Queda de preços dos imóveis atinge a marca de 6,55% neste ano, sendo um ótimo investimento para aqueles que têm dinheiro.

Atualmente, é crescente o número de imóveis que estão para vender e alugar em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo.

Em bairros nobres, como, por exemplo, o Morumbi, o número de imóveis voltados para a venda é crescente. Há um ano atrás, mesmo com uma quantidade boa de imóveis à venda, o preço estava lá em cima, acompanhando a chamada bolha imobiliária. Essa bolha é composta da alta valorização dos imóveis, e ocorre em praticamente toda a cidade, principalmente em áreas próximas de construções como metrôs, como é o caso na cidade de São Paulo. 

Porém, com a crise presente, um dos mercados que foram mais afetados neste ano foi o dos imóveis. A queda dos preços e a baixa procura para realizar vendas, principalmente de construções novas, como prédios e condomínios, vêm preocupando os construtores. Mas isso é uma via de mão dupla, claro, pois, com a bolha imobiliária, o valor dos imóveis subiu de uma forma absurda em pouquíssimo tempo, a valorização dos imóveis de 2008 até 2014 foi cerca de 25%, e dependendo do bairro esse reajuste era ainda maior! 

Agora, a diminuição do preço dos imóveis é aparente e num âmbito geral atinge a marca de 6,55%. Em bairros como o Ibirapuera (que chegou a ser um dos bairros mais caros para se morar na capital paulista), a queda chegou a ser de 0,7%, deixando o metro quadrado avaliado em R$ 12.018 neste ano.

A desvalorização ou queda no preço dos imóveis é a primeira desde 2008 e acaba sendo uma boa oportunidade para aqueles que têm dinheiro e querem investir, principalmente na hora de comprar um imóvel novo: devido à pouca procura de lançamentos imobiliários, para não sair no prejuízo, algumas construtoras estão vendendo o apartamentos por até R$ 20 mil mais barato do que o preço anterior. A alta desistência e quebra dos contratos de compra e financiamento também estão favorecendo essas condições para aqueles que querem investir, seja para alugar o futuro imóvel ou para comprar sua casa própria. A única coisa ruim é que, em compensação, pegar empréstimos bancários por esses tempos está meio complicado. E parece que vai continuar assim.

Alguns economistas indicam que, por exemplo, no mercado imobiliário o preço volte a ser o mesmo de 2008, quando a bolha imobiliária começou a surgir, sendo uma oportunidade ótima para aqueles que têm dinheiro, fazendo um bom investimento. 

A situação dos imóveis no Brasil, nesse momento, encontra-se similar àquela da crise de 2008 nos Estados Unidos, onde de uma forma geral, a bolha imobiliária estourou, trazendo assim, a queda do preço dos imóveis.

Por Mariana Oliveira

Imóveis


Ao contrário do que afirmam muitos pesquisadores e veículos de comunicação, não há uma bolha imobiliária no mercado residencial do Brasil. Porém, os preços dos imóveis continuam muito caros para a realidade dos brasileiros, já que a renda dos trabalhadores não cresce na mesma velocidade que o valor dos imóveis.

O professor João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, fez uma análise sobre o preço dos imóveis no Brasil, e chegou à conclusão de que em 2011 os preços chegaram a ficar 22% mais caros do que o preço justo dos imóveis, e continuaram crescendo gradativamente, até se firmarem novamente em 2013. “Seria razoável se os preços subissem de acordo com a curva de capacidade de compra. Mas eles cresceram muito acima dessa curva. O que comprova que isso é verdadeiro é que os imóveis estão ficando cada vez menores. A renda não tem crescido na mesma proporção, porque os custos de construção estão subindo muito acima da renda”, afirma João da Rocha.

Esse aumento exagerado pode ser facilmente percebido pelas milhões de pessoas que sonham em ter a casa própria, mas que por causa do alto custo acabam desanimando ou comprando um imóvel numa localização distante do centro da cidade e do local de trabalho. O aumento dos preços também varia em cada cidade. Em Brasília, Recife e Niterói, por exemplo, os preços dos imóveis são altíssimos e muitas vezes quem busca um imóvel nesses locais precisa fazer financiamentos longos e ter uma renda alta.

João da Rocha Lima acredita na possibilidade de que os preços possam ter uma queda de aproximadamente 6% dentro dos próximos anos, segundo estudos da Poli-USP. Ele afirma que, para que essa queda de preços possa ocorrer, as construtoras precisam praticar custos mais eficazes. “A partir do momento em que elas forem capazes de moderar sua eficiência de produção, em que se verificar que a obra ficou mesmo mais barata, aí pode haver uma compressão de preços”, concluiu o professor. 

Por Nathalia Henderson

Im?veis

foto: Divulgação


Hoje em dia o mercado de imóveis está voltando a ficar aquecido apesar da queda econômica e devido às estatísticas feitas no mês anterior, onde os imóveis tiveram um aumento de 1,2%.

Isso ocorre devido ao aumento de pessoas empregadas conforme o índice feito pelo IBGE, pois quanto mais pessoas empregas registradas, mais confiabilidade ela terá para financiar um imóvel.

Hoje em dia quem não quer sair do aluguel? Então tudo está ficando cada vez mais prático, pois qualquer pessoa física que não tenha restrições e apresente as condições legais para o financiamento poderá realizar seu sonho de ter sua casa própria.

Este aumento sobre o valor do imóvel é somente no território nacional, afetando vários municípios com porcentagens diferentes sobre o preço, dependendo da cidade.

Uma pesquisa feita aponta que o local que teve menos aumento no preço dos imóveis durante esses últimos cinco anos foi no Estado de Rio de Janeiro que teve um aumento no preço médio agora no mês de setembro de 2013 de uma porcentagem de 0,8%.

Mas conforme pesquisas realizadas, a porcentagem dos imóveis prevista para o ano de 2014 tende a subir e a acompanhar a inflação.

Então, se você pensa em financiar sua casa, aproveite agora, invista em ter a sua casa própria, claro que também as altas não serão um valor absurdo, e você poderá negociar um valor que caiba no seu bolso.

Então não desanime, e já é hora de sair dos aluguéis, não há nada melhor do que ter a sua casa própria, claro que você terá que pagar o financiamento no lugar do aluguel, mas preste atenção em um detalhe, o aluguel você paga e a casa nunca será sua e também o dono pode solicitar a devolução a qualquer momento, agora a sua casa financiada, assim que terminadas as parcelas do financiamento ela será sua, e não deverá para mais ninguém. Então invista, pois vale a pena.

Por Elaine de Oliveira





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