Encontrar um imóvel para alugar ou mesmo para compra tem sido uma facilidade, especialmente para quem acessa sites de anúncios na internet

Curitiba é uma cidade muito elogiada pela sua exuberância verde, ruas limpas, excepcional gastronomia e planejamento urbano. A cidade detém os títulos de Capital Ecológica do Brasil e cidade mais sustentável ambientalmente da América Latina. Apesar de estar se tornando uma grande metrópole a cidade não perdeu seus atrativos, por isso, muitos visitantes estão adotando Curitiba como sua nova morada. Fato este que fez com que a procura de casas para alugar em Curitiba ou para comprar também crescesse.

Para tanto, buscar por sites de anúncios de imóveis é um recurso imprescindível, necessário a ajuda de pessoas qualificadas, e a maioria dos futuros moradores optam pelas buscas através das imobiliárias em Curitiba.Considerando que a locação desses imóveis não é um investimento simples, muitas imobiliárias se reinventaram e passaram a ter seus sites e atendimento online, e especializando-se nas particularidades de seus clientes.

Economia para os estudantes universitários

Como Curitiba é sede de várias universidades renomadas, muitos universitários optam por vir morar na capital. Instalando-se na cidade durante o período das aulas, eles buscam imóveis que atendam suas necessidades, o que torna as kitnets para alugar em Curitibaas mais procuradas. Esses imóveis compactos de apenas um cômodo, sendo sua metragem de até 50 m², possui inúmeros benéficos, como a praticidade no dia a dia, facilidade em limpar, e a redução de gastos, sendo perfeitos para os estudantes que procuram ter seu espaço e comodidade. Por fim as kitnets apesar de serem de baixa metragem são muito procuradas por se adaptarem as necessidades dos moradores.

Apartamentos de baixa metragem, saiba como decorar:

Os imóveis de baixa metragem são muito procurados no mercado imobiliário por serem práticos e versáteis, mais quanto o assunto é decoração acabam surgindo muitas dúvidas e limitações. Se você está interessado em um imóvel pequeno, mas acredita que vai ser difícil deixá-lo a sua cara, não se preocupe, nós temos umas dicas para você aproveitar da melhor forma possível todos os cantinhos para mantê-lo bem decorado, organizado, confortável e aconchegante. Aqui estão algumas dicas!

1 – Cores

Na hora de pintar escolha as cores claras que ampliam de forma considerável o ambiente. Algumas paletas de cores combinam entre si se encarregando de dar um ar elegante e sofisticado a sua casa. “Ao utilizar a mesma cor para ambos os espaços, você irá integrar os cômodos transmitindo a ideia de um espaço ainda mais amplo e diferenciado. ” Existem inúmeras opções de cores para você utilizar que irão deixar sua casa moderna sofisticada valorizando ainda mais o tamanho do seu imóvel.

2 – Cozinha

Esse espaço pequeno pode se mostrar bastante prático e versátil quando bem aproveitado. “Para decorar sua cozinha e deixá-la funcional, você deve. ” Aperfeiçoar o espaço, planejando de forma cuidadosa os detalhes deste ambiente. “Apesar de conter utensílios indispensáveis, como o fogão e a geladeira, as melhores opções estão nos moveis planejados que irão garantir a multifuncionalidade deste espaço. ” A cor dos eletrodomésticos irá valorizar a cozinha pequena, use suas ideias para fazer as adaptações necessárias. Um exemplo é o fogão cooktop, ele não vem com o forno convencional, mas você terá espaço para um forno embutido.

3 – Sala de Jantar

É na sala de jantar que costumamos receber a família e os amigos para compartilharmos bons momentos e refeições, mas nos imóveis de baixa metragem tem se tornado difícil acomodar bem todo mundo na sala de jantar pequena.No entanto com um bom planejamento e uma decoração que transmita sua personalidade, é possível deixar sua sala de jantar bonita e aconchegante, se na sua casa tem poucas pessoas, um conjunto de mesa preto e branco com quatro cadeiras, que podem combinar com acessórios de tons neutros, acrescentarão a sua sala um toque moderno e clássico.

4- Quartos

O quarto deve ser um espaço confortável e aconchegante, e uma boa decoração faz toda a diferença até em quartos pequenos. Por isso use toda sua imaginação para deixa-lo bonito, atraente e aconchegante. Com algumas dicas e truques é possível deixá-lo incrível. Aposte nas cores claras nas paredes e nas roupas de cama, e em acessórios grandes tais como: cortinas e tapetes. Atrás de sua cama dispense a cabeceira, será mais útil se você colocar prateleiras pois além de guardar seus objetos trará um efeito legal na decoração de seu quarto e ocupará menos espaço. Sugerimos também uma cama Box com baú muito prática, por que você pode guardar as cobertas, travesseiros e etc., não esqueça que os espelhos são uma ótima opção para ampliar o ambiente.

5 – Portas

As portas de correr são grandes aliadas para quem busca mais espaço e praticidade, transformam seu ambiente deixando-o amplo e moderno além de combinar com qualquer estilo de decoração. Você pode ainda revestir a parede do cômodo com o mesmo material da porta de correr aumentando assim a sensação de espaço. O modelo envidraçado é ideal para dividir os ambientes, além de mantê-los integrados.

6 – Banheiro

Deixe seu banheiro pequeno muito charmoso escolhendo uma das paredes e usando cerâmicas ou estampas coloridas. De um toque especial a esse ambiente trazendo leveza e descontração com cestos nos quais deverão ser guardados alguns objetos. Para ampliar o espaço aposte em prateleiras pequenas e nichos nas paredes, estes te ajudarão a manter as coisas mais organizadas.

7 – Lavanderia

Antes de começar sua decoração faça um bom planejamento para transformar sua lavanderia em um espaço lindo e prático. Os armários planejados e eletrodomésticos compactos iram facilitar a circulação no ambiente. Utilize uma tábua de passar roupa dobrável que pode ser guardada facilmenteem um armário, prateleiras e nichos são ótimos para guardar sabão, amaciante e pregadores. Uma luz clara faz toda a diferença.

8 – Móveis

Compre móveis modernos e multifuncionais como os planejados, encontrados em várias cores e modelos, são ideais para que você possa aproveitar todos os cantos o seu apartamento.

Apartamento

Essas são nossas dicas para dar uma cara nova a sua casa, mas não esqueça que cada cômodo tem que ter o seu toque, o seu estilo, a sua marca.

Gostou das nossas dicas? Compartilhe o post nas redes sociais para que outras pessoas possam ver, e aproveitar nossas dicas.


Fique Atento as 7 Dicas para Comprar um Imóvel em Leilão sem ter Problemas Futuros.

Muitas pessoas estão em busca de um imóvel para comprar e uma das saídas para economizar nessa compra é buscar pelos famosos leilões de imóveis. O que é importante citar é que para não sofrer nenhum dano nesse estilo de compra, é preciso saber de algumas regras. E já vale lembrar que a compra em leilão não é indicada para pessoas inexperientes. Então se esse é o seu caso, anote as dicas que vão estar nesse artigo. Para ficar mais seguro na hora da compra de um imóvel em leilão, faça uma pesquisa sobre o assunto e você pode começar por esse artigo.

1-Leia todo o edital do leilão

Essa tarefa pode parecer um pouco chata, mas é muito importante. Pois no edital se encontram todas as regras do leilão. Lá você vai encontrar a data correta em que o leilão cai acontecer e seu respectivo horário. Nesse documento também vai constar quem é o dono da casa, o estado do imóvel, taxa de condomínio, valor do IPTU e informações sobre a responsabilidade do novo comprador em relação ao pagamento de impostos. Então é fundamental que os interessados em participar de um leilão de imóvel saibam das informações que constam no edital da casa desejada.

2-Dê preferência para imóveis desocupados

Os imóveis desocupados são os mais indicados para ser arrematados no leilão. Pois dessa forma o novo comprador pode se mudar mais rapidamente. Já as casas que estão ocupadas podem levar até 2 anos para ter a liberação de entrada do novo dono. Uma casa que está ocupada pode sair mais barata, mas a dor de cabeça pode ser grande. Pois ainda é preciso que um advogado entre com a ordem de despejo para tirar o atual morador, fora as dívidas de condomínio e IPTU que certamente estarão atrasadas.

3- Faça uma boa pesquisa de preços dos imóveis

Quem realmente estiver interessado em comprar um imóvel em um leilão, deve buscar a ajuda de um corretor. Esse profissional é essencial para encontrar o melhor valor dentro do orçamento do cliente e mostrar o lado positivo e negativo de cada opção de imóvel da pesquisa. No final você vai ver que economizou tempo e dinheiro.

4-Visite o imóvel desejado antes de efetuar a compra

A melhor forma de avaliar a realidade de qualquer imóvel é indo até lá para ver cada detalhe pessoalmente. Alguns dos detalhes mais importantes, é ver a estrutura da casa de modo geral, e dessa forma decidir a base de gastos para uma futura obra. Outro detalhe legal da visita ao imóvel é olhar de perto a vizinhança. Então não deixe de seguir essa dica.

5-Contrate uma assessoria jurídica

A assessoria jurídica é essencial para quem não quer surpresas na hora de compra uma casa em algum leilão. O trabalho da assessoria é buscar todas as informações burocráticas sobre o imóvel, descobrindo informações como processos contra o imóvel ou seu antigo dono. Esse serviço é um investimento necessário para quem não quer ter nenhum tipo de dor de cabeça com surpresas desagradáveis.

6-Calcule os custos com a compra da do leilão

É muito importante que ao ter interesse em comprar uma casa que está sendo leiloada, tenha também uma planilha com todos os custos. É importante ressaltar que há custos como: TBI, IPTU, taxa que tem que ser paga ao leiloeiro, porcentagem do corretor, entre outros. Esse cálculo é muito importante para não sair do orçamento e não ter nenhum susto.

7- Faça o pagamento do imóvel à vista

Quem está em busca de um imóvel que vai ser leiloado deseja ter uma grande economia. Então fuja de empréstimos bancários e ou financiamentos. Eles costumam ter juros abusivos e no final a economia pode ser muito pequena. O ideal é usar alguma economia e fazer a compra à vista.

Essas são as dicas mais importantes na hora de comprar um imóvel leiloado!

Escrito por Cristiane Amaral


Caixa realiza leilão de mais de 18 mil imóveis distribuídos por todo o Brasil.

A Caixa Econômica anunciou a partir desta segunda-feira, dia 13 de agosto, a liberação de mais de 18 mil imóveis espalhados pelo Brasil e que estão disponíveis para a venda a quem possa interessar.

Segundo a instituição, os imóveis foram retomados de clientes em débito de financiamento e deverão ser revendidos não somente através de leilão, mas também deverão ser negociados por meio de licitação, venda direta e negociação on-line.

As negociações estarão em aberto até o dia 17 de agosto e fazem parte desta lista apartamentos, terrenos, salas comerciais e mais de uma centena de casas localizadas por várias cidades brasileiras.

Os interessados poderão ter acesso aos imóveis através das imagens no site da Caixa, inclusive com todos os detalhes de cada um deles.

Caso queira mais informações, basta acessar a seguinte página que está disponibilizada na internet para todos os interessados: http://www.caixa.gov.br/voce/habitacao/imoveis-enda/Paginas/default.aspx.

Neste site, é possível tirar todas as dúvidas e também consultar a relação integral de todos os imóveis disponibilizados para a ampla negociação.

Se o futuro proprietário encontrar alguma dificuldade para participar do processo, será possível contar com a orientação de corretores de imóveis credenciados e que poderão esclarecer todas as dúvidas, assim como orientar sobre todos os procedimentos obrigatórios para o processo de aquisição das propriedades.

Poderão participar das negociações dos imóveis realizado pela Caixa qualquer pessoa maior de 18 anos. Além disso, as empresas poderão participar dos lances e dos processos de compra direta desde que estejam estabelecidas em território nacional e com a documentação exigida em dia.

No entanto, uma das regras obrigatórias para a aquisição é a proibição de compra dos bens por parte de funcionários da própria Caixa e que trabalhem nos setores ligados a imóveis. Além disso, também ficam proibidos de participar os parentes de descendência direta destes servidores.

O processo de aquisição poderá ser feito através de financiamento junto ao banco, com parcelas ajustadas de acordo com a renda declarada por parte do comprador.

No processo de aquisição, os interessados poderão usar o seu saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), caso trabalhem com carteira assinada ou sejam servidores públicos. Este fundo individual será utilizado para abater uma parte do montante da dívida e refinanciar o restante a longo prazo. Para isso, será necessário também que sejam observadas todas as etapas exigidas pela instituição para a concessão do financiamento.

A vantagem deste tipo de transação é que o comprador terá a garantia de que vai adquirir um imóvel com toda a documentação legalizada e regularizada.

A grande disponibilidade dos imóveis disponíveis por ser notada em algumas capitais brasileiras.

Em cidades como o Rio de Janeiro, existem mais de mil unidades incluídas na lista da Caixa para negociação junto aos interessados.

No estado do Ceará, este número já ultrapassa os duzentos imóveis que deverão ser vendidos pelo banco até o fim do prazo em 17 de agosto.

Outra vantagem para quem vai adquirir um destes bens pela Caixa é o preço. Segundo os especialistas do ramo imobiliário, os valores cobrados estão num patamar bem abaixo do mercado atual, o que torna tal transação um excelente negócio para quem deseja realizar o sonho de ter a sua casa própria ou ter um espaço físico para iniciar o seu próprio negócio.

Os interessados em adquirir um destes imóveis para morar, um terreno para construir a sua casa ou mesmo alguma sala comercial para colocar um negócio próprio, devem se dirigir a uma agência da Caixa mais próxima ou acessar o endereço eletrônico descrito acima para obter todos os detalhes.

A Caixa Econômica deverá iniciar todo o processo com a colocação dos imóveis para um leilão inicial. Se o bem não for arrematado depois de 45 dias, tempo suficiente para que a instituição possa promover duas sessões de arremate, então, ele é colocado para a venda direta que poderá ser pela internet ou por licitação.

Por Emmanoel Gomes

Leilão de imóveis


O limite de financiamento para adquiri um imóvel usando os recursos do FGTS irá aumentar a partir de 2019 e passará a ser de R$ 1,5 milhão.

Quem deseja utilizar o FGTS para adquirir um imóvel no ano que vem poderá contar com um limite de financiamento maior do que o atual. A partir de janeiro de 2019, o valor máximo para imóveis financiados com recursos do fundo de garantia será de R$ 1,5 milhão, limite válido para todos os estados.

Atualmente, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais têm limite diferenciado em relação aos outros estados, mas o governo anunciou que além de elevar o limite no valor dos imóveis, o teto será igual para todo o Brasil.

Como funcionará a nova regra

Hoje no país, quem opta pelo financiamento da casa própria com os recursos do FGTS pode escolher um imóvel de até R$ 800 mil em todo o país, exceto no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e São Paulo, Estados onde o valor máximo é de R$ 950 mil reais. Com a nova regra, o valor do limite do imóvel passará a ser de R$ 1,5 milhão a partir de janeiro de 2019.

Quem tem direito

Para utilizar o saldo do FGTS para financiar a casa própria, é imprescindível que o contribuinte tenha trabalhado no mínimo três anos sob o regime do FGTS, não seja proprietário de outro imóvel e não tenha feito outro financiamento através do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

Taxas

A taxa de juros para imóveis financiados dentro do Sistema Financeiro de Habitação é de até 12% ao ano mais o valor com base na taxa de referência (TR) atualizado.

Restrições no uso do Fundo de Garantia

O contribuinte não pode usar o saldo do FGTS para reformar ou ampliar imóveis, para compra de materiais de construção, nem para comprar imóveis comerciais ou para financiar imóveis para familiares e dependentes.

Como solicitar

Caso atenda aos requisitos, os interessados em adquirir um imóvel usando o FGTS precisam levar ao banco os seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, certidão de nascimento ou casamento, carteira de trabalho, comprovante de residência atual, certidão de matrícula e cópia do IPTU do imóvel que pretende adquirir.

A conquista da casa própria é o desejo de milhões de pessoas no Brasil. O ditado é do tempo de nossos avós, mas é a mais pura verdade: "Quem casa, quer casa." Aliás, até mesmo quem não pretende casar quer ter um lugar para chamar de seu. Seja para sair da casa dos pais, do aluguel ou sair de situações de risco, a compra do imóvel é, para muitos, o primeiro item na lista dos sonhos de consumo.

Em tempos de crise, comprar um imóvel se tornou uma tarefa bastante delicada. Para ter uma ideia, dados do IBGE indicam que o número de imóveis cedidos aumentou em 7% no ano passado. Ou seja, há mais gente morando de favor no país.

Incentivo ao setor imobiliário

As mudanças na utilização do FGTS para compra ou financiamento de imóveis chegam em um momento em que o setor imobiliário se encontra em baixa. Por isso, o governo adotou um pacote de medidas que prometem refletir positivamente na economia.

A expectativa é que sejam adquiridos oitenta bilhões de reais em novos empréstimos nos próximos seis anos. Além disso, com a ampliação do valor limite, aumenta a possibilidade de aquisição de imóveis que estão mais valorizados nas grandes cidades.

Haverá também incentivo para as instituições financeiras que intermediarem a compra de imóveis de menor valor. Encaixam-se nessas condições, os imóveis de até R$ 500 mil.

Cuidados

Quem optar pela compra ou financiamento de imóvel usando o saldo do fundo de garantia precisará ter muita cautela. Apesar de o governo ter aumentado o limite do valor do imóvel para R$ 1,5 milhão, o comprador precisa ter em mente que os gastos com IPTU e condomínio, por exemplo, deverão caber no orçamento pelo tempo em que o proprietário permanecer no imóvel. Por isso, o contribuinte precisa fazer um bom planejamento financeiro antes da compra da casa própria. Nesse caso, prevalecem o bom senso e a maturidade para evitar o endividamento. Além disso, ainda não é possível prever os impactos dessas novas medidas na economia e, em tempos de crise, quanto menos arriscado for, melhor.

Na dúvida, não hesite em procurar orientação de um profissional da área de finanças. Escolha imobiliárias sérias e analise rigorosamente as condições do futuro imóvel.

Por Katia da Silva

Comprar  casa


Banco aumentou para 70% o valor do financiamento para imóveis usados, juros também sofreram redução.

A Caixa reduziu os juros, ao mesmo tempo que aumentou o teto para que mais brasileiros possam conseguir financiar a casa própria.

Desse modo, o banco está financiando cerca de 70% de imóveis usados, o que corresponde a aproximadamente 1,25 ponto percentual no quesito de crédito imobiliário, que tem como principal fonte os recursos imobiliários da área do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

É isso mesmo, a Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira, dia 16 do mês de abril, que a fim de facilitar o financiamento da casa própria para milhares de brasileiros, haverá uma mudança visando reduzir o valor dos juros e ainda um aumento do percentual do valor total que deve ser financiado em compras de imóveis usados.

Caso o leitor esteja interessado em realizar a compra de um imóvel já usado e não possui recursos financeiros para comprá-lo à vista, o financiamento da Caixa Econômica Federal pode ser um boa solução para se pensar. Dessa forma, não perca tempo, já que essas mudanças começaram a valer a partir do dia de hoje e são destinadas principalmente para fins de financiamento que tem como base os recursos de finanças do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

A decisão da Caixa Econômica Federal de realizar essas mudanças vem do fato de que, durante o ano de 2017, a instituição precisou reduzir em até duas vezes o teto orçamentário de financiamento. Além disso, deixou de ser o banco que ofertava as taxas mais baixas em comparação aos outros do mercado e, dessa forma, acabou perdendo o seu título de liderança em linhas gerais de créditos, principalmente, entre os meses de novembro do ano passado até o mês de janeiro de 2018.

Vale salientar ainda que a realização de vendas e compras é realizada por meio do SFH, ou seja, o Sistema Financeiro Habitacional. Para quem não sabe, os imóveis precisam estar cadastrados nesse sistema. Além disso, com exceção aos Estados do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, cujos imóveis precisam estar enquadrados no teto de R$ 950 mil, os imóveis de outras regiões do país precisam ter um valor de limite de no máximo R$ 800 mil. Desse modo, de acordo com uma avaliação realizada por economistas, houve uma redução na taxa mínima de juros.

O interessante é que a varição da redução nas taxas de juros dos últimos meses se manteve a mesma, tanto para os imóveis que se encaixavam no limite estipulado pelo teto orçamentário quanto para aqueles imóveis cujo valores eram superior ao máximo estipulado.

O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50% para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento. Antes das mudanças feitas em agosto do ano passado, a Caixa financiava até 80% de imóveis usados.

Há aproximadamente 17 meses, as taxas de juros estavam congeladas. Desse modo, acredite se quiser, a última vez em que houve uma redução de juros ocorreu no mês de novembro do ano de 2017. A partir disso, foi quando a Caixa resolveu reduzir a cada ano para um ponto percentual de 0,25.

Enquanto isso, houve uma redução para o limite de financiamento de imóveis que já foram usados, isto é, passou por duas reduções em meses consecutivos. Cerca de 60% no mês de agosto e, logo depois, 50% no mês de setembro.

A Caixa também se comprometeu em retomar o programa de financiamento de imóveis que começaram a ser financiados por outros bancos. Dessa maneira, para esse tipo de financiamento foi liberado a possibilidade de financiar até 70% do valor do imóvel.

Ana Paula Oliveira Coimbra


O presidente da Caixa informou que, até o final deste mês de março, os juros do crédito habitacional serão reduzidos.

Uma pesquisa recentemente realizada revelou que a maioria dos cidadãos brasileiros possui o sonho de possuir uma casa própria. Grande parte dessas pessoas vive em casas ou apartamentos alugados e, principalmente, em tempos de crise como este que estamos vivendo na economia do país, em que milhares de pessoas se encontram em situação de desemprego, o pagamento do aluguel é um sacrifício necessário, mas sem dúvidas, um investimento sem retorno.

Há alguns anos atrás a Caixa Econômica Federal criou um programa que acabou por beneficiar milhões de brasileiros, que finalmente conseguiram adquirir o imóvel próprio.

O programa criado pelo governo federal batizado de “Minha Casa Minha Vida”, tornou acessível a compra de um imóvel para brasileiros que não possuíam o valor total para a compra do mesmo. Assim, quem atendesse aos requisitos impostos pela Caixa, poderia financiar o seu imóvel e, dessa forma, milhares de brasileiros hoje vivem em casas próprias e pagam mensalmente valores com juros abaixo do mercado e, dessa forma, trocaram o pagamento do aluguel pelo pagamento de parcelas de um imóvel próprio.

Porém, como dito anteriormente, estamos atravessando desde o ano de 2016 um período de crise na economia do país. Muitas pessoas perderam seus empregos, o que contribuiu para uma queda na renda familiar, o que foi refletido no número de compras de imóveis, que diminuiu de forma significativa, principalmente, pelo fato de os juros estarem um pouco altos.

Pensando em auxiliar essa parcela da população que ainda deseja adquirir a casa própria, mas se vê impossibilitada financeiramente, a Caixa Econômica Federal comunicou oficialmente que irá reduzir os juros comuns do crédito habitacional.

De acordo com Gilberto Occhi que é o atual presidente da Caixa, até o fim deste mês de março os juros já serão reduzidos. A notícia foi divulgada na última segunda-feira, dia 19 de março.

Segundo as palavras do presidente da instituição ainda não foi informado de quanto será essa redução. Porém, a expectativa é de que nos próximos dias a Caixa anuncie qual será a redução nas taxas de juros para os recursos que são captados do mercado e da poupança.

Durante a entrevista que o presidente concedeu na última segunda-feira sobre o tema, Occhi revelou que a Caixa pretende promover uma competitividade maior no mercado imobiliário. Ele ainda revelou que não houve nenhuma redução nos juros durante o ano e que a partir de agora essa redução já poderá ser oferecida, facilitando a vida de quem precisa.

Está prevista pela Caixa a divulgação do resultado do ano de 2017. O banco espera que até a próxima semana o resultado seja divulgado. O presidente fez questão de informar que de acordo com os números, o ano de 2017 foi, apesar da crise, o melhor da história, uma vez que muitos esforços foram feitos para que os juros fossem reduzidos e que a tendência é de que continue assim.

Outra importante informação dada pelo presidente foi a de que quem se encontra em dívida com a CSN, a Caixa Econômica está disposta a realizar uma renegociação da dívida em questão.

Poucas pessoas sabem, mas a Caixa é um dos maiores credores da siderúrgica instalada em Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, estando ao lado do Banco Brasil, também um importante credor. Assim, juntos os bancos são detentores de quase a metade do total e dívidas da CSN.

A Caixa Econômica Federal está disposta a analisar, discutir e assim oferecer as melhores saídas com a CSN.

Agora, aos interessados em taxas de juros habitacionais menores, aguardar até que os números da redução sejam revelados, o que está previsto para acontecer nos próximos dias. Quem sabe essa é a oportunidade que você esperava para adquirir seu imóvel?

Por Sirlene Montes

Ffinanciamento de imóveis


Mega Leilão terá mais de 500 imóveis com descontos de até 80%.

Está em busca da compra de um imóvel, porém os preços estão fora da sua realidade? Esse é apenas um dos motivos para ficar ligado no leilão que será realizado pela Caixa Econômica Federal.

Com data agendada para os dias 28 de março e 11 de abril, a instituição irá leiloar mais de 500 imóveis. E o melhor de tudo é que os preços estão avaliados em até 80% abaixo do valor de mercado.

Ficou interessado e quer saber mais? Então fique ligado que nós te damos todas as informações para não ficar de fora. Vamos a elas.

Onde acontecem os leilões?

Ambas as edições do leilão da Caixa Econômica Federal acontecem no mesmo local físico. Trata-se do hotel Panamby, localizado na cidade de São Paulo. Além disso, é possível acompanhar os lances pelo site da responsável e leiloeira oficial do evento, a Fidalgo Leilões. O endereço eletrônico é o http://www.fidalgoleiloes.com.br/.

Como funciona o leilão?

O leilão é dividido em duas etapas, por se tratar sempre de um acontecimento diferente, sendo cada momento destinado para um tipo específico. O primeiro, que ocorre dia 28 de março, é de alienação fiduciária dos inadimplentes do Sistema Financeiro Imobiliário, o SFI, sendo esse realizado em duas praças: no dia 28 de março acontece a primeira e no dia 11 de abril o leilão dos lotes que não foram arrematados na primeira fase.

O segundo leilão acontece em uma praça única e no dia 28 de março, já que esse é de licitação aberta.

Imóveis da Caixa Econômica Federal

Vale ressaltar que esse tipo de leilão se destina aos imóveis que são de propriedade da Caixa Econômica Federal. Sendo assim, os descontos são estabelecidos também pelo próprio banco, chegando a valores de até 80% do valor original e de avaliação do imóvel.

Esses imóveis possuem, em sua grande maioria, dívidas sobre o Imposto Predial e Territorial Urbano, o IPTU, sendo que alguns deles já foram utilizados como objeto de penhora em processos anteriores. Além disso, é importante lembrar que alguns lotes possuem as condições específicas de pagamento, podendo ainda estar ocupados.

Para não ser pego de surpresa, uma dica é ler atentamente ao edital do leilão. Assim, é possível estar por dentro de cada imóvel antes de fazer um lance específico.

Para acessar o edital basta clicar em http://www.fidalgoleiloes.com.br/new/leilao.php?idLeilao=1561 e conferir. Os números dos leilões são: o 1561, 1563 e, por fim, 1560.

Ofertas para o Estado de São Paulo

Os imóveis leiloados são destinados para o Estado de São Paulo, sem exceção, abrangendo tanto a Capital, o litoral e o interior. Sendo assim, é possível encontrar ofertas imperdíveis, com lances iniciais no valor de até R$ 59 mil. Na comparação com o valor de avaliação do imóvel, esse pode ser superior a R$ 130 mil.

Primeira edição do leilão da Caixa Econômica

Essa já é a segunda edição do leilão promovido pela Caixa Econômica Federal para o ano de 2018. O primeiro ocorreu no último mês, dia 3 de fevereiro, no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo.

Sob organização da Zukerman Leilões, foram leiloados um total de 373 imóveis entre apartamentos, casas, espaços comerciais e terrenos, tanto ocupados como desocupados e retomados pela instituição devido à falta de pagamento. Com descontos de até 74% em relação à avaliação de mercado, os valores variavam de R$ 55.200 a R$ 2,9 milhões.

Com preço baixo justificado para a compensação de gastos com futuras ações judiciais, já que a maioria dos imóveis ainda estava ocupada pelo antigo proprietário, aqueles que não foram leiloados nessa primeira fase, foram após oferecidos pelo banco pelo valor de dívida. Assim, o comprador precisou pagar o valor de despesas relacionadas à promoção dos leilões.

Kellen Kunz


Descubra aqui os bairros mais caros e baratos em São Paulo (SP).

Se você reside na cidade de São Paulo ou pretende se mudar para o local, com toda certeza em algum momento você já parou para pesquisar o preço de imóveis na cidade. Para se fixar o valor de uma casa ou de um apartamento são levados em considerações diferentes critérios como: o tamanho da residência, conservação do local e, sobretudo, em qual bairro a casa se encontra. Para o ano de 2018, foi realizada uma lista dos bairros mais baratos e também uma lista com os bairros mais caros de São Paulo. Saiba agora um pouco mais sobre esta pesquisa.

Antes de começar a lista de fato, é importante salientar dois pontos. Primeiramente, essa lista leva em consideração o valor do metro quadrado no bairro, essa é a base para o cálculo. E em segundo lugar, que foram analisados quase 20.000 imóveis por toda a capital paulista para se chegar a estes números. A pesquisa foi realizada pela iniciativa FipeZAP, que é uma empresa do setor imobiliário que acompanha ao longo de todo o ano, as variações nos preços médios de imóveis em diferentes localidades de todo o Brasil. Geralmente a pesquisa é feita no mês de janeiro e em junho, que são meses centrais. Pois, um dos critérios da lista é que há uma mudança maior das pessoas nestes períodos citados acima.

Bairros mais baratos em São Paulo em janeiro de 2018:

  • Cidade Tiradentes. Preço do m²: R$ 3.505,00 reais.
  • Artur Alvim. Preço do m²: R$ 3.858,00 reais.
  • Itaim Paulista. Preço do m²: R$ 3.876,00 reais.
  • Itaquera. Preço do m²: R$ 4.305,00 reais.
  • São Miguel Paulista. Preço do m²: R$ 4.308,00 reais.
  • Bairros mais caros em São Paulo em janeiro de 2018:
  • Jardins. Preço do m²: R$ 12.100,00 reais.
  • Vila Olímpia. Preço do m²: R$ 13.337,00 reais.
  • Itaim Bibi. Preço do m²: R$ 13.518,00 reais.
  • Vila Nova Conceição. Preço do m²: R$ 17.314,00 reais.
  • Cidade Jardim. Preço do m²: R$ 19.783,00 reais.

Para se entender ainda mais a lista acima é importante compará-la a última pesquisa feita pelo FipZAP. Pois, se consegue tirar algumas conclusões que vão ser apontadas e discutidas abaixo. O estudo foi feito e publicado no mês de julho de 2017:

Bairros mais baratos em São Paulo em junho de 2017:

  • Itaquera. Preço do m²: R$ 4.419 reais;
  • Cidade Líder. Preço do m²: R$ 4.513 reais;
  • Campo Limpo. Preço do m²: R$ 4.718 reais;
  • Cangaíba. Preço do m²: R$ 4.733 reais;
  • Jaraguá. Preço do m²: R$ 4.997 reais.

Bairros mais caros em São Paulo em junho de 2017:

  • Vila Madalena. Preço do m²: R$ 10.744 reais;
  • Pinheiros. Preço do m²: R$ 11.304 reais;
  • Vila Olímpia. Preço do m²: R$ 11.557 reais;
  • Itaim. Preço do m²: R$ 12.532 reais;
  • Vila Nova Conceição. Preço do m²: R$ 16.124 reais.

Análise sobre os bairros mais baratos:

Em pouco mais de seis meses houve uma grande diferença nas duas listas e este fato se deve a vários motivos. Alguns bairros passaram por obras outros não. Uns ficaram mais seguros os outros nem tanto. Apenas o bairro de Itaquera permaneceu e mesmo assim ele caiu do primeiro lugar em 2017 para a quarta posição em 2018.

Uma das explicações para a permanência do bairro na lista é que Itaquera cresceu muito em um curto período de tempo. O local ganhou projeção nacional, pois, um grande estádio de futebol foi construído ali. Muitas pessoas passaram a morar no local. Visto que, quando se tem uma obra da grandeza da Arena Corinthians, o bairro ganha em infraestrutura, segurança, pontos comerciais e outros aspectos. Assim, obviamente, o metro quadrado passa a ser mais caro.

Análise sobre os bairros mais caros:

Já a lista com os bairros mais caros não houve uma mudança brusca, pois todos esses bairros já são considerados redutos com um preço alto há muitos anos. Neles, estão localizados lojas de grife; as melhores escolas e faculdades particulares da capital paulista. Pessoas ricas possuem imóveis há muitos anos nesses bairros e eles são conhecidos justamente por ser um local que concentra riqueza. Pois sempre contaram com uma boa infraestrutura, segurança e outras comodidades.

Para conhecer mais dessas listas acesse: http://fipezap.zapimoveis.com.br/.

Isabela Castro.


Saiba aqui onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo no ano de 2017.

Quem precisou comprar ou vender imóveis em São Paulo no ano passado teve muito trabalho, pois os preços tiveram uma variação muito grande e para não ficar no prejuízo foi preciso paciência e muita pesquisa. São Paulo é a maior cidade do Brasil, uma das maiores do mundo e tem imóveis para todos os gostos e estilos, nas mais diferentes regiões. Encontrar o menor preço, para quem quer comprar ou conseguir um valor mais elevado, para quem deseja vender, é uma verdadeira maratona.

Apesar da crise que assolou o país em 2017 e fez muita gente adiar o plano da casa própria, vários locais em São Paulo registraram uma alta no preço. Esse ano, quem está pensando em sair do aluguel precisa acompanhar bem esta variação de preços porque não basta apenas gostar de um bairro para resolver comprar o imóvel neste local, é preciso saber como ficou a alta nos preços dos imóveis por lá.

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliário do Brasil, fez um levantamento e encontrou as zonas e também os bairros da capital paulista em que foi registrado um aumento nos valores dos imóveis. O portal também relacionou os locais que registraram queda no preço. No centro da cidade, por exemplo, foi onde o preço dos imóveis mais subiu, chegando a 2,9% em 2017. Por lá, o preço médio do metro quadrado do imóvel ficou em R$ 8.239,00. Já na região Nordeste foi o contrário, o registro foi de grande queda nos valores, chegando a 2,6% e o preço médio do metro quadrado do imóvel nesta zona ficou em R$ 6.169,00.

Para deixar o levantamento mais completo, o Imovelweb analisou os preços de apartamentos com 2 quartos de 65m² e uma vaga na garagem e constatou que é sempre bom não fechar negócio de cara e tentar negociar, principalmente nos bairros em que foi registrado uma queda no preço dos imóveis. Nestes locais os proprietários ainda tentam fechar um bom negócio, mas sabem que vai ser preciso reduzir um pouco no valor para ficar na média e o comprador sabendo disso precisa aproveitar a ocasião para economizar um pouco mais, até porque depois da compra vem os gastos com transferência, cartório, registros e ainda tem a compra dos móveis, decoração, entre outros gastos.

Confira as zonas onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo, no ano passado:

  • Centro: aumento de 2,90%.
  • Oeste: aumento de 0,40%.
  • Centro-Sul: aumento de 0,60%.
  • Sudeste: queda de 0,20%.
  • Noroeste: aumento de 0,40%.
  • Sul: queda de 1,30%.
  • Leste: queda de 0,20%.
  • Nordeste: queda de 2,60%

Em relação aos bairros, os que registraram maior alta no preço médio dos imóveis foram: Ibirapuera e Vila Nova Conceição, na zona Sul de São Paulo. É interessante observar que a zona Sul, de um modo geral, registrou queda no preço dos imóveis, de 1,30%, mas estes dois bairros da região apresentaram aumento nos preços, por isso, é tão importante pesquisar.

Veja abaixo os bairros onde houve aumento no preço médio dos imóveis no ano passado.

  1. Sé: 25,4%
  2. Jardim Vitória Régia: 15,3%
  3. Vila Ida: 15,20%
  4. Jardim Saúde: 15,0%
  5. Lapa de Baixo: 13,9%
  6. Várzea da Barra Funda: 10,8%
  7. Vila Buarque: 9,5%
  8. Jardim Arpoador: 9,4%
  9. República: 8,8%
  10. Vila Emir: 8,7%

E abaixo, os bairros que apresentaram maior queda no preço dos imóveis em 2017:

  1. Cj. Padre Manoela da Nóbrega: 39,0%
  2. City América: 12,8%
  3. Jardim Santa Ifigênia: 10,5%
  4. Cj. Residencial Butantã: 10,1%
  5. Vila Vermelha: 9,8%
  6. Vila Marieta: 9,8%
  7. Cidade S. Francisco: 9,7%
  8. Vila Caraguatá: 9,5%
  9. Engenheiro Goulart: 9,0%
  10. Sítio da Figueira: 8,3%

Com essa relação é possível saber onde fica mais fácil conseguir negociar um bom preço e também onde você terá que pagar mais caro, devido à alta no valor dos imóveis.

Por Russel


O consórcio de imóveis nada é mais do que um grupo de consumidores que será formado com o objetivo de juntar uma determinada quantia em dinheiro em um período de tempo determinado para adquiri um bem.

O consórcio de imóveis é uma ótima opção para aqueles que pretendem adquirir um imóvel e não querem se submeter à aprovação de crédito pelo banco. Apesar de não exigir uma aprovação de crédito, essa alternativa é destinada àqueles que não têm pressa em se mudar, além da necessidade de poupar durante o consórcio.

Essa modalidade nada é mais do que um grupo de consumidores que será formado com o objetivo de juntar uma determinada quantia em dinheiro em um período de tempo determinado. Com isso, mensalmente os integrantes do grupo deverão contribuir com um valor previamente definido, o que irá resultar numa poupança conjunta entre os participantes. O resultado é o seguinte: a cada mês que passa (até o fim do consórcio) uma ou mais pessoas são selecionadas e recebem o dinheiro necessário para adquirir seu imóvel. O valor em si será determinado durante a criação do grupo que compõe o consórcio.

A modalidade aqui destacada tem suas vantagens bem como suas desvantagens em relação ao financiamento imobiliário. A principal vantagem fica por conta do custo total. Na maioria das vezes o custo através de um consórcio de imóveis é inferior ao total pago em empréstimos bancários, por exemplo. Em contrapartida, você pode levar algum tempo para adquirir seu imóvel. No financiamento imobiliário você já tem em mãos, assim que aprovado, o crédito disponível para efetuar a compra de seu imóvel. Já no consórcio é necessário esperar ser sorteado, processo que pode levar até anos, ou vencer um lance.

Como funciona?

A iniciativa parte das pessoas, sendo que elas irão formar um grupo para comprar um imóvel onde cada uma delas irá contribuir com parcelas mensais. Essas parcelas serão pagas a administradora, que é a responsável pelo gerenciamento do dinheiro. Quando essas parcelas alcançarem o valor determinado no início do consórcio, um dos participantes será contemplado através de sorteio e poderá adquirir seu imóvel.

Em média tais consórcios duram cerca de 10 a 15 anos. Com isso, o integrante pode ser sorteado logo no início ou até mesmo aguardar alguns anos para receber o dinheiro e comprar sua casa. Sendo assim, é mesmo uma opção interessante para aqueles que não estão com pressa.

A importância da seguradora

O gerenciamento dos consórcios no Brasil é realizado pela administradora, instituições devidamente autorizadas pelo Banco Central (BC), que é o órgão responsável por fiscalizar essa modalidade de crédito.

A escolha da administradora é um passo importante no consórcio, haja vista evitar qualquer tipo de golpe ou coisa do tipo, pois muitos vendedores prometem o recebimento da quantia em alguns meses, algo não comum em consórcios.

Exigências por parte da administradora

Uma vez que a administradora for contratada, a mesma irá fazer uma verificação com o objetivo de analisar a capacidade econômica e financeira dos consorciados. O principal objetivo neste procedimento é garantir que o participante do consorcio terá plenas condições de pagar as prestações mensais até o final do consórcio.

Como são definidas as prestações mensais

O fundo comum, como são conhecidas as parcelas mensais pagas pelos consorciados, são calculadas a partir do valor total de crédito e o número de meses de duração do consórcio. Um exemplo claro é o seguinte: suponha que os consorciados cheguem ao acordo de um crédito de R$ 100 mil para um tempo total de 100 meses. Dessa forma, as parcelas serão de R$ 100.000 ÷ 100, o que resultará em parcelas mensais de R$ 1.000.

O custo total do consórcio será o resultado da soma das parcelas, definidas a partir do critério destacado acima, juntamente com as taxas praticadas pela administradora. Dentre as principais taxas, podemos destacar a de administração. Além disso, algumas administradoras também adicionam no custo total o fundo de reserva bem como um seguro, medidas essas que têm como principal objetivo garantir que o grupo irá atingir seus objetivos finais.

Contemplação e lance

O participante contemplado, ou seja, aquele que irá receber o dinheiro para comprar seu imóvel, será definido a partir de lance ou sorteio. Tudo irá ocorrer em Assembleia Geral Ordinária, que será organizada e executada pela administradora contratada. Até o período final do consórcio todos os participantes serão contemplados.

E se o consorciado não for sorteado, ele poderá recorrer a uma alternativa: o lance. Trata-se de um procedimento bastante semelhante ao daqueles encontrados em leilão. Com isso, é possível se dispor a pagar uma determinada quantia adiantada para o consórcio de modo a ter o direito de receber o crédito em questão. Outros membros também poderão fazer lances. Aquele que efetuar a maior oferta irá ganhar o crédito.

Por Bruno Henrique

Consórcio de imóveis


O pagamento poderá ser feito em uma única cota com desconto ou em parcelas que deverão também ser estabelecidas pela prefeitura através de seus órgãos de arrecadação como a secretaria de Finanças da cidade.

Para quem já está se preparando para as famosas despesas do começo do ano, é bom não esquecer do famoso Imposto Predial e Territorial Urbano, o IPTU, principalmente, para contribuintes que moram na cidade de Goiânia, em Goiás.

Desde a grande polêmica criada desde agosto de 2017, na qual a Prefeitura da cidade sinalizou com a possibilidade de que os valores para o ano de 2018 deveriam ser reajustados, as discussões se alastraram em vários cantos da capital e culminou com uma grande audiência na Câmara dos Vereadores pública que mobilizou vários segmentos da sociedade local.

Toda a polêmica começou quando os responsáveis pelo setor de Finanças da Prefeitura foi convocado pelo representante do Executivo para que fosse feito um amplo estudo sobre os valores cobrados pelo órgão sobre os imóveis localizados na capital.

Apesar da convocação feita pelo gabinete do Prefeito, o atual secretário de finanças, Alessandro Melo garante que nenhuma reunião foi realizada para tratar de tal assunto.

O representante da secretaria declarou que não haverá um aumento dos valores como foi anunciado previamente diante do pedido do prefeito.

Todos os valores que serão cobrados a partir de 2018 deverão ser calculados tomando-se por base os valores venais dos imóveis que foram atualizados pela última vez em 2015.

Ainda segundo Melo, uma atualização deverá começar a ser feita a partir de 2018, visto que, o objetivo é que a correção dos valores deverá ser efetuada ao longo do ano que vem. Ele destacou que o trabalho tem que ser executado com bastante cautela, pois os imóveis deverão ser avaliados de forma correta para que os valores possam ser cobrados de forma correta.

Ainda na defesa de uma avaliação bem mais cuidadosa, o secretário afirmou na ocasião que iria se reunir com os vereadores para tentar esclarecer sobre os reais fatos a respeito dos números bastante elevados conforme divulgado pelos meios de comunicação local.

O IPTU é um imposto cobrado a cada ano pela prefeitura de cada cidade e tem como objetivo arrecadar recursos necessários para que sejam aplicados em diversas áreas como saúde, educação, infraestrutura e segurança.

Por ter um caráter público de aplicação, este tipo de tributo é de natureza obrigatória e é cobrado de proprietários de imóveis como residências, terrenos e propriedades comerciais.

O pagamento poderá ser feito em uma única cota com desconto ou em parcelas que deverão também ser estabelecidas pela prefeitura através de seus órgãos de arrecadação como a secretaria de Finanças da cidade.

Como acontece todo o ano, todos os moradores de cada cidade deverão receber um carnê da prefeitura com os valores a serem pagos. Como informado acima, ele terá a opção de pagar o valor integral ou optar pelas parcelas que deverão constar no mesmo.

Caso não receba o seu carnê em casa, o contribuinte poderá acessar a página da prefeitura de sua cidade na internet e emitir o boleto com os valores para pagamento (segunda via).

Para isto, basta clicar na opção IPTU ou ITU e ao ser direcionado para uma nova página, informar inicialmente o número de inscrição do imóvel, seguido do ano do tributo, optar pelo parcelamento ou não, a data a ser pago e o código de segurança a ser gerado pela própria página.

No caso de pagamento integral, o contribuinte terá um desconto de 10% e o mesmo deverá ser realizado até o final de fevereiro de 2018. Caso opte pelas parcelas, elas poderão ser disponibilizadas em até 10 vezes e não terá direito ao desconto.

Neste ano, a expectativa é que a arrecadação no estado seja suficiente para que as prefeituras possam ter à disposição recursos suficientes para a realização de projetos que possam beneficiar toda a população dos municípios que compõem o estado.

Por Emmanoel Gomes


A cobrança deste imposto, bem como o valor, é definido por cada município de forma distinta, levando em consideração os imóveis e também os bairros em que estes estão localizados.

A população já se prepara para a maratona de tributos a se pagar no início de cada ano. 2018 não é diferente, e com a recessão que atinge o país, muitos já precisam se preparar para o aumento do valor destes impostos. E um destes é o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) que deve receber um pequeno reajuste que é autorizado e cumprido pelas cidades.

Os cidadãos do estado de Mato Grosso do Sul esperam um aumento nos valores do IPTU, porém, algumas cidades devem conceder um aumento mais brando, abaixo até da inflação. É o caso de Campo Grande, que não deve repassar aos contribuintes um aumento acima dos índices da inflação. A projeção de aumento, de acordo com números da Prefeitura, deve ficar em 3%, baseando-se de acordo com o IPCA com tabela especial. As guias para pagamento devem ser entregue nas residências dos contribuintes, mas também pode ser obtida através do site da Prefeitura ou se deslocando até o setor responsável pelo recolhimento do tributo.

A Prefeitura também não modificou a forma de pagamento, ou seja, o contribuinte pode realizar o pagamento do tributo nos locais de costume, como bancos e casas lotéricas, da mesma forma dos anos anteriores, conquistando um desconto de até 20 por cento com pagamento à vista e em cota única.

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um dos diversos tributos que os cidadãos devem realizar o pagamento. É cobrado tanto de pessoas jurídicas quanto de pessoas físicas, que sejam proprietários de prédios, apartamentos, terrenos ou residências. Ele é recolhido anualmente pela Prefeitura, cujos recursos ingressam nos cofres públicos para obras e outras melhorias.

O valor do imposto é baseado no valor venal do imóvel, sendo que esta base não pode ser aumentada nem alterada pelo município, apenas sendo permitida sua atualização através do valor da inflação no período.

A cobrança deste imposto, bem como o valor, é definido por cada município de forma distinta, levando em consideração os imóveis e também os bairros em que estes estão localizados. As residências precisam ter abastecimento de água, sistema de esgoto, rede de iluminação com ou sem poste e também serviços públicos como escolas e unidades de saúde. A inserção deste tributo está incluída na constituição de 1988 e serve para os municípios realizarem melhorias, com o ingresso destes montantes nos cofres municipais.

Em setembro de 2017, foi aprovada pelos vereadores de Campo Grande, a negociação dos contribuintes que estavam em débito devido ao atraso no pagamento do IPTU com a Prefeitura. Na ocasião, a Prefeitura ofereceu desconto de 90 por cento em juros e 75 por cento nas multas para aqueles inadimplentes e que não conseguiram efetuar o pagamento do imposto.

Só no mês de Janeiro deste ano, a Prefeitura de Campo Grande arrecadou, com o ingresso do IPTU, 180 milhões de reais, um aumento bastante considerável, de acordo com dados da Prefeitura naquela ocasião. O montante ajudou a Prefeitura a quitar débitos atrasados com os funcionários públicos, devido à crise que está prejudicando as prefeituras. Nestas dívidas, se incluem os salários, 13º e também o montante com a Santa Casa que é auxiliada pela Prefeitura de Campo Grande.

Em Campo Grande, ainda em 2017, a Prefeitura também realizou o sorteio de prêmios a quem realizasse o pagamento, como automóveis, aparelhos de ar-condicionado, notebooks, televisores e micro-ondas, abrangendo tanto as pessoas físicas, quanto as jurídicas que realizam o pagamento do imposto corretamente e tenha preenchido o cupom naquela ocasião, o que estimulou o cidadão a pagar o tributo, já que na oportunidade, o pagamento parcelado também recebeu desconto do valor devido.

Por Leandrinho de Souza


O pagamento do IPTU de cidades pernambucanas é aceito em lotéricas e bancos, por exemplo, e podem ser realizados, tanto em cota única quanto de forma parcelada.

Os Pernambucanos já se preparam para a maratona de tributos a se pagar no início de cada ano. 2018 não é diferente, e com a recessão que atinge o país, muitos já precisam se preparar para o aumento do valor destes impostos. E um destes é o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) que deve receber um pequeno reajuste pelos números da inflação acumulada no período.

Na capital Recife, por exemplo, a Prefeitura decidiu auxiliar o contribuinte, utilizando uma medida da Lei número 17.408 de 2008, concedendo um desconto de 50 por cento sobre o valor do imposto. O benefício encerrou no último dia 30 de novembro, e era dedicado exclusivamente para aqueles que informaram o CPF (cadastro de pessoa física) ao solicitar uma Nota Fiscal de Serviços e não registrar débitos com a Prefeitura. Cada um destes contribuintes poderia indicar um imóvel para receber o benefício.

Ainda em Novembro, a Prefeitura de Recife, informou que o reajuste sobre o valor do IPTU é de 2,7 por cento para o ano de 2018, corrigindo valores de acordo com a IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) dos 12 últimos meses, ficando abaixo da inflação, aliviando um pouco o bolso dos contribuintes.

Já nas cidades Pernambucanas de Olinda e Jaboatão, o reajuste também segue os números de Recife: 2,7 por cento, de acordo com o índice do IPCA. O valor será cobrado de quem possui residência, apartamento ou prédio comercial. Além das pessoas físicas, as pessoas jurídicas também devem pagar a mesma alíquota de aumento, sendo estes valores diferentes para quem é pessoa física ou pessoa jurídica.

A cidade de Jaboatão também deve conceder um bom desconto aos munícipes que estão em dia com a Prefeitura. De acordo com as informações divulgadas, os contribuintes podem obter até 30 por cento de desconto, se estiverem em dia com o poder público.

Os carnês para pagamento podem ser obtidos nas Prefeituras Municipais e a segunda via também pode ser retirada através do setor que cuida do recolhimento do imposto. O pagamento é aceito em lotéricas e bancos, por exemplo, e podem ser realizados, tanto em cota única, quanto de forma parcelada.

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um dos diversos tributos que os cidadãos devem realizar o pagamento. É cobrado tanto de pessoas jurídicas quanto de pessoas físicas, que sejam proprietários de prédios, apartamentos, terrenos ou residências. Ele é recolhido anualmente pela Prefeitura, cujos recursos ingressam nos cofres públicos para obras e outras melhorias.

O valor do imposto é baseado no valor venal do imóvel, sendo que esta base não pode ser aumentada nem alterada pelo município, apenas sendo permitida sua atualização através do valor da inflação no período.

A cobrança deste imposto, bem como o valor, é definido por cada município de forma distinta, levando em consideração os imóveis e também os bairros em que estes estão localizados. As residências precisam ter abastecimento de água, sistema de esgoto, rede de iluminação com ou sem poste e também serviços públicos como escolas e unidades de saúde. A inserção deste tributo está incluída na constituição de 1988 e serve para os municípios realizarem melhorias, com o ingresso destes montantes nos cofres municipais.

Em 2017, Recife estimava um aumento de 48 milhões de reais através do pagamento do IPTU aos cofres públicos. O montante foi calculado com base em algumas mudanças na lei, como uma revisão nos valores que cada contribuinte paga anualmente, com destaque para a valorização nos bairros. Para o ano de 2018, Recife não divulgou qual a projeção de arrecadação, que deve ser levantada após o calculo e a emissão das guias para o pagamento.

Por Leandrinho de Souza


As taxas anuais de IPTU são obrigatórias, incidindo na vida de todos os proprietários de diversos tipos de imóveis que estão situados dentro do perímetro urbano da Capital Federal, Brasília.

O Imposto Predial e Territorial Urbano, IPTU, é uma norma de imposto presente na Constituição Federal, regulamentada em seu artigo 156, inciso I, da Carta Magna, sancionada no dia cinco de outubro do ano de 1988. Este imposto recai sobre os serviços públicos de esgoto e água encanada, iluminação pública e domiciliar, entre outras condições.

Para todas as pessoas que são proprietárias de algum tipo de imóvel, seja residencial, comercial ou mesmo um terreno que esteja situado em alguma zona urbana no Distrito Federal, é muito importante que as mesmas estejam atualizadas e atentas ao devido pagamento do IPTU de Brasília 2018. Existe um procedimento para a realização de emissão da 2ª via por meio do carnê de pagamento do IPTU de Brasília 2018, via online, na internet.

As taxas anuais de IPTU são obrigatórias, incidindo na vida de todos os proprietários de diversos tipos de imóveis que estão situados dentro do perímetro urbano da Capital Federal, Brasília. O valor em dinheiro arrecadado com esse tipo de imposto se destina a obras públicas que promovem melhorias e benefícios voltados para a população, tais como iluminação das vias públicas, investimento no setor de saúde, no setor de segurança, em mais transportes urbanos e no investimento em melhorias na educação.

Portanto, para qualquer cidadão que esteja obrigado a realizar o pagamento desse imposto será muito importante ter plena consciência de que a sua contribuição, estabelecida como um dever, será revertida na manutenção geral de diversos setores e departamentos públicos de função imprescindível, ou seja, na manutenção do município, como também, o mesmo cidadão estará em regularidade nas suas dívidas com a justiça.

Entretanto, a cada ano são feitos reajustes dentro do valor estipulado de IPTU. Esse cálculo que se atualiza todo ano está fundamentado em dois importantes fatores: o primeiro é o valor de venda do tipo de imóvel, o segundo são as alíquotas ministradas em cada ano vigente. Assim, os dois valores citados passam a ser multiplicados e o resultado final obtido constitui um preço fixo, cobrado como imposto sobre os contribuintes.

Existem três modos de porcentagem de cálculo que formam os valores do IPTU, conforme segue na relação abaixo:

São 0,3% de cobrança exclusiva sobre determinados tipos de residência, tais como apartamentos, cuja função seja única e exclusivamente moradia, e sobre as casas também;

São 1% de taxa cobrada exclusivamente sobre determinados tipos de terrenos que estejam em situação de posse de alvará para construção;

São 3% de taxas cobradas exclusivamente sobre outros tipos de terrenos cuja situação atual seja a de possuírem áreas vazias, inutilizadas, terrenos baldios cercados ou propriedades preenchidas de bens já demolidos, não ocupados.

Portanto, os donos de imóveis ou terrenos terão chance de realizar o pagamento deste imposto por meio de dois modos, ou efetuar o pagamento integral, à vista, ou pedir o devido parcelamento, conforme for melhor para o mesmo. Em caso de o cidadão decidir pagar o imposto de modo parcelado, o valor integral poderá ser dividido em até 10 vezes, sem cobrança de juros.

Assim, o usuário poderá pagar o IPTU por meio do internet banking. Vale a dica de que se consultem gerentes de bancos, para obter informações sobre outros estabelecimentos onde é possível realizar o pagamento, sejam casas lotéricas ou bancos. Entretanto, o calendário para o próximo ano de pagamento de IPTU ainda não foi divulgado, por conseguinte, cabe aos usuários acessar constantemente a página eletrônica: https://imposto.pro.br/iptu-brasilia-2018. Deste modo, poderão ter acesso aos links do site oficial da Secretaria de Estado de Fazenda e obter, constantemente, informações.

Por Paulo Henrique dos Santos


Confira informações referentes ao IPTU do Rio de Janeiro do ano de 2018.

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um imposto coletado no Brasil de habitantes que possuem bens imobiliários em zona urbana, seja apartamento, casa ou imóvel comercial.

No Rio de Janeiro, assim como em outras cidades brasileiras, esse imposto é um dos principais meios de recolhimento de recursos. O dinheiro obtido é usado pela prefeitura na manutenção da segurança, educação e saúde da cidade.

IPTU RJ 2018

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou em setembro, no Diário Oficial, algumas mudanças nas regras do IPTU para 2018. O município propôs que o valor venal mínimo para o pagamento mudasse de R$ 40 mil para R$ 55 mil, e que o IBTI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) aumentasse de 2% para 3%. A tabela de valores do Rio de Janeiro não havia sido modificada desde 1997.

No Diário Oficial do Rio encontram-se tabelas com especificações sobre tipo e idade dos imóveis que sofreram alterações no valor do imposto. Também estão disponibilizados bairros e valores genéricos de cada endereço. Essas mudanças serão validadas em 2018.

Para quem aluga imóveis, é importante lembrar que o pagamento do IPTU é responsabilidade do locador, não do inquilino, ou seja, o dono do imóvel é quem deve arcar com os custos do imposto.

Valores

O valor venal do imóvel equivale aos custos necessários para sua construção somados ao valor do terreno. O cálculo do IPTU é realizado através do valor venal do imóvel multiplicado por uma porcentagem definida pelo município. De acordo com a Prefeitura do Rio, mais de 1,1 milhão de habitantes não contribuem com o imposto por terem o valor venal no imóvel avaliado em até R$ 40 mil ou menos. Alguns imóveis localizados em áreas nobres da cidade também estão livres do imposto.

Para consultar o IPTU 2018 o cidadão deve acessar o site da prefeitura do Rio e escolher entre Planilha Residencial, Não Residencial, Territorial e Planta Genérica de Valores. É necessário ter em mãos o carnê do imposto de 2017.

Isenção

Estão livres do imposto imóveis cujo valor venal esteja abaixo de R$ 55 mil, ou construções tidas como patrimônio histórico pelo estado ou pelo município.

Segunda Via

Os cidadãos que desejarem obter a segunda via do IPTU devem escolher entre “2ª via do carnê” e “2ª via de guias extraordinárias” no link www2.rio.rj.gov.br/smf/iptu2v. Após acessar a opção desejada, basta digitar o número da inscrição do imóvel, selecionar o ano e escolher a impressão de cota única ou parcelada.

Calendário

No começo desse ano as inscrições de imóveis terminadas de 0 a 5 pagaram o valor à vista, com o desconto até o dia 10 de fevereiro. Essa também foi a data para pagar a primeira das dez cotas. Já as inscrições terminadas de 6 a 9 puderam pagar o valor à vista ou a primeira cota no dia 13 de fevereiro. As datas do IPTU RJ 2018 serão disponibilizadas no começo de 2018.

Descontos

A Prefeitura do Rio definiu descontos do IPTU 2018 para imóveis residenciais de modo progressivo, ou seja, quem tiver de pagar até R$ 800 terá desconto de 60%. Quando o valor for até R$ 1.200, o desconto será de 40%. Para aqueles com IPTU de até R$ 1.600, será descontado 20%, e quando o imposto for até 3.000, o desconto será de 10%.

No caso de imóveis comerciais cujo imposto seja até R$ 5 mil, serão descontados R$ 600. E os terrenos com IPTU de até R$ 3 mil, terão R$ 1 mil de desconto.

Os valores com desconto são disponibilizados apenas para pagamentos à vista.

Pagamento

O pagamento do IPTU 2018 pode ser realizado por meio de cota única com desconto, ou pagamento em até 10 vezes, sem desconto. Os contribuintes também podem optar por pagamento direto na conta corrente, basta entrar em contato com o banco.

Em 2018 os donos dos imóveis pagarão somente metade do aumento. Apenas no ano seguinte, em 2019 os valores totais serão computados e o valor total atualizado deverá ser pago.

Por Fabio Santos


Para 2018 acredita-se que as alíquotas do IPTU do Mato Grosso serão as mesmas dos anos anteriores, sendo 2% para terrenos e 0,4% para imóveis.

No mês de dezembro, a maioria das pessoas fica focada nas festas de natal e ano novo, esquecendo que logo no começo do ano tem o IPTU. No Mato Grosso, o contribuinte poderá conseguir bons descontos, mas desde que pague no dia determinado, de acordo com o calendário divulgado. Aqueles que não receberem o IPTU em suas residências devem providenciar a 2ª via o quanto antes, do contrário, acabarão pagando multas.

O IPTU – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, de Cuiabá e várias outras cidades do Mato Grosso, já está sendo preparado pelas prefeituras e os cidadãos precisam ficar atentos.

Para 2018 acredita-se que as alíquotas serão as mesmas dos anos anteriores, sendo 2% para terrenos e 0,4% para imóveis. Vale lembrar que esta porcentagem é sobre o valor venal do imóvel, sendo atualizado pelo IPCA, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor. Para aqueles que moram em Cuiabá, são duas as formas de pagamento, oferecidas pela prefeitura municipal, sendo uma à vista, que é a cota única, que tem um desconto de 10% e a outra opção é a parcelada, que pode ser em vários meses. Se alguém tiver em débito com a prefeitura, não conseguirá o desconto, sendo necessário primeiro, pagar a dívida.

Os Correios ficam responsáveis pela entrega dos boletos a todos os contribuintes, mas só aqueles que possuem imóveis. Quem é dono de um terreno precisa ir à prefeitura para retirar o carnê de pagamento. Também é possível realizar a consulta no site da prefeitura. Muitas vezes, acontece dos Correios não conseguir entregar o carnê, pelos mais variados motivos, só que isto não servirá de justificativa no caso do não pagamento do IPTU, então a dica é ficar atento ao calendário, saber a data de vencimento e não perder o prazo.

Em Cuiabá, Mato Grosso, o IPTU pode ser pago na rede bancária, inclusive nos terminais de autoatendimento e até mesmo nas casas lotéricas. Quem tem conta bancária e pode acessá-la pelo celular, também consegue efetuar o pagamento do boleto, até o prazo limite. Quem tem IPTU atrasado, deve procurar a prefeitura para regularizar a situação, o quanto antes.

Este ano, o cálculo do IPTU levou em consideração o valor venal total do imóvel, que é apurado através da Planta de Valores Genéricos, conforme a Lei 5.355 de 12 de novembro de 2010. Este ano, a 1ª parcela e também a cota única, venceu no dia 11 de abril e quem optou pelo parcelamento pode pagar seguindo o calendário:

  • 2ª parcela: 11/05
  • 3ª parcela: 12/06
  • 4ª parcela: 11/07
  • 5ª parcela: 11/08
  • 6ª parcela: 11/09
  • 7ª parcela: 11/10
  • 8ª parcela: 13/11

Quem pagou a cota única, até o dia 11 de abril, teve 10% de desconto e espera-se que para 2018, será mantido este benefício, então os contribuintes podem ir planejando desde agora, guardando um pouco do 13º salário, reduzindo nos gastos de fim de ano e assim conseguirá uma boa economia. Vale ressaltar que o desconto é apenas para quem paga a cota única. Quem optar pelo pagamento parcelado, não pagará juros, mas também não terá direito aos 10% de redução no valor do IPTU.

Assim que o contribuinte receber o carnê do IPTU 2018 em Mato Grosso, deverá verificar se o valor está de acordo e caso não concorde, poderá solicitar uma revisão, mas sempre atento ao prazo limite, pois passando da data estipulada, não será mais possível formalizar a reclamação.

A prefeitura de Cuiabá – MT disponibiliza em seu site a emissão online da guia do IPTU. Assim que os valores, calendário e descontos estiverem disponíveis, é só acessar o link abaixo e informar o 'Tipo de Inscrição', além do número da inscrição: http://iptu.cuiaba.mt.gov.br/emissao-de-guia-do-iptu.

Moradores de outras cidades do Mato Grosso, que não encontrarem esta opção no site da Prefeitura Municipal, deverão se dirigir à mesma, para solicitar o carnê.

Por Russel


O reajuste do IPTU da Bahia, em 2018, não poderá ser maior que a inflação deste ano, valendo tanto para os imóveis residenciais como os não residenciais e até os terrenos.

Quando chega o final do ano, os brasileiros se preparam para as festas natalinas, o réveillon, mas poucos se lembram que em janeiro as contas chegam e aí é hora de ficar apertado financeiramente. O IPTU é um dos impostos que mais pesa no orçamento quando o ano começa e o motivo é que a maioria não fez um planejamento e muitos acabam se endividando. Além do IPTU, tem o IPVA, material escolar, as faturas dos cartões de crédito referente às compras de dezembro, ou seja, as despesas aumentam e o salário continua o mesmo, uma combinação que sempre acaba prejudicando o trabalhador.

Fazer dívidas é um péssimo negócio, ninguém mais duvida disso, então a dica é começar a se planejar desde agora, para começar 2018 mais tranquilo, ou pelo menos, não tão apertado com as contas para pagar.

Na Bahia, vários municípios já estão há alguns meses se mobilizando para conseguirem ajustar o IPTU à nova realidade, o que certamente desagrada os contribuintes. Em Salvador, por exemplo, a Câmara conseguiu aprovar mudanças importantes na cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, de forma que o reajuste não poderá ser maior que a inflação deste ano, valendo tanto para os imóveis residenciais como os não residenciais e até os terrenos.

A votação aconteceu no dia 27 de setembro, sendo aprovado o projeto de lei que deixou definido como será o aumento do IPTU para 2018 na capital baiana. Como os economistas estão prevendo uma inflação baixa, os contribuintes não terão que pagar muito mais do que pagaram este ano. O prefeito ACM Neto encaminhou o projeto para a Câmara no dia 8 de agosto, tendo sido aprovado por 31 votos a favor e 10 contra.

O FDT – Fator de Correção de Dimensão do Terreno, acabou sendo retirado do projeto de lei, apesar do executivo ter tentado conseguir ajustes na base de cálculo para os terrenos maiores e que ficam em regiões da cidade que não são tão valorizadas. Em 2014, a população de Salvador teve que arcar com um grande aumento no imposto e estava preocupada com o que poderia vir no próximo ano.

O IPTU deve ser pago tanto por pessoas físicas, como também jurídicas, desde que tenham posse, propriedade ou domínio de um imóvel, independente da área já estar construída ou não. Vários fatores determinam o valor do IPTU, como a localização, construção, se a região é ou não valorizada, etc.

Os Correios ficam encarregados de entregar ao cidadão os boletos para pagamento do imposto, entretanto, há casos em que esta entrega acaba não acontecendo, só que isto não servirá de desculpa para o não pagamento do boleto. Cada pessoa deve procurar uma forma de se informar sobre a data limite de pagamento e obter a segunda via, que pode ser retirada, inclusive, pelo site da prefeitura.

No link a seguir, é possível emitir a 2ª via da guia de recolhimento referente ao IPTU, bastando informar o número da inscrição e o ano de exercício: www.sefaz.salvador.ba.gov.br/IPTU/Emissao2via_iptuTrsd?Length=4.

Esta comodidade é para quem possuiu um imóvel em Salvador, mas muitas outras cidades da Bahia disponibilizam o serviço de 2ª via online, é só acessar o site de sua cidade e conferir. Aqueles municípios que não contam ainda com esta opção, fornecem a segunda via do IPTU para quem for pessoalmente à prefeitura, o que não pode é ficar sem pagar dentro do prazo estipulado, do contrário terá que pagar juros.

A Prefeitura de Salvador deverá oferecer descontos, por isso esteja preparado para quitar o quanto antes o IPTU de 2018. Para não ter problemas e evitar atrasos no pagamento, o cidadão deve entrar em contato com a prefeitura de sua cidade, desde agora, para se informar quando estará sendo divulgado o calendário com as datas de pagamento e qual será a porcentagem de desconto para quem efetuar o pagamento integral.

Por Russel


A opção pelo pagamento do IPTU MG 2018 em uma única parcela tem desconto de até 10% no montante total ou ainda pode ser dividido em parcelas que variam de 2 até 10 de acordo com o porte da localidade em que reside.

A posse de um imóvel considerado exige de seus proprietários o cumprimento de algumas obrigações junto às entidades públicas para que elas garantam a qualidade na estrutura para ser utilizada.

Com relação a este assunto, uma das formas usadas pelos órgãos públicos consiste na cobrança anual do IPTU MG 2018 o qual terá as suas delimitações gerais em seguida neste texto.

Conceitos básicos sobre IPTU MG 2018

O IPTU MG 2018 consiste no Imposto Predial e Territorial Urbano cobrado em todas as cidades do estado de Minas Gerais para quem possui algum tipo de imóvel ou terreno com finalidades tanto residenciais como também comerciais.

Neste caso, estão inseridos os mais variados tipos de criações em construção civil dentro do território urbano como terrenos construídos ou não, prédios, edifícios, casas, lojas, apartamentos e todos os outros.

A finalidade do recolhimento quanto ao IPTU MG 2018 está vinculada com o seu uso para melhorias na infraestrutura urbana à disposição dos moradores e empresários bem como para controlar os preços praticados pelo mercado imobiliário em uma determinada localidade.

Calendário e valores do IPTU MG 2018

O pagamento do IPTU MG 2018 é realizado em todas as cidades mineiras no início de cada ano sendo preciso, neste caso, de forma inicial fazer uma consulta no site oficial da prefeitura de seu município para conferir os seus valores atualizados.

No caso, por exemplo, de quem reside em Belo Horizonte é possível acessar o site http://iptuonline.siatu.pbh.gov.br/IptuOnline/index.xhtml informando o número cadastral bem como o CPF ou CNPJ do proprietário e, em seguida, serão apresentados os valores a serem devidamente pagos.

O cálculo do IPTU MG 2018 tem uma base que oscila entre 5% a 10% do valor venal de determinado imóvel que é calculado de acordo com critérios como a presença de construção, sua localização e ainda a metragem.

Pagamento IPTU MG 2018

A forma inicial para o pagamento do IPTU MG 2018 consiste no carnê que é entregue pela prefeitura municipal nas casas de todos os contribuintes que tem a obrigação pelo seu pagamento.

Neste instrumento existe a opção pelo pagamento em uma única parcela com desconto de até 10% no montante total ou ainda com a divisão em parcelas que variam de 2 até 10 de acordo com o porte da localidade em que você reside.

Esta quitação considerada pode ser feita em estabelecimentos bancários e em uma Casa Lotérica como também pela forma online em um serviço de Internet banking adotado de maneira rotineira por cada pessoa considerada.

O recebimento do carnê relacionado com o IPTU em Minas Gerais para o ano de 2018 ocorre na primeira quinzena do mês de janeiro sendo entregue no endereço presente dentro dos cadastros da prefeitura municipal.

Emissão de 2ª via para IPTU MG 2018

Caso você não tenha recebido em sua residência/comércio o carnê para pagamento do IPTU MG 2018 ou tenha perdido o mesmo é possível obter a sua segunda via na sede da prefeitura de seu município no setor responsável por esta demanda determinada.

Além disso, este documento pode ser também adquirido por meio da sua emissão no site da prefeitura que lida especificamente com este tipo de imposto.

Neste caso determinado, o montante emitido na segunda via do IPTU MG 2018 constará os juros e multas relacionados com o atraso que você tenha cometido no pagamento agendado para esta obrigação civil em consideração.

Conclusão

Portanto, os detalhes relacionados com o IPTU MG 2018 apresentados neste artigo servirão de guia para a sua quitação com esta obrigação civil atentando, neste caso, para os prazos que devem ser adequadamente cumpridos para que não haja a necessidade de pagamentos adicionais ou complicações civis a ele relacionadas.

Por Ana Camila Neves Morais


Os carnês são entregues pelos Correios, mas quem não receber deverá providenciar a 2ª via, sendo que em alguns municípios do estado isto pode ser feito pela internet.

Em breve os municípios do Rio Grande do Sul estarão disponibilizando o calendário para pagamento do IPTU 2018, informando os valores para quem optar pelo pagamento parcelado e o desconto para aqueles que se dispuserem a pagar a cota única.

Os carnês são entregues pelos Correios, mas quem não receber deverá providenciar a 2ª via, sendo que em alguns municípios do estado isto pode ser feito pela internet, no site da prefeitura, mas se não for possível, então o contribuinte deverá ir pessoalmente buscar o seu carnê, para evitar a cobrança de juros, caso haja atraso no pagamento.

Em Porto Alegre, poderão ocorrer algumas mudanças no IPTU e isto vem gerando reclamações, uma vez que irá afetar cerca de 745 mil imóveis na capital do Rio Grande do Sul. Os técnicos da Secretaria Municipal da Fazenda passaram 7 meses analisando vários setores da cidade e uma atualização do valor estará sendo feita, uma vez que eles levaram em consideração o valor do metro quadrado na região onde o imóvel se encontra, também analisaram o material que foi utilizado na obra, há quanto tempo o imóvel foi construído, se é residencial ou comercial, além da finalidade, por exemplo, se é utilizado como escritório, comércio, residência, entre outros.

Com estes dados em mãos, os técnicos providenciaram as milhares de atualizações e a prefeitura, no intuito de evitar que houvesse consternações, utilizou um redutor na média de 70%, ou seja, um imóvel avaliado em R$ 100 mil acabou tendo o cálculo do IPTU baseado em R$ 70 mil. A alíquota para os imóveis residenciais é de 0,85% do valor venal do imóvel, mas a prefeitura quer uma faixa de isenção que obedeceria a seguinte tabela para os imóveis:

  • Valor de até R$ 60 mil – isento
  • Valor de R$ 60 mil a R$ 100 mil – alíquota de 0,4%
  • Valor de R$ 100 mil a R$ 300 mil – alíquota de 0,5%
  • Valor de R$ 300 mil a R$ 500 mil – alíquota de 0,6%
  • Valor de R$ 500 mil a R$ 1 milhão – alíquota de 0,7%
  • Valor acima de R$ 1 milhão – alíquota de 0,8%

A prefeitura alega que a planta de valores do IPTU está há 26 anos sem ser atualizada e por isto os contribuintes deverão se assustar, uma vez que a atualização será alta. Mas foi criada uma regra de transição, para proporcionar uma diluição deste aumento em quatro anos, sendo que em 2018 o aumento seria de 30%, em 2019 mais 30%, em 2020 mais 30% e finalmente em 2021 seriam os 10% restantes. Milhares de imóveis em Porto Alegre contarão com uma redução no IPTU, muitos ficarão isentos e outros sofrerão reajustes.

Se o IPTU de 2018 seguir as regras do anterior, o pagamento poderá ser feito no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Sicredi, Santander, Banrisul ou no Citibank. As casas lotéricas também aceitam pagamento do IPTU, desde que sejam abaixo de R$ 1 mil. A cota única deste ano deu um desconto de 12% e os contribuintes que optarem por pagar o IPTU de 2018 à vista, certamente serão beneficiados com uma ligeira redução no valor.

O pagamento deve ser parcelado em até 10 vezes, como aconteceu este ano, quando a primeira parcela venceu no dia 08 de março e as parcelas seguintes venceram no dia 8 de cada mês. Vale lembrar que, quando a data de vencimento for em um dia que não haja expediente bancário, então o pagamento pode ser feito no primeiro dia útil subsequente.

No site da prefeitura de Porto Alegre, estarão disponíveis em breve, todas as informações sobre os valores do IPTU 2018, descontos, como obter a 2ª via e o calendário com as datas de pagamento, é só acessar: www2.portoalegre.rs.gov.br/smf/default.php?p_secao=166#.

Demais municípios do Rio Grande do Sul, deverão divulgar todas estas informações também em seus respectivos sites, mas caso alguma prefeitura não ofereça esta comodidade, o contribuinte deverá ir até a mesma e solicitar o carnê de pagamento.

Por Russel


Muitos municípios de Santa Catarina já começaram o cronograma para a entrega dos carnês para o pagamento do tributo.

2018 vem chegando, e os tradicionais tributos também. Os primeiros meses do ano requerem atenção especial do contribuinte para uma série de impostos que precisam ser pagos, como é o caso do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), taxa cobrada pelos municípios sempre no início de cada ano. Em Santa Catarina não é diferente. Muitos municípios já começaram o cronograma para a entrega dos carnês para o pagamento do tributo. Algumas cidades, inclusive, devem fazer reajustes, corrigindo o valor com a inflação do ano anterior.

Um destes casos é Florianópolis, que desde novembro deste ano, já se prepara para o recolhimento do imposto. Cada um destes contribuintes deve receber neste mês de dezembro, em sua residência, o boleto para o pagamento. Segundo informações divulgadas, os que efetuarem o pagamento até o dia 05 de janeiro recebem um desconto de 20% sobre o valor devido, como incentivo, para que o cidadão possa pagar antecipadamente o IPTU.

Apesar do pagamento em cota única no mês de Janeiro conceder um desconto maior, os contribuintes que efetuarem o pagamento em cota única até o dia 05 de fevereiro, recebem descontos de 10%. O pagamento em cota única até o dia 05 de março recebe um desconto de 5%. Quem efetuar o pagamento parcelado de janeiro a março de 2018 não recebe descontos sobre o valor.

A segunda via pode ser obtida na Prefeitura, caso seja preciso.

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um dos diversos tributos que os cidadãos devem realizar o pagamento. É cobrado tanto de pessoas jurídicas quanto de pessoas físicas, que sejam proprietários de prédios, apartamentos, terrenos ou residências. Ele é recolhido anualmente pela Prefeitura, cujos recursos ingressam nos cofres públicos para obras e outras melhorias.

O valor do imposto é baseado no valor venal do imóvel, sendo que esta base não pode ser aumentada nem alterada pelo município, apenas sendo permitida sua atualização através do valor da inflação no período.

No ano de 2017, as prefeituras de Santa Catarina, projetavam arrecadar pouco mais de 530 milhões de reais através do recolhimento do imposto. Em tempos de crise e com as Prefeituras arrecadando valores menores, o IPTU se torna um dos principais tributos a serem incorporados em seus orçamentos. Segundo informações, em 2016, as cidades de Santa Catarina chegaram a arrecadar 260 milhões de reais. Ainda em 2017, somente em Florianópolis, foram emitidos 144.256 guias para o pagamento do IPTU, com uma arrecadação de 252 milhões de reais.

Em Joinville, os carnês do IPTU receberão uma nova ilustração, resultado de um concurso realizado ainda nesse ano de 2017, escolhendo o melhor desenho para estampar o carnê do imposto referente a 2018. O tema escolhido foi: reciclagem, o destino do nosso lixo também é questão de cidadania. Além do desenho, uma frase também foi escolhida.

Em Concórdia, no oeste, aposentados, pensionistas com rendimento até dois salários mínimos e sociedade sem fins lucrativos com atividades educacionais e culturais podem solicitar a isenção do imposto para 2018, que vale até o dia 20 de dezembro deste ano. Na cidade, uma lei do ano de 211 regulamenta esse benefício, possibilitando a estes cidadãos a isenção do tributo. Na cidade, as guias de recolhimento do IPTU serão liberadas apenas em Janeiro de 2018. O procedimento é todo digital.

Já na cidade de Blumenau, a segunda via pode ser obtida de forma digital no site da Prefeitura. Na cidade, o pagamento em cota única tem desconto de 8%. Já o pagamento parcelado pode ser feito em até 11 vezes, porém, sem a concessão do desconto. O pagamento pode ser realizado nos bancos e na Casa Lotérica.

Por Leandrinho de Souza


Confira informações sobre o IPTU do Paraná.

Quem mora no estado do Paraná, já deve ficar de olho no site da prefeitura de sua cidade, pois o calendário com as datas de pagamento do IPTU 2018 estará sendo disponibilizado muito em breve. Na capital, Curitiba, a Câmara Municipal estará analisando nesta segunda-feira (04), dois projetos de lei complementar que são urgentes e tratam justamente deste assunto e o contribuinte precisa acompanhar de perto, pois a intenção é garantir um aumento no Imposto Predial e Territorial Urbano.

Além do reajuste no IPTU, levando em consideração os últimos 12 meses, ainda teria mais 4% para os imóveis de 7% para os terrenos, ou seja, os moradores de Curitiba poderão começar 2018 tendo um gasto extra.

O IPTU é uma das maiores fontes de arrecadação da capital do Paraná e caso a prefeitura consiga o reajuste, tanto pelo IPCA como também os 4% ou 7% (para residências e terrenos), então conseguirá um faturamento bem acima do esperado.

E aqueles que ainda não fizeram a indicação dos imóveis com o programa Boa Nota Fiscal, devem fazer até a próxima terça-feira, dia 5. O prazo na verdade venceu na última quinta-feira (30), mas a prefeitura de Curitiba resolveu estender a data limite para indicação, pois a procura foi muito grande e o site acabou ficando fora do ar por um período, prejudicando os interessados. Com esta prorrogação, a prefeitura municipal espera que todos possam fazer suas indicações sem problema. É só acessar o site a seguir e efetuar o cadastro, sendo que o limite do desconto é de 30%:
https://isscuritiba.curitiba.pr.gov.br/portalnfse.

A maioria das cidades do Paraná disponibiliza no site da prefeitura municipal todas as informações sobre o IPTU 2018, por exemplo, na capital do estado é possível consultar a tabela do imposto deste ano, que provavelmente será a mesma para o ano que vem, podendo consultar as alíquotas para imóveis residenciais, não residenciais e os territoriais.

A tabela de alíquotas do IPTU é progressiva, mudando de acordo com o valor do imóvel, por exemplo, os imóveis residenciais cujo valor seja de até R$ 38.645,00 pagam uma alíquota de 0,20%, porém, a porcentagem vai aumentando à medida que o valor sobe, por exemplo:

Um imóvel no valor de R$ 75 mil tem a alíquota na primeira faixa que é de R$ 38.645,00. Depois vem a segunda faixa, até R$ 48.386,00. Depois é a terceira faixa, até R$ 67.710,00 e por fim, a quarta-faixa, que vai até R$ 87.036,00. A primeira faixa é de 0,20% e dá R$ 77,29. A segunda faixa é de 0,25% e dá R$ 24,35. A terceira faixa é de 0,35% e dá R$ 67,63. A quarta faixa é de 0,55% e dá R$ 40,09. Sendo assim, o valor total do IPTU é de R$ 209,36.

Todas estas informações sobre o cálculo do IPTU ficam disponíveis nos sites da prefeitura e caso o seu município não ofereça esta comodidade, o jeito será ir pessoalmente ao setor responsável para se informar.

Outra facilidade que os sites oferecem é a possibilidade de emitir a 2ª via do IPTU, não precisando sair de casa e nem enfrentar filas. O carnê do IPTU 2018 será entregue pelos Correios, entretanto, por diversos motivos, muitos contribuintes acabam não recebendo, só que isto não serve de justificativa para o atraso no pagamento.

Em Curitiba, por exemplo, basta acessar o link a seguir e informar os dados solicitados para ter a segunda via e assim, efetuar o pagamento dentro do prazo estipulado:
www2.curitiba.pr.gov.br/gtm/iptu/carnet/default.aspx.

Comece a programar o pagamento do IPTU 2018 desde agora, já reservando o valor referente ao imposto, uma vez que todo início de ano é marcado por muitas contas, então é melhor se prevenir, evitando o atraso no pagamento e, consequentemente, a cobrança de juros.

Por Russel


A partir do ano de 2018, haverá o encaminhamento do carnê apenas 2 vezes ao ano. Confira as opções.

O IPTU SP 2018 é uma das principais preocupações dos contribuintes que residem nesta região do país no início de cada ano, pois consistindo no imposto a ser pago para aqueles que possuem qualquer tipo de imóvel ou terreno dentro do perímetro urbano.

Como os valores e situações relacionadas com o pagamento adequado do IPTU para o ano de 2018 em São Paulo apresentam sempre modificações relevantes, este assunto será abordado com maiores detalhes em seguida neste artigo considerado.

Valores relacionados com o IPTU SP 2018

O montante a ser pago por determinado contribuinte quanto ao IPTU SP 2018 é realizado com base em uma multiplicação que considera o valor venal de cada um deles com uma alíquota delimitada pelos municípios do país de maneira específica.

O valor venal consiste no preço a ser pago pelo Poder Público caso aquele imóvel seja adquirido por meio de desapropriação sendo, portanto, sempre menor do que o valor de mercado considerado para o mesmo.

Já a alíquota vinculada com este imposto tem a sua porcentagem determinada por lei e que, no caso da cidade de São Paulo, por exemplo, será mantido em 3% com um reajuste relacionado apenas com a correção vinculada à inflação neste período avaliado.

Mudança no envio de carnê para pagamento IPTU SP 2018

Até o ano de 2017 os carnês para pagamento do IPTU relacionado ao ano corrente em São Paulo eram encaminhados um a cada mês que deveria ser pago pelos contribuintes de maneira especificada.

A partir do ano de 2018, haverá o encaminhamento apenas 2 vezes ao ano com a seguinte organização:

· 1º boleto: No início do ano contendo o lançamento referente ao valor total do IPTU com as suas primeiras parcelas.

· 2º boleto: Após o final do período de pagamento referente ao boleto anterior com os códigos de barras das parcelas ainda exigidas para sua quitação completa.

Para que os contribuintes não sejam pegos de surpresa haverá ampla comunicação no início do ano de 2018 com as datas especificadas para cada uma das situações mencionadas anteriormente.

Pagamento do IPTU SP 2018

As formas de pagamento vinculadas com o IPTU SP 2018 têm duas variações possíveis podendo ser feita de forma única como também de maneira parcelada em quantidades variadas dependendo do valor final a ser pago.

Existirão no ano de 2018 para o IPTU em São Paulo modalidades diferentes para sua quitação que pode ocorrer nas unidades da prefeitura municipal como também em alternativas como caixas eletrônicos dos bancos credenciados, pelo Internet Banking ou pelo cadastro de débito automático na conta corrente do contribuinte.

Consultas e 2ª via do IPTU SP 2018

Os contribuintes que possuem débitos pendentes quanto ao IPTU SP 2018 ou que desejam verificar alguns aspectos gerais de sua situação com relação ao pagamento deste imposto podem realizar consultas neste sentido.

Para isso basta acessar www.prefeitura.sp.gov.br escolhendo a página da Secretaria Municipal de Finanças acessando, em seguida, o ícone do IPTU que será apresentado após colocar informações como o CPF ou CNPJ bem como o código do imóvel.

Além de informar os débitos ou situação de um imóvel delimitado, este meio permite a emissão de 2ª via para carnês que se encontram em atraso, que foram perdidos ou que não chegaram ao endereço do contribuinte interessado com a geração, em seguida, do boleto bancário que deverá ser pago na data informada.

Conclusão

Desta maneira, ao considerar os aspectos básicos vinculados com o IPTU SP 2018 é possível realizar uma organização adequada no orçamento cotidiano para conseguir, assim, efetuar este tipo de pagamento sem atrasos evitando, com isso, a inclusão de novos valores ao montante principal delimitado.

Por Ana Camila Neves Morais


Veja algumas dicas do que considerar no momento de comprar um imóvel.

A compra da casa própria é algo que sempre mexeu com o desejo de todo brasileiro. Aliás, é um projeto universal. Em qualquer país do mundo o maior sonho de todo casal é iniciar a vida matrimonial com o seu imóvel comprado. É assim desde os primórdios e permanecerá nos séculos porvir.

Aqui no Brasil, nos últimos anos este desejo tem sido aflorado nas famílias devido aos inúmeros incentivos e programas do governo voltados para ajudar o cidadão a conseguir a tão sonhada casa própria. Além disso, os programas também fomentam o mercado imobiliário, que nunca esteve tão aquecido como nesta década.

É claro que as facilidades trouxeram junto com ela diversos problemas. Dentre eles é possível destacar o aumento exagerado dos preços na maioria das cidades, o grande número de pessoas dizendo-se corretores de imóvel sem serem credenciados para tal, empresas sem qualquer estrutura oferecendo mundos e fundos para os seus clientes e depois deixando os compradores com grandes prejuízos, isso sem contar o alto nível de inadimplência, dentre outros transtornos oriundos desse “boom” imobiliário.

Problemas a parte, a verdade é que muitas pessoas já estão morando em seu novo lar, aumentando ainda mais as expectativas daqueles que ainda estão à procura de um lugar para chamar de seu. Porém, na hora de escolher o imóvel é preciso estar atento, para não cair em uma “roubada”.

DICAS PARA ESCOLHER O IMÓVEL CERTO PARA COMPRAR

A seguir daremos algumas dicas que ajudarão na hora de escolher o imóvel certo para comprar. Para quem não acredita em mágica, elas podem significar o sucesso na hora da compra.

1. Fazer uma avaliação das finanças pessoais

A primeira dica é voltada para o preparo em relação às finanças pessoais. O comprador precisa saber se irá comprar o imóvel à vista ou se realizará um financiamento. Para aqueles que irão utilizar essa segunda modalidade, é preciso fazer uma avaliação e definir qual o valor do seu orçamento pode ser comprometido sem prejudicar a família.

Normalmente, os bancos liberam, aproximadamente, 30% da renda do comprador (Neste valor pode ser considerado o valor total da família). Entretanto, para algumas famílias, comprometer esse valor pode significar um grande problema a longo prazo. Sendo assim, fazer uma análise prévia do orçamento é imprescindível.

2. Definir o tipo de imóvel desejado

A falta de preocupação com o tipo de imóvel que deseja adquirir tem sido o calcanhar de Aquiles de muitos compradores. Definir se o projeto é comprar um apartamento ou uma casa; se for casa, ela será independente ou em condomínio; sendo em condomínio será geminada ou não. Todas estas questões são fundamentais para norteá-lo em relação à melhor opção.

Além disso, também é fundamental definir se está a procura de um imóvel usado ou novo. Caso a opção seja um imóvel novo, você precisa saber se comprará um que já esteja pronto ou se pode esperar o término de uma construção e comprá-lo ainda na planta.

3. Planejar o presente pensando no futuro

Outro ponto a ser definido está relacionado ao tamanho do imóvel, afinal de contas, ele será um patrimônio da família e precisa estar adequado para atender as necessidades de todos. Desta forma, é preciso decidir quantos quartos você deseja; qual número de banheiros necessários; quantas vagas na garagem; qual a localização; valorização do local, tipo de vizinhança, etc.

4. Visitar o imóvel em diferentes horários

Existe um problema sério em relação à compra do imóvel, que ocorre quando os compradores, levados pela emoção e não pela razão, deixam de observar fatores imprescindíveis. Na hora de fazer a escolha é preciso conferir como está a parte elétrica, se todas as tomadas e lâmpadas estão funcionando; como está parte hidráulica, se não há entupimento; se existem rachaduras nas paredes; se há algum sinal de infiltração nas paredes e no telhado.

É claro que a pessoa não tem que ser um perito para identificar problemas nesta área, mas pode conferir na hora da visitação. Caso fique alguma dúvida, fazer nova visita levando um profissional de sua confiança para avaliar.

5. Contar com um profissional

Um dos erros mais comuns é deixar de contar com a ajuda de corretores competentes. Muitos, para evitar gastar dinheiro com a comissão ou tentar diminuir o valor diretamente com os proprietários, deixam de buscar ajuda nesta área e acabam cometendo equívocos.

Lembre-se: o corretor de imóveis é a pessoa mais gabaritada para instruí-lo em relação às dicas anteriores. Ele está no mercado atento a todas as exigências tanto do comprador como do vendedor e também possui interesses comuns com os dos lados, podendo intermediar caso haja alguma divergência entre as partes.

Estas são algumas das dicas para ajudar na hora da compra da casa própria. Saber escolher é fundamental para evitar dores de cabeça. Afinal, a compra da casa própria deve ser um momento de alegria e satisfação para toda a família.

Por Juanito Carvalho

Comprar casa


Banco oferece imóveis em 11 estados. Lances partem de R$ 55 mil.

As vendas públicas de bens a quem oferecer um lance mais alto são um dos negócios mais vantajosos no Brasil. Em São Paulo, o Banco Santander está promovendo um grande leilão de imóveis, distribuído em 11 Estados. Este conjunto de eventos financeiros inicia com os lances a partir de 55 mil reais. Os leilões estão sendo organizados por meio da Plataforma Sold.

Há uma grande relação de imóveis, entre casas, diversos tipos de apartamentos e terrenos prontos para construções, entretanto, a divulgação de produtos se estenderá até o dia 27 de outubro, quando serão encerradas as sessões.

As casas, os apartamentos e os terrenos estão disponíveis nos seguintes Estados brasileiros: no Estado do Amazonas, Estado de Goiás, Estado da Bahia, Estado do Maranhão, no Estado de Minas Gerais, no Estado do Mato Grosso do Sul, no Estado do Paraná, no Estado de Pernambuco, no Estado de São Paulo, no Estado do Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Nessas regiões os eventos de leilão ocorrerão até o dia 27 de outubro. Certamente é uma grande oportunidade para quem possui uma grande poupança, no sentido de poder investir em imóveis para sua própria moradia ou com finalidade de alugar. Apartamentos estão entre os mais cobiçados, devido à segurança. Os terrenos são excelentes meios de se projetar o futuro das residências.

Assim, dentro da relação de imóveis, algumas das casas ocupam lugar de destaque nas sessões leiloeiras, tal como uma casa cuja localização se encontra no município de Campo Grande, no Estado do Mato Grosso do Sul, cujo lance inicial está no valor de 55 mil reais. Outro destaque nesses eventos leiloeiros está em um apartamento no município de Itabira, no Estado de Minas Gerais, que possui três dormitórios, entre outras vantagens, e já que o seu valor inicial para os lances está em 238.700 reais, é, por isso mesmo, fácil de imaginar as dimensões e a qualidade do imóvel em questão. Outro destaque fica por conta de um apartamento situado no município de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, cujos atributos principais são dois dormitórios, tendo valor inicial para lances em 239.712 reais, sendo outro valor muito estimulante sobre a qualidade e tamanho do mesmo. Outro apartamento que fica em destaque, nesse conjunto de sessões de leilão, é descrito como uma residência de dois dormitórios, cujo valor inicial para os lances está em 380 mil reais, situado no município de Santos, no Estado de São Paulo, cujo valor também é muito estimulante para a imaginação.

Entretanto, dados os altos valores, existe uma série de facilidades e benefícios oferecidos nas aquisições, tais como: os descontos podem chegar até a 50%; há também a opção de pagamento em parcelas mínimas, que é uma das opções a que pode recorrer o futuro proprietário, por meio do chamado crédito imobiliário junto do banco que está promovendo o leilão, em parceria. As parcelas podem chegar ao número de 420, conforme for a disponibilidade financeira dos compradores. No total, o número de imóveis sendo leiloados são 59, sendo que, dentre estes, são 19 imóveis desocupados, configurando maiores benefícios para quem os adquirir.

Aos interessados em realizar visitas aos imóveis desocupados é necessário acessar o site da SOLD, para que seja possível agendar as visitas necessárias. Este leilão está aberto a todo o público, ou seja, o público em geral, portanto, todos podem participar das sessões, desde que realizem seus cadastros no site da SOLD. O procedimento é muito simples: os usuários precisam criar um Login, uma senha e habilitar seus perfis para que seja possível realizar as ofertas de lances que mais lhes interessar. Feito esse procedimento, os usuários só precisam estar atentos e acompanhar os devidos lances, além de verificar as datas marcadas para os encerramentos dos mesmos. Na internet funciona da mesma maneira que presencial, ou seja, o padrão dos leilões, a pessoa que oferecer o maior valor de lance leva o imóvel.

Para mais informações acesse o site da SOLD: http://www.sold.com.br/.

Paulo Henrique dos Santos


Confira aqui algumas dicas e cuidados na hora de comprar imóveis em leilão.

Você quer realizar o seu sonho da casa própria? Atualmente, uma das melhores opções são os leilões de móveis retomados por falta de pagamento. Porém, antes de sair assinando o contrato de compra, você deve prestar atenção em alguns detalhes que são essenciais para não cair numa roubada e acabar se arrependendo da sua compra. Confira abaixo 5 dicas para comprar o seu imóvel em leilão:

1. Tenha paciência

A pressa é inimiga de uma boa compra, especialmente em se tratando de um leilão. Um dos maiores riscos de um leilão é o tempo que o comprador tem que esperar para finalmente entrar no imóvel. Isso acontece porque muitos dos imóveis que foram leiloados ainda não foram desocupados pelos seus antigos proprietários.

Quando você arremata um imóvel no leilão, em seguida receberá a carta de arrematação para solicitar que o mesmo seja desocupado, este processo pode demorar mais de um ano e em alguns casos, você terá que brigar na Justiça para que o antigo dono saia da casa ou apartamento. Portanto, comprar um imóvel no leilão é para quem tem paciência para esperar e está ciente da burocracia que terá que enfrentar, não é para quem quer se mudar de imediato.

2. Dê preferência para imóveis desocupados

Se você tiver que solicitar a desocupação do imóvel arrematado na Justiça, isso vai gerar custos para o seu bolso. Sem falar, que ao se tornar o novo dono, você também será o responsável por arcar com as despesas do imóvel como, por exemplo, impostos e taxas de condomínio. Então, não vale a pena estar arcando com as despesas de um imóvel que você não está usando. Por isso, ao participar de um leilão, o ideal é dar preferência para os imóveis que estão desocupados.

3. Preste atenção no edital

Quanto mais informações você tiver, mais bem preparado estará para o leilão e menos chances terá de se arrepender. Sendo assim, leia o edital com atenção, dê importância para as informações sobre o imóvel que está sendo leiloado como, por exemplo, data do evento, valor mínimo de venda, quem é o vendedor, estado de conservação da propiedade, bem como quem será responsabilizado pelos custos excedentes, como taxas de condomínio e impostos.

4. Pesquise os preços antes de arrematar

Antes de arrematar o imóvel, você deve pesquisar o seu valor de mercado para ter condições de analisar se o desconto oferecido no leilão compensará o risco de ter que bancar os custos com a reforma ou com a Justiça. Também recomenda-se determinar um lance máximo, assim você evita adquirir uma dívida que não possa pagar no futuro. Lembre-se que se você desistir de arrematar um imóvel pelo fato de não ter dinheiro para finalizar a compra, poderá ser punido com a aplicação de multa.

5. Conte com uma assessoria jurídica

Um imóvel pode ser levado a leilão quando o seu dano atrasa o pagamento do financiamento, quando se torna propriedade do banco, ou através de via judicial, com ações movidas por falta de pagamento das taxas de IPTU ou condomínio. Levando isso em consideração, para comprar um imóvel em leilão é indicado contar com a assessoria jurídica de um advogado.

Peça ajuda do seu advogado para fazer um levantamento das dívidas do atual morador do imóvel, pois há o risco de você ter que pagar os débitos que serão deixados por ele. Além disso, o advogado também poderá verificar se existem ações judiciais contra a ida do imóvel a leilão. Há bancos que não esperam a sentença final dessas ações para por o imóvel em leilão extrajudicial. Quando o proprietário não é informado sobre a execução do leilão da sua propriedade, ele poderá entrar com uma ação judicial para anular a venda, mesmo que o arremate já tenha sido feito, aí você terá que lutar na Justiça para validar a sua compra.

Simone Leal


Saiba aqui o que muda com a Medida Provisória dos Distratos.

Se você optou pela compra de um imóvel na planta e repensou essa ideia e quer desistir, mas teme pelo valor reduzido que a empresa pode lhe devolver, isso pode não ser mais um problema. É que de acordo com mais uma Medida Provisória do Governo Federal, o comprador pode desistir de sua compra dentro de um prazo de sete dias e terá o direito de receber de volta 100% daquele valor que havia investido.

Diante de tantos casos de problemas nesse sentido, que as empresas imobiliárias não devolvem o valor total já pago pelos clientes, muita gente ainda não está acreditando que essa medida venha mesmo a existir.

Mas foi criada pelo Ministério da Justiça a Medida Provisória dos Distratos, que já transitou pelos Ministérios da Justiça, da Fazenda e do Planejamento e acaba de ser encaminhada para a Casa Civil, onde deve ser validada e finalmente enviada ao presidente da república Michel Temer e para o Congresso Nacional.

Para quem desconhece o termo distrato, ele serve para representar uma situação em que ocorre a desistência do contrato por parte do consumidor, antes que a empresa construtora entregue as chaves do imóvel ao cliente. Nesse sentido, o distrato é um direito já existente no Brasil, assegurado pelo Superior Tribunal de Justiça.

Essa medida foi criada para promover uma regulamentação em caso de rescisão dos contratos de compra e de venda de imóveis na planta. Como ela ainda deve passar por alguns departamentos, pode ser que sofra algumas alterações, mas a intenção é de que esse ponto em especial sobre a devolução do dinheiro em sua totalidade em caso de desistência prevaleça. Outra regra que também deve ser preservada é de que seja possível à empresa imobiliária cancelar o contrato caso o cliente atrase com o pagamento a partir de três prestações. Neste tipo de caso há um limite de retenção de até 30% em relação ao valor que já foi pago. Contudo, esse valor não pode ultrapassar o limite de 10% sobre o valor total do imóvel em questão.

Além disso, também será permitido que a taxa de corretagem seja descontada.

Atualmente, o comprador do imóvel na planta que independente do motivo quiser desistir de continuar com o pagamento das prestações e desejar romper o contrato, geralmente recebe entre 85 a 90% do valor que já pagou. Se a rescisão for realizada devido a problemas como atraso da construtora na entrega do imóvel, sendo ela considerada culpada, a devolução para o consumidor deve ser de 100%, ou seja, o total investido.

Ao ser criada, a Medida Provisória dos Distratos foi vista como uma maneira que promover um impulsionamento no mercado de imóveis. Pois nessa questão existem dois lados, o das construtoras, que muitas vezes demoram mais que o previsto para entregarem o imóvel e também há aqueles consumidores que no meio do contrato acabam desistindo da compra e passam a exigir a devolução total do valor já pago.

Desta forma, mesmo com a MP dos Distratos o consumidor continua com o direito de desistir do contrato até o momento da entrega do imóvel, porém, deve ter ciência de que não receberá o total investido, mas a maior parte dele. Afinal, as construtoras também precisam ter uma segurança nesse sentido, caso contrário estariam sempre muito vulneráveis, visto que há uma concorrência nesse segmento muito grande. Caso a desistência seja por problemas da construtora, a devolução deve ser integral.

Enfim, as negociações entre construtoras e consumidores sempre geram algumas discordâncias que acabam parando nos tribunais de todo o país. Por isso, se você pretende adquirir um imóvel na planta, estude as possibilidades, prós e contras antes de assinar o contrato, ou dentro do prazo de sete dias, se a MP for realmente aprovada.

Sirlene Montes


Veja qual a forma de negociação mais vantajosa para comprar imóveis, considerando o cenário atual.

Se você está pensando em comprar um imóvel, já deve ter pensado sobre isso. É possível comprar um imóvel novo tendo despesas com a decoração, mas garantia de instalações novas em folha. Comprar na planta costuma oferecer valores que enchem os olhos, mas para quem quer se mudar de imediato, talvez não seja uma boa ideia. Adquirindo um imóvel usado, os dois gargalos anteriores se dissolvem, sendo que com as taxas de juros atrativas, o financiamento pode ser uma boa ideia. Então, diante de todas essas opções, qual é o modo mais adequado de escolher a forma ideal de adquirir um imóvel? Isso depende.

Em 2017, estima-se que a taxa de juros caia, marcando previsão de 7,5%, isso torna a ideia de investimento um tanto quanto atraente, mas é preciso considerar também que essa forma de negociação conta com um risco: você está comprando algo que ainda não existe concretamente. Você deve lembrar que para fazer esse tipo de aquisição deve encontrar uma empresa séria, já que a obra pode ser atrasada, embargada ou nem chegar a ser entregue, no pior dos casos.

Dentro do período dos últimos 12 meses, metade dos contratos de imóveis de médio e alto padrão foram desfeitos, isso significa que as incorporadoras estão passando por um momento complicado para entregar seus resultados. Outro ponto importante acerca dessa negociação que costuma ser desconsiderado é o valor que das prestações fixas determinadas pelo fluxo de caixa. Esse valor é o pagamento feito para entrega das chaves. Ele costuma ser alto, mas esquecido no calor da negociação.

O INCC (Índice Nacional de Custo da construção) tem parcelas corrigidas em períodos mensais. Essas correções por mês podem causar uma grande alteração no valor final. Existem casos de pessoas que assinam o contrato para adquirir casas e/ou apartamentos, num valor x, sendo que um pouco antes da conclusão da obra para entrega, o valor estará mais de 10% mais caro em cima do valor x inicial.

Isso acontece porque quando os consumidores procuram as incorporadoras, através de stands, por exemplo, o volume de vendas do empreendimento estão baixos, não ultrapassando 50%. Então, quando acontece a simulação da contratação, o valor estimado é diferenciado.

Caso houvesse a aquisição de um imóvel similar diante do cenário atual, o valor desembolsado para o pagamento ainda seria menor que a simulação realizada, digamos, há três anos atrás, por conta do fluxo da obra.

Para quem sofreu esse transtorno de esperar por um imóvel que, no fim das contas, saiu ainda mais caro que adquirir um imóvel pronto, ainda que usado, além de causar mais dor de cabeça.

Uma vantagem de optar pelo imóvel usado é a margem que existe para negociação. A crise econômica fez com que os vendedores ficassem em uma situação delicada, sendo mais suscetível a ofertas. É o caso de proprietários que aceitam permutas com outros imóveis de porte menor, além de outros bem, como carros, por exemplo. Contudo, se um imóvel é antigo e exige uma grande reforma, pode ser que não compense adquirí-lo, por conta do investimento para tornar os ambientes adequados e/ou confortáveis. Outros pontos que precisam ser considerados: status da documentação do imóvel; reparos necessitados pelo condomínio.

Se você deseja comprar um imóvel, mas não precisa mudar-se imediatamente, esperar uma oportunidade é o melhor investimento para você. Em tempos como os atuais, de crise, a estabilidade está comprometida, portanto há risco de desemprego e mudança de cenário econômico. Por isso, você deve pensar se adquirir um compromisso de tão longo prazo não é um risco muito grande para ser assumido neste momento.

Carolina B.


Banco Itaú anuncia redução da taxa de juros para 9% a.a.

Na expectativa pela recuperação do mercado imobiliário, o Banco Itaú está tomando uma atitude que no mínimo pode ser classificada como inovadora, visto a situação financeira pela qual a economia brasileira está passando. A atitude do banco consiste em reduzir a taxa de juros no financiamento imobiliário, considerado como um dos financiamentos mais estratégicos e mais seguros, tanto pelo mercado financeiro, que vê este tipo de financiamento com bons olhos, como pelo mercado imobiliário, que está precisando de um respiro, pois embora a economia esteja começando a se recuperar, ela ainda está em processo pós-recessão e isto trouxe uma série de problemas e questões que afetam diretamente o mercado imobiliário brasileiro.

Com essa decisão de uma recuperação econômica futura, o Banco Itaú então anunciou recentemente a redução da taxa de juros de financiamento imobiliário dos atuais 10% praticados pelo SFH (Sistema de Financiamento Habitacional), para cerca de 9% a.a, somado os juros de TR e outros encargos, praticados corriqueiramente pelos bancos, em operações como esta. A expectativa do banco é que haja uma forte procura por parte das pessoas por financiamentos que tenham uma taxa de juros consideradas como barata.

Por que o Banco Itaú tomou esta decisão?

Segundo a diretoria do banco, está decisão que será vigente a partir do dia 10 de Agosto de 2017, foi tomada se pensando e até mesmo se imaginando um cenário de forte recuperação econômica que deve ocorrer durante o ano de 2018 e 2019, segundo aponta muitos especialistas de mercado. Com essa visão a diante, foi então que a entidade bancária tomou esta decisão de abaixar de forma drástica os juros, para o financiamento da casa, isto favorecerá o crescimento do mercado financeiro, pois muitos bancos e financeiras vão acompanhar esta atitude do Banco Itaú e isso vai favorecer de maneira muito especial o acesso das classes C e B a financiamentos de casa própria, trazendo uma série de benefícios diretos e indiretos a este mercado.

Outro motivo pelo qual foi alegado esta atitude foi a redução de maneira muito especial e sensível dos custos de transações, com este tipo de operação, isto se deu devido a uma série de medidas estruturais que o mercado vem tomando para proporcionar o favorecimento e a agilidade das transações, principalmente e de modo especial em operações como financiamento imobiliário. Atualmente a aprovação ocorre em cerca de 1hora após o banco receber toda a documentação, isto segundo alega o próprio banco contribui para a redução do custo com transações em mais de 90%, o que possibilitou que se fize-se o corte na questão da taxa de juros de mercado. Além dos encargos do banco, também serão cobrados encargos do próprio SFH.

Como posso me beneficiar desta redução de juros?

Existem, muitas formas pela qual você pode estar se beneficiando diretamente ou mesmo indiretamente com o processo de redução de juros de financiamento imobiliário. A primeira vantagem pela qual se deve ter em mente é o beneficio de você poder desenvolver de maneira bastante eficiente e até mesmo eficaz por um acesso melhor a questão do financiamento imobiliário. Além disso, está queda de juros acompanha a queda da taxa de juros padrão de mercado que é a taxa Selic, isto permite que o repasse da TR seja um repasse bem menor do que a tempos atrás, reduzindo ainda mais os custos com financiamento imobiliário, gerando assim grandes benefícios que podem ser usufruídos principalmente quando falamos em termos de relação custo e beneficio.

Com a redução de burocracia das transações, o processo de aprovação ficou mais rápido e até mesmo mais ágil, isto trouxe de maneira muito especial e única um dos grandes benefícios para as pessoas que buscam por este tipo de financiamento, que é a questão de melhoria tanto de preços como de retorno pela qual se deve ter em mente que quando o Itaú faz este tipo de ação, por consequência outros bancos também o farão.

Andre Luis de Jesus Fonseca


Confira os bairros de São Paulo com maior valorização imobiliária 2017.

A cidade de São Paulo traz encantos de norte a sul e de leste a oeste, mas será que para quem quer aplicar dinheiro no negócio imobiliário, a situação é a mesma?

O bairro Paraíso, localizado em uma das regiões mais nobres da capital, entre dois pontos turísticos: a Avenida Paulista e o Parque Ibirapuera, fazendo parte da região da Vila Mariana, integrando a região centro sul, é o bairro mais rentável para realizar investimento em imóveis, apresentando retorno anual na percentagem de 11,3. O retorno representa o que volta para o proprietário, sobre o valor do imóvel.

A representação desse percentual é representado pelo valor do aluguel, juntamente com a valorização correspondente ao período de 1 ano, sob a consideração de que o apartamento será vendido no período depois de 1 ano.

Com dados de maio de 2016, um apartamento que foi comprado, alugado por um ano e depois vendido, trouxe consigo o retorno percentual de 6,6%, segundo o estudo realizado pela Imovelweb, divulgado no site InfoMoney.

Isso significa que o resultado apresentado está acima da inflação, que marca 3,6%, enquanto isso, ficando abaixo do retorno de poupança, que está marcando 8,04%. Levando em consideração os bairros analisados, só 15% foi capaz de apresentar a rentabilidade total num nível superior ao da poupança. Logo abaixo do Paraíso, encontramos o Bom Retiro, apresentando os mesmos 11,3% de retorno.

Para obter os resultados, o levantamento considerou 500 mil anúncios de vendas, além do valor de locação de apartamentos de 65 mil metros quadrados, com 2 dormitórios, custando uma média de 350 mil reais, num período de 12 meses, localizados em 30 bairros de São Paulo.

Confira o ranking dos 10 bairros mais rentáveis da cidade de São Paulo, em ordem crescente.

  • Bela Vista: 10%
  • Caxingui: 10,1%
  • Vila Isa: 10,2%
  • Cidade Ademar: 10,2%
  • Campos Elíseos: 10,4%
  • Ibirapuera: 10,6%
  • Jardim Vila Mariana: 10,7%
  • Vila das Belezas: 11%
  • Bom Retiro: 11,3%
  • Paraíso: 11,3%

Carolina B.


Confira nesta matérias as principais vantagens e desvantagens do Consórcio Imobiliário.

Ter a casa própria ainda é um dos maiores sonhos de consumo dos brasileiros. Para adquirir esse bem, existem três opções: guardar dinheiro em uma poupança, financiamento ou consórcio. Em tempos de crise, esse último recurso tem sido a opção de muitos brasileiros, pois sua contratação é mais facilitada e há menos cobrança de juros.

O que é um consórcio de imóveis?

O consórcio é formado por um grupo de pessoas com interesse em adquirir um bem (nesse caso, um imóvel). Para isso, todas elas pagam uma mensalidade. Todo mês ocorre uma assembleia, em que são realizados sorteios, visando contemplar um desses membros com uma carta de crédito. Nessas ocasiões, também são abertas possibilidades de se dar lances, como em um leilão. Assim, quem apresentar as melhores ofertas também consegue outras cartas de crédito

Para quem é indicado?

Ser contemplado com uma carta de crédito pode demorar bastante tempo. Há casos em que isso pode levar até 15 anos, mesmo quando se tem algum dinheiro disponível para lances. Portanto, o consórcio é indicado para quem não tem pressa em adquirir o bem.

Vantagens de se adquirir um consórcio de imóveis

No caso do consórcio, não há cobrança de juros e a burocracia para consegui-lo é bem inferior, se comparado com um financiamento tradicional. Também pode ser uma boa alternativa para quem deseja comprar um imóvel, mas não consegue guardar dinheiro. Assim, por meio de um consórcio poderá haver maior comprometimento em atingir esse objetivo.

Desvantagens de se adquirir um consórcio de imóveis

Por outro lado, como dito, ser contemplado com uma carta de crédito pode ser muito demorado. Além disso, quem procura esse tipo de investimento terá uma boa parte de sua renda mensal comprometida, devido à mensalidade do consórcio. Isso pode ser ainda mais complicado quando se paga aluguel.

Antes de se assinar um contrato de consórcio, é essencial pesquisar bastante sobre a reputação das administradoras do segmento. Nesse caso, vale sempre duvidar de promessas de cotas rápidas. Também é preciso verificar valores de taxas de adesão, garantias oferecidas e ficar atento às cláusulas contratuais, especialmente quando se tratar de devolução do dinheiro a ser pago, em caso de desistência.

Camilla Silva


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve tomar antes de entrar em um consórcio.

O novo cenário econômico brasileiro tem provocado mudanças na forma de planejar compras e novos investimentos. A necessidade de segurança e de estabilidade a longo prazo irá, segundo presidente da ABRAC, Paulo Rossi, impulsionar o mercado dos Consórcios. Este segmento é uma ótima alternativa para adquirir móveis e imóveis visando não se endividar. Funciona assim: um grupo de pessoas se une para adquirir algum bem em comum, como por exemplo, um kit de cozinha. Ao longo dos meses, os integrantes pagam as prestações, financiando, através de uma poupança coletiva, kits para todos os participantes.

Paulo Rossi, no entanto, ressalta 5 cuidados fundamentais antes de entrar em um consórcio, para que o investimento não se torne uma dor de cabeça:

1. Saiba em qual grupo está entrando: É imprescindível conhecer as características do grupo de consórcio do qual pretende ter participação. É necessário conferir informações como o valor das parcelas, se é possível escolher parcelas maiores ou menores antes e depois de ser contemplado, qual a ordem da contemplação, se é possível adiantar as parcelas.

2. Não confie em acordos verbais: Todas as informações de pagamento, contemplação, juros e duração do consórcio devem estar contidas no contrato, para assegurar que sejam plenamente executadas. Vale a pena conferir o contrato para ter certeza de não haverem futuras dores de cabeça com imprevistos.

3. Cuidado com as propagandas: Para ter certeza que sejam cumpridas as promessas feitas no anúncio do consórcio, verifique se todas estão previstas no contrato.

4. Pesquise sobre o assunto: No Brasil, o Banco do Brasil é responsável por normalizar e permear os consórcios. Confira no site as regras e como participar.

5. Fique de olho nos reajustes: Em consórcios de longo prazo, o contratante deve saber como é quando será feito reajuste do valor total do bem contratado, para poder ter certeza de que mesmo após um ano de consórcio, ainda poderá pagar por ele, assim evitando futuras desistências ou endividamento.

Tomando os cuidados necessários, o consumidor só tem a ganhar com esta modalidade de investimento, que demonstra ter vindo pra ficar, tornando possível adquirir bens mesmo em tempos de crise.

Carolina B.


Saiba aqui o que é e confira as vantagens de se escolher o Consórcio Imobiliário.

A casa própria continua sendo um dos maiores sonhos dos brasileiros. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas hoje moram de aluguel no Brasil. Devido a isso, hoje construtoras e bancos estão promovendo diferentes iniciativas para que as pessoas possam ter o próprio espaço e pagar um bem que será seu para o resto da vida. Pensando nisso, um dos projetos que mais apresentam benefícios é o consórcio de imóveis.

O consórcio de imóvel funciona como qualquer consórcio que todos que nós conhecemos, é uma forma de juntar dinheiro já que todo o mês a pessoa paga um valor para uma instituição e depois de algum tempo a pessoa é contemplada, neste caso com a entrega do imóvel. Muitos bancos hoje oferecem essa modalidade, pois na maioria dos casos essa iniciativa possui as seguintes propostas: primeiros pagamentos com preços mais baixos, parcelas acessíveis, sem cobrança de juros, flexibilidade de pagamento, prazos estendidos, negociação direta com funcionários da instituição, dentre outros. Claro que as organizações diferem, cada uma possui as suas regras, mas em linhas gerais essas são as propostas.

Essa opção hoje está sendo muito bem vista por especialistas na área financeira. Pois, ao assumir um compromisso de um valor real que o cliente pode pagar, tanto as instituições bancárias quanto os clientes não entram em um grande problema e consequentemente não vão ter um prejuízo. Nos dias atuais, essa é uma das opções mais seguras para se conseguir o próprio imóvel. Se você estiver interessado, essa pode ser uma ótima escolha para você. Pois, hoje é muito interessante para bancos e outras organizações que as pessoas tenham o desejo de comprar uma casa, pois assim a economia é movimentada.

A melhor solução para você que deseja comprar uma casa é comparecer a diferentes bancos e construtoras e conhecer o plano de consórcio imobiliário de cada um, compará-los, pedir a opinião de um especialista, como um economista, e ver qual opção é mais vantajosa para o seu padrão de vida. Após essa análise profunda, a sua escolha terá muito mais chances de ser acertada. Tenha paciência, análise todas as opções e boa sorte!

Isabela Castro.


Confira aqui uma lista com os melhores programas para fazer o projeto de casas.

O aumento do poder de compra e também da oferta de crédito resultou em um boom no mercado imobiliário brasileiro. No momento, milhares estão comprando seu primeiro imóvel, principalmente aqueles que adentraram na “Classe C”, a nova classe média brasileira.

Comprar um imóvel, seja como for, se utilizando recursos próprios ou imóvel financiado, pode ser considerado apenas o primeiro passo para que se tenha seu próprio espaço. Após todos os trâmites da compra, os quais não são poucos, chegará o momento em que se deverá planejar os cômodos e a decoração e neste quesito podemos observar que decorar não é o mesmo que enfeitar!

Apoio da tecnologia para planejar o lar

Hoje existem vários programas que foram pensados e criados com o intuito de facilitar a vida de quem quer “planejar seu lar”. São diversas disponibilidades de programas gratuitos pela internet. Os quais em sua maioria são bastante práticos ao utilizar, mas nem por isso deixam de ser bem completos, podendo inclusive elaborar plantas utilizando imagens 3D e tirando fotos do ambiente planejado, assim como feito em projeções arquitetônicas.

Dos programas que tem a capacidade de apoiar quem quer criar ou transformar seu imóvel na “casa desejada”, elencamos 10 que poderão se mostrar muito interessantes. Existem alguns que podem rodar online e outros que necessitam ser baixados no sistema.

  1. Sweet Home 3D (é necessário baixar no sistema)

  2. My Virtual Home (é necessário baixar no sistema)

  3. pCon Planner (é necessário baixar no sistema)

  4. IKEA Home Planner (é necessário baixar no sistema)

  5. Roomle (roda online)

  6. Floorplanner (roda online)

  7. Autodesk Homestyler (roda online)

  8. MyDeco (roda online)

  9. 3 Dream Basic (roda online)

  10. Space Designer 3D (roda online)

Cada um dos programas acima tem suas características individuais, portanto, é interessante verificar se tais são coerentes com suas necessidades, antes mesmo de baixar um programa ou utilizá-lo online para não perder tempo em baixar, instalar ou indicar os dados.

Se estiver precisando de opinião sobre a planta, por exemplo, com o Space Designer 3D é possível enviar e-mail para uma equipe de designers que poderá falar sobre.

Assim como cada um dos programas indicados terá uma função básica mais evidente a qual poderá servir de alguma forma conforme a necessidade imposta.

Por Silvano Andriotti


Aplicativo móvel do banco permite que clientes possam realizar financiamento imobiliário.

O Banco do Brasil já conta com várias ferramentas digitais à disposição de seus clientes, ferramentas as quais ajudam muito no dia a dia. Indiferente de tipos de contas e perfis de clientes do banco, é possível que todos tenham acesso bastante facilitado à gama de serviços disponíveis, seja pelo site do banco ou aplicativos para smartphones e tablets.

Novo app já em testes

Em vistas a aumentar seu portfólio de possibilidades digitais para beneficiar os seus clientes, bem como a praticidade para um trabalho mais leve em termos de sistema no próprio banco, o BB já iniciou os testes para a utilização de seu novo aplicativo móvel.

App para operações de crédito imobiliário

A principal função do novo aplicativo do Banco do Brasil será voltada a originar operações de crédito imobiliário.

Na 1ª fase de utilização do novo aplicativo do BB será possível fazer simulações de crédito pelo cliente, o qual em determinado ponto da operação será redirecionado para uma opção de financiamento imobiliário a qual seja mais coerente e adequada ao seu perfil, considerando também suas necessidades e na sequência permitindo ao cliente que ele solicite o contato para apresentação da proposta verificada.

Funcionalidade total do App

A expectativa para que o aplicativo esteja em pleno funcionamento com as operações sendo feitas de forma completa é de que até o final deste ano de 2017.

Quando for possível efetuar todo o procedimento de acolhimento das propostas efetuadas pelos clientes, bem como o envio da documentação do crédito imobiliário pleiteado, feito diretamente pelo app do banco, então o ciclo de utilização estará completo e em pleno uso.

Mais praticidade também para o banco

Até o momento a maior parte, ou seja, 60% dos processos de análise e liberação dos contratos desta modalidade de crédito tipo imobiliário está levando até aproximadamente 30 dias, porém, a média é de 33 dias, desde o recebimento das propostas, passando pela análise e a liberação de recursos.

Pretende-se que o tempo total médio do processo em sua totalidade seja diminuído consideravelmente após a utilização gradual do app pelos clientes interessados.

Para mais informações é possível acessar o site principal do Banco do Brasil: www.bb.com.br.

Por Silvano Andriotti


Veja aqui quais são as melhores cidades do Brasil para se morar de acordo com a empresa Marcoplan.

Pesquisa recentemente lançada está indicando as 100 cidades brasileiras consideradas as melhores para morar. A pesquisa foi feita pela empresa de engenharia Marcoplan, a qual considerou as mais populosas e entre elas as melhores.

Critérios

Foram consideradas somente as cidades com mais de 266 mil habitantes, tendo como balizadores os seguintes critérios:

  • Educação

  • Gestão

  • Saúde

  • Transparência fiscal

  • Economia

  • Saneamento

  • Segurança

A TOP 100

A cidade de Maringá, no Paraná, ficou em primeiríssimo lugar entre as consideradas melhores para morar, com mais de 266 mil habitantes.

A cidade, a princípio, não tem um indicador apenas que denote uma grande diferença, porém, tem bom equilíbrio entre os vários indicadores, o que contribuiu para que ela figurasse em primeiro.

As cidades de: Piracicaba – SP, São José do Rio Preto – SP e Franca, também em São Paulo, são as que sucedem imediatamente o 1º lugar.

Supremacia paulista

O Estado de São Paulo lidera o ranking no comparativo entre estados, sendo que 26 cidades aparecem na lista.

No quesito de regiões, a região Sudeste é a que mais marca presença na relação, com 49 cidades aparecendo na lista, sendo destas, 8 que estão entre as “10 melhores”.

Quando se fala em capitais estaduais é possível verificar que quase a totalidade das capitais dos estados da federação estão na lista, e as melhores são: Curitiba (no Paraná, em 9º lugar); Florianópolis (Santa Catarina, em 17º lugar); Vitória (no Espírito Santo, 19º); Belo Horizonte (em Minas Gerais, 20º) e São Paulo (Capital, 21º).

Vamos ver como fica a lista da Marcoplan, considerando as 10 primeiras entre as melhores para morar segundo a pesquisa:

  1. Maringá (Paraná)

  2. Piracicaba (São Paulo)

  3. São José do Rio Preto (São Paulo)

  4. São José dos Campos (São Paulo)

  5. Franca (São Paulo)

  6. Campinas (São Paulo)

  7. Jundiaí (São Paulo)

  8. Limeira (São Paulo)

  9. Curitiba (Paraná)

  10. Sorocaba (São Paulo)

Certamente se considerados outros parâmetros, como cidades com menor número de habitantes, por exemplo, a classificação seria bastante diferente, devido às diferenças de grandes centros para pequenos municípios.

Para ter acesso a lista completa com as 100 cidades acesse o link http://casaclaudia.abril.com.br/.

Por Silvano Andriotti


A Caixa informou que irá retomar a linha de crédito imobiliário com recursos do FGTS.

Por meio de seu presidente, Gilberto Occhi, a Caixa Econômica Federal anunciou que retomará a linha de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A mudança será estabelecida nos próximos dias e deve atrair muitas pessoas interessadas na compra de imóveis.

Gilberto Occhi foi bastante claro quanto à linha de crédito imobiliário com recursos do FGTS: “nos próximos dias está voltando”. Essa frase foi dita pelo presidente da Caixa à Reuters ainda nesta quinta-feira, 29 de junho, durante sua saída do evento no Palácio do Planalto que comemorava um ano desde a vigência da nova Lei das Estatais.

Para aqueles que não sabem, a linha pró-cotista, que utiliza os recursos do FGTS, permite o financiamento de imóveis com valor até R$ 950 mil nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nas demais unidades federativas, bem como no Distrito Federal, esse valor limite é de R$ 800 mil. Vale destacar que esta é a segunda linha de crédito voltada ao empréstimo habitacional mais barata do mercado, perdendo apenas para o programa Minha Casa Minha Vida. Vale destacar que a Caixa tinha suspendido, na terceira semana de junho, essa linha de crédito devido à interrupção de novas contratações no mês de maio.

O governo pretende investir pesado nesta área para que esse setor apresente bons resultados. Dessa forma, Gilberto Occhi ainda destaca que deve haver um aporte adicional de R$ 2 bilhões para tal linha. Esse aporte é quase certo, haja vista a liberação de recursos depender apenas de um remanejamento de verba no Ministério das Cidades. Sendo assim, o presidente da Caixa acredita que em julho essa linha de crédito já estará disponível novamente.

Em relação à manutenção da linha até o final de 2017, Occhi ainda destaca que tudo irá depender da demanda por crédito imobiliário quando a mesma vier a ser retomada no mês de julho. Devido a grande demanda no início deste ano, o presidente da Caixa destaca que este é um bom sinal de recuperação da economia. A expectativa é que a forte demanda se mantenha na volta da linha. Segundo ele, um dos principais fatores na crescente demanda por este tipo de crédito são os Feirões da Casa Própria realizados pela Caixa.

Por Bruno Henrique

Financiamento da Caixa


Confira aqui algumas dicas para quem pretende comprar um imóvel na planta.

Muitas pessoas sonham em ter sua casa própria. Comprar o imóvel dos sonhos e sair do aluguel é o objetivo principal para quem vive nesta situação.

Existem muitas opções para se comprar um imóvel, seja ele novo ou usado. Um opção que é muito bem vista pelas pessoas é aquele que se compra na planta, porque tem alguns benefícios em relação a comprar um imóvel usado.

Neste artigo vamos abordar o assunto da compra do imóvel na planta e quais são os cuidados que as pessoas devem tomar, principalmente com as construtoras que não cumprem com as suas obrigações e depois de algum tempo os compradores são surpreendidos com notícias bem desagradáveis.

Cuidados ao comprar um imóvel na planta

A sensação da conquista do imóvel que tanto sonhou é um momento de felicidade que não se paga. No entanto, existem alguns riscos, principalmente quem compra um imóvel direto com a construtora e na planta.

Atrasos

A principal queixa por parte das pessoas que adquirem este modelo de venda são os atrasos na entrega e eles não são raros, a dívida que a construtora absorve pode crescer além do esperado e a mesma pode até falir.

Reclamações junto aos Órgãos de Defesa do Consumidor

Antes de adquirir um imóvel é preciso verificar junto aos órgãos que protegem o consumidor contra atos ilegais, se não há reclamações contra a construtora ou a imobiliária que possa estar intermediando as negociações

Visite imóveis prontos

Visitar outros imóveis que já foram construídos pela construtora que está vendendo o imóvel na planta e pergunte aos moradores destes imóveis sobre possíveis atrasos que possam ter ocorrido nas obras.

Analise o contrato

Analisar o contrato é outra forma de se proteger contra os possíveis riscos, não feche o contrato no mesmo dia, por mais que o intermediador insista, faça uma análise bem criteriosa para não ter surpresas depois.

Data de entrega das chaves

A data de entrega das chaves é um compromisso da construtora que deve ser respeitado e para que você possa se certificar desta garantia, na análise do contrato, verifique se as datas estão claramente definidas.

Penalidades

Verifique quais serão as penalidades que você sofrerá caso ocorra o atraso no pagamento das parcelas e também quais serão as penalidades da construtora se atrasar a entrega do imóvel, outras obrigações e garantias.

Visite as obras

Toda obra possui um calendário e um cronograma para ser cumprido, é importante visitar as obras que estão sendo feitas e comparar todas etapas com as datas incluídas no cronograma disponibilizado pela construtora.

Pagamentos das Prestações

Mesmo que a construtora atrase a entrega e não cumpra as obrigações previstas em contrato, não interrompa o pagamento das prestações, pois se houver um processo judicial, você não seja prejudicado por este ato e posteriormente receberá todas as indenizações necessárias.

Guarde todos os folhetos da construtora de propaganda e anotações de corretores sobre as garantias oferecidas antes da compra, tudo pode ser usado como provas em ações judiciais.

Vistoria Profissional

Peça a um engenheiro para vistoriar o imóvel antes de receber as chaves definitivas e começar as mudanças, para identificar possíveis defeitos estruturais que não foram feitas de acordo com especificações em contrato.

Estas informações foram importantes para você ou pode ser para alguém que você conhece? Comente e compartilhe com seus amigos em suas redes sociais.

Marcio Ferraz


Banco realizará esta semana Leilão Online de Imóveis com preços a partir de R$ 84 mil.

A instituição financeira Santander está realizando um leilão online de imóveis. São 103 imóveis espalhados por diversas regiões do país – ao todo 11 estados, sendo que os lances iniciais estão em R$ 84 mil, valor muito abaixo do mercado.

Os lances podem ser dados até a data limite do leilão, que corresponde à próxima quarta-feira, dia 29 de junho, mais precisamente às 14:30, no horário de Brasília.

Os imóveis leiloados contam com propriedades ocupadas e também desocupadas, sendo que o financiamento pode ser feito em até 420 vezes, pelo próprio banco Santander.

O leilão está sendo executado pela plataforma Sold e nesse mesmo site é possível obter informações mais precisas acerca dos processos pertinentes ao leilão e aquisição do imóvel. Os lugares contemplados pelo leilão são: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Curitiba (PR), Manaus (AM), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Cabo Frio (RJ), Rio Grande (RS), Porto Alegre (RS), São José dos Pinhais (PR), Iguaba Grande (RJ), Brasília (DF), Caçador (SC) e Luís Eduardo Magalhães (BA).

Caso seja do seu desejo visitar algum dos imóveis, segundo orientação do site da Sold, é necessário realizar o agendamento. Alguns imóveis ganharam destaque no leilão, graças aos lances iniciais muito abaixo do preço do mercado.

Em Ibirana, em São Paulo, há um imóvel com lance inicial de R$ 84 mil, no centro da cidade. Enquanto isso, em Minas Gerais, há uma casa em um condomínio fechado, na região de Esmeraldas, com lance inicial de R$ 88 mil. No litoral de São Paulo, em itanhaém, há uma casa térrea com lance mínimo de R$ 125 mil, enquanto em Ribeirão Preto, existe um duplex por R$ 770 mil.

Em São Paulo têm 79 imóveis e em Minas Gerais 13. São os dois estados que mais oferecem oportunidades de aquisição. Qualquer pessoa pode participar do leilão, desde que se cadastre no site. Há casas, sobrados, apartamentos, entre outros. O lance inicial chega a R$ 2 milhões. O processo de compra pode ser finalizado em até 5 dias.

Carolina B.


Confira aqui quais são os bairros mais perigosos da cidade de Curitiba (PR).

Imagina você, que está começando a ler este artigo, chegar na sua casa e perceber que o mesmo foi vítima de uma verdadeira ‘limpeza’ feita por bandidos. Pois imagina agora que esta situação pode ser vivenciada, inclusive, numa das cidades consideradas uma das mais bem desenvolvidas do país. Neste caso estamos falando de Curitiba, capital do estado do Paraná.

O que acontece na capital paranaense se reflete exatamente no que vem ocorrendo em algumas capitais brasileiras também. O mais interessante em Curitiba é que os bairros considerados os mais nobres, são os principais atingidos por este tipo de violência, que formam uma verdadeira cadeia de roubos e furtos a residências e que cruzam a cidade de um ao outro.

Segundo os dados oficiais divulgados pela Secretaria de Segurança, cerca de 75 bairros da capital já foram vítimas de roubos e furtos, sendo que a sua grande maioria se encontra em áreas mais afastadas do centro da cidade.

De acordo com o órgão, em 2016 foram contabilizados cerca de dez bairros que lideraram as estatísticas de roubos e furtos, sendo responsáveis por 40% de todos os casos notificados na capital curitibana.

Os casos chamaram tanto a atenção das autoridades que um verdadeiro ‘ranking’ dos bairros mais roubados foi divulgado para os moradores da cidade. E é esta classificação que vemos a seguir (em ordem decrescente de ocorrências):

1 – Sítio Cercado (645);

2 – Cidade Industrial (635);

3 – Cajuru (464);

4 – Uberaba (402);

5 – Boqueirão (395);

6 – Xaxim (342);

7 – Tatuquara (321);

8 – Pinheirinho (255);

9 – Alto Boqueirão (247);

10 – Bairro Alto (245)

A própria Secretaria de Segurança tenta explicar a escalada de crimes e tenta colocar a culpa na atual crise econômica que se arrasta desde o ano passado. Segundo seus representes, o desemprego crescente (de 12 milhões em 2016 para 14 milhões em 2017) pode ser uma das causas do fato de muitos bandidos tentarem se apropriar de objetos de valores na tentativa de revende-los a receptadores para se apurar algum ‘trocado’.

Independente do desemprego ou não, o fato é que estes episódios tem afetado a rotina de muitos moradores, dentre os quais, já foram vítimas várias vezes. Por isto, a instalação de câmeras, sensores de movimentos, cercas eletrificadas na casas têm sido uma das alternativas para quem tenta se proteger da ação dos bandidos, principalmente daqueles moradores dos bairros considerados mais nobres e uma das maiores vítimas na cidade.

De acordo com a polícia, todos os esforços têm sido feitos para que os casos de furtos, roubos e assaltos possam ser evitados. Ela vem fazendo rondas mais frequentes e cada vez mais policiais são escalados para ações ostensivas inclusive com abordagens a suspeitos na rua.

Segundo um balanço divulgado pela instituição, em 2016, mas de 3.000 pessoas foram presas e encaminhadas para as delegacias especializadas na capital curitibana. Entretanto, nem 10% deste grupo continua ainda detido. Para 2017, de janeiro até o dia 13 deste mês de junho, quase 130 prisões já haviam sido efetuadas pelo mesmo motivo.

Emmanoel Gomes


Confira algumas dicas de como ganhar dinheiro com aluguel por temporada. Vale muito a pena.

Já pensou em alugar um imóvel próprio por temporada? Sim, este em muitos casos é um investimento que pode valer muito a pena e oferecer bons retornos financeiros. Entretanto, assim como qualquer negócio exige empenho, cuidados e dedicação para de fato alcançar o sucesso esperado.

Confira 7 dicas para colocar esse plano em prática!

1. Escolha seu público-alvo

Se pretende investir em aluguel por temporada, é importante pesquisar qual público-alvo deseja atender e em quais situações. Nesse caso, vale a pena pensar em termos econômicos (baixo, médio ou alto padrão) e necessidades (eventos, pontos turísticos ou aluguel de apenas um cômodo do imóvel).

2. Pesquise preços e fluxos de turismo

Antes de anunciar que seu imóvel está sendo alugado por temporada, é importante pesquisar sobre preços praticados em sua região. Ainda é necessário verificar se há algum período específico com maior número de visitantes, principalmente se for cidade ou local turístico.

3. Busque consultoria jurídica

Em alguns casos, como períodos mais extensos, pode haver a necessidade de elaborar um contrato de locação. Assim, para assegurar ambas as partes (locador e locatário) pode haver a necessidade de uma consultoria jurídica.

4. Invista em sua propriedade

Independentemente do seu público-alvo, procure investir em sua propriedade. Assim, vale sempre a pena realizar reformas e manutenções periódicas, para mantê-la sempre em boas condições de uso e atrair mais visitantes em cada temporada.

5. Tenha atenção redobrada com a limpeza e organização

Os hóspedes sempre vão querer encontrar ambientes limpos e organizados. Então contrate profissionais para fazer esse tipo de serviço de maneira mais detalhada, com equipamentos e produtos específicos.

6. Faça uma boa divulgação

A melhor forma de as pessoas conhecerem seu serviço de aluguel por temporada é anunciando. Isso pode ser feito na internet gastando-se pouco, por meio de redes sociais (Facebook e Instagram) e sites especializados em hospedagem. Não se esqueça de caprichar nas fotos e vídeos de boa qualidade (cor, foco, enquadramento e resolução).

7. Ofereça alguns mimos

Uma forma interessante de ganhar mais hóspedes por temporada é oferecer a eles alguns diferencias. Por exemplo, deixe uma lista com algumas informações sobre a propriedade e como usá-la da melhor forma. Procure também deixar alguns produtos básicos e personalizados, como sabonete, sabão, papel higiênico, entre outros.

