Confira aqui a lista com os melhores e piores bancos para se financiar imóvel.

Em um levantamento feito pela Proteste foram indicados os bancos que oferecem financiamento imobiliário com as menores taxas e demais despesas afins, ou seja, o custo efetivo de acordo com o valor do imóvel a ser financiado, bem como aqueles que são os piores ou com o custo mais elevado.

Vamos conferir quais são os melhores e piores bancos para financiar seu imóvel:

A CEF (Caixa Econômica Federal) continua sendo o melhor banco, ou o mais barato para financiamento de imóveis segundo levantado pela Associação de Consumidores.

A pesquisa comparou as taxas praticadas pelos bancos que mais financiam com crédito imobiliário no país, que são: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Banrisul, Caixa e Santander.

Foram analisadas não apenas as taxas de juros, mas sim o CET (Custo Efetivo Total), que inclui todas as despesas de financiamento. Esta é a taxa em que o consumidor deve dar atenção principal no momento de financiar um imóvel.

Vamos verificar 3 cenários distintos e os melhores bancos no topo de cada lista e os piores nas últimas linhas:

– Imóvel de R$150.000,00, considerando 20% de entrada

  1. CEF (Programa Minha Casa Minha Vida)
  2. Banco do Brasil (Programa Minha Casa Minha Vida)
  3. Banco do Brasil (FGTS)
  4. Santander (SFH com relacionamento com o banco)
  5. Bradesco (SFH)
  6. Banrisul (SFH)
  7. Itaú (SFH)
  8. Banco do Brasil (SFH)
  9. Banco do Brasil (CH)

– Imóvel de R$400.000,00, considerando 20% de entrada

  1. CEF (Com relacionamento com banco e conta salário)
  2. Santander (Com relacionamento com banco)
  3. Itaú (SFH)
  4. CEF (Com relacionamento com banco)
  5. Bradesco (SFH)
  6. CEF (Taxa balcão)
  7. Banrisul (SFH)
  8. Banco do Brasil (SFH)
  9. Santander (Sem relacionamento com banco)
  10. Banco do Brasil (CH)

– Imóvel de R$960.000,00, considerando 30% de entrada

  1. CEF (Com relacionamento com o banco e conta salário)
  2. CEF (Com relacionamento com o banco)
  3. CEF (Taxa balcão)
  4. Banrisul (SFH)
  5. Santander (Com relacionamento com o banco)
  6. Itaú (Taxa mercado)
  7. Bradesco (Taxa mercado)
  8. Banco do Brasil (CH)
  9. Santander (Sem relacionamento com o banco)

É sempre importante lembrar que existem variáveis a serem consideradas, por isso a pesquisa mostrou 3 cenários distintos. Neles o consumidor poderá se enquadrar.

Lembrando que os primeiros de cada cenário são os melhores, sendo que conforme a lista segue caindo os que figuram abaixo são os menos atraentes.

Por Silvano Andriotti


Saiba aqui como fazer a portabilidade do financiamento imobiliário.

Às vezes as pessoas que pagam por financiamentos imobiliários, acabam por algum motivo querendo trocar de banco, por oferecerem outras condições e oportunidades. Contudo, muitas pessoas temem fazer a troca por medo de encontrarem uma grande burocracia. Contudo, na verdade fazer isso é mais fácil do que geralmente se pensa e o procedimento já foi realizado incontáveis vezes.

No Brasil, os transmites de mudança de banco ocorre desde 2006, todavia, naquela época realizar um processo desse porte, além de custar muito caro aos bolsos do cliente, havia muita dificuldade e burocracia para se conseguir tal feito. Graças aos anos que isso vem acontecendo, ao longo do tempo ficou mais fácil e não pode ser cobrado do cliente nenhuma taxa.

Segue abaixo as regras para realizar o procedimento de portabilidade:

Para realizar o procedimento de portabilidade, não se deve, pautado na lei, cobrar qualquer dinheiro sobre isso. Somado a essa realidade, o processo só ocorre sob a fiscalização do Banco Central e é realizado de banco para banco. Assim, tudo acontece da maneira mais rápida possível. Quando a portabilidade acontece, o cliente não tem o direito de pedir ao banco que estenda o financiamento, ou seja, o número de anos que o cliente estará em dívida não pode ser mudado sob hipótese alguma. Para aqueles que não sabem, a portabilidade só pode ser feita em imóveis que já estão pronto. Além disso, apesar de não haver a liberdade de aumentar os anos de financiamento, há chances de renegociar o valor do imóvel, bem como as multas projetadas. Dentro de um prazo o banco atual também possui o direito de reaver sua antiga proposta e oferecer novas condições ao atual cliente.

Outra grande vantagem é que não existe uma quantia mínima para que o procedimento ocorra. Desse modo, facilita muito a vida daqueles que querem renegociar a dívida.

Em algumas situações a portabilidade pode não dar certo, por isso, é importante estar atento a alguns requisitos: o nome do cliente não deve estar negativado; as parcelar do financiamento não podem ser menores que o salário; não pode ser feito o financiamento de um imóvel que ainda está em construção e por fim, não se deve atrasar o pagamento da dívida parcelada.

Por fim, para concluir a portabilidade é só avisar o banco atual que você, cliente, fará a mudança. Dessa forma, o banco tem no máximo dois dias para fazer o relatório sobre a dívida e oferecer uma outra condição para quitar a dívida. Caso isso não aconteça, a portabilidade será encerrada e você terá uma dívida com o próximo banco.

Sirlene Montes





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