Um imóvel na planta é o desejo de muitas pessoas, principalmente devido ao atual boom imobiliário no Brasil. As condições do mercado estão favoráveis às pessoas que têm pretensão em sair do aluguel ou mudar de uma casa térrea, assobradada e outras para apartamentos.

O indexador utilizado para o reajuste de parcelas de imóveis adquiridos na planta, contemplando financiamento durante o período de obras, é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa de variação do indicador acelerou de 0,44% para 0,75% entre março e abril deste ano.

Três componentes integram o INCC e apenas um deles, Mão de Obra, registrou alta no período, de 0,27% em março para 1,16% este mês. O índice no grupo Materiais e Equipamentos desacelerou de 0,64% para 0,40%, ao mesmo tempo em que no grupo Serviços houve arrefecimento de 0,46% para 0,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor imobiliário cresceu consistentemente nos últimos meses, sobretudo após o país superar os principais e nocivos efeitos gerados pela crise financeira global. Jovens e adultos, com pouca ou altas remunerações, passaram a destinar parte de seus salários à aquisição de imóveis na planta ou, em alguns casos, usados.

Indexador utilizado no reajuste de parcelas de empreendimentos adquiridos na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) apresentou variação de 0,75% em abril, taxa 0,31% superior ao 0,44% do mês passado.

Segregado por grupos, o índice relacionado a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou de 0,60% registrado em março para 0,36% em abril. A taxa atinente a Mão de Obra, contudo, subiu para 1,16%, contra 0,27% de antes.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa concernente a Materiais e Equipamentos decresceu de 0,64% para 0,40%, enquanto o índice ligado a Serviços arrefeceu de 0,46% para 0,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As várias classes sociais brasileiras passaram a ter acesso a bens e serviços em maior volume desde meados do final de 2009. As medidas aplicadas pelo governo para afugentar os principais efeitos da crise financeira mundial surtiram tanto efeito que atualmente é possível observar inúmeros empreendimentos imobiliários nos grandes centros e nas periferias em construção e lançamento.

Mensalmente, compradores de imóveis na planta recebem boletos em casa com a parcela prevista em contrato mais reajustes. Informações apregoadas na quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em conjunto com a Caixa Econômica Federal apontam que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,52% no mês passado, ou seja, 0,13% acima dos cálculos de fevereiro (0,39%).

O IBGE assoalha que nos últimos doze meses encerrados em março, a variação abrangida pelo Sinapi abraçou taxa de 6,88%, portanto inferior aos 7,15% computados no período imediatamente anterior.

O custo nacional da construção, calculado por metro quadrado, subiu de R$ 771,45 em fevereiro para R$ 775,43 em março, dos quais R$ 336,72 referentes à mão de obra e R$ 438,71 atinentes aos materiais.

Lapidado em índices, o aumento da mão de obra chegou a 0,59% entre fevereiro e março, de 0,39% para 0,98%. Por outro lado, a taxa relacionada a materiais subiu de 0,23% para 0,39%, diferença de 0,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor da construção civil, em franca expansão pelo país, deve apresentar ritmo mais baixo de aquisições e lançamentos neste ano em comparação à movimentação registrada em 2010. Mesmo assim, empresários do ramo têm procurado inovar no maquinário para conferir menor custo às obras, além de maior velocidade na conclusão de novos empreendimentos.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registraram variação de 0,23% no Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) no primeiro decêndio de março. No período análogo de fevereiro, a taxa constatada chegou a 0,52%.

Afunilado por categorias, a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços contabilizou variação de 0,44% no primeiro decêndio do mês, contra 0,79% do intervalo igual de um mês atrás. O índice que traduz a despesa da Mão de Obra permaneceu inalterado entre ambos os períodos, em 0,24%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


A construção civil brasileira conseguiu, no decorrer dos últimos anos, bons números em cada canto do país. A expansão imobiliária, como muitos chamam o atual crescimento, deve permanecer operante nos próximos meses e alguns estudos até citam que grande parte dos novos compradores integra os jovens, ou seja, a preocupação com o futuro se faz cada vez mais presente.

Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ponderam que o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) voltou a crescer. No segundo decêndio deste mês, a taxa subiu para 0,42%, após variação de 0,38% do período igual de janeiro.

