este índice se refere à inflação no varejo que de 0,83% em junho caiu para 0,60% em julho. A queda maior foi indicada apenas como sendo nas "taxas de despesas diversas", que de 5,47% caiu para 0,52%.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – caiu de 1,87% para 0,66%, porém este é o índice com menor peso no IGP-M.

Por Russel

Aluguel


IGP-M, que mede a inflação do aluguel, teve alta na 2ª prévia de julho, chegando a 0,71%, fato que impactou nos preços dos aluguéis de imóveis.

O que muitos inquilinos no Brasil não sabem é como são medidas as variações de preços dos imóveis. Fatores como localização, transporte ou segurança são apenas um indicador inicial para fixar um preço ao aluguel da região, mas os reajustes subsequentes dependem de alguns fatores em particular.

A inflação do aluguel é medida pelo índice IGP-M (Índica Geral de Preços – Mercado) que ganhou força na segunda prévia do mês de julho, realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O indicador chegou ao índice de 0,71% depois de um avanço de 0,59% no mesmo período do mês anterior.

O IGP-M é usado como base para reajustar os preços do aluguel no país, por isso recebe o apelido de "inflação do aluguel". A inflação no atacado é utilizada como cálculo do IGP-M e subiu 0,76% logo após ficar em um patamar de 0,35% no mês de junho. A alta dos preços também atingiu as matérias primas brutas. Esses materiais tiveram alta de 0,17% para 1,58%. Dentre os destaques estão a soja em grão, as aves e o milho em grão. Outro componente que compões o IGP-M é o índice de preços ao consumidor, que mede os preços no varejo e teve uma desaceleração no período do mês de junho para julho, passando de 0,75% para 0,56%.

A principal queda veio do grupo de despesas diversas com uma queda de 5,43% para 0,54%. Outro índice que é usado para o cálculo do IGP-M, mas com um peso menor é o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que variou de 0,72% para 1,67%. Os materiais, equipamentos e também os serviços tiveram variação de 0,05%. No mês que antecedeu a pesquisa, a taxa era de 0,50%. Com o IGP-M em alta, a previsão é de que os preços no mercado de aluguéis cresçam, contrariando a previsão de queda de preços, pela desaceleração da economia e consequente falta de novos clientes. Embora o cenário seja favorável a um aumento do preço do aluguel, os proprietários devem manter o preço sem variações bruscas, justamente pela falta de novos inquilinos, afastados em parte, pela crise econômica do país. 

Por Patrícia Generoso

Aluguel de imóveis

Foto: Divulgação


O IGP-M – Índice Geral de Preços – acabou perdendo força no mês de fevereiro, de acordo com os dados divulgados pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, nesta quinta-feira (19). Depois da alta de janeiro, quem mora de aluguel ou tem algum imóvel alugado, esperava um aumento ainda maior neste mês de fevereiro, mas pelo visto, isso não irá ocorrer. É que o indicador ficou em apenas 0,16% que, de certa forma, podemos considerar pouco, se for comparado ao mesmo período de janeiro, onde o indicador marcava 0,55%.

A importância do IGP-M para quem tem algum imóvel alugado é que este índice é responsável pela correção da grande maioria dos contratos de aluguel, principalmente os residenciais. Mas o índice acumulado está em alta, pois juntando com o resultado de fevereiro, já temos 0,93% no ano e nos últimos 12 meses é de 3,75%.

O que mais ajudou na queda do IGP-M foi o IPA – Índice de Preços ao Produto Amplo, pois houve uma deflação de 0,22% sendo que em janeiro o índice teve uma alta de 1,06%. O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – foi outro componente do IGP-M que ajudou a redução, ficando em 1,02% contra 1,06% em janeiro.

Porém, o INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – teve alta, indo de 0,46% em janeiro, para 0,61% este mês.

O que mais ajudou a empurrar o IGP-M para cima foram os preços do atacado, o aumento no preço dos ovos que foi de 15,82% e também o aumento no preço da mandioca que foi de 10,74%. Também contribuíram para a alta do índice o aumento nas tarifas dos ônibus urbanos e conta de luz.

E o que mais influenciou para a redução do IGP-M foram os custos da soja e minério de ferro para os preços no atacado e para os preços ao consumidor, as influências foram a redução no preço das passagens aéreas e do leite longa vida.

Por Russel

Dinheiro


A Taxa Selic consiste no índice que serve para medir a inflação, ou seja, o aumento dos preços de bens e serviços que acontece desproporcional à média da renda do brasileiro. Tal valor interfere de forma direta na economia, inclusive no setor de imóveis, conforme indica grande parte dos especialistas em assuntos macroeconômicos.           

Samy Dana, professor da FGV, em coluna que assina na Revista Exame, indica que valores da Selic interferem em financiamentos e aluguéis. Ao considerar o setor de locações se pode dizer que no curto prazo acontece maior interferência de acordo com a inflação, e ao longo prazo, os preços se ajustam conforme a taxa Selic, instituída pelo BC (Banco Central do Brasil).

O IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado) serve para ajustar contratos de alugueis e por esse motivo é considerado uma taxa de inflação oficial, dentro do setor de imóveis, que acompanha a Selic. Logo, IGP-M e Selic interferem na precificação às pessoas que pagam por aluguel de imóveis para morar ou trabalhar.

A notícia tende a ser positiva para proprietários e locatários. Quando a inflação está alta, quem aluga pode aumentar valores do aluguel e não perder renda, ao ponto que moradores têm direito de exigir aumento não maior do que a média oficial IGP-M. Do contrário, contratos podem ser rompidos.

No que se refere aos custos com financiamentos para comprar imóveis há regra básica da TR (Taxa Referencial) que segue parte dos valores da Selic, embora não tenha plena aderência à inflação, como acontece no IGP-M.

Antes de assinar contratos de financiamentos, consumidores precisam conferir para saber se parcelas não mudam por estarem indexadas à inflação. Compradores que compram com prestações sem indexação à Selic pagam quantia fixa, ao ponto de que quem adquire em valores indexados quitam conforme os movimentos inflacionários da economia no geral.

Por Renato Duarte Plantier


O mercado de locação de imóveis continua em alta, mesmo com as possibilidades oferecidas pelas construtoras e pelo próprio governo para a aquisição da moradia própria. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP) aponta, porém, que os contratos novos de aluguel assinados em abril descreveram aumento médio de 2,2% de preços ante março.

Esta alta, que não é pequena, contribui para a taxa acumulada de 15,82% dos últimos 12 meses. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, os valores praticados estão mais elevados porque a demanda por imóveis sob o regime de aluguel está acima da própria oferta na capital paulista.

No intuito de salientar sua posição, Crestana revela que basta um imóvel ficar desocupado para uma fila de interessados se formar. Nos dias atuais, pondera, muitas pessoas buscam a comodidade de morar perto do trabalho, mesmo que temporariamente.

Os imóveis de dois e três quartos foram aqueles que registraram os maiores avanços no valor do aluguel, com altas médias de 2,5% no mês de abril em comparação a março. As moradias de um e dois dormitórios registraram incremento de 2% e 2,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando o sonho da casa própria parece distante, uma boa saída é locar moradia. Um levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP revela que os aluguéis residenciais novos na cidade de São Paulo avançaram 2,1% entre fevereiro e março de 2011. Esse crescimento, no final das contas, gera índice de 15,25% n acumulado dos últimos 12 meses.

Na visão de Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, atualmente existe falta geral de imóveis para alugar na capital paulista, situação que empurra os valores da locação para cima.

O Secovi-SP aponta que os contratos de aluguel celebrados em conformidade ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) sofrerão reajuste em 10,95% em abril, taxa acumulada e relacionada aos últimos 12 meses encerrados em março.

A ascensão registrada nos contratos novos foi estimulada, especialmente, pelas residências de dois e três dormitórios, cujas taxas avançaram 2,7% e 3,6%, respectivamente. Nas moradias de um quarto o acréscimo abraçou índice de 0,5% no mês de março em detrimento a fevereiro.

A expansão do setor imobiliário pode ajudar a explicar essa constatação de carência de imóveis de locação. Algumas pessoas, na espera pela entrega das chaves de seu lar próprio, optam por alugar um canto temporário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


O feriado de Páscoa deste ano ganhou um plus já que o feriado de Tiradentes ficou aglutinado nesta data. Esta é a desculpa perfeita para aproveitar os quatro dias de descanso ouvindo o som do mar.

O Conselho Regional e Corretores de Imóveis de São Paulo – CRECI – publicou índices relativos aos preços de aluguel de imóveis por dia no litoral. Os valores dos aluguéis para está curta temporada varia de R$ 80,00 à R$1400,00 a diária.

Mesmo os valores estando acima do esperado, são poucos os imóveis ainda à disposição, pois a maioria já está alugada para todo o feriado prolongado.

Aqueles que ainda pretendem, de última hora, obter um "espaço ao sol" devem se apressar, pois quanto mais próximo do feriado, mais caros são os valores  e menores as opções de imóveis. Uma boa dica, neste momento, é tentar negociar parcelamentos mais suaves ou ainda uma troca de favores com os proprietários de imóveis para temporada, isso com toda certeza vai reduzir, e muito, na hora de pagar pelo imóvel alugado.

Por Layla Rodrigues


Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 20 de janeiro de 2010, que vai trabalhar com mais uma modalidade de cartão de crédito, o Cartão Aluguel Caixa.

O novo produto vai trabalhar com as bandeiras nas bandeiras MasterCard e Visa, na variante internacional, e com ele o cliente pode pagar o aluguel de seu imóvel sem a necessidade de fiador ou garantia adicional.

Inicialmente o plano é somente para os estados de São Paulo e Goiás, onde já existem  imobiliárias credenciadas. Está previsto o lançamento nacional em fevereiro de 2011, quando a Caxias já pretende estar trabalhando com mais de 300 imobiliárias cadastradas, das mais de 4 mil que a instituição já tem parceria, em virtude do financiamento na compra de imóveis.

Outras informações podem ser encontradas no site da Caixa Econômica Federal.

E.S.


Todos os anos é normal muitas famílias alugarem um imóvel no litoral para passarem as festas de fim de ano. Mas, para quem pretende fazer isso esse ano, é bom se preparar para os valores absurdos. No litoral paulista houve um aumento de 132% nos aluguéis do ano passado para esse ano.

A pesquisa foi realizada pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) do Estado de São Paulo, que avaliou 72 imobiliárias em 12 cidades litorâneas. De acordo com a pesquisa, o maior aumento foi no litoral central, onde se localizam as cidades de Santos, São Vicente, Guarujá e Bertioga. O aluguel diário nessas cidades passou de R$ 663 para R$ 1.540.

Em compensação, no litoral sul, onde ficam as cidades de Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe e Praia Grande, o aluguel de um apartamento de três quartos ficou 39% mais barato. Um aluguel de R$ 652 passou para R$ 400.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa


Casa própria nem sempre é possível devido a inúmeros fatores particulares e em alguns casos, globais. Por isso, ter acesso a um lar pode ser possível por meio de aluguel, que no mês passado, em São Paulo, apresentou aumento médio de 1,7% em comparação a agosto. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), no acumulado dos últimos 12 meses o valor para alugar uma casa na capital paulista cresceu 12,8%.

Para o sindicato, a demanda maior em relação à oferta incidiu com maior firmeza nas residências de apenas um quarto, as quais contraíram avanço de 2,4% em setembro ante o mês imediatamente anterior. Além desse fator, o estado de conservação do imóvel e a localização, para lares nos moldes de um dormitório, acarretam fila de interessados em contratá-los.

O estudo, divulgado por meio de Hilton Pecorari Baptista, diretor de locação residencial do sindicato, revelou que um imóvel de três dormitórios situado na zona norte de São Paulo, por exemplo, teria valor de locação por metro quadrado de R$ 13,44 a R$ 13,87, dependendo do estado de conservação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


A maioria dos contratos de aluguel tem seus reajustes regidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) pesquisado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e o índice apurado para o mês de Junho trará uma boa notícia para quem tem reajuste neste período. Houve um recuo na taxa apurada em relação ao mês de Maio. Enquanto no mês passado a taxa ficou em 1,19%, em Junho ela foi estimada em 0,85%, conforme informado pela FGV.

Ao longo dos últimos doze meses este índice apresentou um aumento de 5,17%. Já no primeiro semestre deste ano o aumento ficou em 5,68%. A desaceleração deste índice deveu-se principalmente aos preços praticados no atacado que tiveram uma elevação menor neste período.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) que tem peso de 60% na composição do IGP-M apresentou uma variação menor ficando em 1,09% em relação ao mês de Maio, onde esta taxa foi registrada em 1,49%.

Desta forma o índice que reajusta os aluguéis registrou baixa seguindo uma tendência no universo dos índices que medem a inflação oficial, que na comparação entre Junho e Maio apresentaram uma tendência de queda.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


A pesquisa mensal realizada pelo Secovi-SP abaliza que os aluguéis de apartamentos e casas negociados no mês passado assinalaram avanço médio de 10% no período acumulado dos últimos 12 meses.

O portal de economia do Estadão ajuíza que essa alta é a maior variação dentro de um tempo de um ano, desde junho de 2009, quando houve ascensão de 11,33%. Caso março seja comparado a seu mês anterior, os novos contratos de aluguem contraíram ascensão de 2%.

Os imóveis de até dois quartos, em específico, foram os que mais tiveram acréscimo entre fevereiro e março, de 2,5%. Por outro lado, o aluguel de residências de somente um dormitório apontou crescimento médio de 2%, diferentemente de três quartos, com elevação de 0,8%.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


As praias da zona sul carioca ainda são as que mais atraem turistas no verão. E o mercado imobiliário fica aquecido com a preferência pelo aluguel de imóveis para temporada.

Os bairros com maior número de ofertas de aluguel desses imóveis são Copacabana, Botafogo, Flamengo. Mobiliados, bem localizados e com a segurança do condomínio, os apartamentos também são mais fáceis de serem encontrados do que as casas.

Os preços variam por diária (em média, de R$100,00 a R$300,00) ou mês (de R$500,00 a R$2.000,00). Geralmente os proprietários cobram dessa modalidade um preço mais alto do que o tradicional aluguel de baixa temporada.

Por Karina Gonçalves


Para quem aluga imóvel, fique de olho – as regras mudaram!

As mudanças visam animar os proprietários, e fazer com que imóveis até então fechados, possam ser alugados.

Dentre as mudanças, pode-se citar:

  • Pessoas com pagamento em atraso, depois de notificadas, terão apenas 15 dias para resolver sua situação; Caso não pague, assim que o juiz autorizar, o inquilino terá 1 mês para se retirar do imóvel;
  • Caso o inquilino queira se mudar antes do término do contrato, a multa será proporcional ao tempo que resta para acabar o contrato;
  • Fiador poderá desistir de sua função, porém, precisará avisar as partes antes; depois disso, o inquilino terá 4 meses para arrumar outra forma de garantia;
  • Se houver renovação automática do contrato, o fiador é automaticamente liberado do compromisso.

Hoje, praticamente trinta milhões de brasileiros moram em imóveis alugados.


Para aqueles que possuem recursos sobrando, uma boa opção de investimento está na aquisição de imóveis comerciais ou residenciais para aluguel.

É uma forma de se garantir uma Renda Fixa.

Mas até que ponto vale a pena realizar essa negociata?


O novo programa de financiamento imobiliário, “Minha Casa Minha Vida” aprovada pelo presidente Lula, que promete financiar casas populares para quem ganha até 10 salários mínimos ainda está gerando muitas dúvidas.

Apesar das inscrições para participar do programa de financiamento já terem começado, muitas pessoas ainda tem dúvidas de quem realmente pode participar.

Para quem também está com estas dúvidas aqui vão alguns esclarecimentos sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”:

– Quem recebe menos de 3 slários mínimos, irão ter de esperar e se cadastrar nas prefeituras (dentro do período estípulado por elas).

– Já quem ganha de 3 a 10 salários mínimos, podem escolher o imóvel direto na construtora e depois procurr a Caixa Econômica Federal para solicitar o financiamento. O imóvel deve custar no máximo R$130.000,00.

– O valor das prestações do imóvel não podem passar os 10% da renda mensal da família (O valor mínimo das parcelas mensais serão de R$50,00).

– O programa não tem nenhuma taxa de Inscrição, muito menos prestação de entrada.

– A primeira parcela do imóvel só será paga quando o imóvel já estiver pronto.

– O parcelamento do financiamento pode ser pago em um prazo máximo de 10 anos.

Os primeiros imóveis devem ficar prontos dentro de um ano.

Maiores Informações sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”, assim como uma simulação de financiamento, podem ser obtidos clicando aqui


Devido à crise econômica mundial, o mercado de imóveis apresentou forte retração no mês de dezembro de 2008, no estado de São paulo. Segundo números do CRECI, foram vendidas 433 casas e apartamentos em todo o estado, uma queda de 32,81% em relação a novembro do mesmo ano.

No mercado de locação, a queda não foi tão grande, mas também assusta. Foram locados 1.265 imóveis no período, uma queda de 20%.


Nas férias e Carnaval, é bastante comum o aluguel de casas, durante um período curto de tempo. Mas saiba que certos cuidados devem ser tomados.

Primeiramente, conheça o lugar antes de alugar e evite alugar através de anúncios de jornais (não há fotos). Além disso, tenha ciência da localização do imóvel, bem como combine sobre o pagamento de contas de água, luz e condomínio.

Luis Felipe Coelho, comenta sobre o que fazer (tanto quem está alugando, quanto quem vai alugar):





CONTINUE NAVEGANDO: