Saiba aqui o que muda com a Medida Provisória dos Distratos.

Se você optou pela compra de um imóvel na planta e repensou essa ideia e quer desistir, mas teme pelo valor reduzido que a empresa pode lhe devolver, isso pode não ser mais um problema. É que de acordo com mais uma Medida Provisória do Governo Federal, o comprador pode desistir de sua compra dentro de um prazo de sete dias e terá o direito de receber de volta 100% daquele valor que havia investido.

Diante de tantos casos de problemas nesse sentido, que as empresas imobiliárias não devolvem o valor total já pago pelos clientes, muita gente ainda não está acreditando que essa medida venha mesmo a existir.

Mas foi criada pelo Ministério da Justiça a Medida Provisória dos Distratos, que já transitou pelos Ministérios da Justiça, da Fazenda e do Planejamento e acaba de ser encaminhada para a Casa Civil, onde deve ser validada e finalmente enviada ao presidente da república Michel Temer e para o Congresso Nacional.

Para quem desconhece o termo distrato, ele serve para representar uma situação em que ocorre a desistência do contrato por parte do consumidor, antes que a empresa construtora entregue as chaves do imóvel ao cliente. Nesse sentido, o distrato é um direito já existente no Brasil, assegurado pelo Superior Tribunal de Justiça.

Essa medida foi criada para promover uma regulamentação em caso de rescisão dos contratos de compra e de venda de imóveis na planta. Como ela ainda deve passar por alguns departamentos, pode ser que sofra algumas alterações, mas a intenção é de que esse ponto em especial sobre a devolução do dinheiro em sua totalidade em caso de desistência prevaleça. Outra regra que também deve ser preservada é de que seja possível à empresa imobiliária cancelar o contrato caso o cliente atrase com o pagamento a partir de três prestações. Neste tipo de caso há um limite de retenção de até 30% em relação ao valor que já foi pago. Contudo, esse valor não pode ultrapassar o limite de 10% sobre o valor total do imóvel em questão.

Além disso, também será permitido que a taxa de corretagem seja descontada.

Atualmente, o comprador do imóvel na planta que independente do motivo quiser desistir de continuar com o pagamento das prestações e desejar romper o contrato, geralmente recebe entre 85 a 90% do valor que já pagou. Se a rescisão for realizada devido a problemas como atraso da construtora na entrega do imóvel, sendo ela considerada culpada, a devolução para o consumidor deve ser de 100%, ou seja, o total investido.

Ao ser criada, a Medida Provisória dos Distratos foi vista como uma maneira que promover um impulsionamento no mercado de imóveis. Pois nessa questão existem dois lados, o das construtoras, que muitas vezes demoram mais que o previsto para entregarem o imóvel e também há aqueles consumidores que no meio do contrato acabam desistindo da compra e passam a exigir a devolução total do valor já pago.

Desta forma, mesmo com a MP dos Distratos o consumidor continua com o direito de desistir do contrato até o momento da entrega do imóvel, porém, deve ter ciência de que não receberá o total investido, mas a maior parte dele. Afinal, as construtoras também precisam ter uma segurança nesse sentido, caso contrário estariam sempre muito vulneráveis, visto que há uma concorrência nesse segmento muito grande. Caso a desistência seja por problemas da construtora, a devolução deve ser integral.

Enfim, as negociações entre construtoras e consumidores sempre geram algumas discordâncias que acabam parando nos tribunais de todo o país. Por isso, se você pretende adquirir um imóvel na planta, estude as possibilidades, prós e contras antes de assinar o contrato, ou dentro do prazo de sete dias, se a MP for realmente aprovada.

Sirlene Montes


Confira algumas dicas importantes do que levar em consideração no momento de comprar a casa própria.

Em uma lista dos maiores sonhos de todos os brasileiros, pode-se destacar, com toda certeza, que um deles é a compra da casa própria tão sonhada. Porém, quando realizada a negociação, é importante levar muitos fatores em conta para não cair numa cilada.

Por isso, nós te damos dicas importantes do que levar em consideração nesse momento tão significativo. Vamos a elas.

1. Valor da Casa

Às vezes a casa dos sonhos não cabe no orçamento que se está disposto a pagar ou que está disponível. Por isso, avalie bem se você conseguirá arcar com uma dívida maior do que aquela planejada. Se sim, pense no imóvel que pretende comprar e na sua localização para saber certo o que você precisa para realizar esse objetivo. Caso contrário, coloque no papel o que é imprescindível para você e encaixe dentro do seu dinheiro.

2. Pesquise

A primeira opção que aparecer e que parece oferecer tudo aquilo que você precisa nem sempre é a melhor ideia. Por isso, antes de fechar um negócio, pesquise e veja outras realidades para poder comparar com outras realidades. Os lançamentos imobiliários e os estandes em eventos ou shoppings são uma boa pedida para conhecer mais opções. Portanto, contenha o entusiasmo e vá atrás de mais.

3. Peça ajuda de um especialista

Quem não é do ramo dificilmente conseguirá visualizar algumas imperfeições do imóvel e poderá se deixar levar por aquilo que vê. Por isso, é muito importante pedir ajuda de alguém que seja do meio para que ele possa auxiliar na avaliação dos imóveis, vendo se ele está em boas condições de uso ou se ele foi “enfeitado” para a venda.

Alguns exemplos de coisas que o especialista poderá identificar: problemas relacionados à estrutura da casa ou do apartamento, infiltrações, entre outros.

4. Avalie mudanças necessárias

A casa pronta, muitas vezes, precisa de algumas mudanças para entrar dentro da nossa realidade. Nesse caso, existem dois pontos importantes e que precisam ser lembrados. Em primeiro lugar, sabe-se que há coisas que são adaptáveis e outras não. Por exemplo, é possível mudar a pintura, o piso, esquadrias, entre outros. Todavia, há outras que não são tão fáceis de ser alteradas, como o tamanho de uma cozinha, de uma sala.

O segundo ponto a levar em consideração, é o valor que se irá gastar para fazer essas mudanças. Algumas custam mais e outras menos. Por isso, é importante orçar tudo isso e ver se é vantagem comprar um imóvel pronto ou começar um do zero e dentro das especificações que você precisa.

É importante lembrar que essas são apenas algumas dicas que devem ser levadas em conta. Porém, muitas vezes esquecemos delas e acabamos fazendo um mau negócio.

E se você tem algum outro ponto importante, coloque nos comentários e compartilhe com as demais pessoas. Talvez a sua ideia ajude outros.

Por Kellen Kunz

Comprar casa


Confira aqui algumas dicas e cuidados a se tomar antes de efetuar a compra de um imóvel.

Para o brasileiro, casa própria é sinal de estabilidade. O maior sonho da grande maioria da população é, sem dúvida, sair do aluguel e ter o seu espaço. Mas qual é o real motivação dessa maioria? Adianto aqui que nem sempre adquirir um imóvel é a decisão mais sensata.

Quando falamos de comprar uma casa, vem duas coisas na cabeça: realização de um sonho (gerando sossego) e muito dinheiro. É certo que realizar uma transação deste patamar exige sim uma grande quantidade de dinheiro, mas a conclusão de que comprar uma casa trará sossego é um tanto quanto errônea. Especialistas em investimentos garantem que imóveis nem sempre se valorizam. Isso depende da localização e do imóvel. Muitas pessoas, acompanhando o boom imobiliário da última década, se empolgam na idéia de que o imóvel sempre valoriza, quando isso não é verdade. 

Outra coisa que também não é um sinal de bom negócio é comprar na planta. Especialistas afirmam que esse é o terceiro motivo relevante que levam pessoas a comprarem imóveis. Neste caso, vale lembrar que pode ocorrer alavancagem, além de que pode haver algum problema com a construtora, de modo que o imóvel seja entregue depois do prazo ou pior: que nem seja entregue.

Buscar valorização rápida também não é uma boa idéia, pois as condições do imóvel e do mercado podem ser instáveis, levando exatamente ao contrário do que se busca.

Pensar que "é melhor que pagar aluguel" também é uma máxima falsa. Dependendo das condições de sua mobilidade, isto é, onde trabalha, estuda, que rotas usa, entre outros fatores, comprar um imóvel pode ser muito mais financeiramente prejudicial do que analisar uma boa proposta de aluguel.

Vale a pena comentar que é muito comum que pessoas comprem casas na praia e no campo, levadas pela beleza do entorno e idéia de tranquilidade. É importante relembrar que a compra de um imóvel envolve muito dinheiro, sendo às vezes o projeto de uma vida inteira e que férias acontece uma vez ao ano. Não é sensato comprar uma casa de veraneio por impulso ou encantamento, já que muito provavelmente você vá desfrutar dessa compra poucas vezes, enquanto a casa exige manutenção e gastos constantes.

Mas calma, é possível sim realizar seu sonho da casa própria de forma a minimizar as chances de prejuízo é dor de cabeça: procure um especialista para te auxiliar e orientar da melhor forma, de acordo com as suas condições e pretensões.


Mesmo com a crise pela qual o Brasil está passando, é possível comprar um imóvel, porém é preciso muito planejamento e organização financeira.

Segundo os dados da Associação Brasileira de das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) o crédito para financiamento teve um recuo de 33% no ano passado, e a previsão não é nada favorável: estima-se que este ano deve cair mais 20%. Apesar do cenário negativo, é possível comprar um imóvel diante da crise por meio de planejamento e organização financeira.

Que tal conferir algumas dicas?

Junte o máximo de dinheiro possível para dar a entrada da casa nova. O ideal é que seja 50% acima do valor. Além disso, quanto menor o tempo (prazo) de financiamento, menor é a quantidade de juros. Antes de fechar o negócio, organize todos os dados e escreva tudo no papel: as prestações, os juros, o valor real, entre outros. Tenha cuidado com a dívida a longo prazo e os riscos, e não comprometa mais do que 30% da renda com a prestação do financiamento.

Você está pensando em mudar ou aumentar a família? Nestas hipóteses, o melhor é alugar um imóvel e deixar a compra para depois. O mercado está atravessando um período difícil, em que os riscos de desemprego estão altos.

Geralmente, os pagamentos à vista têm desconto, e podem chegar à média de 20%. Além disso, não deixe de visitar os saldões das construtoras, porque muitas pessoas podem ter devolvido o imóvel, pois não conseguem o financiamento ou pagaram mais caro que o valor atual. Desta forma, foque em economizar, juntar dinheiro e tentar fazer uma boa negociação, para conseguir um valor justo e dentro do seu orçamento.

Outra dica para comprar imóvel nesta crise, é alugar uma casa em um local estratégico e mais barato. Desta forma, é possível sobrar um pouco de dinheiro, que pode ser útil para adquirir a casa dos sonhos.

Foque em dar um passo de cada vez: compre um imóvel menor, e depois os dos sonhos. Viva dentro da sua realidade financeira e não gaste mais do que ganha. É mais simples formar o patrimônio que deseja aos poucos e com foco em cada passo.

Uma das principais maneiras de juntar dinheiro é investir na renda fixa ou em uma aplicação que tenha poucos riscos. Além destas dicas, não deixe de conferir a documentação do imóvel, o crédito, o financiamento e as taxas do mercado. 

Por Babi


É importante ficar atento a alguns detalhes antes de comprar um imóvel na planta para não ter arrependimentos futuros.

Depois de 10 anos de expansão do crédito imobiliário no Brasil, o ano de 2015 não trouxe boas notícias para o setor. O ano começou com uma restrição no crédito do financiamento de imóveis. As construtoras estão tentando evitar que o mercado sofra um desaquecimento e cada vez mais estão oferecendo melhores condições de pagamento, facilidades para a compra e promoções, a fim de conquistar novamente os clientes. Nesse cenário, quem vai comprar um imóvel na planta, deve estar atento a todas as promessas e facilidades prometidas. Confira algumas dicas para evitar cair em ciladas:

1 –      De olho na qualidade:

Fique atento à qualidade do imóvel que escolher e também a outros oferecidos pela construtora. É importante avaliar se a infraestrutura do imóvel é equivalente ao bairro escolhido e também às suas necessidades. Avalie a qualidade também dos materiais utilizados, através do memorial descritivo.

2 –      Condições:

Fique de olho nos prazos de começo e término da obra, prestações e reajustes, que no caso de um financiamento inferior a 36 meses deve ser anual e mensal se o seu contrato for mais longo. Se sua obra for financiada pelo Sistema Brasileiro de Habitação, o índice de juros deve estar identificado nos boletos de pagamento.

3 –      Publicidade:

Guarde os panfletos, pois eles são a promessa do que a empresa irá lhe entregar. O artigo 30 do código do consumidor lhe assegura seus direitos quanto a propagandas enganosas. Verifique se o que consta nos panfletos condiz com o memorial descritivo de materiais da obra e com a planta que foi aprovada pela prefeitura local. Você pode ter acesso a esse documento facilmente no cartório imobiliário em que sua obra está registrada. Aproveite para conferir se a obra está corretamente registrada.

4 –      Equipe:

Confira se os arquitetos e engenheiros são qualificados, inclusive verificando seus registros profissionais.

5 –      Contrato e Multas:

Leia o contrato com cuidado, tirando todas as dúvidas que possuir imediatamente, antes de assinar o documento. Se o vendedor não quiser esclarecer suas dúvidas procure um posto do Procon.

Ao ler o contrato, observe se há existência de multa de ressarcimento no caso de atraso da entrega final do imóvel. Esse item é bem importante, pois evita adiamentos constantes do prazo final.

Por Patrícia Generoso

Comprar um imóvel na planta


O sonho da casa própria faz parte da vida de vários brasileiros, mas é preciso muito cuidado, análises, pesquisas e planejamento para tornar esse sonho em realidade.

Quem ainda não tem o seu imóvel sabe que o maior sonho é ter uma casa própria, porém, é preciso ter muito cuidado ao comprar seu imóvel, do contrário você poderá ter uma tremenda dor de cabeça.

Atualmente, com os planos e facilidades oferecidos, parece que ficou fácil comprar sua casa própria, mas não é bem assim. A compra de um imóvel exige um planejamento e muita cautela, do contrário, você além de não conseguir ter sua casa própria, poderá adquirir uma grande dívida e muitos problemas.

Por isso, antes de comprar a casa própria é preciso fazer um levantamento para saber qual o orçamento que você tem disponível para realizar a compra. Não adianta sonhar com uma casa de 3 ou 4 quartos, se o seu orçamento só lhe permite comprar um imóvel de 2 quartos.

O importante é nunca comprometer mais que 30% da renda familiar com o pagamento das prestações de sua casa própria e é importante também, que se tenha uma reserva financeira, para o caso de alguma eventualidade.

Quando estiver pensando em comprar seu imóvel, procure pensar a longo tempo. Hoje você pode estar sozinho, ou casado, mas daqui a um, dois ou cinco anos, sua família estará maior? Por isso é preciso fazer um bom planejamento, para não se arrepender depois e aí será tarde demais.

Se você for comprar um imóvel usado, é preciso ainda mais cuidado, pois terá que fazer uma averiguação completa, tanto em relação ao estado do imóvel como também em relação à documentação do mesmo. Muitas pessoas, quando vão vender o imóvel, passam uma mão de tinta nas paredes e deixam o imóvel com aparência de novo e isso pode esconder trincas, infiltrações, problemas na parte hidráulica, entre outros.

Então tome muito cuidado e, se for preciso, chame um profissional de sua confiança para fazer uma avaliação para você.

Fique atento ainda a outros detalhes como o número de vagas na garagem, a posição do imóvel em relação ao sol, procure conhecer a vizinhança, verifique se há indústrias ou empresas próximas ao imóvel, ou até mesmo um comércio de grande porte, que poderá lhe causar algum transtorno e faça o levantamento da documentação completa do imóvel, valor do IPTU, do condomínio, etc.

O que você nunca pode fazer, é comprar sua casa própria baseado no lado emocional, ou simplesmente porque achou o imóvel “bonito”.

Seja cauteloso ao extremo e assim estará evitando muitos transtornos futuros.

Por Russel

Comprar um imóvel


Saiba o que fazer para ter segurança no momento de comprar a casa própria

Comprar a casa própriaé o sonho de todos, porém, nesta hora é preciso tomar muito cuidado para não fazer um mau negócio e, assim, evitar muitos problemas futuros.

Mas com estas dicas abaixo, certamente você vai poder comprar sua casa própria com muito mais segurança!
O primeiro passo é definir quanto você poderá gastar por mês, a não ser que tenha o dinheiro para comprar à vista. Mas como a grande maioria das pessoas acabam pagando a casa própria de forma parcelada, pense que será preciso retirar uma parte de sua renda para o pagamento de sua casa própria. Então defina o valor máximo que você poderá reservar de sua renda para o pagamento de sua casa própria.
Importante também é planejar a entrada que será dada, pois isso pode definir um ótimo ou péssimo negócio. Quanto maior for a entrada melhor, então talvez seja preciso você aguardar um pouco mais e todo mês reservar um dinheiro e ir colocando-o em uma aplicação, assim, depois de um determinado tempo, você terá um valor maior para dar de entrada.

Tenha muito cuidado com o valor da parcela, mesmo sabendo que hoje você tem condições de reservar aquela parcela. Pense que com o passar dos anos sua renda poderá se modificar, novas despesas poderão surgir, então é bom deixar uma margem maior para estes imprevistos. Ter uma reserva de emergência é importantíssimo, caso surja algum imprevisto.

Quando é um funcionário público que tem uma renda estável é mais tranquilo, mas um autônomo, profissional liberal ou mesmo um funcionário comum poderá ter sua renda comprometida seja em alguns meses ou alguns anos e isso complicaria a vida de toda a família e até o investimento feito na casa própria.
E não tenha preguiça de pesquisar. Deixe o comodismo de lado e se prepare para visitar muitos, mas muitos imóveis!

Trate de conter o entusiasmo e não queira comprar uma das primeiras casas ou apartamentos que visitar, pois você poderá perder um negócio melhor.

Não fique preso às aparências, pois muitos imóveis são "maquiados" para serem bem vendidos. Uma casa ou apartamento recém-pintado pode ser bonito visualmente, mas pode estar escondendo sérios problemas estruturais.

O ideal é levar um profissional da área com você, para fazer uma vistoria no imóvel que você gostou, antes de fechar negócio.

Por Russel


O aumento da taxa de juros e a incerteza envolvendo o cenário macroeconômico estão alterando o comportamento dos compradores em relação a imóveis – está ocorrendo um desestímulo para as compras com intenção de investimento. De acordo com o estudo "Raio X do comprador de imóveis", o qual entrevistou mais de três mil pessoas, a motivação para investir em imóveis caiu de 48% durante o primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre.

Especialistas em economia avaliam que durante os próximos meses permanecerá essa tendência envolvendo a desaceleração do aumento do preço dos imóveis, bem como a redução dos compradores que pretendem investir em imóveis. O mesmo estudo aponta que 41% dos entrevistados acreditam que o preço dos imóveis subirá no prazo de um ano, 36% preveem que os valores se manterão estáveis e 23% já esperam por queda nos preços.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis" mostra também que 30% dos entrevistados compraram imóveis pensando em investimento. Os imóveis que possuem faixa de preço de R$ 200 mil são os que estão na mira de 53% dos investidores. Das aquisições com preços acima de R$ 1 milhão, 72% delas possuíam como intenção a moradia.

Em relação aos descontos, o estudo aponta que o desconto médio entre o valor do imóvel anunciado e o preço final negociado foi de 6,5%, sendo que mais de 40% das pessoas que adquiriram imóveis não conseguiram descontos.

Os dados sobre a preferência de condições do imóvel também são curiosos, 37% dos compradores preferem apartamentos usados, outros 13% não abrem mão de comprar um imóvel novo.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis":

No total, foram entrevistadas 3.227 pessoas proprietárias de imóveis ou que possuem pretensão de adquirir um imóvel. Grande parte dos entrevistados reside nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Este estudo será publicado todo o trimestre. 

Por Rafaela Fusieger


Na última segunda-feira, dia 30 de outubro, o Conselho Monetário Nacional, mais conhecido com CMN, aumentou o valor do imóvel a ser adquirido através do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, popular FGTS, inclusive referente ao valor da casa própria, que tem o seu financiamento de acordo com as regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Até antes do dia 30 de outubro, o limite de financimento era de R$ 500 mil; com a elevação, Estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal terão o limite aumentado para R$ 750 mil, já que nas cidades destes Estados os preços dos imóveis tendem a ser mais elevados; para o restante do país o limite foi reajustado até R$ 650 mil.

Segundo Júlio Carneiro, um dos gerentes do Banco Central, o teto fixado em R$ 500 mil vinha desde 2009, e de lá pra cá o país passou por inúmeras mudanças, entre elas algumas relacionadas à inflação, o que contribuiu para a mudança.

Pelo que prescreve as novas regras de financiamento, o valor a ser financiado não poderá ser superior a 80% do valor do imóvel; para os financiamentos que utilizem o Sistema de Amortização Constante o valor a ser pego com a instituição financeira poderá chegar a até 90% do valor do imóvel.

Sobre a Taxa de Juros, estas estão fixadas em aproximadamente 10% ao ano, para aqueles imóveis acima de R$ 500 mil; através do SFH têm financiamentos sendo feitos até em 8% a 9% ao ano, mas segundo Júlio Carneiro a presente situação não deverá criar um "boom" no mercado.

Em 2009, quando ocorreu o último reajuste, o limite era de R$ 350 mil e passou para R$ 500 mil, ou seja, se comparado, em porcentagem, ao reajuste atual, os dois últimos se equivalem; a previsão de aumento já vinha sendo cogitada desde o fim de 2012, mas só pôde ser concluída agora, já que a decisão cabe unicamente ao Conselho Monetário Nacional.

Por Vinicius Cunha

Foto: Divulgação


Está procurando um imóvel para chamar de seu, mas tem muitas dúvidas sobre qual é o ideal para você? Alguns quesitos devem ser levados em consideração no momento da compra, para não haver arrependimentos posteriores.

A compra de um imóvel é um momento muito importante e deve ser realizada com consciência e cautela, já que se trata de um investimento elevado e é uma escolha que irá lhe acompanhar por muitos anos de sua vida – se não para a vida toda.  Portanto, somente finalize uma transação quando tiver absoluta certeza de sua opção.

Primeiramente, defina qual o tipo de imóvel que pretende comprar, se uma casa ou apartamento, ponderando os prós e contras de ambos. Outra questão importante é o bairro que pretende morar. Leve em consideração a distância do seu local de trabalho e de outros locais que costuma frequentar, além da simpatia que possui pela região (não há situação pior do que morar em um bairro o qual não gostamos).

Faça várias visitas a imóveis. Nunca escolha prontamente o primeiro, pois outros poderão lhe encantar mais. Lembre-se também de verificar, em cada imóvel visitado, as medidas do mesmo, tamanhos das paredes, especialmente se você já tiver móveis. Você deve se certificar de que seu mobiliário caberá na nova moradia.

Superados estes pré-requisitos, lembre-se do fator mais importante a ser considerado no momento da escolha final: a sua casa deve ser aquela que seu coração bateu mais forte, este é o imóvel certo para chamar de lar.

Por Leni do Vale


O setor imobiliário torna-se, no decorrer dos tempos, o preferido dos investidores. A alta valorização de residências (prédios ou casas) viabiliza o emprego financeiro em moradias adquiridas na planta. Estimativas apontam que um imóvel apresenta valorização superior a 200% em poucos anos depois de concluídas as obras.

O brasileiro parece estar disposto a continuar adquirindo moradias. Independente do programa do governo federal para o segmento, o “Minha Casa, Minha Vida”, os números só tendem a crescer, tanto que levantamento realizado pela Lopes Inteligência de Mercado volta a ilustrar crescimento no interesse de compra de imóveis.

Em fevereiro, o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) avançou 1,9% em comparação a janeiro. Acompanhando essa disposição, o Índice de Expectativas também apresentou acréscimo, de 4%, para 142,9 pontos.

A sondagem, que abordou a opinião de 562 pessoas no mês de fevereiro, revelou que 61% dos consultados buscam moradias de até R$ 250 mil, índice 18% acima do mesmo estudo de janeiro.

Mesmo com as medidas de restrição de crédito abraçadas pelo Banco Central (BC), os índices parecem não desacelerar. Ao longo do ano, a intenção de compra deve diminuir na medida em que o consumidor perceber que 2011 será, possivelmente, um ano de maior aperto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


Para aqueles que possuem recursos sobrando, uma boa opção de investimento está na aquisição de imóveis comerciais ou residenciais para aluguel.

É uma forma de se garantir uma Renda Fixa.

Mas até que ponto vale a pena realizar essa negociata?


O novo programa de financiamento imobiliário, “Minha Casa Minha Vida” aprovada pelo presidente Lula, que promete financiar casas populares para quem ganha até 10 salários mínimos ainda está gerando muitas dúvidas.

Apesar das inscrições para participar do programa de financiamento já terem começado, muitas pessoas ainda tem dúvidas de quem realmente pode participar.

Para quem também está com estas dúvidas aqui vão alguns esclarecimentos sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”:

– Quem recebe menos de 3 slários mínimos, irão ter de esperar e se cadastrar nas prefeituras (dentro do período estípulado por elas).

– Já quem ganha de 3 a 10 salários mínimos, podem escolher o imóvel direto na construtora e depois procurr a Caixa Econômica Federal para solicitar o financiamento. O imóvel deve custar no máximo R$130.000,00.

– O valor das prestações do imóvel não podem passar os 10% da renda mensal da família (O valor mínimo das parcelas mensais serão de R$50,00).

– O programa não tem nenhuma taxa de Inscrição, muito menos prestação de entrada.

– A primeira parcela do imóvel só será paga quando o imóvel já estiver pronto.

– O parcelamento do financiamento pode ser pago em um prazo máximo de 10 anos.

Os primeiros imóveis devem ficar prontos dentro de um ano.

Maiores Informações sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”, assim como uma simulação de financiamento, podem ser obtidos clicando aqui


Devido à crise econômica mundial, o mercado de imóveis apresentou forte retração no mês de dezembro de 2008, no estado de São paulo. Segundo números do CRECI, foram vendidas 433 casas e apartamentos em todo o estado, uma queda de 32,81% em relação a novembro do mesmo ano.

No mercado de locação, a queda não foi tão grande, mas também assusta. Foram locados 1.265 imóveis no período, uma queda de 20%.



Você está com a “pulga atrás da orelha” com a Crise Financeira Mundial ? É… todos estão…

Afinal, qual a saúde financeira da Construção Civil ?

Acompanhe essa matéria bastante interessante do “Entre Aspas” da Globo News:





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