O percentual relacionado a Materiais, Equipamentos & Serviços variou 0,67%, contra 0,34% de antes. A taxa estrita ao custo da Mão de Obra chegou a 0,17%, ante 0,43% constatada no segundo decêndio de janeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com números expressivos no ano passado, o segmento de construção civil se solidificou como um dos mais rentáveis no país. Por essa breve e outras questões é que o setor de materiais de construção conseguiu, juntamente ao governo federal, a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final de 2011.

O grande número de obras por todo o país, desde empreendimentos residenciais a comerciais, passou a estimular toda a cadeia envolvida e revelou, infelizmente, outras constatações, como é o caso da falta da mão de obra qualificada segundo visão dos empresários.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o aquecimento do mercado continuará predominando e as vendas devem crescer entre 10% e 12% neste ano. Boa participação provirá das novas tecnologias, dos equipamentos e de máquinas, bem como de estratégias diferenciadas, que devem atender o dinamismo necessário das companhias.

Empresários do ramo têm apostado na edificação de mini-fábricas, responsáveis, pois, por prover e promover qualidade e agilidade nos processos de fabricação de materiais às obras, bem como instalação de esquadrias, situações que encurtam o tempo de edificação de empreendimentos.

Os ganhos se espalham para todos os lados. Primeiramente às construtoras, que conseguem, assim, entregar obras no prazo certo, depois aos próprios compradores, que podem se programar para mudanças de lar e vida.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dois foram os setores, entre alguns outros, que obtiveram destaque nos últimos meses em meio à expansão da economia brasileira: veículos automotores e habitação. Tanto as pessoas mais pobres quanto as de rendimento maior conseguiram adquirir carro e/ou imóvel, em partes graças às isenções de impostos adotadas pelo governo federal no intuito de diminuir os efeitos da crise econômica global, em partes pelo crescimento da massa salarial e do aumento no número de empregos criados e ocupados.

A construção civil, em alguns quesitos, tem marcado boa presença, tanto que almeja crescer 6% em 2011, mais que a própria indústria como um todo e mais que o índice do Produto Interno Bruto (PIB), estimado para 4,60%, pelo Banco Central (BC), até o início da semana passada.

De acordo com Paulo Safady, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), as obras abrangidas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além das voltadas à Copa do Mundo e às Olimpíadas, serão uma espécie de motor daqui para frente.

O Brasil precisa agora, e por meio de parcerias, desenvolver políticas públicas e privadas na finalidade de melhorar a qualificação da mão-de-obra, pois esta situação ainda é e deverá continuar sendo uma das principais reclamações dos empresários. O segmento imobiliário cresceu com astúcia nos últimos meses, superando as perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil


Construir pelo país ficou mais barato neste mês. Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) carimbam variação de 0,37% no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), percentual abaixo do constatado em dezembro, quando a entidade registrou índice de 0,59%.

A FGV calcula que nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o índice contraiu variação de 7,42%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços avançou para 0,42% no mês, contra 0,13% de antes, mas o índice atinente à categoria Mão de Obra decresceu de 1,08% em dezembro para 0,32% de agora.

Na categoria relacionada especificamente a Materiais e Equipamentos houve variação de 0,22% em janeiro, superior ao 0,09% do mês passado. Materiais para instalação, como subgrupo, obteve destaque entre os demais, pois a taxa passou de 0,47% para 0,76%.

Em relação aos Serviços, a taxa saltou de 0,25% para 1,21%, com destaque para o subgrupo denominado serviços pessoais, em que o índice pulou para 2,16% em janeiro, contra 0,32% de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Quem comprou imóvel na planta pode se preparar para um aumento maior do reajuste das parcelas. Isto porque devido ao aquecimento do mercado da construção civil, o valor da mão de obra do setor que subiu na faixa de 2,54% no último mês em função de datas base da categoria, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) que reajusta as parcelas de imóveis em construção chegou ao patamar de 1,77% no mês de Junho, bem acima das projeções de inflação.

Por exemplo, no último boletim Focus o mercado projetava a inflação em torno de 0,14%, podendo chegar a 0,19%, conforme medições do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Como as parcelas são reajustadas pelo índice especifico da construção civil, neste mês a variação ficará acima da inflação oficial. Algo que não ocorria deste o período compreendido entre agosto do ano passado e março deste ano, quando esta variação foi bem menor que a inflação.

No entanto em abril a coisa começou a mudar e os preços praticados no setor construção civil subiram e a perspectiva é que continuem subindo nos próximos meses, mas talvez em um ritmo um pouco menor do que agora, mas o que de qualquer forma deverá manter os próximos reajustes das parcelas acima da inflação oficial.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


A indústria de materiais de construção tem conquistado avanços significativos em solo brasileiro, ainda mais com a recente decisão de Guido Mantega, Ministro da Fazenda, ao estender a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro, para o segmento.

Em nota divulgada no dia 20 de abril, terça-feira, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revelou que as vendas pelo setor subiram 25,87% em março deste ano em comparação ao período igual de 2009. Em relação a fevereiro, embora um pouco abaixo, o varejo de materiais obteve ascensão de 22,67%.

Reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters assinala que no primeiro trimestre de 2010 o segmento acumula crescimento de 19,9% ante os três meses iniciais de 2009, apesar de as perdas nos últimos meses terem alcançado 4,89%.

Com os dados em mãos, a Abramat acredita que haverá retomada da indústria de materiais, principalmente se se levar em conta a nova fase do programa “Minha Casa, Minha Vida”, sustentado, então, pela etapa dois do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Mais informações podem ser acessadas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em pesquisa mensal de desempenho do setor da Construção Civil realizada pelo sindicato do setor do Estado De São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas constatou-se  que em Janeiro deste ano, o setor contratou mais 62.755 trabalhadores formais, com um aumento de postos de trabalho de 2,55% comparando com Dezembro do ano passado.

Em todo país a construção civil alcançou a marca de 2,519 milhões de trabalhadores comprovando o crescimento de suas atividades, pois se comparando o período de 12 meses, houve um aumento de 11,57% de empregos na área, ou seja mais 261.332 trabalhadores.

A região que apresentou o maior aumento percentual nos níveis de emprego foi a região Nordeste. Em número de pessoas com carteira assinada trabalhando no setor, foi a região Sudeste que apresentou os melhores números.

Fonte: www.terra.com.br

O setor da construção civil, subitamente impulsionado pelos programas do governo brasileiro, apresentou avanço nas vendas de materiais ao segmento, com 19% em fevereiro ante o mês igual do ano passado, embora queda de 4,15% tenha sido apontada em relação a janeiro deste ano.

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) relata que a retração constatada deve-se, sobretudo, ao menor número de dias úteis no mês. Segundo Melvyn Fox, presidente da entidade, no acumulado assinalado no primeiro bimestre houve alta de 16,31% em relação ao período igual do ano passado.

A agência de notícias Reuters indica que nos últimos 12 meses o varejo de materiais de construção aglomera tombo de quase 7,7%, enquanto que a comercialização de materiais de acabamento apontou aumento de mais de 13,4% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, mas decaiu 3,56% se comparado a janeiro de 2010.

Confira outras informações aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei


Numa reforma, ampliação de um espaço ou simplesmente uma alteração de ambientes, a contratação de um profissional qualificado como um arquiteto pode ser considerado um luxo?

Para muitos, sim. Mas analisando com critérios, podemos chegar a uma outra conclusão: a correta distribuição dos ambientes, prestigiando a entrada de luz natural nos ambientes, evitando criar paredes supérfluas e espaços ociosos numa obra é de fundamental importância. O uso de técnicas adequadas no momento de se elaborar o projeto arquitetônico de uma casa ou de uma reforma previne gastos desnecessários, já que otimiza os gastos com canos e parte hidráulica, por exemplo, já que toda a “parte molhada” da obra será corretamente projetada pelo arquiteto.

Além disso, o profissional atuará evitando que erros comuns sejam cometidos, como o excesso de corredores, escadas mal planejadas, falta de tomadas, má ventiliação, ambientes mal iluminados, mau uso do terreno, em suma, o arquiteto é um profissional habilitado para que sua obra fique perfeita, sempre com o menor custo e maior satisfação!

Por Cris Keller


Para aqueles que possuem recursos sobrando, uma boa opção de investimento está na aquisição de imóveis comerciais ou residenciais para aluguel.

É uma forma de se garantir uma Renda Fixa.

Mas até que ponto vale a pena realizar essa negociata?


Você está com a “pulga atrás da orelha” com a Crise Financeira Mundial ? É… todos estão…

Afinal, qual a saúde financeira da Construção Civil ?

Acompanhe essa matéria bastante interessante do “Entre Aspas” da Globo News:





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