O limite de financiamento para adquiri um imóvel usando os recursos do FGTS irá aumentar a partir de 2019 e passará a ser de R$ 1,5 milhão.

Quem deseja utilizar o FGTS para adquirir um imóvel no ano que vem poderá contar com um limite de financiamento maior do que o atual. A partir de janeiro de 2019, o valor máximo para imóveis financiados com recursos do fundo de garantia será de R$ 1,5 milhão, limite válido para todos os estados.

Atualmente, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais têm limite diferenciado em relação aos outros estados, mas o governo anunciou que além de elevar o limite no valor dos imóveis, o teto será igual para todo o Brasil.

Como funcionará a nova regra

Hoje no país, quem opta pelo financiamento da casa própria com os recursos do FGTS pode escolher um imóvel de até R$ 800 mil em todo o país, exceto no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e São Paulo, Estados onde o valor máximo é de R$ 950 mil reais. Com a nova regra, o valor do limite do imóvel passará a ser de R$ 1,5 milhão a partir de janeiro de 2019.

Quem tem direito

Para utilizar o saldo do FGTS para financiar a casa própria, é imprescindível que o contribuinte tenha trabalhado no mínimo três anos sob o regime do FGTS, não seja proprietário de outro imóvel e não tenha feito outro financiamento através do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

Taxas

A taxa de juros para imóveis financiados dentro do Sistema Financeiro de Habitação é de até 12% ao ano mais o valor com base na taxa de referência (TR) atualizado.

Restrições no uso do Fundo de Garantia

O contribuinte não pode usar o saldo do FGTS para reformar ou ampliar imóveis, para compra de materiais de construção, nem para comprar imóveis comerciais ou para financiar imóveis para familiares e dependentes.

Como solicitar

Caso atenda aos requisitos, os interessados em adquirir um imóvel usando o FGTS precisam levar ao banco os seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, certidão de nascimento ou casamento, carteira de trabalho, comprovante de residência atual, certidão de matrícula e cópia do IPTU do imóvel que pretende adquirir.

A conquista da casa própria é o desejo de milhões de pessoas no Brasil. O ditado é do tempo de nossos avós, mas é a mais pura verdade: "Quem casa, quer casa." Aliás, até mesmo quem não pretende casar quer ter um lugar para chamar de seu. Seja para sair da casa dos pais, do aluguel ou sair de situações de risco, a compra do imóvel é, para muitos, o primeiro item na lista dos sonhos de consumo.

Em tempos de crise, comprar um imóvel se tornou uma tarefa bastante delicada. Para ter uma ideia, dados do IBGE indicam que o número de imóveis cedidos aumentou em 7% no ano passado. Ou seja, há mais gente morando de favor no país.

Incentivo ao setor imobiliário

As mudanças na utilização do FGTS para compra ou financiamento de imóveis chegam em um momento em que o setor imobiliário se encontra em baixa. Por isso, o governo adotou um pacote de medidas que prometem refletir positivamente na economia.

A expectativa é que sejam adquiridos oitenta bilhões de reais em novos empréstimos nos próximos seis anos. Além disso, com a ampliação do valor limite, aumenta a possibilidade de aquisição de imóveis que estão mais valorizados nas grandes cidades.

Haverá também incentivo para as instituições financeiras que intermediarem a compra de imóveis de menor valor. Encaixam-se nessas condições, os imóveis de até R$ 500 mil.

Cuidados

Quem optar pela compra ou financiamento de imóvel usando o saldo do fundo de garantia precisará ter muita cautela. Apesar de o governo ter aumentado o limite do valor do imóvel para R$ 1,5 milhão, o comprador precisa ter em mente que os gastos com IPTU e condomínio, por exemplo, deverão caber no orçamento pelo tempo em que o proprietário permanecer no imóvel. Por isso, o contribuinte precisa fazer um bom planejamento financeiro antes da compra da casa própria. Nesse caso, prevalecem o bom senso e a maturidade para evitar o endividamento. Além disso, ainda não é possível prever os impactos dessas novas medidas na economia e, em tempos de crise, quanto menos arriscado for, melhor.

Na dúvida, não hesite em procurar orientação de um profissional da área de finanças. Escolha imobiliárias sérias e analise rigorosamente as condições do futuro imóvel.

Por Katia da Silva

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Veja algumas dicas do que considerar no momento de comprar um imóvel.

A compra da casa própria é algo que sempre mexeu com o desejo de todo brasileiro. Aliás, é um projeto universal. Em qualquer país do mundo o maior sonho de todo casal é iniciar a vida matrimonial com o seu imóvel comprado. É assim desde os primórdios e permanecerá nos séculos porvir.

Aqui no Brasil, nos últimos anos este desejo tem sido aflorado nas famílias devido aos inúmeros incentivos e programas do governo voltados para ajudar o cidadão a conseguir a tão sonhada casa própria. Além disso, os programas também fomentam o mercado imobiliário, que nunca esteve tão aquecido como nesta década.

É claro que as facilidades trouxeram junto com ela diversos problemas. Dentre eles é possível destacar o aumento exagerado dos preços na maioria das cidades, o grande número de pessoas dizendo-se corretores de imóvel sem serem credenciados para tal, empresas sem qualquer estrutura oferecendo mundos e fundos para os seus clientes e depois deixando os compradores com grandes prejuízos, isso sem contar o alto nível de inadimplência, dentre outros transtornos oriundos desse “boom” imobiliário.

Problemas a parte, a verdade é que muitas pessoas já estão morando em seu novo lar, aumentando ainda mais as expectativas daqueles que ainda estão à procura de um lugar para chamar de seu. Porém, na hora de escolher o imóvel é preciso estar atento, para não cair em uma “roubada”.

DICAS PARA ESCOLHER O IMÓVEL CERTO PARA COMPRAR

A seguir daremos algumas dicas que ajudarão na hora de escolher o imóvel certo para comprar. Para quem não acredita em mágica, elas podem significar o sucesso na hora da compra.

1. Fazer uma avaliação das finanças pessoais

A primeira dica é voltada para o preparo em relação às finanças pessoais. O comprador precisa saber se irá comprar o imóvel à vista ou se realizará um financiamento. Para aqueles que irão utilizar essa segunda modalidade, é preciso fazer uma avaliação e definir qual o valor do seu orçamento pode ser comprometido sem prejudicar a família.

Normalmente, os bancos liberam, aproximadamente, 30% da renda do comprador (Neste valor pode ser considerado o valor total da família). Entretanto, para algumas famílias, comprometer esse valor pode significar um grande problema a longo prazo. Sendo assim, fazer uma análise prévia do orçamento é imprescindível.

2. Definir o tipo de imóvel desejado

A falta de preocupação com o tipo de imóvel que deseja adquirir tem sido o calcanhar de Aquiles de muitos compradores. Definir se o projeto é comprar um apartamento ou uma casa; se for casa, ela será independente ou em condomínio; sendo em condomínio será geminada ou não. Todas estas questões são fundamentais para norteá-lo em relação à melhor opção.

Além disso, também é fundamental definir se está a procura de um imóvel usado ou novo. Caso a opção seja um imóvel novo, você precisa saber se comprará um que já esteja pronto ou se pode esperar o término de uma construção e comprá-lo ainda na planta.

3. Planejar o presente pensando no futuro

Outro ponto a ser definido está relacionado ao tamanho do imóvel, afinal de contas, ele será um patrimônio da família e precisa estar adequado para atender as necessidades de todos. Desta forma, é preciso decidir quantos quartos você deseja; qual número de banheiros necessários; quantas vagas na garagem; qual a localização; valorização do local, tipo de vizinhança, etc.

4. Visitar o imóvel em diferentes horários

Existe um problema sério em relação à compra do imóvel, que ocorre quando os compradores, levados pela emoção e não pela razão, deixam de observar fatores imprescindíveis. Na hora de fazer a escolha é preciso conferir como está a parte elétrica, se todas as tomadas e lâmpadas estão funcionando; como está parte hidráulica, se não há entupimento; se existem rachaduras nas paredes; se há algum sinal de infiltração nas paredes e no telhado.

É claro que a pessoa não tem que ser um perito para identificar problemas nesta área, mas pode conferir na hora da visitação. Caso fique alguma dúvida, fazer nova visita levando um profissional de sua confiança para avaliar.

5. Contar com um profissional

Um dos erros mais comuns é deixar de contar com a ajuda de corretores competentes. Muitos, para evitar gastar dinheiro com a comissão ou tentar diminuir o valor diretamente com os proprietários, deixam de buscar ajuda nesta área e acabam cometendo equívocos.

Lembre-se: o corretor de imóveis é a pessoa mais gabaritada para instruí-lo em relação às dicas anteriores. Ele está no mercado atento a todas as exigências tanto do comprador como do vendedor e também possui interesses comuns com os dos lados, podendo intermediar caso haja alguma divergência entre as partes.

Estas são algumas das dicas para ajudar na hora da compra da casa própria. Saber escolher é fundamental para evitar dores de cabeça. Afinal, a compra da casa própria deve ser um momento de alegria e satisfação para toda a família.

Por Juanito Carvalho

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