Saiba aqui onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo no ano de 2017.

Quem precisou comprar ou vender imóveis em São Paulo no ano passado teve muito trabalho, pois os preços tiveram uma variação muito grande e para não ficar no prejuízo foi preciso paciência e muita pesquisa. São Paulo é a maior cidade do Brasil, uma das maiores do mundo e tem imóveis para todos os gostos e estilos, nas mais diferentes regiões. Encontrar o menor preço, para quem quer comprar ou conseguir um valor mais elevado, para quem deseja vender, é uma verdadeira maratona.

Apesar da crise que assolou o país em 2017 e fez muita gente adiar o plano da casa própria, vários locais em São Paulo registraram uma alta no preço. Esse ano, quem está pensando em sair do aluguel precisa acompanhar bem esta variação de preços porque não basta apenas gostar de um bairro para resolver comprar o imóvel neste local, é preciso saber como ficou a alta nos preços dos imóveis por lá.

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliário do Brasil, fez um levantamento e encontrou as zonas e também os bairros da capital paulista em que foi registrado um aumento nos valores dos imóveis. O portal também relacionou os locais que registraram queda no preço. No centro da cidade, por exemplo, foi onde o preço dos imóveis mais subiu, chegando a 2,9% em 2017. Por lá, o preço médio do metro quadrado do imóvel ficou em R$ 8.239,00. Já na região Nordeste foi o contrário, o registro foi de grande queda nos valores, chegando a 2,6% e o preço médio do metro quadrado do imóvel nesta zona ficou em R$ 6.169,00.

Para deixar o levantamento mais completo, o Imovelweb analisou os preços de apartamentos com 2 quartos de 65m² e uma vaga na garagem e constatou que é sempre bom não fechar negócio de cara e tentar negociar, principalmente nos bairros em que foi registrado uma queda no preço dos imóveis. Nestes locais os proprietários ainda tentam fechar um bom negócio, mas sabem que vai ser preciso reduzir um pouco no valor para ficar na média e o comprador sabendo disso precisa aproveitar a ocasião para economizar um pouco mais, até porque depois da compra vem os gastos com transferência, cartório, registros e ainda tem a compra dos móveis, decoração, entre outros gastos.

Confira as zonas onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo, no ano passado:

  • Centro: aumento de 2,90%.
  • Oeste: aumento de 0,40%.
  • Centro-Sul: aumento de 0,60%.
  • Sudeste: queda de 0,20%.
  • Noroeste: aumento de 0,40%.
  • Sul: queda de 1,30%.
  • Leste: queda de 0,20%.
  • Nordeste: queda de 2,60%

Em relação aos bairros, os que registraram maior alta no preço médio dos imóveis foram: Ibirapuera e Vila Nova Conceição, na zona Sul de São Paulo. É interessante observar que a zona Sul, de um modo geral, registrou queda no preço dos imóveis, de 1,30%, mas estes dois bairros da região apresentaram aumento nos preços, por isso, é tão importante pesquisar.

Veja abaixo os bairros onde houve aumento no preço médio dos imóveis no ano passado.

  1. Sé: 25,4%
  2. Jardim Vitória Régia: 15,3%
  3. Vila Ida: 15,20%
  4. Jardim Saúde: 15,0%
  5. Lapa de Baixo: 13,9%
  6. Várzea da Barra Funda: 10,8%
  7. Vila Buarque: 9,5%
  8. Jardim Arpoador: 9,4%
  9. República: 8,8%
  10. Vila Emir: 8,7%

E abaixo, os bairros que apresentaram maior queda no preço dos imóveis em 2017:

  1. Cj. Padre Manoela da Nóbrega: 39,0%
  2. City América: 12,8%
  3. Jardim Santa Ifigênia: 10,5%
  4. Cj. Residencial Butantã: 10,1%
  5. Vila Vermelha: 9,8%
  6. Vila Marieta: 9,8%
  7. Cidade S. Francisco: 9,7%
  8. Vila Caraguatá: 9,5%
  9. Engenheiro Goulart: 9,0%
  10. Sítio da Figueira: 8,3%

Com essa relação é possível saber onde fica mais fácil conseguir negociar um bom preço e também onde você terá que pagar mais caro, devido à alta no valor dos imóveis.

Por Russel


Queda de preços dos imóveis atinge a marca de 6,55% neste ano, sendo um ótimo investimento para aqueles que têm dinheiro.

Atualmente, é crescente o número de imóveis que estão para vender e alugar em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo.

Em bairros nobres, como, por exemplo, o Morumbi, o número de imóveis voltados para a venda é crescente. Há um ano atrás, mesmo com uma quantidade boa de imóveis à venda, o preço estava lá em cima, acompanhando a chamada bolha imobiliária. Essa bolha é composta da alta valorização dos imóveis, e ocorre em praticamente toda a cidade, principalmente em áreas próximas de construções como metrôs, como é o caso na cidade de São Paulo. 

Porém, com a crise presente, um dos mercados que foram mais afetados neste ano foi o dos imóveis. A queda dos preços e a baixa procura para realizar vendas, principalmente de construções novas, como prédios e condomínios, vêm preocupando os construtores. Mas isso é uma via de mão dupla, claro, pois, com a bolha imobiliária, o valor dos imóveis subiu de uma forma absurda em pouquíssimo tempo, a valorização dos imóveis de 2008 até 2014 foi cerca de 25%, e dependendo do bairro esse reajuste era ainda maior! 

Agora, a diminuição do preço dos imóveis é aparente e num âmbito geral atinge a marca de 6,55%. Em bairros como o Ibirapuera (que chegou a ser um dos bairros mais caros para se morar na capital paulista), a queda chegou a ser de 0,7%, deixando o metro quadrado avaliado em R$ 12.018 neste ano.

A desvalorização ou queda no preço dos imóveis é a primeira desde 2008 e acaba sendo uma boa oportunidade para aqueles que têm dinheiro e querem investir, principalmente na hora de comprar um imóvel novo: devido à pouca procura de lançamentos imobiliários, para não sair no prejuízo, algumas construtoras estão vendendo o apartamentos por até R$ 20 mil mais barato do que o preço anterior. A alta desistência e quebra dos contratos de compra e financiamento também estão favorecendo essas condições para aqueles que querem investir, seja para alugar o futuro imóvel ou para comprar sua casa própria. A única coisa ruim é que, em compensação, pegar empréstimos bancários por esses tempos está meio complicado. E parece que vai continuar assim.

Alguns economistas indicam que, por exemplo, no mercado imobiliário o preço volte a ser o mesmo de 2008, quando a bolha imobiliária começou a surgir, sendo uma oportunidade ótima para aqueles que têm dinheiro, fazendo um bom investimento. 

A situação dos imóveis no Brasil, nesse momento, encontra-se similar àquela da crise de 2008 nos Estados Unidos, onde de uma forma geral, a bolha imobiliária estourou, trazendo assim, a queda do preço dos imóveis.

Por Mariana Oliveira

Imóveis


No mês de setembro ocorreu uma pequena queda nos preços dos imóveis nas principais cidades brasileiras, atingindo o índice de -0,12%.

O FipeZap, um índice que faz o acompanhamento dos preços referentes às vendas de imóveis em  20 das principais cidades do país, registrou em setembro uma pequena queda no valor dos imóveis, chegando a uma porcentagem de -0,12%.

A queda registrada no preço do imóvel foi pequena entre os meses de agosto e setembro, mas reflete perfeitamente o atual momento do país, onde as pessoas querem comprar a casa própria, porém preferem esperar um pouco mais para verem se a situação vai melhorar e com menos compradores, a tendência é que o preço sempre caia.

Esta já é a segunda queda consecutiva apontada pelo Índice FipeZap. A queda nos preços dos imóveis foi apontada em 8 cidades, de um total de 20 que são pesquisadas, sendo elas: Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Goiânia, Niterói, Florianópolis e Contagem.

Mesmo com as quedas dos preços nos imóveis destes municípios, o FipeZap registrou um aumento no acumulado dos 9 primeiros meses deste ano, chegando a 1,38%. Neste mesmo período, que vai de janeiro a setembro de 2015, o IPCA estava esperando uma inflação de 7,58% e desta forma o valor médio do m² teve uma queda de real em torno de -5,75% este ano até o último mês de setembro.

Pelo Índice FipeZap todos os municípios que fazem parte da pesquisa, apresentaram uma variação menor que a inflação registrada até setembro, a não ser a cidade de Florianópolis. E as cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Niterói e Curitiba chegaram a registrar uma queda no mesmo período.

Levando-se em consideração o acumulado dos últimos 12 meses, período que vai de setembro de 2014 a setembro deste ano, o Índice apontou uma variação de 2,63% enquanto que o IPCA esperava uma inflação de 9,43% para este mesmo período. Neste caso, o valor dos imóveis teve uma queda real, chegando a 6,21% neste período.

Foi a nona vez seguida que a variação do FipeZap ficou abaixo da inflação quando se faz este tipo de comparação.
Para os próximos meses a situação tende a seguir em queda acentuada, já que a crise no país continua, com forte inflação, desemprego, juros altos e tudo isso vai dificultar ao brasileiro conseguir comprar seu imóvel, o que resultará nesta tendência, de queda dos preços de imóveis na maioria das cidades brasileiras.

Por Russel

Preço dos imóveis


Em julho deste ano a queda nos preços dos aluguéis foi de 0,5%.

Devido à crise econômica a questão dos aluguéis de imóveis está tendo mais evidência atualmente. Porém, não é algo novo. De acordo com levantamentos feitos pelo Índice FipeZap os aumentos que dizem respeito aos aluguéis, desde o ano de 2010, vêm sofrendo uma relativa desaceleração. O FipeZap faz a análise dos preços de locação de imóveis em um total de nove cidades do país.

De acordo com as informações do Fipe em 2010 a subida dos preços ficou na faixa dos 18,56%. No ano seguinte, 2011, em 17,30%. Na sequência temos 2012 com 10,58%, 2013 com 7,86%. Já em 2014 o registrado foi de 2,68%. Neste ano, no acumulado até o mês de julho a queda foi para 0,5%.

De uma maneira geral o que esses números dizem exatamente? Bom, o mais importante é que eles apontam para algo pouco usual: o fato de que as negociações feitas entre os inquilinos e os proprietários estão puxando os preços dos aluguéis para baixo.

O Rio de Janeiro, por exemplo, teve até bem pouco tempo a maior explosão de preços. Porém, com as mudanças no mercado está ocorrendo uma desaceleração cada vez maior. Para se ter ideia, de acordo com dados do índice, o preço dos imóveis apenas nos primeiros sete meses do ano obteve um acumulado (queda) de 3,59%.

Em São Paulo, segundo informações levantadas pelo Sindicato das Empresas de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a redução acabou em 1% menor. Para o acumulado do ano a queda foi de 1,8%.

Isso tudo apenas prova um fato: devido à crise os locadores de imóveis têm se portado de maneira mais fácil de forma a ajustar os preços conforme a necessidade do inquilino.

Mesmo assim, é importante chamar a atenção para um aspecto interessante. Essa redução de preços não acontece em todos os lugares do país. Até mesmo na mesma cidade pode acontecer de uma região baixar e outra aumentar significativamente.

A dica que fica no meio disso tudo é tentar aproveitar ao máximo para negociar.

Por Denisson Soares

Aluguel


Queda foi a primeira registrada desde o ano de 2008.

Em agosto, os valores para compras de imóveis registram baixa de 0,1%, segundo reportagem do jornal “O Globo”. A reportagem destaca que se trata da primeira queda registrada desde o ano de 2008.

A reportagem ainda destaca que a cidade do Rio de Janeiro teve recuo registrado nos últimos meses do ano, contudo a cidade ainda mantém os imóveis mais caros do país, em segundo lugar está São Paulo. De acordo com a matéria do “O Globo”, o metro quadrado em território carioca custa cerca de R$ 10.593 em áreas nobres, como a zona sul.

Mercado imobiliário em SP:

Pesquisa realizada pelo Secovi- SP e divulgada no mês de agosto, no site da entidade, destaca aumento de vendas de imóveis em São Paulo, nos meses anteriores a agosto e setembro. Foram cerca de 2.588 unidades vendidas na capital paulista.

Isso significa uma alta de 20,4% nas comercializações, em relação às vendas de 2014, nos primeiros meses. Lembrando que em junho de 2015, São Paulo teve 27.448 imóveis disponíveis para a comercialização.

Minha Casa, Minha Vida 3:

Recentemente, o ministro das Cidades,Gilberto Kassab, anunciou que o Governo Federal vai implantar a fase 3 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo informações publicadas na página da Secovi, o anúncio oficial deve ocorrer nesta semana, provavelmente, a partir do dia 10 de setembro.

Contudo, reportagem do “Diário de Pernambuco” menciona que o anúncio deve ser adiado, com base em informações de bastidores de setores da construção civil. A reportagem cita a possibilidade de que o governo não tenha conseguido estabelecer as novas regras e “parâmetros” para o programa, dentro do prazo estipulado. O portal “R7” também publicou reportagem em que destaca o adiamento do anúncio da nova fase do programa. Embora, a presidente Dilma tenha confirmado pelo Twitter que o lançamento seria dia 10 de setembro, especula-se nos bastidores, de acordo com a reportagem, que o governo terá de adiar o início dessa nova fase, pois há muitas “indefinições quanto ao orçamento” para o ano que vem.

Por Letícia Veloso

Preço dos imóveis


Queda atinge o patamar de 4,94%. As cidades onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a Fipe, mostrou que o preço médio dos imóveis no Brasil já registra uma queda real em 2015. Ao todo, essa pesquisa destaca que essa queda já chega a 4,94%, incluindo nessa taxa o desconto da inflação. Vale destacar que esse resultado é obtido através do índice FipeZap. Tal índice monitora o preço de imóveis em nada menos que 20 cidades brasileiras.

O índice FipeZap, que serviu de base para a pesquisa aqui citada, mostrou que houve uma alta de 1,51% nos preços dos imóveis. Porém, entre janeiro e julho de 2015 a inflação registrou 6,79% de acúmulo. Portanto, esse é o grande resultado da queda real de 4,94% nos preços dos imóveis.

A maioria absoluta das cidades pesquisadas apenas conseguiu aumentos abaixo da inflação. A grande exceção ficou por conta de Florianópolis, haja vista o aumento de 9,24%. Dentre as cidades com as maiores quedas nominais, ou seja, os lugares do Brasil onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

E a tendência de queda não parou, pois em julho foi registrada uma alta de 0,13% em comparação com junho. Portanto, trata-se de um novo aumento que é inferior a subida da inflação, pois a mesma registrou aumento de 0,58% de junho para julho. Com isso, estamos falando de uma queda real nos preços pelo nono mês consecutivo.

Com os resultados apresentados aqui, o valor médio em relação ao metro quadrado nas 20 cidades que fazem parte da FipeZap foi de R$ 7.614 no mês de julho. Rio de Janeiro ainda lidera a lista das cidades com o maior valor médio do metro quadrado com R$ 10.631. A cidade de São Paulo, por sua vez, ocupa a segunda posição da lista com valor médio de R$ 8.602. Em contrapartida, as cidades que registraram os menores preços foram Contagem e Goiânia com R$ 3.568 e R$ 4.183, respectivamente.

Por Bruno Henrique

Preço dos imóveis


Preço médio do metro quadrado dos imóveis registrou queda real de 4,45% no 1º semestre de 2015.

De acordo com o Índice FipeZap, o preço médio do metro quadrado dos imóveis apresentou queda no primeiro semestre do ano. Segundo o índice, a queda de janeiro a junho foi de 4,45%.

A queda real ocorre quando a alta no preço médio de um imóvel está abaixo da alta generalizada de preços que é medida através de índices inflacionários, como o IPCA.   

No primeiro semestre, os preços dos imóveis sofreram uma alta de 1,38%, variação que está bem abaixo da inflação no período, que é de 6,10%, segundo o IBGE. No acumulado dos últimos 12 meses, encerrados no mês de junho, os valores subiram 4,52%, bem abaixo dos 8,82% do IPCA para o período.  O índice também apresenta, pela oitava vez consecutiva, queda real na variação de preços mensal. A expectativa é que o IPCA tenha alta de 0,72% para o mês, enquanto o metro quadrado fica em 0,13%.    

Quando analisadas as cidades, no acumulado de 2015, apenas a cidade de Florianópolis, entre as 20 analisadas, obteve o preço dos imóveis acima da inflação. As outras 19 cidades registraram variações menores do que a inflação. Brasília, Curitiba e Niterói tiveram uma queda nos preços no primeiro semestre de 2015.

Entre as cidades analisadas, o Rio de Janeiro continua registrando o metro quadrado com o valor mais alto.   

Confira a cidade e o preço médio do metro quadrado (em reais):

– Rio de Janeiro – 10.643; 

– São Paulo – 8.593; 

– Brasília – 7.969; 

– Niterói – 7.684; 

– Média Nacional – 7.608; 

– Florianópolis – 6.178; 

– Recife – 6.018; 

– Belo Horizonte – 5.914; 

– São Caetano do Sul – 5.701; 

– Fortaleza – 5.681; 

– Porto Alegre – 5.405; 

– Campinas – 5.258; 

– Vitória – 5.229; 

– Curitiba – 5.161; 

– Santo André – 4.999; 

– Santos – 4.900; 

– São Bernardo do Campo – 4.709; 

– Salvador – 4.639; 

– Vila Velha – 4.254; 

– Goiânia – 4.162; 

– Contagem – 3.550.

O indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com o site Zap Imóveis, analisa os preços do metro quadrado dos imóveis que são anunciados no ambiente online, que totalizam mais de 290 mil por mês. Outros dados de anúncios online também são utilizados para elaborar o indicador.

Por William Nascimento

Preços dos imóveis


Pelo 5º mês seguido o preço dos imóveis apresentou queda, com variação abaixo da inflação de março

O preço dos imóveis continua tendo queda e este já é o 5ª mês seguido em que os imóveis têm o preço menor. Esta queda é resultado de um cálculo complexo, feito da seguinte forma:

No mês de março, o Brasil passou a contar com um valor médio do metro quadrado dos imóveis, tendo uma pequena alta de 0,14%. Apesar deste pequeno aumento, pode-se considerar que o cenário é de queda, porque a variação ficou bem abaixo da inflação do mesmo mês, que foi de 1,40%.

Levando em consideração todos estes fatores, podemos dizer que o indicador apontou uma queda real no mês de março e para complicar, é a quinta vez consecutiva que os imóveis apresentam uma queda.

Esta pequena alta de 0,14% foi constatada em pelo menos 20 cidades brasileiras para o mês se março em relação ao mês de fevereiro. Como a alta ficou abaixo da inflação, constata-se que na verdade houve uma queda. Os dados foram divulgados pelo Índice FipeZap, na última quinta-feira (02/04).

O IPCA-15 – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – é o indicador oficial do Governo para apontar a inflação no Brasil. Quando o mercado analisa a alta no preço dos imóveis, leva-se em consideração também a inflação para chegar a um resultado real.

Especialistas no assunto explicam que o país perdeu dinamismo na economia de uma forma extremamente rápida e também muito acentuada, fazendo com que a demanda no mercado imobiliário caísse e continuasse caindo, resultando em mais "estoques" e, consequentemente, queda nos preços.

Das 20 cidades analisadas, o Rio de Janeiro foi a que mostrou maior estabilidade nos preços, se comparado a fevereiro. E só o fato do Rio de Janeiro apresentar esta estabilidade já é motivo para se comemorar, pois até bem pouco tempo atrás, a cidade estava no topo dos municípios em relação ao aumento de preço neste mercado.

São Paulo apresentou um aumento mensal de 0,53% enquanto em Florianópolis foi de 2,06% e em Porto Alegre foi de 1,2%.

Mas o Rio de Janeiro continua tendo o metro quadrado mais caro do país, com um valor médio de R$ 10.650,00 enquanto o metro quadrado em São Paulo é de R$ 8.538,00.

Por Russel


Após vários anos de valorização contínua no setor imobiliário, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro registram uma queda real nos imóveis. As cidades registraram alta dos preços de 0,40% no mês de setembro, o que está abaixo da inflação projetada para o mês, que seria de 0,43%, segundo o índice FipeZap, uma expectativa do Boletim Focus do BC (Banco Central) para o IPCA de setembro do ano corrente.

Este é um indicado positivo para quem busca seu imóvel e mostra que o momento é favorável, pois o valor médio do metro quadrado dos imóveis, no mês de setembro, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, teve uma queda real. Essas informações estão no índice FipeZap, que leva em consideração 20 cidades do país quanto ao mercado imobiliário.

O que pode confundir a cabeça de quem acompanha esta notícia é o fato de se falar em queda real, uma vez que houve aumento no valor dos imóveis. Tal fato ocorre porque se a variação do valor é menor do que a alta geral dos preços, ou seja, a inflação, diz-se que houve uma queda real, uma perda do poder de compra para um setor específico.

A queda não anima tanto aos que ainda buscam por um imóvel, uma vez que as duas cidades ainda registram os imóveis mais caros, levando em consideração os municípios que são acompanhados pelo índice FipeZap. No mês de setembro, o valor médio do metro quadrado do imóvel foi de R$ 10.793,00 e de R$ 8.277,00 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

Ressalta-se que se consideradas as 20 cidades do índice, a alta no mês de setembro foi de 0,55%.

Apesar do resultado positivo no mês de setembro para quem busca um imóvel, o ano de 2014 apresenta um aumento do valor médio do metro quadrado dos imóveis na casa de 5,4% nas 20 cidades do índice citado. Esta alta é superior à variação do IPCA para o período.

Por André César


O aumento da taxa de juros e a incerteza envolvendo o cenário macroeconômico estão alterando o comportamento dos compradores em relação a imóveis – está ocorrendo um desestímulo para as compras com intenção de investimento. De acordo com o estudo "Raio X do comprador de imóveis", o qual entrevistou mais de três mil pessoas, a motivação para investir em imóveis caiu de 48% durante o primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre.

Especialistas em economia avaliam que durante os próximos meses permanecerá essa tendência envolvendo a desaceleração do aumento do preço dos imóveis, bem como a redução dos compradores que pretendem investir em imóveis. O mesmo estudo aponta que 41% dos entrevistados acreditam que o preço dos imóveis subirá no prazo de um ano, 36% preveem que os valores se manterão estáveis e 23% já esperam por queda nos preços.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis" mostra também que 30% dos entrevistados compraram imóveis pensando em investimento. Os imóveis que possuem faixa de preço de R$ 200 mil são os que estão na mira de 53% dos investidores. Das aquisições com preços acima de R$ 1 milhão, 72% delas possuíam como intenção a moradia.

Em relação aos descontos, o estudo aponta que o desconto médio entre o valor do imóvel anunciado e o preço final negociado foi de 6,5%, sendo que mais de 40% das pessoas que adquiriram imóveis não conseguiram descontos.

Os dados sobre a preferência de condições do imóvel também são curiosos, 37% dos compradores preferem apartamentos usados, outros 13% não abrem mão de comprar um imóvel novo.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis":

No total, foram entrevistadas 3.227 pessoas proprietárias de imóveis ou que possuem pretensão de adquirir um imóvel. Grande parte dos entrevistados reside nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Este estudo será publicado todo o trimestre. 

Por Rafaela Fusieger


Ao contrário do que afirmam muitos pesquisadores e veículos de comunicação, não há uma bolha imobiliária no mercado residencial do Brasil. Porém, os preços dos imóveis continuam muito caros para a realidade dos brasileiros, já que a renda dos trabalhadores não cresce na mesma velocidade que o valor dos imóveis.

O professor João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, fez uma análise sobre o preço dos imóveis no Brasil, e chegou à conclusão de que em 2011 os preços chegaram a ficar 22% mais caros do que o preço justo dos imóveis, e continuaram crescendo gradativamente, até se firmarem novamente em 2013. “Seria razoável se os preços subissem de acordo com a curva de capacidade de compra. Mas eles cresceram muito acima dessa curva. O que comprova que isso é verdadeiro é que os imóveis estão ficando cada vez menores. A renda não tem crescido na mesma proporção, porque os custos de construção estão subindo muito acima da renda”, afirma João da Rocha.

Esse aumento exagerado pode ser facilmente percebido pelas milhões de pessoas que sonham em ter a casa própria, mas que por causa do alto custo acabam desanimando ou comprando um imóvel numa localização distante do centro da cidade e do local de trabalho. O aumento dos preços também varia em cada cidade. Em Brasília, Recife e Niterói, por exemplo, os preços dos imóveis são altíssimos e muitas vezes quem busca um imóvel nesses locais precisa fazer financiamentos longos e ter uma renda alta.

João da Rocha Lima acredita na possibilidade de que os preços possam ter uma queda de aproximadamente 6% dentro dos próximos anos, segundo estudos da Poli-USP. Ele afirma que, para que essa queda de preços possa ocorrer, as construtoras precisam praticar custos mais eficazes. “A partir do momento em que elas forem capazes de moderar sua eficiência de produção, em que se verificar que a obra ficou mesmo mais barata, aí pode haver uma compressão de preços”, concluiu o professor. 

Por Nathalia Henderson

Im?veis

foto: Divulgação


Com tantas notícias sobre a alta do mercado imobiliário no Brasil – crescimento de 23,6% nas vendas de imóveis residenciais novos em 2013, com 33.319 unidades vendidas, contra 26.958 unidades vendidas em 2012 – há especialistas que acreditam em um movimento contrário a essa agitação imobiliária em 2014.

É o caso do presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, que acredita em uma estabilização nesse mercado. Bernardes fala em estabilidade dos preços de imóveis novos em 2014, em termos reais, ou seja, deduzindo a inflação. A não ser, segundo ele, que haja aberrações, como foi o caso da cidade de São Paulo, que em 2013 teve um aumento de participação dos imóveis de um quarto, aumentando assim o preço médio do metro quadrado.

Bernardes acredita que a atenção das pessoas será desviada com o advento da Copa do Mundo e das Eleições. Nessa última questão, a situação se intensifica, já que em época de campanhas a economia fica instável por não conhecer o futuro guiador do país.

Parece ainda uma contradição, já que o Balanço do Mercado Imobiliário 2013 da própria Secovi-SP indica que o preço médio do metro quadrado na Capital Paulista passou de R$ 7.200 em 2012 para R$ 8.700 em 2013.

Entretanto o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, explica que essa elevação se deve especialmente ao aumento da participação dos apartamentos de um quarto nas vendas. Os locais de um dormitório foram os grandes puxadores de preços e vendas no ano passado, com 8.931 unidades vendidas, um crescimento de 99,7% em relação a 2012, quando foram comercializadas 4.202 unidades.

Segundo Petrucci, o crescimento do mercado imobiliário em 2013 foi até além do esperado. Mesmo o mercado em geral indo mal, os especialistas continuaram dando como certo o crescimento imobiliário para o ano que passou.

Para explicar o porquê da alta dos imóveis indo na contramão do mercado em geral, o economista cita o crescimento da população economicamente ativa, a melhoria da qualidade de vida das famílias, o aumento do poder aquisitivo, o baixo nível de desemprego e o baixo custo do crédito imobiliário como os pilares dessa alta imobiliária.

Por Carolina Miranda


O mercado imobiliário não para nunca. Por onde passamos, há novas obras sendo iniciadas, plantões de vendas, placas de vende ou aluga. É um mercado em constante movimento.

Mas, segundo o Índice Fipezap divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta segunda-feira, o preço dos imóveis subiu e muito. De acordo com a pesquisa feita em sete capitais brasileiras, o preço dos imóveis subiu cerca de 12,7% no ano de 2013. Em 2012, o aumento foi de 13,7%. Esse aumento fica bem acima da inflação, segundo a projeção feita por economistas para o relatório Focus, que foi de 5,7% em 2013.

O preço varia entre as cidades. São Paulo, a maior capital do país e com um dos melhores mercados imobiliários, teve um aumento de 13,9% em 2013, bem abaixo do aumento que sofreu em 2012, de 15,8%. Em Salvador, o aumento foi de 10,7%. O Rio de Janeiro sofreu uma alta de 15,2%, superior ao ano passado, de 15%. Em Fortaleza a alta foi de 14,1%, enquanto em Recife, de 13,4%.

Dentre as cidades pesquisadas, Brasília foi a que registrou a menor variação de preço em 2013. A média de aumento foi de 4,2%, enquanto nas demais, os aumentos ficaram em torno de 9,5% e 37,3%.

O aluguel também aumentou em 2013. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), utilizado para a correção dos valores de contratos, como aluguel e energia elétrica, subiu cerca de 0,60% em dezembro. Desta forma, o IGP-M, responsável pelo reajuste de contratos de aluguel, expandiu 5,51% no ano.

A projeção para a inflação em 2014 não é das mais animadoras. Antes, a previsão de crescimento era de 2,01% e agora é de 2%. A produção industrial, que deixa a desejar desde 2008, tem expectativa de 2,23%, menor que a anterior, que era de 2,31%. O PIB (Produto Interno Bruto) foi mantido em 2,30%.

Por Larissa Nalin


Hoje em dia o mercado de imóveis está voltando a ficar aquecido apesar da queda econômica e devido às estatísticas feitas no mês anterior, onde os imóveis tiveram um aumento de 1,2%.

Isso ocorre devido ao aumento de pessoas empregadas conforme o índice feito pelo IBGE, pois quanto mais pessoas empregas registradas, mais confiabilidade ela terá para financiar um imóvel.

Hoje em dia quem não quer sair do aluguel? Então tudo está ficando cada vez mais prático, pois qualquer pessoa física que não tenha restrições e apresente as condições legais para o financiamento poderá realizar seu sonho de ter sua casa própria.

Este aumento sobre o valor do imóvel é somente no território nacional, afetando vários municípios com porcentagens diferentes sobre o preço, dependendo da cidade.

Uma pesquisa feita aponta que o local que teve menos aumento no preço dos imóveis durante esses últimos cinco anos foi no Estado de Rio de Janeiro que teve um aumento no preço médio agora no mês de setembro de 2013 de uma porcentagem de 0,8%.

Mas conforme pesquisas realizadas, a porcentagem dos imóveis prevista para o ano de 2014 tende a subir e a acompanhar a inflação.

Então, se você pensa em financiar sua casa, aproveite agora, invista em ter a sua casa própria, claro que também as altas não serão um valor absurdo, e você poderá negociar um valor que caiba no seu bolso.

Então não desanime, e já é hora de sair dos aluguéis, não há nada melhor do que ter a sua casa própria, claro que você terá que pagar o financiamento no lugar do aluguel, mas preste atenção em um detalhe, o aluguel você paga e a casa nunca será sua e também o dono pode solicitar a devolução a qualquer momento, agora a sua casa financiada, assim que terminadas as parcelas do financiamento ela será sua, e não deverá para mais ninguém. Então invista, pois vale a pena.

Por Elaine de Oliveira





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