Fique Atento as 7 Dicas para Comprar um Imóvel em Leilão sem ter Problemas Futuros.

Muitas pessoas estão em busca de um imóvel para comprar e uma das saídas para economizar nessa compra é buscar pelos famosos leilões de imóveis. O que é importante citar é que para não sofrer nenhum dano nesse estilo de compra, é preciso saber de algumas regras. E já vale lembrar que a compra em leilão não é indicada para pessoas inexperientes. Então se esse é o seu caso, anote as dicas que vão estar nesse artigo. Para ficar mais seguro na hora da compra de um imóvel em leilão, faça uma pesquisa sobre o assunto e você pode começar por esse artigo.

1-Leia todo o edital do leilão

Essa tarefa pode parecer um pouco chata, mas é muito importante. Pois no edital se encontram todas as regras do leilão. Lá você vai encontrar a data correta em que o leilão cai acontecer e seu respectivo horário. Nesse documento também vai constar quem é o dono da casa, o estado do imóvel, taxa de condomínio, valor do IPTU e informações sobre a responsabilidade do novo comprador em relação ao pagamento de impostos. Então é fundamental que os interessados em participar de um leilão de imóvel saibam das informações que constam no edital da casa desejada.

2-Dê preferência para imóveis desocupados

Os imóveis desocupados são os mais indicados para ser arrematados no leilão. Pois dessa forma o novo comprador pode se mudar mais rapidamente. Já as casas que estão ocupadas podem levar até 2 anos para ter a liberação de entrada do novo dono. Uma casa que está ocupada pode sair mais barata, mas a dor de cabeça pode ser grande. Pois ainda é preciso que um advogado entre com a ordem de despejo para tirar o atual morador, fora as dívidas de condomínio e IPTU que certamente estarão atrasadas.

3- Faça uma boa pesquisa de preços dos imóveis

Quem realmente estiver interessado em comprar um imóvel em um leilão, deve buscar a ajuda de um corretor. Esse profissional é essencial para encontrar o melhor valor dentro do orçamento do cliente e mostrar o lado positivo e negativo de cada opção de imóvel da pesquisa. No final você vai ver que economizou tempo e dinheiro.

4-Visite o imóvel desejado antes de efetuar a compra

A melhor forma de avaliar a realidade de qualquer imóvel é indo até lá para ver cada detalhe pessoalmente. Alguns dos detalhes mais importantes, é ver a estrutura da casa de modo geral, e dessa forma decidir a base de gastos para uma futura obra. Outro detalhe legal da visita ao imóvel é olhar de perto a vizinhança. Então não deixe de seguir essa dica.

5-Contrate uma assessoria jurídica

A assessoria jurídica é essencial para quem não quer surpresas na hora de compra uma casa em algum leilão. O trabalho da assessoria é buscar todas as informações burocráticas sobre o imóvel, descobrindo informações como processos contra o imóvel ou seu antigo dono. Esse serviço é um investimento necessário para quem não quer ter nenhum tipo de dor de cabeça com surpresas desagradáveis.

6-Calcule os custos com a compra da do leilão

É muito importante que ao ter interesse em comprar uma casa que está sendo leiloada, tenha também uma planilha com todos os custos. É importante ressaltar que há custos como: TBI, IPTU, taxa que tem que ser paga ao leiloeiro, porcentagem do corretor, entre outros. Esse cálculo é muito importante para não sair do orçamento e não ter nenhum susto.

7- Faça o pagamento do imóvel à vista

Quem está em busca de um imóvel que vai ser leiloado deseja ter uma grande economia. Então fuja de empréstimos bancários e ou financiamentos. Eles costumam ter juros abusivos e no final a economia pode ser muito pequena. O ideal é usar alguma economia e fazer a compra à vista.

Essas são as dicas mais importantes na hora de comprar um imóvel leiloado!

Escrito por Cristiane Amaral


Veja algumas dicas do que considerar no momento de comprar um imóvel.

A compra da casa própria é algo que sempre mexeu com o desejo de todo brasileiro. Aliás, é um projeto universal. Em qualquer país do mundo o maior sonho de todo casal é iniciar a vida matrimonial com o seu imóvel comprado. É assim desde os primórdios e permanecerá nos séculos porvir.

Aqui no Brasil, nos últimos anos este desejo tem sido aflorado nas famílias devido aos inúmeros incentivos e programas do governo voltados para ajudar o cidadão a conseguir a tão sonhada casa própria. Além disso, os programas também fomentam o mercado imobiliário, que nunca esteve tão aquecido como nesta década.

É claro que as facilidades trouxeram junto com ela diversos problemas. Dentre eles é possível destacar o aumento exagerado dos preços na maioria das cidades, o grande número de pessoas dizendo-se corretores de imóvel sem serem credenciados para tal, empresas sem qualquer estrutura oferecendo mundos e fundos para os seus clientes e depois deixando os compradores com grandes prejuízos, isso sem contar o alto nível de inadimplência, dentre outros transtornos oriundos desse “boom” imobiliário.

Problemas a parte, a verdade é que muitas pessoas já estão morando em seu novo lar, aumentando ainda mais as expectativas daqueles que ainda estão à procura de um lugar para chamar de seu. Porém, na hora de escolher o imóvel é preciso estar atento, para não cair em uma “roubada”.

DICAS PARA ESCOLHER O IMÓVEL CERTO PARA COMPRAR

A seguir daremos algumas dicas que ajudarão na hora de escolher o imóvel certo para comprar. Para quem não acredita em mágica, elas podem significar o sucesso na hora da compra.

1. Fazer uma avaliação das finanças pessoais

A primeira dica é voltada para o preparo em relação às finanças pessoais. O comprador precisa saber se irá comprar o imóvel à vista ou se realizará um financiamento. Para aqueles que irão utilizar essa segunda modalidade, é preciso fazer uma avaliação e definir qual o valor do seu orçamento pode ser comprometido sem prejudicar a família.

Normalmente, os bancos liberam, aproximadamente, 30% da renda do comprador (Neste valor pode ser considerado o valor total da família). Entretanto, para algumas famílias, comprometer esse valor pode significar um grande problema a longo prazo. Sendo assim, fazer uma análise prévia do orçamento é imprescindível.

2. Definir o tipo de imóvel desejado

A falta de preocupação com o tipo de imóvel que deseja adquirir tem sido o calcanhar de Aquiles de muitos compradores. Definir se o projeto é comprar um apartamento ou uma casa; se for casa, ela será independente ou em condomínio; sendo em condomínio será geminada ou não. Todas estas questões são fundamentais para norteá-lo em relação à melhor opção.

Além disso, também é fundamental definir se está a procura de um imóvel usado ou novo. Caso a opção seja um imóvel novo, você precisa saber se comprará um que já esteja pronto ou se pode esperar o término de uma construção e comprá-lo ainda na planta.

3. Planejar o presente pensando no futuro

Outro ponto a ser definido está relacionado ao tamanho do imóvel, afinal de contas, ele será um patrimônio da família e precisa estar adequado para atender as necessidades de todos. Desta forma, é preciso decidir quantos quartos você deseja; qual número de banheiros necessários; quantas vagas na garagem; qual a localização; valorização do local, tipo de vizinhança, etc.

4. Visitar o imóvel em diferentes horários

Existe um problema sério em relação à compra do imóvel, que ocorre quando os compradores, levados pela emoção e não pela razão, deixam de observar fatores imprescindíveis. Na hora de fazer a escolha é preciso conferir como está a parte elétrica, se todas as tomadas e lâmpadas estão funcionando; como está parte hidráulica, se não há entupimento; se existem rachaduras nas paredes; se há algum sinal de infiltração nas paredes e no telhado.

É claro que a pessoa não tem que ser um perito para identificar problemas nesta área, mas pode conferir na hora da visitação. Caso fique alguma dúvida, fazer nova visita levando um profissional de sua confiança para avaliar.

5. Contar com um profissional

Um dos erros mais comuns é deixar de contar com a ajuda de corretores competentes. Muitos, para evitar gastar dinheiro com a comissão ou tentar diminuir o valor diretamente com os proprietários, deixam de buscar ajuda nesta área e acabam cometendo equívocos.

Lembre-se: o corretor de imóveis é a pessoa mais gabaritada para instruí-lo em relação às dicas anteriores. Ele está no mercado atento a todas as exigências tanto do comprador como do vendedor e também possui interesses comuns com os dos lados, podendo intermediar caso haja alguma divergência entre as partes.

Estas são algumas das dicas para ajudar na hora da compra da casa própria. Saber escolher é fundamental para evitar dores de cabeça. Afinal, a compra da casa própria deve ser um momento de alegria e satisfação para toda a família.

Por Juanito Carvalho

Comprar casa


Confira aqui algumas dicas e cuidados na hora de comprar imóveis em leilão.

Você quer realizar o seu sonho da casa própria? Atualmente, uma das melhores opções são os leilões de móveis retomados por falta de pagamento. Porém, antes de sair assinando o contrato de compra, você deve prestar atenção em alguns detalhes que são essenciais para não cair numa roubada e acabar se arrependendo da sua compra. Confira abaixo 5 dicas para comprar o seu imóvel em leilão:

1. Tenha paciência

A pressa é inimiga de uma boa compra, especialmente em se tratando de um leilão. Um dos maiores riscos de um leilão é o tempo que o comprador tem que esperar para finalmente entrar no imóvel. Isso acontece porque muitos dos imóveis que foram leiloados ainda não foram desocupados pelos seus antigos proprietários.

Quando você arremata um imóvel no leilão, em seguida receberá a carta de arrematação para solicitar que o mesmo seja desocupado, este processo pode demorar mais de um ano e em alguns casos, você terá que brigar na Justiça para que o antigo dono saia da casa ou apartamento. Portanto, comprar um imóvel no leilão é para quem tem paciência para esperar e está ciente da burocracia que terá que enfrentar, não é para quem quer se mudar de imediato.

2. Dê preferência para imóveis desocupados

Se você tiver que solicitar a desocupação do imóvel arrematado na Justiça, isso vai gerar custos para o seu bolso. Sem falar, que ao se tornar o novo dono, você também será o responsável por arcar com as despesas do imóvel como, por exemplo, impostos e taxas de condomínio. Então, não vale a pena estar arcando com as despesas de um imóvel que você não está usando. Por isso, ao participar de um leilão, o ideal é dar preferência para os imóveis que estão desocupados.

3. Preste atenção no edital

Quanto mais informações você tiver, mais bem preparado estará para o leilão e menos chances terá de se arrepender. Sendo assim, leia o edital com atenção, dê importância para as informações sobre o imóvel que está sendo leiloado como, por exemplo, data do evento, valor mínimo de venda, quem é o vendedor, estado de conservação da propiedade, bem como quem será responsabilizado pelos custos excedentes, como taxas de condomínio e impostos.

4. Pesquise os preços antes de arrematar

Antes de arrematar o imóvel, você deve pesquisar o seu valor de mercado para ter condições de analisar se o desconto oferecido no leilão compensará o risco de ter que bancar os custos com a reforma ou com a Justiça. Também recomenda-se determinar um lance máximo, assim você evita adquirir uma dívida que não possa pagar no futuro. Lembre-se que se você desistir de arrematar um imóvel pelo fato de não ter dinheiro para finalizar a compra, poderá ser punido com a aplicação de multa.

5. Conte com uma assessoria jurídica

Um imóvel pode ser levado a leilão quando o seu dano atrasa o pagamento do financiamento, quando se torna propriedade do banco, ou através de via judicial, com ações movidas por falta de pagamento das taxas de IPTU ou condomínio. Levando isso em consideração, para comprar um imóvel em leilão é indicado contar com a assessoria jurídica de um advogado.

Peça ajuda do seu advogado para fazer um levantamento das dívidas do atual morador do imóvel, pois há o risco de você ter que pagar os débitos que serão deixados por ele. Além disso, o advogado também poderá verificar se existem ações judiciais contra a ida do imóvel a leilão. Há bancos que não esperam a sentença final dessas ações para por o imóvel em leilão extrajudicial. Quando o proprietário não é informado sobre a execução do leilão da sua propriedade, ele poderá entrar com uma ação judicial para anular a venda, mesmo que o arremate já tenha sido feito, aí você terá que lutar na Justiça para validar a sua compra.

Simone Leal


Veja qual a forma de negociação mais vantajosa para comprar imóveis, considerando o cenário atual.

Se você está pensando em comprar um imóvel, já deve ter pensado sobre isso. É possível comprar um imóvel novo tendo despesas com a decoração, mas garantia de instalações novas em folha. Comprar na planta costuma oferecer valores que enchem os olhos, mas para quem quer se mudar de imediato, talvez não seja uma boa ideia. Adquirindo um imóvel usado, os dois gargalos anteriores se dissolvem, sendo que com as taxas de juros atrativas, o financiamento pode ser uma boa ideia. Então, diante de todas essas opções, qual é o modo mais adequado de escolher a forma ideal de adquirir um imóvel? Isso depende.

Em 2017, estima-se que a taxa de juros caia, marcando previsão de 7,5%, isso torna a ideia de investimento um tanto quanto atraente, mas é preciso considerar também que essa forma de negociação conta com um risco: você está comprando algo que ainda não existe concretamente. Você deve lembrar que para fazer esse tipo de aquisição deve encontrar uma empresa séria, já que a obra pode ser atrasada, embargada ou nem chegar a ser entregue, no pior dos casos.

Dentro do período dos últimos 12 meses, metade dos contratos de imóveis de médio e alto padrão foram desfeitos, isso significa que as incorporadoras estão passando por um momento complicado para entregar seus resultados. Outro ponto importante acerca dessa negociação que costuma ser desconsiderado é o valor que das prestações fixas determinadas pelo fluxo de caixa. Esse valor é o pagamento feito para entrega das chaves. Ele costuma ser alto, mas esquecido no calor da negociação.

O INCC (Índice Nacional de Custo da construção) tem parcelas corrigidas em períodos mensais. Essas correções por mês podem causar uma grande alteração no valor final. Existem casos de pessoas que assinam o contrato para adquirir casas e/ou apartamentos, num valor x, sendo que um pouco antes da conclusão da obra para entrega, o valor estará mais de 10% mais caro em cima do valor x inicial.

Isso acontece porque quando os consumidores procuram as incorporadoras, através de stands, por exemplo, o volume de vendas do empreendimento estão baixos, não ultrapassando 50%. Então, quando acontece a simulação da contratação, o valor estimado é diferenciado.

Caso houvesse a aquisição de um imóvel similar diante do cenário atual, o valor desembolsado para o pagamento ainda seria menor que a simulação realizada, digamos, há três anos atrás, por conta do fluxo da obra.

Para quem sofreu esse transtorno de esperar por um imóvel que, no fim das contas, saiu ainda mais caro que adquirir um imóvel pronto, ainda que usado, além de causar mais dor de cabeça.

Uma vantagem de optar pelo imóvel usado é a margem que existe para negociação. A crise econômica fez com que os vendedores ficassem em uma situação delicada, sendo mais suscetível a ofertas. É o caso de proprietários que aceitam permutas com outros imóveis de porte menor, além de outros bem, como carros, por exemplo. Contudo, se um imóvel é antigo e exige uma grande reforma, pode ser que não compense adquirí-lo, por conta do investimento para tornar os ambientes adequados e/ou confortáveis. Outros pontos que precisam ser considerados: status da documentação do imóvel; reparos necessitados pelo condomínio.

Se você deseja comprar um imóvel, mas não precisa mudar-se imediatamente, esperar uma oportunidade é o melhor investimento para você. Em tempos como os atuais, de crise, a estabilidade está comprometida, portanto há risco de desemprego e mudança de cenário econômico. Por isso, você deve pensar se adquirir um compromisso de tão longo prazo não é um risco muito grande para ser assumido neste momento.

Carolina B.


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve tomar antes de entrar em um consórcio.

O novo cenário econômico brasileiro tem provocado mudanças na forma de planejar compras e novos investimentos. A necessidade de segurança e de estabilidade a longo prazo irá, segundo presidente da ABRAC, Paulo Rossi, impulsionar o mercado dos Consórcios. Este segmento é uma ótima alternativa para adquirir móveis e imóveis visando não se endividar. Funciona assim: um grupo de pessoas se une para adquirir algum bem em comum, como por exemplo, um kit de cozinha. Ao longo dos meses, os integrantes pagam as prestações, financiando, através de uma poupança coletiva, kits para todos os participantes.

Paulo Rossi, no entanto, ressalta 5 cuidados fundamentais antes de entrar em um consórcio, para que o investimento não se torne uma dor de cabeça:

1. Saiba em qual grupo está entrando: É imprescindível conhecer as características do grupo de consórcio do qual pretende ter participação. É necessário conferir informações como o valor das parcelas, se é possível escolher parcelas maiores ou menores antes e depois de ser contemplado, qual a ordem da contemplação, se é possível adiantar as parcelas.

2. Não confie em acordos verbais: Todas as informações de pagamento, contemplação, juros e duração do consórcio devem estar contidas no contrato, para assegurar que sejam plenamente executadas. Vale a pena conferir o contrato para ter certeza de não haverem futuras dores de cabeça com imprevistos.

3. Cuidado com as propagandas: Para ter certeza que sejam cumpridas as promessas feitas no anúncio do consórcio, verifique se todas estão previstas no contrato.

4. Pesquise sobre o assunto: No Brasil, o Banco do Brasil é responsável por normalizar e permear os consórcios. Confira no site as regras e como participar.

5. Fique de olho nos reajustes: Em consórcios de longo prazo, o contratante deve saber como é quando será feito reajuste do valor total do bem contratado, para poder ter certeza de que mesmo após um ano de consórcio, ainda poderá pagar por ele, assim evitando futuras desistências ou endividamento.

Tomando os cuidados necessários, o consumidor só tem a ganhar com esta modalidade de investimento, que demonstra ter vindo pra ficar, tornando possível adquirir bens mesmo em tempos de crise.

Carolina B.


Confira aqui uma lista com os melhores programas para fazer o projeto de casas.

O aumento do poder de compra e também da oferta de crédito resultou em um boom no mercado imobiliário brasileiro. No momento, milhares estão comprando seu primeiro imóvel, principalmente aqueles que adentraram na “Classe C”, a nova classe média brasileira.

Comprar um imóvel, seja como for, se utilizando recursos próprios ou imóvel financiado, pode ser considerado apenas o primeiro passo para que se tenha seu próprio espaço. Após todos os trâmites da compra, os quais não são poucos, chegará o momento em que se deverá planejar os cômodos e a decoração e neste quesito podemos observar que decorar não é o mesmo que enfeitar!

Apoio da tecnologia para planejar o lar

Hoje existem vários programas que foram pensados e criados com o intuito de facilitar a vida de quem quer “planejar seu lar”. São diversas disponibilidades de programas gratuitos pela internet. Os quais em sua maioria são bastante práticos ao utilizar, mas nem por isso deixam de ser bem completos, podendo inclusive elaborar plantas utilizando imagens 3D e tirando fotos do ambiente planejado, assim como feito em projeções arquitetônicas.

Dos programas que tem a capacidade de apoiar quem quer criar ou transformar seu imóvel na “casa desejada”, elencamos 10 que poderão se mostrar muito interessantes. Existem alguns que podem rodar online e outros que necessitam ser baixados no sistema.

  1. Sweet Home 3D (é necessário baixar no sistema)

  2. My Virtual Home (é necessário baixar no sistema)

  3. pCon Planner (é necessário baixar no sistema)

  4. IKEA Home Planner (é necessário baixar no sistema)

  5. Roomle (roda online)

  6. Floorplanner (roda online)

  7. Autodesk Homestyler (roda online)

  8. MyDeco (roda online)

  9. 3 Dream Basic (roda online)

  10. Space Designer 3D (roda online)

Cada um dos programas acima tem suas características individuais, portanto, é interessante verificar se tais são coerentes com suas necessidades, antes mesmo de baixar um programa ou utilizá-lo online para não perder tempo em baixar, instalar ou indicar os dados.

Se estiver precisando de opinião sobre a planta, por exemplo, com o Space Designer 3D é possível enviar e-mail para uma equipe de designers que poderá falar sobre.

Assim como cada um dos programas indicados terá uma função básica mais evidente a qual poderá servir de alguma forma conforme a necessidade imposta.

Por Silvano Andriotti


Confira aqui algumas dicas para quem pretende comprar um imóvel na planta.

Muitas pessoas sonham em ter sua casa própria. Comprar o imóvel dos sonhos e sair do aluguel é o objetivo principal para quem vive nesta situação.

Existem muitas opções para se comprar um imóvel, seja ele novo ou usado. Um opção que é muito bem vista pelas pessoas é aquele que se compra na planta, porque tem alguns benefícios em relação a comprar um imóvel usado.

Neste artigo vamos abordar o assunto da compra do imóvel na planta e quais são os cuidados que as pessoas devem tomar, principalmente com as construtoras que não cumprem com as suas obrigações e depois de algum tempo os compradores são surpreendidos com notícias bem desagradáveis.

Cuidados ao comprar um imóvel na planta

A sensação da conquista do imóvel que tanto sonhou é um momento de felicidade que não se paga. No entanto, existem alguns riscos, principalmente quem compra um imóvel direto com a construtora e na planta.

Atrasos

A principal queixa por parte das pessoas que adquirem este modelo de venda são os atrasos na entrega e eles não são raros, a dívida que a construtora absorve pode crescer além do esperado e a mesma pode até falir.

Reclamações junto aos Órgãos de Defesa do Consumidor

Antes de adquirir um imóvel é preciso verificar junto aos órgãos que protegem o consumidor contra atos ilegais, se não há reclamações contra a construtora ou a imobiliária que possa estar intermediando as negociações

Visite imóveis prontos

Visitar outros imóveis que já foram construídos pela construtora que está vendendo o imóvel na planta e pergunte aos moradores destes imóveis sobre possíveis atrasos que possam ter ocorrido nas obras.

Analise o contrato

Analisar o contrato é outra forma de se proteger contra os possíveis riscos, não feche o contrato no mesmo dia, por mais que o intermediador insista, faça uma análise bem criteriosa para não ter surpresas depois.

Data de entrega das chaves

A data de entrega das chaves é um compromisso da construtora que deve ser respeitado e para que você possa se certificar desta garantia, na análise do contrato, verifique se as datas estão claramente definidas.

Penalidades

Verifique quais serão as penalidades que você sofrerá caso ocorra o atraso no pagamento das parcelas e também quais serão as penalidades da construtora se atrasar a entrega do imóvel, outras obrigações e garantias.

Visite as obras

Toda obra possui um calendário e um cronograma para ser cumprido, é importante visitar as obras que estão sendo feitas e comparar todas etapas com as datas incluídas no cronograma disponibilizado pela construtora.

Pagamentos das Prestações

Mesmo que a construtora atrase a entrega e não cumpra as obrigações previstas em contrato, não interrompa o pagamento das prestações, pois se houver um processo judicial, você não seja prejudicado por este ato e posteriormente receberá todas as indenizações necessárias.

Guarde todos os folhetos da construtora de propaganda e anotações de corretores sobre as garantias oferecidas antes da compra, tudo pode ser usado como provas em ações judiciais.

Vistoria Profissional

Peça a um engenheiro para vistoriar o imóvel antes de receber as chaves definitivas e começar as mudanças, para identificar possíveis defeitos estruturais que não foram feitas de acordo com especificações em contrato.

Estas informações foram importantes para você ou pode ser para alguém que você conhece? Comente e compartilhe com seus amigos em suas redes sociais.

Marcio Ferraz


Confira algumas dicas de como ganhar dinheiro com aluguel por temporada. Vale muito a pena.

Já pensou em alugar um imóvel próprio por temporada? Sim, este em muitos casos é um investimento que pode valer muito a pena e oferecer bons retornos financeiros. Entretanto, assim como qualquer negócio exige empenho, cuidados e dedicação para de fato alcançar o sucesso esperado.

Confira 7 dicas para colocar esse plano em prática!

1. Escolha seu público-alvo

Se pretende investir em aluguel por temporada, é importante pesquisar qual público-alvo deseja atender e em quais situações. Nesse caso, vale a pena pensar em termos econômicos (baixo, médio ou alto padrão) e necessidades (eventos, pontos turísticos ou aluguel de apenas um cômodo do imóvel).

2. Pesquise preços e fluxos de turismo

Antes de anunciar que seu imóvel está sendo alugado por temporada, é importante pesquisar sobre preços praticados em sua região. Ainda é necessário verificar se há algum período específico com maior número de visitantes, principalmente se for cidade ou local turístico.

3. Busque consultoria jurídica

Em alguns casos, como períodos mais extensos, pode haver a necessidade de elaborar um contrato de locação. Assim, para assegurar ambas as partes (locador e locatário) pode haver a necessidade de uma consultoria jurídica.

4. Invista em sua propriedade

Independentemente do seu público-alvo, procure investir em sua propriedade. Assim, vale sempre a pena realizar reformas e manutenções periódicas, para mantê-la sempre em boas condições de uso e atrair mais visitantes em cada temporada.

5. Tenha atenção redobrada com a limpeza e organização

Os hóspedes sempre vão querer encontrar ambientes limpos e organizados. Então contrate profissionais para fazer esse tipo de serviço de maneira mais detalhada, com equipamentos e produtos específicos.

6. Faça uma boa divulgação

A melhor forma de as pessoas conhecerem seu serviço de aluguel por temporada é anunciando. Isso pode ser feito na internet gastando-se pouco, por meio de redes sociais (Facebook e Instagram) e sites especializados em hospedagem. Não se esqueça de caprichar nas fotos e vídeos de boa qualidade (cor, foco, enquadramento e resolução).

7. Ofereça alguns mimos

Uma forma interessante de ganhar mais hóspedes por temporada é oferecer a eles alguns diferencias. Por exemplo, deixe uma lista com algumas informações sobre a propriedade e como usá-la da melhor forma. Procure também deixar alguns produtos básicos e personalizados, como sabonete, sabão, papel higiênico, entre outros.

Com essas dicas, ficará bem mais fácil alugar seu imóvel por temporada e faturar mais. Também não se esqueça de obter depoimentos positivos sobre a qualidade de seu serviço e usá-los como propaganda e forma de melhorar.

Gostou destas dicas? Tem mais alguma para compartilhar?

Por Camilla Silva

Alguel


Confira aqui a lista com as melhores cidades para se morar em 2017.

Hoje em dia as pessoas levam em consideração várias características para escolherem um local para morar. E para ajudar nesta escolha, o banco alemão Deutsche Bank, famoso por ser uma das instituições mais importantes do mundo e por realizar diferentes listas que dão dicas de economia, turismo, compras e outros intens, dessa vez, a organização financeira fez um ranking das “Melhores cidades para se viver”.

Criado no século XIX, em Berlim, em mais de 140 anos de fundação a instituição atualmente está presente em mais de 70 países, com quase 3.000 unidades e emprega mais de 40.000 funcionários. A empresa investe em um mercado bastante importante nos dias atuais, o bem-estar dos seus clientes e dos possíveis associados. Esse serviço se caracteriza por divulgar diferentes dicas de assuntos distintos para que as pessoas possam adquirir mais qualidade de vida, de acordo com essas indicações. Com isso, as pessoas comprovam que existe uma preocupação da entidade com o bem estar delas.

O ranking é fruto do estudo “Mapeando os preços do mundo”, que levou em consideração algumas peculiaridades como: aspectos meteorológicos, condições de poluição, tráfego nessas cidades, valor de imóveis de acordo com a arrecadação por habitantes, despesas do dia a dia, índices de segurança e violência e auxílio de saúde. Ao todo foram listadas 47 cidades espalhadas pelo mundo e as únicas nacionais representantes foram São Paulo na 40º lugar e Rio de Janeiro na 43ª ocupação. Confira agora o ranking com as 26 cidades escolhidas como as melhores para se morar:

26º lugar: Oslo – Noruega.

25º lugar: Joanesburgo – África do Sul

24º lugar: Bruxelas – Bélgica.

23º lugar: Varsóvia – Polónia,

22º lugar: Chicago – Estados Unidos.

21º lugar: Dublin – Irlanda.

20º lugar: Estocolmo – Suécia.

19º lugar: Praga – República Tcheca.

18º lugar: São Francisco – Estados Unidos.

17º lugar: Cidade do Cabo – África do Sul.

16º lugar: Madri – Espanha.

15º Lisboa – Portugal.

14º lugar: Toronto – Canadá.

13º lugar: Auckland – Nova Zelândia.

12º lugar: Berlim – Alemanha.

11º lugar: Helsinque – Finlândia.

10º lugar: Sydney – Austrália.

09º lugar: Amsterdã – Holanda.

08º lugar: Boston – Estados Unidos.

07º lugar: Ottawa – Canadá.

06º lugar: Copenhague – Dinamarca.

05º lugar: Zurique – Suíça.

04º lugar: Melbourne – Austrália.

03º lugar: Viena – Áustria.

02º lugar: Edimburgo – Escócia.

01º lugar: Wellington – Nova Zelândia.

Estão presentes na lista as cidades de quase todos os continentes no mundo. Esses lugares se têm uma grande diversidade cultural, ricos em história, gastronomia diversificada, espaços com grandes obras de arte, dentre outros atrativos. Então, se você está com vontade de começar uma vida nova, em um local contemporâneo, uma dessas cidades pode ser uma ótima opção. Então pense direito, se programe e ótima viagem!

Isabela Castro.


Confira algumas dicas importantes do que levar em consideração no momento de comprar a casa própria.

Em uma lista dos maiores sonhos de todos os brasileiros, pode-se destacar, com toda certeza, que um deles é a compra da casa própria tão sonhada. Porém, quando realizada a negociação, é importante levar muitos fatores em conta para não cair numa cilada.

Por isso, nós te damos dicas importantes do que levar em consideração nesse momento tão significativo. Vamos a elas.

1. Valor da Casa

Às vezes a casa dos sonhos não cabe no orçamento que se está disposto a pagar ou que está disponível. Por isso, avalie bem se você conseguirá arcar com uma dívida maior do que aquela planejada. Se sim, pense no imóvel que pretende comprar e na sua localização para saber certo o que você precisa para realizar esse objetivo. Caso contrário, coloque no papel o que é imprescindível para você e encaixe dentro do seu dinheiro.

2. Pesquise

A primeira opção que aparecer e que parece oferecer tudo aquilo que você precisa nem sempre é a melhor ideia. Por isso, antes de fechar um negócio, pesquise e veja outras realidades para poder comparar com outras realidades. Os lançamentos imobiliários e os estandes em eventos ou shoppings são uma boa pedida para conhecer mais opções. Portanto, contenha o entusiasmo e vá atrás de mais.

3. Peça ajuda de um especialista

Quem não é do ramo dificilmente conseguirá visualizar algumas imperfeições do imóvel e poderá se deixar levar por aquilo que vê. Por isso, é muito importante pedir ajuda de alguém que seja do meio para que ele possa auxiliar na avaliação dos imóveis, vendo se ele está em boas condições de uso ou se ele foi “enfeitado” para a venda.

Alguns exemplos de coisas que o especialista poderá identificar: problemas relacionados à estrutura da casa ou do apartamento, infiltrações, entre outros.

4. Avalie mudanças necessárias

A casa pronta, muitas vezes, precisa de algumas mudanças para entrar dentro da nossa realidade. Nesse caso, existem dois pontos importantes e que precisam ser lembrados. Em primeiro lugar, sabe-se que há coisas que são adaptáveis e outras não. Por exemplo, é possível mudar a pintura, o piso, esquadrias, entre outros. Todavia, há outras que não são tão fáceis de ser alteradas, como o tamanho de uma cozinha, de uma sala.

O segundo ponto a levar em consideração, é o valor que se irá gastar para fazer essas mudanças. Algumas custam mais e outras menos. Por isso, é importante orçar tudo isso e ver se é vantagem comprar um imóvel pronto ou começar um do zero e dentro das especificações que você precisa.

É importante lembrar que essas são apenas algumas dicas que devem ser levadas em conta. Porém, muitas vezes esquecemos delas e acabamos fazendo um mau negócio.

E se você tem algum outro ponto importante, coloque nos comentários e compartilhe com as demais pessoas. Talvez a sua ideia ajude outros.

Por Kellen Kunz

Comprar casa


Saiba aqui como fazer a Declaração de Imóveis no Imposto de Renda (IRPF).

O contribuinte que possui imóveis em seu nome e que custem mais de que R$ 300 mil (trezentos mil reais) está obrigado a declarar o imóvel perante a Receita Federal.

Os imóveis devem ser informados no campo “Bens e Direitos” do programa gerador da declaração de Imposto de Renda, com o código específico do bem, de acordo com a definição que consta na escritura do imóvel. O valor declarado deve ser o que o contribuinte desembolsou pelo imóvel até o dia 31 de dezembro de 2016, incluindo o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), incluindo os juros do financiamento e a taxa de corretagem.

No campo “Discriminação”, deve ser informado se o imóvel foi comprado ou doado, bem como a data da compra ou da doação e quem foi o vendedor ou doador. Ademais, deve o contribuinte informar se o bem está quitado ou não. Em caso de financiamento habitacional, o contribuinte deve declarar em qual banco foi feito o financiamento e as parcelas que foram quitadas e as que faltam pagar. Se em 2016 o declarante continuou a pagar as parcelas do financiamento, o valor declarado deve corresponder apenas a quantia que já foi paga até o ano passado e não o valor total do bem e assim deve ser feito até as parcelas do financiamento acabarem.

Em relação ao valor do bem, o valor do imóvel deve ser declarado conforme o valor de aquisição, sem atualizar seu preço com o de mercado. Se forem realizadas reformas no imóvel em questão, é possível acrescentar esses custos ao valor do imóvel, desde que eles possam ser demonstrados e comprovados.

Em contrapartida, se você já tinha um imóvel quitado antes de 2016 e já o declarava, basta repetir o valor nos campos “Situação em 31/12/2015” e “Situação em 31/12/2016”.

Os contribuintes que eram incluídos como dependentes ou que não eram obrigados a entregar a declaração em 2016 e serão obrigados a fazer a sua declaração neste ano, devem informar os imóveis que já faziam parte de seu patrimônio antes do ano de 2016.

O procedimento a ser seguido é o mesmo demonstrado acima, no entanto, como o imóvel já fazia parte do patrimônio do contribuinte antes de 2016, a coluna “Situação em 31/12/2015” não deve ficar em branco e deve ser preenchida com os valores pagos até então ou com o valor total do imóvel.

Por Anneliese Gobbes Faria


Confira aqui algumas dicas e cuidados a se tomar antes de efetuar a compra de um imóvel.

Para o brasileiro, casa própria é sinal de estabilidade. O maior sonho da grande maioria da população é, sem dúvida, sair do aluguel e ter o seu espaço. Mas qual é o real motivação dessa maioria? Adianto aqui que nem sempre adquirir um imóvel é a decisão mais sensata.

Quando falamos de comprar uma casa, vem duas coisas na cabeça: realização de um sonho (gerando sossego) e muito dinheiro. É certo que realizar uma transação deste patamar exige sim uma grande quantidade de dinheiro, mas a conclusão de que comprar uma casa trará sossego é um tanto quanto errônea. Especialistas em investimentos garantem que imóveis nem sempre se valorizam. Isso depende da localização e do imóvel. Muitas pessoas, acompanhando o boom imobiliário da última década, se empolgam na idéia de que o imóvel sempre valoriza, quando isso não é verdade. 

