Caixa realiza leilão de mais de 18 mil imóveis distribuídos por todo o Brasil.

A Caixa Econômica anunciou a partir desta segunda-feira, dia 13 de agosto, a liberação de mais de 18 mil imóveis espalhados pelo Brasil e que estão disponíveis para a venda a quem possa interessar.

Segundo a instituição, os imóveis foram retomados de clientes em débito de financiamento e deverão ser revendidos não somente através de leilão, mas também deverão ser negociados por meio de licitação, venda direta e negociação on-line.

As negociações estarão em aberto até o dia 17 de agosto e fazem parte desta lista apartamentos, terrenos, salas comerciais e mais de uma centena de casas localizadas por várias cidades brasileiras.

Os interessados poderão ter acesso aos imóveis através das imagens no site da Caixa, inclusive com todos os detalhes de cada um deles.

Caso queira mais informações, basta acessar a seguinte página que está disponibilizada na internet para todos os interessados: http://www.caixa.gov.br/voce/habitacao/imoveis-enda/Paginas/default.aspx.

Neste site, é possível tirar todas as dúvidas e também consultar a relação integral de todos os imóveis disponibilizados para a ampla negociação.

Se o futuro proprietário encontrar alguma dificuldade para participar do processo, será possível contar com a orientação de corretores de imóveis credenciados e que poderão esclarecer todas as dúvidas, assim como orientar sobre todos os procedimentos obrigatórios para o processo de aquisição das propriedades.

Poderão participar das negociações dos imóveis realizado pela Caixa qualquer pessoa maior de 18 anos. Além disso, as empresas poderão participar dos lances e dos processos de compra direta desde que estejam estabelecidas em território nacional e com a documentação exigida em dia.

No entanto, uma das regras obrigatórias para a aquisição é a proibição de compra dos bens por parte de funcionários da própria Caixa e que trabalhem nos setores ligados a imóveis. Além disso, também ficam proibidos de participar os parentes de descendência direta destes servidores.

O processo de aquisição poderá ser feito através de financiamento junto ao banco, com parcelas ajustadas de acordo com a renda declarada por parte do comprador.

No processo de aquisição, os interessados poderão usar o seu saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), caso trabalhem com carteira assinada ou sejam servidores públicos. Este fundo individual será utilizado para abater uma parte do montante da dívida e refinanciar o restante a longo prazo. Para isso, será necessário também que sejam observadas todas as etapas exigidas pela instituição para a concessão do financiamento.

A vantagem deste tipo de transação é que o comprador terá a garantia de que vai adquirir um imóvel com toda a documentação legalizada e regularizada.

A grande disponibilidade dos imóveis disponíveis por ser notada em algumas capitais brasileiras.

Em cidades como o Rio de Janeiro, existem mais de mil unidades incluídas na lista da Caixa para negociação junto aos interessados.

No estado do Ceará, este número já ultrapassa os duzentos imóveis que deverão ser vendidos pelo banco até o fim do prazo em 17 de agosto.

Outra vantagem para quem vai adquirir um destes bens pela Caixa é o preço. Segundo os especialistas do ramo imobiliário, os valores cobrados estão num patamar bem abaixo do mercado atual, o que torna tal transação um excelente negócio para quem deseja realizar o sonho de ter a sua casa própria ou ter um espaço físico para iniciar o seu próprio negócio.

Os interessados em adquirir um destes imóveis para morar, um terreno para construir a sua casa ou mesmo alguma sala comercial para colocar um negócio próprio, devem se dirigir a uma agência da Caixa mais próxima ou acessar o endereço eletrônico descrito acima para obter todos os detalhes.

A Caixa Econômica deverá iniciar todo o processo com a colocação dos imóveis para um leilão inicial. Se o bem não for arrematado depois de 45 dias, tempo suficiente para que a instituição possa promover duas sessões de arremate, então, ele é colocado para a venda direta que poderá ser pela internet ou por licitação.

Por Emmanoel Gomes

Leilão de imóveis


O presidente da Caixa informou que, até o final deste mês de março, os juros do crédito habitacional serão reduzidos.

Uma pesquisa recentemente realizada revelou que a maioria dos cidadãos brasileiros possui o sonho de possuir uma casa própria. Grande parte dessas pessoas vive em casas ou apartamentos alugados e, principalmente, em tempos de crise como este que estamos vivendo na economia do país, em que milhares de pessoas se encontram em situação de desemprego, o pagamento do aluguel é um sacrifício necessário, mas sem dúvidas, um investimento sem retorno.

Há alguns anos atrás a Caixa Econômica Federal criou um programa que acabou por beneficiar milhões de brasileiros, que finalmente conseguiram adquirir o imóvel próprio.

O programa criado pelo governo federal batizado de “Minha Casa Minha Vida”, tornou acessível a compra de um imóvel para brasileiros que não possuíam o valor total para a compra do mesmo. Assim, quem atendesse aos requisitos impostos pela Caixa, poderia financiar o seu imóvel e, dessa forma, milhares de brasileiros hoje vivem em casas próprias e pagam mensalmente valores com juros abaixo do mercado e, dessa forma, trocaram o pagamento do aluguel pelo pagamento de parcelas de um imóvel próprio.

Porém, como dito anteriormente, estamos atravessando desde o ano de 2016 um período de crise na economia do país. Muitas pessoas perderam seus empregos, o que contribuiu para uma queda na renda familiar, o que foi refletido no número de compras de imóveis, que diminuiu de forma significativa, principalmente, pelo fato de os juros estarem um pouco altos.

Pensando em auxiliar essa parcela da população que ainda deseja adquirir a casa própria, mas se vê impossibilitada financeiramente, a Caixa Econômica Federal comunicou oficialmente que irá reduzir os juros comuns do crédito habitacional.

De acordo com Gilberto Occhi que é o atual presidente da Caixa, até o fim deste mês de março os juros já serão reduzidos. A notícia foi divulgada na última segunda-feira, dia 19 de março.

Segundo as palavras do presidente da instituição ainda não foi informado de quanto será essa redução. Porém, a expectativa é de que nos próximos dias a Caixa anuncie qual será a redução nas taxas de juros para os recursos que são captados do mercado e da poupança.

Durante a entrevista que o presidente concedeu na última segunda-feira sobre o tema, Occhi revelou que a Caixa pretende promover uma competitividade maior no mercado imobiliário. Ele ainda revelou que não houve nenhuma redução nos juros durante o ano e que a partir de agora essa redução já poderá ser oferecida, facilitando a vida de quem precisa.

Está prevista pela Caixa a divulgação do resultado do ano de 2017. O banco espera que até a próxima semana o resultado seja divulgado. O presidente fez questão de informar que de acordo com os números, o ano de 2017 foi, apesar da crise, o melhor da história, uma vez que muitos esforços foram feitos para que os juros fossem reduzidos e que a tendência é de que continue assim.

Outra importante informação dada pelo presidente foi a de que quem se encontra em dívida com a CSN, a Caixa Econômica está disposta a realizar uma renegociação da dívida em questão.

Poucas pessoas sabem, mas a Caixa é um dos maiores credores da siderúrgica instalada em Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, estando ao lado do Banco Brasil, também um importante credor. Assim, juntos os bancos são detentores de quase a metade do total e dívidas da CSN.

A Caixa Econômica Federal está disposta a analisar, discutir e assim oferecer as melhores saídas com a CSN.

Agora, aos interessados em taxas de juros habitacionais menores, aguardar até que os números da redução sejam revelados, o que está previsto para acontecer nos próximos dias. Quem sabe essa é a oportunidade que você esperava para adquirir seu imóvel?

Por Sirlene Montes

Ffinanciamento de imóveis


Saiba aqui onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo no ano de 2017.

Quem precisou comprar ou vender imóveis em São Paulo no ano passado teve muito trabalho, pois os preços tiveram uma variação muito grande e para não ficar no prejuízo foi preciso paciência e muita pesquisa. São Paulo é a maior cidade do Brasil, uma das maiores do mundo e tem imóveis para todos os gostos e estilos, nas mais diferentes regiões. Encontrar o menor preço, para quem quer comprar ou conseguir um valor mais elevado, para quem deseja vender, é uma verdadeira maratona.

Apesar da crise que assolou o país em 2017 e fez muita gente adiar o plano da casa própria, vários locais em São Paulo registraram uma alta no preço. Esse ano, quem está pensando em sair do aluguel precisa acompanhar bem esta variação de preços porque não basta apenas gostar de um bairro para resolver comprar o imóvel neste local, é preciso saber como ficou a alta nos preços dos imóveis por lá.

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliário do Brasil, fez um levantamento e encontrou as zonas e também os bairros da capital paulista em que foi registrado um aumento nos valores dos imóveis. O portal também relacionou os locais que registraram queda no preço. No centro da cidade, por exemplo, foi onde o preço dos imóveis mais subiu, chegando a 2,9% em 2017. Por lá, o preço médio do metro quadrado do imóvel ficou em R$ 8.239,00. Já na região Nordeste foi o contrário, o registro foi de grande queda nos valores, chegando a 2,6% e o preço médio do metro quadrado do imóvel nesta zona ficou em R$ 6.169,00.

Para deixar o levantamento mais completo, o Imovelweb analisou os preços de apartamentos com 2 quartos de 65m² e uma vaga na garagem e constatou que é sempre bom não fechar negócio de cara e tentar negociar, principalmente nos bairros em que foi registrado uma queda no preço dos imóveis. Nestes locais os proprietários ainda tentam fechar um bom negócio, mas sabem que vai ser preciso reduzir um pouco no valor para ficar na média e o comprador sabendo disso precisa aproveitar a ocasião para economizar um pouco mais, até porque depois da compra vem os gastos com transferência, cartório, registros e ainda tem a compra dos móveis, decoração, entre outros gastos.

Confira as zonas onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo, no ano passado:

  • Centro: aumento de 2,90%.
  • Oeste: aumento de 0,40%.
  • Centro-Sul: aumento de 0,60%.
  • Sudeste: queda de 0,20%.
  • Noroeste: aumento de 0,40%.
  • Sul: queda de 1,30%.
  • Leste: queda de 0,20%.
  • Nordeste: queda de 2,60%

Em relação aos bairros, os que registraram maior alta no preço médio dos imóveis foram: Ibirapuera e Vila Nova Conceição, na zona Sul de São Paulo. É interessante observar que a zona Sul, de um modo geral, registrou queda no preço dos imóveis, de 1,30%, mas estes dois bairros da região apresentaram aumento nos preços, por isso, é tão importante pesquisar.

Veja abaixo os bairros onde houve aumento no preço médio dos imóveis no ano passado.

  1. Sé: 25,4%
  2. Jardim Vitória Régia: 15,3%
  3. Vila Ida: 15,20%
  4. Jardim Saúde: 15,0%
  5. Lapa de Baixo: 13,9%
  6. Várzea da Barra Funda: 10,8%
  7. Vila Buarque: 9,5%
  8. Jardim Arpoador: 9,4%
  9. República: 8,8%
  10. Vila Emir: 8,7%

E abaixo, os bairros que apresentaram maior queda no preço dos imóveis em 2017:

  1. Cj. Padre Manoela da Nóbrega: 39,0%
  2. City América: 12,8%
  3. Jardim Santa Ifigênia: 10,5%
  4. Cj. Residencial Butantã: 10,1%
  5. Vila Vermelha: 9,8%
  6. Vila Marieta: 9,8%
  7. Cidade S. Francisco: 9,7%
  8. Vila Caraguatá: 9,5%
  9. Engenheiro Goulart: 9,0%
  10. Sítio da Figueira: 8,3%

Com essa relação é possível saber onde fica mais fácil conseguir negociar um bom preço e também onde você terá que pagar mais caro, devido à alta no valor dos imóveis.

Por Russel


O consórcio de imóveis nada é mais do que um grupo de consumidores que será formado com o objetivo de juntar uma determinada quantia em dinheiro em um período de tempo determinado para adquiri um bem.

O consórcio de imóveis é uma ótima opção para aqueles que pretendem adquirir um imóvel e não querem se submeter à aprovação de crédito pelo banco. Apesar de não exigir uma aprovação de crédito, essa alternativa é destinada àqueles que não têm pressa em se mudar, além da necessidade de poupar durante o consórcio.

Essa modalidade nada é mais do que um grupo de consumidores que será formado com o objetivo de juntar uma determinada quantia em dinheiro em um período de tempo determinado. Com isso, mensalmente os integrantes do grupo deverão contribuir com um valor previamente definido, o que irá resultar numa poupança conjunta entre os participantes. O resultado é o seguinte: a cada mês que passa (até o fim do consórcio) uma ou mais pessoas são selecionadas e recebem o dinheiro necessário para adquirir seu imóvel. O valor em si será determinado durante a criação do grupo que compõe o consórcio.

A modalidade aqui destacada tem suas vantagens bem como suas desvantagens em relação ao financiamento imobiliário. A principal vantagem fica por conta do custo total. Na maioria das vezes o custo através de um consórcio de imóveis é inferior ao total pago em empréstimos bancários, por exemplo. Em contrapartida, você pode levar algum tempo para adquirir seu imóvel. No financiamento imobiliário você já tem em mãos, assim que aprovado, o crédito disponível para efetuar a compra de seu imóvel. Já no consórcio é necessário esperar ser sorteado, processo que pode levar até anos, ou vencer um lance.

Como funciona?

A iniciativa parte das pessoas, sendo que elas irão formar um grupo para comprar um imóvel onde cada uma delas irá contribuir com parcelas mensais. Essas parcelas serão pagas a administradora, que é a responsável pelo gerenciamento do dinheiro. Quando essas parcelas alcançarem o valor determinado no início do consórcio, um dos participantes será contemplado através de sorteio e poderá adquirir seu imóvel.

Em média tais consórcios duram cerca de 10 a 15 anos. Com isso, o integrante pode ser sorteado logo no início ou até mesmo aguardar alguns anos para receber o dinheiro e comprar sua casa. Sendo assim, é mesmo uma opção interessante para aqueles que não estão com pressa.

A importância da seguradora

O gerenciamento dos consórcios no Brasil é realizado pela administradora, instituições devidamente autorizadas pelo Banco Central (BC), que é o órgão responsável por fiscalizar essa modalidade de crédito.

A escolha da administradora é um passo importante no consórcio, haja vista evitar qualquer tipo de golpe ou coisa do tipo, pois muitos vendedores prometem o recebimento da quantia em alguns meses, algo não comum em consórcios.

Exigências por parte da administradora

Uma vez que a administradora for contratada, a mesma irá fazer uma verificação com o objetivo de analisar a capacidade econômica e financeira dos consorciados. O principal objetivo neste procedimento é garantir que o participante do consorcio terá plenas condições de pagar as prestações mensais até o final do consórcio.

Como são definidas as prestações mensais

O fundo comum, como são conhecidas as parcelas mensais pagas pelos consorciados, são calculadas a partir do valor total de crédito e o número de meses de duração do consórcio. Um exemplo claro é o seguinte: suponha que os consorciados cheguem ao acordo de um crédito de R$ 100 mil para um tempo total de 100 meses. Dessa forma, as parcelas serão de R$ 100.000 ÷ 100, o que resultará em parcelas mensais de R$ 1.000.

O custo total do consórcio será o resultado da soma das parcelas, definidas a partir do critério destacado acima, juntamente com as taxas praticadas pela administradora. Dentre as principais taxas, podemos destacar a de administração. Além disso, algumas administradoras também adicionam no custo total o fundo de reserva bem como um seguro, medidas essas que têm como principal objetivo garantir que o grupo irá atingir seus objetivos finais.

Contemplação e lance

O participante contemplado, ou seja, aquele que irá receber o dinheiro para comprar seu imóvel, será definido a partir de lance ou sorteio. Tudo irá ocorrer em Assembleia Geral Ordinária, que será organizada e executada pela administradora contratada. Até o período final do consórcio todos os participantes serão contemplados.

E se o consorciado não for sorteado, ele poderá recorrer a uma alternativa: o lance. Trata-se de um procedimento bastante semelhante ao daqueles encontrados em leilão. Com isso, é possível se dispor a pagar uma determinada quantia adiantada para o consórcio de modo a ter o direito de receber o crédito em questão. Outros membros também poderão fazer lances. Aquele que efetuar a maior oferta irá ganhar o crédito.

Por Bruno Henrique

Consórcio de imóveis


Banco oferece imóveis em 11 estados. Lances partem de R$ 55 mil.

As vendas públicas de bens a quem oferecer um lance mais alto são um dos negócios mais vantajosos no Brasil. Em São Paulo, o Banco Santander está promovendo um grande leilão de imóveis, distribuído em 11 Estados. Este conjunto de eventos financeiros inicia com os lances a partir de 55 mil reais. Os leilões estão sendo organizados por meio da Plataforma Sold.

Há uma grande relação de imóveis, entre casas, diversos tipos de apartamentos e terrenos prontos para construções, entretanto, a divulgação de produtos se estenderá até o dia 27 de outubro, quando serão encerradas as sessões.

As casas, os apartamentos e os terrenos estão disponíveis nos seguintes Estados brasileiros: no Estado do Amazonas, Estado de Goiás, Estado da Bahia, Estado do Maranhão, no Estado de Minas Gerais, no Estado do Mato Grosso do Sul, no Estado do Paraná, no Estado de Pernambuco, no Estado de São Paulo, no Estado do Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Nessas regiões os eventos de leilão ocorrerão até o dia 27 de outubro. Certamente é uma grande oportunidade para quem possui uma grande poupança, no sentido de poder investir em imóveis para sua própria moradia ou com finalidade de alugar. Apartamentos estão entre os mais cobiçados, devido à segurança. Os terrenos são excelentes meios de se projetar o futuro das residências.

Assim, dentro da relação de imóveis, algumas das casas ocupam lugar de destaque nas sessões leiloeiras, tal como uma casa cuja localização se encontra no município de Campo Grande, no Estado do Mato Grosso do Sul, cujo lance inicial está no valor de 55 mil reais. Outro destaque nesses eventos leiloeiros está em um apartamento no município de Itabira, no Estado de Minas Gerais, que possui três dormitórios, entre outras vantagens, e já que o seu valor inicial para os lances está em 238.700 reais, é, por isso mesmo, fácil de imaginar as dimensões e a qualidade do imóvel em questão. Outro destaque fica por conta de um apartamento situado no município de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, cujos atributos principais são dois dormitórios, tendo valor inicial para lances em 239.712 reais, sendo outro valor muito estimulante sobre a qualidade e tamanho do mesmo. Outro apartamento que fica em destaque, nesse conjunto de sessões de leilão, é descrito como uma residência de dois dormitórios, cujo valor inicial para os lances está em 380 mil reais, situado no município de Santos, no Estado de São Paulo, cujo valor também é muito estimulante para a imaginação.

Entretanto, dados os altos valores, existe uma série de facilidades e benefícios oferecidos nas aquisições, tais como: os descontos podem chegar até a 50%; há também a opção de pagamento em parcelas mínimas, que é uma das opções a que pode recorrer o futuro proprietário, por meio do chamado crédito imobiliário junto do banco que está promovendo o leilão, em parceria. As parcelas podem chegar ao número de 420, conforme for a disponibilidade financeira dos compradores. No total, o número de imóveis sendo leiloados são 59, sendo que, dentre estes, são 19 imóveis desocupados, configurando maiores benefícios para quem os adquirir.

Aos interessados em realizar visitas aos imóveis desocupados é necessário acessar o site da SOLD, para que seja possível agendar as visitas necessárias. Este leilão está aberto a todo o público, ou seja, o público em geral, portanto, todos podem participar das sessões, desde que realizem seus cadastros no site da SOLD. O procedimento é muito simples: os usuários precisam criar um Login, uma senha e habilitar seus perfis para que seja possível realizar as ofertas de lances que mais lhes interessar. Feito esse procedimento, os usuários só precisam estar atentos e acompanhar os devidos lances, além de verificar as datas marcadas para os encerramentos dos mesmos. Na internet funciona da mesma maneira que presencial, ou seja, o padrão dos leilões, a pessoa que oferecer o maior valor de lance leva o imóvel.

Para mais informações acesse o site da SOLD: http://www.sold.com.br/.

Paulo Henrique dos Santos


Veja qual a forma de negociação mais vantajosa para comprar imóveis, considerando o cenário atual.

Se você está pensando em comprar um imóvel, já deve ter pensado sobre isso. É possível comprar um imóvel novo tendo despesas com a decoração, mas garantia de instalações novas em folha. Comprar na planta costuma oferecer valores que enchem os olhos, mas para quem quer se mudar de imediato, talvez não seja uma boa ideia. Adquirindo um imóvel usado, os dois gargalos anteriores se dissolvem, sendo que com as taxas de juros atrativas, o financiamento pode ser uma boa ideia. Então, diante de todas essas opções, qual é o modo mais adequado de escolher a forma ideal de adquirir um imóvel? Isso depende.

Em 2017, estima-se que a taxa de juros caia, marcando previsão de 7,5%, isso torna a ideia de investimento um tanto quanto atraente, mas é preciso considerar também que essa forma de negociação conta com um risco: você está comprando algo que ainda não existe concretamente. Você deve lembrar que para fazer esse tipo de aquisição deve encontrar uma empresa séria, já que a obra pode ser atrasada, embargada ou nem chegar a ser entregue, no pior dos casos.

Dentro do período dos últimos 12 meses, metade dos contratos de imóveis de médio e alto padrão foram desfeitos, isso significa que as incorporadoras estão passando por um momento complicado para entregar seus resultados. Outro ponto importante acerca dessa negociação que costuma ser desconsiderado é o valor que das prestações fixas determinadas pelo fluxo de caixa. Esse valor é o pagamento feito para entrega das chaves. Ele costuma ser alto, mas esquecido no calor da negociação.

O INCC (Índice Nacional de Custo da construção) tem parcelas corrigidas em períodos mensais. Essas correções por mês podem causar uma grande alteração no valor final. Existem casos de pessoas que assinam o contrato para adquirir casas e/ou apartamentos, num valor x, sendo que um pouco antes da conclusão da obra para entrega, o valor estará mais de 10% mais caro em cima do valor x inicial.

Isso acontece porque quando os consumidores procuram as incorporadoras, através de stands, por exemplo, o volume de vendas do empreendimento estão baixos, não ultrapassando 50%. Então, quando acontece a simulação da contratação, o valor estimado é diferenciado.

Caso houvesse a aquisição de um imóvel similar diante do cenário atual, o valor desembolsado para o pagamento ainda seria menor que a simulação realizada, digamos, há três anos atrás, por conta do fluxo da obra.

Para quem sofreu esse transtorno de esperar por um imóvel que, no fim das contas, saiu ainda mais caro que adquirir um imóvel pronto, ainda que usado, além de causar mais dor de cabeça.

Uma vantagem de optar pelo imóvel usado é a margem que existe para negociação. A crise econômica fez com que os vendedores ficassem em uma situação delicada, sendo mais suscetível a ofertas. É o caso de proprietários que aceitam permutas com outros imóveis de porte menor, além de outros bem, como carros, por exemplo. Contudo, se um imóvel é antigo e exige uma grande reforma, pode ser que não compense adquirí-lo, por conta do investimento para tornar os ambientes adequados e/ou confortáveis. Outros pontos que precisam ser considerados: status da documentação do imóvel; reparos necessitados pelo condomínio.

Se você deseja comprar um imóvel, mas não precisa mudar-se imediatamente, esperar uma oportunidade é o melhor investimento para você. Em tempos como os atuais, de crise, a estabilidade está comprometida, portanto há risco de desemprego e mudança de cenário econômico. Por isso, você deve pensar se adquirir um compromisso de tão longo prazo não é um risco muito grande para ser assumido neste momento.

Carolina B.


Confira os bairros de São Paulo com maior valorização imobiliária 2017.

A cidade de São Paulo traz encantos de norte a sul e de leste a oeste, mas será que para quem quer aplicar dinheiro no negócio imobiliário, a situação é a mesma?

O bairro Paraíso, localizado em uma das regiões mais nobres da capital, entre dois pontos turísticos: a Avenida Paulista e o Parque Ibirapuera, fazendo parte da região da Vila Mariana, integrando a região centro sul, é o bairro mais rentável para realizar investimento em imóveis, apresentando retorno anual na percentagem de 11,3. O retorno representa o que volta para o proprietário, sobre o valor do imóvel.

A representação desse percentual é representado pelo valor do aluguel, juntamente com a valorização correspondente ao período de 1 ano, sob a consideração de que o apartamento será vendido no período depois de 1 ano.

Com dados de maio de 2016, um apartamento que foi comprado, alugado por um ano e depois vendido, trouxe consigo o retorno percentual de 6,6%, segundo o estudo realizado pela Imovelweb, divulgado no site InfoMoney.

Isso significa que o resultado apresentado está acima da inflação, que marca 3,6%, enquanto isso, ficando abaixo do retorno de poupança, que está marcando 8,04%. Levando em consideração os bairros analisados, só 15% foi capaz de apresentar a rentabilidade total num nível superior ao da poupança. Logo abaixo do Paraíso, encontramos o Bom Retiro, apresentando os mesmos 11,3% de retorno.

Para obter os resultados, o levantamento considerou 500 mil anúncios de vendas, além do valor de locação de apartamentos de 65 mil metros quadrados, com 2 dormitórios, custando uma média de 350 mil reais, num período de 12 meses, localizados em 30 bairros de São Paulo.

Confira o ranking dos 10 bairros mais rentáveis da cidade de São Paulo, em ordem crescente.

  • Bela Vista: 10%
  • Caxingui: 10,1%
  • Vila Isa: 10,2%
  • Cidade Ademar: 10,2%
  • Campos Elíseos: 10,4%
  • Ibirapuera: 10,6%
  • Jardim Vila Mariana: 10,7%
  • Vila das Belezas: 11%
  • Bom Retiro: 11,3%
  • Paraíso: 11,3%

Carolina B.


Confira aqui os bairros mais caros para se morar na cidade de São Paulo.

A cidade de São Paulo é conhecida como referência quando pensamos em qualidade de vida e em termos de oportunidades de emprego e de estudo. Porém, para quem pensa em se mudar para a capital do Estado, precisa saber que alguns bairros estão com preços muito acima da média no valor do metro quadrado para construção e compra de imóveis.

O levantamento de todos os dados foi feito pelo Imovelweb, um site especializado no mercado imobiliário e tudo que cerca o assunto. Sabendo disso, é importante ressaltar, inicialmente, que o valor mais caro do metro quadrado está no bairro do Ibirapuera, sendo esse de R$ 19.118 no mês de março. Sendo assim, o aumento na variação do preço do local nos últimos 12 meses é de 6,7%, estando o bairro 216% acima dos preços médios encontrados nas diferentes regiões de São Paulo.

Em segundo lugar, a Vila Nova Conceição, está com o m² em R$ 16.520, uma variação de 1,8%. E na sequência temos: Itaim Bibi, com R$ 12.730 o m² e variação de 1,5% no comparativo do último ano; Vila Olimpia, com R$ 11.642 o m² e variação de 0,2%; Pinheiros, com R$ 11.205 o m² e variação de -1,6%; Vila Madalena, com R$ 10.958 o m² e variação de 2,9%; Moema, com R$ 10.673 o m² e variação de 0,6%; Brooklin, com R$ 10.562 o m² e variação de -1,3%; e Pacaembu, com R$ 10.063 o m² e variação de -0,3%.

Finalmente, em 10º lugar, está o bairro do Campo Belo. Esse possui, da relação, o metro quadrado mais barato, custando R$ 9.953. Sua variação não teve qualquer alteração no preço nos últimos 12 meses.

Ainda conforme conclusões do estudo realizado, a Zona Oeste vem se consolidando cada vez mais e mês a mês como uma das regiões mais valorizadas e desejadas por todos os paulistanos. Portanto, em regiões como Vila Madalena e Pinheiros, é muito comum encontrarmos empresas, residências, centros comerciais e muitos outros, com a melhor infraestrutura possível.

Sendo assim, essa fatia de São Paulo ocupa, pelo menos, 50% do ranking de bairros mais caros da região. Ainda, o valor geral do metro quadrado por lá é de R$ 8.198, um número que é 35% superior à média já encontrada na cidade.

Kellen Kunz


Saiba aqui como fazer a Declaração de Imóveis no Imposto de Renda (IRPF).

O contribuinte que possui imóveis em seu nome e que custem mais de que R$ 300 mil (trezentos mil reais) está obrigado a declarar o imóvel perante a Receita Federal.

Os imóveis devem ser informados no campo “Bens e Direitos” do programa gerador da declaração de Imposto de Renda, com o código específico do bem, de acordo com a definição que consta na escritura do imóvel. O valor declarado deve ser o que o contribuinte desembolsou pelo imóvel até o dia 31 de dezembro de 2016, incluindo o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), incluindo os juros do financiamento e a taxa de corretagem.

No campo “Discriminação”, deve ser informado se o imóvel foi comprado ou doado, bem como a data da compra ou da doação e quem foi o vendedor ou doador. Ademais, deve o contribuinte informar se o bem está quitado ou não. Em caso de financiamento habitacional, o contribuinte deve declarar em qual banco foi feito o financiamento e as parcelas que foram quitadas e as que faltam pagar. Se em 2016 o declarante continuou a pagar as parcelas do financiamento, o valor declarado deve corresponder apenas a quantia que já foi paga até o ano passado e não o valor total do bem e assim deve ser feito até as parcelas do financiamento acabarem.

Em relação ao valor do bem, o valor do imóvel deve ser declarado conforme o valor de aquisição, sem atualizar seu preço com o de mercado. Se forem realizadas reformas no imóvel em questão, é possível acrescentar esses custos ao valor do imóvel, desde que eles possam ser demonstrados e comprovados.

Em contrapartida, se você já tinha um imóvel quitado antes de 2016 e já o declarava, basta repetir o valor nos campos “Situação em 31/12/2015” e “Situação em 31/12/2016”.

Os contribuintes que eram incluídos como dependentes ou que não eram obrigados a entregar a declaração em 2016 e serão obrigados a fazer a sua declaração neste ano, devem informar os imóveis que já faziam parte de seu patrimônio antes do ano de 2016.

O procedimento a ser seguido é o mesmo demonstrado acima, no entanto, como o imóvel já fazia parte do patrimônio do contribuinte antes de 2016, a coluna “Situação em 31/12/2015” não deve ficar em branco e deve ser preenchida com os valores pagos até então ou com o valor total do imóvel.

Por Anneliese Gobbes Faria


Saiba como realizar a declaração de reformas em seu Imposto de Renda 2017.

Muitas pessoas têm dúvidas quando o assunto é declarar reformas no Imposto de Renda. Pensando nisso, preparamos esse artigo, especificando o que deve ou não ser declarado no quesito benfeitorias ao imóvel. Caso você tenha realizado alguma reforma em seu imóvel no decorrer do ano passado, você deve registrar o gasto no Imposto de Renda 2017.

Reformas realizadas em apartamento ou casa servem como um viés para a atualização do valor do seu imóvel na hora de fazer a declaração, uma vez que a Receita Federal não autoriza o reajuste no preço do imóvel, deixando o preço da aquisição imutável, independente do quanto ele tenha valorizado, seja pelo próprio mercado, seja por conta dos índices inflacionários.

Por não ser possível fazer atualização do valor que foi pago pelo imóvel, o preço de compra e de venda pode obter uma diferença considerável, já que a possibilidade do lucro obtido através da venda do imóvel aumenta, enquanto o imposto incidente taxado sobre o preço (15%) fica mais rigoroso.

Sendo assim, ao fazer o registro de benfeitorias, acrescentando valor ao seu imóvel, o contribuinte tem o poder de realizar uma diminuição nessa diferença entre o valor de compra e o preço de venda, lembrando que a medida que essa diferença diminui, diminui consequentemente o saldo do imposto incumbido na venda do imóvel.

O que devo declarar?

Investimentos com ampliação ou construção podem ser acrescentados, inclusive os gastos com contratação de mão-de-obra e materiais de construção. Portanto, desde o valor gasto com cimento e tijolos, até o valor pago a profissionais como pedreiros, eletricistas e encanadores deve ser declarado.

É considerado como melhoria toda e qualquer feitoria que agregue valor ao bem. Desta forma, valores gastos com itens de decoração e afins não devem ser declarados, bem como pagamentos realizados a profissionais de áreas afins. Ou seja, gastos com mobília nova e com desenvolvimento de projetos paisagísticos, por exemplo, não devem ser declarados, pois não entende-se que tais itens agreguem valor ao imóvel em si.

Carolina B.


Imóveis chegam a ter valores até 50% mais baixos que os preços de mercado.

Se você há algum tempo já vem se planejando para compra a casa própria, terreno, apartamentos ou salas comerciais e está guardando por uma boa oportunidade, fique atento que alguns bancos já estão programando a realização de leilões com descontos de até 50%.

É isso mesmo, as agências bancárias como Itaú, Santander, Rodobens e Intermedium por enquanto são as primeiras que já possuem datas previstas para a realização de seus leilões. Os leilões serão todos realizados através de uma plataforma na modalidade online chamada SOLD e já atua nesse tipo de leilões.

Os imóveis pertencem a localidades em todo o país, sendo elas os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Alagoas, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraíba, Santa Catarina e Goiás.

Os imóveis disponibilizados nesses leilões poderão ter seus valores parcelados, a partir do pagamento de uma entrada. Além disso, parcelado ou não, a pessoa que realizar um arremate ainda precisa pagar uma taxa de 5% sobre o valor do imóvel em questão, para o leiloeiro.

Em São Paulo há imóveis a serem leiloados em diversas regiões, sendo elas o Morumbi, Bela Vista e Perdizes. No litoral paulista também existem imóveis incluídos nesses leilões.

Também no Rio de Janeiro há imóveis em diversas áreas, como a área nobre de Nova Iguaçu.

Ou seja, há um número relevante de imóveis a serem leiloados em diversos estados e em localidades diferentes, que influenciam os seus valores.

Aos interessados em saber mais e participar dos leilões, os quatro bancos já anunciaram que estão com seus leilões em aberto. Nesse sentido para participar é preciso acessar o site www.sold.com.br e realizar um cadastro com login e senha. Dessa forma, uma vez habilitado no site é possível acompanhar os lances no dia que está marcado para o encerramento. Cada instituição possui uma data diferente para o encerramento de seus leilões, diante disso é preciso estar atento.

Quem fizer um lance e conseguir arrematar um imóvel terá a escritura do imóvel dentro do prazo total de 120 dias que serão contados a partir da realização do primeiro pagamento compensado.

No site da SOLD é possível saber todas as informações sobre os leilões, assim como as datas de seus encerramentos.

Sirlene Montes


Confira aqui como funciona e o que oferece o site da OLX Imóveis.

E aí? Está pensando em mudar de casa? Quer alugar, vender, trocar e está procurando comprar algo por um valor mais baixo no mercado? A OLX pode ser uma boa pedida!

A OLX, hoje, é o maior site para classificados no Brasil. Se você tem algumas dúvidas de como anunciar, o que você pode encontrar e as formas de pagamento, nós estamos aqui para te dar uma “mãozinha”.

O primeiro de tudo: A OLX pode ser encontrada em todos os estados do Brasil. Como isso acontece? Bem, a OLX é nada mais, nada menos, que uma intermediadora entre vendedores e clientes. Dessa forma, qualquer pessoa, em qualquer lugar do Brasil pode anunciar, assim como, qualquer pessoa de qualquer lugar do Brasil pode ver esse mesmo anúncio, se interessar e fazer a compra.

Para quem quer vender, o cadastro é feito no site da OLX de forma gratuita. É tudo simples, rápido e prático. Você pode optar por entrar com o Facebook também, o que pode te poupar alguns minutos de inscrição. Feita a inscrição, você precisa preencher as informações básicas sobre seu imóvel, além de suas informações de contato. Fotos do imóvel são primordiais e ajudam na hora da venda.

Se você deseja comprar, o processo com certeza é mais simples. Basta escolher a região que você está residindo e procurar pelo imóvel que deseja comprar. Feito isso, você consegue entrar em contato direto com o vendedor.

As formas de pagamento são acordadas entre vendedor e comprador. A OLX dá algumas dicas de segurança, mas é importante que todo comprador fique atento na hora de negociar. Os fretes também serão tratados entre comprador e vendedor.

É importante lembrar: A OLX não é uma imobiliária, é apenas uma intermediadora de negócios, ajudando a aproximar pessoas interessadas em vender, daquelas que querem comprar.

A OLX é uma empresa americana relativamente nova, já tendo onze anos de mercado. Presente em mais de cem países, no Brasil se juntou a concorrência, a empresa Bom Negócio. Uma curiosidade interessante é sobre seu slogan e frase de impacto. Seu slogan pode variar de país para país, como uma forma de se adequar a linguagem local e chamar atenção para que as pessoas se sintam atraídas em anunciar e comprar.

A OLX também está disponível por aplicativo para aparelhos de sistema Android.

Quer anunciar ou quer comprar um imóvel? Acesse o site clicando aqui.

Yamí de Araújo Couto


Conheça aqui um pouco mais sobre o Zap Imóveis e seus principais serviços oferecidos.

Se você está procurando um dos maiores classificados para imóveis no Brasil, então você chegou ao lugar certo. O ZAP é especialista em imóveis e você pode encontrar a tão sonhada casa que você anda procurando, tanto pelo site quanto pelo aplicativo, a partir de um toque no seu celular (disponível para sistema Android).

O ZAP Imóveis apresenta um controle de qualidade que visa valorizar os imóveis e tornar atrativo para novos clientes. Da mesma forma de ação que a OLX, o ZAP Imóveis é uma intermediadora, que coloca em contato clientes com vendedores.

Porém, o ZAP apresenta um “plus”, um requinte a mais: no site do Zap é possível conferir, em determinados casos, as opções de financiamento, facilitando a organização na hora do comprador saber quanto pode dar de entrada, o valor de cada parcela, os prazos e as taxas a serem pagas.

Outro “plus” no site do ZAP seria a calculadora de aluguel, disponível da mesma forma que a consulta para financiamento de imóveis.

Em 2010, foi lançado o Índice FIPEZAP. Esse índice auxilia na hora do acompanhamento do aumento dos valores dos imóveis anunciados no mercado. Por conta da confiabilidade de seus dados, o índice se tornou referência para consumidores, pois apresenta transparência na hora de fechar negócios.

O cálculo é feito mensalmente, através de um coleta precisa de dados, pelo ZAP Imóveis, tanto para imóveis comerciais quanto para residenciais. Dessa maneira, há uma mensuração de valores reais para os imóveis, sugerindo o que poderia ser um preço justo e o que não seria.

O ZAP Imóveis leva em consideração esse índice, apresentando com maior precisão os melhores imóveis a serem vendidos e alugados e aptos a serem negociados.

Para conferir a atualização do índice, acesse o link a seguir, clicando aqui.

O ZAP Imóveis é uma empresa brasileira e pertence ao Grupo Globo. Lançado no ano de 2000, tinha sido denominado inicialmente de “Planeta Móvel”. Em 2007, seu nome foi oficialmente mudado para ZAP, lançando também novas modalidades de busca para compra, como: Empregos, Negócios e Oportunidades e Autos. O ZAP apresenta maior relevância em regiões como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Se você deseja acessar o site oficial do ZAP Imóveis, clique aqui.

Yamí de Araújo Couto


Saiba aqui como fica a vida dos clientes da PDG apó o pedido de Recuperação Judicial.

A incorporadora PDG Realty fechou o ano com uma despesa de R$ 2,9 bilhões, com esse prejuízo junto com outros dos anos anteriores à empresa do ramo imobiliário PDG encaminhou o pedido para recuperação judicial que envolve dívidas de R$6,2 bilhões. Normalmente as empresas entram com pedido de recuperação judicial com objetivo de evitar falência ficando incapacitada de sanar suas dívidas. Sendo assim, com esse pedido a empresa fica hábil a reorganizar sua situação financeira.

A PDG protocolou pedido de recuperação judicial no dia 23 e fevereiro de 2017, como justificativa a empresa colocou que a decorrência dessas dívidas foram pelo fato de ter um volume excessivo de clientes que desistiram da compra do imóvel e também pelo fato da empresa estar na situação de crise financeira. Estão envolvidas no processo de recuperação judicial 512 empresas nos setores de empreendimentos e subsidiárias.

Para os clientes que firmaram contrato com a construtora e decidiram rescindir o contrato para receber os valores pagos, terá que esperar as fases do pedido de recuperação judicial para poder receber o valor já investido. No ano passado foram realizados pedidos de distrato em 2.524 unidades, chegando na soma de R$1 bilhão de reais.

Em entrevista concedia pelo G1, o advogado especialista no mercado imobiliário Marcelo Tapai destaca que se o pedido de recuperação judicial for aprovado pelo de grupo de credores e pela justiça a consequência é que os clientes não recebam o valor investido. O tempo mínimo para ser aprovado pode ser de 6 meses.

O artigo 47 da lei nº11.101/2005, que trata da recuperação judicial, tem como objetivo viabilizar o equilíbrio da crise econômica da empresa ou do devedor com a finalidade de permitir a manutenção da situação da fonte produtora e garantir o emprego dos trabalhadores.

Sendo assim, a lei de recuperação judicial suspende até 180 dias os pagamentos. Guilherme Machado, especialista em recuperação judicial, ressalta que os clientes que pediram a rescisão do contrato antes da recuperação judicial serão listados na relação de credores disponibilizada pela PDG no momento da abertura do processo.

Para o Advogado especialista em direito do consumidor, Gilberto Bento Junior, coloca que se for aceito o pedido judicial, será determinado pela Justiça à escolha de um administrador que irá avaliar o patrimônio da empresa e verificar a existência de débito, sendo assim, será pago conforme a venda do patrimônio, porém, segundo o especialista, a venda dos ativos depende do mercado, que fará com que haja lentidão para o pagamento.

Gisele Alves de Brito


Confira aqui como comprar imóvel usando do dinheiro do FGTS.

Muitos brasileiros estão em busca de ter sua casa própria e para isso as vezes precisam fazer uso do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Entretanto, para fazer uso do mesmo é necessário seguir algumas regras, veja abaixo quais são elas:

Para o Comprador

– É necessário possuir pelo menos três anos de contribuição sob o regime do FGTS, mesmo que em diferentes empresas e em períodos diferentes;

– Não pode ter financiamento ativo no SFH, Sistema Financeiro de Habitação, em nenhum local do Brasil;

– Também não poderá ser promitente comprador, possuidor, proprietário, cessionário ou usufrutuário de outro imóvel residencial em perímetro urbano, em construção ou concluído, no município onde reside ou onde atua no trabalho principal, nem na região metropolitana ou nas cidades limítrofes;

– É necessário estar em dia com as prestações do financiamento, no momento em que fizer o pedido de uso do FGTS;

– Deve ser coobrigado ou titular no financiamento no qual pretende quitar parte do valor das parcelas.

Para o Imóvel

– Valor da avaliação precisa ser de no máximo de R$ 1,5 milhões para quaisquer estados, a partir de 20 de fevereiro de 2017 (antes eram de R$ 750 mil para os estados de RJ, MG, DF e SP, e para os demais estados o valor máximo é de até R$ 650 mil);

– O terreno objeto da construção do imóvel deve ser de propriedade do proponente, se a situação for de construção sem adquirir o terreno;

– Estar em área urbana;

– Ter como destino à moradia do titular;

– Mostrar, no momento da avaliação final, ausência de vícios de construção e plenas condições de habitabilidade;

– Ter matrícula no RI competente e não possuir registro de gravame que impeça à comercialização do mesmo;

– Se for aquisição de construção em andamento ou terreno, não pode ter sido objeto de uso de FGTS há pelo menos três anos, isto é, se usado para iniciar construção, em 30/11/2009, só poderá utilizar novamente a partir da data de 01/12/2012.

Documentação

– Extrato de conta vinculada ao Fundo;

– Documento oficial para identificação;

– CTPS para comprovação do tempo de trabalho no regime do FGTS;

– Declaração de IRPF, o DIRPF. Se o trabalhador for casado ou então em união estável, é necessário apresentar a DIRPF do cônjuge.

FILIPE R SILVA


Portal promete facilitar a vida de quem busca um novo imóvel para comprar ou alugar.

Procurar imóveis para compra ou aluguel em jornais, revistas, anúncios ou imobiliárias já é coisa do passado. Afinal, hoje através de aplicativos, redes sociais e sites é possível visualizar ofertas de empreendimentos sem sair de casa. Nesse setor, destaca-se o portal Agente Imóvel, que possui ferramentas completas e práticas. Descubra a seguir como ele pode facilitar sua busca, de acordo com interesses específicos.

Gráficos e Comparativos

Na seção “tendências” do site, são expostos gráficos detalhados sobre vendas de imóveis em estados, cidades e bairros. Então são apresentadas informações como:

  • Períodos em que os preços aumentaram ou diminuíram.
  • Quanto em porcentagem e em reais esses valores variaram.
  • Média geral de preços.
  • Valor por metro quadrado.
  • Ranking das regiões mais caras.
  • Comparativo de preços de imóveis de uma cidade inteira e um bairro específico.
  • Comparativo de valores entre cidades.

Para fazer pesquisa, basta digitar no campo “tendências” o nome da cidade ou bairro que deseja verificar. Se quiser fazer isso de forma mais detalhada, basta colocar alguns dados na opção “refinar resultados”.

Vendas e Aluguel

Nos menus “venda” e “aluguel” estão disponíveis propriedades à venda ou para alugar. Esses anúncios geralmente têm fotos, descrição, número de cômodos, preço, tamanho da área e valor por metro quadrado dos empreendimentos. Caso tenha interesse em algum, basta clicar na imagem principal e enviar uma mensagem para o vendedor. O site também sugere imóveis similares aos visualizados por você, de acordo com a região pesquisada.

Mas se deseja anunciar algum imóvel para venda ou aluguel é só clicar em “Anuncie já” e preencher os dados solicitados. Essa opção está disponível tanto para proprietários quanto para corretores.

Outros Serviços Online

Dispõe ainda de serviço de avaliação online de imóveis diversos. Nesse caso, é só clicar em “avalie sua casa agora” e repassar as informações solicitadas. Porém, isso está disponível somente para a região de São Paulo/SP.

Além disso, o portal Agente Imóveis possui um blog com notícias sobre o mercado imobiliário. Oferece também várias dicas sobre vendas, compras, aluguéis e decoração de empreendimentos em geral.

Essa então é uma alternativa completa para quem necessita de informações imobiliárias. Ademais, é uma forma interessante para encontrar e anunciar propriedades de acordo com suas necessidades ou interesses.

Camilla Silva


Proposta pode elevar temporariamente teto para R$ 1,5 milhão.

Com o objetivo de reaquecer a economia brasileira, haja vista o atual cenário econômico de crise, o Governo Federal busca apresentar propostas e medidas que permitam trazer bons resultados. Com isso, devem ser anunciadas em breve as medidas de estímulo ao setor da construção, um dos mais afetados com a atual crise. Dentre essas medidas, está sendo discutido o aumento do valor do imóvel que poderá ser financiado via recursos do Fundo de Garantia do Trabalhador, o FGTS. Através da nova proposta o teto para financiamento de imóveis pode chegar a R$ 1,5 milhão.

Vale destacar que o atual teto para este tipo de financiamento é de R$ 950 mil para aqueles que desejam adquirir imóveis nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. Para quem deseja comprar imóveis em qualquer outro estado brasileiro, o teto é de R$ 800 mil.

A proposta aqui destacada foi discutida entre os Ministérios da Cidade e Planejamento, além da Caixa Econômica Federal e executivos de empresas ligadas ao setor da construção. Além disso, a medida já foi apresentada a responsáveis ligados ao Ministério da Fazenda. Um detalhe importante é que esse limite, se aprovado, seria de caráter temporário, segundo destacam pessoas ligadas ao governo.

Já houve um aumento do teto referente ao financiamento de imóveis através do FGTS recentemente, o que mostra o esforço do governo para trazer mais estabilidade para o setor da construção. A última mudança foi em novembro de 2016, quando o governo anunciou o aumento do teto de R$ 750 mil para R$ 950 mil.

A questão do tempo total que tal aumento seria válido é importante neste debate, haja vista esse ser o principal ponto para determinar a viabilidade do novo aumento. Por isso, o fato de esse aumento ser temporário é bastante importante para a medida. Portanto, o novo teto deverá ser mantido até que as despesas do FGTS cheguem a R$ 500 milhões.

Um dos grandes problemas do setor da construção está sendo o estoque. Por isso, os executivos defendem que o novo teto seja destinado apenas para a compra de imóveis novos e prontos. Segundo os executivos, essa medida seria essencial para as construtoras reduzirem o seu estoque.

Por Bruno Henrique


O aumento de inadimplências nos pagamentos de impostos, prestações, entre outras formas de financiamento, junto com a má condução da economia brasileira, tem feito com que a alternativa de leiloar os imóveis para quitação de dívidas seja a melhor.

No primeiro semestre 2016 no Rio de Janeiro, convidou-se todos os cidadãos que se encontravam com inadimplências em seus impostos e financiamentos para negociar suas dívidas, e caso o contribuinte não as negociasse o seu imóvel seria leiloado, para que a dívida fosse quitada.

O grande aumento de inadimplências nos pagamentos de impostos, prestações, entre outras formas de financiamento, juntamente com a má condução da economia brasileira, tem feito com que a alternativa de leiloar os imóveis para quitação de dívidas seja a melhor.

O processo de leiloar um imóvel começa quando o devedor não consegue quitar sua dívida com o credor. O credor entra com um mantado judicial pedindo penhora do imóvel, passando a ser novamente proprietário do imóvel.

Para que a dívida o seja regularizada e o órgão financiador não fique com o prejuízo total, este leiloa o imóvel e assim consegue o valor da dívida não quitada. O leilão passou então a ser a melhor alternativa de venda para quitação de inadimplências.

Devido grande aumento de imóveis com uma boa estrutura em leilões, tem feito com que muitos cidadãos deixem de comprar imóveis novos e financiados em longas prestações para comprarem imóveis usados com preços mais acessíveis e em boa qualidade.

Mesmo que o valor do imóvel saia em um preço muito inferior ao seu valor comercial, essa nova forma de venda e de compra tem ganhado muitos adeptos, e assim ganhando força ao longo do tempo. Os leilões não tem sido uma alternativa apenas apara imóveis com inadimplências, mas para empresários que também desejam estabilizar sua empresa, a tirando do estado de risco.

Devido isso os leilões pelos leiloeiros têm aumentado, fazendo com que o mercado desses cresça e ganhe força. Um exemplo de empresa que aderiu o leilão de imóveis para girar seu caixa foi a Eletrobrás, que devido à crise econômica se encontra com quedas em seu capitão de giro. Onde esta encontrou no leilão e nos leiloeiros a melhor alternativa para vender seus imóveis.

O comprador por sua vez, deve estar atendo com os leiloeiros e as empresas de leilões, para que realize a escolha certa na hora da compra do imóvel, observando o contrato desde sua porcentagem na venda, a documentação do imóvel e se este encontrasse ocupado, ou seja, procure sempre um leiloeiro de confiança e fique atento as negociações e aos imóveis comprados.

Por Jaqueline Melo


Confira aqui algumas dicas e cuidados a se tomar antes de efetuar a compra de um imóvel.

Para o brasileiro, casa própria é sinal de estabilidade. O maior sonho da grande maioria da população é, sem dúvida, sair do aluguel e ter o seu espaço. Mas qual é o real motivação dessa maioria? Adianto aqui que nem sempre adquirir um imóvel é a decisão mais sensata.

Quando falamos de comprar uma casa, vem duas coisas na cabeça: realização de um sonho (gerando sossego) e muito dinheiro. É certo que realizar uma transação deste patamar exige sim uma grande quantidade de dinheiro, mas a conclusão de que comprar uma casa trará sossego é um tanto quanto errônea. Especialistas em investimentos garantem que imóveis nem sempre se valorizam. Isso depende da localização e do imóvel. Muitas pessoas, acompanhando o boom imobiliário da última década, se empolgam na idéia de que o imóvel sempre valoriza, quando isso não é verdade. 

Outra coisa que também não é um sinal de bom negócio é comprar na planta. Especialistas afirmam que esse é o terceiro motivo relevante que levam pessoas a comprarem imóveis. Neste caso, vale lembrar que pode ocorrer alavancagem, além de que pode haver algum problema com a construtora, de modo que o imóvel seja entregue depois do prazo ou pior: que nem seja entregue.

Buscar valorização rápida também não é uma boa idéia, pois as condições do imóvel e do mercado podem ser instáveis, levando exatamente ao contrário do que se busca.

Pensar que "é melhor que pagar aluguel" também é uma máxima falsa. Dependendo das condições de sua mobilidade, isto é, onde trabalha, estuda, que rotas usa, entre outros fatores, comprar um imóvel pode ser muito mais financeiramente prejudicial do que analisar uma boa proposta de aluguel.

Vale a pena comentar que é muito comum que pessoas comprem casas na praia e no campo, levadas pela beleza do entorno e idéia de tranquilidade. É importante relembrar que a compra de um imóvel envolve muito dinheiro, sendo às vezes o projeto de uma vida inteira e que férias acontece uma vez ao ano. Não é sensato comprar uma casa de veraneio por impulso ou encantamento, já que muito provavelmente você vá desfrutar dessa compra poucas vezes, enquanto a casa exige manutenção e gastos constantes.

Mas calma, é possível sim realizar seu sonho da casa própria de forma a minimizar as chances de prejuízo é dor de cabeça: procure um especialista para te auxiliar e orientar da melhor forma, de acordo com as suas condições e pretensões.


Saiba como funciona todos os passos do Programa Minha Casa Minha Vida.

O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado pelo Governo Federal, e é um programa social habitacional, realizado em conjunto com prefeituras e governos estaduais. Esse projeto tem o objetivo de gerar moradia de qualidade e preço baixo às famílias de baixa renda.

Os recursos que financiam o projeto vêm do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), através da Caixa Econômica Federal, e já ajudaram milhões de brasileiros a alcançar a sonhada casa própria. Os imóveis são planejados e construídos para atender às necessidades das famílias mais carentes, cuja renda familiar é de zero a três salários. O financiamento é de até 96% do total da moradia, que é vendida sem a necessidade de arrendamento prévio.

O programa é regido por duas etapas. Na etapa inicial, as famílias devem possuir renda bruta mensal de, no máximo, R$ 1.800,00 (são as preferenciais). A segunda etapa é voltada para famílias que possuem renda de R$ 1.801,00 até R$ 6.500,00. Para concorrer, o interessado precisa estar registrado no Cadastro Único e no programa habitacional.

O cadastro no programa deve ser realizado no órgão responsável, seja na secretaria de habitação ou instituições sociais. Algumas cidades disponibilizam o cadastro pelo site da prefeitura. Para se inscrever, o interessado também pode comparecer a uma agência da Caixa Econômica, e verificar se o programa está disponível na sua região.

Os contemplados pelo programa Minha Casa Minha Vida recebem uma carta-convite. Nesse documento o morador é convidado a uma reunião, onde serão explicados detalhes como valores, prazo para atualizar a documentação e assinatura de contratos. Caso não compareça à reunião, ou não providencie os documentos na data estabelecida, o sorteado perde o direito a essa moradia, e outra família fica com a vaga. Logo que recebe o imóvel, a família já começa a pagar uma taxa mínima de R$ 50,00.

É importante se atentar às datas do sorteio, e se manter atualizado sobre possíveis mudanças. A lista com o nome dos comtemplados é disponibilizada nas entidades responsáveis pelas habitações, e também na televisão e no site da prefeitura. Sempre atualize seus dados cadastrais e mantenha as documentações em dia para não ser pego de surpresa caso você seja sorteado.

Por Fábio Santos


Crise financeira aumenta a procura pelo consórcio imobiliário no Brasil.

Devido a crise econômica que se instalou no Brasil desde o ano passado, a população está cada vez mais preocupada com o orçamento, pagamento de dívidas e destino de seu dinheiro. Com isso, ficou mais difícil de adquirir a tão sonhada casa própria, pois a maioria não quer se endividar com financiamentos, devido aos juros possuírem taxas bastante elevadas para o bolso dos brasileiros. A opção para quem não possui condições para comprar um imóvel à vista e não pode pagar os juros de um financiamento, são os consórcios. Este tipo de negociação não se limita à imóveis, também pode ser feito para comprar automóveis, reformas, celulares e uma infinidade de produtos.

Como já era esperado pelos economistas, o consórcio imobiliário está crescendo consideravelmente este ano e a estimativa é aumentar até o final do ano, tendo em vista os dados de 2015. No ano passado, 41,5% de contratos foram assinadas a mais do que em 2014, a vantagem em relação ao financiamento é que no consórcio não são cobrados juros, porém, o cliente não tem prazo para receber o imóvel. Em 2016, o Sistema de Consórcios contabilizou 6,43 milhões de consorciados que estão ativos em relação ao ano de 2014, o crescimento foi de 8,6% e apenas no primeiro semestre deste ano já aumentaram cerca de 27%.

Para quem faz o contrato, somente é cobrado o valor da parcela mensal, incluindo a taxa de administração e o fundo de reserva. O prazo de pagamento é negociado com a administradora, no entanto, quanto maior tempo de pagamento das parcelas, maior o será o tempo em que estará pagando pelas taxas e irá demorar mais para ser contemplado. Ser contemplado é um exercício de paciência para quem decide fazer o consórcio, pois precisa contar com a sorte de ser sorteado o quanto antes para receber seu imóvel, enquanto não for sorteado continuará pagando sem recebê-lo.

Por isso, é importante fazer um planejamento de seu orçamento antes de fechar negócio, para que tenha condições de pagar o consórcio e não acabe se endividando ainda mais. Outro ponto importante é pesquisar as empresas para fazer o consórcio, para não perder seu investimento. É possível verificar no site do Banco Central se a administradora é de confiança e se atendeu as expectativas de clientes anteriores.

Fabiana da Rosa.


Confira aqui quais são os bairros mais caros e baratos para se morar no Rio de Janeiro.

Os preços do aluguel de imóveis no Rio de Janeiro, como nos demais estados do país, vem sofrendo interferência direta da atual crise econômica brasileira.

No entanto, nos primeiros seis meses de 2016, o que houve foi uma queda significativa nos preços, chegando a 3,59% em média.

Segundo especialistas, essa é uma boa oportunidade para alugar imóveis no Rio de Janeiro, porém, jamais esquecendo da velha tática da pechincha, que vai bem mesmo em momentos de crise.

Abaixo segue uma lista com os bairros com aluguéis mais caros e mais baratos do Rio de Janeiro, levando em consideração a sua média anual (para imóveis com até 2 quartos).

CAROS

– Humaitá: Com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, está localizado numa região nobre da Zona Sul da cidade. Famosa por ainda abrigar casas e prédios do período colonial brasileiro, esse ano o preço do aluguel no bairro sofreu uma queda de 4,2%, apresentando uma média de preços em torno de R$ 5.593,00.

– Ipanema: Localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, é considerado um bairro nobre, uma referência do surfe nacional e é onde está localizado o Posto Nove, a chamada "Praia das Celebridades". Seus aluguéis custam em média R$ 4.084,00. Uma queda de 3,9%.

– Leblon: Também um bairros com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, é conhecido como o “bairro das elites culturais”, sendo o que costuma ter a maior variação de preços dos seus aluguéis, cuja média não ultrapassa os R$ 4.082,00. Queda esse ano de 6,8%.

– Lagoa: Às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, está esse bairro, um dos mais saudáveis para se viver, com um dos 5 melhores IDHs da cidade do Rio de Janeiro. O aluguel de um imóvel na Lagoa custa em média R$ 3.208,00.

– Jardim Botânico: Um dos bairros mais novos da cidade do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Sul da cidade e é considerado um bairro nobre. Graças ao verde que se espalha em seu entorno, possui uma das temperaturas mais agradáveis da cidade. Apresentando uma queda de cerca de 4,4% no preço dos seus aluguéis, oferece imóveis em média a R$ 3.204,00.

BARATOS

– Méier: O bairro do Méier está localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro e é hoje considerado um bairro residencial gastronômico e com importante comércio e centros de lazer. É um bairro de classe média, cujo metro quadrado não ultrapassa os R$ 21,00, podendo ser encontrados imóveis em média a R$ 890,00.

– Realengo: Com um dos aluguéis mais baratos do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Oeste da cidade, caracterizando-se pelas altas temperaturas durante o dia e baixas temperaturas à noite. Possui o 89º IDH da cidade, cerca de 180.000 habitantes e aluguéis a R$ 720 reais (em média).

– Coelho Neto: Bairro de classe média da Zona Sul do Rio de Janeiro, também possui um dos aluguéis mais baratos da cidade. É considerado um bairro residencial, tranquilo, bem servido de transporte e infraestrutura, além de ser cortado pela importante Avenida Brasil. Seus aluguéis giram em torno de R$ 760,00.

– Ilha do Governador: Compreendendo cerca de 14 bairros da cidade do Rio de Janeiro, está inserida na Baía de Guanabara (Zona Norte), possuindo por isso um dos climas mais amenos do Rio. Seu metro quadrado está em torno de R$ 24,33, possui cerca de 200 mil habitantes, uma mistura de comércio popular e sofisticado, além de preço dos aluguéis em torno de R$ 710,00.

Vivaldo Pereira da Silva


A Caixa fez mudanças no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria anteriormente.

Apesar das controvérsias, a partir do dia 25/07/2016, algumas mudanças no setor imobiliário serão implantadas pela Caixa Econômica Federal, no que diz respeito ao financiamento da casa própria.

A Caixa fará uma mudança no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria até aqui.

De acordo com alguns especialistas, essa atitude teria como finalidade oxigenar a economia e principalmente o setor imobiliário, já que há um grande potencial de compra de imóveis nesse segmento, até então desprezado por motivos técnicos e políticos.

Dados revelam o flagrante enfraquecimento do setor imobiliário brasileiro, que diminuiu em cerca de 54% o número de lançamentos de imóveis e cerca de 18% o número total de vendas no último ano.

E com a queda nas exportações, e com a renda média do brasileiro 4,6% menor (cerca de R$ 2.405), a solução seria apostar em segmentos mais propensos a investir em imóveis caros.

Os números da mudança no setor imobiliário:

Nessa nova política para o setor imobiliário, o percentual de financiamento pelo SFI, para a compra de imóveis usados passaria dos atuais 60% para 70% do valor dos imóveis.

Já para a compra de imóveis e terrenos novos, bem como construção em terreno do próprio financiador, o percentual de financiamento passaria dos atuais 70% para 80% de imóveis acima de R$ 750 mil.

Com essa mudança no financiamento de imóveis, o interessado só precisaria arcar integralmente com 20% ou 30% do valor do imóvel, enquanto a Caixa se incumbiria de financiar os outros 70% a 80% restantes.

Para o Vice-Presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal, Eduardo Aroeira, “as mudanças vêm em boa hora, já que as expectativas e o otimismo das pessoas têm melhorado”.

Para o Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, “o humor está começando a mudar”. “Mais visitas aos plantões e empresários menos pessimistas”.

A Controvérsia:

Mas para uma outra corrente de pensamento, essa atitude visa agraciar certas categorias historicamente privilegiadas, mesmo apesar do possível aquecimento da economia e da construção civil, especificamente; além da produção de equipamentos para o setor.

Para a ex-ministra do planejamento Miriam Belchior (ex-presidente da Caixa Econômica Federal), essa articulação da Caixa traria transtornos par ao setor do projeto Minha Casa Minha Vida, em sua Faixa 1, já que esses recursos estariam sendo repassados, segundo ela, para imóveis altamente valorizados.

Até o momento, já são cerca de R$ 16 bilhões de reais injetados na Caixa Econômica Federal pelo conselho curador do FGTS, devido à queda de recursos da poupança, que garantiriam esses financiamentos e uma oxigenação na economia.

Polêmicas à parte, o que os técnicos da Caixa Econômica Federal dizem é que essa mudança no financiamento de imóveis, trata-se de um esforço para aquecer o setor imobiliário, ao encontrar no segmento dos empreendimentos caros, que reclamavam de um melhor sistema de financiamento, uma grande oportunidade de retomada do crescimento da economia.

Por Vivaldo Pereira da Silva


Confira aqui quais são os Bairros de São Paulo mais caros e baratos para se comprar um imóvel.

Com a crise econômica instalada no país, a variação dos preços dos imóveis na cidade de São Paulo em 2016 chegou, em muitos casos, a quase 7%.

Além disso, esse cenário provocou, em 2015, uma queda de 24% no lançamento de novos empreendimentos, queda de 6,9% no número de vendas de imóveis e queda de 20% das vendas totais.

O resultado disso é uma espécie de gangorra, com imóveis valorizando-se e desvalorizando-se em um cenário de agitação do mercado imobiliário.

Segue, abaixo, uma lista com os bairros mais caros e mais baratos para comprar imóveis em SP, levando em consideração basicamente a infraestrutura e o preço do m2 do local.

Os mais caros:

 

1) Vila Nova Conceição

Novamente o m2 mais caro de São Paulo (R$ 16.125,00) está localizado na Zona Sul da cidade e caracteriza-se pelos imóveis milionários, praças extremamente conservadas e infraestrutura privilegiada.

2) Itaim

Um dos bairros mais caros da cidade (Zona Sul), é considerado aquele que mais abriga influências do mundo inteiro. Com o m2 avaliado em R$ 12.532,00, é um verdadeiro centro gastronômico de negócios e de lazer.

3) Vila Olímpia

Com ruas calmas e grandes espaços, abriga escritórios de empresas como: Google, Facebook, Alpargatas, entre outros. Por isso mesmo é considerado um dos principais pólos financeiros da cidade de São Paulo, com o m2 avaliado em R$ 11.557,00.

4) Pinheiros

Um dos primeiros bairros da cidade de São Paulo, hoje abriga uma agitada vida noturna, imponente centro financeiro, bares, shoppings; que curiosamente convivem com ruas antigas, imóveis do séc. XVI e jardins bastante arborizados. Preço do m2: R$ 11.304,00

5) Pacaembu

O seu m2, avaliado em R$ 10.365 reais esse ano, teve uma variação de 6,7%. Localizado na Zona Oeste, hoje é um dos bairros mais caros da cidade e um dos mais importantes pólos culturais; além de ser famoso pelo desenho moderno e bastante original.

Os mais baratos

1) Tiradentes

O bairro de Tiradentes (Zona Leste) é considerado uma das maiores reuniões de conjuntos habitacionais do mundo. São cerca de 41 mil imóveis espalhados por um complexo que caracteriza-se pela ausência de indústria e comércio relevante.

2) Itaim Paulista

Uma espécie de subprefeitura da cidade de São Paulo, é conhecida por ser reduto de uma grande comunidade de nordestinos. Localizada no extremo Leste da cidade, possui uma infraestrutura mediana, por isso é um dos bairros mais baratos da cidade.

3) Grajaú

Com um dos maiores índices de crescimento da cidade de São Paulo, é também um dos mais carentes de atenção dos poderes públicos.

É o mais importante bairro do distrito do Grajaú, com quase 500 mil habitantes.

4) Conjunto Habitacional José Bonifácio

Localizado na Zona Leste da cidade de São Paulo, é uma antiga colônia japonesa (anos 20), que caracteriza-se por ser um dos bairros mais baratos da cidade. É um conjunto de imóveis habitados por uma comunidade de trabalhadores e com razoável infraestrutura.

5) Guaianases

Uma antiga aldeia indígena, hoje é uma comunidade de trabalhadores que vê-se às voltas com o descaso dos órgãos públicos.

Já foi conhecido como um bairro de “parada”, devido à simplicidade dos seus imóveis, ausência de um comércio satisfatóro e atividade industrial.


Mesmo com a crise pela qual o Brasil está passando, é possível comprar um imóvel, porém é preciso muito planejamento e organização financeira.

Segundo os dados da Associação Brasileira de das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) o crédito para financiamento teve um recuo de 33% no ano passado, e a previsão não é nada favorável: estima-se que este ano deve cair mais 20%. Apesar do cenário negativo, é possível comprar um imóvel diante da crise por meio de planejamento e organização financeira.

Que tal conferir algumas dicas?

Junte o máximo de dinheiro possível para dar a entrada da casa nova. O ideal é que seja 50% acima do valor. Além disso, quanto menor o tempo (prazo) de financiamento, menor é a quantidade de juros. Antes de fechar o negócio, organize todos os dados e escreva tudo no papel: as prestações, os juros, o valor real, entre outros. Tenha cuidado com a dívida a longo prazo e os riscos, e não comprometa mais do que 30% da renda com a prestação do financiamento.

Você está pensando em mudar ou aumentar a família? Nestas hipóteses, o melhor é alugar um imóvel e deixar a compra para depois. O mercado está atravessando um período difícil, em que os riscos de desemprego estão altos.

Geralmente, os pagamentos à vista têm desconto, e podem chegar à média de 20%. Além disso, não deixe de visitar os saldões das construtoras, porque muitas pessoas podem ter devolvido o imóvel, pois não conseguem o financiamento ou pagaram mais caro que o valor atual. Desta forma, foque em economizar, juntar dinheiro e tentar fazer uma boa negociação, para conseguir um valor justo e dentro do seu orçamento.

Outra dica para comprar imóvel nesta crise, é alugar uma casa em um local estratégico e mais barato. Desta forma, é possível sobrar um pouco de dinheiro, que pode ser útil para adquirir a casa dos sonhos.

Foque em dar um passo de cada vez: compre um imóvel menor, e depois os dos sonhos. Viva dentro da sua realidade financeira e não gaste mais do que ganha. É mais simples formar o patrimônio que deseja aos poucos e com foco em cada passo.

Uma das principais maneiras de juntar dinheiro é investir na renda fixa ou em uma aplicação que tenha poucos riscos. Além destas dicas, não deixe de conferir a documentação do imóvel, o crédito, o financiamento e as taxas do mercado. 

Por Babi


Queda de preços dos imóveis atinge a marca de 6,55% neste ano, sendo um ótimo investimento para aqueles que têm dinheiro.

Atualmente, é crescente o número de imóveis que estão para vender e alugar em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo.

Em bairros nobres, como, por exemplo, o Morumbi, o número de imóveis voltados para a venda é crescente. Há um ano atrás, mesmo com uma quantidade boa de imóveis à venda, o preço estava lá em cima, acompanhando a chamada bolha imobiliária. Essa bolha é composta da alta valorização dos imóveis, e ocorre em praticamente toda a cidade, principalmente em áreas próximas de construções como metrôs, como é o caso na cidade de São Paulo. 

Porém, com a crise presente, um dos mercados que foram mais afetados neste ano foi o dos imóveis. A queda dos preços e a baixa procura para realizar vendas, principalmente de construções novas, como prédios e condomínios, vêm preocupando os construtores. Mas isso é uma via de mão dupla, claro, pois, com a bolha imobiliária, o valor dos imóveis subiu de uma forma absurda em pouquíssimo tempo, a valorização dos imóveis de 2008 até 2014 foi cerca de 25%, e dependendo do bairro esse reajuste era ainda maior! 

Agora, a diminuição do preço dos imóveis é aparente e num âmbito geral atinge a marca de 6,55%. Em bairros como o Ibirapuera (que chegou a ser um dos bairros mais caros para se morar na capital paulista), a queda chegou a ser de 0,7%, deixando o metro quadrado avaliado em R$ 12.018 neste ano.

A desvalorização ou queda no preço dos imóveis é a primeira desde 2008 e acaba sendo uma boa oportunidade para aqueles que têm dinheiro e querem investir, principalmente na hora de comprar um imóvel novo: devido à pouca procura de lançamentos imobiliários, para não sair no prejuízo, algumas construtoras estão vendendo o apartamentos por até R$ 20 mil mais barato do que o preço anterior. A alta desistência e quebra dos contratos de compra e financiamento também estão favorecendo essas condições para aqueles que querem investir, seja para alugar o futuro imóvel ou para comprar sua casa própria. A única coisa ruim é que, em compensação, pegar empréstimos bancários por esses tempos está meio complicado. E parece que vai continuar assim.

Alguns economistas indicam que, por exemplo, no mercado imobiliário o preço volte a ser o mesmo de 2008, quando a bolha imobiliária começou a surgir, sendo uma oportunidade ótima para aqueles que têm dinheiro, fazendo um bom investimento. 

A situação dos imóveis no Brasil, nesse momento, encontra-se similar àquela da crise de 2008 nos Estados Unidos, onde de uma forma geral, a bolha imobiliária estourou, trazendo assim, a queda do preço dos imóveis.

Por Mariana Oliveira

Imóveis


No mês de setembro ocorreu uma pequena queda nos preços dos imóveis nas principais cidades brasileiras, atingindo o índice de -0,12%.

O FipeZap, um índice que faz o acompanhamento dos preços referentes às vendas de imóveis em  20 das principais cidades do país, registrou em setembro uma pequena queda no valor dos imóveis, chegando a uma porcentagem de -0,12%.

A queda registrada no preço do imóvel foi pequena entre os meses de agosto e setembro, mas reflete perfeitamente o atual momento do país, onde as pessoas querem comprar a casa própria, porém preferem esperar um pouco mais para verem se a situação vai melhorar e com menos compradores, a tendência é que o preço sempre caia.

Esta já é a segunda queda consecutiva apontada pelo Índice FipeZap. A queda nos preços dos imóveis foi apontada em 8 cidades, de um total de 20 que são pesquisadas, sendo elas: Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Goiânia, Niterói, Florianópolis e Contagem.

Mesmo com as quedas dos preços nos imóveis destes municípios, o FipeZap registrou um aumento no acumulado dos 9 primeiros meses deste ano, chegando a 1,38%. Neste mesmo período, que vai de janeiro a setembro de 2015, o IPCA estava esperando uma inflação de 7,58% e desta forma o valor médio do m² teve uma queda de real em torno de -5,75% este ano até o último mês de setembro.

Pelo Índice FipeZap todos os municípios que fazem parte da pesquisa, apresentaram uma variação menor que a inflação registrada até setembro, a não ser a cidade de Florianópolis. E as cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Niterói e Curitiba chegaram a registrar uma queda no mesmo período.

Levando-se em consideração o acumulado dos últimos 12 meses, período que vai de setembro de 2014 a setembro deste ano, o Índice apontou uma variação de 2,63% enquanto que o IPCA esperava uma inflação de 9,43% para este mesmo período. Neste caso, o valor dos imóveis teve uma queda real, chegando a 6,21% neste período.

Foi a nona vez seguida que a variação do FipeZap ficou abaixo da inflação quando se faz este tipo de comparação.
Para os próximos meses a situação tende a seguir em queda acentuada, já que a crise no país continua, com forte inflação, desemprego, juros altos e tudo isso vai dificultar ao brasileiro conseguir comprar seu imóvel, o que resultará nesta tendência, de queda dos preços de imóveis na maioria das cidades brasileiras.

Por Russel

Preço dos imóveis


Valor de R$ 8,1 bilhões vindo do lucro do FGTS será destinado ao programa Minha Casa Minha Vida. R$ 3,3 bilhões serão aplicados em 2015 e R$ 4,8 bilhões em 2016.

Com forte pressão política para a redução de custos por conta de déficit no orçamento para 2016, Miguel Rossetto, Ministro do Trabalho e da Previdência Social, anunciou nesta terça-feira que serão destinados R$ 8,1 bilhões do lucro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o programa social Minha Casa Minha Vida.

A decisão foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS, em reunião realizada em Brasília. Desta forma, a população de baixa renda que se enquadra na faixa 1 do programa, e que é contemplado com o subsídio de 95%  do valor do imóvel, será beneficiada.

Conforme explicado por Miguel Rossetto, R$ 3,3 bilhões serão aplicados em 2015 e R$ 4,8 bilhões no ano que vem. Os recursos serão aplicados a fundo perdido e, desta forma, não retornarão aos cofres do FGTS.

Como o Conselho Curador é soberano na decisão, o Governo não precisou do apoio do Congresso Nacional para a liberação da quantia. A forma encontrada para financiar o programa social é interpretada como uma vitória de Dilma, uma vez que o não será mais necessária a utilização de verbas do orçamento geral.

Na coletiva de imprensa realizada para comunicar as novidades, o ministro Miguel Rossetto foi indagado sobre a utilização de verba pública para programa governamental possivelmente "eleitoreiro". O Ministro respondeu afirmando que a medida amplia o acesso à moradia, gera empregos e dinamiza a economia.

O Governo Dilma vive um momento extremamente delicado e necessita do apoio do Congresso para aprovação dos projetos para melhorar a economia. Após a reforma ministerial, houve uma expectativa de que a Câmara passasse a ter olhos mais simpáticos à Dilma por conta dos favorecimentos dados ao PMDB, a maioria. Entretanto, na última terça-feira a votação dos vetos presidenciais teve de ser adiada por falta de quórum, o que é considerada uma derrota para os governistas.

Por Julio Abreu

FGTS no MCMV


Novas medidas adotadas pelo Governo encarecem o financiamento para pessoas de baixa renda e os inadimplentes podem perder seus imóveis caso não paguem suas parcelas.

O programa social de moradias do Governo Federal, Minha Casa Minha Vida, tem passado por algumas mudanças durante esse momento em que o Governo anunciou medidas provisórias por conta da crise econômica. Essas medidas criaram uma nova faixa de beneficiários, o que causará o encarecimento do financiamento para pessoas de baixa renda.

Paralelo a isso, o programa tem um outro tipo de problema: a inadimplência. Esse problema é enfrentado na chamada faixa 1, que é aquela na qual o Governo dá subsídios para que se tenha uma parcela mais baixa – esse subsídio já passa dos 20%.

De acordo com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, os inadimplentes do programa poderão perder seus imóveis caso não paguem suas parcelas do financiamento. Essa declaração foi dada na última terça-feira (22), após uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, a Caixa tem o seu plano de ação, para fazer as cobranças e evitar que aumente a inadimplência, mas que apesar disso, deixará bem claro aos moradores que providências serão adotadas, inclusive a perda do imóvel.

A posição da Caixa Econômica Federal:

De acordo com o site da Folha, anterior à declaração dada por Kassab, a Caixa Econômica Federal informou na segunda-feira (21) que os procedimentos de cobrança estavam sem alterações, assim como a retomada de imóveis para  a faixa 1 do programa. Explicou ainda que é procedimento padrão explicar aos clientes sobre a perda do imóvel em caso de não pagamento do seu financiamento.

Há como garantir a posse do imóvel:

O vice-presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) disse que há como acionar a justiça para tentar garantir a posse do imóvel, apesar da medida ser legal, pois se trata de uma execução extrajudicial, não passando pelo crivo do poder Judiciário, portanto, é possível fazer o pedido de anulação do procedimento na Justiça. Ele salienta que não é uma tarefa fácil e que cada caso deve ser analisado de forma isolada. E aponta que o melhor é o dono do imóvel não deixar chegar a esse ponto. 

Por Elia Macedo

Minha Casa Minha Vida


São Paulo Home Show será realizado nos dias 26 e 27 de setembro e irá ofertar imóveis usados e seminovos com desconto real em cima do valor da avaliação do imóvel.

A RE/MAX, empresa do ramo imobiliário, realizará o São Paulo Home Show, evento que possui o objetivo de ofertar imóveis usados e seminovos com desconto real em cima do valor da avaliação do imóvel.

O intuito da RE/MAX é criar um cenário repleto de oportunidades que sejam realmente viáveis para os visitantes.

O objetivo da empresa é realizar o evento em outros estados do Brasil, São Paulo seria o pontapé inicial.

Dentre os serviços oferecidos será possível encontrar: Financiamentos, Assessoria Jurídica, Palestras, Serviços de Cartório além de Atendimento Personalizado para os visitantes.

Vale lembrar que todos os imóveis estarão abertos para visitas nos dias de realização do evento.

Dentre as centenas de oportunidades que serão oferecidas encontram-se casas e apartamentos. Um dos exemplos de venda será um apartamento localizado no bairro de Santo Amaro que possui 2 vagas na garagem, de  R$ 1.350.000,00 por R$ 1.090.000,00, o  desconto oferecido nesse caso é de 260 mil reais, há também um apartamento no bairro do Panamby com desconto de 300 mil reais.

O evento acontecerá no último final de semana do mês de setembro, no Centro Empresarial RE/MAX, dias 26 e 27 das 10h às 20h. O endereço do evento será na R. Estados Unidos, nº 1.725, no bairro Jd. América.

Para realizar a inscrição acesse www.remaxhomeshow.com.br ou entre em contato através do telefone (11) 3053-9900 para mais informações.

A RE/MAX International, conhecida por alguns de seus slogans como “O Céu é o limite" conta com quase 100 mil corretores que atuam em quase 100 países através de aproximadamente 7.000 agências.

A RE/MAX Brasil disponibiliza para todos seus franqueados a Universidade RE/MAX que oferece através de um centro de formação e aperfeiçoamento oferece ampliação do aprendizado e diretrizes de mercado por meio de estratégias educacionais, tecnológicas e que abrangem também a comunicação.

Por Beatriz 


Algumas das mudanças foram a criação de uma nova faixa para atender famílias com rendas mais baixas e o aumento da renda de quem pode participar do programa, agora tendo o limite de R$ 6.500,00.

O ministro Nelson Barbosa, do Planejamento, informou na última quinta-feira (11) que o programa Minha Casa, Minha Vida sofrerá algumas mudanças. Uma delas é a criação de uma nova faixa para atender famílias com rendas mais baixas, entre R$ 1.800,00 e R$ 2.350,00, com juros de 5% ao ano. Famílias que têm uma renda maior e que se encaixam nas regras do programa terão taxas de juros maiores que as atuais, conforme também anunciado.

Outra mudança com relação à faixa de renda: só poderia participar do programa quem tinha renda até R$ 5.000,00 e agora será permitida a participação de quem tem uma renda maior, com limite em R$ 6.500,00.

Não há ainda um cronograma pronto para 2016, pois segundo falou o ministro Nelson Barbosa, é preciso esperar a aprovação do Orçamento Geral da União para 2016 feito pelo congresso. A justifica para as mudanças é, de acordo com o ministro, que o programa deve se adequar e ajustar à atual realidade econômica do país. De acordo com Barbosa, o Governo deve continuar com o Minha Casa, Minha Vida, apresentando as condições da fase 3, cujas metas ainda não foram apresentadas,  pois o Congresso ainda tem que aprovar o Orçamento. Há a previsão de recursos, mas a nova fase do programa começará de forma mais lenta, acompanhando o cenário fiscal que se apresenta para o próximo ano.

Os dados sobre a terceira fase do programa foram apresentados aos movimentos sociais e aos empresários da construção civil, pelo ministro Nelson Barbosa, pela presidente Dilma Rousseff e por Gilberto Kassab, ministro das Cidades. Logo após, Barbosa deu entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Orçamento previsto para 2016:

Estão previstos R$ 15 bilhões para o programa no próximo ano. Parte disso será utilizada para finalizar algumas obras que estão em andamento.  Na segunda fase, foram direcionados R$ 125,7 bilhões e ainda há 1,4 milhão de moradias a serem entregues.

Por Elia Macedo

Minha Casa, Minha Vida


Em julho foram registradas 2.588 vendas de unidades em São Paulo, queda de quase 60%.

A venda de imóveis residenciais no estado de São Paulo no mês de julho teve uma queda de quase 60%.  No mês de julho foram registradas 2.588 vendas de unidades, número que recuou para 1.042 no mês de agosto. Os números são de uma pesquisa realizada pelo Sindicado da Habitação do estado de São Paulo (Secovi-SP).

Mas o número de vendas do mês de julho, quando comparado com o mesmo período do ano passado, teve um aumento de 41,6% das vendas. A explicação é que o evento da Copa do Mundo afetou de certa forma negativamente o mercado imobiliário no país no ano de 2014.

Os lançamentos também tiveram queda. Os dados são da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). No mês de julho, o número de unidades residenciais lançadas foi de 825, o que representou uma queda de 59,5% em relação ao mês de junho e de 26,9% se relacionado com o mês de julho do ano anterior.

Segundo a Secovi, os lançamentos do mês de julhos deste ano tiveram o menor número registrado, desde o ano de 2005.

Dos imóveis vendidos registrados, 49,3% tinham dois quartos. Eram 514 unidades, com valor médio de venda de R$ 358 mil. O valor era bem próximo ao registrado no mês anterior (em junho, o valor era de R$ 350 mil por unidade). Já os imóveis com apenas um quarto, representaram uma porcentagem de 31,9% do total de vendas, (332 vendidas). O terceiro lugar ficou com os imóveis de três quartos, representando 16,2% do total de vendas (169 vendidos). Por último, apareceram os imóveis com quatro ou mais quartos, que representavam 2,6% do total de vendas (somente 27 unidades vendidas).

Claudio Bernardes, presidente do sindicato afirma que percebe-se uma tendência dos empresários para se ajustar as atuais regras, utilizando criatividade, mesmo diante das incertezas econômicas. Para ele, no entanto, não é preciso somente viabilizar a venda de imóveis para quem procura moradia, é preciso também oferecer boas condições de financiamento residencial, com melhores taxas de juros e condições adequadas a cada cliente.

Por Patrícia Generoso

Venda de imóveis


Queda foi a primeira registrada desde o ano de 2008.

Em agosto, os valores para compras de imóveis registram baixa de 0,1%, segundo reportagem do jornal “O Globo”. A reportagem destaca que se trata da primeira queda registrada desde o ano de 2008.

A reportagem ainda destaca que a cidade do Rio de Janeiro teve recuo registrado nos últimos meses do ano, contudo a cidade ainda mantém os imóveis mais caros do país, em segundo lugar está São Paulo. De acordo com a matéria do “O Globo”, o metro quadrado em território carioca custa cerca de R$ 10.593 em áreas nobres, como a zona sul.

Mercado imobiliário em SP:

Pesquisa realizada pelo Secovi- SP e divulgada no mês de agosto, no site da entidade, destaca aumento de vendas de imóveis em São Paulo, nos meses anteriores a agosto e setembro. Foram cerca de 2.588 unidades vendidas na capital paulista.

Isso significa uma alta de 20,4% nas comercializações, em relação às vendas de 2014, nos primeiros meses. Lembrando que em junho de 2015, São Paulo teve 27.448 imóveis disponíveis para a comercialização.

Minha Casa, Minha Vida 3:

Recentemente, o ministro das Cidades,Gilberto Kassab, anunciou que o Governo Federal vai implantar a fase 3 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo informações publicadas na página da Secovi, o anúncio oficial deve ocorrer nesta semana, provavelmente, a partir do dia 10 de setembro.

Contudo, reportagem do “Diário de Pernambuco” menciona que o anúncio deve ser adiado, com base em informações de bastidores de setores da construção civil. A reportagem cita a possibilidade de que o governo não tenha conseguido estabelecer as novas regras e “parâmetros” para o programa, dentro do prazo estipulado. O portal “R7” também publicou reportagem em que destaca o adiamento do anúncio da nova fase do programa. Embora, a presidente Dilma tenha confirmado pelo Twitter que o lançamento seria dia 10 de setembro, especula-se nos bastidores, de acordo com a reportagem, que o governo terá de adiar o início dessa nova fase, pois há muitas “indefinições quanto ao orçamento” para o ano que vem.

Por Letícia Veloso

Preço dos imóveis


Valores do aluguel residencial ficaram mais baixos em julho deste ano. Queda em São Paulo foi de 1,8%.

O setor imobiliário sente cada vez mais os efeitos do cenário econômico que o país vem passando. Dessa vez são os valores referentes ao aluguel residencial, o qual ficou mais barato no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado. Os valores para locação de imóveis, em São Paulo, recuaram 1,8% em relação a julho de 2014. Neste mesmo período, a inflação acumulou alta de 6,97%, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Os imóveis de três quartos foram os que tiveram a maior redução, de 1,4% no mês de julho em relação a junho. Em seguida estão os imóveis de dois dormitórios, cuja redução chegou a 1,1% e de um dormitório, a baixa foi de 0,6%. Pode parecer pouco, mas já representa uma vitória para quem precisa alugar um imóvel. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi).

A variação entre o preço cobrado pelo aluguel e a inflação tende a aumentar, caso a inflação continue subindo. O cenário permite aos inquilinos negociarem descontos e redução de valores junto aos senhorios, tendo em vista a maior oferta de imóveis e diminuição dos valores cobrados.

Os preços dos alugueis têm a tendência de se ajustarem mais depressa do que o preço de venda dos imóveis, uma vez que é mais fácil negociar com o proprietário. Em comparação ao preço do aluguel, os imóveis para a venda tiveram uma queda em ritmo menos acelerado, contudo, também é observada uma redução no preço desse tipo de imóvel.

Outro motivo para a redução diz respeito ao aumento que ocorreu no preço dos alugueis nos últimos anos, principalmente na Copa do Mundo. É natural que sejam feitos ajustes nos valores para que haja um certo equilíbrio. O mercado de trabalho enfrenta dificuldades e o desemprego sobe. Os salários reais e o poder de compra do brasileiro têm diminuído, favorecendo a queda nos preços. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Aluguel residencial


Queda registrada foi de 16%, com somente 14,6 mil unidades lançadas.

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) juntamente com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) fizeram a divulgação de um estudo nesta última quarta-feira, dia 19 de agosto, em que segundo as estatísticas obtidas ficou constatado que os lançamentos de imóveis no País tiveram uma redução de 16% com relação à comparação feita com os dados obtidos no mesmo período do ano passado.

O trimestre considerado nessa pesquisa foi entre os meses de abril a junho, sendo que ao ser analisado o deste ano foi constatado que somente 14,6 mil unidades foram lançadas neste período. No entanto, quando os dois órgãos fizeram a comparação relativa à média de um trimestre considerando os meses março, abril e maio deste ano, foi verificada uma alta de significativos 20%.

Já no segundo trimestre deste ano, os dados revelaram que as unidades comercializadas, em âmbito nacional, somaram apenas 25,7 mil, valor este que representa uma queda de 17% tomando como referência a comparação dos números mensurados no ano passado, sendo que com relação aos três meses até o mês de maio, a redução mensurada foi de 5%.

Este estudo também conseguiu demonstrar que no período compreendido entre os meses de abril a junho deste ano foram entregues aos proprietários 31,6 mil novos imóveis, valor este que representa um acréscimo de 5% na comparação anual e de 3% referente ao trimestre que se encerrou no mês de maio.

No segundo trimestre, as vendas atingiram ao equivalente a 22,8% da oferta do período, o que resultou 2,7 pontos percentuais a menos do que o índice registrado nos três meses encerrados em junho do ano de 2014 e um decréscimo de 2,2 pontos percentuais na comparação feita com o trimestre findado em maio.

Diante deste estudo, foi constatado que, no final do período, havia disponíveis no mercado 99 mil unidades para compra, considerando o universo das empresas que foram pesquisadas. Em termos de comparação, se formos analisar o ritmo deste trimestre seriam necessários o total de 13,2 meses para conseguir comercializar toda a oferta disponível atualmente, frente 11,8 meses que foram mensurados no ano passado.

Então, diante de todos estes números a revelação feita por esta pesquisa corrobora mais uma vez o que todos os especialistas vêm explicando, ou seja, que o momento econômico do País, infelizmente, não está favorável.

Por Adriano Oliveira

Lançamentos de imóveis

Foto: Divulgação


Com a crise que assola o País, estrangeiros demonstram interesse em adquirir imóveis em território brasileiro.

O cenário econômico brasileiro tem deixado os estrangeiros de olho no mercado imobiliário do País. Isso porque o ambiente apresenta juros altos, queda das vendas e grandes ofertas de empreendimentos na área imobiliária no Brasil.  Com isso, o setor, que passa por dificuldades, acabou por optar pela venda de ativos, como uma estratégia para se livrar do sufoco financeiro. Esse desespero na venda de ativos vem sendo aproveitada pelos investidores internacionais, que a cada dia estão mais interessados no mercado nacional.

O empreendedor estrangeiro já percebeu que os preços dos imóveis no Brasil estão muito baratos, e o cenário é ideal para eles, já que o dólar está em alta. Esse cenário perfeito para os negociadores estrangeiros vem atraindo importantes empresas, influenciadas pela atuação de grupos como Blackstone, GazitGlobe e Brookfield.

A previsão é de que os preços dos imóveis caiam para os próximos 6 a 12 meses, pelas incertezas econômicas que o país vem enfrentando. De olho nesse lucrativo negócio algumas empresas de consultoria do setor estão mediando negociações de compra para investidores estrangeiros, que estão interessados no possível lucro dos imóveis brasileiros.

Dessa forma, as empresas de consultoria também conseguem burlar a crise, explorando um mercado em potencial mesmo em meio a um cenário pessimista da economia.

O momento também é excelente para quem deseja comprar imóveis já alugados. Os empresários aproveitam-se da tendência dos locatários estarem buscando aluguéis mais em conta ou melhores negociações para mudarem para escritórios de melhor qualidade.

Mas nem só os estrangeiros estão de olho na queda dos preços dos imóveis nacionais: alguns grupos brasileiros também pretendem investir no setor, mas sem pressa. A ideia desses grupos é investir no setor no próximo ano, quando acreditam que a economia já pode estar numa situação mais definida.

Não só os imóveis residenciais e escritórios atraem o olhar dos investidores. Os shopping centers também podem ser um excelente investimento. No ano passado, a empresa estrangeira HSI comprou o  Fashion Mall, localizado no Rio de Janeiro, do Grupo BR Malls, em uma negociação de R$ 175 milhões.

Por Patrícia Generoso

Mercado imobiliário

Foto: Divulgação


Foram vendidas 2.588 unidades residenciais na capital de São Paulo, o que representa uma alta de 20,4% em comparação ao mês de maio.

Só em junho foram vendidas 2.588 novas unidades residenciais na capital São Paulo, o que representa um percentual de 20,4% a mais do que no mês de maio. Os dados são do sindicato da habitação (Secovi), que mostra um aumento de 141,4% em relação ao mesmo período do ano passado em que estava sendo realizada a Copa do Mundo de futebol.

Desse percentual, 57,6% foram de imóveis de dois dormitórios, com preço médio de R$ 350 mil. Os imóveis de três dormitórios tiveram o percentual de 20,2% de aumento, o que representa 524 unidades. Os de um dormitório ficaram com 20,1% e os de 4 ou mais dormitórios representaram 2% do total de vendas no mês de junho.

A oferta de imóveis em São Paulo ainda é grande, uma vez que no fim do mês de julho ainda existiam 27.448 unidades disponíveis. Mesmo representando uma queda de 2,4% em relação a maio, não é possível comemorar o resultado. Segundo o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, em comunicado, o cenário ainda é de apreensão, uma vez que a base de comparação é fraca e fora da normalidade do mercado.

Apesar dos ajustes que o mercado realizou, as expectativas são das melhores e isso vale para todos os setores da economia. Claudio afirma que houve um recuo nos lançamentos de imóveis novos de 15,6% sobre junho, ante ao mesmo período do ano passado. Se comparado a maio, o percentual foi de 15,3% a menos.

O estoque de imóveis residenciais em São Paulo (capital) em junho diminuiu em 2,4% sobre o mês anterior, chegando a pouco mais de 27 mil unidades. Em nota, a Secovi anunciou que foi registrado o esgotamento de inúmeros projetos habitacionais, os quais já teriam sido aprovados pelos órgãos competentes e a Prefeitura, conforme o Plano Diretor da cidade e que os novos projetos, terão um custo de produção ainda maior. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Venda de imóveis em SP

Foto: Divulgação


Queda registrada foi de 16% no primeiro semestre deste ano. O valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014.

O cenário econômico brasileiro não tem sido favorável a novos investimentos e muito menos à aquisição de novos empréstimos, principalmente no que diz respeito a empréstimos para a compra ou construção de imóveis e, por isso, o financiamento imobiliário apresentou uma queda de 16% no primeiro semestre do ano.

O volume dos empréstimos realizados chegou a R$ 5,9 bilhões no mês de junho e em comparação ao mês de maio, teve um aumento de 5,1%, porém, em comparação ao mesmo período de 2014, a queda registrada foi de 35,6%.

A informação foi divulgada pela Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário, nesta última quarta-feira (05) e mostrou a situação preocupante também neste setor. Apesar do aumento entre os meses de maio e junho, este volume ficou abaixo de todos os demais, desde fevereiro de 2013, quando foi registrado um volume de R$ 5,8 bilhões para o crédito imobiliário.

De acordo com a própria Acebip, um dos motivos que levou a este baixo desempenho foram as medidas que alguns agentes de mercado adotaram, pois foram medidas restritivas, uma vez que houve redução também nos recursos da poupança.

No primeiro semestre deste ano, o valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014, chegando a ficar 15,8% abaixo do valor que foi destinado no ano passado neste mesmo período.

Foram destinados recursos para construção e também para aquisição de um total de 25,6 mil imóveis só no mês de junho, mas ainda assim, o resultado ficou 40,6% abaixo do que foi registrado no mesmo mês em 2014. Já em comparação ao mês de maio deste ano, houve um crescimento de 26,3% no montante de imóveis que foram financiados.

Já no período do primeiro semestre deste ano, mais de 200 mil imóveis puderam ser financiados e em relação ao primeiro semestre do ano passado, a queda foi de 22,1%.

No período de 12 meses, indo até junho deste ano, o total de imóveis financiados foi de 481,5 mil, apresentando uma redução de 11,1% em comparação aos 12 meses anteriores.

Por Russel

Financiamento imobiliário


Nova etapa do programa foi anunciada pela presidente Dilma Rousseff e será lançada em setembro. Valores dos imóveis terão um reajuste de 10% a 11%.

Em anúncio feito no Twitter, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a terceira edição do programa habitacional Minha Casa Minha Vida será lançada em 10 de setembro. "Boa notícia! Marcamos para o dia 10 de setembro o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3", postou a presidente no microblog.

O governo vem anunciando a nova edição do programa habitacional desde o ano passado, mas só agora parece que a terceira fase vai sair do papel. Nas duas primeiras edições do Minha Casa Minha Vida mais de 2,3 milhões de moradias foram entregues às famílias, principalmente as de baixa renda.

O ministro das cidades, Gilberto Kassab, afirmou em entrevista à Reuters que haverá um reajuste de ao menos 10% a 11% nos valores dos imóveis. Além disso, os valores máximos de cada imóvel enquadrado no programa habitacional do governo federal podem variar conforme a região e entre as diferentes faixas de renda dos beneficiários. Vale ressaltar que o reajuste informado pelo ministro vai atingir todas as faixas.

Trata-se de uma tentativa de melhorar a situação do setor da construção civil, que não vai bem. Kassab ainda afirmou que em trabalho com as construtoras coordenado pelo ministério, terá o reajuste que não deve ser superior que 10% ou 11%. Em contrapartida, o setor privado solicita um reajuste maior nos preços, em um mecanismo automático de reajuste.

O ministro ainda disse que é melhor tratar o programa em etapas, devido à sua grandeza. “Se ele não nasce engessado você tem problemas”, disse Kassab. Ele ainda confirmou que a terceira fase do Minha Casa Minha Vida terá uma faixa intermediária de renda, que ficará entre as faixas 1 e 2. A nova faixa será direcionada a famílias com renda entre R$ 1,6 mil e R$ 2,3 mil mensais.

Apesar do corte de 5,6 bilhões de reais do programa habitacional, o ministro reiterou que a nova fase irá contemplar a contratação de 3 milhões de unidades, contudo os investimentos serão  concentrados, principalmente, nos últimos anos do mandato da presidente. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Minha Casa Minha Vida 3


Queda atinge o patamar de 4,94%. As cidades onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a Fipe, mostrou que o preço médio dos imóveis no Brasil já registra uma queda real em 2015. Ao todo, essa pesquisa destaca que essa queda já chega a 4,94%, incluindo nessa taxa o desconto da inflação. Vale destacar que esse resultado é obtido através do índice FipeZap. Tal índice monitora o preço de imóveis em nada menos que 20 cidades brasileiras.

O índice FipeZap, que serviu de base para a pesquisa aqui citada, mostrou que houve uma alta de 1,51% nos preços dos imóveis. Porém, entre janeiro e julho de 2015 a inflação registrou 6,79% de acúmulo. Portanto, esse é o grande resultado da queda real de 4,94% nos preços dos imóveis.

A maioria absoluta das cidades pesquisadas apenas conseguiu aumentos abaixo da inflação. A grande exceção ficou por conta de Florianópolis, haja vista o aumento de 9,24%. Dentre as cidades com as maiores quedas nominais, ou seja, os lugares do Brasil onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

E a tendência de queda não parou, pois em julho foi registrada uma alta de 0,13% em comparação com junho. Portanto, trata-se de um novo aumento que é inferior a subida da inflação, pois a mesma registrou aumento de 0,58% de junho para julho. Com isso, estamos falando de uma queda real nos preços pelo nono mês consecutivo.

Com os resultados apresentados aqui, o valor médio em relação ao metro quadrado nas 20 cidades que fazem parte da FipeZap foi de R$ 7.614 no mês de julho. Rio de Janeiro ainda lidera a lista das cidades com o maior valor médio do metro quadrado com R$ 10.631. A cidade de São Paulo, por sua vez, ocupa a segunda posição da lista com valor médio de R$ 8.602. Em contrapartida, as cidades que registraram os menores preços foram Contagem e Goiânia com R$ 3.568 e R$ 4.183, respectivamente.

Por Bruno Henrique

Preço dos imóveis


Vendas de imóveis novos vêm caindo nos últimos meses e previsões para o 2º semestre não são animadoras para o setor.

A venda de novos imóveis em São Paulo continua caindo e os novos lançamentos já não atraem tantos interessados assim. A crise no setor se mostra mais forte agora, mas desde o início do ano que já vem dando sinais que os lançamentos imobiliários não teriam boas vendas, pois só no mês de janeiro a queda nas vendas chegou a 28% e nos meses seguintes, com o agravamento da crise econômica no Brasil, o cenário só foi piorando.

De acordo com o SECOVI-SP – Sindicato da Habitação de São Paulo, comparando o início do ano com o mesmo período do ano passado, a queda chegou a 77%. No início de 2014, o mercado não estava em sua melhor fase, mas as vendas conseguiram se manter estáveis e até apresentaram um certo crescimento, mas neste ano de 2015 a situação piorou muito e o que é pior, só vem agravando.

E enquanto de um lado São Paulo vai apresentando uma queda nas vendas, do outro lado vai crescendo o estoque, com um aumento médio de 40% no início deste ano em relação ao ano passado.

Com a chegada do segundo semestre, o temor agora é que se iniciem as demissões em massa também no setor da construção civil, pois os seis primeiros meses foram difíceis, mas havia aquele clima de "espera" por um anúncio de que a crise econômica estaria passando. Só que o segundo semestre se inicia e as perspectivas não são nada animadoras para quem tem lançamentos imobiliários que na verdade já foram lançados há tempos e ficam esperando os compradores aparecerem.

Os lançamentos imobiliários que oferecem residências menores, principalmente de 2 ou somente 1 quarto, têm conseguido um resultado menos ruim, pois são mais baratos e contam com melhor localização, ficando próximo das melhores áreas comerciais e de trabalho, atendendo assim, a um perfil do público que trabalha fora o dia todo e não faz questão de um imóvel tão grande, mas não abre mão que ele seja mais próximo do serviço e dos principais pontos da cidade, evitando assim, perder muito tempo no trânsito.

Houve queda também, na região metropolitana de São Paulo que é composta por 39 municípios. Se compararmos com o desempenho do mercado do ano passado, a queda chega a quase 50%.

Por Russel

Imóveis em São Paulo

Foto: Divulgação


BB oferece nova linha de crédito de financiamento de até 90% do valor do imóvel novo ou usado, com taxa de juros de 9% ao ano.

Uma nova linha de crédito para aquisição da casa própria está disponível a partir desta semana no Banco do Brasil. O banco público está oferecendo financiamento de até 90% do valor do imóvel novo ou usado. O financiamento pode ser estendido em até 30 anos, com taxa de juros de 9% ao ano. Vale ressaltar que apenas imóveis com valor de até R$ 400 mil estão inclusos na nova linha de crédito.

Chamado de Pró-cotista, o crédito habitacional utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O financiamento só é válido para quem tem uma conta ativa no FGTS e possui no mínimo 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não.   Caso o interessado em realizar o financiamento não tenha uma conta ativa no FGTS, é necessário que o mesmo possua um saldo no fundo igual ou superior a 10% do valor total do imóvel ou da escritura, o que for de maior importância.

Tais condições para a nova linha de crédito foram definidas no mês de maio pelo Conselho Curador do FGTS.   

O Banco do Brasil espera oferecer cerca de R$ 1 bilhão para novas operações de crédito imobiliário. A instituição financeira conseguiu identificar 2,2 milhões de clientes que reúnem condições suficientes para se beneficiar do financiamento imobiliário.   

Visto que nos últimos meses ficou mais difícil para os brasileiros obterem financiamento imobiliário, a nova linha de crédito deverá despertar interesse dos habilitados a aderirem.

A carteira de crédito imobiliário do banco atingiu, em abril, R$ 42,06 bilhões, um crescimento de 45,9% nos último 12 meses. 

No mês de abril deste ano, a Caixa restringiu o financiamento de imóveis usados, o que tornou a vida dos brasileiros interessados em imóveis ainda mais difícil. Antes, a instituição pública oferecia crédito de financiamento para até 80% do preço de um imóvel usado, sendo que a pessoa poderia dar apenas 20% de entrada. Agora, com o ajuste, é necessário que o interessado dê 50% do valor na entrada, visto que o banco financia apenas os outros 50% do imóvel usado.  

O aumento dos juros também afetou o mercado imobiliário. Isso acontece porque os bancos utilizam o dinheiro da poupança para financiar as operações imobiliárias. Com a crise econômica atual, os depósitos na poupança têm caído consideravelmente, aumentando os juros aplicados no financiamento de imóveis.

Por William Nascimento

Financiamento de imóveis


IGP-M, que mede a inflação do aluguel, teve alta na 2ª prévia de julho, chegando a 0,71%, fato que impactou nos preços dos aluguéis de imóveis.

O que muitos inquilinos no Brasil não sabem é como são medidas as variações de preços dos imóveis. Fatores como localização, transporte ou segurança são apenas um indicador inicial para fixar um preço ao aluguel da região, mas os reajustes subsequentes dependem de alguns fatores em particular.

A inflação do aluguel é medida pelo índice IGP-M (Índica Geral de Preços – Mercado) que ganhou força na segunda prévia do mês de julho, realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O indicador chegou ao índice de 0,71% depois de um avanço de 0,59% no mesmo período do mês anterior.

O IGP-M é usado como base para reajustar os preços do aluguel no país, por isso recebe o apelido de "inflação do aluguel". A inflação no atacado é utilizada como cálculo do IGP-M e subiu 0,76% logo após ficar em um patamar de 0,35% no mês de junho. A alta dos preços também atingiu as matérias primas brutas. Esses materiais tiveram alta de 0,17% para 1,58%. Dentre os destaques estão a soja em grão, as aves e o milho em grão. Outro componente que compões o IGP-M é o índice de preços ao consumidor, que mede os preços no varejo e teve uma desaceleração no período do mês de junho para julho, passando de 0,75% para 0,56%.

A principal queda veio do grupo de despesas diversas com uma queda de 5,43% para 0,54%. Outro índice que é usado para o cálculo do IGP-M, mas com um peso menor é o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que variou de 0,72% para 1,67%. Os materiais, equipamentos e também os serviços tiveram variação de 0,05%. No mês que antecedeu a pesquisa, a taxa era de 0,50%. Com o IGP-M em alta, a previsão é de que os preços no mercado de aluguéis cresçam, contrariando a previsão de queda de preços, pela desaceleração da economia e consequente falta de novos clientes. Embora o cenário seja favorável a um aumento do preço do aluguel, os proprietários devem manter o preço sem variações bruscas, justamente pela falta de novos inquilinos, afastados em parte, pela crise econômica do país. 

Por Patrícia Generoso

Aluguel de imóveis

Foto: Divulgação


Preço médio do metro quadrado dos imóveis registrou queda real de 4,45% no 1º semestre de 2015.

De acordo com o Índice FipeZap, o preço médio do metro quadrado dos imóveis apresentou queda no primeiro semestre do ano. Segundo o índice, a queda de janeiro a junho foi de 4,45%.

A queda real ocorre quando a alta no preço médio de um imóvel está abaixo da alta generalizada de preços que é medida através de índices inflacionários, como o IPCA.   

No primeiro semestre, os preços dos imóveis sofreram uma alta de 1,38%, variação que está bem abaixo da inflação no período, que é de 6,10%, segundo o IBGE. No acumulado dos últimos 12 meses, encerrados no mês de junho, os valores subiram 4,52%, bem abaixo dos 8,82% do IPCA para o período.  O índice também apresenta, pela oitava vez consecutiva, queda real na variação de preços mensal. A expectativa é que o IPCA tenha alta de 0,72% para o mês, enquanto o metro quadrado fica em 0,13%.    

Quando analisadas as cidades, no acumulado de 2015, apenas a cidade de Florianópolis, entre as 20 analisadas, obteve o preço dos imóveis acima da inflação. As outras 19 cidades registraram variações menores do que a inflação. Brasília, Curitiba e Niterói tiveram uma queda nos preços no primeiro semestre de 2015.

Entre as cidades analisadas, o Rio de Janeiro continua registrando o metro quadrado com o valor mais alto.   

Confira a cidade e o preço médio do metro quadrado (em reais):

– Rio de Janeiro – 10.643; 

– São Paulo – 8.593; 

– Brasília – 7.969; 

– Niterói – 7.684; 

– Média Nacional – 7.608; 

– Florianópolis – 6.178; 

– Recife – 6.018; 

– Belo Horizonte – 5.914; 

– São Caetano do Sul – 5.701; 

– Fortaleza – 5.681; 

– Porto Alegre – 5.405; 

– Campinas – 5.258; 

– Vitória – 5.229; 

– Curitiba – 5.161; 

– Santo André – 4.999; 

– Santos – 4.900; 

– São Bernardo do Campo – 4.709; 

– Salvador – 4.639; 

– Vila Velha – 4.254; 

– Goiânia – 4.162; 

– Contagem – 3.550.

O indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com o site Zap Imóveis, analisa os preços do metro quadrado dos imóveis que são anunciados no ambiente online, que totalizam mais de 290 mil por mês. Outros dados de anúncios online também são utilizados para elaborar o indicador.

Por William Nascimento

Preços dos imóveis


Imóveis financiados com os recursos da caderneta de poupança apresentaram queda nas vendas de janeiro a maio de 2015.

A crise econômica que o país enfrenta atualmente e o aumento da taxa básica Selic, afetou de forma negativa o setor imobiliário. Segundo os economistas brasileiros, a população nacional não deve esperar melhoras neste ano. Muitos deles, afirmam que durante o segundo semestre do ano poderá haver uma queda maior do que a atual.

É importante ressaltar que o dinheiro emprestado pelos bancos para quem deseja financiar seu próprio imóvel não é de posse dos banqueiros, e sim do que cada cidadão aplica na caderneta de poupança. A crise atual tem feito com que a população brasileira poupe uma menor quantidade financeira, e resgate os valores guardados na caderneta de poupança. Dessa maneira, os bancos nacionais diminuíram de maneira brusca o volume de financiamentos, já que a diminuição de verba inviabiliza a negociação.

Até mesmo a instituição Caixa Econômica Federal mudou os termos de contrato para aquisição de móveis usados. Antes da alta do Selic, quem desejasse possuir um imóvel próprio deveria possuir ao menos 20% do valor do imóvel, já atualmente é necessário ter em mãos 50% do valor. Por exemplo: para adquirir um imóvel usado que possui valor de mercado de R$ 120.000 é necessário dar uma entrada de R$ 60.00. Antigamente, era necessário ter apenas R$ 24.000 em mãos.

Segundo uma pesquisa feita pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), as entidades financeiras emprestaram R$ 38,9 bilhões para o financiamento de imóvel entre janeiro e maio de 2015. Durante o mesmo período de 2014, o valor estabelecido para financiamentos foi superior a R$ 44 bilhões. Houve uma queda de 11.8%.

Utilizar o dinheiro da poupança para comprar um imóvel já se tornou uma tarefa árdua. Segundo dados, no ano passado 213 mil imóveis foram adquiridos nesse mesmo período de ano; apenas 174 mil imóveis foram adquiridos entre janeiro e maio deste ano.

Tudo isso ocorre, porque o Governo Federal procura incentivar a população a poupar mais e consumir menos, e isso é feito pelo aumento da taxa Selic. Segundo os economistas, quem deseja investir prefere aplicar em projetos remunerados de acordo com a taxa Selic, os quais geram uma quantia maior do que a poupança.

Por Wendel George Peripato

Financiamento de imóveis


Cenário atual é otimista para quem deseja utilizar o crédito imobiliário.

O cenário atual está otimista para quem deseja utilizar o crédito imobiliário. A expectativa é a expansão do mercado de crédito imobiliário do Banco Central, que se confirmada revelará um dos maiores desaquecimentos do setor. No ano de 2003, o mercado imobiliário registrou uma alta de 8,81%. A previsão feita por Maciel se dá em um momento de arrefecimento econômico e grande alta dos juros.

Na última terça-feira, dia 23, uma projeção atualizada foi divulgada por Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central. Nela a estimativa de crescimento é de 9%. A estimativa anterior chegava aos 11%.

Para seguir as revisões metodológicas, o BC prefere se ater a uma série mais recente. Durante entrevista a jornalistas, Maciel citou as expansões verificadas desde o ano de 2008, onde uma crise financeira atingiu todo o mundo.

Naquele ano, o crédito teve um avanço de 30,7% e em 2009 como reflexo da turbulência que o mundo havia sofrido, houve uma queda para 15,1%. Em 2010, uma pequena retomada no crescimento ocorreu e os financiamentos para imóveis chegaram aos 20,6%.

Desde esse ano, as quedas foram constantes: 18,8% no ano de 2011, 16,4% em 2010, 14,5% durante 2013 e 11,3% no último ano.

O último relatório do Global Property Guide divulgado na semana passada, cita: “O espetacular boom da moradia no Brasil parece terminado”. Segundo o relatório, os preços de moradia subiram 113% em São Paulo e no Rio de Janeiro, 144%. Mas o cenário mudou nos últimos 12 meses, até o mês de março. Os preços trocaram de direção e caíram 1,12% em São Paulo, incluindo o ajuste inflacionário.

A queda do número de inscritos para adquirir o crédito imobiliário pode ser um mau sinal para quem oferece os serviços, mas com certeza é uma excelente chance para quem deseja financiar seu imóvel. Com os pedidos em queda, a expectativa é uma aprovação maior dos créditos. Hora de reavaliar se não é o momento de aproveitar a crise e financiar a tão sonhada casa própria.

Por Patrícia Generoso

Crédito imobiliário

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O mercado imobiliário está passando por um mau momento, mas algumas cidades ainda atraem bons investimentos. As principais cidades que são melhores para investir são: São Bernardo do Campo (SP), Campo Grande (MS) e Santo André (SP).

Na hora de investir em um imóvel é preciso ficar atento a vários fatores, inclusive a cidade onde o imóvel se encontra e se você pretende investir na compra de um imóvel, conheça agora as melhores cidades brasileiras, onde você pode comprar um imóvel com maiores chances de conseguir um bom negócio, aplicando seu dinheiro corretamente.

Entre as 5 melhores cidades brasileiras para se investir em imóveis, 3 delas se encontram em São Paulo e não é por menos, pois o estado conta com uma melhor infraestrutura e não só a capital, como também muitas das cidades pelo interior do estado, estão em constante crescimento e atraindo grandes empresas.

O investimento em imóveis não é mais tão rentável como há alguns anos atrás, mas sem dúvida, continua sendo um dos melhores negócios para fazer um bom investimento, correndo menos risco.

O que acontece hoje no Brasil é que as áreas que atraem investidores no ramo dos imóveis estão concentradas em poucas cidades, levando em consideração o tamanho do país e por isso é comum que em pouco tempo os melhores imóveis sejam comercializados e os preços subam mais rapidamente, por isso é bom não esperar muito tempo.

As 3 melhores cidades brasileiras para investir em imóveis atualmente são:

São Bernardo do Campo, em São Paulo;

Campo Grande, no Mato Grosso do Sul;

Santo André, em São Paulo.

Outras cidades em São Paulo que estão atraindo investidores para o mercado de imóveis são:
Osasco, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Sorocaba, Santos, Jundiaí, São José do Rio Pretoe também a cidade de Diadema.

Minas Geraistambém se encontra entre os estados com boas cidades para se investir em imóveis, mas a capital mineira, Belo Horizonte, ficou de fora. Se você quer realmente fazer um bom investimento, então é melhor procurar por outras cidades mineiras, entre elas: Uberlândia, Divinópolis, Juiz de Fora, Uberaba, Montes Claros, Ipatinga e também as cidades de Contagem e Betim, localizadas na região metropolitana de Belo Horizonte.

Em outros estados, as melhores cidades para você investir em imóveis, são:
Natal (RN), Niterói (RJ), Florianópolis (SC), Teresina (PI), Londrina (PR), Vila Velha (ES) e Caxias do Sul (RS).

Mas é importante analisar bem as características de cada cidade para saber qual é mais condizente com o seu perfil e as características do imóvel que procura.

Por Russel

Imóveis

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Abril foi o 2º mês seguido de alta nas vendas e lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo. Porém, o Secovi-SP reduziu as projeções para 2015, acreditando em um recuo entre 15% e 20% nas vendas.

Segundo o Secovi-SP, sindicato da habitação, as vendas e lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo subiram no mês de abril. Este é o segundo mês seguido de alta. No entanto, o sindicato reduziu as projeções para o ano de 2015. Agora, o Secovi tem uma projeção de recuo entre 15% a 20% nas vendas em 2015.   A previsão anterior do sindicato era de estabilidade a avanço de até 10% em 2015. Com a nova previsão deve haver um recuo de 17,3 mil a 18,4 mil unidades em relação ao ano de 2014. Em relação aos lançamentos, o sindicato projetou uma queda significativa de 23% a 25% perante 2014, em um intervalo de 25,5 mil a 26,2 mil unidades. No começo do ano, em fevereiro, o Secovi-SP afirmou que a expectativa de recuo girava em torno de 10%.   

No mês de abril, as vendas cresceram 1,8%, a 2.185 unidades, na comparação anual, de acordo com o que informou o Secovi-SP nesta terça-feira (09). Em relação a março, o aumento foi de 72,5%.   

Em nota, o sindicato afirmou que apesar de dois meses seguidos de crescimento nas vendas, ainda é muito cedo para afirmar que o mercado de imóveis em São Paulo esteja se recuperando. Ao analisar a soma dos valores de vendas (VGV) o resultado é de R$ 884,2 milhões, um recuo anual de 37,2%. No entanto, este número representa uma alta de 30,8% em relação ao mês de março.   

Ainda segundo os dados do Secovi, a média dos valores dos imóveis vendidos foi de R$ 405 mil, bem abaixo dos R$ 655 mil há um ano. Os dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), mostram que os lançamentos obtiveram uma alta anual de 28,2%, para 3.023 unidades. Ao comparar com o mês de março, o número tem uma alta de 291,1%.   O estoque de imóveis na capital paulista também está elevado. No fim de abril deste ano, este número chegou a 28.021 unidades, o que equivale a cerca de 23 meses de vendas. O ano de 2014 terminou com um estoque de imóveis não vendidos de 27,3 mil unidades. Este é o pior desempenho neste quesito para o mercado imobiliário paulistano na última década.

Por William Nascimento

Imóveis em SP

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Em março deste ano, as vendas de imóveis em SP tiveram uma queda de 27,4% comparado ao mesmo mês de 2014, porém, comparado ao mês de fevereiro de 2015m houve uma alta de 73,1%.

No mês de março, na cidade de São Paulo, as vendas de imóveis novos residenciais tiveram uma baixa de 27,4% se comparado ao mesmo mês do ano de 2014, no entanto, em relação ao mês de fevereiro do ano corrente, teve um avanço de 73,1%; informações do Sindicato da Habitação (SECOVI/SP).

O mesmo SECOVI publicou nota à imprensa afirmando que o mercado de imóveis cresceu em relação ao mês de fevereiro, mas que realmente está abaixo do que foi vendido em 2014; em números de vendas, em março de 2014 foram vendidos na capital paulista 1.744 imóveis, enquanto que em março de 2015 foram pouco mais de mil, mais precisamente 1.267 unidades.

Também em março, o valor geral de vendas (VGV) chegou aos R$ 672,8 milhões, resultando em alta de 63,9% no mês, conforme informou o CECOVI. A média do valor das unidades vendidas foi de R$ 531 mil, no entanto esse número deve diminuir, tendo em vista novas regras da Caixa Econômica Federal no tocante aos financiamentos, o que tem desvalorizado boa parte dos imóveis.

Quanto aos imóveis residenciais, os lançamentos somaram 773 unidades, que resultou em queda de 72,3% em relação ao mesmo mês do ano de 2014. Quando a comparação é em relação ao mês de fevereiro de 2015, ou seja, ao mês anterior, os números mostram uma queda de 11,4%.

Nas demais cidades da região metropolitana da capital paulista, um total de 38 municípios, a soma do número de vendas no mês de março de 2015 foi de 1.428 unidades, 1,4% menor do que em 2014, mas 193,8% superior ao mês de fevereiro. Assim, os lançamentos tiveram um avanço de 25,4% na comparação anual e atingiu 431,7% em relação a fevereiro.

De acordo com o CECOVI, o número de vendas nas cidades vizinhas em relação à capital de São Paulo foi 12,7% maior. O mesmo sindicato informou que essa diferença se deve devido ao preço médio dos imóveis no interior não superar os R$ 350 mil, o que está bem inferior ao valor médio de São Paulo.

Por Vinícius Cunha

Imóveis em SP

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Região que mais tem sofrido com a crise é São Paulo, onde a procura por imóveis é de apenas 22% das construções em áreas nobres da capital.

Com a restrição do acesso ao crédito em bancos e ainda com a redução na renda da população – principalmente da classe média – o mercado imobiliário não tem vivido bons momentos em sua economia. Com a conhecida crise econômica, que elevou os juros para 13,25%, é que as pessoas têm pensando muito bem antes de fazer uma compra, ainda mais se ela exigir pagamentos a longo prazo.

Apresar dessa realidade estar presente em todo o Brasil, é no estado de São Paulo que a situação tem sido sentida com toda a força. Até mesmo em áreas nobres da capital paulista como Itaim, Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini, são cerca de 14 milhões de metros quadrados construídos para uma procura de apenas 22% dessas construções.

Trazendo essa realidade para números mais próximos, significa dizer que para cada 5 metros quadrados construídos, apenas 1 metro quadrado é procurado para se fechar negócio. Não se pode esquecer aqui também do ramo imobiliário dos aluguéis, os quais estão caros ao custar até R$ 122 por mês – por metro quadrado – em capitais como o Rio de Janeiro. Com isso, o consumidor julga melhor investir na casa própria, se for para ter custos com casa de aluguel – o que só traz mais aumento para a crise.

Especialistas do setor imobiliário afirmam que nem tudo é má notícia, uma vez que a tendência do mercado imobiliário é fazer com que a situação das vendas e dos aluguéis melhorem, no entanto, não se trata de nada que ocorra de “hoje para amanhã”, salientando que esse setor vai passar por melhoras sutis apenas no final de 2017 para início de 2018.

Contraditoriamente, a busca de clientes por compras de galpões comerciais tem passado por um bom aquecimento, aliás, é o que tem evitado com que uma crise ainda mais profunda alcance o ramo imobiliário. De acordo com a consultoria imobiliária JLL (Jones Lang LaSalle), são 28 milhões de metros quadrados de galpões já construídos e em plena negociação, com a previsão de que mais 15 milhões de metros quadrados de galpões sejam entregues até 2017.    

O estoque de imóveis para vender e alugar é muito, contudo, a procura por eles tem sido muito pouca, uma situação que precisa da economia e dos seus aquecimentos para que volte, com força total, a gerar toda a lucratividade e geração de emprego e renda que é típico desse segmento.

Por Michelle de Oliveira

Imóveis em SP

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Fevereiro registrou 732 unidades vendidas, com queda de 25,4% se comparado a janeiro

Foi registrada uma queda na venda de imóveis novos em São Paulo no mês de fevereiro deste ano, a diminuição girou em torno de 24%. Esta queda foi registrada perante uma comparação da comercialização deste tipo de bens no mesmo período do ano passado.   

Segundo um levantamento feito pelo Secovi de São Paulo, a venda de imóveis voltou a despencar no segundo mês deste ano. Em fevereiro, foram comercializadas 732 unidades, este valor significou uma queda de 25,4% se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Ao comparar com o número de vendas de janeiro, a diminuição nas transações foi de 0,7%.  

De acordo com uma nota liberada pelo economista-chefe da entidade que fez a pesquisa, Celso Petrucci, o menor número de dias no mês de fevereiro, as poucas esperanças no crescimento da economia e o Carnaval, foram os principais responsáveis pela desconfiança em torno à prosperidade do país, assim, isso também se viu refletido nas vendas de imóveis novos.  

Os imóveis mais vendidos foram os de dois dormitórios, foram 330 unidades vendidas, já os de um quarto somaram 203 unidades comercializadas, seguidos pelo de três dormitórios 152 e os imóveis com mais de três (47). Normalmente, as pessoas optam por aptos de dois quartos porque os de um dormitório tornam-se pequenos para quem deseja construir uma família ou já tem uma, outro fator no que diz respeito à questão familiar, é que as famílias estão menores ao diminuir a quantidade de filhos de um casal. Desta fora, o apartamento ou casa de dois dormitórios torna-se o imóvel mais indicado para aquisição.  

Os dados da Secovi/SP indicam que no mês de fevereiro, houve o lançamento de 872 unidades, este foi um aumento de 59,7% em relação ao mês de janeiro e 7,2% a menos do que o mesmo período no ano passado.  

Por Melina Menezes

Imóveis em SP

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Pelo 5º mês seguido o preço dos imóveis apresentou queda, com variação abaixo da inflação de março

O preço dos imóveis continua tendo queda e este já é o 5ª mês seguido em que os imóveis têm o preço menor. Esta queda é resultado de um cálculo complexo, feito da seguinte forma:

No mês de março, o Brasil passou a contar com um valor médio do metro quadrado dos imóveis, tendo uma pequena alta de 0,14%. Apesar deste pequeno aumento, pode-se considerar que o cenário é de queda, porque a variação ficou bem abaixo da inflação do mesmo mês, que foi de 1,40%.

Levando em consideração todos estes fatores, podemos dizer que o indicador apontou uma queda real no mês de março e para complicar, é a quinta vez consecutiva que os imóveis apresentam uma queda.

Esta pequena alta de 0,14% foi constatada em pelo menos 20 cidades brasileiras para o mês se março em relação ao mês de fevereiro. Como a alta ficou abaixo da inflação, constata-se que na verdade houve uma queda. Os dados foram divulgados pelo Índice FipeZap, na última quinta-feira (02/04).

O IPCA-15 – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – é o indicador oficial do Governo para apontar a inflação no Brasil. Quando o mercado analisa a alta no preço dos imóveis, leva-se em consideração também a inflação para chegar a um resultado real.

Especialistas no assunto explicam que o país perdeu dinamismo na economia de uma forma extremamente rápida e também muito acentuada, fazendo com que a demanda no mercado imobiliário caísse e continuasse caindo, resultando em mais "estoques" e, consequentemente, queda nos preços.

Das 20 cidades analisadas, o Rio de Janeiro foi a que mostrou maior estabilidade nos preços, se comparado a fevereiro. E só o fato do Rio de Janeiro apresentar esta estabilidade já é motivo para se comemorar, pois até bem pouco tempo atrás, a cidade estava no topo dos municípios em relação ao aumento de preço neste mercado.

São Paulo apresentou um aumento mensal de 0,53% enquanto em Florianópolis foi de 2,06% e em Porto Alegre foi de 1,2%.

Mas o Rio de Janeiro continua tendo o metro quadrado mais caro do país, com um valor médio de R$ 10.650,00 enquanto o metro quadrado em São Paulo é de R$ 8.538,00.

Por Russel


A Bolha Imobiliária que tinha se instaurado no país na última década está desinflando. Ainda que os preços dos imóveis não caiam, eles já não crescem da mesma forma e atualmente eles aumentam menos do que a inflação.

O fim da Bolha foi um dos reflexos da crise econômica que o país está vivendo. Em um cenário onde as taxas de juros sobem, a atividade econômica despenca, os preços sobem e a desconfiança perante o futuro da economia brasileira aumenta, a Bolha Imobiliária não resiste e entra em período de deterioração.

A situação atual da Bolha foi confirmada através de um relatório da Fitch. A agência de risco afirma que os principais responsáveis pela queda são a inflação e o baixo crescimento econômico. Ainda de acordo com os especialistas da Fitch, espera-se que os preços dos imóveis continuem crescendo acompanhando o ritmo da inflação nas grandes cidades, visto que os créditos imobiliários continuam disponíveis. Esta expectativa não é a mesma considerando as regiões mais fracas economicamente. 

Segundo a agência, ainda que os preços não demonstrem muita diferença, os valores dos imóveis continuam sendo altos para a classe média do país, assim, as pessoas acabam procurando financiamentos e alavancagem a fim de assegurar uma casa própria.

Em muitas regiões os preços dos imóveis estão caindo. Especula-se que muitos apartamentos que foram lançados no final do ano passado possam chegar em dezembro de 2015 com um  valor 3% menor do que o preço de lançamento. De acordo com a J.P Morgan, consultoria especializada em especulação imobiliária, esta queda afetará também os imóveis antigos. Outro fator que preocupa é o fato do mercado imobiliário possuir muitas unidades em estoque (apartamentos, casas e afins que não foram vendidos em um prazo de três anos após o lançamento), isso impacta diretamente sobre os preços dos imóveis.

No âmbito da economia mundial, a situação melhorou e o cenário mobiliário está bem melhor do que no ano passado, principalmente pelas baixas taxas de juros e por avanços na situação socioeconômica.

Por Melina Menezes

Bolha imobili?ria

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O IGP-M – Índice Geral de Preços – acabou perdendo força no mês de fevereiro, de acordo com os dados divulgados pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, nesta quinta-feira (19). Depois da alta de janeiro, quem mora de aluguel ou tem algum imóvel alugado, esperava um aumento ainda maior neste mês de fevereiro, mas pelo visto, isso não irá ocorrer. É que o indicador ficou em apenas 0,16% que, de certa forma, podemos considerar pouco, se for comparado ao mesmo período de janeiro, onde o indicador marcava 0,55%.

A importância do IGP-M para quem tem algum imóvel alugado é que este índice é responsável pela correção da grande maioria dos contratos de aluguel, principalmente os residenciais. Mas o índice acumulado está em alta, pois juntando com o resultado de fevereiro, já temos 0,93% no ano e nos últimos 12 meses é de 3,75%.

O que mais ajudou na queda do IGP-M foi o IPA – Índice de Preços ao Produto Amplo, pois houve uma deflação de 0,22% sendo que em janeiro o índice teve uma alta de 1,06%. O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – foi outro componente do IGP-M que ajudou a redução, ficando em 1,02% contra 1,06% em janeiro.

Porém, o INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – teve alta, indo de 0,46% em janeiro, para 0,61% este mês.

O que mais ajudou a empurrar o IGP-M para cima foram os preços do atacado, o aumento no preço dos ovos que foi de 15,82% e também o aumento no preço da mandioca que foi de 10,74%. Também contribuíram para a alta do índice o aumento nas tarifas dos ônibus urbanos e conta de luz.

E o que mais influenciou para a redução do IGP-M foram os custos da soja e minério de ferro para os preços no atacado e para os preços ao consumidor, as influências foram a redução no preço das passagens aéreas e do leite longa vida.

Por Russel

Dinheiro


Apesar de sempre estarmos ouvindo falar de crise econômica aqui e ali o mercado imobiliário movimentado pelos brasileiros no exterior anda “muito bem, obrigado”. Mesmo esse fato tendo se tornado um pouco mais popular nos últimos meses a coisa já vem crescendo há anos. Para se ter ideia, lá no ano de 2013, os brasileiros que procuraram imóveis residenciais em Orlando e Miami, na Flórida, nos Estados Unidos, provocou um crescimento de 42% dentro dessa linha de análise quando comparado ao ano anterior.

Miami atrai mais brasileiros:

O sonho de possuir uma casa em Miami é compartilhado por uma infinidade de brasileiros com as contas bancárias bastante cheias. Os motivos que levam os brasileiros a escolherem essa cidade são os mais variados e em muitos casos podem até sobrar. Um dos principais atrativos são as praias e o clima bom que permanece o ano todo. Talvez isso lembre um pouco o Brasil.

Outro ponto que se sobressai é a própria cultura da cidade que agrega diversas opções de entretenimento e passeio. Os restaurantes, bares, o luxo e agitação noturna da cidade parecem agradar aqueles que querem se divertir.

E o que mais chama a atenção?

Apesar de todos os famosos atrativos que Miami oferece ainda há um fato que pesa muito quando o assunto é o mercado imobiliário. Esse fator fundamental é o seguinte: o metro quadrado na cidade chega a ser mais barato do que muitos valores praticados aqui no Brasil. Engana-se também quem pensa que a valorização da moeda americana fez com a procura caísse. O que acabou acontecendo nesse aspecto foi apenas uma mudança de hábitos por parte dos brasileiros que estão optando mais por pagar o imóvel à vista do que por meio de financiamento bancário.

Dica para quem quer investir em um imóvel nos EUA:

Os investidores que estiverem interessados em aprender mais sobre como anda o mercado imobiliário nos EUA poderão participar da feira Investir USA Expo. O evento está previsto para acontecer nos dias 17 e 18 de março de 2015. A organização informa que o mesmo será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Mas é bom ficar atento já que as vagas são limitadas. Para saber mais acesse www.investirusaexpo.com/pt/registration.

Por Denisson Soares

Apartamentos em Miami

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Especialistas afirmam que este ano será interessante para quem quer investir em imóveis. Um dos fatores é a insegurança dos bancos, principalmente com a alta do dólar e as incertezas do mercado. Os fatores impulsionam a busca pela casa própria ou o investimento, tendo em vista que 2014 não foi um ano muito bom e a competição entre as construtoras está cada vez mais acirrada.

Se 2014 foi de cautela, 2015 será um ano em que o investidor pode apostar um pouco mais. Copa do Mundo e as eleições fizeram o mercado frear um pouco as vendas e isso acarretou em preços e condições mais atraentes para o consumidor. As coisas vão bem para quem quer morar na casa própria e para quem busca investir em imóveis esperando sua valorização ou mesmo para o aluguel.

Segundo o gerente de negócios imobiliários da Construtora São Benedito, César Moraes, 2014 foi um ano em que os consumidores ficaram mais cautelosos. "Apesar disso foi um ano bom e aproveitável. Para 2015 a expectativa de vendas é boa". Moraes diz que o consumidor está preocupado "com o dinheiro que está no banco" e diante da situação ele deverá investir em imóveis.

"Quem tiver qualquer tipo de dinheiro vai desconfiar de banco, vai desconfiar de aplicações em bolsas, vai desconfiar de qualquer tipo de atropelamento que possa ter. Com o dólar na casa dos R$ 2,70 a melhor moeda será o imóvel tranquilamente".

Em Cuiabá, por exemplo, o metro quadrado custa em média R$ 6,5 mil, dependendo da localização e das características do imóvel. As salas comerciais são de R$ 8 mil. “A localização representa 50% do valor do imóvel hoje”, conclui o gerente de negócios imobiliários da Construtora São Benedito.

A maioria dos imóveis comercializados no país é financiada, principalmente pelas facilidades desse tipo de compra. Tanto os bancos públicos quanto privados estão competindo pelos clientes e isso faz com que apresentem taxas de juros e condições atraentes. A principal dica é pesquisar e não comprar por impulso. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Im?veis


Após vários anos de valorização contínua no setor imobiliário, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro registram uma queda real nos imóveis. As cidades registraram alta dos preços de 0,40% no mês de setembro, o que está abaixo da inflação projetada para o mês, que seria de 0,43%, segundo o índice FipeZap, uma expectativa do Boletim Focus do BC (Banco Central) para o IPCA de setembro do ano corrente.

Este é um indicado positivo para quem busca seu imóvel e mostra que o momento é favorável, pois o valor médio do metro quadrado dos imóveis, no mês de setembro, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, teve uma queda real. Essas informações estão no índice FipeZap, que leva em consideração 20 cidades do país quanto ao mercado imobiliário.

O que pode confundir a cabeça de quem acompanha esta notícia é o fato de se falar em queda real, uma vez que houve aumento no valor dos imóveis. Tal fato ocorre porque se a variação do valor é menor do que a alta geral dos preços, ou seja, a inflação, diz-se que houve uma queda real, uma perda do poder de compra para um setor específico.

A queda não anima tanto aos que ainda buscam por um imóvel, uma vez que as duas cidades ainda registram os imóveis mais caros, levando em consideração os municípios que são acompanhados pelo índice FipeZap. No mês de setembro, o valor médio do metro quadrado do imóvel foi de R$ 10.793,00 e de R$ 8.277,00 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

Ressalta-se que se consideradas as 20 cidades do índice, a alta no mês de setembro foi de 0,55%.

Apesar do resultado positivo no mês de setembro para quem busca um imóvel, o ano de 2014 apresenta um aumento do valor médio do metro quadrado dos imóveis na casa de 5,4% nas 20 cidades do índice citado. Esta alta é superior à variação do IPCA para o período.

Por André César


O aumento da taxa de juros e a incerteza envolvendo o cenário macroeconômico estão alterando o comportamento dos compradores em relação a imóveis – está ocorrendo um desestímulo para as compras com intenção de investimento. De acordo com o estudo "Raio X do comprador de imóveis", o qual entrevistou mais de três mil pessoas, a motivação para investir em imóveis caiu de 48% durante o primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre.

Especialistas em economia avaliam que durante os próximos meses permanecerá essa tendência envolvendo a desaceleração do aumento do preço dos imóveis, bem como a redução dos compradores que pretendem investir em imóveis. O mesmo estudo aponta que 41% dos entrevistados acreditam que o preço dos imóveis subirá no prazo de um ano, 36% preveem que os valores se manterão estáveis e 23% já esperam por queda nos preços.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis" mostra também que 30% dos entrevistados compraram imóveis pensando em investimento. Os imóveis que possuem faixa de preço de R$ 200 mil são os que estão na mira de 53% dos investidores. Das aquisições com preços acima de R$ 1 milhão, 72% delas possuíam como intenção a moradia.

Em relação aos descontos, o estudo aponta que o desconto médio entre o valor do imóvel anunciado e o preço final negociado foi de 6,5%, sendo que mais de 40% das pessoas que adquiriram imóveis não conseguiram descontos.

Os dados sobre a preferência de condições do imóvel também são curiosos, 37% dos compradores preferem apartamentos usados, outros 13% não abrem mão de comprar um imóvel novo.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis":

No total, foram entrevistadas 3.227 pessoas proprietárias de imóveis ou que possuem pretensão de adquirir um imóvel. Grande parte dos entrevistados reside nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Este estudo será publicado todo o trimestre. 

Por Rafaela Fusieger


Ao contrário do que afirmam muitos pesquisadores e veículos de comunicação, não há uma bolha imobiliária no mercado residencial do Brasil. Porém, os preços dos imóveis continuam muito caros para a realidade dos brasileiros, já que a renda dos trabalhadores não cresce na mesma velocidade que o valor dos imóveis.

O professor João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, fez uma análise sobre o preço dos imóveis no Brasil, e chegou à conclusão de que em 2011 os preços chegaram a ficar 22% mais caros do que o preço justo dos imóveis, e continuaram crescendo gradativamente, até se firmarem novamente em 2013. “Seria razoável se os preços subissem de acordo com a curva de capacidade de compra. Mas eles cresceram muito acima dessa curva. O que comprova que isso é verdadeiro é que os imóveis estão ficando cada vez menores. A renda não tem crescido na mesma proporção, porque os custos de construção estão subindo muito acima da renda”, afirma João da Rocha.

Esse aumento exagerado pode ser facilmente percebido pelas milhões de pessoas que sonham em ter a casa própria, mas que por causa do alto custo acabam desanimando ou comprando um imóvel numa localização distante do centro da cidade e do local de trabalho. O aumento dos preços também varia em cada cidade. Em Brasília, Recife e Niterói, por exemplo, os preços dos imóveis são altíssimos e muitas vezes quem busca um imóvel nesses locais precisa fazer financiamentos longos e ter uma renda alta.

João da Rocha Lima acredita na possibilidade de que os preços possam ter uma queda de aproximadamente 6% dentro dos próximos anos, segundo estudos da Poli-USP. Ele afirma que, para que essa queda de preços possa ocorrer, as construtoras precisam praticar custos mais eficazes. “A partir do momento em que elas forem capazes de moderar sua eficiência de produção, em que se verificar que a obra ficou mesmo mais barata, aí pode haver uma compressão de preços”, concluiu o professor. 

Por Nathalia Henderson

Im?veis

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A Taxa Selic consiste no índice que serve para medir a inflação, ou seja, o aumento dos preços de bens e serviços que acontece desproporcional à média da renda do brasileiro. Tal valor interfere de forma direta na economia, inclusive no setor de imóveis, conforme indica grande parte dos especialistas em assuntos macroeconômicos.           

Samy Dana, professor da FGV, em coluna que assina na Revista Exame, indica que valores da Selic interferem em financiamentos e aluguéis. Ao considerar o setor de locações se pode dizer que no curto prazo acontece maior interferência de acordo com a inflação, e ao longo prazo, os preços se ajustam conforme a taxa Selic, instituída pelo BC (Banco Central do Brasil).

O IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado) serve para ajustar contratos de alugueis e por esse motivo é considerado uma taxa de inflação oficial, dentro do setor de imóveis, que acompanha a Selic. Logo, IGP-M e Selic interferem na precificação às pessoas que pagam por aluguel de imóveis para morar ou trabalhar.

A notícia tende a ser positiva para proprietários e locatários. Quando a inflação está alta, quem aluga pode aumentar valores do aluguel e não perder renda, ao ponto que moradores têm direito de exigir aumento não maior do que a média oficial IGP-M. Do contrário, contratos podem ser rompidos.

No que se refere aos custos com financiamentos para comprar imóveis há regra básica da TR (Taxa Referencial) que segue parte dos valores da Selic, embora não tenha plena aderência à inflação, como acontece no IGP-M.

Antes de assinar contratos de financiamentos, consumidores precisam conferir para saber se parcelas não mudam por estarem indexadas à inflação. Compradores que compram com prestações sem indexação à Selic pagam quantia fixa, ao ponto de que quem adquire em valores indexados quitam conforme os movimentos inflacionários da economia no geral.

Por Renato Duarte Plantier


São Pauloregistrou o menor percentual de vendas de imóveis residenciais novos dos últimos dez anos. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) informou que foram comercializados 1.744 unidades em março, o que representa uma queda de 57,3% em relação ao mesmo mês de 2013. E isso não é de hoje, já que nos primeiros meses também foram registradas diminuições no volume de vendas. Em fevereiro, por exemplo, foram vendidas 981 unidades, o que representa uma queda de 49,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

O indicador de vendas sobre oferta (VSO), medidor das unidades comercializadas em relação à oferta de imóveis foi de 8,2%, mostrando uma recuperação em relação aos primeiros meses de 2014. Para se ter uma ideia em janeiro e fevereiro, o percentual foi de 5,2% e 5%, respectivamente. O indicador também é um dos menores da história, já que sua média é de 11,8%.

Em nota o Secovi – SP afirmou “O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo apresentou sinais de recuperação em março, diante de janeiro e fevereiro. O resultado, porém, ficou aquém dos excelentes números de março de 2013”. Na ocasião foram lançados grandes empreendimentos residenciais, que elevaram o número de vendas, que não foram mantidas neste ano. O Secovi também afirmou que esta não é uma situação para se desesperar e que não haverá bolha imobiliária.

Alguns motivos foram determinantes para a situação atual, entre eles estão as incertezas acerca do mercado, os rumos da economia, as exigências para construir e o encarecimento dos terrenos. Outros motivos também geraram as incertezas, como a perspectivas de queda do Produto Interno Bruto (PIB), pressão inflacionária, além das variações da época do ano.

Com a baixa nas vendas é possível que os preços dos imóveis e as condições se tornem mais atraentes, o que pode voltar a aquecer o mercado. Resta esperar para se saber como o mercado irá se comportar e que rumo irá tomar. 

Por Robson Quirino de Moraes


Com tantas notícias sobre a alta do mercado imobiliário no Brasil – crescimento de 23,6% nas vendas de imóveis residenciais novos em 2013, com 33.319 unidades vendidas, contra 26.958 unidades vendidas em 2012 – há especialistas que acreditam em um movimento contrário a essa agitação imobiliária em 2014.

É o caso do presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, que acredita em uma estabilização nesse mercado. Bernardes fala em estabilidade dos preços de imóveis novos em 2014, em termos reais, ou seja, deduzindo a inflação. A não ser, segundo ele, que haja aberrações, como foi o caso da cidade de São Paulo, que em 2013 teve um aumento de participação dos imóveis de um quarto, aumentando assim o preço médio do metro quadrado.

Bernardes acredita que a atenção das pessoas será desviada com o advento da Copa do Mundo e das Eleições. Nessa última questão, a situação se intensifica, já que em época de campanhas a economia fica instável por não conhecer o futuro guiador do país.

Parece ainda uma contradição, já que o Balanço do Mercado Imobiliário 2013 da própria Secovi-SP indica que o preço médio do metro quadrado na Capital Paulista passou de R$ 7.200 em 2012 para R$ 8.700 em 2013.

Entretanto o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, explica que essa elevação se deve especialmente ao aumento da participação dos apartamentos de um quarto nas vendas. Os locais de um dormitório foram os grandes puxadores de preços e vendas no ano passado, com 8.931 unidades vendidas, um crescimento de 99,7% em relação a 2012, quando foram comercializadas 4.202 unidades.

Segundo Petrucci, o crescimento do mercado imobiliário em 2013 foi até além do esperado. Mesmo o mercado em geral indo mal, os especialistas continuaram dando como certo o crescimento imobiliário para o ano que passou.

Para explicar o porquê da alta dos imóveis indo na contramão do mercado em geral, o economista cita o crescimento da população economicamente ativa, a melhoria da qualidade de vida das famílias, o aumento do poder aquisitivo, o baixo nível de desemprego e o baixo custo do crédito imobiliário como os pilares dessa alta imobiliária.

Por Carolina Miranda


O mercado imobiliário não para nunca. Por onde passamos, há novas obras sendo iniciadas, plantões de vendas, placas de vende ou aluga. É um mercado em constante movimento.

Mas, segundo o Índice Fipezap divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta segunda-feira, o preço dos imóveis subiu e muito. De acordo com a pesquisa feita em sete capitais brasileiras, o preço dos imóveis subiu cerca de 12,7% no ano de 2013. Em 2012, o aumento foi de 13,7%. Esse aumento fica bem acima da inflação, segundo a projeção feita por economistas para o relatório Focus, que foi de 5,7% em 2013.

O preço varia entre as cidades. São Paulo, a maior capital do país e com um dos melhores mercados imobiliários, teve um aumento de 13,9% em 2013, bem abaixo do aumento que sofreu em 2012, de 15,8%. Em Salvador, o aumento foi de 10,7%. O Rio de Janeiro sofreu uma alta de 15,2%, superior ao ano passado, de 15%. Em Fortaleza a alta foi de 14,1%, enquanto em Recife, de 13,4%.

Dentre as cidades pesquisadas, Brasília foi a que registrou a menor variação de preço em 2013. A média de aumento foi de 4,2%, enquanto nas demais, os aumentos ficaram em torno de 9,5% e 37,3%.

O aluguel também aumentou em 2013. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), utilizado para a correção dos valores de contratos, como aluguel e energia elétrica, subiu cerca de 0,60% em dezembro. Desta forma, o IGP-M, responsável pelo reajuste de contratos de aluguel, expandiu 5,51% no ano.

A projeção para a inflação em 2014 não é das mais animadoras. Antes, a previsão de crescimento era de 2,01% e agora é de 2%. A produção industrial, que deixa a desejar desde 2008, tem expectativa de 2,23%, menor que a anterior, que era de 2,31%. O PIB (Produto Interno Bruto) foi mantido em 2,30%.

Por Larissa Nalin


Hoje em dia o mercado de imóveis está voltando a ficar aquecido apesar da queda econômica e devido às estatísticas feitas no mês anterior, onde os imóveis tiveram um aumento de 1,2%.

Isso ocorre devido ao aumento de pessoas empregadas conforme o índice feito pelo IBGE, pois quanto mais pessoas empregas registradas, mais confiabilidade ela terá para financiar um imóvel.

Hoje em dia quem não quer sair do aluguel? Então tudo está ficando cada vez mais prático, pois qualquer pessoa física que não tenha restrições e apresente as condições legais para o financiamento poderá realizar seu sonho de ter sua casa própria.

Este aumento sobre o valor do imóvel é somente no território nacional, afetando vários municípios com porcentagens diferentes sobre o preço, dependendo da cidade.

Uma pesquisa feita aponta que o local que teve menos aumento no preço dos imóveis durante esses últimos cinco anos foi no Estado de Rio de Janeiro que teve um aumento no preço médio agora no mês de setembro de 2013 de uma porcentagem de 0,8%.

Mas conforme pesquisas realizadas, a porcentagem dos imóveis prevista para o ano de 2014 tende a subir e a acompanhar a inflação.

Então, se você pensa em financiar sua casa, aproveite agora, invista em ter a sua casa própria, claro que também as altas não serão um valor absurdo, e você poderá negociar um valor que caiba no seu bolso.

Então não desanime, e já é hora de sair dos aluguéis, não há nada melhor do que ter a sua casa própria, claro que você terá que pagar o financiamento no lugar do aluguel, mas preste atenção em um detalhe, o aluguel você paga e a casa nunca será sua e também o dono pode solicitar a devolução a qualquer momento, agora a sua casa financiada, assim que terminadas as parcelas do financiamento ela será sua, e não deverá para mais ninguém. Então invista, pois vale a pena.

Por Elaine de Oliveira


Na última segunda-feira, dia 30 de outubro, o Conselho Monetário Nacional, mais conhecido com CMN, aumentou o valor do imóvel a ser adquirido através do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, popular FGTS, inclusive referente ao valor da casa própria, que tem o seu financiamento de acordo com as regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Até antes do dia 30 de outubro, o limite de financimento era de R$ 500 mil; com a elevação, Estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal terão o limite aumentado para R$ 750 mil, já que nas cidades destes Estados os preços dos imóveis tendem a ser mais elevados; para o restante do país o limite foi reajustado até R$ 650 mil.

Segundo Júlio Carneiro, um dos gerentes do Banco Central, o teto fixado em R$ 500 mil vinha desde 2009, e de lá pra cá o país passou por inúmeras mudanças, entre elas algumas relacionadas à inflação, o que contribuiu para a mudança.

Pelo que prescreve as novas regras de financiamento, o valor a ser financiado não poderá ser superior a 80% do valor do imóvel; para os financiamentos que utilizem o Sistema de Amortização Constante o valor a ser pego com a instituição financeira poderá chegar a até 90% do valor do imóvel.

Sobre a Taxa de Juros, estas estão fixadas em aproximadamente 10% ao ano, para aqueles imóveis acima de R$ 500 mil; através do SFH têm financiamentos sendo feitos até em 8% a 9% ao ano, mas segundo Júlio Carneiro a presente situação não deverá criar um "boom" no mercado.

Em 2009, quando ocorreu o último reajuste, o limite era de R$ 350 mil e passou para R$ 500 mil, ou seja, se comparado, em porcentagem, ao reajuste atual, os dois últimos se equivalem; a previsão de aumento já vinha sendo cogitada desde o fim de 2012, mas só pôde ser concluída agora, já que a decisão cabe unicamente ao Conselho Monetário Nacional.

Por Vinicius Cunha

Foto: Divulgação


A dificuldade de encontrar terrenos disponíveis para a expansão imobiliária, a mão de obra cada vez mais alta e a crescente demanda por habitação nas cidades, aumentam gradativamente os preços dos imóveis comercializados.

O dilema das construtoras e incorporadoras é exatamente incorporar empreendimentos que se adequem a ocupação da cidade e aos altos preços praticados para a implantação do projeto.

Com a crescente demanda para aquisição do imóvel próprio, os bancos e seguradoras passaram a oferecer mais créditos imobiliários, atendendo às recorrentes obras de ocupação urbana e gerando oportunidades para as classes mais baixas. Desde então, as empresas relacionadas à Construção Civil se encontraram em meio à necessidade de aquisição de novos terrenos para os empreendimentos, o que proporcionou ainda mais valorização nos mesmos.

De acordo com os especialistas, programas de incentivo à habitação para a Classe C, como o Minha Casa Minha Vida, impulsionaram o crescimento do setor, diminuindo os riscos praticados e possibilitando a sua execução em áreas em fase de valorização imobiliária.

Hoje, o setor imobiliário encontra-se voltado mais para a situação de oferta do que a de demanda. Isso ocorre devido à necessidade de construção de moradias para a classe média e devido à dificuldade de encontrar solo para a implantação nas áreas de concentração de renda da população.

Mesmo com o crescimento do interesse pela casa própria, as empresas afirmam que o crescimento dos terrenos, produtos e mão de obra, não poderá ser maior. Isso porque deve ocorrer um nivelamento de tarifas e valores para a continuidade do crescimento do setor.

Por G.Produções


Está procurando um imóvel para chamar de seu, mas tem muitas dúvidas sobre qual é o ideal para você? Alguns quesitos devem ser levados em consideração no momento da compra, para não haver arrependimentos posteriores.

A compra de um imóvel é um momento muito importante e deve ser realizada com consciência e cautela, já que se trata de um investimento elevado e é uma escolha que irá lhe acompanhar por muitos anos de sua vida – se não para a vida toda.  Portanto, somente finalize uma transação quando tiver absoluta certeza de sua opção.

Primeiramente, defina qual o tipo de imóvel que pretende comprar, se uma casa ou apartamento, ponderando os prós e contras de ambos. Outra questão importante é o bairro que pretende morar. Leve em consideração a distância do seu local de trabalho e de outros locais que costuma frequentar, além da simpatia que possui pela região (não há situação pior do que morar em um bairro o qual não gostamos).

Faça várias visitas a imóveis. Nunca escolha prontamente o primeiro, pois outros poderão lhe encantar mais. Lembre-se também de verificar, em cada imóvel visitado, as medidas do mesmo, tamanhos das paredes, especialmente se você já tiver móveis. Você deve se certificar de que seu mobiliário caberá na nova moradia.

Superados estes pré-requisitos, lembre-se do fator mais importante a ser considerado no momento da escolha final: a sua casa deve ser aquela que seu coração bateu mais forte, este é o imóvel certo para chamar de lar.

Por Leni do Vale


O crescimento na construção civil elevou também as vendas em áreas correlatas como a decoração de ambientes. Estima-se que os brasileiros irão gastas cerca de R$ 5,4 bilhões no ano de 2013 com artigos de casa e decoração. O que representa um crescimento de 12% em relação ao ano de 2012.

Uma pesquisa feita Pyxis Consumo mostrou que o gasto per capita dos produtos de casa passará de R$ 31,01 para R$ 33,17. Em alguns Estados, como Minas Gerais, o crescimento será maior passando de R$ 25,08 em 2012 para R$ 39,08 este ano, um crescimento de 56% em relação ao ano anterior.

A Classe B apresenta um potencial maior de consumo com cerca de 42% do total gasto. Já a Classe C terá uma participação de 30,49%. Fatores como a facilidade  no crédito, financiamento e qualificação do consumo foram determinantes para o aumento. Cada vez mais consumidores estão dispostos a gastar um pouco mais com a decoração de suas casas.

O setor tem investido mais na diversidade dos produtos e serviços oferecidos, pois o consumo crescente também acarreta em um consumidor mais exigente. Existem linhas adequadas às diferentes classes e gostos, o que aumenta o leque de opções do cliente. 

Por Robson Quirino de Moraes


Houve uma grande valorização de imóveis nos últimos anos nas maiores cidades brasileiras. Segundo o índice FipeZAP divulgado nesta quarta-feira (04/04), nos últimos 50 meses em São Paulo os preços dos imóveis superaram a alta inflação. Já no Rio de Janeiro, a coleta de dados, que começou a ser realizada no início de 2008, mostrou que a inflação só bateu a alta dos imóveis no primeiro mês e depois perdeu para o mercado imobiliário nos outros 49.

A pesquisa nacional com dados de sete capitais do Brasil só começou a ser divulgada no final de 2010 e, desde então, a inflação medida pelo IPCA durante 19 meses seguidos foi superada pelos preços dos imóveis. O que podemos concluir é que quem já possuía imóveis teve um aumento de mais ou menos o dobro de sua riqueza neste período.

Ainda, de acordo com o índice FipeZap, a alta no preço dos imóveis em março deste ano foi de 1,4%, mas esta valorização foi menor que a de fevereiro, que foi de 1,5%. Mesmo não sendo divulgado ainda pelo IBGE, o IPCA deve ficar abaixo de 0,5%, isso de acordo com as previsões de mercado.

Com as altas recentes dos imóveis, a Fipe, responsável pelo índice FipeZAP, está com expectativa de uma desaceleração nos preços dos imóveis das principais capitais brasileiras.

Por Guilherme Marcon


A valorização imobiliária no Brasil atingiu um crescimento impressionante nos últimos 50 meses. Segundo o FipeZAP, índice que demonstra todos os dados do mercado imobiliário, os valores das casas, apartamentos, terrenos e empreendimentos comerciais superaram até mesmo a alta inflacionária por mais de 04 anos no estado de São Paulo.

No Rio de Janeiro, o cenário não foi muito diferente, pois a valorização no mercado de imóveis foi maior que a inflação por 49 meses, ficando abaixo somente durante o 1º mês.

A nível nacional, a pesquisa contendo informações acerca de 07 capitais brasileiras começou a ser divulgada somente a partir do segundo semestre de 2010. Desde então, a inflação não supera o mercado imobiliário há 19 meses consecutivos. Em síntese, tais informações revelam que quem possuía imóveis nesse período, teve seu patrimônio multiplicado.

Embora as estatísticas sejam muito expressivas para o mercado imobiliário, a tendência é que os preços se estabilizem e mais cedo ou mais tarde sejam reajustados de acordo com a alta da inflação.

O último FipeZap, publicado na quarta-feira (dia 04 de abril), revelou que o preço dos imóveis aumentou 1,4% no mês de março, uma alta significativa, porém menor do que o mês anterior, o que já começa a apontar para uma desaceleração valorativa nas principais capitais do país, fato já previsto pela Fipe, instituição responsável por calcular o índice FipeZAP.

Por Larissa Mendes de Oliveira


No ano passado foram concedidos cerca de R$ 79,9 bilhões em financiamentos de imóveis que foram usados para a compra de 493 mil unidades.

Segundo os dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) o uso dos recursos da poupança para financiamento para compra e construção de imóveis aumentou 42%.

Em 2011 a quantidade de unidades financiadas foi 17% maior se comparado a 2010, em números essa porcentagem significa R$ 23,7 bilhões a mais que no ano anterior.

O aumento dos financiamentos se deu porque a taxa de desemprego diminuiu e os trabalhadores estão ganhando melhor e com isso têm o poder de compra aumentado.

Embora esses resultados sejam positivos a Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip) tinha previsão que o volume chagaria a R$ 85 bilhões em 2011, mas devido à falta de mão de obra qualificada e algumas questões climáticas o resultado foi menor.

A previsão para esse ano é que a quantia de financiamento cresça 30% em relação aos resultados de 2011 chegando a R$ 103,9 bilhões contando apenas com os recursos de poupança.

Contando o financiamento através do SBPE e do FGTS foram mais um milhão de unidades financiadas.

Por Jéssica Posenato

Fonte: G1


O mercado imobiliário, embora um pouco menos aquecido, vendeu mais unidades com mais dormitórios do que o normal.

Dos imóveis comercializados em outubro de 2011, 54,1% eram com três dormitórios, ou seja, das 2.017 unidades vendidas, 1.092 estavam neste perfil. Na segunda posição, os imóveis com dois dormitórios representaram 29,4%.

O percentual foi divulgado pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) em pesquisa divulgada pela entidade.

Durante todo o ano de 2011, as vendas dos imóveis com três dormitórios só havia sido maior em abril. De julho a setembro, as unidades com dois dormitórios representaram cerca de 50% das unidades vendidas.

Nos Bairros da Mooca e Brooklin, os apartamentos custaram entre R$ 750 mil e R$ 900 mil. Já em Interlagos, Pari, Itaim Paulista, Cambuci e Parque Bristol, os valores oscilaram entre R$ 200 mil e 520 mil.

Em relação à área em metros quadrados, o maior volume de vendas se concentrou entre imóveis com 46m2 e 65m2.

Os lançamentos também ganharam destaque e tiveram um pequeno avanço. Em outubro foram disponibilizadas 3.215 unidades contra 2.739 no mês anterior. Os dados são da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

Por Natali Alencar


O setor imobiliário torna-se, no decorrer dos tempos, o preferido dos investidores. A alta valorização de residências (prédios ou casas) viabiliza o emprego financeiro em moradias adquiridas na planta. Estimativas apontam que um imóvel apresenta valorização superior a 200% em poucos anos depois de concluídas as obras.

O brasileiro parece estar disposto a continuar adquirindo moradias. Independente do programa do governo federal para o segmento, o “Minha Casa, Minha Vida”, os números só tendem a crescer, tanto que levantamento realizado pela Lopes Inteligência de Mercado volta a ilustrar crescimento no interesse de compra de imóveis.

Em fevereiro, o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) avançou 1,9% em comparação a janeiro. Acompanhando essa disposição, o Índice de Expectativas também apresentou acréscimo, de 4%, para 142,9 pontos.

A sondagem, que abordou a opinião de 562 pessoas no mês de fevereiro, revelou que 61% dos consultados buscam moradias de até R$ 250 mil, índice 18% acima do mesmo estudo de janeiro.

Mesmo com as medidas de restrição de crédito abraçadas pelo Banco Central (BC), os índices parecem não desacelerar. Ao longo do ano, a intenção de compra deve diminuir na medida em que o consumidor perceber que 2011 será, possivelmente, um ano de maior aperto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


O tempo de imaginar que apenas os grandes centros urbanos apresentavam as melhores oportunidades de emprego já pertence ao passado. Com a instalação de empresas de médio e grande porte nas cidades interioranas, profissionais têm procurado novas oportunidades, mesmo que, para isso, precisam se mudar.

Além dessa constatação, a própria população local passou a usufruir do bom cenário da economia do país, tanto que informações descritas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) revelam que os imóveis de dois dormitórios econômicos e de dois quartos sem elevador estão em alta entre os lançamentos no interior paulista.

O sindicato assinala que o crédito bancário mais acessível, o aumento da massa salarial das classes C e D e o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ são as principais constatações para esse alçamento.

Em São José do Rio Preto, o índice de lançamentos desses portes chegou a 47,1% do total, percentual similar ao de Bauru (42,4%), mas inferior ao de Sorocaba (57,2%).

O preço do metro quadrado nessas regiões varia de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil, podendo chegar de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil entre os lançamentos mais tradicionais, de alto padrão e com localização privilegiada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um imóvel novo é sinônimo não apenas de muito suor e trabalho, mas também de consequências da própria vida em meio ao ambiente econômico brasileiro. Logicamente, existem famílias com bons rendimentos, que com maior facilidade conseguem adquirir casas e apartamentos, mas num contexto geral, tal conquista motiva novos ares.

Um dos meios de aquisição de imóveis é fazer uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seja no início do financiamento ou de dois em dois anos, como abatimento do débito, com o morador já em seu lar.

Na quarta-feira passada (2 de fevereiro), o Conselho Curador do fundo decidiu ampliar o valor máximo de utilização do FGTS no financiamento para famílias de baixa renda. O novo valor é de até R$ 170 mil. A fixação abrange as regiões metropolitanas dos estados do Rio Janeiro, de São Paulo e do Distrito Federal.

A remuneração máxima, neste caso, permanece em R$ 4,9 mil para cidadãos situados nas regiões metropolitanas e municípios com população idêntica ou acima de R$ 250 mil. Para os demais locais do país, renda máxima de R$ 3,9 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom


O sonho da casa própria certamente transita na cabeça de inúmeras pessoas que vivem de aluguel ou que querem, invariavelmente, sair da casa dos pais no intuito de conquistar muitos tipos de liberdades, se é que existe a definição “tipos” para esse termo.

Com dinheiro em mãos e empreendimento à vista, negócio fechado. Porém, antes de assinar contrato, deve-se ater atenção ao local do empreendimento, isto porque o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP) revela que nos lugares onde existe incidência de enchentes os imóveis sofrem desvalorização de até 30%.

Por outro lado, algumas pessoas optam por adquirir um bem desse porte para outros fins, como aluguel e revenda. De acordo com José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, um imóvel desvalorizado pode vir a ser um bom investimento a longo prazo, dada às estimativas de progressos na região.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Creci-SP


A expansão do setor imobiliário deve ser mais branda em 2011, após meses de intensa atividade por todo o país. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio da Pesquisa do Mercado Imobiliário, 31 mil residências novas foram edificadas em São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado, mil unidades a mais em relação ao período análogo de 2009.

A configuração de destaque nesses 11 meses foram os imóveis de dois quartos, responsáveis por 40% das unidades comercializadas. Os lares de três dormitórios, porém, representaram índice não muito abaixo desse, de 32%, enquanto moradias de quatro quartos, 17%. De acordo com a pesquisa, a menor procura foi pelos locais de apenas um dormitório (11%).

Embora medidas de aperto de crédito venham a diminuir as vendas pelo setor, se os prognósticos se confirmarem a diretoria do Sindicato da Habitação crê na continuidade dos bons resultados averiguados no segmento, com crescimento próximo ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), calculado (para 2011) em 4,5% pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online


Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


Ao adquirir um novo empreendimento clientes são questionados sobre qual andar preferem, quantos dormitórios e qual posição almejam no prédio, ou seja, com maior incidência, ou não, da luz solar, entre outras indagações, todas importantes e que recaem sobre o valor do imóvel.

Informações divulgadas pelo Secovi-SP indicam que a disposição de luz na habitação proveniente da luz do sol em detrimento à luz artificial pode valorizar o local em aproximadamente 10%.

Para Luiz Fernando Gambi, diretor de comercialização e marketing do sindicato, quanto mais o cidadão reside ao sul, mais amplo é o interesse por imóveis situados ao norte, principalmente se a luz solar penetra na sala de estar e nos quartos no período matutino. Em sua visão, além de conferir maior aconchego, essa disposição proporciona economia na conta de energia elétrica.

Artigo exprimido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) relaciona que residências volvidas ao lado sul tendem a ser mais escuras, frias, inclusive com recorrência de umidade e mofo, também atrapalhando o bom desenvolvimento de plantas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Notícias circundando o bom momento do setor imobiliário brasileiro não são mais novidades. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do O Sindicato das Empresas  de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indica que entre janeiro e dezembro do ano passado 31 mil residências novas foram vendidas na cidade de São Paulo, um mil acima do período igual de 2009.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, estudo em questão, a quantidade só não atingiu um patamar mais elevado em virtude dos lançamentos não terem acompanhado o ritmo do segmento. Apesar disso, em 2010 cerca de 36 mil unidades comercializadas poderão ser constatadas.

O Secovi-SP exprime que o índice Vendas Sobre Oferta (VSO) chegou a 22,7%, em média, de janeiro a novembro. O medidor tem por base a correspondência entre o total de imóveis comercializados sobre o volume ofertado mensalmente. A classe média foi a grande responsável pelo bom patamar do VSO, uma vez que a casta adquiriu bom número de lares.

Release divulgado pelo sindicato expõe que no acumulado de 2010 até novembro, conforme informações da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), 30 mil unidades foram lançadas em São Paulo, 19% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Imóvel pode ter sido, grosso modo, uma das palavras mais mensuradas no ano passado pela imprensa brasileira, tanto para o sentido positivo da questão como para o negativo. O consumidor tem se mostrado mais otimista quanto à compra desse bem se valendo de várias maneiras, entre as quais financiamentos, aquisição à vista ou consórcios.

Especificamente relacionado ao último caso acima, a venda de novas cotas no setor de consórcios avançou 11,4% no acumulado de 2010 até novembro em relação aos primeiros 11 meses de 2009, para 209,4 mil unidades. Informações apregoadas pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) também indicam incremento no valor médio das cotas para a aquisição de moradias, pulando de aproximados R$ 89,4 mil para mais de R$ 103,3 mil, diferença de 15,6%.

De acordo com o portal R7, em novembro passado o setor agregou 578 mil partícipes, alta de 8% no confronto anual. No acumulado de 2010 até o mês em questão, 61,7 mil cidadãos foram contemplados, alta de 4,8% em detrimento ao período análogo de 2009.

A justificativa para esse bom movimento na visão da associação tem por base a estabilidade no emprego e o bom cenário digerido pela economia brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão do setor imobiliário foi vigorosa nos últimos anos, tanto pelo aumento do crédito ao consumidor quanto pelo otimismo da população, aumento da massa salarial, crescimento do número de vagas formais e o programa habitacional do governo federal, “Minha Casa, Minha Vida”.

Àqueles que aproveitaram o bom e recente momento devem comemorar muito, pois para 2011 está prevista a diminuição de lançamentos em todo o país. O citado programado governo deverá responder por boa parte dos novos empreendimentos, tanto que para Teotônio Costa Rezende, consultor da vice-presidência de governo da Caixa Econômica Federal (CEF), a segunda fase do MCMV tem por escopo lançar dois milhões de unidades habitacionais até 2014, ano em que o país sediará a próxima Copa do Mundo.

A principal diretriz do programa é conceder subsídios de até R$ 23 mil para moradias de até R$ 130 mil. Na visão de Rezende, o grande obstáculo é tornar possível a utilização de terrenos com boa infraestrutura e a um preço em consonância aos cidadãos de baixa renda.

Na opinião de Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, o problema atual será superar a ausência da mão de obra e a infraestrutura que comportem, assim, a expansão pretendida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Alshop


Casa própria nem sempre é possível devido a inúmeros fatores particulares e em alguns casos, globais. Por isso, ter acesso a um lar pode ser possível por meio de aluguel, que no mês passado, em São Paulo, apresentou aumento médio de 1,7% em comparação a agosto. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), no acumulado dos últimos 12 meses o valor para alugar uma casa na capital paulista cresceu 12,8%.

Para o sindicato, a demanda maior em relação à oferta incidiu com maior firmeza nas residências de apenas um quarto, as quais contraíram avanço de 2,4% em setembro ante o mês imediatamente anterior. Além desse fator, o estado de conservação do imóvel e a localização, para lares nos moldes de um dormitório, acarretam fila de interessados em contratá-los.

O estudo, divulgado por meio de Hilton Pecorari Baptista, diretor de locação residencial do sindicato, revelou que um imóvel de três dormitórios situado na zona norte de São Paulo, por exemplo, teria valor de locação por metro quadrado de R$ 13,44 a R$ 13,87, dependendo do estado de conservação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


O 6º Feirão da Casa Própria, realizado entre os dias 31 de maio e 13 de junho em todo Brasil, foi tido pela Caixa Econômica Federal como grande sucesso. Aos brasileiros que se valeram do acontecimento, imóveis abrangidos pelo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” tiveram grande representatividade.

Em breve, entre os dias 23 e 26 deste mês, acontecerá o Salão Imobiliário de São Paulo (Sisp), o qual abrangerá mais de 200 mil unidades à comercialização, tanto longe das fronteiras brasileiras como dentro do país. Os preços, a partir de R$ 150 mil reais, contarão com taxas de juros menores em relação às adotadas costumeiramente pelo mercado.

João Crestena, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), pondera que o evento é o mais considerável no segundo semestre de 2010, período no qual a maior parcela dos negócios praticados no segmento são concentrados, conforme enunciação ao portal R7.

Para Marly Parra, diretora de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, praticamente sete em cada dez residências disponíveis pertencem à faixa de R$ 300 mil (entre dois e três dormitórios). O único “porém” ao Sisp é o fato de nenhuma unidade se enquadrar nos padrões do “Minha Casa, Minha Vida”.

O evento acontecerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1.209  – Santana), em São Paulo, das 12h às 21h, na quinta e sexta-feira, e das 10h às 21h, no sábado e no domingo.

Maiores informações podem ser obtidas no site oficial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A maioria dos contratos de aluguel tem seus reajustes regidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) pesquisado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e o índice apurado para o mês de Junho trará uma boa notícia para quem tem reajuste neste período. Houve um recuo na taxa apurada em relação ao mês de Maio. Enquanto no mês passado a taxa ficou em 1,19%, em Junho ela foi estimada em 0,85%, conforme informado pela FGV.

Ao longo dos últimos doze meses este índice apresentou um aumento de 5,17%. Já no primeiro semestre deste ano o aumento ficou em 5,68%. A desaceleração deste índice deveu-se principalmente aos preços praticados no atacado que tiveram uma elevação menor neste período.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) que tem peso de 60% na composição do IGP-M apresentou uma variação menor ficando em 1,09% em relação ao mês de Maio, onde esta taxa foi registrada em 1,49%.

Desta forma o índice que reajusta os aluguéis registrou baixa seguindo uma tendência no universo dos índices que medem a inflação oficial, que na comparação entre Junho e Maio apresentaram uma tendência de queda.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Quem comprou imóvel na planta pode se preparar para um aumento maior do reajuste das parcelas. Isto porque devido ao aquecimento do mercado da construção civil, o valor da mão de obra do setor que subiu na faixa de 2,54% no último mês em função de datas base da categoria, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) que reajusta as parcelas de imóveis em construção chegou ao patamar de 1,77% no mês de Junho, bem acima das projeções de inflação.

Por exemplo, no último boletim Focus o mercado projetava a inflação em torno de 0,14%, podendo chegar a 0,19%, conforme medições do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Como as parcelas são reajustadas pelo índice especifico da construção civil, neste mês a variação ficará acima da inflação oficial. Algo que não ocorria deste o período compreendido entre agosto do ano passado e março deste ano, quando esta variação foi bem menor que a inflação.

No entanto em abril a coisa começou a mudar e os preços praticados no setor construção civil subiram e a perspectiva é que continuem subindo nos próximos meses, mas talvez em um ritmo um pouco menor do que agora, mas o que de qualquer forma deverá manter os próximos reajustes das parcelas acima da inflação oficial.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Os imóveis comercializados no bairro são os mais diversos. Apartamentos ou casas com design moderno, clássico, tradicional, de todos os tamanhos e para todos os gostos. Os edifícios com vista privilegiada para as principais atrações do bairro, como o parque Villa-Lobos, são os mais procurados. O investimento para viver em um local tão completo não é pequeno, mas torna-se apenas um detalhe frente a tantos predicados que o lugar possui. Os preços são variados, mas em média, é possível encontrar bons apartamentos por R$ 300 mil, podendo chegar até a alguns milhões de reais para se ter uma cobertura ou um duplex de luxo.

Mais que um bairro sofisticado, o Alto de Pinheiros é o espaço ideal para quem gosta de tranquilidade ou movimento, natureza ou grandes construções, a sofisticação de tradicionais restaurantes ou a agitação de renomados bares. É a diversidade de São Paulo e do mundo em um só lugar.

Por Luana Neves


O campo imobiliário do Brasil vem despontando com um dos mais rentáveis setores, impulsionado, boa parte, pelo programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP), as vendas de moradias novas na capital paulista retomaram ao patamar pré-crise no 1º trimestre deste ano em relação aos três meses iniciais de 2009.

A entidade informa que o setor obteve alta de 75,1% na comercialização de residências, conquistando a soma de 8,461 unidades, bem próximo à contagem do primeiro trimestre de 2008, com 8,478 imóveis.

Por outro lado, indica o Secovi-SP, em comparação ao trimestre final do ano passado, a comercialização de imóveis residenciais caiu 21,3%, quando 10,745 unidades foram vendidas.

Leia mais informações diretamente na Reuters.

Por Luiz Felipe Erdei


No último domingo, 16 de maio de 2010, a sexta edição do Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal, encerrou em São Paulo com ótimos resultados. O evento recebeu cerca de cem mil visitantes e obteve negócios no valor de R$1,86 bilhões, um aumento de mais de vinte por cento em relação ao ano passado.

Apesar de uma variedade de imóveis a preços bem diversificados, o feirão da Caixa Econômica teve como principal objetivo a oferta de imóveis dentro do Programa Minha Casa Minha Vida. Após São Paulo, o evento percorre mais doze cidades brasileiras, sendo Belo Horizonte, o último local a ser visitado. Mas ainda fica o alerta para que o consumidor, antes de fazer qualquer compra por impulso, avalie bastante todas as condições do financiamento, bem como outras variáveis como segurança, transporte, entre outros.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


A pesquisa mensal realizada pelo Secovi-SP abaliza que os aluguéis de apartamentos e casas negociados no mês passado assinalaram avanço médio de 10% no período acumulado dos últimos 12 meses.

O portal de economia do Estadão ajuíza que essa alta é a maior variação dentro de um tempo de um ano, desde junho de 2009, quando houve ascensão de 11,33%. Caso março seja comparado a seu mês anterior, os novos contratos de aluguem contraíram ascensão de 2%.

Os imóveis de até dois quartos, em específico, foram os que mais tiveram acréscimo entre fevereiro e março, de 2,5%. Por outro lado, o aluguel de residências de somente um dormitório apontou crescimento médio de 2%, diferentemente de três quartos, com elevação de 0,8%.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mesmo com a afirmativa do Presidente Lula de que na primeira fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) somente 40% dos projetos foram concluídos, no lançamento da segunda fase, a futura candidata à sucessão presidencial pelo PT, Ministra Dilma Rousseff, disse que muito mais será investido e que as moradias construídas através desta segunda fase terão seu abastecimento de energia através da luz solar.

Os investimentos previstos para segunda fase do PAC giram em torno de R$ 958,9 Bilhões a serem investidos em obras nos seis grupos que compõem o plano (cidade-melhor, comunidade cidadã, Minha casa, Minha vida, água e luz para todos, transportes e energia).

Para o programa habitacional “Minha casa, Minha Vida”, serão destinados R$ 71,7 Bilhões, o que juntamente com o PAC 1, caso as metas previstas sejam atingidas, reduzirá o déficit habitacional à metade, conforme informação da Ministra Dilma.

Resta agora somente que os projetos saíam do papel, que sejam postos em execução e as metas sejam atingidas.

Fonte : www.uol.com.br

Camila Campanerut – Brasília.


More no primeiro condomínio clube da Caxangá”. A sugestão é feita pelo ator global, Mateus Solano, que vive os gêmeos Jorge e Miguel na novela “Viver a Vida”, de Manuel Carlos, na Rede Globo. Essa campanha é parte de uma grande campanha de lançamento e vendas dos apartamentos do “Torres do Mirante Condomínio Clube”, localizado no bairro da Caxangá, no Recife.

O empreendimento é das construtoras Cosil e MC Brasil, que o lançaram oficialmente no mercado no início desta semana, com uma grandiosa campanha publicitária, onde são destacados todos os diferenciais do condomínio, entre eles os 40 itens de lazer. A campanha está sendo capitaneada pela agência Casa Comunicação.

O “Torres do Mirante” foi construído numa área privilegiada da Caxangá, nas proximidades do Caxangá Golf Club, localizado na Rua Dona Inês Correia de Araujo.

Por: Alexandre de Souza Acioli





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