Banco aumentou para 70% o valor do financiamento para imóveis usados, juros também sofreram redução.

A Caixa reduziu os juros, ao mesmo tempo que aumentou o teto para que mais brasileiros possam conseguir financiar a casa própria.

Desse modo, o banco está financiando cerca de 70% de imóveis usados, o que corresponde a aproximadamente 1,25 ponto percentual no quesito de crédito imobiliário, que tem como principal fonte os recursos imobiliários da área do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

É isso mesmo, a Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira, dia 16 do mês de abril, que a fim de facilitar o financiamento da casa própria para milhares de brasileiros, haverá uma mudança visando reduzir o valor dos juros e ainda um aumento do percentual do valor total que deve ser financiado em compras de imóveis usados.

Caso o leitor esteja interessado em realizar a compra de um imóvel já usado e não possui recursos financeiros para comprá-lo à vista, o financiamento da Caixa Econômica Federal pode ser um boa solução para se pensar. Dessa forma, não perca tempo, já que essas mudanças começaram a valer a partir do dia de hoje e são destinadas principalmente para fins de financiamento que tem como base os recursos de finanças do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

A decisão da Caixa Econômica Federal de realizar essas mudanças vem do fato de que, durante o ano de 2017, a instituição precisou reduzir em até duas vezes o teto orçamentário de financiamento. Além disso, deixou de ser o banco que ofertava as taxas mais baixas em comparação aos outros do mercado e, dessa forma, acabou perdendo o seu título de liderança em linhas gerais de créditos, principalmente, entre os meses de novembro do ano passado até o mês de janeiro de 2018.

Vale salientar ainda que a realização de vendas e compras é realizada por meio do SFH, ou seja, o Sistema Financeiro Habitacional. Para quem não sabe, os imóveis precisam estar cadastrados nesse sistema. Além disso, com exceção aos Estados do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, cujos imóveis precisam estar enquadrados no teto de R$ 950 mil, os imóveis de outras regiões do país precisam ter um valor de limite de no máximo R$ 800 mil. Desse modo, de acordo com uma avaliação realizada por economistas, houve uma redução na taxa mínima de juros.

O interessante é que a varição da redução nas taxas de juros dos últimos meses se manteve a mesma, tanto para os imóveis que se encaixavam no limite estipulado pelo teto orçamentário quanto para aqueles imóveis cujo valores eram superior ao máximo estipulado.

O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50% para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento. Antes das mudanças feitas em agosto do ano passado, a Caixa financiava até 80% de imóveis usados.

Há aproximadamente 17 meses, as taxas de juros estavam congeladas. Desse modo, acredite se quiser, a última vez em que houve uma redução de juros ocorreu no mês de novembro do ano de 2017. A partir disso, foi quando a Caixa resolveu reduzir a cada ano para um ponto percentual de 0,25.

Enquanto isso, houve uma redução para o limite de financiamento de imóveis que já foram usados, isto é, passou por duas reduções em meses consecutivos. Cerca de 60% no mês de agosto e, logo depois, 50% no mês de setembro.

A Caixa também se comprometeu em retomar o programa de financiamento de imóveis que começaram a ser financiados por outros bancos. Dessa maneira, para esse tipo de financiamento foi liberado a possibilidade de financiar até 70% do valor do imóvel.

Ana Paula Oliveira Coimbra


O presidente da Caixa informou que, até o final deste mês de março, os juros do crédito habitacional serão reduzidos.

Uma pesquisa recentemente realizada revelou que a maioria dos cidadãos brasileiros possui o sonho de possuir uma casa própria. Grande parte dessas pessoas vive em casas ou apartamentos alugados e, principalmente, em tempos de crise como este que estamos vivendo na economia do país, em que milhares de pessoas se encontram em situação de desemprego, o pagamento do aluguel é um sacrifício necessário, mas sem dúvidas, um investimento sem retorno.

Há alguns anos atrás a Caixa Econômica Federal criou um programa que acabou por beneficiar milhões de brasileiros, que finalmente conseguiram adquirir o imóvel próprio.

O programa criado pelo governo federal batizado de “Minha Casa Minha Vida”, tornou acessível a compra de um imóvel para brasileiros que não possuíam o valor total para a compra do mesmo. Assim, quem atendesse aos requisitos impostos pela Caixa, poderia financiar o seu imóvel e, dessa forma, milhares de brasileiros hoje vivem em casas próprias e pagam mensalmente valores com juros abaixo do mercado e, dessa forma, trocaram o pagamento do aluguel pelo pagamento de parcelas de um imóvel próprio.

Porém, como dito anteriormente, estamos atravessando desde o ano de 2016 um período de crise na economia do país. Muitas pessoas perderam seus empregos, o que contribuiu para uma queda na renda familiar, o que foi refletido no número de compras de imóveis, que diminuiu de forma significativa, principalmente, pelo fato de os juros estarem um pouco altos.

Pensando em auxiliar essa parcela da população que ainda deseja adquirir a casa própria, mas se vê impossibilitada financeiramente, a Caixa Econômica Federal comunicou oficialmente que irá reduzir os juros comuns do crédito habitacional.

De acordo com Gilberto Occhi que é o atual presidente da Caixa, até o fim deste mês de março os juros já serão reduzidos. A notícia foi divulgada na última segunda-feira, dia 19 de março.

Segundo as palavras do presidente da instituição ainda não foi informado de quanto será essa redução. Porém, a expectativa é de que nos próximos dias a Caixa anuncie qual será a redução nas taxas de juros para os recursos que são captados do mercado e da poupança.

Durante a entrevista que o presidente concedeu na última segunda-feira sobre o tema, Occhi revelou que a Caixa pretende promover uma competitividade maior no mercado imobiliário. Ele ainda revelou que não houve nenhuma redução nos juros durante o ano e que a partir de agora essa redução já poderá ser oferecida, facilitando a vida de quem precisa.

Está prevista pela Caixa a divulgação do resultado do ano de 2017. O banco espera que até a próxima semana o resultado seja divulgado. O presidente fez questão de informar que de acordo com os números, o ano de 2017 foi, apesar da crise, o melhor da história, uma vez que muitos esforços foram feitos para que os juros fossem reduzidos e que a tendência é de que continue assim.

Outra importante informação dada pelo presidente foi a de que quem se encontra em dívida com a CSN, a Caixa Econômica está disposta a realizar uma renegociação da dívida em questão.

Poucas pessoas sabem, mas a Caixa é um dos maiores credores da siderúrgica instalada em Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, estando ao lado do Banco Brasil, também um importante credor. Assim, juntos os bancos são detentores de quase a metade do total e dívidas da CSN.

A Caixa Econômica Federal está disposta a analisar, discutir e assim oferecer as melhores saídas com a CSN.

Agora, aos interessados em taxas de juros habitacionais menores, aguardar até que os números da redução sejam revelados, o que está previsto para acontecer nos próximos dias. Quem sabe essa é a oportunidade que você esperava para adquirir seu imóvel?

Por Sirlene Montes

Ffinanciamento de imóveis


Mega Leilão terá mais de 500 imóveis com descontos de até 80%.

Está em busca da compra de um imóvel, porém os preços estão fora da sua realidade? Esse é apenas um dos motivos para ficar ligado no leilão que será realizado pela Caixa Econômica Federal.

Com data agendada para os dias 28 de março e 11 de abril, a instituição irá leiloar mais de 500 imóveis. E o melhor de tudo é que os preços estão avaliados em até 80% abaixo do valor de mercado.

Ficou interessado e quer saber mais? Então fique ligado que nós te damos todas as informações para não ficar de fora. Vamos a elas.

Onde acontecem os leilões?

Ambas as edições do leilão da Caixa Econômica Federal acontecem no mesmo local físico. Trata-se do hotel Panamby, localizado na cidade de São Paulo. Além disso, é possível acompanhar os lances pelo site da responsável e leiloeira oficial do evento, a Fidalgo Leilões. O endereço eletrônico é o http://www.fidalgoleiloes.com.br/.

Como funciona o leilão?

O leilão é dividido em duas etapas, por se tratar sempre de um acontecimento diferente, sendo cada momento destinado para um tipo específico. O primeiro, que ocorre dia 28 de março, é de alienação fiduciária dos inadimplentes do Sistema Financeiro Imobiliário, o SFI, sendo esse realizado em duas praças: no dia 28 de março acontece a primeira e no dia 11 de abril o leilão dos lotes que não foram arrematados na primeira fase.

O segundo leilão acontece em uma praça única e no dia 28 de março, já que esse é de licitação aberta.

Imóveis da Caixa Econômica Federal

Vale ressaltar que esse tipo de leilão se destina aos imóveis que são de propriedade da Caixa Econômica Federal. Sendo assim, os descontos são estabelecidos também pelo próprio banco, chegando a valores de até 80% do valor original e de avaliação do imóvel.

Esses imóveis possuem, em sua grande maioria, dívidas sobre o Imposto Predial e Territorial Urbano, o IPTU, sendo que alguns deles já foram utilizados como objeto de penhora em processos anteriores. Além disso, é importante lembrar que alguns lotes possuem as condições específicas de pagamento, podendo ainda estar ocupados.

Para não ser pego de surpresa, uma dica é ler atentamente ao edital do leilão. Assim, é possível estar por dentro de cada imóvel antes de fazer um lance específico.

Para acessar o edital basta clicar em http://www.fidalgoleiloes.com.br/new/leilao.php?idLeilao=1561 e conferir. Os números dos leilões são: o 1561, 1563 e, por fim, 1560.

Ofertas para o Estado de São Paulo

Os imóveis leiloados são destinados para o Estado de São Paulo, sem exceção, abrangendo tanto a Capital, o litoral e o interior. Sendo assim, é possível encontrar ofertas imperdíveis, com lances iniciais no valor de até R$ 59 mil. Na comparação com o valor de avaliação do imóvel, esse pode ser superior a R$ 130 mil.

Primeira edição do leilão da Caixa Econômica

Essa já é a segunda edição do leilão promovido pela Caixa Econômica Federal para o ano de 2018. O primeiro ocorreu no último mês, dia 3 de fevereiro, no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo.

Sob organização da Zukerman Leilões, foram leiloados um total de 373 imóveis entre apartamentos, casas, espaços comerciais e terrenos, tanto ocupados como desocupados e retomados pela instituição devido à falta de pagamento. Com descontos de até 74% em relação à avaliação de mercado, os valores variavam de R$ 55.200 a R$ 2,9 milhões.

Com preço baixo justificado para a compensação de gastos com futuras ações judiciais, já que a maioria dos imóveis ainda estava ocupada pelo antigo proprietário, aqueles que não foram leiloados nessa primeira fase, foram após oferecidos pelo banco pelo valor de dívida. Assim, o comprador precisou pagar o valor de despesas relacionadas à promoção dos leilões.

Kellen Kunz


Banco anuncia que irá suspender novos contratos para este tipo de financiamento.

A CEF, Caixa Econômica Federal, na última sexta-feira, dia 5, informou que foram suspensas contratações novas de crédito imobiliário utilizando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista.

Esta linha financia a aquisição de imóveis que custem até R$ 950 mil nos estados de Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e nos outros estados de até R$ 800 mil.

A instituição, nas próximas semanas, irá receber aproximadamente R$ 3 bilhões para os recursos desta linha sejam complementados.

A Caixa negou que tal suspensão se relacione com a falta de recursos devido ao saque dos valores de contas inativas do Fundo, que foi autorizado pelo presidente Michel Temer, o qual disse que foram resgatados R$ 15 bilhões nos últimos dois meses, e ainda espera-se que esse valor chegue a R$ 40 bilhões até o meio do ano.

A taxa de juros cobrado na linha da pró-cotista para cidadãos não correntistas está no valor de 8,61% anuais. Por outro lado, o SBPE tem taxa de 10,49% anuais.

A Caixa, que é a maior instituição concessora de crédito de imóveis do Brasil, tem sofrido nos últimos dois anos com as contínuas mudanças no setor, devido as mudanças da Selic e a recessão no país.

No ano de 2015, a taxa básica de juros era de 14,25% anuais e a caderneta de poupança, a qual paga 6% ao ano, teve liquidado o valor de R$ 53,6 bilhões. Já em 2016, o resgate da poupança foi de R$ 40,7 bilhões.

Desta forma, os empréstimos que foram concedidos através do SBPE em 2016 para construção e compra de imóveis abaixaram em 38,3% ao comparar com o ano de 2015, sendo o nível mais baixo desde o ano de 2009. Só não foi pior este desempenho devido ao financiamento com valores do FGTS ter aumentado em 18,5%.

De acordo com um executivo da instituição, o banco irá tomar suas ações para que seu orçamento seja cumprido, prevendo conceder R$ 84 bilhões em financiamentos para o setor da habitação em 2017, diante de R$ 81,5 bilhões no ano de 2016, levando em consideração todas as linhas.

FILIPE R SILVA


O Feirão da Casa Própria, sinônimo de realização de sonhos, terá sua sétima edição realizada entre os dias 13 de maio e 12 de junho em treze cidades de todo o país. Promovido pela Caixa Econômica Federal (CEF), oferecerá mais de 450 mil imóveis novos, na planta e usados.

As condições do Feirão são praticamente iguais entre cada cidade. Em alguns casos, os financiamentos abrangem até 100% do valor total do imóvel, com prazos de pagamentos de até 360 meses (30 anos). As taxas de juros, que dependem da renda familiar e outros dispositivos analisados no ato da simulação de venda, variam de 4,5% a 13,5%, ao ano, mais a Taxa Referencial de Juros (TR).

Aos que pretendem deixar o Feirão da Casa Própria com um imóvel garantido devem ir a um dos locais munidos com o Registro Geral (RG), o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o comprovante de renda, podendo ser os últimos seis extratos bancários (trabalhador informal) ou os últimos três holerites.

Para informações sobre o Feirão da Caixa, acesse o site www.feirao.caixa.gov.br. Abaixo, informações sobre os locais e datas de funcionamento:

São Paulo (SP) – 13 a 15 de maio

Local: Centro de Exposições Imigrantes (Avenida Imigrantes, km 1,5);

Uberlândia (MG) – 13 a 15 de maio

Local: UB-Center Convention (Avenida João Alves de Ávila, 1331);

Curitiba (PR) – 13 a 15 de maio

Local: Marumbi Expo Center (Avenida Presidente Wenceslau Braz, 1046);

Fortaleza (CE) – 13 a 15 de maio

Local: Centro de Convenções (Avenida Washington Soares, 1141);

Salvador (BA) – 13 a 15 de maio

Local: Centro de Convenções (Avenida Simon Bolívar, s/n);

Belo Horizonte (MG) – 20 a 22 de maio

Local: Pavilhão 2 do Expominas (Avenida Amazonas, 4000);

Brasília (DF) – 20 a 22 de maio

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães (SDC Setor de Divulgação Cultural Eixo Monumental, Lote 05);

Campinas (SP) – 20 a 22 de maio

Local: Parque Dom Pedro Shopping (Avenida Guilherme Campos, 500);

Recife (PE) – 20 a 22 de maio

Local: Centro de Convenções (Rua do Apolo, 143);

Rio de Janeiro (RJ) – 20 a 22 de maio

Local: Rio Centro (Avenida Salvador Allende, 6555);

Porto Alegre (RS) – 20 a 22 de maio

Local: FIERGS (Avenida Assis Brasil, 8787);

Belém (PA) – 03 a 05 de junho

Local: Hangar – Centro de Convenções (Avenida Dr. Freitas s/n);

Florianópolis (SC) – 10 a 12 de junho

Local: Centro de Convenções (Avenida Gustavo Richard, 850).

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão do setor imobiliário foi vigorosa nos últimos anos, tanto pelo aumento do crédito ao consumidor quanto pelo otimismo da população, aumento da massa salarial, crescimento do número de vagas formais e o programa habitacional do governo federal, “Minha Casa, Minha Vida”.

Àqueles que aproveitaram o bom e recente momento devem comemorar muito, pois para 2011 está prevista a diminuição de lançamentos em todo o país. O citado programado governo deverá responder por boa parte dos novos empreendimentos, tanto que para Teotônio Costa Rezende, consultor da vice-presidência de governo da Caixa Econômica Federal (CEF), a segunda fase do MCMV tem por escopo lançar dois milhões de unidades habitacionais até 2014, ano em que o país sediará a próxima Copa do Mundo.

A principal diretriz do programa é conceder subsídios de até R$ 23 mil para moradias de até R$ 130 mil. Na visão de Rezende, o grande obstáculo é tornar possível a utilização de terrenos com boa infraestrutura e a um preço em consonância aos cidadãos de baixa renda.

Na opinião de Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, o problema atual será superar a ausência da mão de obra e a infraestrutura que comportem, assim, a expansão pretendida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Alshop


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 20 de janeiro de 2010, que vai trabalhar com mais uma modalidade de cartão de crédito, o Cartão Aluguel Caixa.

O novo produto vai trabalhar com as bandeiras nas bandeiras MasterCard e Visa, na variante internacional, e com ele o cliente pode pagar o aluguel de seu imóvel sem a necessidade de fiador ou garantia adicional.

Inicialmente o plano é somente para os estados de São Paulo e Goiás, onde já existem  imobiliárias credenciadas. Está previsto o lançamento nacional em fevereiro de 2011, quando a Caxias já pretende estar trabalhando com mais de 300 imobiliárias cadastradas, das mais de 4 mil que a instituição já tem parceria, em virtude do financiamento na compra de imóveis.

Outras informações podem ser encontradas no site da Caixa Econômica Federal.

E.S.


Nesta sexta-feira, 21 de maio, até o próximo domingo, o Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal, estará presente em mais seis cidades brasileiras. Após passar por São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Belém, o evento agora ocorre nas cidades de Florianópolis, Porto Alegre, Brasília, Recife, Uberlândia e Campinas.

Só em Porto Alegre, onde existe a maior quantidade de ofertas de imóveis, a Caixa Econômica pretende fechar negócios que totalizam R$4,5 bilhões, disponibilizando mais de trinta e nove mil unidades. Em Minas Gerais, após passar por Uberlândia, o evento seguirá para a capital Belo Horizonte.

Serão ofertados também imóveis dentro do Programa Minha Casa Minha Vida.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


No último domingo, 16 de maio de 2010, a sexta edição do Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal, encerrou em São Paulo com ótimos resultados. O evento recebeu cerca de cem mil visitantes e obteve negócios no valor de R$1,86 bilhões, um aumento de mais de vinte por cento em relação ao ano passado.

Apesar de uma variedade de imóveis a preços bem diversificados, o feirão da Caixa Econômica teve como principal objetivo a oferta de imóveis dentro do Programa Minha Casa Minha Vida. Após São Paulo, o evento percorre mais doze cidades brasileiras, sendo Belo Horizonte, o último local a ser visitado. Mas ainda fica o alerta para que o consumidor, antes de fazer qualquer compra por impulso, avalie bastante todas as condições do financiamento, bem como outras variáveis como segurança, transporte, entre outros.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Nesta semana inicia o Feirão da Casa Própria, promovido pela Caixa Econômica Federal. Só em São Paulo, serão diversos imóveis novos, na planta e usados à venda, com prazos de pagamento que variam de dez a trinta anos, dependendo da escolha do consumidor entre financiar com o banco ou diretamente com a construtora.

As opções de moradia são na capital, no ABC paulista e na Baixada Santista, que somam no total, R$24,6 bilhões. Mas, de qualquer forma, é importante que o interessado faça uma boa pesquisa antes de qualquer aquisição, verificando quais as melhores condições de oferecidas. Os interessados deverão levar para o local os seguintes documentos: identidade, CPF, comprovante de residência e os três últimos comprovantes de pagamento.

Já os trabalhadores informais devem levar extratos bancários e fatura do cartão de crédito referente aos três últimos meses.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


Para quem deseja  adquirir sua casa própria ainda este ano, a Caixa Econômica Federal tem ótimas expectativas.  A previsão da Caixa para 2010 é chegar a um investimento que supere R$ 47 bilhões de contratações no setor imobiliário.

A informação foi dada pela presidenta da Caixa, Maria  Fernanda Ramos, no Rio de Janeiro, durante o lançamento de quatro editais de patrocínio a projetos culturais. Para o mês de maio está previsto o lançamento do VI Feirão da Casa Própria,  que desta vez  apresentará outras novidades  que serão voltadas principalmente às pessoas de baixa renda .

Segundo ela, o simulador para aquisição de imóvel pela internet  já registrou 18,8 milhões de acessos, registrando o crescente número de pessoas  que tem a intenção de comprar seu imóvel.


A Caixa é o principal banco, no Brasil, para financiamento de imóveis. Os requisitos para financiar não são muitos e é possível utilizar o FGTS. Se você for mutuário ou responsável por dívidas do imóvel, pode financiar até 80% do valor em 20 anos. Mas se não o for, o financiamento pode ser de até 100% do valor do imóvel!

Em geral, os requisitos, resumidamente, estão abaixo. Convém ler a seção Dúvidas Frequentes da Caixa aqui.

  • ter renda compatível com a prestação e valor do imóvel
  • não ter o nome no SPC/Serasa
  • não estar em dívida com a Caixa nem estar movendo processo judicial contra a mesma

Com relação à documentação, você vai precisar do básico, ou seja, RG, CPF, comprovante de renda e residência. O restante pode variar bastante conforme sua profissão (autônomo, profissional liberal, empresário), estado civil ou tipo do imóvel que você estará comprando (pode ser necessária a apresentação de documentos do vendedor, também). A Caixa facilitou bastante a vida de quem procura essa informação, ao disponibilizar um formulário (clique aqui para acessá-lo). Para quem preferir, há outro formulário aqui, do Feirão de Habitação Caixa. Apesar do “feirão”, os documentos necessários são os mesmos.

Os juros normalmente empregados seguem a tabela do SAC, ou Sistema de Amortização Constante, onde as prestações vão diminuindo ao longo do tempo. Há somente uma correção correspondente à taxa de juros anual. Dependendo da modalidade de financiamento, esta taxa varia conforme o valor do imóvel, quanto mais barato for, menor será. Hoje, ela se encontra em pouco mais de 8% para imóveis de até R$ 130 mil, e chega perto de 13% ao ano para imóveis acima de R$ 200 mil. Clique aqui para ver uma tabela com valores recentes.


Uma reportagem veiculada pela Agência Estado atesta que Jorge Hereda, vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, disse que o banco tentará seguir à risca suas metas iniciais para contratar as 400 mil unidades estimadas dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Para tanto, relata que a documentação dos projetos precisa, necessariamente, estar completa.

Se isso não acontecer, ou seja, se a documentação não estiver em dia, parte das 400 mil unidades serão efetivadas apenas no ano que vem. Ainda dentro dos números do programa, 1 milhão de moradias poderão ser contratadas até o final de 2010.

Em entrevista à AE, Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), relata que até o atual momento, apenas 130 mil das 495 mil unidades foram contratadas. Portanto, prevê que até o final deste ano não serão conquistadas as contratações em sua totalidade.

A matéria completa pode ser lida em aeinvestimentos.limao.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei





CONTINUE NAVEGANDO: