Banco Itaú anuncia redução da taxa de juros para 9% a.a.

Na expectativa pela recuperação do mercado imobiliário, o Banco Itaú está tomando uma atitude que no mínimo pode ser classificada como inovadora, visto a situação financeira pela qual a economia brasileira está passando. A atitude do banco consiste em reduzir a taxa de juros no financiamento imobiliário, considerado como um dos financiamentos mais estratégicos e mais seguros, tanto pelo mercado financeiro, que vê este tipo de financiamento com bons olhos, como pelo mercado imobiliário, que está precisando de um respiro, pois embora a economia esteja começando a se recuperar, ela ainda está em processo pós-recessão e isto trouxe uma série de problemas e questões que afetam diretamente o mercado imobiliário brasileiro.

Com essa decisão de uma recuperação econômica futura, o Banco Itaú então anunciou recentemente a redução da taxa de juros de financiamento imobiliário dos atuais 10% praticados pelo SFH (Sistema de Financiamento Habitacional), para cerca de 9% a.a, somado os juros de TR e outros encargos, praticados corriqueiramente pelos bancos, em operações como esta. A expectativa do banco é que haja uma forte procura por parte das pessoas por financiamentos que tenham uma taxa de juros consideradas como barata.

Por que o Banco Itaú tomou esta decisão?

Segundo a diretoria do banco, está decisão que será vigente a partir do dia 10 de Agosto de 2017, foi tomada se pensando e até mesmo se imaginando um cenário de forte recuperação econômica que deve ocorrer durante o ano de 2018 e 2019, segundo aponta muitos especialistas de mercado. Com essa visão a diante, foi então que a entidade bancária tomou esta decisão de abaixar de forma drástica os juros, para o financiamento da casa, isto favorecerá o crescimento do mercado financeiro, pois muitos bancos e financeiras vão acompanhar esta atitude do Banco Itaú e isso vai favorecer de maneira muito especial o acesso das classes C e B a financiamentos de casa própria, trazendo uma série de benefícios diretos e indiretos a este mercado.

Outro motivo pelo qual foi alegado esta atitude foi a redução de maneira muito especial e sensível dos custos de transações, com este tipo de operação, isto se deu devido a uma série de medidas estruturais que o mercado vem tomando para proporcionar o favorecimento e a agilidade das transações, principalmente e de modo especial em operações como financiamento imobiliário. Atualmente a aprovação ocorre em cerca de 1hora após o banco receber toda a documentação, isto segundo alega o próprio banco contribui para a redução do custo com transações em mais de 90%, o que possibilitou que se fize-se o corte na questão da taxa de juros de mercado. Além dos encargos do banco, também serão cobrados encargos do próprio SFH.

Como posso me beneficiar desta redução de juros?

Existem, muitas formas pela qual você pode estar se beneficiando diretamente ou mesmo indiretamente com o processo de redução de juros de financiamento imobiliário. A primeira vantagem pela qual se deve ter em mente é o beneficio de você poder desenvolver de maneira bastante eficiente e até mesmo eficaz por um acesso melhor a questão do financiamento imobiliário. Além disso, está queda de juros acompanha a queda da taxa de juros padrão de mercado que é a taxa Selic, isto permite que o repasse da TR seja um repasse bem menor do que a tempos atrás, reduzindo ainda mais os custos com financiamento imobiliário, gerando assim grandes benefícios que podem ser usufruídos principalmente quando falamos em termos de relação custo e beneficio.

Com a redução de burocracia das transações, o processo de aprovação ficou mais rápido e até mesmo mais ágil, isto trouxe de maneira muito especial e única um dos grandes benefícios para as pessoas que buscam por este tipo de financiamento, que é a questão de melhoria tanto de preços como de retorno pela qual se deve ter em mente que quando o Itaú faz este tipo de ação, por consequência outros bancos também o farão.

Andre Luis de Jesus Fonseca


Novas taxas de juros passarão a valer a partir do dia 1º de outubro para contratos novos feitos pelo SFH.

Financiar a casa própria está cada dia mais difícil. Após diminuir a margem de financiamento da casa própria, que antes era de 100% para 80%, a Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (dia 21), que elevará novamente os juros para o financiamento para a casa própria que utilizam os recursos da poupança. O banco está elevando as taxas pela terceira vez e justifica a escolha pela elevação das taxas básicas de juros do País (a Selic está atualmente em 14,25% ao ano).

A Caixa Econômica detém dois terços de todos os empréstimos que financiam a compra de imóveis de todo o País. Ela vem adotando medidas diferentes para restringir o acesso ao financiamento da casa própria.

A alta das taxas passa a valer a partir do dia 1º de outubro e atinge somente os novos contratos.  A taxa total para os correntistas que não forem clientes da Caixa será de 9,90%, para a compra de imóveis através do SFH (Sistema Financeiro Habitacional). Antes a taxa era de 9,45% ao ano.

Agora quem for correntista da Caixa, e os servidores públicos passarão a pagar 9,30% ao ano. Antes a taxa era de 8,80% ao ano. Os imóveis financiados pelo SFH têm preços que variam entre R$ 650 mil e R$ 750 mil.

Os financiamentos feitos pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) também sofrerão alteração. Os não clientes passarão de 11% para 11,50% ao ano, e os correntistas da Caixa e servidores públicos passarão de 10,20% para 10,70% e 10,50% para 11,20%, respectivamente. Os imóveis comerciais que estão enquadrados no SFI sofrerão um aumento bem maior, com taxa balcão chegando a 14% ao ano. Antes a taxa era de 12% ao ano.

As taxas do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, no entanto, não sofrerão nenhum reajuste, pelo que afirmou a Caixa.

A Caixa garante, que mesmo com a alta nas tarifas, continua oferecendo as melhores taxas do mercado.

Por Patrícia Generoso

Juros de casas próprias


Financiamentos imobiliários do Banco do Brasil terão alta nas taxas de juros, indo de 9,9% ao ano para 10,4% ao ano.

O mês de maio irá seguir a mesma tendência do início de 2015: alta em taxas de juros. Dessa vez foi o Banco do Brasil que anunciou que irá elevar, a partir de 18 de maio, as taxas de juros dos financiamentos imobiliários. Dessa forma, tais taxas irão passar de 9,9% ao ano para 10,4%. Além disso, o banco estatal destacou que o aumento das taxas é resultado direto dos maiores custos de captação.

Além disso, o Banco do Brasil também destacou que houve uma série de adaptações e melhorias nas linhas de Crédito Imobiliário SBPE, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Portanto, além do aumento das taxas também foi registrado: ampliação do prazo de financiamento, manutenção do percentual de financiamento sobre o valor do imóvel, maior facilidade na aplicação das taxas de juros levando em consideração o nível de relacionamento do cliente do BB, além de outras medidas.

Com tais medidas, o prazo máximo de financiamento passou a ser 420 meses, levando em consideração o perfil social do cliente e seu poder financeiro. Além disso, o banco também destacou que foram mantidos os 80% sobre o percentual de avaliação do imóvel que pode ser financiado para todos os clientes.

O Banco do Brasil seguiu a linha de mudança da Caixa. Vale destacar que a Caixa já havia anunciado medidas que entraram em vigor na última segunda-feira, 4 de maio. Tais medidas restringem o financiamento de imóveis usados. Através de tais regras, a Caixa determina que os financiamentos com recursos da poupança terão uma redução do limite do valor total do financiamento, sendo assim, saindo de 80% e passando a 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação. Já para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário passou para 40%, contra 70% anteriormente.

As mudanças, em ambos os bancos estatais, são resultado direto do atual momento econômico brasileiro. O ano de 2015 já vinha se destacando pelo aumento de taxas de juros, tanto em bancos estatais como em privados, bem como em outros setores do mercado econômico.

Por Bruno Henrique

Financiamento BB


Financiamento da casa própria na Caixa teve aumento em sua taxa de juros

O Brasil está registrando neste ano de 2015 vários aumentos em taxas de juros de diversas modalidades do setor financeiro. Dessa vez foi a Caixa Econômica Federal que anunciou aumento na taxa de juros do financiamento imobiliário. Caso ainda não saiba, passaram por reajustes as taxas para financiamento de imóveis residenciais contratados com recursos da poupança, o SBPE, no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação. A Caixa já havia registrado aumento em 2015, na ocasião o mesmo aconteceu em janeiro.

Segundo declaração oficial da Caixa nesta quinta-feira, 16 de abril, tal aumento é resultado direto do aumento das taxas básicas de juros. É importante ressaltar que a Selic registra valor de 12,75% ao ano atualmente. Além disso, o banco estatal também fez questão de ressaltar que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofreram alterações.

Confira abaixo as novas taxas de juros da Caixa:

– Taxa Balcão – 9,45% ao ano;

– Relacionamento – 9,30% ao ano;

– Relacionamento + salário – 9,0%;

– Servidor (relacionamento) – 9,0%;

– Servidor (relacionamento + salário) – 8,80%.

É importante ressaltar que o dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofreu aumento da taxa não é do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado. Ou seja, o dinheiro é proveniente do montante global depositado no banco.

Com isso, os financiamentos que não são feitos com recursos da poupança registraram aumento nas taxas de juros como era esperado. Nesse tipo de financiamento, o dinheiro utilizado também não será proveniente da conta do trabalhador, mas sim das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos.

Além disso, é importante destacar que o mercado de imóveis do Brasil vem passando por algumas dificuldades em 2015. Isso é resultado direto da atual situação econômica brasileira, pois o cenário de inflação alta e taxas de juros subindo a cada mês influenciam de forma negativa neste mercado.

Um grande exemplo é a cidade de São Paulo, um dos maiores centros do mercado de venda de imóveis do Brasil. A cidade vem registrando péssimos dados em 2015, haja vista os resultados negativos em janeiro e que já vem se estendendo até abril. Só em janeiro foram vendidas apenas 737 unidades residenciais novas, uma queda de 77% se comparada com dezembro de 2014.

Por Bruno Henrique

Financiamento imobiliário da Caixa





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