Queda foi a primeira registrada desde o ano de 2008.

Em agosto, os valores para compras de imóveis registram baixa de 0,1%, segundo reportagem do jornal “O Globo”. A reportagem destaca que se trata da primeira queda registrada desde o ano de 2008.

A reportagem ainda destaca que a cidade do Rio de Janeiro teve recuo registrado nos últimos meses do ano, contudo a cidade ainda mantém os imóveis mais caros do país, em segundo lugar está São Paulo. De acordo com a matéria do “O Globo”, o metro quadrado em território carioca custa cerca de R$ 10.593 em áreas nobres, como a zona sul.

Mercado imobiliário em SP:

Pesquisa realizada pelo Secovi- SP e divulgada no mês de agosto, no site da entidade, destaca aumento de vendas de imóveis em São Paulo, nos meses anteriores a agosto e setembro. Foram cerca de 2.588 unidades vendidas na capital paulista.

Isso significa uma alta de 20,4% nas comercializações, em relação às vendas de 2014, nos primeiros meses. Lembrando que em junho de 2015, São Paulo teve 27.448 imóveis disponíveis para a comercialização.

Minha Casa, Minha Vida 3:

Recentemente, o ministro das Cidades,Gilberto Kassab, anunciou que o Governo Federal vai implantar a fase 3 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo informações publicadas na página da Secovi, o anúncio oficial deve ocorrer nesta semana, provavelmente, a partir do dia 10 de setembro.

Contudo, reportagem do “Diário de Pernambuco” menciona que o anúncio deve ser adiado, com base em informações de bastidores de setores da construção civil. A reportagem cita a possibilidade de que o governo não tenha conseguido estabelecer as novas regras e “parâmetros” para o programa, dentro do prazo estipulado. O portal “R7” também publicou reportagem em que destaca o adiamento do anúncio da nova fase do programa. Embora, a presidente Dilma tenha confirmado pelo Twitter que o lançamento seria dia 10 de setembro, especula-se nos bastidores, de acordo com a reportagem, que o governo terá de adiar o início dessa nova fase, pois há muitas “indefinições quanto ao orçamento” para o ano que vem.

Por Letícia Veloso

Preço dos imóveis


Queda atinge o patamar de 4,94%. As cidades onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a Fipe, mostrou que o preço médio dos imóveis no Brasil já registra uma queda real em 2015. Ao todo, essa pesquisa destaca que essa queda já chega a 4,94%, incluindo nessa taxa o desconto da inflação. Vale destacar que esse resultado é obtido através do índice FipeZap. Tal índice monitora o preço de imóveis em nada menos que 20 cidades brasileiras.

O índice FipeZap, que serviu de base para a pesquisa aqui citada, mostrou que houve uma alta de 1,51% nos preços dos imóveis. Porém, entre janeiro e julho de 2015 a inflação registrou 6,79% de acúmulo. Portanto, esse é o grande resultado da queda real de 4,94% nos preços dos imóveis.

A maioria absoluta das cidades pesquisadas apenas conseguiu aumentos abaixo da inflação. A grande exceção ficou por conta de Florianópolis, haja vista o aumento de 9,24%. Dentre as cidades com as maiores quedas nominais, ou seja, os lugares do Brasil onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

E a tendência de queda não parou, pois em julho foi registrada uma alta de 0,13% em comparação com junho. Portanto, trata-se de um novo aumento que é inferior a subida da inflação, pois a mesma registrou aumento de 0,58% de junho para julho. Com isso, estamos falando de uma queda real nos preços pelo nono mês consecutivo.

Com os resultados apresentados aqui, o valor médio em relação ao metro quadrado nas 20 cidades que fazem parte da FipeZap foi de R$ 7.614 no mês de julho. Rio de Janeiro ainda lidera a lista das cidades com o maior valor médio do metro quadrado com R$ 10.631. A cidade de São Paulo, por sua vez, ocupa a segunda posição da lista com valor médio de R$ 8.602. Em contrapartida, as cidades que registraram os menores preços foram Contagem e Goiânia com R$ 3.568 e R$ 4.183, respectivamente.

Por Bruno Henrique

Preço dos imóveis


IGP-M, que mede a inflação do aluguel, teve alta na 2ª prévia de julho, chegando a 0,71%, fato que impactou nos preços dos aluguéis de imóveis.

O que muitos inquilinos no Brasil não sabem é como são medidas as variações de preços dos imóveis. Fatores como localização, transporte ou segurança são apenas um indicador inicial para fixar um preço ao aluguel da região, mas os reajustes subsequentes dependem de alguns fatores em particular.

A inflação do aluguel é medida pelo índice IGP-M (Índica Geral de Preços – Mercado) que ganhou força na segunda prévia do mês de julho, realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O indicador chegou ao índice de 0,71% depois de um avanço de 0,59% no mesmo período do mês anterior.

O IGP-M é usado como base para reajustar os preços do aluguel no país, por isso recebe o apelido de "inflação do aluguel". A inflação no atacado é utilizada como cálculo do IGP-M e subiu 0,76% logo após ficar em um patamar de 0,35% no mês de junho. A alta dos preços também atingiu as matérias primas brutas. Esses materiais tiveram alta de 0,17% para 1,58%. Dentre os destaques estão a soja em grão, as aves e o milho em grão. Outro componente que compões o IGP-M é o índice de preços ao consumidor, que mede os preços no varejo e teve uma desaceleração no período do mês de junho para julho, passando de 0,75% para 0,56%.

A principal queda veio do grupo de despesas diversas com uma queda de 5,43% para 0,54%. Outro índice que é usado para o cálculo do IGP-M, mas com um peso menor é o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que variou de 0,72% para 1,67%. Os materiais, equipamentos e também os serviços tiveram variação de 0,05%. No mês que antecedeu a pesquisa, a taxa era de 0,50%. Com o IGP-M em alta, a previsão é de que os preços no mercado de aluguéis cresçam, contrariando a previsão de queda de preços, pela desaceleração da economia e consequente falta de novos clientes. Embora o cenário seja favorável a um aumento do preço do aluguel, os proprietários devem manter o preço sem variações bruscas, justamente pela falta de novos inquilinos, afastados em parte, pela crise econômica do país. 

Por Patrícia Generoso

Aluguel de imóveis

Foto: Divulgação





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