Com essas dicas, ficará bem mais fácil alugar seu imóvel por temporada e faturar mais. Também não se esqueça de obter depoimentos positivos sobre a qualidade de seu serviço e usá-los como propaganda e forma de melhorar.

Gostou destas dicas? Tem mais alguma para compartilhar?

Por Camilla Silva

Alguel


Confira aqui a lista com os melhores e piores bancos para se financiar imóvel.

Em um levantamento feito pela Proteste foram indicados os bancos que oferecem financiamento imobiliário com as menores taxas e demais despesas afins, ou seja, o custo efetivo de acordo com o valor do imóvel a ser financiado, bem como aqueles que são os piores ou com o custo mais elevado.

Vamos conferir quais são os melhores e piores bancos para financiar seu imóvel:

A CEF (Caixa Econômica Federal) continua sendo o melhor banco, ou o mais barato para financiamento de imóveis segundo levantado pela Associação de Consumidores.

A pesquisa comparou as taxas praticadas pelos bancos que mais financiam com crédito imobiliário no país, que são: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Banrisul, Caixa e Santander.

Foram analisadas não apenas as taxas de juros, mas sim o CET (Custo Efetivo Total), que inclui todas as despesas de financiamento. Esta é a taxa em que o consumidor deve dar atenção principal no momento de financiar um imóvel.

Vamos verificar 3 cenários distintos e os melhores bancos no topo de cada lista e os piores nas últimas linhas:

– Imóvel de R$150.000,00, considerando 20% de entrada

  1. CEF (Programa Minha Casa Minha Vida)
  2. Banco do Brasil (Programa Minha Casa Minha Vida)
  3. Banco do Brasil (FGTS)
  4. Santander (SFH com relacionamento com o banco)
  5. Bradesco (SFH)
  6. Banrisul (SFH)
  7. Itaú (SFH)
  8. Banco do Brasil (SFH)
  9. Banco do Brasil (CH)

– Imóvel de R$400.000,00, considerando 20% de entrada

  1. CEF (Com relacionamento com banco e conta salário)
  2. Santander (Com relacionamento com banco)
  3. Itaú (SFH)
  4. CEF (Com relacionamento com banco)
  5. Bradesco (SFH)
  6. CEF (Taxa balcão)
  7. Banrisul (SFH)
  8. Banco do Brasil (SFH)
  9. Santander (Sem relacionamento com banco)
  10. Banco do Brasil (CH)

– Imóvel de R$960.000,00, considerando 30% de entrada

  1. CEF (Com relacionamento com o banco e conta salário)
  2. CEF (Com relacionamento com o banco)
  3. CEF (Taxa balcão)
  4. Banrisul (SFH)
  5. Santander (Com relacionamento com o banco)
  6. Itaú (Taxa mercado)
  7. Bradesco (Taxa mercado)
  8. Banco do Brasil (CH)
  9. Santander (Sem relacionamento com o banco)

É sempre importante lembrar que existem variáveis a serem consideradas, por isso a pesquisa mostrou 3 cenários distintos. Neles o consumidor poderá se enquadrar.

Lembrando que os primeiros de cada cenário são os melhores, sendo que conforme a lista segue caindo os que figuram abaixo são os menos atraentes.

Por Silvano Andriotti


Confira aqui a lista com os bairros mais caros de Curitiba (PR).

Quem mora em Curitiba há alguns anos vai notar que os dados dos valores das regiões que apresentaremos não é nenhuma novidade. O bairro chamado Batel continua sendo o que abriga os apartamentos novos mais caros da cidade. Entretanto, vale a pena acompanhar os outros locais da lista, a fim de atentar-se ao fato de que o mercado está se preparando para uma retomada, fazendo repasse de mais do que a inflação, em relação aos preços dos imóveis verticais de Curitiba.

A Assembléia dos Dirigentes de Empresas no Mercado Imobiliário do Paraná, o chamado Ademi-PR, juntamente com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, apurou em fevereiro deste ano (2017), que o preço médio por metro quadrado privativo referente à apartamentos residenciais novos, marca R$ 6,9 mil, sendo que esse valor, num período de 12 meses, simboliza a alta de 5,2%, superando os 4,7% que foram registrados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) dentro do mesmo período.

Os apartamentos de quatro e três dormitórios, de acordo com o Ademi-PR, marcaram no período de 12 meses, o que representa o maior reajuste dentro do período: 6% e 6,9%, respectivamente. Esse dado fez com que as tipologias citadas fechassem esse período com valor médio de metro quadrado privativo com preço de R$ 10.738 e R$ 6.846.

Veja aqui os bairros com apartamentos mais caros em Curitiba (as estatísticas são para apartamentos de um dormitório, de acordo com o levantamento feito em fevereiro):

15º) Vila Izabel: Com preço médio por metro quadrado de R$ 7.071;

14º) São Francisco: R$ 7.108;

13º) Juvevê: R$ 7.200;

12º) Prado Velho: R$ 7.481;

11º) Alto da XV: R$ 7.529,

10º) Alto da Glória: R$ 7.595;

9º) Centro: R$ 8.165;

8º) Rebouças: R$ 8.204;

7º) Hugo Lange: R$ 8.339;

6º) Mercês: R$ 8.351;

5º) Bigorrilho: R$ 8.614;

4º) Ecoville: R$ 8.870;

3º) Campina do Siqueira: R$ 8.889;

2º) Centro Cívico: R$ 9.343;

1º) Batel: R$ 10.638.

Como podemos ver, o bairro Batel segue ocupando o lugar de residencial mais caro na cidade de Curitiba, quando o assunto é apartamento novo.

Carolina B.


Confira aqui a lista com as melhores cidades para se morar em 2017.

Hoje em dia as pessoas levam em consideração várias características para escolherem um local para morar. E para ajudar nesta escolha, o banco alemão Deutsche Bank, famoso por ser uma das instituições mais importantes do mundo e por realizar diferentes listas que dão dicas de economia, turismo, compras e outros intens, dessa vez, a organização financeira fez um ranking das “Melhores cidades para se viver”.

Criado no século XIX, em Berlim, em mais de 140 anos de fundação a instituição atualmente está presente em mais de 70 países, com quase 3.000 unidades e emprega mais de 40.000 funcionários. A empresa investe em um mercado bastante importante nos dias atuais, o bem-estar dos seus clientes e dos possíveis associados. Esse serviço se caracteriza por divulgar diferentes dicas de assuntos distintos para que as pessoas possam adquirir mais qualidade de vida, de acordo com essas indicações. Com isso, as pessoas comprovam que existe uma preocupação da entidade com o bem estar delas.

O ranking é fruto do estudo “Mapeando os preços do mundo”, que levou em consideração algumas peculiaridades como: aspectos meteorológicos, condições de poluição, tráfego nessas cidades, valor de imóveis de acordo com a arrecadação por habitantes, despesas do dia a dia, índices de segurança e violência e auxílio de saúde. Ao todo foram listadas 47 cidades espalhadas pelo mundo e as únicas nacionais representantes foram São Paulo na 40º lugar e Rio de Janeiro na 43ª ocupação. Confira agora o ranking com as 26 cidades escolhidas como as melhores para se morar:

26º lugar: Oslo – Noruega.

25º lugar: Joanesburgo – África do Sul

24º lugar: Bruxelas – Bélgica.

23º lugar: Varsóvia – Polónia,

22º lugar: Chicago – Estados Unidos.

21º lugar: Dublin – Irlanda.

20º lugar: Estocolmo – Suécia.

19º lugar: Praga – República Tcheca.

18º lugar: São Francisco – Estados Unidos.

17º lugar: Cidade do Cabo – África do Sul.

16º lugar: Madri – Espanha.

15º Lisboa – Portugal.

14º lugar: Toronto – Canadá.

13º lugar: Auckland – Nova Zelândia.

12º lugar: Berlim – Alemanha.

11º lugar: Helsinque – Finlândia.

10º lugar: Sydney – Austrália.

09º lugar: Amsterdã – Holanda.

08º lugar: Boston – Estados Unidos.

07º lugar: Ottawa – Canadá.

06º lugar: Copenhague – Dinamarca.

05º lugar: Zurique – Suíça.

04º lugar: Melbourne – Austrália.

03º lugar: Viena – Áustria.

02º lugar: Edimburgo – Escócia.

01º lugar: Wellington – Nova Zelândia.

Estão presentes na lista as cidades de quase todos os continentes no mundo. Esses lugares se têm uma grande diversidade cultural, ricos em história, gastronomia diversificada, espaços com grandes obras de arte, dentre outros atrativos. Então, se você está com vontade de começar uma vida nova, em um local contemporâneo, uma dessas cidades pode ser uma ótima opção. Então pense direito, se programe e ótima viagem!

Isabela Castro.


Confira aqui quais são os bairros com aluguel mais caro e barato em São Paulo (SP).

Se você está procurando um imóvel para alugar na cidade de São Paulo, fique por dentro de quais são os bairros com valores mais baratos e os mais caros, segundo a pesquisa realizada pelo endereço eletrônico Imovelweb nesse ano de 2017.

Tomando como referência os apartamentos de 65 metros quadrados, na região central, os lugares com preços de alugueis mais em conta são: Bom Retiro, Luz, Morros dos Ingleses, Cambuci e República. Os respectivos valores correspondem a R$ 1.398, R$ 1.624, R$ 1.773, R$ 1.902 e R$ 2.121. Já os mais caros são: Consolação, Bela Vista, Higienópolis, Vila Buarque e Liberdade. Confira os preços de cada um respectivamente: R$ 3.214, R$3.069, R$ 2.340, R$ 2.306 e R$ 2.244.

Quem deseja morar na região centro-sul pode pagar entre R$ 1.345 na Vila Campestre e R$ 1.535 na Vila Santa Catarina para custear alugueis mais baratos. Aqueles que podem desembolsar uma quantia mais alta têm como opção imóveis de R$ 3.129 na Chácara Santo Antônio até R$ 4.418 na Vila Nova Conceição.

Na área localizada a nordeste da capital paulista é possível alugar um imóvel por R$ 1.206 na Vila Maria ou por R$ 2.861 no Parque Industrial Tomas Edson.

Por sua vez, a zona noroeste é a que apresenta menor diferença entre os preços mais caros e baratos dos bairros. Por exemplo, em Jaguará a locação vale R$ 1.291. Enquanto que no Parque Maria Domitila, o preço médio é de R$ 1.551.

A zona oeste tem bairros com valores acima de R$ 4 mil como Itaim Bibi (R$ 4.407), Vila Olímpia (R$ 4.267) e Cidade Monções (R$ 4.024). Os bairros com preços menores são Jardim Cláudia (R$ 1.299), Jardim Boa Vista (R$ 1.285) e Parque Continental (R$1.184).

Na zona Sul, o lugar mais caro para alugar um imóvel é Paraíso do Morumbi, que custa R$ 2.378. Já Paraisópolis é a localidade mais em conta, com preço médio de R$ 1.296.

Na zona leste da capital paulista é possível encontrar imóveis para aluguel ao preço de R$ 1.223, em Jardim São Savério, até R$ 2.326 em Anália Franco.

No estudo foram observados mais de 2 milhões de anúncios em 400 bairros do município de São Paulo.

Melisse V.


Confira algumas dicas importantes do que levar em consideração no momento de comprar a casa própria.

Em uma lista dos maiores sonhos de todos os brasileiros, pode-se destacar, com toda certeza, que um deles é a compra da casa própria tão sonhada. Porém, quando realizada a negociação, é importante levar muitos fatores em conta para não cair numa cilada.

Por isso, nós te damos dicas importantes do que levar em consideração nesse momento tão significativo. Vamos a elas.

1. Valor da Casa

Às vezes a casa dos sonhos não cabe no orçamento que se está disposto a pagar ou que está disponível. Por isso, avalie bem se você conseguirá arcar com uma dívida maior do que aquela planejada. Se sim, pense no imóvel que pretende comprar e na sua localização para saber certo o que você precisa para realizar esse objetivo. Caso contrário, coloque no papel o que é imprescindível para você e encaixe dentro do seu dinheiro.

2. Pesquise

A primeira opção que aparecer e que parece oferecer tudo aquilo que você precisa nem sempre é a melhor ideia. Por isso, antes de fechar um negócio, pesquise e veja outras realidades para poder comparar com outras realidades. Os lançamentos imobiliários e os estandes em eventos ou shoppings são uma boa pedida para conhecer mais opções. Portanto, contenha o entusiasmo e vá atrás de mais.

3. Peça ajuda de um especialista

Quem não é do ramo dificilmente conseguirá visualizar algumas imperfeições do imóvel e poderá se deixar levar por aquilo que vê. Por isso, é muito importante pedir ajuda de alguém que seja do meio para que ele possa auxiliar na avaliação dos imóveis, vendo se ele está em boas condições de uso ou se ele foi “enfeitado” para a venda.

Alguns exemplos de coisas que o especialista poderá identificar: problemas relacionados à estrutura da casa ou do apartamento, infiltrações, entre outros.

4. Avalie mudanças necessárias

A casa pronta, muitas vezes, precisa de algumas mudanças para entrar dentro da nossa realidade. Nesse caso, existem dois pontos importantes e que precisam ser lembrados. Em primeiro lugar, sabe-se que há coisas que são adaptáveis e outras não. Por exemplo, é possível mudar a pintura, o piso, esquadrias, entre outros. Todavia, há outras que não são tão fáceis de ser alteradas, como o tamanho de uma cozinha, de uma sala.

O segundo ponto a levar em consideração, é o valor que se irá gastar para fazer essas mudanças. Algumas custam mais e outras menos. Por isso, é importante orçar tudo isso e ver se é vantagem comprar um imóvel pronto ou começar um do zero e dentro das especificações que você precisa.

É importante lembrar que essas são apenas algumas dicas que devem ser levadas em conta. Porém, muitas vezes esquecemos delas e acabamos fazendo um mau negócio.

E se você tem algum outro ponto importante, coloque nos comentários e compartilhe com as demais pessoas. Talvez a sua ideia ajude outros.

Por Kellen Kunz

Comprar casa


Confira aqui as melhores cidades brasileiras para se morar depois da velhice.

A vida nos grandes centros urbanos é para a maioria das pessoas muito estressante, afinal, a cidade grande é sempre muito agitada. Uma pessoa em idade produtiva trabalha e ainda desempenha outras atividades como estudar, frequentar academia, ainda tem os círculos sociais e o quase sempre caótico trânsito que estressa qualquer um.

Além disso, a violência nas grandes cidades tem aumentado a cada dia, o que leva muitos de seus habitantes a planejarem uma velhice mais tranquila em locais onde existe uma maior qualidade de vida.

Nesse sentido, muitas pessoas ao se aposentarem com idade entre 60 e 75 anos acabam se mudando para cidades mais tranquilas, onde o índice de violência é menor, o acesso a saúde é mais fácil, com mais mobilidade e o preço de custo de vida é menor.

Dessa forma, foi feita uma lista com as melhores cidades para quem planeja passar a melhor idade longe dos agitados centros urbanos. Veja abaixo a lista baseada no IDU, Índice de Desenvolvimento Urbano sobre longevidade:

  • São João da Boa Vista: Município de São Paulo que recebeu nota 99,82;
  • Vinhedo: Município do estado de São Paulo que recebeu nota 99,49;
  • Lins: Município do estado de São Paulo que recebeu a nota 96,41;
  • Fernandópolis: Município de São Paulo que recebeu a nota 95,70;
  • Tupã: Município de São Paulo que recebeu nota 94,78;
  • Votuporanga: Município de São Paulo que recebeu nota 93,72;
  • Lajeado: Município do Rio Grande do Sul que recebeu nota 92,69;
  • Itapira: Município de São Paulo que recebeu nota 92,21;
  • Rio do Sul: Município de Santa Catarina que recebeu nota 92,15;
  • Bebedouro: Município de São Paulo que recebeu nota 91,11;
  • Pato Branco: Município do Paraná que recebeu nota 89,87;
  • Jaboticabal: Município de São Paulo que recebeu nota 89,13;
  • São José do Rio Pardo: Município de São Paulo que recebeu nota 89,05;
  • Paulínia: Município de São Paulo que recebeu nota 89,01;
  • Olímpia: Município de São Paulo que recebeu nota 88,82;
  • Videira: Município de Santa Catarina que recebeu nota 88,49;
  • Jaguariúna: Município de São Paulo que recebeu nota 88,08;
  • Mogi Mirim: Município de São Paulo que recebeu nota 87,96;
  • Batatais: Município de São Paulo que recebeu nota 87,37;
  • Avaré: Município de São Paulo que recebeu nota 87,01;
  • Matão: Município de São Paulo que recebeu nota 86,96;
  • Capivari: Município de São Paulo que recebeu nota 86,61;
  • Lavras: Município de Minas Gerais que recebeu nota 85,22;
  • Pirassununga: Município de São Paulo que recebeu nota 84,47;
  • Mirasol: Município de São Paulo que recebeu nota 84,28.

Sirlene Montes


Banco anuncia que irá suspender novos contratos para este tipo de financiamento.

A CEF, Caixa Econômica Federal, na última sexta-feira, dia 5, informou que foram suspensas contratações novas de crédito imobiliário utilizando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista.

Esta linha financia a aquisição de imóveis que custem até R$ 950 mil nos estados de Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e nos outros estados de até R$ 800 mil.

A instituição, nas próximas semanas, irá receber aproximadamente R$ 3 bilhões para os recursos desta linha sejam complementados.

A Caixa negou que tal suspensão se relacione com a falta de recursos devido ao saque dos valores de contas inativas do Fundo, que foi autorizado pelo presidente Michel Temer, o qual disse que foram resgatados R$ 15 bilhões nos últimos dois meses, e ainda espera-se que esse valor chegue a R$ 40 bilhões até o meio do ano.

A taxa de juros cobrado na linha da pró-cotista para cidadãos não correntistas está no valor de 8,61% anuais. Por outro lado, o SBPE tem taxa de 10,49% anuais.

A Caixa, que é a maior instituição concessora de crédito de imóveis do Brasil, tem sofrido nos últimos dois anos com as contínuas mudanças no setor, devido as mudanças da Selic e a recessão no país.

No ano de 2015, a taxa básica de juros era de 14,25% anuais e a caderneta de poupança, a qual paga 6% ao ano, teve liquidado o valor de R$ 53,6 bilhões. Já em 2016, o resgate da poupança foi de R$ 40,7 bilhões.

Desta forma, os empréstimos que foram concedidos através do SBPE em 2016 para construção e compra de imóveis abaixaram em 38,3% ao comparar com o ano de 2015, sendo o nível mais baixo desde o ano de 2009. Só não foi pior este desempenho devido ao financiamento com valores do FGTS ter aumentado em 18,5%.

De acordo com um executivo da instituição, o banco irá tomar suas ações para que seu orçamento seja cumprido, prevendo conceder R$ 84 bilhões em financiamentos para o setor da habitação em 2017, diante de R$ 81,5 bilhões no ano de 2016, levando em consideração todas as linhas.

FILIPE R SILVA


Confira aqui os bairros mais caros para se morar na cidade de São Paulo.

A cidade de São Paulo é conhecida como referência quando pensamos em qualidade de vida e em termos de oportunidades de emprego e de estudo. Porém, para quem pensa em se mudar para a capital do Estado, precisa saber que alguns bairros estão com preços muito acima da média no valor do metro quadrado para construção e compra de imóveis.

O levantamento de todos os dados foi feito pelo Imovelweb, um site especializado no mercado imobiliário e tudo que cerca o assunto. Sabendo disso, é importante ressaltar, inicialmente, que o valor mais caro do metro quadrado está no bairro do Ibirapuera, sendo esse de R$ 19.118 no mês de março. Sendo assim, o aumento na variação do preço do local nos últimos 12 meses é de 6,7%, estando o bairro 216% acima dos preços médios encontrados nas diferentes regiões de São Paulo.

Em segundo lugar, a Vila Nova Conceição, está com o m² em R$ 16.520, uma variação de 1,8%. E na sequência temos: Itaim Bibi, com R$ 12.730 o m² e variação de 1,5% no comparativo do último ano; Vila Olimpia, com R$ 11.642 o m² e variação de 0,2%; Pinheiros, com R$ 11.205 o m² e variação de -1,6%; Vila Madalena, com R$ 10.958 o m² e variação de 2,9%; Moema, com R$ 10.673 o m² e variação de 0,6%; Brooklin, com R$ 10.562 o m² e variação de -1,3%; e Pacaembu, com R$ 10.063 o m² e variação de -0,3%.

Finalmente, em 10º lugar, está o bairro do Campo Belo. Esse possui, da relação, o metro quadrado mais barato, custando R$ 9.953. Sua variação não teve qualquer alteração no preço nos últimos 12 meses.

Ainda conforme conclusões do estudo realizado, a Zona Oeste vem se consolidando cada vez mais e mês a mês como uma das regiões mais valorizadas e desejadas por todos os paulistanos. Portanto, em regiões como Vila Madalena e Pinheiros, é muito comum encontrarmos empresas, residências, centros comerciais e muitos outros, com a melhor infraestrutura possível.

Sendo assim, essa fatia de São Paulo ocupa, pelo menos, 50% do ranking de bairros mais caros da região. Ainda, o valor geral do metro quadrado por lá é de R$ 8.198, um número que é 35% superior à média já encontrada na cidade.

Kellen Kunz


Confira aqui uma lista com as 10 principais imobiliárias de Ribeirão Preto (SP).

Com quase 675 mil habitantes, Ribeirão Preto (a 313 km de SP) é uma cidade próspera do interior paulista e o 25º maior PIB (Produto Interno Bruto) do país, superando algumas capitais brasileiras. E, no caso, investir em imóveis na cidade pode ser uma boa opção de negócio.

Além disso, Ribeirão tem qualidade de vida e pode ser uma boa alternativa para quem busca uma vida menos agitada nas grandes metrópoles e não abre mão de viver numa cidade de porte médio e próspera. No caso, se deseja buscar por imóveis, confira abaixo uma lista com dez das mais importantes imobiliárias da cidade, com respectivos contatos e mais informações sobre as atividades de cada um desses estabelecimentos.

1- Maçonetto

O local possui imóveis desde terrenos, apartamentos simples -bem como- residências que podem custar em torno de R$ 1 milhão.

Contato: http://www.maconetto.com.br/

2- César Paschoal

Com 25 anos de atuação, a imobiliária conta imóveis de alto padrão, com venda de mansões que custam a partir de R$ 1 milhão, mas há valores mais baixos para compra de imóveis.

Contato: https://www.imobiliariacesarpaschoal.com.br/

3- Imóveis Martinelli

A imobiliária tem opções para quem deseja morar em condomínios como Alphaville, dentre outros. Na página da Martinelli ainda é possível acessar canais de vídeos com promoções e ofertas de imóveis.

Contato: http://www.imoveismartinelli.com.br/

4- Imobiliária Santa Maria

Especializada em locação, venda de imóveis prontos e lançamentos, a imobiliária é uma das mais conhecidas da cidade e região. O estabelecimento também conta com popularidade nas redes sociais, a página da imobiliária no Facebook tem quase 43 mil curtidas e engajamento com os usuários.

Contatos: http://www.santamariatem.com.br/

https://www.facebook.com/santamariatem

5- Lago Imóveis

Opções para comprar ou alugar imóveis com preços populares. Outra modalidade disponível é a possibilidade de realizar trocas, caso a pessoa tenha algum imóvel e deseja usá-lo na obtenção de outro.

Contato: http://www.lagoimobiliaria.com.br/

6- Fortes Guimarães

O local tem imóveis diversos, inclusive opções para fins comerciais, bem como, casas de alto padrão (em torno de R$ 5.000 por mês, referente à locação).

Contato: http://www.imobiliariafortesguimaraes.com.br/

7- Dínamo Imóveis

São várias opções para quem deseja alugar ou comprar um imóvel em vários bairros da cidade. Contato: http://www.dinamoimoveis.com.br/

8- Sônia & Ramalho Imóveis

Além de opções para locação e venda de imóveis, o site da imobiliária também traz conteúdo com dicas sobre o mercado imobiliário.

Contato: http://www.soniaeramalhoimoveis.com.br/

9- Mundial Imóveis

A imobiliária possui lançamentos de condomínios residenciais com projetos arquitetônico que privilegiam o espaço. Há opções em lotes com cerca de 335 m².

Contato: http://www.mundialimoveis.com.br/

10- Dinardi Imóveis

O local conta com venda e locação de imóveis de médio a alto padrão.

Contatos: https://www.facebook.com/dinardi.imoveis/

http://www.imobiliariadinardi.com.br/

Por Letícia Veloso


Saiba aqui como fazer a Declaração de Imóveis no Imposto de Renda (IRPF).

O contribuinte que possui imóveis em seu nome e que custem mais de que R$ 300 mil (trezentos mil reais) está obrigado a declarar o imóvel perante a Receita Federal.

Os imóveis devem ser informados no campo “Bens e Direitos” do programa gerador da declaração de Imposto de Renda, com o código específico do bem, de acordo com a definição que consta na escritura do imóvel. O valor declarado deve ser o que o contribuinte desembolsou pelo imóvel até o dia 31 de dezembro de 2016, incluindo o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), incluindo os juros do financiamento e a taxa de corretagem.

No campo “Discriminação”, deve ser informado se o imóvel foi comprado ou doado, bem como a data da compra ou da doação e quem foi o vendedor ou doador. Ademais, deve o contribuinte informar se o bem está quitado ou não. Em caso de financiamento habitacional, o contribuinte deve declarar em qual banco foi feito o financiamento e as parcelas que foram quitadas e as que faltam pagar. Se em 2016 o declarante continuou a pagar as parcelas do financiamento, o valor declarado deve corresponder apenas a quantia que já foi paga até o ano passado e não o valor total do bem e assim deve ser feito até as parcelas do financiamento acabarem.

Em relação ao valor do bem, o valor do imóvel deve ser declarado conforme o valor de aquisição, sem atualizar seu preço com o de mercado. Se forem realizadas reformas no imóvel em questão, é possível acrescentar esses custos ao valor do imóvel, desde que eles possam ser demonstrados e comprovados.

Em contrapartida, se você já tinha um imóvel quitado antes de 2016 e já o declarava, basta repetir o valor nos campos “Situação em 31/12/2015” e “Situação em 31/12/2016”.

Os contribuintes que eram incluídos como dependentes ou que não eram obrigados a entregar a declaração em 2016 e serão obrigados a fazer a sua declaração neste ano, devem informar os imóveis que já faziam parte de seu patrimônio antes do ano de 2016.

O procedimento a ser seguido é o mesmo demonstrado acima, no entanto, como o imóvel já fazia parte do patrimônio do contribuinte antes de 2016, a coluna “Situação em 31/12/2015” não deve ficar em branco e deve ser preenchida com os valores pagos até então ou com o valor total do imóvel.

Por Anneliese Gobbes Faria


Saiba como realizar a declaração de reformas em seu Imposto de Renda 2017.

Muitas pessoas têm dúvidas quando o assunto é declarar reformas no Imposto de Renda. Pensando nisso, preparamos esse artigo, especificando o que deve ou não ser declarado no quesito benfeitorias ao imóvel. Caso você tenha realizado alguma reforma em seu imóvel no decorrer do ano passado, você deve registrar o gasto no Imposto de Renda 2017.

Reformas realizadas em apartamento ou casa servem como um viés para a atualização do valor do seu imóvel na hora de fazer a declaração, uma vez que a Receita Federal não autoriza o reajuste no preço do imóvel, deixando o preço da aquisição imutável, independente do quanto ele tenha valorizado, seja pelo próprio mercado, seja por conta dos índices inflacionários.

Por não ser possível fazer atualização do valor que foi pago pelo imóvel, o preço de compra e de venda pode obter uma diferença considerável, já que a possibilidade do lucro obtido através da venda do imóvel aumenta, enquanto o imposto incidente taxado sobre o preço (15%) fica mais rigoroso.

Sendo assim, ao fazer o registro de benfeitorias, acrescentando valor ao seu imóvel, o contribuinte tem o poder de realizar uma diminuição nessa diferença entre o valor de compra e o preço de venda, lembrando que a medida que essa diferença diminui, diminui consequentemente o saldo do imposto incumbido na venda do imóvel.

O que devo declarar?

Investimentos com ampliação ou construção podem ser acrescentados, inclusive os gastos com contratação de mão-de-obra e materiais de construção. Portanto, desde o valor gasto com cimento e tijolos, até o valor pago a profissionais como pedreiros, eletricistas e encanadores deve ser declarado.

É considerado como melhoria toda e qualquer feitoria que agregue valor ao bem. Desta forma, valores gastos com itens de decoração e afins não devem ser declarados, bem como pagamentos realizados a profissionais de áreas afins. Ou seja, gastos com mobília nova e com desenvolvimento de projetos paisagísticos, por exemplo, não devem ser declarados, pois não entende-se que tais itens agreguem valor ao imóvel em si.

Carolina B.


CDHU é a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo que visa promover o acesso às famílias de baixa renda, a moradias populares em diversas cidades do estado.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) é uma empresa pertencente ao Governo Estadual e com vínculo com a Secretaria de Habitação.

A CDHU é o maior promotor da conhecida moradia popular do Brasil e sua maior missão é promover o acesso às famílias de baixa renda, a moradias populares em diversas cidades do estado.

Com diversos programas habitacionais, a CDHU atende, prioritariamente, famílias com renda total entre 1 e 10 salários mínimos e além de fazer moradias para essas pessoas, a CDHU, faz grande intervenção para uma melhoria geral no desenvolvimento urbano das cidades em que atua, promovendo uma melhor qualidade de vida para todos, sempre seguindo as normas da Secretaria de Habitação.

A CDHU foi fundada em 1949 e já usou diversos nomes, mas desde 1989, usa essa nomenclatura. Desse período para cá, já foram feitas centenas de casas populares em quase todas as cidades do estado de São Paulo, tirando milhares de pessoas da miséria e oferecendo condições dignas de moradia. As pessoas que podem se cadastrar no programa oferecido são: casais com ou sem filhos, irmãos, avós e netos, tios e sobrinhos e demais parentes (desde que sem os pais), pessoas com mais de 30 anos sem nenhuma união estável, que tem filhos menores de 25 anos que moram com elas.

Na hora de emitir um boleto de pagamento ou a segunda via de um débito em atraso, é aconselhável ter em mãos os seguintes documentos: número da conta que consta no boleto, número do CPF do titular ou mutuário e data de nascimento do mesmo. O processo pode ser feito pela internet, assim como todas as informações sobre a CDHU podem ser vistas no link www.cdhu.sp.gov.br/a_empresa/apresentacao-cdhu.asp. Esse site é bastante interativo e o cidadão deve ler com muita atenção todas as informações, além de todos os requisitos do programa do governo, para se ter a chance de adquirir a tão sonhada casa própria.

Para mais informações, a CDHU disponibiliza um telefone para que a pessoa tire eventuais dúvidas que é o 0800 000 2348.

Por Rodrigo Souza de Jesus

CDHU SP


Imóveis chegam a ter valores até 50% mais baixos que os preços de mercado.

Se você há algum tempo já vem se planejando para compra a casa própria, terreno, apartamentos ou salas comerciais e está guardando por uma boa oportunidade, fique atento que alguns bancos já estão programando a realização de leilões com descontos de até 50%.

É isso mesmo, as agências bancárias como Itaú, Santander, Rodobens e Intermedium por enquanto são as primeiras que já possuem datas previstas para a realização de seus leilões. Os leilões serão todos realizados através de uma plataforma na modalidade online chamada SOLD e já atua nesse tipo de leilões.

Os imóveis pertencem a localidades em todo o país, sendo elas os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Alagoas, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraíba, Santa Catarina e Goiás.

Os imóveis disponibilizados nesses leilões poderão ter seus valores parcelados, a partir do pagamento de uma entrada. Além disso, parcelado ou não, a pessoa que realizar um arremate ainda precisa pagar uma taxa de 5% sobre o valor do imóvel em questão, para o leiloeiro.

Em São Paulo há imóveis a serem leiloados em diversas regiões, sendo elas o Morumbi, Bela Vista e Perdizes. No litoral paulista também existem imóveis incluídos nesses leilões.

Também no Rio de Janeiro há imóveis em diversas áreas, como a área nobre de Nova Iguaçu.

Ou seja, há um número relevante de imóveis a serem leiloados em diversos estados e em localidades diferentes, que influenciam os seus valores.

Aos interessados em saber mais e participar dos leilões, os quatro bancos já anunciaram que estão com seus leilões em aberto. Nesse sentido para participar é preciso acessar o site www.sold.com.br e realizar um cadastro com login e senha. Dessa forma, uma vez habilitado no site é possível acompanhar os lances no dia que está marcado para o encerramento. Cada instituição possui uma data diferente para o encerramento de seus leilões, diante disso é preciso estar atento.

Quem fizer um lance e conseguir arrematar um imóvel terá a escritura do imóvel dentro do prazo total de 120 dias que serão contados a partir da realização do primeiro pagamento compensado.

No site da SOLD é possível saber todas as informações sobre os leilões, assim como as datas de seus encerramentos.

Sirlene Montes


Confira aqui como funciona e o que oferece o site da OLX Imóveis.

E aí? Está pensando em mudar de casa? Quer alugar, vender, trocar e está procurando comprar algo por um valor mais baixo no mercado? A OLX pode ser uma boa pedida!

A OLX, hoje, é o maior site para classificados no Brasil. Se você tem algumas dúvidas de como anunciar, o que você pode encontrar e as formas de pagamento, nós estamos aqui para te dar uma “mãozinha”.

O primeiro de tudo: A OLX pode ser encontrada em todos os estados do Brasil. Como isso acontece? Bem, a OLX é nada mais, nada menos, que uma intermediadora entre vendedores e clientes. Dessa forma, qualquer pessoa, em qualquer lugar do Brasil pode anunciar, assim como, qualquer pessoa de qualquer lugar do Brasil pode ver esse mesmo anúncio, se interessar e fazer a compra.

Para quem quer vender, o cadastro é feito no site da OLX de forma gratuita. É tudo simples, rápido e prático. Você pode optar por entrar com o Facebook também, o que pode te poupar alguns minutos de inscrição. Feita a inscrição, você precisa preencher as informações básicas sobre seu imóvel, além de suas informações de contato. Fotos do imóvel são primordiais e ajudam na hora da venda.

Se você deseja comprar, o processo com certeza é mais simples. Basta escolher a região que você está residindo e procurar pelo imóvel que deseja comprar. Feito isso, você consegue entrar em contato direto com o vendedor.

As formas de pagamento são acordadas entre vendedor e comprador. A OLX dá algumas dicas de segurança, mas é importante que todo comprador fique atento na hora de negociar. Os fretes também serão tratados entre comprador e vendedor.

É importante lembrar: A OLX não é uma imobiliária, é apenas uma intermediadora de negócios, ajudando a aproximar pessoas interessadas em vender, daquelas que querem comprar.

A OLX é uma empresa americana relativamente nova, já tendo onze anos de mercado. Presente em mais de cem países, no Brasil se juntou a concorrência, a empresa Bom Negócio. Uma curiosidade interessante é sobre seu slogan e frase de impacto. Seu slogan pode variar de país para país, como uma forma de se adequar a linguagem local e chamar atenção para que as pessoas se sintam atraídas em anunciar e comprar.

A OLX também está disponível por aplicativo para aparelhos de sistema Android.

Quer anunciar ou quer comprar um imóvel? Acesse o site clicando aqui.

Yamí de Araújo Couto


Conheça aqui um pouco mais sobre o Zap Imóveis e seus principais serviços oferecidos.

Se você está procurando um dos maiores classificados para imóveis no Brasil, então você chegou ao lugar certo. O ZAP é especialista em imóveis e você pode encontrar a tão sonhada casa que você anda procurando, tanto pelo site quanto pelo aplicativo, a partir de um toque no seu celular (disponível para sistema Android).

O ZAP Imóveis apresenta um controle de qualidade que visa valorizar os imóveis e tornar atrativo para novos clientes. Da mesma forma de ação que a OLX, o ZAP Imóveis é uma intermediadora, que coloca em contato clientes com vendedores.

Porém, o ZAP apresenta um “plus”, um requinte a mais: no site do Zap é possível conferir, em determinados casos, as opções de financiamento, facilitando a organização na hora do comprador saber quanto pode dar de entrada, o valor de cada parcela, os prazos e as taxas a serem pagas.

Outro “plus” no site do ZAP seria a calculadora de aluguel, disponível da mesma forma que a consulta para financiamento de imóveis.

Em 2010, foi lançado o Índice FIPEZAP. Esse índice auxilia na hora do acompanhamento do aumento dos valores dos imóveis anunciados no mercado. Por conta da confiabilidade de seus dados, o índice se tornou referência para consumidores, pois apresenta transparência na hora de fechar negócios.

O cálculo é feito mensalmente, através de um coleta precisa de dados, pelo ZAP Imóveis, tanto para imóveis comerciais quanto para residenciais. Dessa maneira, há uma mensuração de valores reais para os imóveis, sugerindo o que poderia ser um preço justo e o que não seria.

O ZAP Imóveis leva em consideração esse índice, apresentando com maior precisão os melhores imóveis a serem vendidos e alugados e aptos a serem negociados.

Para conferir a atualização do índice, acesse o link a seguir, clicando aqui.

O ZAP Imóveis é uma empresa brasileira e pertence ao Grupo Globo. Lançado no ano de 2000, tinha sido denominado inicialmente de “Planeta Móvel”. Em 2007, seu nome foi oficialmente mudado para ZAP, lançando também novas modalidades de busca para compra, como: Empregos, Negócios e Oportunidades e Autos. O ZAP apresenta maior relevância em regiões como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Se você deseja acessar o site oficial do ZAP Imóveis, clique aqui.

Yamí de Araújo Couto


Saiba aqui como fica a vida dos clientes da PDG apó o pedido de Recuperação Judicial.

A incorporadora PDG Realty fechou o ano com uma despesa de R$ 2,9 bilhões, com esse prejuízo junto com outros dos anos anteriores à empresa do ramo imobiliário PDG encaminhou o pedido para recuperação judicial que envolve dívidas de R$6,2 bilhões. Normalmente as empresas entram com pedido de recuperação judicial com objetivo de evitar falência ficando incapacitada de sanar suas dívidas. Sendo assim, com esse pedido a empresa fica hábil a reorganizar sua situação financeira.

A PDG protocolou pedido de recuperação judicial no dia 23 e fevereiro de 2017, como justificativa a empresa colocou que a decorrência dessas dívidas foram pelo fato de ter um volume excessivo de clientes que desistiram da compra do imóvel e também pelo fato da empresa estar na situação de crise financeira. Estão envolvidas no processo de recuperação judicial 512 empresas nos setores de empreendimentos e subsidiárias.

Para os clientes que firmaram contrato com a construtora e decidiram rescindir o contrato para receber os valores pagos, terá que esperar as fases do pedido de recuperação judicial para poder receber o valor já investido. No ano passado foram realizados pedidos de distrato em 2.524 unidades, chegando na soma de R$1 bilhão de reais.

Em entrevista concedia pelo G1, o advogado especialista no mercado imobiliário Marcelo Tapai destaca que se o pedido de recuperação judicial for aprovado pelo de grupo de credores e pela justiça a consequência é que os clientes não recebam o valor investido. O tempo mínimo para ser aprovado pode ser de 6 meses.

O artigo 47 da lei nº11.101/2005, que trata da recuperação judicial, tem como objetivo viabilizar o equilíbrio da crise econômica da empresa ou do devedor com a finalidade de permitir a manutenção da situação da fonte produtora e garantir o emprego dos trabalhadores.

Sendo assim, a lei de recuperação judicial suspende até 180 dias os pagamentos. Guilherme Machado, especialista em recuperação judicial, ressalta que os clientes que pediram a rescisão do contrato antes da recuperação judicial serão listados na relação de credores disponibilizada pela PDG no momento da abertura do processo.

Para o Advogado especialista em direito do consumidor, Gilberto Bento Junior, coloca que se for aceito o pedido judicial, será determinado pela Justiça à escolha de um administrador que irá avaliar o patrimônio da empresa e verificar a existência de débito, sendo assim, será pago conforme a venda do patrimônio, porém, segundo o especialista, a venda dos ativos depende do mercado, que fará com que haja lentidão para o pagamento.

Gisele Alves de Brito


Até dezembro deste ano, imóveis de até R$ 1,5 milhão poderão ser financiados utilizando os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Quem deseja financiar imóveis com o recurso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) conta com uma novidade a partir de agora. É que começou a valer desde segunda-feira (20), a norma estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumenta o limite máximo do valor dos imóveis novos adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Os mutuários que desejarem financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão poderão fazer isso até o dia 31 de dezembro deste ano utilizando os recursos do FGTS. Os juros cobrados nos financiamentos do SFH são menores em relação aos demais financiamentos existentes no mercado. Acima de 12% ao ano, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas definidas livremente pelo mercado e mais altas.

Do limite nos últimos três meses, essa foi a segunda vez que o financiamento é reajustado. Em novembro, o teto do financiamento que era de R$ 650 mil passou para R$ 800 mil na maior parte do país.

No Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e em São Paulo, o teto que era de R$ 750 mil foi para R$ 950 mil. No entanto, o novo teto de R$ 1,5 milhão terá validade para todo o país.

O Ministério do Planejamento informou em nota que com a nova medida, a população terá acesso às taxas de juros menores e isso possibilitará a utilização dos recursos do FGTS para pagar as prestações.

Casa própria

Muitos brasileiros têm o sonho de ter sua casa própria e os recursos da conta vinculada do FGTS podem ser utilizados para isso. No entanto, existem alguns pré-requisitos para que esses recursos sejam utilizados.

Entre as principais regras, o trabalhador não pode possuir nenhum outro imóvel residencial construído ou em construção e nem ser comprador, usufrutuário ou cessionário, além de também contar com o mínimo de três anos consecutivos ou não sob o regime do FGTS.

Outro requisito é que o trabalhador não pode ser titular de outro financiamento imobiliário ativo, concedido no âmbito do SFH em qualquer parte do Brasil.

O valor do imóvel a ser financiado também não pode ultrapassar o valor limite para o âmbito do Sistema Financeiro de Habitação.

Por Serrana Filetti


Confira aqui como comprar imóvel usando do dinheiro do FGTS.

Muitos brasileiros estão em busca de ter sua casa própria e para isso as vezes precisam fazer uso do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Entretanto, para fazer uso do mesmo é necessário seguir algumas regras, veja abaixo quais são elas:

Para o Comprador

– É necessário possuir pelo menos três anos de contribuição sob o regime do FGTS, mesmo que em diferentes empresas e em períodos diferentes;

– Não pode ter financiamento ativo no SFH, Sistema Financeiro de Habitação, em nenhum local do Brasil;

– Também não poderá ser promitente comprador, possuidor, proprietário, cessionário ou usufrutuário de outro imóvel residencial em perímetro urbano, em construção ou concluído, no município onde reside ou onde atua no trabalho principal, nem na região metropolitana ou nas cidades limítrofes;

– É necessário estar em dia com as prestações do financiamento, no momento em que fizer o pedido de uso do FGTS;

– Deve ser coobrigado ou titular no financiamento no qual pretende quitar parte do valor das parcelas.

Para o Imóvel

– Valor da avaliação precisa ser de no máximo de R$ 1,5 milhões para quaisquer estados, a partir de 20 de fevereiro de 2017 (antes eram de R$ 750 mil para os estados de RJ, MG, DF e SP, e para os demais estados o valor máximo é de até R$ 650 mil);

– O terreno objeto da construção do imóvel deve ser de propriedade do proponente, se a situação for de construção sem adquirir o terreno;

– Estar em área urbana;

– Ter como destino à moradia do titular;

– Mostrar, no momento da avaliação final, ausência de vícios de construção e plenas condições de habitabilidade;

– Ter matrícula no RI competente e não possuir registro de gravame que impeça à comercialização do mesmo;

– Se for aquisição de construção em andamento ou terreno, não pode ter sido objeto de uso de FGTS há pelo menos três anos, isto é, se usado para iniciar construção, em 30/11/2009, só poderá utilizar novamente a partir da data de 01/12/2012.

Documentação

– Extrato de conta vinculada ao Fundo;

– Documento oficial para identificação;

– CTPS para comprovação do tempo de trabalho no regime do FGTS;

– Declaração de IRPF, o DIRPF. Se o trabalhador for casado ou então em união estável, é necessário apresentar a DIRPF do cônjuge.

FILIPE R SILVA


Portal promete facilitar a vida de quem busca um novo imóvel para comprar ou alugar.

Procurar imóveis para compra ou aluguel em jornais, revistas, anúncios ou imobiliárias já é coisa do passado. Afinal, hoje através de aplicativos, redes sociais e sites é possível visualizar ofertas de empreendimentos sem sair de casa. Nesse setor, destaca-se o portal Agente Imóvel, que possui ferramentas completas e práticas. Descubra a seguir como ele pode facilitar sua busca, de acordo com interesses específicos.

Gráficos e Comparativos

Na seção “tendências” do site, são expostos gráficos detalhados sobre vendas de imóveis em estados, cidades e bairros. Então são apresentadas informações como:

  • Períodos em que os preços aumentaram ou diminuíram.
  • Quanto em porcentagem e em reais esses valores variaram.
  • Média geral de preços.
  • Valor por metro quadrado.
  • Ranking das regiões mais caras.
  • Comparativo de preços de imóveis de uma cidade inteira e um bairro específico.
  • Comparativo de valores entre cidades.

Para fazer pesquisa, basta digitar no campo “tendências” o nome da cidade ou bairro que deseja verificar. Se quiser fazer isso de forma mais detalhada, basta colocar alguns dados na opção “refinar resultados”.

Vendas e Aluguel

Nos menus “venda” e “aluguel” estão disponíveis propriedades à venda ou para alugar. Esses anúncios geralmente têm fotos, descrição, número de cômodos, preço, tamanho da área e valor por metro quadrado dos empreendimentos. Caso tenha interesse em algum, basta clicar na imagem principal e enviar uma mensagem para o vendedor. O site também sugere imóveis similares aos visualizados por você, de acordo com a região pesquisada.

Mas se deseja anunciar algum imóvel para venda ou aluguel é só clicar em “Anuncie já” e preencher os dados solicitados. Essa opção está disponível tanto para proprietários quanto para corretores.

Outros Serviços Online

Dispõe ainda de serviço de avaliação online de imóveis diversos. Nesse caso, é só clicar em “avalie sua casa agora” e repassar as informações solicitadas. Porém, isso está disponível somente para a região de São Paulo/SP.

Além disso, o portal Agente Imóveis possui um blog com notícias sobre o mercado imobiliário. Oferece também várias dicas sobre vendas, compras, aluguéis e decoração de empreendimentos em geral.

Essa então é uma alternativa completa para quem necessita de informações imobiliárias. Ademais, é uma forma interessante para encontrar e anunciar propriedades de acordo com suas necessidades ou interesses.

Camilla Silva


Confira aqui os bairros com aluguel mais barato e caro em São Paulo (SP).

Com a crise afetando todo mundo, alugar um imóvel não tem sido nada fácil, pois todo mundo quer sempre encontrar um que seja mais barato, mas que ofereça boa localização. Essa tarefa se torna mais difícil quando se procura por um imóvel para alugar em São Paulo, onde os preços geralmente são mais altos, mas há vários lugares na cidade onde é possível fechar um bom negócio.

Os melhores preços estão em Pirituba e também na Vila Formosa, mas lembre-se que para alugar um imóvel é preciso levar em consideração outros fatores, por exemplo, a distância de seu trabalho, se tem escola por perto, supermercado ou algum centro comercial e se for para empresa deve-se verificar se o ponto é comercial.

São Paulo é uma cidade que conta com ótimos bairros, pontos privilegiados, porém, esses lugares geralmente são os mais caros para se alugar um imóvel, por exemplo, na Vila Olímpia o metro quadrado pode ultrapassar os R$ 65,00. Em Pinheiros o valor é mais baixo um pouco, custa R$ 54,78 o metro quadro, o que ainda está bem acima do limite da maioria das pessoas e empresas que procuram um imóvel.

Outra região de São Paulo onde o aluguel é mais caro é no Brooklin, com o metro quadrado acima dos R$ 53,00. Outros locais que têm o metro quadrado mais caro para aluguel em São Paulo são: Bela Vista, Vila Mariana e também no Perdizes.

Mas há os locais em que o metro quadrado para aluguel de imóveis é bem mais em conta e são regiões que contam com ótimos pontos, é só ter um pouco de paciência para encontrar o imóvel que atenda ao seu perfil. Na Vila Formosa o preço do metro quadrado é só R$ 20,00 e você só precisa procurar um pouco mais para encontrar muitas opções boas.

Na Freguesia do Ó o metro quadrado para aluguel de imóvel é só R$ 21,00. E tem vários outros pontos onde você paga bem menos, confira alguns: Vila Carrão, Santana, Butantã, Vila Prudente, Mooca e Tatuapé.

O importante é nunca fechar negócio no primeiro imóvel que lhe apresentarem e ler atentamente o contrato antes de assinar. E ainda, dê uma volta pelas ruas próximas do imóvel de seu interesse, procure conhecer o bairro e ainda, verifique se há risco de inundação.

Por Russel


Proposta pode elevar temporariamente teto para R$ 1,5 milhão.

Com o objetivo de reaquecer a economia brasileira, haja vista o atual cenário econômico de crise, o Governo Federal busca apresentar propostas e medidas que permitam trazer bons resultados. Com isso, devem ser anunciadas em breve as medidas de estímulo ao setor da construção, um dos mais afetados com a atual crise. Dentre essas medidas, está sendo discutido o aumento do valor do imóvel que poderá ser financiado via recursos do Fundo de Garantia do Trabalhador, o FGTS. Através da nova proposta o teto para financiamento de imóveis pode chegar a R$ 1,5 milhão.

Vale destacar que o atual teto para este tipo de financiamento é de R$ 950 mil para aqueles que desejam adquirir imóveis nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. Para quem deseja comprar imóveis em qualquer outro estado brasileiro, o teto é de R$ 800 mil.

A proposta aqui destacada foi discutida entre os Ministérios da Cidade e Planejamento, além da Caixa Econômica Federal e executivos de empresas ligadas ao setor da construção. Além disso, a medida já foi apresentada a responsáveis ligados ao Ministério da Fazenda. Um detalhe importante é que esse limite, se aprovado, seria de caráter temporário, segundo destacam pessoas ligadas ao governo.

Já houve um aumento do teto referente ao financiamento de imóveis através do FGTS recentemente, o que mostra o esforço do governo para trazer mais estabilidade para o setor da construção. A última mudança foi em novembro de 2016, quando o governo anunciou o aumento do teto de R$ 750 mil para R$ 950 mil.

A questão do tempo total que tal aumento seria válido é importante neste debate, haja vista esse ser o principal ponto para determinar a viabilidade do novo aumento. Por isso, o fato de esse aumento ser temporário é bastante importante para a medida. Portanto, o novo teto deverá ser mantido até que as despesas do FGTS cheguem a R$ 500 milhões.

Um dos grandes problemas do setor da construção está sendo o estoque. Por isso, os executivos defendem que o novo teto seja destinado apenas para a compra de imóveis novos e prontos. Segundo os executivos, essa medida seria essencial para as construtoras reduzirem o seu estoque.

Por Bruno Henrique


Saiba aqui como fazer a portabilidade do financiamento imobiliário.

Às vezes as pessoas que pagam por financiamentos imobiliários, acabam por algum motivo querendo trocar de banco, por oferecerem outras condições e oportunidades. Contudo, muitas pessoas temem fazer a troca por medo de encontrarem uma grande burocracia. Contudo, na verdade fazer isso é mais fácil do que geralmente se pensa e o procedimento já foi realizado incontáveis vezes.

No Brasil, os transmites de mudança de banco ocorre desde 2006, todavia, naquela época realizar um processo desse porte, além de custar muito caro aos bolsos do cliente, havia muita dificuldade e burocracia para se conseguir tal feito. Graças aos anos que isso vem acontecendo, ao longo do tempo ficou mais fácil e não pode ser cobrado do cliente nenhuma taxa.

Segue abaixo as regras para realizar o procedimento de portabilidade:

Para realizar o procedimento de portabilidade, não se deve, pautado na lei, cobrar qualquer dinheiro sobre isso. Somado a essa realidade, o processo só ocorre sob a fiscalização do Banco Central e é realizado de banco para banco. Assim, tudo acontece da maneira mais rápida possível. Quando a portabilidade acontece, o cliente não tem o direito de pedir ao banco que estenda o financiamento, ou seja, o número de anos que o cliente estará em dívida não pode ser mudado sob hipótese alguma. Para aqueles que não sabem, a portabilidade só pode ser feita em imóveis que já estão pronto. Além disso, apesar de não haver a liberdade de aumentar os anos de financiamento, há chances de renegociar o valor do imóvel, bem como as multas projetadas. Dentro de um prazo o banco atual também possui o direito de reaver sua antiga proposta e oferecer novas condições ao atual cliente.

Outra grande vantagem é que não existe uma quantia mínima para que o procedimento ocorra. Desse modo, facilita muito a vida daqueles que querem renegociar a dívida.

Em algumas situações a portabilidade pode não dar certo, por isso, é importante estar atento a alguns requisitos: o nome do cliente não deve estar negativado; as parcelar do financiamento não podem ser menores que o salário; não pode ser feito o financiamento de um imóvel que ainda está em construção e por fim, não se deve atrasar o pagamento da dívida parcelada.

Por fim, para concluir a portabilidade é só avisar o banco atual que você, cliente, fará a mudança. Dessa forma, o banco tem no máximo dois dias para fazer o relatório sobre a dívida e oferecer uma outra condição para quitar a dívida. Caso isso não aconteça, a portabilidade será encerrada e você terá uma dívida com o próximo banco.

Sirlene Montes


O aumento de inadimplências nos pagamentos de impostos, prestações, entre outras formas de financiamento, junto com a má condução da economia brasileira, tem feito com que a alternativa de leiloar os imóveis para quitação de dívidas seja a melhor.

No primeiro semestre 2016 no Rio de Janeiro, convidou-se todos os cidadãos que se encontravam com inadimplências em seus impostos e financiamentos para negociar suas dívidas, e caso o contribuinte não as negociasse o seu imóvel seria leiloado, para que a dívida fosse quitada.

O grande aumento de inadimplências nos pagamentos de impostos, prestações, entre outras formas de financiamento, juntamente com a má condução da economia brasileira, tem feito com que a alternativa de leiloar os imóveis para quitação de dívidas seja a melhor.

O processo de leiloar um imóvel começa quando o devedor não consegue quitar sua dívida com o credor. O credor entra com um mantado judicial pedindo penhora do imóvel, passando a ser novamente proprietário do imóvel.

Para que a dívida o seja regularizada e o órgão financiador não fique com o prejuízo total, este leiloa o imóvel e assim consegue o valor da dívida não quitada. O leilão passou então a ser a melhor alternativa de venda para quitação de inadimplências.

Devido grande aumento de imóveis com uma boa estrutura em leilões, tem feito com que muitos cidadãos deixem de comprar imóveis novos e financiados em longas prestações para comprarem imóveis usados com preços mais acessíveis e em boa qualidade.

Mesmo que o valor do imóvel saia em um preço muito inferior ao seu valor comercial, essa nova forma de venda e de compra tem ganhado muitos adeptos, e assim ganhando força ao longo do tempo. Os leilões não tem sido uma alternativa apenas apara imóveis com inadimplências, mas para empresários que também desejam estabilizar sua empresa, a tirando do estado de risco.

Devido isso os leilões pelos leiloeiros têm aumentado, fazendo com que o mercado desses cresça e ganhe força. Um exemplo de empresa que aderiu o leilão de imóveis para girar seu caixa foi a Eletrobrás, que devido à crise econômica se encontra com quedas em seu capitão de giro. Onde esta encontrou no leilão e nos leiloeiros a melhor alternativa para vender seus imóveis.

O comprador por sua vez, deve estar atendo com os leiloeiros e as empresas de leilões, para que realize a escolha certa na hora da compra do imóvel, observando o contrato desde sua porcentagem na venda, a documentação do imóvel e se este encontrasse ocupado, ou seja, procure sempre um leiloeiro de confiança e fique atento as negociações e aos imóveis comprados.

Por Jaqueline Melo


Descontos podem chegar a 50%.

Novembro acaba de chegar e construtoras e incorporadores pensando em aumentar consideravelmente suas vendas, já deram início a chamada Black Friday. Muitos estão oferecendo descontos e reduções nos valores de o equivalente a 200 empreendimentos, entre residenciais e comerciais.

Durante todo o mês de novembro a VivaReal, uma popular plataforma digital e mais de 30 empresas incorporadoras estarão ofertando aos seus clientes descontos que podem chegar até 50% em seus imóveis.

Em valores, os empreendimentos residenciais chegam a ter o desconto no valor de R$ 210,00 mil. Por sua vez, os empreendimentos comercias podem ter uma redução de até R$ 975 mil, conforme anuncia a plataforma VivaReal.

O Estado que receberá o desconto maior, cujo o porcentual é de 50%, é o Rio de Janeiro. Em um empreendimento comercial, o Rossi Business Itaboraí.

Mas os descontos serão para todo o território brasileiro, nas cidades que fazem parte da plataforma, como Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Natal, Maceió, Recife, São Bernardo do Campo, Goiânia, São Caetano do Sul e Santo André.

A famosa Black Friday é um tipo de promoção que surgiu nos Estados Unidos no ano de 1960. No princípio era uma única sexta-feira de novembro, a mais próxima do dia 24, onde os estadunidenses comemoram o Dia De Ação de Graças. Nessa sexta-feira os preços recebiam descontos muito altos e o que a tornou um fenômeno esperado todos os anos. No Brasil a Black Friday foi adotada a partir do ano 2000, sendo que a data para que ela ocorra é no dia 25 de novembro. Porém, a maioria das lojas e comércios em geral oferecem um mês inteiro de descontos.

Muitos brasileiros esperam a chegada de novembro para realizar suas compras com um bom desconto. No ano passado as vendas da “sexta-feira negra” subiram algo em torno de 76%, para este ano a expectativa é que chegue a R$ 2 bilhões o volume de vendas no Brasil, somente no dia 25.

Embora o Brasil atravesse um ano de dificuldades financeiras, as incorporadores e construtoras estão com uma boa expectativa, esperando que o Black Friday no Brasil tenha tanto sucesso quanto nos Estados Unidos.

Sirlene Montes


Confira aqui algumas dicas e cuidados a se tomar antes de efetuar a compra de um imóvel.

Para o brasileiro, casa própria é sinal de estabilidade. O maior sonho da grande maioria da população é, sem dúvida, sair do aluguel e ter o seu espaço. Mas qual é o real motivação dessa maioria? Adianto aqui que nem sempre adquirir um imóvel é a decisão mais sensata.

Quando falamos de comprar uma casa, vem duas coisas na cabeça: realização de um sonho (gerando sossego) e muito dinheiro. É certo que realizar uma transação deste patamar exige sim uma grande quantidade de dinheiro, mas a conclusão de que comprar uma casa trará sossego é um tanto quanto errônea. Especialistas em investimentos garantem que imóveis nem sempre se valorizam. Isso depende da localização e do imóvel. Muitas pessoas, acompanhando o boom imobiliário da última década, se empolgam na idéia de que o imóvel sempre valoriza, quando isso não é verdade. 

Outra coisa que também não é um sinal de bom negócio é comprar na planta. Especialistas afirmam que esse é o terceiro motivo relevante que levam pessoas a comprarem imóveis. Neste caso, vale lembrar que pode ocorrer alavancagem, além de que pode haver algum problema com a construtora, de modo que o imóvel seja entregue depois do prazo ou pior: que nem seja entregue.

Buscar valorização rápida também não é uma boa idéia, pois as condições do imóvel e do mercado podem ser instáveis, levando exatamente ao contrário do que se busca.

Pensar que "é melhor que pagar aluguel" também é uma máxima falsa. Dependendo das condições de sua mobilidade, isto é, onde trabalha, estuda, que rotas usa, entre outros fatores, comprar um imóvel pode ser muito mais financeiramente prejudicial do que analisar uma boa proposta de aluguel.

Vale a pena comentar que é muito comum que pessoas comprem casas na praia e no campo, levadas pela beleza do entorno e idéia de tranquilidade. É importante relembrar que a compra de um imóvel envolve muito dinheiro, sendo às vezes o projeto de uma vida inteira e que férias acontece uma vez ao ano. Não é sensato comprar uma casa de veraneio por impulso ou encantamento, já que muito provavelmente você vá desfrutar dessa compra poucas vezes, enquanto a casa exige manutenção e gastos constantes.

Mas calma, é possível sim realizar seu sonho da casa própria de forma a minimizar as chances de prejuízo é dor de cabeça: procure um especialista para te auxiliar e orientar da melhor forma, de acordo com as suas condições e pretensões.


Saiba como funciona todos os passos do Programa Minha Casa Minha Vida.

O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado pelo Governo Federal, e é um programa social habitacional, realizado em conjunto com prefeituras e governos estaduais. Esse projeto tem o objetivo de gerar moradia de qualidade e preço baixo às famílias de baixa renda.

Os recursos que financiam o projeto vêm do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), através da Caixa Econômica Federal, e já ajudaram milhões de brasileiros a alcançar a sonhada casa própria. Os imóveis são planejados e construídos para atender às necessidades das famílias mais carentes, cuja renda familiar é de zero a três salários. O financiamento é de até 96% do total da moradia, que é vendida sem a necessidade de arrendamento prévio.

O programa é regido por duas etapas. Na etapa inicial, as famílias devem possuir renda bruta mensal de, no máximo, R$ 1.800,00 (são as preferenciais). A segunda etapa é voltada para famílias que possuem renda de R$ 1.801,00 até R$ 6.500,00. Para concorrer, o interessado precisa estar registrado no Cadastro Único e no programa habitacional.

O cadastro no programa deve ser realizado no órgão responsável, seja na secretaria de habitação ou instituições sociais. Algumas cidades disponibilizam o cadastro pelo site da prefeitura. Para se inscrever, o interessado também pode comparecer a uma agência da Caixa Econômica, e verificar se o programa está disponível na sua região.

Os contemplados pelo programa Minha Casa Minha Vida recebem uma carta-convite. Nesse documento o morador é convidado a uma reunião, onde serão explicados detalhes como valores, prazo para atualizar a documentação e assinatura de contratos. Caso não compareça à reunião, ou não providencie os documentos na data estabelecida, o sorteado perde o direito a essa moradia, e outra família fica com a vaga. Logo que recebe o imóvel, a família já começa a pagar uma taxa mínima de R$ 50,00.

É importante se atentar às datas do sorteio, e se manter atualizado sobre possíveis mudanças. A lista com o nome dos comtemplados é disponibilizada nas entidades responsáveis pelas habitações, e também na televisão e no site da prefeitura. Sempre atualize seus dados cadastrais e mantenha as documentações em dia para não ser pego de surpresa caso você seja sorteado.

Por Fábio Santos


Crise financeira aumenta a procura pelo consórcio imobiliário no Brasil.

Devido a crise econômica que se instalou no Brasil desde o ano passado, a população está cada vez mais preocupada com o orçamento, pagamento de dívidas e destino de seu dinheiro. Com isso, ficou mais difícil de adquirir a tão sonhada casa própria, pois a maioria não quer se endividar com financiamentos, devido aos juros possuírem taxas bastante elevadas para o bolso dos brasileiros. A opção para quem não possui condições para comprar um imóvel à vista e não pode pagar os juros de um financiamento, são os consórcios. Este tipo de negociação não se limita à imóveis, também pode ser feito para comprar automóveis, reformas, celulares e uma infinidade de produtos.

Como já era esperado pelos economistas, o consórcio imobiliário está crescendo consideravelmente este ano e a estimativa é aumentar até o final do ano, tendo em vista os dados de 2015. No ano passado, 41,5% de contratos foram assinadas a mais do que em 2014, a vantagem em relação ao financiamento é que no consórcio não são cobrados juros, porém, o cliente não tem prazo para receber o imóvel. Em 2016, o Sistema de Consórcios contabilizou 6,43 milhões de consorciados que estão ativos em relação ao ano de 2014, o crescimento foi de 8,6% e apenas no primeiro semestre deste ano já aumentaram cerca de 27%.

Para quem faz o contrato, somente é cobrado o valor da parcela mensal, incluindo a taxa de administração e o fundo de reserva. O prazo de pagamento é negociado com a administradora, no entanto, quanto maior tempo de pagamento das parcelas, maior o será o tempo em que estará pagando pelas taxas e irá demorar mais para ser contemplado. Ser contemplado é um exercício de paciência para quem decide fazer o consórcio, pois precisa contar com a sorte de ser sorteado o quanto antes para receber seu imóvel, enquanto não for sorteado continuará pagando sem recebê-lo.

Por isso, é importante fazer um planejamento de seu orçamento antes de fechar negócio, para que tenha condições de pagar o consórcio e não acabe se endividando ainda mais. Outro ponto importante é pesquisar as empresas para fazer o consórcio, para não perder seu investimento. É possível verificar no site do Banco Central se a administradora é de confiança e se atendeu as expectativas de clientes anteriores.

Fabiana da Rosa.


Confira aqui quais são os bairros mais caros e baratos para se morar no Rio de Janeiro.

Os preços do aluguel de imóveis no Rio de Janeiro, como nos demais estados do país, vem sofrendo interferência direta da atual crise econômica brasileira.

No entanto, nos primeiros seis meses de 2016, o que houve foi uma queda significativa nos preços, chegando a 3,59% em média.

Segundo especialistas, essa é uma boa oportunidade para alugar imóveis no Rio de Janeiro, porém, jamais esquecendo da velha tática da pechincha, que vai bem mesmo em momentos de crise.

Abaixo segue uma lista com os bairros com aluguéis mais caros e mais baratos do Rio de Janeiro, levando em consideração a sua média anual (para imóveis com até 2 quartos).

CAROS

– Humaitá: Com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, está localizado numa região nobre da Zona Sul da cidade. Famosa por ainda abrigar casas e prédios do período colonial brasileiro, esse ano o preço do aluguel no bairro sofreu uma queda de 4,2%, apresentando uma média de preços em torno de R$ 5.593,00.

– Ipanema: Localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, é considerado um bairro nobre, uma referência do surfe nacional e é onde está localizado o Posto Nove, a chamada "Praia das Celebridades". Seus aluguéis custam em média R$ 4.084,00. Uma queda de 3,9%.

– Leblon: Também um bairros com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, é conhecido como o “bairro das elites culturais”, sendo o que costuma ter a maior variação de preços dos seus aluguéis, cuja média não ultrapassa os R$ 4.082,00. Queda esse ano de 6,8%.

– Lagoa: Às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, está esse bairro, um dos mais saudáveis para se viver, com um dos 5 melhores IDHs da cidade do Rio de Janeiro. O aluguel de um imóvel na Lagoa custa em média R$ 3.208,00.

– Jardim Botânico: Um dos bairros mais novos da cidade do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Sul da cidade e é considerado um bairro nobre. Graças ao verde que se espalha em seu entorno, possui uma das temperaturas mais agradáveis da cidade. Apresentando uma queda de cerca de 4,4% no preço dos seus aluguéis, oferece imóveis em média a R$ 3.204,00.

BARATOS

– Méier: O bairro do Méier está localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro e é hoje considerado um bairro residencial gastronômico e com importante comércio e centros de lazer. É um bairro de classe média, cujo metro quadrado não ultrapassa os R$ 21,00, podendo ser encontrados imóveis em média a R$ 890,00.

– Realengo: Com um dos aluguéis mais baratos do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Oeste da cidade, caracterizando-se pelas altas temperaturas durante o dia e baixas temperaturas à noite. Possui o 89º IDH da cidade, cerca de 180.000 habitantes e aluguéis a R$ 720 reais (em média).

– Coelho Neto: Bairro de classe média da Zona Sul do Rio de Janeiro, também possui um dos aluguéis mais baratos da cidade. É considerado um bairro residencial, tranquilo, bem servido de transporte e infraestrutura, além de ser cortado pela importante Avenida Brasil. Seus aluguéis giram em torno de R$ 760,00.

– Ilha do Governador: Compreendendo cerca de 14 bairros da cidade do Rio de Janeiro, está inserida na Baía de Guanabara (Zona Norte), possuindo por isso um dos climas mais amenos do Rio. Seu metro quadrado está em torno de R$ 24,33, possui cerca de 200 mil habitantes, uma mistura de comércio popular e sofisticado, além de preço dos aluguéis em torno de R$ 710,00.

Vivaldo Pereira da Silva


A Caixa fez mudanças no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria anteriormente.

Apesar das controvérsias, a partir do dia 25/07/2016, algumas mudanças no setor imobiliário serão implantadas pela Caixa Econômica Federal, no que diz respeito ao financiamento da casa própria.

A Caixa fará uma mudança no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria até aqui.

De acordo com alguns especialistas, essa atitude teria como finalidade oxigenar a economia e principalmente o setor imobiliário, já que há um grande potencial de compra de imóveis nesse segmento, até então desprezado por motivos técnicos e políticos.

Dados revelam o flagrante enfraquecimento do setor imobiliário brasileiro, que diminuiu em cerca de 54% o número de lançamentos de imóveis e cerca de 18% o número total de vendas no último ano.

E com a queda nas exportações, e com a renda média do brasileiro 4,6% menor (cerca de R$ 2.405), a solução seria apostar em segmentos mais propensos a investir em imóveis caros.