Outra coisa que também não é um sinal de bom negócio é comprar na planta. Especialistas afirmam que esse é o terceiro motivo relevante que levam pessoas a comprarem imóveis. Neste caso, vale lembrar que pode ocorrer alavancagem, além de que pode haver algum problema com a construtora, de modo que o imóvel seja entregue depois do prazo ou pior: que nem seja entregue.

Buscar valorização rápida também não é uma boa idéia, pois as condições do imóvel e do mercado podem ser instáveis, levando exatamente ao contrário do que se busca.

Pensar que "é melhor que pagar aluguel" também é uma máxima falsa. Dependendo das condições de sua mobilidade, isto é, onde trabalha, estuda, que rotas usa, entre outros fatores, comprar um imóvel pode ser muito mais financeiramente prejudicial do que analisar uma boa proposta de aluguel.

Vale a pena comentar que é muito comum que pessoas comprem casas na praia e no campo, levadas pela beleza do entorno e idéia de tranquilidade. É importante relembrar que a compra de um imóvel envolve muito dinheiro, sendo às vezes o projeto de uma vida inteira e que férias acontece uma vez ao ano. Não é sensato comprar uma casa de veraneio por impulso ou encantamento, já que muito provavelmente você vá desfrutar dessa compra poucas vezes, enquanto a casa exige manutenção e gastos constantes.

Mas calma, é possível sim realizar seu sonho da casa própria de forma a minimizar as chances de prejuízo é dor de cabeça: procure um especialista para te auxiliar e orientar da melhor forma, de acordo com as suas condições e pretensões.


Saiba como funciona todos os passos do Programa Minha Casa Minha Vida.

O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado pelo Governo Federal, e é um programa social habitacional, realizado em conjunto com prefeituras e governos estaduais. Esse projeto tem o objetivo de gerar moradia de qualidade e preço baixo às famílias de baixa renda.

Os recursos que financiam o projeto vêm do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), através da Caixa Econômica Federal, e já ajudaram milhões de brasileiros a alcançar a sonhada casa própria. Os imóveis são planejados e construídos para atender às necessidades das famílias mais carentes, cuja renda familiar é de zero a três salários. O financiamento é de até 96% do total da moradia, que é vendida sem a necessidade de arrendamento prévio.

O programa é regido por duas etapas. Na etapa inicial, as famílias devem possuir renda bruta mensal de, no máximo, R$ 1.800,00 (são as preferenciais). A segunda etapa é voltada para famílias que possuem renda de R$ 1.801,00 até R$ 6.500,00. Para concorrer, o interessado precisa estar registrado no Cadastro Único e no programa habitacional.

O cadastro no programa deve ser realizado no órgão responsável, seja na secretaria de habitação ou instituições sociais. Algumas cidades disponibilizam o cadastro pelo site da prefeitura. Para se inscrever, o interessado também pode comparecer a uma agência da Caixa Econômica, e verificar se o programa está disponível na sua região.

Os contemplados pelo programa Minha Casa Minha Vida recebem uma carta-convite. Nesse documento o morador é convidado a uma reunião, onde serão explicados detalhes como valores, prazo para atualizar a documentação e assinatura de contratos. Caso não compareça à reunião, ou não providencie os documentos na data estabelecida, o sorteado perde o direito a essa moradia, e outra família fica com a vaga. Logo que recebe o imóvel, a família já começa a pagar uma taxa mínima de R$ 50,00.

É importante se atentar às datas do sorteio, e se manter atualizado sobre possíveis mudanças. A lista com o nome dos comtemplados é disponibilizada nas entidades responsáveis pelas habitações, e também na televisão e no site da prefeitura. Sempre atualize seus dados cadastrais e mantenha as documentações em dia para não ser pego de surpresa caso você seja sorteado.

Por Fábio Santos


Mesmo com a crise pela qual o Brasil está passando, é possível comprar um imóvel, porém é preciso muito planejamento e organização financeira.

Segundo os dados da Associação Brasileira de das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) o crédito para financiamento teve um recuo de 33% no ano passado, e a previsão não é nada favorável: estima-se que este ano deve cair mais 20%. Apesar do cenário negativo, é possível comprar um imóvel diante da crise por meio de planejamento e organização financeira.

Que tal conferir algumas dicas?

Junte o máximo de dinheiro possível para dar a entrada da casa nova. O ideal é que seja 50% acima do valor. Além disso, quanto menor o tempo (prazo) de financiamento, menor é a quantidade de juros. Antes de fechar o negócio, organize todos os dados e escreva tudo no papel: as prestações, os juros, o valor real, entre outros. Tenha cuidado com a dívida a longo prazo e os riscos, e não comprometa mais do que 30% da renda com a prestação do financiamento.

Você está pensando em mudar ou aumentar a família? Nestas hipóteses, o melhor é alugar um imóvel e deixar a compra para depois. O mercado está atravessando um período difícil, em que os riscos de desemprego estão altos.

Geralmente, os pagamentos à vista têm desconto, e podem chegar à média de 20%. Além disso, não deixe de visitar os saldões das construtoras, porque muitas pessoas podem ter devolvido o imóvel, pois não conseguem o financiamento ou pagaram mais caro que o valor atual. Desta forma, foque em economizar, juntar dinheiro e tentar fazer uma boa negociação, para conseguir um valor justo e dentro do seu orçamento.

Outra dica para comprar imóvel nesta crise, é alugar uma casa em um local estratégico e mais barato. Desta forma, é possível sobrar um pouco de dinheiro, que pode ser útil para adquirir a casa dos sonhos.

Foque em dar um passo de cada vez: compre um imóvel menor, e depois os dos sonhos. Viva dentro da sua realidade financeira e não gaste mais do que ganha. É mais simples formar o patrimônio que deseja aos poucos e com foco em cada passo.

Uma das principais maneiras de juntar dinheiro é investir na renda fixa ou em uma aplicação que tenha poucos riscos. Além destas dicas, não deixe de conferir a documentação do imóvel, o crédito, o financiamento e as taxas do mercado. 

Por Babi


Saiba o que fazer para ter segurança no momento de comprar a casa própria

Comprar a casa própriaé o sonho de todos, porém, nesta hora é preciso tomar muito cuidado para não fazer um mau negócio e, assim, evitar muitos problemas futuros.

Mas com estas dicas abaixo, certamente você vai poder comprar sua casa própria com muito mais segurança!
O primeiro passo é definir quanto você poderá gastar por mês, a não ser que tenha o dinheiro para comprar à vista. Mas como a grande maioria das pessoas acabam pagando a casa própria de forma parcelada, pense que será preciso retirar uma parte de sua renda para o pagamento de sua casa própria. Então defina o valor máximo que você poderá reservar de sua renda para o pagamento de sua casa própria.
Importante também é planejar a entrada que será dada, pois isso pode definir um ótimo ou péssimo negócio. Quanto maior for a entrada melhor, então talvez seja preciso você aguardar um pouco mais e todo mês reservar um dinheiro e ir colocando-o em uma aplicação, assim, depois de um determinado tempo, você terá um valor maior para dar de entrada.

Tenha muito cuidado com o valor da parcela, mesmo sabendo que hoje você tem condições de reservar aquela parcela. Pense que com o passar dos anos sua renda poderá se modificar, novas despesas poderão surgir, então é bom deixar uma margem maior para estes imprevistos. Ter uma reserva de emergência é importantíssimo, caso surja algum imprevisto.

Quando é um funcionário público que tem uma renda estável é mais tranquilo, mas um autônomo, profissional liberal ou mesmo um funcionário comum poderá ter sua renda comprometida seja em alguns meses ou alguns anos e isso complicaria a vida de toda a família e até o investimento feito na casa própria.
E não tenha preguiça de pesquisar. Deixe o comodismo de lado e se prepare para visitar muitos, mas muitos imóveis!

Trate de conter o entusiasmo e não queira comprar uma das primeiras casas ou apartamentos que visitar, pois você poderá perder um negócio melhor.

Não fique preso às aparências, pois muitos imóveis são "maquiados" para serem bem vendidos. Uma casa ou apartamento recém-pintado pode ser bonito visualmente, mas pode estar escondendo sérios problemas estruturais.

O ideal é levar um profissional da área com você, para fazer uma vistoria no imóvel que você gostou, antes de fechar negócio.

Por Russel


Está procurando um imóvel para chamar de seu, mas tem muitas dúvidas sobre qual é o ideal para você? Alguns quesitos devem ser levados em consideração no momento da compra, para não haver arrependimentos posteriores.

A compra de um imóvel é um momento muito importante e deve ser realizada com consciência e cautela, já que se trata de um investimento elevado e é uma escolha que irá lhe acompanhar por muitos anos de sua vida – se não para a vida toda.  Portanto, somente finalize uma transação quando tiver absoluta certeza de sua opção.

Primeiramente, defina qual o tipo de imóvel que pretende comprar, se uma casa ou apartamento, ponderando os prós e contras de ambos. Outra questão importante é o bairro que pretende morar. Leve em consideração a distância do seu local de trabalho e de outros locais que costuma frequentar, além da simpatia que possui pela região (não há situação pior do que morar em um bairro o qual não gostamos).

Faça várias visitas a imóveis. Nunca escolha prontamente o primeiro, pois outros poderão lhe encantar mais. Lembre-se também de verificar, em cada imóvel visitado, as medidas do mesmo, tamanhos das paredes, especialmente se você já tiver móveis. Você deve se certificar de que seu mobiliário caberá na nova moradia.

Superados estes pré-requisitos, lembre-se do fator mais importante a ser considerado no momento da escolha final: a sua casa deve ser aquela que seu coração bateu mais forte, este é o imóvel certo para chamar de lar.

Por Leni do Vale


Se você está cansado de procurar por imóveis em vários sites de diferentes imobiliárias, uma alternativa é utilizar um agregador, como o Trovit Imóveis. Trovit é um site que pega todos os imóveis do site das maiores imobiliárias e exibe em uma busca simples, ao estilo Google, mas que só exibe imóveis cadastrados recentemente, e que pode ser filtrado da maneira que você quiser (por preço, área, cidade, bairro, etc).

O Trovit também realiza buscas de outros tipos de bens, como carros e empregos, além dos imóveis. Mas, pelo menos nestes últimos, imóveis, a ferramenta exibe resultados impressionantes, servindo, inclusive, para comparação de preços e para se ter ideia dos preços praticados em uma determinada região.

Site: http://imoveis.trovitbrasil.com.br/


Para quem aluga imóvel, fique de olho – as regras mudaram!

As mudanças visam animar os proprietários, e fazer com que imóveis até então fechados, possam ser alugados.

Dentre as mudanças, pode-se citar:

  • Pessoas com pagamento em atraso, depois de notificadas, terão apenas 15 dias para resolver sua situação; Caso não pague, assim que o juiz autorizar, o inquilino terá 1 mês para se retirar do imóvel;
  • Caso o inquilino queira se mudar antes do término do contrato, a multa será proporcional ao tempo que resta para acabar o contrato;
  • Fiador poderá desistir de sua função, porém, precisará avisar as partes antes; depois disso, o inquilino terá 4 meses para arrumar outra forma de garantia;
  • Se houver renovação automática do contrato, o fiador é automaticamente liberado do compromisso.

Hoje, praticamente trinta milhões de brasileiros moram em imóveis alugados.


Existem várias opções para quem procura imóveis para vender ou alugar na internet. E o Zap Imóveis é uma das melhores. O site faz parte do Portal Zap, que permite anúncios de carros e empregos, além de outros tipos de anúncios (mix) e shopping, e é resultado de uma parceria dos jornais O Globo e Estadão. Isso significa que o site tem uma base de dados muito grandes de imóveis para vender e alugar (e você também pode colocar o seu).

A abrangência do Zap Imóveis é nacional. O site também tem alguns guias interessantes para construções, financiamento, etc. Vale a pena dar uma conferida.

http://www.zap.com.br/imoveis/busca-de-imoveis-simples.aspx





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