Caixa realiza leilão de mais de 18 mil imóveis distribuídos por todo o Brasil.

A Caixa Econômica anunciou a partir desta segunda-feira, dia 13 de agosto, a liberação de mais de 18 mil imóveis espalhados pelo Brasil e que estão disponíveis para a venda a quem possa interessar.

Segundo a instituição, os imóveis foram retomados de clientes em débito de financiamento e deverão ser revendidos não somente através de leilão, mas também deverão ser negociados por meio de licitação, venda direta e negociação on-line.

As negociações estarão em aberto até o dia 17 de agosto e fazem parte desta lista apartamentos, terrenos, salas comerciais e mais de uma centena de casas localizadas por várias cidades brasileiras.

Os interessados poderão ter acesso aos imóveis através das imagens no site da Caixa, inclusive com todos os detalhes de cada um deles.

Caso queira mais informações, basta acessar a seguinte página que está disponibilizada na internet para todos os interessados: http://www.caixa.gov.br/voce/habitacao/imoveis-enda/Paginas/default.aspx.

Neste site, é possível tirar todas as dúvidas e também consultar a relação integral de todos os imóveis disponibilizados para a ampla negociação.

Se o futuro proprietário encontrar alguma dificuldade para participar do processo, será possível contar com a orientação de corretores de imóveis credenciados e que poderão esclarecer todas as dúvidas, assim como orientar sobre todos os procedimentos obrigatórios para o processo de aquisição das propriedades.

Poderão participar das negociações dos imóveis realizado pela Caixa qualquer pessoa maior de 18 anos. Além disso, as empresas poderão participar dos lances e dos processos de compra direta desde que estejam estabelecidas em território nacional e com a documentação exigida em dia.

No entanto, uma das regras obrigatórias para a aquisição é a proibição de compra dos bens por parte de funcionários da própria Caixa e que trabalhem nos setores ligados a imóveis. Além disso, também ficam proibidos de participar os parentes de descendência direta destes servidores.

O processo de aquisição poderá ser feito através de financiamento junto ao banco, com parcelas ajustadas de acordo com a renda declarada por parte do comprador.

No processo de aquisição, os interessados poderão usar o seu saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), caso trabalhem com carteira assinada ou sejam servidores públicos. Este fundo individual será utilizado para abater uma parte do montante da dívida e refinanciar o restante a longo prazo. Para isso, será necessário também que sejam observadas todas as etapas exigidas pela instituição para a concessão do financiamento.

A vantagem deste tipo de transação é que o comprador terá a garantia de que vai adquirir um imóvel com toda a documentação legalizada e regularizada.

A grande disponibilidade dos imóveis disponíveis por ser notada em algumas capitais brasileiras.

Em cidades como o Rio de Janeiro, existem mais de mil unidades incluídas na lista da Caixa para negociação junto aos interessados.

No estado do Ceará, este número já ultrapassa os duzentos imóveis que deverão ser vendidos pelo banco até o fim do prazo em 17 de agosto.

Outra vantagem para quem vai adquirir um destes bens pela Caixa é o preço. Segundo os especialistas do ramo imobiliário, os valores cobrados estão num patamar bem abaixo do mercado atual, o que torna tal transação um excelente negócio para quem deseja realizar o sonho de ter a sua casa própria ou ter um espaço físico para iniciar o seu próprio negócio.

Os interessados em adquirir um destes imóveis para morar, um terreno para construir a sua casa ou mesmo alguma sala comercial para colocar um negócio próprio, devem se dirigir a uma agência da Caixa mais próxima ou acessar o endereço eletrônico descrito acima para obter todos os detalhes.

A Caixa Econômica deverá iniciar todo o processo com a colocação dos imóveis para um leilão inicial. Se o bem não for arrematado depois de 45 dias, tempo suficiente para que a instituição possa promover duas sessões de arremate, então, ele é colocado para a venda direta que poderá ser pela internet ou por licitação.

Por Emmanoel Gomes

Leilão de imóveis


Banco aumentou para 70% o valor do financiamento para imóveis usados, juros também sofreram redução.

A Caixa reduziu os juros, ao mesmo tempo que aumentou o teto para que mais brasileiros possam conseguir financiar a casa própria.

Desse modo, o banco está financiando cerca de 70% de imóveis usados, o que corresponde a aproximadamente 1,25 ponto percentual no quesito de crédito imobiliário, que tem como principal fonte os recursos imobiliários da área do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

É isso mesmo, a Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira, dia 16 do mês de abril, que a fim de facilitar o financiamento da casa própria para milhares de brasileiros, haverá uma mudança visando reduzir o valor dos juros e ainda um aumento do percentual do valor total que deve ser financiado em compras de imóveis usados.

Caso o leitor esteja interessado em realizar a compra de um imóvel já usado e não possui recursos financeiros para comprá-lo à vista, o financiamento da Caixa Econômica Federal pode ser um boa solução para se pensar. Dessa forma, não perca tempo, já que essas mudanças começaram a valer a partir do dia de hoje e são destinadas principalmente para fins de financiamento que tem como base os recursos de finanças do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

A decisão da Caixa Econômica Federal de realizar essas mudanças vem do fato de que, durante o ano de 2017, a instituição precisou reduzir em até duas vezes o teto orçamentário de financiamento. Além disso, deixou de ser o banco que ofertava as taxas mais baixas em comparação aos outros do mercado e, dessa forma, acabou perdendo o seu título de liderança em linhas gerais de créditos, principalmente, entre os meses de novembro do ano passado até o mês de janeiro de 2018.

Vale salientar ainda que a realização de vendas e compras é realizada por meio do SFH, ou seja, o Sistema Financeiro Habitacional. Para quem não sabe, os imóveis precisam estar cadastrados nesse sistema. Além disso, com exceção aos Estados do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, cujos imóveis precisam estar enquadrados no teto de R$ 950 mil, os imóveis de outras regiões do país precisam ter um valor de limite de no máximo R$ 800 mil. Desse modo, de acordo com uma avaliação realizada por economistas, houve uma redução na taxa mínima de juros.

O interessante é que a varição da redução nas taxas de juros dos últimos meses se manteve a mesma, tanto para os imóveis que se encaixavam no limite estipulado pelo teto orçamentário quanto para aqueles imóveis cujo valores eram superior ao máximo estipulado.

O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50% para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento. Antes das mudanças feitas em agosto do ano passado, a Caixa financiava até 80% de imóveis usados.

Há aproximadamente 17 meses, as taxas de juros estavam congeladas. Desse modo, acredite se quiser, a última vez em que houve uma redução de juros ocorreu no mês de novembro do ano de 2017. A partir disso, foi quando a Caixa resolveu reduzir a cada ano para um ponto percentual de 0,25.

Enquanto isso, houve uma redução para o limite de financiamento de imóveis que já foram usados, isto é, passou por duas reduções em meses consecutivos. Cerca de 60% no mês de agosto e, logo depois, 50% no mês de setembro.

A Caixa também se comprometeu em retomar o programa de financiamento de imóveis que começaram a ser financiados por outros bancos. Dessa maneira, para esse tipo de financiamento foi liberado a possibilidade de financiar até 70% do valor do imóvel.

Ana Paula Oliveira Coimbra


O presidente da Caixa informou que, até o final deste mês de março, os juros do crédito habitacional serão reduzidos.

Uma pesquisa recentemente realizada revelou que a maioria dos cidadãos brasileiros possui o sonho de possuir uma casa própria. Grande parte dessas pessoas vive em casas ou apartamentos alugados e, principalmente, em tempos de crise como este que estamos vivendo na economia do país, em que milhares de pessoas se encontram em situação de desemprego, o pagamento do aluguel é um sacrifício necessário, mas sem dúvidas, um investimento sem retorno.

Há alguns anos atrás a Caixa Econômica Federal criou um programa que acabou por beneficiar milhões de brasileiros, que finalmente conseguiram adquirir o imóvel próprio.

O programa criado pelo governo federal batizado de “Minha Casa Minha Vida”, tornou acessível a compra de um imóvel para brasileiros que não possuíam o valor total para a compra do mesmo. Assim, quem atendesse aos requisitos impostos pela Caixa, poderia financiar o seu imóvel e, dessa forma, milhares de brasileiros hoje vivem em casas próprias e pagam mensalmente valores com juros abaixo do mercado e, dessa forma, trocaram o pagamento do aluguel pelo pagamento de parcelas de um imóvel próprio.

Porém, como dito anteriormente, estamos atravessando desde o ano de 2016 um período de crise na economia do país. Muitas pessoas perderam seus empregos, o que contribuiu para uma queda na renda familiar, o que foi refletido no número de compras de imóveis, que diminuiu de forma significativa, principalmente, pelo fato de os juros estarem um pouco altos.

Pensando em auxiliar essa parcela da população que ainda deseja adquirir a casa própria, mas se vê impossibilitada financeiramente, a Caixa Econômica Federal comunicou oficialmente que irá reduzir os juros comuns do crédito habitacional.

De acordo com Gilberto Occhi que é o atual presidente da Caixa, até o fim deste mês de março os juros já serão reduzidos. A notícia foi divulgada na última segunda-feira, dia 19 de março.

Segundo as palavras do presidente da instituição ainda não foi informado de quanto será essa redução. Porém, a expectativa é de que nos próximos dias a Caixa anuncie qual será a redução nas taxas de juros para os recursos que são captados do mercado e da poupança.

Durante a entrevista que o presidente concedeu na última segunda-feira sobre o tema, Occhi revelou que a Caixa pretende promover uma competitividade maior no mercado imobiliário. Ele ainda revelou que não houve nenhuma redução nos juros durante o ano e que a partir de agora essa redução já poderá ser oferecida, facilitando a vida de quem precisa.

Está prevista pela Caixa a divulgação do resultado do ano de 2017. O banco espera que até a próxima semana o resultado seja divulgado. O presidente fez questão de informar que de acordo com os números, o ano de 2017 foi, apesar da crise, o melhor da história, uma vez que muitos esforços foram feitos para que os juros fossem reduzidos e que a tendência é de que continue assim.

Outra importante informação dada pelo presidente foi a de que quem se encontra em dívida com a CSN, a Caixa Econômica está disposta a realizar uma renegociação da dívida em questão.

Poucas pessoas sabem, mas a Caixa é um dos maiores credores da siderúrgica instalada em Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, estando ao lado do Banco Brasil, também um importante credor. Assim, juntos os bancos são detentores de quase a metade do total e dívidas da CSN.

A Caixa Econômica Federal está disposta a analisar, discutir e assim oferecer as melhores saídas com a CSN.

Agora, aos interessados em taxas de juros habitacionais menores, aguardar até que os números da redução sejam revelados, o que está previsto para acontecer nos próximos dias. Quem sabe essa é a oportunidade que você esperava para adquirir seu imóvel?

Por Sirlene Montes

Ffinanciamento de imóveis


A Caixa informou que irá retomar a linha de crédito imobiliário com recursos do FGTS.

Por meio de seu presidente, Gilberto Occhi, a Caixa Econômica Federal anunciou que retomará a linha de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A mudança será estabelecida nos próximos dias e deve atrair muitas pessoas interessadas na compra de imóveis.

Gilberto Occhi foi bastante claro quanto à linha de crédito imobiliário com recursos do FGTS: “nos próximos dias está voltando”. Essa frase foi dita pelo presidente da Caixa à Reuters ainda nesta quinta-feira, 29 de junho, durante sua saída do evento no Palácio do Planalto que comemorava um ano desde a vigência da nova Lei das Estatais.

Para aqueles que não sabem, a linha pró-cotista, que utiliza os recursos do FGTS, permite o financiamento de imóveis com valor até R$ 950 mil nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nas demais unidades federativas, bem como no Distrito Federal, esse valor limite é de R$ 800 mil. Vale destacar que esta é a segunda linha de crédito voltada ao empréstimo habitacional mais barata do mercado, perdendo apenas para o programa Minha Casa Minha Vida. Vale destacar que a Caixa tinha suspendido, na terceira semana de junho, essa linha de crédito devido à interrupção de novas contratações no mês de maio.

O governo pretende investir pesado nesta área para que esse setor apresente bons resultados. Dessa forma, Gilberto Occhi ainda destaca que deve haver um aporte adicional de R$ 2 bilhões para tal linha. Esse aporte é quase certo, haja vista a liberação de recursos depender apenas de um remanejamento de verba no Ministério das Cidades. Sendo assim, o presidente da Caixa acredita que em julho essa linha de crédito já estará disponível novamente.

Em relação à manutenção da linha até o final de 2017, Occhi ainda destaca que tudo irá depender da demanda por crédito imobiliário quando a mesma vier a ser retomada no mês de julho. Devido a grande demanda no início deste ano, o presidente da Caixa destaca que este é um bom sinal de recuperação da economia. A expectativa é que a forte demanda se mantenha na volta da linha. Segundo ele, um dos principais fatores na crescente demanda por este tipo de crédito são os Feirões da Casa Própria realizados pela Caixa.

Por Bruno Henrique

Financiamento da Caixa


Banco anuncia que irá suspender novos contratos para este tipo de financiamento.

A CEF, Caixa Econômica Federal, na última sexta-feira, dia 5, informou que foram suspensas contratações novas de crédito imobiliário utilizando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista.

Esta linha financia a aquisição de imóveis que custem até R$ 950 mil nos estados de Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e nos outros estados de até R$ 800 mil.

A instituição, nas próximas semanas, irá receber aproximadamente R$ 3 bilhões para os recursos desta linha sejam complementados.

A Caixa negou que tal suspensão se relacione com a falta de recursos devido ao saque dos valores de contas inativas do Fundo, que foi autorizado pelo presidente Michel Temer, o qual disse que foram resgatados R$ 15 bilhões nos últimos dois meses, e ainda espera-se que esse valor chegue a R$ 40 bilhões até o meio do ano.

A taxa de juros cobrado na linha da pró-cotista para cidadãos não correntistas está no valor de 8,61% anuais. Por outro lado, o SBPE tem taxa de 10,49% anuais.

A Caixa, que é a maior instituição concessora de crédito de imóveis do Brasil, tem sofrido nos últimos dois anos com as contínuas mudanças no setor, devido as mudanças da Selic e a recessão no país.

No ano de 2015, a taxa básica de juros era de 14,25% anuais e a caderneta de poupança, a qual paga 6% ao ano, teve liquidado o valor de R$ 53,6 bilhões. Já em 2016, o resgate da poupança foi de R$ 40,7 bilhões.

Desta forma, os empréstimos que foram concedidos através do SBPE em 2016 para construção e compra de imóveis abaixaram em 38,3% ao comparar com o ano de 2015, sendo o nível mais baixo desde o ano de 2009. Só não foi pior este desempenho devido ao financiamento com valores do FGTS ter aumentado em 18,5%.

De acordo com um executivo da instituição, o banco irá tomar suas ações para que seu orçamento seja cumprido, prevendo conceder R$ 84 bilhões em financiamentos para o setor da habitação em 2017, diante de R$ 81,5 bilhões no ano de 2016, levando em consideração todas as linhas.

FILIPE R SILVA


A Caixa fez mudanças no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria anteriormente.

Apesar das controvérsias, a partir do dia 25/07/2016, algumas mudanças no setor imobiliário serão implantadas pela Caixa Econômica Federal, no que diz respeito ao financiamento da casa própria.

A Caixa fará uma mudança no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria até aqui.

De acordo com alguns especialistas, essa atitude teria como finalidade oxigenar a economia e principalmente o setor imobiliário, já que há um grande potencial de compra de imóveis nesse segmento, até então desprezado por motivos técnicos e políticos.

Dados revelam o flagrante enfraquecimento do setor imobiliário brasileiro, que diminuiu em cerca de 54% o número de lançamentos de imóveis e cerca de 18% o número total de vendas no último ano.

E com a queda nas exportações, e com a renda média do brasileiro 4,6% menor (cerca de R$ 2.405), a solução seria apostar em segmentos mais propensos a investir em imóveis caros.

Os números da mudança no setor imobiliário:

Nessa nova política para o setor imobiliário, o percentual de financiamento pelo SFI, para a compra de imóveis usados passaria dos atuais 60% para 70% do valor dos imóveis.

Já para a compra de imóveis e terrenos novos, bem como construção em terreno do próprio financiador, o percentual de financiamento passaria dos atuais 70% para 80% de imóveis acima de R$ 750 mil.

Com essa mudança no financiamento de imóveis, o interessado só precisaria arcar integralmente com 20% ou 30% do valor do imóvel, enquanto a Caixa se incumbiria de financiar os outros 70% a 80% restantes.

Para o Vice-Presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal, Eduardo Aroeira, “as mudanças vêm em boa hora, já que as expectativas e o otimismo das pessoas têm melhorado”.

Para o Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, “o humor está começando a mudar”. “Mais visitas aos plantões e empresários menos pessimistas”.

A Controvérsia:

Mas para uma outra corrente de pensamento, essa atitude visa agraciar certas categorias historicamente privilegiadas, mesmo apesar do possível aquecimento da economia e da construção civil, especificamente; além da produção de equipamentos para o setor.

Para a ex-ministra do planejamento Miriam Belchior (ex-presidente da Caixa Econômica Federal), essa articulação da Caixa traria transtornos par ao setor do projeto Minha Casa Minha Vida, em sua Faixa 1, já que esses recursos estariam sendo repassados, segundo ela, para imóveis altamente valorizados.

Até o momento, já são cerca de R$ 16 bilhões de reais injetados na Caixa Econômica Federal pelo conselho curador do FGTS, devido à queda de recursos da poupança, que garantiriam esses financiamentos e uma oxigenação na economia.

Polêmicas à parte, o que os técnicos da Caixa Econômica Federal dizem é que essa mudança no financiamento de imóveis, trata-se de um esforço para aquecer o setor imobiliário, ao encontrar no segmento dos empreendimentos caros, que reclamavam de um melhor sistema de financiamento, uma grande oportunidade de retomada do crescimento da economia.

Por Vivaldo Pereira da Silva


Novas taxas de juros passarão a valer a partir do dia 1º de outubro para contratos novos feitos pelo SFH.

Financiar a casa própria está cada dia mais difícil. Após diminuir a margem de financiamento da casa própria, que antes era de 100% para 80%, a Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (dia 21), que elevará novamente os juros para o financiamento para a casa própria que utilizam os recursos da poupança. O banco está elevando as taxas pela terceira vez e justifica a escolha pela elevação das taxas básicas de juros do País (a Selic está atualmente em 14,25% ao ano).

A Caixa Econômica detém dois terços de todos os empréstimos que financiam a compra de imóveis de todo o País. Ela vem adotando medidas diferentes para restringir o acesso ao financiamento da casa própria.

A alta das taxas passa a valer a partir do dia 1º de outubro e atinge somente os novos contratos.  A taxa total para os correntistas que não forem clientes da Caixa será de 9,90%, para a compra de imóveis através do SFH (Sistema Financeiro Habitacional). Antes a taxa era de 9,45% ao ano.

Agora quem for correntista da Caixa, e os servidores públicos passarão a pagar 9,30% ao ano. Antes a taxa era de 8,80% ao ano. Os imóveis financiados pelo SFH têm preços que variam entre R$ 650 mil e R$ 750 mil.

Os financiamentos feitos pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) também sofrerão alteração. Os não clientes passarão de 11% para 11,50% ao ano, e os correntistas da Caixa e servidores públicos passarão de 10,20% para 10,70% e 10,50% para 11,20%, respectivamente. Os imóveis comerciais que estão enquadrados no SFI sofrerão um aumento bem maior, com taxa balcão chegando a 14% ao ano. Antes a taxa era de 12% ao ano.

As taxas do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, no entanto, não sofrerão nenhum reajuste, pelo que afirmou a Caixa.

A Caixa garante, que mesmo com a alta nas tarifas, continua oferecendo as melhores taxas do mercado.

Por Patrícia Generoso

Juros de casas próprias


Construtoras e incorporadoras ganharam nova linha de crédito que vem do FGTS oferecida pela Caixa. Será liberado R$ 1 bilhão para esse tipo de financiamento

A Caixa Econômica Federal está oferecendo uma nova linha de crédito para construtoras e incorporadoras. O recurso para o crédito vem do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de serviço) e poderão utilizar a nova linha todas as empresas que tiverem empreendimentos com unidades residenciais que tenham o valor de até R$ 300 mil. O banco afirmou que será liberado um montante de R$ 1 bilhão para esse tipo de financiamento.

O financiamento utilizando o FGTS, no entanto é de até 80% do valor total da obra, sendo limitado a somente 50% do valor total das vendas e as taxas de juros do financiamento é de cerca de 8,5% ao ano.

A empresa que estiver interessada deverá apresentar, para análise de risco, o seu projeto de engenharia e toda a documentação da obra. É necessária também a confirmação da comercialização de, no mínimo, 30% das unidades da obra, até a data do começo da construção desta, como forma de confirmar que o financiamento poderá ser pago pela construtora.

A inscrição deve ser feita através do site da Caixa, no endereço eletrônico www.caixa.gov.br. No site há uma opção para o envio de documentos para avaliação do crédito das empresas.

As empresas que trabalham com construção de unidades residenciais podem contar também com outras linhas de crédito, com condições similares às oferecidas para quem usa o FGTS, oferecidas pela Caixa. Os valores são de R$ 750 mil para os estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal e o valor de até R$ 650 mil nos outros estados do país.

É mais uma iniciativa do governo para aquecer o mercado imobiliário no Brasil, que anda um pouco desacelerado devido à crise econômica do país. Se a iniciativa der certo, talvez daqui a algum tempo, as oportunidades de créditos oferecidos sejam bem mais diversificadas, contribuindo para o reaquecimento do setor. A Caixa visa também fomentar maiores investimentos para o programa do Governo Federal “Minha Casa Minha Vida”.

A nova linha de crédito que foi anunciada nesta terça-feira (dia 4) vem para reforçar o foco dado pela empresa a programas sociais neste ano de crise na economia brasileira. 

Por Patrícia Generoso

Construtoras


Financiamento da casa própria na Caixa teve aumento em sua taxa de juros

O Brasil está registrando neste ano de 2015 vários aumentos em taxas de juros de diversas modalidades do setor financeiro. Dessa vez foi a Caixa Econômica Federal que anunciou aumento na taxa de juros do financiamento imobiliário. Caso ainda não saiba, passaram por reajustes as taxas para financiamento de imóveis residenciais contratados com recursos da poupança, o SBPE, no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação. A Caixa já havia registrado aumento em 2015, na ocasião o mesmo aconteceu em janeiro.

Segundo declaração oficial da Caixa nesta quinta-feira, 16 de abril, tal aumento é resultado direto do aumento das taxas básicas de juros. É importante ressaltar que a Selic registra valor de 12,75% ao ano atualmente. Além disso, o banco estatal também fez questão de ressaltar que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofreram alterações.

Confira abaixo as novas taxas de juros da Caixa:

– Taxa Balcão – 9,45% ao ano;

– Relacionamento – 9,30% ao ano;

– Relacionamento + salário – 9,0%;

– Servidor (relacionamento) – 9,0%;

– Servidor (relacionamento + salário) – 8,80%.

É importante ressaltar que o dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofreu aumento da taxa não é do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado. Ou seja, o dinheiro é proveniente do montante global depositado no banco.

Com isso, os financiamentos que não são feitos com recursos da poupança registraram aumento nas taxas de juros como era esperado. Nesse tipo de financiamento, o dinheiro utilizado também não será proveniente da conta do trabalhador, mas sim das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos.

Além disso, é importante destacar que o mercado de imóveis do Brasil vem passando por algumas dificuldades em 2015. Isso é resultado direto da atual situação econômica brasileira, pois o cenário de inflação alta e taxas de juros subindo a cada mês influenciam de forma negativa neste mercado.

Um grande exemplo é a cidade de São Paulo, um dos maiores centros do mercado de venda de imóveis do Brasil. A cidade vem registrando péssimos dados em 2015, haja vista os resultados negativos em janeiro e que já vem se estendendo até abril. Só em janeiro foram vendidas apenas 737 unidades residenciais novas, uma queda de 77% se comparada com dezembro de 2014.

Por Bruno Henrique

Financiamento imobiliário da Caixa





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