Os números da mudança no setor imobiliário:

Nessa nova política para o setor imobiliário, o percentual de financiamento pelo SFI, para a compra de imóveis usados passaria dos atuais 60% para 70% do valor dos imóveis.

Já para a compra de imóveis e terrenos novos, bem como construção em terreno do próprio financiador, o percentual de financiamento passaria dos atuais 70% para 80% de imóveis acima de R$ 750 mil.

Com essa mudança no financiamento de imóveis, o interessado só precisaria arcar integralmente com 20% ou 30% do valor do imóvel, enquanto a Caixa se incumbiria de financiar os outros 70% a 80% restantes.

Para o Vice-Presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal, Eduardo Aroeira, “as mudanças vêm em boa hora, já que as expectativas e o otimismo das pessoas têm melhorado”.

Para o Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, “o humor está começando a mudar”. “Mais visitas aos plantões e empresários menos pessimistas”.

A Controvérsia:

Mas para uma outra corrente de pensamento, essa atitude visa agraciar certas categorias historicamente privilegiadas, mesmo apesar do possível aquecimento da economia e da construção civil, especificamente; além da produção de equipamentos para o setor.

Para a ex-ministra do planejamento Miriam Belchior (ex-presidente da Caixa Econômica Federal), essa articulação da Caixa traria transtornos par ao setor do projeto Minha Casa Minha Vida, em sua Faixa 1, já que esses recursos estariam sendo repassados, segundo ela, para imóveis altamente valorizados.

Até o momento, já são cerca de R$ 16 bilhões de reais injetados na Caixa Econômica Federal pelo conselho curador do FGTS, devido à queda de recursos da poupança, que garantiriam esses financiamentos e uma oxigenação na economia.

Polêmicas à parte, o que os técnicos da Caixa Econômica Federal dizem é que essa mudança no financiamento de imóveis, trata-se de um esforço para aquecer o setor imobiliário, ao encontrar no segmento dos empreendimentos caros, que reclamavam de um melhor sistema de financiamento, uma grande oportunidade de retomada do crescimento da economia.

Por Vivaldo Pereira da Silva


Ministério Público recomendou para que as Prefeituras isentem IPTU de Templos que cultuam Religiões Africanas.

Um assunto ligado ao Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano, o IPTU, gerou polêmica no Mato Grosso do Sul. Isso porque o Ministério Público do Estado recomendou ao Secretário Municipal da Receita da cidade de Campo Grande (MS), a garantia de que templos que cultuam religiões com matrizes na cultura afro brasileira também sejam imunes ao imposto.

O responsável por esse pedido foi o Promotor de Justiça Eduardo Franco Cândia, que solicitou que, do proprietário ou dono do imóvel, seja exigido somente uma declaração de responsabilidade predial. O argumento utilizado pelo Promotor é de que, de acordo com a Constituição Federal, não é permitido a cobrança de imposto sobre patrimônio, renda e serviços relacionados a templos de culto, independente de religião. Dessa forma, isto representa o direito à liberdade em relação à consciência e crença de cada um.

Levando isso em conta, foi alegado pelo mesmo que a Secretaria Municipal da Receita estaria exigindo de terreiros relacionados aos grupos de umbanda e candomblé, documentos como a Ata de Posse da Diretoria, Cartão do CNPJ e Estatuto de Constituição da Instituição. Conforme Cândia, estes são documentos insignificantes aos templos com matrizes afro brasileiras, uma vez que os tratados são normalmente orais e informais.

Dessa forma, foi solicitado ainda que o Secretário Municipal de Receita atue com medidas administrativas que sejam necessárias para que os proprietários e donos de templos sejam absolvidos de débitos relacionados aos tributos. Com isso, acabaria-se abolindo qualquer eventual valor fiscal referente ao IPTU de seus imóveis declarados e tidos como templos relacionados à religião, independente de matriz e credo. Isso, desde que os documentos atendam aos princípios impostos pelo decreto municipal sobre o assunto.

É esperado ainda que a cópia dos atos administrativos que eventualmente serão adotados seja encaminhada para a 67ª Promotoria de Justiça, no prazo de até trinta dias, contando a partir do recebimento desta. Com isso, espera-se a execução ou não da recomendação feita sobre a extinção do imposto.

Apesar de ser um pedido formal, o município tem o direito e poderá decidir desfavoravelmente a essa, caso julgue o ato inconstituicional. Caso isso aconteça, o Ministério Público poderá ainda ingressar na Justiça com uma ação civil pública para recorrer da decisão.

Kellen Kunz


Confira aqui quais são os Bairros de São Paulo mais caros e baratos para se comprar um imóvel.

Com a crise econômica instalada no país, a variação dos preços dos imóveis na cidade de São Paulo em 2016 chegou, em muitos casos, a quase 7%.

Além disso, esse cenário provocou, em 2015, uma queda de 24% no lançamento de novos empreendimentos, queda de 6,9% no número de vendas de imóveis e queda de 20% das vendas totais.

O resultado disso é uma espécie de gangorra, com imóveis valorizando-se e desvalorizando-se em um cenário de agitação do mercado imobiliário.

Segue, abaixo, uma lista com os bairros mais caros e mais baratos para comprar imóveis em SP, levando em consideração basicamente a infraestrutura e o preço do m2 do local.

Os mais caros:

 

1) Vila Nova Conceição

Novamente o m2 mais caro de São Paulo (R$ 16.125,00) está localizado na Zona Sul da cidade e caracteriza-se pelos imóveis milionários, praças extremamente conservadas e infraestrutura privilegiada.

2) Itaim

Um dos bairros mais caros da cidade (Zona Sul), é considerado aquele que mais abriga influências do mundo inteiro. Com o m2 avaliado em R$ 12.532,00, é um verdadeiro centro gastronômico de negócios e de lazer.

3) Vila Olímpia

Com ruas calmas e grandes espaços, abriga escritórios de empresas como: Google, Facebook, Alpargatas, entre outros. Por isso mesmo é considerado um dos principais pólos financeiros da cidade de São Paulo, com o m2 avaliado em R$ 11.557,00.

4) Pinheiros

Um dos primeiros bairros da cidade de São Paulo, hoje abriga uma agitada vida noturna, imponente centro financeiro, bares, shoppings; que curiosamente convivem com ruas antigas, imóveis do séc. XVI e jardins bastante arborizados. Preço do m2: R$ 11.304,00

5) Pacaembu

O seu m2, avaliado em R$ 10.365 reais esse ano, teve uma variação de 6,7%. Localizado na Zona Oeste, hoje é um dos bairros mais caros da cidade e um dos mais importantes pólos culturais; além de ser famoso pelo desenho moderno e bastante original.

Os mais baratos

1) Tiradentes

O bairro de Tiradentes (Zona Leste) é considerado uma das maiores reuniões de conjuntos habitacionais do mundo. São cerca de 41 mil imóveis espalhados por um complexo que caracteriza-se pela ausência de indústria e comércio relevante.

2) Itaim Paulista

Uma espécie de subprefeitura da cidade de São Paulo, é conhecida por ser reduto de uma grande comunidade de nordestinos. Localizada no extremo Leste da cidade, possui uma infraestrutura mediana, por isso é um dos bairros mais baratos da cidade.

3) Grajaú

Com um dos maiores índices de crescimento da cidade de São Paulo, é também um dos mais carentes de atenção dos poderes públicos.

É o mais importante bairro do distrito do Grajaú, com quase 500 mil habitantes.

4) Conjunto Habitacional José Bonifácio

Localizado na Zona Leste da cidade de São Paulo, é uma antiga colônia japonesa (anos 20), que caracteriza-se por ser um dos bairros mais baratos da cidade. É um conjunto de imóveis habitados por uma comunidade de trabalhadores e com razoável infraestrutura.

5) Guaianases

Uma antiga aldeia indígena, hoje é uma comunidade de trabalhadores que vê-se às voltas com o descaso dos órgãos públicos.

Já foi conhecido como um bairro de “parada”, devido à simplicidade dos seus imóveis, ausência de um comércio satisfatóro e atividade industrial.


Instalação do sistema fotovoltaico em residências cresce a cada ano. Confira aqui qual o custo de instalação de um painel de energia solar em casa.

A geração de energia solar é bem favorável em nosso país, uma vez que o Brasil conta com mais de três mil horas de sol por ano. O custo ainda é alto para o investimento no sistema fotovoltaico em residências, mas é algo que começa a crescer.

O custo para a instalação de uma estrutura de pequeno a médio porte começa dos R$ 15 mil e vão até R$ 85 mil (variando de acordo com a potência). Os benefícios do investimento vêm do desempenho da geração da energia com uma grande economia e isso faz com que a adesão dos painéis solares cresça a cada ano.

Para mostrar o salto da tecnologia, no ano de 2012, segundo números da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), somente três casas contavam com os painéis solares. Porém, até o final de 2015, o número já era maior de 1.700 mil.

Por exemplo, em uma casa, a instalação de oito painéis fotovoltaicos tem um custo por volta de R$ 20 mil. Todo esse sistema faz uma geração de 430 quilowatts por mês. A redução no final do mês na conta de luz é enorme. Em uma casa que a média da conta era de R$ 480, o número chegou até os R$ 80 (nos dias onde o sol predomina na região em questão).

Em Curitiba, no Paraná, a medição da energia quando a casa conta com os painéis solares é feita através de um medidor digital que entra no lugar do analógico e é distribuído pela Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel). O medidor vai fornecer dados sobre o volume de energia que será produzida, o seu gasto e o que foi acumulado.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), hoje já se encontram liberadas linhas de financiamento para pessoas físicas através de bancos federais e privados com juros reduzidos para que seja possível facilitar a adesão deste sistema de painéis solares.

Há também um projeto de lei para a criação do Imposto Predial e Territorial Urbano Verde (IPTU), sendo que os municípios que aprovarem a medida vão disponibilizar descontos para o valor do tributo frente as construções que apresentem medidas que contribuem com o meio ambiente, como é o caso da captação solar.


Mesmo com a crise pela qual o Brasil está passando, é possível comprar um imóvel, porém é preciso muito planejamento e organização financeira.

Segundo os dados da Associação Brasileira de das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) o crédito para financiamento teve um recuo de 33% no ano passado, e a previsão não é nada favorável: estima-se que este ano deve cair mais 20%. Apesar do cenário negativo, é possível comprar um imóvel diante da crise por meio de planejamento e organização financeira.

Que tal conferir algumas dicas?

Junte o máximo de dinheiro possível para dar a entrada da casa nova. O ideal é que seja 50% acima do valor. Além disso, quanto menor o tempo (prazo) de financiamento, menor é a quantidade de juros. Antes de fechar o negócio, organize todos os dados e escreva tudo no papel: as prestações, os juros, o valor real, entre outros. Tenha cuidado com a dívida a longo prazo e os riscos, e não comprometa mais do que 30% da renda com a prestação do financiamento.

Você está pensando em mudar ou aumentar a família? Nestas hipóteses, o melhor é alugar um imóvel e deixar a compra para depois. O mercado está atravessando um período difícil, em que os riscos de desemprego estão altos.

Geralmente, os pagamentos à vista têm desconto, e podem chegar à média de 20%. Além disso, não deixe de visitar os saldões das construtoras, porque muitas pessoas podem ter devolvido o imóvel, pois não conseguem o financiamento ou pagaram mais caro que o valor atual. Desta forma, foque em economizar, juntar dinheiro e tentar fazer uma boa negociação, para conseguir um valor justo e dentro do seu orçamento.

Outra dica para comprar imóvel nesta crise, é alugar uma casa em um local estratégico e mais barato. Desta forma, é possível sobrar um pouco de dinheiro, que pode ser útil para adquirir a casa dos sonhos.

Foque em dar um passo de cada vez: compre um imóvel menor, e depois os dos sonhos. Viva dentro da sua realidade financeira e não gaste mais do que ganha. É mais simples formar o patrimônio que deseja aos poucos e com foco em cada passo.

Uma das principais maneiras de juntar dinheiro é investir na renda fixa ou em uma aplicação que tenha poucos riscos. Além destas dicas, não deixe de conferir a documentação do imóvel, o crédito, o financiamento e as taxas do mercado. 

Por Babi


Queda de preços dos imóveis atinge a marca de 6,55% neste ano, sendo um ótimo investimento para aqueles que têm dinheiro.

Atualmente, é crescente o número de imóveis que estão para vender e alugar em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo.

Em bairros nobres, como, por exemplo, o Morumbi, o número de imóveis voltados para a venda é crescente. Há um ano atrás, mesmo com uma quantidade boa de imóveis à venda, o preço estava lá em cima, acompanhando a chamada bolha imobiliária. Essa bolha é composta da alta valorização dos imóveis, e ocorre em praticamente toda a cidade, principalmente em áreas próximas de construções como metrôs, como é o caso na cidade de São Paulo. 

Porém, com a crise presente, um dos mercados que foram mais afetados neste ano foi o dos imóveis. A queda dos preços e a baixa procura para realizar vendas, principalmente de construções novas, como prédios e condomínios, vêm preocupando os construtores. Mas isso é uma via de mão dupla, claro, pois, com a bolha imobiliária, o valor dos imóveis subiu de uma forma absurda em pouquíssimo tempo, a valorização dos imóveis de 2008 até 2014 foi cerca de 25%, e dependendo do bairro esse reajuste era ainda maior! 

Agora, a diminuição do preço dos imóveis é aparente e num âmbito geral atinge a marca de 6,55%. Em bairros como o Ibirapuera (que chegou a ser um dos bairros mais caros para se morar na capital paulista), a queda chegou a ser de 0,7%, deixando o metro quadrado avaliado em R$ 12.018 neste ano.

A desvalorização ou queda no preço dos imóveis é a primeira desde 2008 e acaba sendo uma boa oportunidade para aqueles que têm dinheiro e querem investir, principalmente na hora de comprar um imóvel novo: devido à pouca procura de lançamentos imobiliários, para não sair no prejuízo, algumas construtoras estão vendendo o apartamentos por até R$ 20 mil mais barato do que o preço anterior. A alta desistência e quebra dos contratos de compra e financiamento também estão favorecendo essas condições para aqueles que querem investir, seja para alugar o futuro imóvel ou para comprar sua casa própria. A única coisa ruim é que, em compensação, pegar empréstimos bancários por esses tempos está meio complicado. E parece que vai continuar assim.

Alguns economistas indicam que, por exemplo, no mercado imobiliário o preço volte a ser o mesmo de 2008, quando a bolha imobiliária começou a surgir, sendo uma oportunidade ótima para aqueles que têm dinheiro, fazendo um bom investimento. 

A situação dos imóveis no Brasil, nesse momento, encontra-se similar àquela da crise de 2008 nos Estados Unidos, onde de uma forma geral, a bolha imobiliária estourou, trazendo assim, a queda do preço dos imóveis.

Por Mariana Oliveira

Imóveis


CMN aprovou novas regras onde os bancos podem efetuar um empréstimo com uma porcentagem acima de 80% para financiamento de imóveis.

Tendo como objetivo estimular o crédito imobiliário, foram mudadas as regras para empréstimos no setor. A mudança foi definida durante reunião, realizada na última quinta-feira dia 29 de outubro de 2015, do Conselho Monetário Nacional (CMN). Os empréstimos financiam mais de 80% do valor da casa própria.

Segundo o CMN, as companhias que financiavam um valor de 80% de um imóvel, deveriam manter em caixa, um valor de 75% do empréstimo, que é conhecido como “requerimento de capital”. Pelas regras o valor de capital ficava parado em um banco, apenas como garantia.

Com essa mudança na regra, agora, as empresas poderão efetuar até mesmo o financiamento do valor total do imóvel, que representa 20% a mais do que antes. Também, conforme os clientes efetuem os pagamentos, o valor do requerimento de capital poderá ser reduzido, porém, somente após atingir o limite de 20% de pagamento efetuado. O requerimento de capital que deverá permanecer depositado sem movimentação, será reduzido para 35% do valor do empréstimo.

Na verdade o que realmente muda com essa nova regra é o fato dos bancos poderem efetuar um empréstimo com uma porcentagem acima de 80% para financiamento de imóveis, e pelo fato do dinheiro que deve ficar como requerimento de capital ser da razão de 35%, será possível utilizar essa diferença para que sejam feitos novos empréstimos. Isso possibilita um número maior de pessoas que possam realizar o sonho de conquistar a casa própria.

Uma outra perspectiva que pode ser analisada é que com o fato do valor a ser retido ser reduzido, consequentemente, abre portas para que os bancos consigam estimular ainda mais os financiamentos de imóveis através de uma redução dos juros percentuais praticados hoje em dia.

Porém, a mudança na regra não garante um efeito imediato nas operações das empresas fornecedoras de financiamentos.

O CMN é composto pelo Ministro da Fazenda, pelo Ministro do Planejamento, e também pelo presidente do Banco Central.

Por Igor Furraer

Empréstimo imobiliário


Queda registrada é de 2%. Rio de Janeiro apresenta o valor do aluguel por m² mais caro e Curitiba, o mais barato.

Fipezapé o indicador utilizado para medir os preços de vendas e locação dos imóveis anunciados e engloba todo o território nacional e também é considerado o termômetro do mercado imobiliário brasileiro. Esse indicador é calculado pela Fipe e tem como parâmetro os anúncios feitos pelas pessoas através do acesso a internet no site do ZAP Imóveis, dentre outros sites também. Dessa forma é possível agrupar milhares de anúncios formando uma sólida base de dados.

O estudo para elaboração desse índice ocorre em nove cidades do País, tais como, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Campinas, São Bernardo do Campo, Salvador, Brasília, Porto Alegre e Santos.

O valor do aluguel residencial teve mais uma baixa durante o ano corrente e a porcentagem dessa queda é de 2%. No último mês esse preço diminuiu 0,78% se comparado com o mês de agosto de 2015. A pesquisa pela FipeZap foi iniciada no ano de 2008 e esse percentual foi a maior queda durante um mês já registrada. Vale informar também que essa é a quarta queda que esse indicador registrou, comparando com o mesmo período do ano que se passou.

O Rio de Janeiro foi considerado o lugar com o m² mais caro, sendo esse valor de R$ 38,58-mês e logo abaixo vem à cidade de São Paulo com o valor de R$ 36,51-mês. Já o preço de aluguel mais em conta é encontrado na cidade de Curitiba e custa R$ 16,06-mês. Foi verificado pela pesquisa que o preço dos anúncios de locação, se consideramos as nove cidades citadas acima, é em média R$ 32,76 o valor do m².

Durante os nove meses que se passaram este ano, foi possível registrar as maiores quedas do preço médio de aluguel residencial. No Rio de Janeiro foi apurada uma diminuição de 6,06% e em Curitiba foi de 3,97%. Nas cidades de São Bernardo do Campo e Campinas esse valor cresceu e foi para 5,03% e 3,97%, respectivamente.

Por Paula Barretto Guerra

Aluguel residencial

Foto: Divulgação


O Brasil vem enfrentando uma crise econômica muito séria. No entanto, na contramão da mesma, destaca-se o setor de construção. Apesar de abalado, muitas empresas seguem firmes e fortes.

Um exemplo é a Hantei Engenharia, com sede no centro de Florianópolis, capital de Santa Catarina. A empresa não parou de investir no segmento de imóveis e vem obtendo sucesso em seus empreendimentos. Prova disso é o empreendimento Kennedy Towers que, apesar de ainda estar em fase de construção, já conta com poucas unidades disponíveis.

A maré baixa na economia, contudo, não durará para sempre. Mesmo com a perspectiva de crescimento negativo ainda para 2016, a perspectiva é de melhora já a partir do segundo semestre do próximo ano. O crédito, escasso atualmente, tende a ser retomado assim que a situação econômica e as contas do governo melhorarem.

Por isso, segundo o Sinduscon, é preciso que os empresários do segmento assumam o papel de investidores e trabalhem em cima de um planejamento, organizando as suas contas para aquisição de imóveis. Também é preciso focar na revisão de projetos e seus custos, trazendo-os o mais próximo da realidade atual, para então conseguir a sua viabilização.

O Kennedy Towers

Com arquitetura moderna, o Kennedy Towers está localizado em São José (SC), município localizado ao lado de Florianópolis. Fica situado na Avenida Presidente Kennedy, uma das mais importantes da cidade, tendo vista para o mar, a apenas 150 metros da praia.

Suas duas torres empresariais foram pensadas com foco em tecnologias de sustentabilidade e construtivas, com espaços modulares que podem se adequar facilmente à necessidade do mercado. Conta com áreas privativas de 33,20m², área comum de 12,23m² e área total de 45,43m². Além disso, há vaga de garagem privativa com área de 12,00m². O projeto ainda conta com um Centro Comercial com estacionamento rotativo, lojas de serviços e produtos, praça de alimentação, que trazem ao lugar um ponto de referência para a região.


No mês de setembro ocorreu uma pequena queda nos preços dos imóveis nas principais cidades brasileiras, atingindo o índice de -0,12%.

O FipeZap, um índice que faz o acompanhamento dos preços referentes às vendas de imóveis em  20 das principais cidades do país, registrou em setembro uma pequena queda no valor dos imóveis, chegando a uma porcentagem de -0,12%.

A queda registrada no preço do imóvel foi pequena entre os meses de agosto e setembro, mas reflete perfeitamente o atual momento do país, onde as pessoas querem comprar a casa própria, porém preferem esperar um pouco mais para verem se a situação vai melhorar e com menos compradores, a tendência é que o preço sempre caia.

Esta já é a segunda queda consecutiva apontada pelo Índice FipeZap. A queda nos preços dos imóveis foi apontada em 8 cidades, de um total de 20 que são pesquisadas, sendo elas: Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Goiânia, Niterói, Florianópolis e Contagem.

Mesmo com as quedas dos preços nos imóveis destes municípios, o FipeZap registrou um aumento no acumulado dos 9 primeiros meses deste ano, chegando a 1,38%. Neste mesmo período, que vai de janeiro a setembro de 2015, o IPCA estava esperando uma inflação de 7,58% e desta forma o valor médio do m² teve uma queda de real em torno de -5,75% este ano até o último mês de setembro.

Pelo Índice FipeZap todos os municípios que fazem parte da pesquisa, apresentaram uma variação menor que a inflação registrada até setembro, a não ser a cidade de Florianópolis. E as cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Niterói e Curitiba chegaram a registrar uma queda no mesmo período.

Levando-se em consideração o acumulado dos últimos 12 meses, período que vai de setembro de 2014 a setembro deste ano, o Índice apontou uma variação de 2,63% enquanto que o IPCA esperava uma inflação de 9,43% para este mesmo período. Neste caso, o valor dos imóveis teve uma queda real, chegando a 6,21% neste período.

Foi a nona vez seguida que a variação do FipeZap ficou abaixo da inflação quando se faz este tipo de comparação.
Para os próximos meses a situação tende a seguir em queda acentuada, já que a crise no país continua, com forte inflação, desemprego, juros altos e tudo isso vai dificultar ao brasileiro conseguir comprar seu imóvel, o que resultará nesta tendência, de queda dos preços de imóveis na maioria das cidades brasileiras.

Por Russel

Preço dos imóveis


Não é novidade para nenhuma pessoa que deseja mobiliar sua casa, que os móveis planejados são os queridinhos dos consumidores, pois aproveitam melhor o espaço interno da residência, respeitando reentrâncias e revitalizando cantos que com os móveis tradicionais não seriam utilizados. Além de embelezar qualquer ambiente, os móveis planejados têm a característica de serem extremamente flexíveis economicamente falando. Existem projetos de móveis planejados para os mais diferentes orçamentos.

Mas o que poucas pessoas sabem é que os móveis planejados são um bom negócio também para quem deseja maior durabilidade. Por serem feitos com materiais escolhidos pelos clientes, os móveis podem aliar beleza e qualidade, o que muitas vezes não é possível ao adquirir um móvel já pronto de fábrica.

Além disso, as empresas que oferecem móveis planejados aos seus clientes costumam aumentar a garantia dos móveis, além do que o determinado pela legislação. A Lei nº 8078 de 11 de agosto de 1990, em seu artigo 26 (Código de Defesa do Consumidor), comenta que a garantia que deve ser oferecida pelas empresas ao consumidor é de no mínimo três meses, e deve cobrir contra manchas e defeitos. É costume corriqueiro as empresas darem um prazo maior para a garantia dos móveis, e no caso dos planejados, esse prazo pode ser ainda maior, o que leva a uma maior economia do consumidor.

Além de economia e durabilidade, os planejados são os móveis ideais para quem quer dar um toque a mais de personalidade no ambiente. Pela possibilidade de maior liberdade de criação, cada ambiente interno fica diferente do outro. Não há padronizações. A criatividade tem infinitos caminhos.

Se você ainda está em dúvida quanto à contratação de um serviço de móveis planejados, a dica é visitar um imóvel em exposição para ter a noção real da qualidade e da aparência desses móveis. Além disso, com as opções de softwares 3D disponíveis atualmente no mercado, o cliente pode marcar um encontro com o decorador e facilmente ver como ficará o ambiente, mesmo antes que ele esteja pronto. Optar por móveis planejados é uma das soluções mais acertadas e seguras para se mobiliar a casa.

Em Curitiba, a melhor loja de móveis planejados é a Vini Móveis. Trata-se de uma empresa, com seis anos de experiência no mercado, e que tem como objetivo oferecer aos seus clientes ambientes personalizados, que aliem praticidade às últimas tendências da área de decoração. Se você busca qualidade associada a ótimos preços, certamente a Vini Móveis é a melhor opção na capital paranaense. Consulte o site (www.vinimoveis.com.br) ou ligue para (41) 3039-9929 e marque uma conversa com os projetistas e designers.


Valor de R$ 8,1 bilhões vindo do lucro do FGTS será destinado ao programa Minha Casa Minha Vida. R$ 3,3 bilhões serão aplicados em 2015 e R$ 4,8 bilhões em 2016.

Com forte pressão política para a redução de custos por conta de déficit no orçamento para 2016, Miguel Rossetto, Ministro do Trabalho e da Previdência Social, anunciou nesta terça-feira que serão destinados R$ 8,1 bilhões do lucro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o programa social Minha Casa Minha Vida.

A decisão foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS, em reunião realizada em Brasília. Desta forma, a população de baixa renda que se enquadra na faixa 1 do programa, e que é contemplado com o subsídio de 95%  do valor do imóvel, será beneficiada.

Conforme explicado por Miguel Rossetto, R$ 3,3 bilhões serão aplicados em 2015 e R$ 4,8 bilhões no ano que vem. Os recursos serão aplicados a fundo perdido e, desta forma, não retornarão aos cofres do FGTS.

Como o Conselho Curador é soberano na decisão, o Governo não precisou do apoio do Congresso Nacional para a liberação da quantia. A forma encontrada para financiar o programa social é interpretada como uma vitória de Dilma, uma vez que o não será mais necessária a utilização de verbas do orçamento geral.

Na coletiva de imprensa realizada para comunicar as novidades, o ministro Miguel Rossetto foi indagado sobre a utilização de verba pública para programa governamental possivelmente "eleitoreiro". O Ministro respondeu afirmando que a medida amplia o acesso à moradia, gera empregos e dinamiza a economia.

O Governo Dilma vive um momento extremamente delicado e necessita do apoio do Congresso para aprovação dos projetos para melhorar a economia. Após a reforma ministerial, houve uma expectativa de que a Câmara passasse a ter olhos mais simpáticos à Dilma por conta dos favorecimentos dados ao PMDB, a maioria. Entretanto, na última terça-feira a votação dos vetos presidenciais teve de ser adiada por falta de quórum, o que é considerada uma derrota para os governistas.

Por Julio Abreu

FGTS no MCMV


Índice que reajusta o valor do aluguel teve alta de 8,35% nos últimos 12 meses até setembro de 2015.

Quem paga aluguel tem um motivo a mais para se preocupar, pois o IGP-M – Índice Geral dos Preços-Mercado – teve uma alta de 8,35% nos últimos 12 meses, contando até setembro.

Só neste último mês a alta foi de 0,95%, sendo que em agosto foi de 0,28%. A pressão que resultou  neste aumento veio principalmente do contínuo aumento de preços no atacado.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – publicou no dia 29 de setembro, os dados referentes ao acumulado deste ano e o índice chegou a registrar 8,35%, lembrando que o IGP-M é utilizado para corrigir os valores do aluguel. Quem tem contrato vencendo agora, vai ter que arcar com mais este aumento nas despesas.

Para a formação do IGP-M são utilizados vários outros índices e o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, é um dos que fazem parte do IGP-M sendo que este faz a medição da variação que ocorre nos preços do atacado e é responsável por quase 60% do Índice Geral. E com a contínua alta dos preços no varejo, o IPA subiu 1,30% neste último mês de setembro, sendo que em agosto a alta foi de apenas 0,20%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor  – é responsável por 30% do índice geral e registrou uma alta em setembro de 0,32% contra 0,24% em agosto.

O grupo "Alimentação" é que vem registrando as maiores altas, pois em agosto o registro foi de 0,01% e em setembro a alta dos preços foi de 0,17%, uma alta que pesou bastante. Até as frutas que vinham mantendo o preço, tiveram elevação e o consumidor está precisando pagar mais caro por elas.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – também apresentou elevação chegando a 0,22% em setembro. Em agosto este índice registrou um aumento de 0,80%.

Com todos estes aumentos, quem paga aluguel pode esperar por um bom aumento na próxima renovação do contrato.

O IGP-M é um índice bastante utilizado e serve de referência não só para as correções nos valores dos aluguéis, como também para os próximos aumentos na conta de energia elétrica, entre outros contratos.

Por Russel

IGP-M


Índice, que é conhecido como a inflação do aluguel, registrou em setembro uma taxa 3 vezes maior que a obtida em agosto.

A inflação calculada pelo IPG-M ganhou força durante o mês de setembro e acabou encerrando o mês em 0,95%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas na última terça-feira (dia 29). Conhecido como “inflação do aluguel”, pois o índice é utilizado para o reajuste dos contratos de aluguel do país.

A taxa registrada no mês de setembro é três vezes maior do que a de agosto, onde o índice ficou em 0,28%. Já no mês de setembro do ano passado, o IGP-M registrado foi de 0,2%.

O acumulado de 12 meses foi de 8,35%. Já o acumulado em um ano até o mês de setembro teve uma alta de 6,34%.

O IGP-M tem sua base de cálculo com base nos preços que são coletados entre o período dos dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês em questão.

Na passagem do mês de agosto para o de setembro, o indicador teve aceleração puxada pelo atacado, que teve alta das taxas de 0,2% para os atuais 1,3%. Dentre os preços mais altos estão a soja com alta de 5,84%, o farelo de soja, com alta de 8,23% e o milho com alta de 4,61%.

A alta de preços para o consumidor também acelerou, passando de 0,24% para 0,32% durante o período de agosto a setembro. Para este grupo, as maiores altas foram as refeições feitas em restaurantes e bares, que tiveram alta de 0,6%, seguro e planos de saúde, que tiveram alta de 1% e também os botijões de gás, que aumentaram 3,52%.

O INCC  (Índice Nacional de Custo da Construção), que é o terceiro componente do IGP-M, foi o único que perdeu força, passando de 0,8% para os atuais 0,22%. Os itens que tiveram queda de preços foram os materiais (0,46% para 0,27%) e a mão de obra (1,27% para 0%).

Por Patrícia Generoso


Novas medidas adotadas pelo Governo encarecem o financiamento para pessoas de baixa renda e os inadimplentes podem perder seus imóveis caso não paguem suas parcelas.

O programa social de moradias do Governo Federal, Minha Casa Minha Vida, tem passado por algumas mudanças durante esse momento em que o Governo anunciou medidas provisórias por conta da crise econômica. Essas medidas criaram uma nova faixa de beneficiários, o que causará o encarecimento do financiamento para pessoas de baixa renda.

Paralelo a isso, o programa tem um outro tipo de problema: a inadimplência. Esse problema é enfrentado na chamada faixa 1, que é aquela na qual o Governo dá subsídios para que se tenha uma parcela mais baixa – esse subsídio já passa dos 20%.

De acordo com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, os inadimplentes do programa poderão perder seus imóveis caso não paguem suas parcelas do financiamento. Essa declaração foi dada na última terça-feira (22), após uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, a Caixa tem o seu plano de ação, para fazer as cobranças e evitar que aumente a inadimplência, mas que apesar disso, deixará bem claro aos moradores que providências serão adotadas, inclusive a perda do imóvel.

A posição da Caixa Econômica Federal:

De acordo com o site da Folha, anterior à declaração dada por Kassab, a Caixa Econômica Federal informou na segunda-feira (21) que os procedimentos de cobrança estavam sem alterações, assim como a retomada de imóveis para  a faixa 1 do programa. Explicou ainda que é procedimento padrão explicar aos clientes sobre a perda do imóvel em caso de não pagamento do seu financiamento.

Há como garantir a posse do imóvel:

O vice-presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) disse que há como acionar a justiça para tentar garantir a posse do imóvel, apesar da medida ser legal, pois se trata de uma execução extrajudicial, não passando pelo crivo do poder Judiciário, portanto, é possível fazer o pedido de anulação do procedimento na Justiça. Ele salienta que não é uma tarefa fácil e que cada caso deve ser analisado de forma isolada. E aponta que o melhor é o dono do imóvel não deixar chegar a esse ponto. 

Por Elia Macedo

Minha Casa Minha Vida


Até o momento, o valor dos aluguéis para imóveis comerciais caiu para R$ 107 o metro quadrado na cidade de São Paulo. A tendência é que os valores possam cair ainda mais, segundo especialistas do setor.

Ao iniciar um negócio, uma das principais decisões é em relação à localização do estabelecimento, seja ele para vendas ou administrativo. Na capital paulista, São Paulo, quase todo empresário tem interesse em ter seu negócio em uma das regiões prestigiadas da cidade.

Em meio à crise econômica enfrentada pelo Brasil, uma nova oportunidade está sendo criada para que empresas possam procurar por uma melhor localização, em especial em áreas nobres.   

Devido à crise no mercado imobiliário, os valores dos aluguéis para empresas têm caído consideravelmente este ano. E são justamente os aluguéis corporativos que passam por uma queda acentuada.

De acordo com o supervisor de pesquisa imobiliária corporativa Buildings, Jonas Libardi, em 2012 o valor médio do metro quadrado era de R$ 150. Já este ano, até o momento, caiu para R$ 107. Caso o mercado não corresponda, a tendência é que os valores possam cair ainda mais.   

As regiões da capital paulista que mais apresentaram quedas nos valores dos aluguéis foram a Vila Olímpia, com 27%; Faria Lima, com 22%; Paulista, com 14%; e Berrini, com 12,5% de queda. O principal motivo para a queda nos preços dos aluguéis está na grande oferta de imóveis nestas áreas.

No ano de 2012 a variedade de imóveis era pequena, por isso os valores dos estabelecimentos disponíveis eram inflacionados. Com vários negócios fechados e muitos escritórios devolvidos, além do grande volume de unidades criadas, o preço tende a descer para que os imóveis não fiquem parados.   

Muitas empresas estão se aproveitando deste momento para migrar a sede de suas empresas para áreas mais nobres de São Paulo. Visto que há mais empreendimentos imobiliários para serem lançados em 2016, é muito provável que a tendência do preço baixo permaneça.   

Jonas Libardi acredita que quem assinou contrato em 2012 tem ótimas possibilidades de conseguir um estabelecimento melhor em condições bastante vantajosas.

Por William Nascimento


São Paulo Home Show será realizado nos dias 26 e 27 de setembro e irá ofertar imóveis usados e seminovos com desconto real em cima do valor da avaliação do imóvel.

A RE/MAX, empresa do ramo imobiliário, realizará o São Paulo Home Show, evento que possui o objetivo de ofertar imóveis usados e seminovos com desconto real em cima do valor da avaliação do imóvel.

O intuito da RE/MAX é criar um cenário repleto de oportunidades que sejam realmente viáveis para os visitantes.

O objetivo da empresa é realizar o evento em outros estados do Brasil, São Paulo seria o pontapé inicial.

Dentre os serviços oferecidos será possível encontrar: Financiamentos, Assessoria Jurídica, Palestras, Serviços de Cartório além de Atendimento Personalizado para os visitantes.

Vale lembrar que todos os imóveis estarão abertos para visitas nos dias de realização do evento.

Dentre as centenas de oportunidades que serão oferecidas encontram-se casas e apartamentos. Um dos exemplos de venda será um apartamento localizado no bairro de Santo Amaro que possui 2 vagas na garagem, de  R$ 1.350.000,00 por R$ 1.090.000,00, o  desconto oferecido nesse caso é de 260 mil reais, há também um apartamento no bairro do Panamby com desconto de 300 mil reais.

O evento acontecerá no último final de semana do mês de setembro, no Centro Empresarial RE/MAX, dias 26 e 27 das 10h às 20h. O endereço do evento será na R. Estados Unidos, nº 1.725, no bairro Jd. América.

Para realizar a inscrição acesse www.remaxhomeshow.com.br ou entre em contato através do telefone (11) 3053-9900 para mais informações.

A RE/MAX International, conhecida por alguns de seus slogans como “O Céu é o limite" conta com quase 100 mil corretores que atuam em quase 100 países através de aproximadamente 7.000 agências.

A RE/MAX Brasil disponibiliza para todos seus franqueados a Universidade RE/MAX que oferece através de um centro de formação e aperfeiçoamento oferece ampliação do aprendizado e diretrizes de mercado por meio de estratégias educacionais, tecnológicas e que abrangem também a comunicação.

Por Beatriz 


Novas taxas de juros passarão a valer a partir do dia 1º de outubro para contratos novos feitos pelo SFH.

Financiar a casa própria está cada dia mais difícil. Após diminuir a margem de financiamento da casa própria, que antes era de 100% para 80%, a Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (dia 21), que elevará novamente os juros para o financiamento para a casa própria que utilizam os recursos da poupança. O banco está elevando as taxas pela terceira vez e justifica a escolha pela elevação das taxas básicas de juros do País (a Selic está atualmente em 14,25% ao ano).

A Caixa Econômica detém dois terços de todos os empréstimos que financiam a compra de imóveis de todo o País. Ela vem adotando medidas diferentes para restringir o acesso ao financiamento da casa própria.

A alta das taxas passa a valer a partir do dia 1º de outubro e atinge somente os novos contratos.  A taxa total para os correntistas que não forem clientes da Caixa será de 9,90%, para a compra de imóveis através do SFH (Sistema Financeiro Habitacional). Antes a taxa era de 9,45% ao ano.

Agora quem for correntista da Caixa, e os servidores públicos passarão a pagar 9,30% ao ano. Antes a taxa era de 8,80% ao ano. Os imóveis financiados pelo SFH têm preços que variam entre R$ 650 mil e R$ 750 mil.

Os financiamentos feitos pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) também sofrerão alteração. Os não clientes passarão de 11% para 11,50% ao ano, e os correntistas da Caixa e servidores públicos passarão de 10,20% para 10,70% e 10,50% para 11,20%, respectivamente. Os imóveis comerciais que estão enquadrados no SFI sofrerão um aumento bem maior, com taxa balcão chegando a 14% ao ano. Antes a taxa era de 12% ao ano.

As taxas do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, no entanto, não sofrerão nenhum reajuste, pelo que afirmou a Caixa.

A Caixa garante, que mesmo com a alta nas tarifas, continua oferecendo as melhores taxas do mercado.

Por Patrícia Generoso

Juros de casas próprias


Algumas das mudanças foram a criação de uma nova faixa para atender famílias com rendas mais baixas e o aumento da renda de quem pode participar do programa, agora tendo o limite de R$ 6.500,00.

O ministro Nelson Barbosa, do Planejamento, informou na última quinta-feira (11) que o programa Minha Casa, Minha Vida sofrerá algumas mudanças. Uma delas é a criação de uma nova faixa para atender famílias com rendas mais baixas, entre R$ 1.800,00 e R$ 2.350,00, com juros de 5% ao ano. Famílias que têm uma renda maior e que se encaixam nas regras do programa terão taxas de juros maiores que as atuais, conforme também anunciado.

Outra mudança com relação à faixa de renda: só poderia participar do programa quem tinha renda até R$ 5.000,00 e agora será permitida a participação de quem tem uma renda maior, com limite em R$ 6.500,00.

Não há ainda um cronograma pronto para 2016, pois segundo falou o ministro Nelson Barbosa, é preciso esperar a aprovação do Orçamento Geral da União para 2016 feito pelo congresso. A justifica para as mudanças é, de acordo com o ministro, que o programa deve se adequar e ajustar à atual realidade econômica do país. De acordo com Barbosa, o Governo deve continuar com o Minha Casa, Minha Vida, apresentando as condições da fase 3, cujas metas ainda não foram apresentadas,  pois o Congresso ainda tem que aprovar o Orçamento. Há a previsão de recursos, mas a nova fase do programa começará de forma mais lenta, acompanhando o cenário fiscal que se apresenta para o próximo ano.

Os dados sobre a terceira fase do programa foram apresentados aos movimentos sociais e aos empresários da construção civil, pelo ministro Nelson Barbosa, pela presidente Dilma Rousseff e por Gilberto Kassab, ministro das Cidades. Logo após, Barbosa deu entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Orçamento previsto para 2016:

Estão previstos R$ 15 bilhões para o programa no próximo ano. Parte disso será utilizada para finalizar algumas obras que estão em andamento.  Na segunda fase, foram direcionados R$ 125,7 bilhões e ainda há 1,4 milhão de moradias a serem entregues.

Por Elia Macedo

Minha Casa, Minha Vida


Em julho foram registradas 2.588 vendas de unidades em São Paulo, queda de quase 60%.

A venda de imóveis residenciais no estado de São Paulo no mês de julho teve uma queda de quase 60%.  No mês de julho foram registradas 2.588 vendas de unidades, número que recuou para 1.042 no mês de agosto. Os números são de uma pesquisa realizada pelo Sindicado da Habitação do estado de São Paulo (Secovi-SP).

Mas o número de vendas do mês de julho, quando comparado com o mesmo período do ano passado, teve um aumento de 41,6% das vendas. A explicação é que o evento da Copa do Mundo afetou de certa forma negativamente o mercado imobiliário no país no ano de 2014.

Os lançamentos também tiveram queda. Os dados são da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). No mês de julho, o número de unidades residenciais lançadas foi de 825, o que representou uma queda de 59,5% em relação ao mês de junho e de 26,9% se relacionado com o mês de julho do ano anterior.

Segundo a Secovi, os lançamentos do mês de julhos deste ano tiveram o menor número registrado, desde o ano de 2005.

Dos imóveis vendidos registrados, 49,3% tinham dois quartos. Eram 514 unidades, com valor médio de venda de R$ 358 mil. O valor era bem próximo ao registrado no mês anterior (em junho, o valor era de R$ 350 mil por unidade). Já os imóveis com apenas um quarto, representaram uma porcentagem de 31,9% do total de vendas, (332 vendidas). O terceiro lugar ficou com os imóveis de três quartos, representando 16,2% do total de vendas (169 vendidos). Por último, apareceram os imóveis com quatro ou mais quartos, que representavam 2,6% do total de vendas (somente 27 unidades vendidas).

Claudio Bernardes, presidente do sindicato afirma que percebe-se uma tendência dos empresários para se ajustar as atuais regras, utilizando criatividade, mesmo diante das incertezas econômicas. Para ele, no entanto, não é preciso somente viabilizar a venda de imóveis para quem procura moradia, é preciso também oferecer boas condições de financiamento residencial, com melhores taxas de juros e condições adequadas a cada cliente.

Por Patrícia Generoso

Venda de imóveis


Com a crise econômica no Brasil, as pessoas estão retirando o dinheiro da poupança e isso interfere no crédito para a aquisição da casa própria, que tem ficado cada vez menor.

Com a inflação em alta, deixar dinheiro na poupança já não é tão vantajoso, aliás, quem tem dinheiro na poupança está tendo prejuízo. Desta forma, o brasileiro está tirando suas economias da poupança e com a queda do saldo na caderneta de poupança, o crédito para a casa própria tem ficado cada vez menor.

Neste ano, até o mês de agosto, os saques já superaram os depósitos em mais de R$ 48 bilhões e com isso as restrições ao crédito estão só aumentando, dificultando para o brasileiro que pretendia comprar agora a sua casa própria, principalmente a população da classe média, que é uma faixa da população que consegue no SBPE – Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, as melhores condições do mercado por causa das taxas serem menores.

Flávio Prando, vice-presidente do SECOVI de São Paulo, disse que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão operando acima do que é exigido de repassar ao SFH 65% do valor depositado na poupança.

Ainda de acordo com Prando, a tendência é que este quadro piore nos próximos meses, pois a taxa Selic não apresentará uma queda o que faz com que investir na caderneta de poupança não atraia ninguém e quem já está, aos poucos vai buscando outros investimentos para deixar seu dinheiro.

Cláudia Magalhães, que é pesquisadora na USP, revela que os bancos privados tenham apenas 40% dos valores, voltados para o financiamento de moradia pelo SFH. É que o ambiente econômico não favorece este empréstimo, pois o custo do financiamento vem subindo muito e as famílias estão tendo este acesso restringido.

Um projeto de lei propõe o FGTS igualar à poupança, o que trará mais dificuldade ainda para o crédito habitacional, pois o FGTS é o principal recurso para se obter financiamento para o "Minha Casa Minha Vida", com taxas que vão de 4% a 6,6%. Se este projeto for mesmo aprovado, a remuneração do fundo vai de 3% para 6% e a classe média baixa ficará impossibilitada de ter acesso a este crédito.

Por Russel

Casa própria


Em julho deste ano a queda nos preços dos aluguéis foi de 0,5%.

Devido à crise econômica a questão dos aluguéis de imóveis está tendo mais evidência atualmente. Porém, não é algo novo. De acordo com levantamentos feitos pelo Índice FipeZap os aumentos que dizem respeito aos aluguéis, desde o ano de 2010, vêm sofrendo uma relativa desaceleração. O FipeZap faz a análise dos preços de locação de imóveis em um total de nove cidades do país.

De acordo com as informações do Fipe em 2010 a subida dos preços ficou na faixa dos 18,56%. No ano seguinte, 2011, em 17,30%. Na sequência temos 2012 com 10,58%, 2013 com 7,86%. Já em 2014 o registrado foi de 2,68%. Neste ano, no acumulado até o mês de julho a queda foi para 0,5%.

De uma maneira geral o que esses números dizem exatamente? Bom, o mais importante é que eles apontam para algo pouco usual: o fato de que as negociações feitas entre os inquilinos e os proprietários estão puxando os preços dos aluguéis para baixo.

O Rio de Janeiro, por exemplo, teve até bem pouco tempo a maior explosão de preços. Porém, com as mudanças no mercado está ocorrendo uma desaceleração cada vez maior. Para se ter ideia, de acordo com dados do índice, o preço dos imóveis apenas nos primeiros sete meses do ano obteve um acumulado (queda) de 3,59%.

Em São Paulo, segundo informações levantadas pelo Sindicato das Empresas de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a redução acabou em 1% menor. Para o acumulado do ano a queda foi de 1,8%.

Isso tudo apenas prova um fato: devido à crise os locadores de imóveis têm se portado de maneira mais fácil de forma a ajustar os preços conforme a necessidade do inquilino.

Mesmo assim, é importante chamar a atenção para um aspecto interessante. Essa redução de preços não acontece em todos os lugares do país. Até mesmo na mesma cidade pode acontecer de uma região baixar e outra aumentar significativamente.

A dica que fica no meio disso tudo é tentar aproveitar ao máximo para negociar.

Por Denisson Soares

Aluguel


Queda foi a primeira registrada desde o ano de 2008.

Em agosto, os valores para compras de imóveis registram baixa de 0,1%, segundo reportagem do jornal “O Globo”. A reportagem destaca que se trata da primeira queda registrada desde o ano de 2008.

A reportagem ainda destaca que a cidade do Rio de Janeiro teve recuo registrado nos últimos meses do ano, contudo a cidade ainda mantém os imóveis mais caros do país, em segundo lugar está São Paulo. De acordo com a matéria do “O Globo”, o metro quadrado em território carioca custa cerca de R$ 10.593 em áreas nobres, como a zona sul.

Mercado imobiliário em SP:

Pesquisa realizada pelo Secovi- SP e divulgada no mês de agosto, no site da entidade, destaca aumento de vendas de imóveis em São Paulo, nos meses anteriores a agosto e setembro. Foram cerca de 2.588 unidades vendidas na capital paulista.

Isso significa uma alta de 20,4% nas comercializações, em relação às vendas de 2014, nos primeiros meses. Lembrando que em junho de 2015, São Paulo teve 27.448 imóveis disponíveis para a comercialização.

Minha Casa, Minha Vida 3:

Recentemente, o ministro das Cidades,Gilberto Kassab, anunciou que o Governo Federal vai implantar a fase 3 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo informações publicadas na página da Secovi, o anúncio oficial deve ocorrer nesta semana, provavelmente, a partir do dia 10 de setembro.

Contudo, reportagem do “Diário de Pernambuco” menciona que o anúncio deve ser adiado, com base em informações de bastidores de setores da construção civil. A reportagem cita a possibilidade de que o governo não tenha conseguido estabelecer as novas regras e “parâmetros” para o programa, dentro do prazo estipulado. O portal “R7” também publicou reportagem em que destaca o adiamento do anúncio da nova fase do programa. Embora, a presidente Dilma tenha confirmado pelo Twitter que o lançamento seria dia 10 de setembro, especula-se nos bastidores, de acordo com a reportagem, que o governo terá de adiar o início dessa nova fase, pois há muitas “indefinições quanto ao orçamento” para o ano que vem.

Por Letícia Veloso

Preço dos imóveis


É importante ficar atento a alguns detalhes antes de comprar um imóvel na planta para não ter arrependimentos futuros.

Depois de 10 anos de expansão do crédito imobiliário no Brasil, o ano de 2015 não trouxe boas notícias para o setor. O ano começou com uma restrição no crédito do financiamento de imóveis. As construtoras estão tentando evitar que o mercado sofra um desaquecimento e cada vez mais estão oferecendo melhores condições de pagamento, facilidades para a compra e promoções, a fim de conquistar novamente os clientes. Nesse cenário, quem vai comprar um imóvel na planta, deve estar atento a todas as promessas e facilidades prometidas. Confira algumas dicas para evitar cair em ciladas:

1 –      De olho na qualidade:

Fique atento à qualidade do imóvel que escolher e também a outros oferecidos pela construtora. É importante avaliar se a infraestrutura do imóvel é equivalente ao bairro escolhido e também às suas necessidades. Avalie a qualidade também dos materiais utilizados, através do memorial descritivo.

2 –      Condições:

Fique de olho nos prazos de começo e término da obra, prestações e reajustes, que no caso de um financiamento inferior a 36 meses deve ser anual e mensal se o seu contrato for mais longo. Se sua obra for financiada pelo Sistema Brasileiro de Habitação, o índice de juros deve estar identificado nos boletos de pagamento.

3 –      Publicidade:

Guarde os panfletos, pois eles são a promessa do que a empresa irá lhe entregar. O artigo 30 do código do consumidor lhe assegura seus direitos quanto a propagandas enganosas. Verifique se o que consta nos panfletos condiz com o memorial descritivo de materiais da obra e com a planta que foi aprovada pela prefeitura local. Você pode ter acesso a esse documento facilmente no cartório imobiliário em que sua obra está registrada. Aproveite para conferir se a obra está corretamente registrada.

4 –      Equipe:

Confira se os arquitetos e engenheiros são qualificados, inclusive verificando seus registros profissionais.

5 –      Contrato e Multas:

Leia o contrato com cuidado, tirando todas as dúvidas que possuir imediatamente, antes de assinar o documento. Se o vendedor não quiser esclarecer suas dúvidas procure um posto do Procon.

Ao ler o contrato, observe se há existência de multa de ressarcimento no caso de atraso da entrega final do imóvel. Esse item é bem importante, pois evita adiamentos constantes do prazo final.

Por Patrícia Generoso

Comprar um imóvel na planta


Valores do aluguel residencial ficaram mais baixos em julho deste ano. Queda em São Paulo foi de 1,8%.

O setor imobiliário sente cada vez mais os efeitos do cenário econômico que o país vem passando. Dessa vez são os valores referentes ao aluguel residencial, o qual ficou mais barato no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado. Os valores para locação de imóveis, em São Paulo, recuaram 1,8% em relação a julho de 2014. Neste mesmo período, a inflação acumulou alta de 6,97%, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Os imóveis de três quartos foram os que tiveram a maior redução, de 1,4% no mês de julho em relação a junho. Em seguida estão os imóveis de dois dormitórios, cuja redução chegou a 1,1% e de um dormitório, a baixa foi de 0,6%. Pode parecer pouco, mas já representa uma vitória para quem precisa alugar um imóvel. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi).

A variação entre o preço cobrado pelo aluguel e a inflação tende a aumentar, caso a inflação continue subindo. O cenário permite aos inquilinos negociarem descontos e redução de valores junto aos senhorios, tendo em vista a maior oferta de imóveis e diminuição dos valores cobrados.

Os preços dos alugueis têm a tendência de se ajustarem mais depressa do que o preço de venda dos imóveis, uma vez que é mais fácil negociar com o proprietário. Em comparação ao preço do aluguel, os imóveis para a venda tiveram uma queda em ritmo menos acelerado, contudo, também é observada uma redução no preço desse tipo de imóvel.

Outro motivo para a redução diz respeito ao aumento que ocorreu no preço dos alugueis nos últimos anos, principalmente na Copa do Mundo. É natural que sejam feitos ajustes nos valores para que haja um certo equilíbrio. O mercado de trabalho enfrenta dificuldades e o desemprego sobe. Os salários reais e o poder de compra do brasileiro têm diminuído, favorecendo a queda nos preços. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Aluguel residencial


Queda registrada foi de 16%, com somente 14,6 mil unidades lançadas.

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) juntamente com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) fizeram a divulgação de um estudo nesta última quarta-feira, dia 19 de agosto, em que segundo as estatísticas obtidas ficou constatado que os lançamentos de imóveis no País tiveram uma redução de 16% com relação à comparação feita com os dados obtidos no mesmo período do ano passado.

O trimestre considerado nessa pesquisa foi entre os meses de abril a junho, sendo que ao ser analisado o deste ano foi constatado que somente 14,6 mil unidades foram lançadas neste período. No entanto, quando os dois órgãos fizeram a comparação relativa à média de um trimestre considerando os meses março, abril e maio deste ano, foi verificada uma alta de significativos 20%.

Já no segundo trimestre deste ano, os dados revelaram que as unidades comercializadas, em âmbito nacional, somaram apenas 25,7 mil, valor este que representa uma queda de 17% tomando como referência a comparação dos números mensurados no ano passado, sendo que com relação aos três meses até o mês de maio, a redução mensurada foi de 5%.

Este estudo também conseguiu demonstrar que no período compreendido entre os meses de abril a junho deste ano foram entregues aos proprietários 31,6 mil novos imóveis, valor este que representa um acréscimo de 5% na comparação anual e de 3% referente ao trimestre que se encerrou no mês de maio.

No segundo trimestre, as vendas atingiram ao equivalente a 22,8% da oferta do período, o que resultou 2,7 pontos percentuais a menos do que o índice registrado nos três meses encerrados em junho do ano de 2014 e um decréscimo de 2,2 pontos percentuais na comparação feita com o trimestre findado em maio.

Diante deste estudo, foi constatado que, no final do período, havia disponíveis no mercado 99 mil unidades para compra, considerando o universo das empresas que foram pesquisadas. Em termos de comparação, se formos analisar o ritmo deste trimestre seriam necessários o total de 13,2 meses para conseguir comercializar toda a oferta disponível atualmente, frente 11,8 meses que foram mensurados no ano passado.

Então, diante de todos estes números a revelação feita por esta pesquisa corrobora mais uma vez o que todos os especialistas vêm explicando, ou seja, que o momento econômico do País, infelizmente, não está favorável.

Por Adriano Oliveira

Lançamentos de imóveis

Foto: Divulgação


Com a crise que assola o País, estrangeiros demonstram interesse em adquirir imóveis em território brasileiro.

O cenário econômico brasileiro tem deixado os estrangeiros de olho no mercado imobiliário do País. Isso porque o ambiente apresenta juros altos, queda das vendas e grandes ofertas de empreendimentos na área imobiliária no Brasil.  Com isso, o setor, que passa por dificuldades, acabou por optar pela venda de ativos, como uma estratégia para se livrar do sufoco financeiro. Esse desespero na venda de ativos vem sendo aproveitada pelos investidores internacionais, que a cada dia estão mais interessados no mercado nacional.

O empreendedor estrangeiro já percebeu que os preços dos imóveis no Brasil estão muito baratos, e o cenário é ideal para eles, já que o dólar está em alta. Esse cenário perfeito para os negociadores estrangeiros vem atraindo importantes empresas, influenciadas pela atuação de grupos como Blackstone, GazitGlobe e Brookfield.

A previsão é de que os preços dos imóveis caiam para os próximos 6 a 12 meses, pelas incertezas econômicas que o país vem enfrentando. De olho nesse lucrativo negócio algumas empresas de consultoria do setor estão mediando negociações de compra para investidores estrangeiros, que estão interessados no possível lucro dos imóveis brasileiros.

Dessa forma, as empresas de consultoria também conseguem burlar a crise, explorando um mercado em potencial mesmo em meio a um cenário pessimista da economia.

O momento também é excelente para quem deseja comprar imóveis já alugados. Os empresários aproveitam-se da tendência dos locatários estarem buscando aluguéis mais em conta ou melhores negociações para mudarem para escritórios de melhor qualidade.

Mas nem só os estrangeiros estão de olho na queda dos preços dos imóveis nacionais: alguns grupos brasileiros também pretendem investir no setor, mas sem pressa. A ideia desses grupos é investir no setor no próximo ano, quando acreditam que a economia já pode estar numa situação mais definida.

Não só os imóveis residenciais e escritórios atraem o olhar dos investidores. Os shopping centers também podem ser um excelente investimento. No ano passado, a empresa estrangeira HSI comprou o  Fashion Mall, localizado no Rio de Janeiro, do Grupo BR Malls, em uma negociação de R$ 175 milhões.

Por Patrícia Generoso

Mercado imobiliário

Foto: Divulgação


Foram vendidas 2.588 unidades residenciais na capital de São Paulo, o que representa uma alta de 20,4% em comparação ao mês de maio.

Só em junho foram vendidas 2.588 novas unidades residenciais na capital São Paulo, o que representa um percentual de 20,4% a mais do que no mês de maio. Os dados são do sindicato da habitação (Secovi), que mostra um aumento de 141,4% em relação ao mesmo período do ano passado em que estava sendo realizada a Copa do Mundo de futebol.

Desse percentual, 57,6% foram de imóveis de dois dormitórios, com preço médio de R$ 350 mil. Os imóveis de três dormitórios tiveram o percentual de 20,2% de aumento, o que representa 524 unidades. Os de um dormitório ficaram com 20,1% e os de 4 ou mais dormitórios representaram 2% do total de vendas no mês de junho.

A oferta de imóveis em São Paulo ainda é grande, uma vez que no fim do mês de julho ainda existiam 27.448 unidades disponíveis. Mesmo representando uma queda de 2,4% em relação a maio, não é possível comemorar o resultado. Segundo o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, em comunicado, o cenário ainda é de apreensão, uma vez que a base de comparação é fraca e fora da normalidade do mercado.

Apesar dos ajustes que o mercado realizou, as expectativas são das melhores e isso vale para todos os setores da economia. Claudio afirma que houve um recuo nos lançamentos de imóveis novos de 15,6% sobre junho, ante ao mesmo período do ano passado. Se comparado a maio, o percentual foi de 15,3% a menos.

O estoque de imóveis residenciais em São Paulo (capital) em junho diminuiu em 2,4% sobre o mês anterior, chegando a pouco mais de 27 mil unidades. Em nota, a Secovi anunciou que foi registrado o esgotamento de inúmeros projetos habitacionais, os quais já teriam sido aprovados pelos órgãos competentes e a Prefeitura, conforme o Plano Diretor da cidade e que os novos projetos, terão um custo de produção ainda maior. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Venda de imóveis em SP

Foto: Divulgação


Será votado na próxima semana um projeto que visa alterar a maneira de correção do FGTS. Todos os depósitos que forem feitos a partir de 1º de janeiro de 2016 teriam uma rentabilidade semelhante a da poupança, ou seja, correção pela TR + 0,5% ao mês.

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados aprovou no dia 11 o projeto que mudará a forma de correção do FGTS. A proposta já estava correndo com regime de urgência e tem a defesa do líder da câmara, deputado Eduardo Cunha. A proposta já estaria na pauta para votação do plenário, mas a aprovação feita pela CCJ tem por objetivo reduzir os trâmites para quando ela for analisada. A espera era de que a proposta entrasse em votação na quarta-feira (dia 12), porém o presidente da câmara Eduardo Cunha, sinalizou para o plenário que a votação será feita na próxima semana.

Cunha recebeu a cobrança do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP). O deputado trouxe ainda um grupo ligado à força sindical para pressionar a câmara e acompanhar a sessão. Os cerca de 30 participantes do grupo levado por Paulo Pereira, empunhavam cartazes apoiando a correção do FGTS e saudaram o presidente da câmara aos gritos, aclamando o deputado como “guerreiro”, e afirmando que o mesmo “trabalha pelo povo brasileiro”.

Mesmo com a pressão dos manifestantes, a proposta teve que ficar para a próxima semana, pois a prioridade da câmara seria votar a lei antiterrorismo, que estaria trancando a pauta, e também concluir a tão falada reforma política brasileira.

Pelo projeto aprovado, todos os depósitos que forem feitos a partir de 1º de janeiro do próximo ano renderão semelhantemente à caderneta de poupança. As contas terão correção pela TR mais 0,5% ao mês, toda vez que a Selic estiver superior a 8,5% ao ano. Quando a Selic estiver inferior a 8,5% ao ano, a correção será então na TR, que será acrescida de 70% da taxa Selic. A proposta praticamente dobra a remuneração das contas de FGTS. Atualmente o rendimento do FGTS é de 3% ao ano.

A proposta muda a fórmula, para os novos depósitos, da correção do FGTS. O governo se mostrou contra a proposta, por acreditar que o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida seria afetado. Atualmente o programa utiliza os fundos do FGTS como forma de entrada para o financiamento

O argumento usado pelo governo é de que se o texto realmente for aprovado pela câmara, os custos dos financiamentos também terão que ser elevados. A Caixa Econômica Federal calcula que as prestações de empréstimos para financiar a casa própria podem se elevar em até 38%. A presidente Dilma Rousseff anda preocupada com o aumento e pediu ao deputado Cunha, que adiasse a votação para o segundo semestre do ano, para que não inviabilizasse completamente a terceira edição do programa Minha Casa, Minha Vida.

Mas ao que tudo indica, e se depender da pressão dos presentes na câmara na plenária do dia 12, o projeto realmente será votado na próxima semana. Resta ao povo brasileiro esperar, e torcer.

Por Patrícia Generoso

FGTS


Nos últimos 12 meses, o IGP-M, chamado de inflação do aluguel, acumula alta de 7,36% e a tendência é que continue subindo até o final deste ano.

A inflação do aluguel continua subindo e sacrificando ainda mais os brasileiros que ainda não possuem a casa própria. Nos últimos 12 meses a inflação do aluguel acumulou uma alta de 7,36% e a tendência é que continue subindo até o final do ano.

Para complicar a situação destes brasileiros, está ficando cada vez mais difícil adquirir a casa própria, os empréstimos estão mais raros e os juros mais altos. Na hora de escolher entre sair do aluguel para comprar a casa própria, é preciso pensar muito e fazer bastantes cálculos para não ter surpresas desagradáveis mais adiante.

Neste mês de agosto, com a economia apresentando queda generalizada e as pessoas evitando novos contratos, o IGP-M acabou perdendo um pouco de sua força e ficou em 0,65%.

O IGP-M – Índice Geral de Preços, é chamado por muitos como a "inflação do aluguel" uma vez que os reajustes dos aluguéis, em sua grande maioria, são reajustados tendo o IGP-M como base. Apesar de ter perdido força em agosto, a inflação do aluguel nos últimos 12 meses continua alta e sacrificando quem tem que renovar seu contrato de aluguel agora ou vai precisar alugar um imóvel.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – informou que o indicador chegou a acumular 7,36% nestes últimos 12 meses e para este ano, o índice já chegou a 5,16%.

Um dos fatores que contribuíram para fazer o IGP-M cair foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, que é um índice que faz a medição dos preços no atacado. Ele é utilizado para fazer os cálculos do IGP-M e teve uma variação negativa que chegou a 0,06%. Em julho, o IPA tinha apresentado um avanço de 0,56%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – é considerado como "inflação do varejo" e este índice também é aplicado no cálculo do IGP-M e teve uma variação de 0,14% sendo que em julho ficou em 0,48%.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – tem um peso bem abaixo dos outros índices, mas também ajuda a calcular a inflação do aluguel e ele ficou abaixo do esperando, com uma variação de 0,94%.

Por Russel

Inflação do aluguel

Foto: Divulgação


O sonho da casa própria faz parte da vida de vários brasileiros, mas é preciso muito cuidado, análises, pesquisas e planejamento para tornar esse sonho em realidade.

Quem ainda não tem o seu imóvel sabe que o maior sonho é ter uma casa própria, porém, é preciso ter muito cuidado ao comprar seu imóvel, do contrário você poderá ter uma tremenda dor de cabeça.

Atualmente, com os planos e facilidades oferecidos, parece que ficou fácil comprar sua casa própria, mas não é bem assim. A compra de um imóvel exige um planejamento e muita cautela, do contrário, você além de não conseguir ter sua casa própria, poderá adquirir uma grande dívida e muitos problemas.

Por isso, antes de comprar a casa própria é preciso fazer um levantamento para saber qual o orçamento que você tem disponível para realizar a compra. Não adianta sonhar com uma casa de 3 ou 4 quartos, se o seu orçamento só lhe permite comprar um imóvel de 2 quartos.

O importante é nunca comprometer mais que 30% da renda familiar com o pagamento das prestações de sua casa própria e é importante também, que se tenha uma reserva financeira, para o caso de alguma eventualidade.

Quando estiver pensando em comprar seu imóvel, procure pensar a longo tempo. Hoje você pode estar sozinho, ou casado, mas daqui a um, dois ou cinco anos, sua família estará maior? Por isso é preciso fazer um bom planejamento, para não se arrepender depois e aí será tarde demais.

Se você for comprar um imóvel usado, é preciso ainda mais cuidado, pois terá que fazer uma averiguação completa, tanto em relação ao estado do imóvel como também em relação à documentação do mesmo. Muitas pessoas, quando vão vender o imóvel, passam uma mão de tinta nas paredes e deixam o imóvel com aparência de novo e isso pode esconder trincas, infiltrações, problemas na parte hidráulica, entre outros.

Então tome muito cuidado e, se for preciso, chame um profissional de sua confiança para fazer uma avaliação para você.

Fique atento ainda a outros detalhes como o número de vagas na garagem, a posição do imóvel em relação ao sol, procure conhecer a vizinhança, verifique se há indústrias ou empresas próximas ao imóvel, ou até mesmo um comércio de grande porte, que poderá lhe causar algum transtorno e faça o levantamento da documentação completa do imóvel, valor do IPTU, do condomínio, etc.

O que você nunca pode fazer, é comprar sua casa própria baseado no lado emocional, ou simplesmente porque achou o imóvel “bonito”.

Seja cauteloso ao extremo e assim estará evitando muitos transtornos futuros.

Por Russel

Comprar um imóvel


Queda registrada foi de 16% no primeiro semestre deste ano. O valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014.

O cenário econômico brasileiro não tem sido favorável a novos investimentos e muito menos à aquisição de novos empréstimos, principalmente no que diz respeito a empréstimos para a compra ou construção de imóveis e, por isso, o financiamento imobiliário apresentou uma queda de 16% no primeiro semestre do ano.

O volume dos empréstimos realizados chegou a R$ 5,9 bilhões no mês de junho e em comparação ao mês de maio, teve um aumento de 5,1%, porém, em comparação ao mesmo período de 2014, a queda registrada foi de 35,6%.

A informação foi divulgada pela Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário, nesta última quarta-feira (05) e mostrou a situação preocupante também neste setor. Apesar do aumento entre os meses de maio e junho, este volume ficou abaixo de todos os demais, desde fevereiro de 2013, quando foi registrado um volume de R$ 5,8 bilhões para o crédito imobiliário.

De acordo com a própria Acebip, um dos motivos que levou a este baixo desempenho foram as medidas que alguns agentes de mercado adotaram, pois foram medidas restritivas, uma vez que houve redução também nos recursos da poupança.

No primeiro semestre deste ano, o valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014, chegando a ficar 15,8% abaixo do valor que foi destinado no ano passado neste mesmo período.

Foram destinados recursos para construção e também para aquisição de um total de 25,6 mil imóveis só no mês de junho, mas ainda assim, o resultado ficou 40,6% abaixo do que foi registrado no mesmo mês em 2014. Já em comparação ao mês de maio deste ano, houve um crescimento de 26,3% no montante de imóveis que foram financiados.

Já no período do primeiro semestre deste ano, mais de 200 mil imóveis puderam ser financiados e em relação ao primeiro semestre do ano passado, a queda foi de 22,1%.

No período de 12 meses, indo até junho deste ano, o total de imóveis financiados foi de 481,5 mil, apresentando uma redução de 11,1% em comparação aos 12 meses anteriores.

Por Russel

Financiamento imobiliário





CONTINUE NAVEGANDO: