Valores do aluguel residencial ficaram mais baixos em julho deste ano. Queda em São Paulo foi de 1,8%.

O setor imobiliário sente cada vez mais os efeitos do cenário econômico que o país vem passando. Dessa vez são os valores referentes ao aluguel residencial, o qual ficou mais barato no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado. Os valores para locação de imóveis, em São Paulo, recuaram 1,8% em relação a julho de 2014. Neste mesmo período, a inflação acumulou alta de 6,97%, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Os imóveis de três quartos foram os que tiveram a maior redução, de 1,4% no mês de julho em relação a junho. Em seguida estão os imóveis de dois dormitórios, cuja redução chegou a 1,1% e de um dormitório, a baixa foi de 0,6%. Pode parecer pouco, mas já representa uma vitória para quem precisa alugar um imóvel. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi).

A variação entre o preço cobrado pelo aluguel e a inflação tende a aumentar, caso a inflação continue subindo. O cenário permite aos inquilinos negociarem descontos e redução de valores junto aos senhorios, tendo em vista a maior oferta de imóveis e diminuição dos valores cobrados.

Os preços dos alugueis têm a tendência de se ajustarem mais depressa do que o preço de venda dos imóveis, uma vez que é mais fácil negociar com o proprietário. Em comparação ao preço do aluguel, os imóveis para a venda tiveram uma queda em ritmo menos acelerado, contudo, também é observada uma redução no preço desse tipo de imóvel.

Outro motivo para a redução diz respeito ao aumento que ocorreu no preço dos alugueis nos últimos anos, principalmente na Copa do Mundo. É natural que sejam feitos ajustes nos valores para que haja um certo equilíbrio. O mercado de trabalho enfrenta dificuldades e o desemprego sobe. Os salários reais e o poder de compra do brasileiro têm diminuído, favorecendo a queda nos preços. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Aluguel residencial


Foram vendidas 2.588 unidades residenciais na capital de São Paulo, o que representa uma alta de 20,4% em comparação ao mês de maio.

Só em junho foram vendidas 2.588 novas unidades residenciais na capital São Paulo, o que representa um percentual de 20,4% a mais do que no mês de maio. Os dados são do sindicato da habitação (Secovi), que mostra um aumento de 141,4% em relação ao mesmo período do ano passado em que estava sendo realizada a Copa do Mundo de futebol.

Desse percentual, 57,6% foram de imóveis de dois dormitórios, com preço médio de R$ 350 mil. Os imóveis de três dormitórios tiveram o percentual de 20,2% de aumento, o que representa 524 unidades. Os de um dormitório ficaram com 20,1% e os de 4 ou mais dormitórios representaram 2% do total de vendas no mês de junho.

A oferta de imóveis em São Paulo ainda é grande, uma vez que no fim do mês de julho ainda existiam 27.448 unidades disponíveis. Mesmo representando uma queda de 2,4% em relação a maio, não é possível comemorar o resultado. Segundo o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, em comunicado, o cenário ainda é de apreensão, uma vez que a base de comparação é fraca e fora da normalidade do mercado.

Apesar dos ajustes que o mercado realizou, as expectativas são das melhores e isso vale para todos os setores da economia. Claudio afirma que houve um recuo nos lançamentos de imóveis novos de 15,6% sobre junho, ante ao mesmo período do ano passado. Se comparado a maio, o percentual foi de 15,3% a menos.

O estoque de imóveis residenciais em São Paulo (capital) em junho diminuiu em 2,4% sobre o mês anterior, chegando a pouco mais de 27 mil unidades. Em nota, a Secovi anunciou que foi registrado o esgotamento de inúmeros projetos habitacionais, os quais já teriam sido aprovados pelos órgãos competentes e a Prefeitura, conforme o Plano Diretor da cidade e que os novos projetos, terão um custo de produção ainda maior. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Venda de imóveis em SP

Foto: Divulgação


O sonho da casa própria faz parte da vida de vários brasileiros, mas é preciso muito cuidado, análises, pesquisas e planejamento para tornar esse sonho em realidade.

Quem ainda não tem o seu imóvel sabe que o maior sonho é ter uma casa própria, porém, é preciso ter muito cuidado ao comprar seu imóvel, do contrário você poderá ter uma tremenda dor de cabeça.

Atualmente, com os planos e facilidades oferecidos, parece que ficou fácil comprar sua casa própria, mas não é bem assim. A compra de um imóvel exige um planejamento e muita cautela, do contrário, você além de não conseguir ter sua casa própria, poderá adquirir uma grande dívida e muitos problemas.

Por isso, antes de comprar a casa própria é preciso fazer um levantamento para saber qual o orçamento que você tem disponível para realizar a compra. Não adianta sonhar com uma casa de 3 ou 4 quartos, se o seu orçamento só lhe permite comprar um imóvel de 2 quartos.

O importante é nunca comprometer mais que 30% da renda familiar com o pagamento das prestações de sua casa própria e é importante também, que se tenha uma reserva financeira, para o caso de alguma eventualidade.

Quando estiver pensando em comprar seu imóvel, procure pensar a longo tempo. Hoje você pode estar sozinho, ou casado, mas daqui a um, dois ou cinco anos, sua família estará maior? Por isso é preciso fazer um bom planejamento, para não se arrepender depois e aí será tarde demais.

Se você for comprar um imóvel usado, é preciso ainda mais cuidado, pois terá que fazer uma averiguação completa, tanto em relação ao estado do imóvel como também em relação à documentação do mesmo. Muitas pessoas, quando vão vender o imóvel, passam uma mão de tinta nas paredes e deixam o imóvel com aparência de novo e isso pode esconder trincas, infiltrações, problemas na parte hidráulica, entre outros.

Então tome muito cuidado e, se for preciso, chame um profissional de sua confiança para fazer uma avaliação para você.

Fique atento ainda a outros detalhes como o número de vagas na garagem, a posição do imóvel em relação ao sol, procure conhecer a vizinhança, verifique se há indústrias ou empresas próximas ao imóvel, ou até mesmo um comércio de grande porte, que poderá lhe causar algum transtorno e faça o levantamento da documentação completa do imóvel, valor do IPTU, do condomínio, etc.

O que você nunca pode fazer, é comprar sua casa própria baseado no lado emocional, ou simplesmente porque achou o imóvel “bonito”.

Seja cauteloso ao extremo e assim estará evitando muitos transtornos futuros.

Por Russel

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