Banco aumentou para 70% o valor do financiamento para imóveis usados, juros também sofreram redução.

A Caixa reduziu os juros, ao mesmo tempo que aumentou o teto para que mais brasileiros possam conseguir financiar a casa própria.

Desse modo, o banco está financiando cerca de 70% de imóveis usados, o que corresponde a aproximadamente 1,25 ponto percentual no quesito de crédito imobiliário, que tem como principal fonte os recursos imobiliários da área do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

É isso mesmo, a Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira, dia 16 do mês de abril, que a fim de facilitar o financiamento da casa própria para milhares de brasileiros, haverá uma mudança visando reduzir o valor dos juros e ainda um aumento do percentual do valor total que deve ser financiado em compras de imóveis usados.

Caso o leitor esteja interessado em realizar a compra de um imóvel já usado e não possui recursos financeiros para comprá-lo à vista, o financiamento da Caixa Econômica Federal pode ser um boa solução para se pensar. Dessa forma, não perca tempo, já que essas mudanças começaram a valer a partir do dia de hoje e são destinadas principalmente para fins de financiamento que tem como base os recursos de finanças do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

A decisão da Caixa Econômica Federal de realizar essas mudanças vem do fato de que, durante o ano de 2017, a instituição precisou reduzir em até duas vezes o teto orçamentário de financiamento. Além disso, deixou de ser o banco que ofertava as taxas mais baixas em comparação aos outros do mercado e, dessa forma, acabou perdendo o seu título de liderança em linhas gerais de créditos, principalmente, entre os meses de novembro do ano passado até o mês de janeiro de 2018.

Vale salientar ainda que a realização de vendas e compras é realizada por meio do SFH, ou seja, o Sistema Financeiro Habitacional. Para quem não sabe, os imóveis precisam estar cadastrados nesse sistema. Além disso, com exceção aos Estados do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, cujos imóveis precisam estar enquadrados no teto de R$ 950 mil, os imóveis de outras regiões do país precisam ter um valor de limite de no máximo R$ 800 mil. Desse modo, de acordo com uma avaliação realizada por economistas, houve uma redução na taxa mínima de juros.

O interessante é que a varição da redução nas taxas de juros dos últimos meses se manteve a mesma, tanto para os imóveis que se encaixavam no limite estipulado pelo teto orçamentário quanto para aqueles imóveis cujo valores eram superior ao máximo estipulado.

O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50% para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento. Antes das mudanças feitas em agosto do ano passado, a Caixa financiava até 80% de imóveis usados.

Há aproximadamente 17 meses, as taxas de juros estavam congeladas. Desse modo, acredite se quiser, a última vez em que houve uma redução de juros ocorreu no mês de novembro do ano de 2017. A partir disso, foi quando a Caixa resolveu reduzir a cada ano para um ponto percentual de 0,25.

Enquanto isso, houve uma redução para o limite de financiamento de imóveis que já foram usados, isto é, passou por duas reduções em meses consecutivos. Cerca de 60% no mês de agosto e, logo depois, 50% no mês de setembro.

A Caixa também se comprometeu em retomar o programa de financiamento de imóveis que começaram a ser financiados por outros bancos. Dessa maneira, para esse tipo de financiamento foi liberado a possibilidade de financiar até 70% do valor do imóvel.

Ana Paula Oliveira Coimbra


O presidente da Caixa informou que, até o final deste mês de março, os juros do crédito habitacional serão reduzidos.

Uma pesquisa recentemente realizada revelou que a maioria dos cidadãos brasileiros possui o sonho de possuir uma casa própria. Grande parte dessas pessoas vive em casas ou apartamentos alugados e, principalmente, em tempos de crise como este que estamos vivendo na economia do país, em que milhares de pessoas se encontram em situação de desemprego, o pagamento do aluguel é um sacrifício necessário, mas sem dúvidas, um investimento sem retorno.

Há alguns anos atrás a Caixa Econômica Federal criou um programa que acabou por beneficiar milhões de brasileiros, que finalmente conseguiram adquirir o imóvel próprio.

O programa criado pelo governo federal batizado de “Minha Casa Minha Vida”, tornou acessível a compra de um imóvel para brasileiros que não possuíam o valor total para a compra do mesmo. Assim, quem atendesse aos requisitos impostos pela Caixa, poderia financiar o seu imóvel e, dessa forma, milhares de brasileiros hoje vivem em casas próprias e pagam mensalmente valores com juros abaixo do mercado e, dessa forma, trocaram o pagamento do aluguel pelo pagamento de parcelas de um imóvel próprio.

Porém, como dito anteriormente, estamos atravessando desde o ano de 2016 um período de crise na economia do país. Muitas pessoas perderam seus empregos, o que contribuiu para uma queda na renda familiar, o que foi refletido no número de compras de imóveis, que diminuiu de forma significativa, principalmente, pelo fato de os juros estarem um pouco altos.

Pensando em auxiliar essa parcela da população que ainda deseja adquirir a casa própria, mas se vê impossibilitada financeiramente, a Caixa Econômica Federal comunicou oficialmente que irá reduzir os juros comuns do crédito habitacional.

De acordo com Gilberto Occhi que é o atual presidente da Caixa, até o fim deste mês de março os juros já serão reduzidos. A notícia foi divulgada na última segunda-feira, dia 19 de março.

Segundo as palavras do presidente da instituição ainda não foi informado de quanto será essa redução. Porém, a expectativa é de que nos próximos dias a Caixa anuncie qual será a redução nas taxas de juros para os recursos que são captados do mercado e da poupança.

Durante a entrevista que o presidente concedeu na última segunda-feira sobre o tema, Occhi revelou que a Caixa pretende promover uma competitividade maior no mercado imobiliário. Ele ainda revelou que não houve nenhuma redução nos juros durante o ano e que a partir de agora essa redução já poderá ser oferecida, facilitando a vida de quem precisa.

Está prevista pela Caixa a divulgação do resultado do ano de 2017. O banco espera que até a próxima semana o resultado seja divulgado. O presidente fez questão de informar que de acordo com os números, o ano de 2017 foi, apesar da crise, o melhor da história, uma vez que muitos esforços foram feitos para que os juros fossem reduzidos e que a tendência é de que continue assim.

Outra importante informação dada pelo presidente foi a de que quem se encontra em dívida com a CSN, a Caixa Econômica está disposta a realizar uma renegociação da dívida em questão.

Poucas pessoas sabem, mas a Caixa é um dos maiores credores da siderúrgica instalada em Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, estando ao lado do Banco Brasil, também um importante credor. Assim, juntos os bancos são detentores de quase a metade do total e dívidas da CSN.

A Caixa Econômica Federal está disposta a analisar, discutir e assim oferecer as melhores saídas com a CSN.

Agora, aos interessados em taxas de juros habitacionais menores, aguardar até que os números da redução sejam revelados, o que está previsto para acontecer nos próximos dias. Quem sabe essa é a oportunidade que você esperava para adquirir seu imóvel?

Por Sirlene Montes

Ffinanciamento de imóveis


Banco Itaú anuncia redução da taxa de juros para 9% a.a.

Na expectativa pela recuperação do mercado imobiliário, o Banco Itaú está tomando uma atitude que no mínimo pode ser classificada como inovadora, visto a situação financeira pela qual a economia brasileira está passando. A atitude do banco consiste em reduzir a taxa de juros no financiamento imobiliário, considerado como um dos financiamentos mais estratégicos e mais seguros, tanto pelo mercado financeiro, que vê este tipo de financiamento com bons olhos, como pelo mercado imobiliário, que está precisando de um respiro, pois embora a economia esteja começando a se recuperar, ela ainda está em processo pós-recessão e isto trouxe uma série de problemas e questões que afetam diretamente o mercado imobiliário brasileiro.

Com essa decisão de uma recuperação econômica futura, o Banco Itaú então anunciou recentemente a redução da taxa de juros de financiamento imobiliário dos atuais 10% praticados pelo SFH (Sistema de Financiamento Habitacional), para cerca de 9% a.a, somado os juros de TR e outros encargos, praticados corriqueiramente pelos bancos, em operações como esta. A expectativa do banco é que haja uma forte procura por parte das pessoas por financiamentos que tenham uma taxa de juros consideradas como barata.

Por que o Banco Itaú tomou esta decisão?

Segundo a diretoria do banco, está decisão que será vigente a partir do dia 10 de Agosto de 2017, foi tomada se pensando e até mesmo se imaginando um cenário de forte recuperação econômica que deve ocorrer durante o ano de 2018 e 2019, segundo aponta muitos especialistas de mercado. Com essa visão a diante, foi então que a entidade bancária tomou esta decisão de abaixar de forma drástica os juros, para o financiamento da casa, isto favorecerá o crescimento do mercado financeiro, pois muitos bancos e financeiras vão acompanhar esta atitude do Banco Itaú e isso vai favorecer de maneira muito especial o acesso das classes C e B a financiamentos de casa própria, trazendo uma série de benefícios diretos e indiretos a este mercado.

Outro motivo pelo qual foi alegado esta atitude foi a redução de maneira muito especial e sensível dos custos de transações, com este tipo de operação, isto se deu devido a uma série de medidas estruturais que o mercado vem tomando para proporcionar o favorecimento e a agilidade das transações, principalmente e de modo especial em operações como financiamento imobiliário. Atualmente a aprovação ocorre em cerca de 1hora após o banco receber toda a documentação, isto segundo alega o próprio banco contribui para a redução do custo com transações em mais de 90%, o que possibilitou que se fize-se o corte na questão da taxa de juros de mercado. Além dos encargos do banco, também serão cobrados encargos do próprio SFH.

Como posso me beneficiar desta redução de juros?

Existem, muitas formas pela qual você pode estar se beneficiando diretamente ou mesmo indiretamente com o processo de redução de juros de financiamento imobiliário. A primeira vantagem pela qual se deve ter em mente é o beneficio de você poder desenvolver de maneira bastante eficiente e até mesmo eficaz por um acesso melhor a questão do financiamento imobiliário. Além disso, está queda de juros acompanha a queda da taxa de juros padrão de mercado que é a taxa Selic, isto permite que o repasse da TR seja um repasse bem menor do que a tempos atrás, reduzindo ainda mais os custos com financiamento imobiliário, gerando assim grandes benefícios que podem ser usufruídos principalmente quando falamos em termos de relação custo e beneficio.

Com a redução de burocracia das transações, o processo de aprovação ficou mais rápido e até mesmo mais ágil, isto trouxe de maneira muito especial e única um dos grandes benefícios para as pessoas que buscam por este tipo de financiamento, que é a questão de melhoria tanto de preços como de retorno pela qual se deve ter em mente que quando o Itaú faz este tipo de ação, por consequência outros bancos também o farão.

Andre Luis de Jesus Fonseca


Confira aqui a lista com os melhores e piores bancos para se financiar imóvel.

Em um levantamento feito pela Proteste foram indicados os bancos que oferecem financiamento imobiliário com as menores taxas e demais despesas afins, ou seja, o custo efetivo de acordo com o valor do imóvel a ser financiado, bem como aqueles que são os piores ou com o custo mais elevado.

Vamos conferir quais são os melhores e piores bancos para financiar seu imóvel:

A CEF (Caixa Econômica Federal) continua sendo o melhor banco, ou o mais barato para financiamento de imóveis segundo levantado pela Associação de Consumidores.

A pesquisa comparou as taxas praticadas pelos bancos que mais financiam com crédito imobiliário no país, que são: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Banrisul, Caixa e Santander.

Foram analisadas não apenas as taxas de juros, mas sim o CET (Custo Efetivo Total), que inclui todas as despesas de financiamento. Esta é a taxa em que o consumidor deve dar atenção principal no momento de financiar um imóvel.

Vamos verificar 3 cenários distintos e os melhores bancos no topo de cada lista e os piores nas últimas linhas:

– Imóvel de R$150.000,00, considerando 20% de entrada

  1. CEF (Programa Minha Casa Minha Vida)
  2. Banco do Brasil (Programa Minha Casa Minha Vida)
  3. Banco do Brasil (FGTS)
  4. Santander (SFH com relacionamento com o banco)
  5. Bradesco (SFH)
  6. Banrisul (SFH)
  7. Itaú (SFH)
  8. Banco do Brasil (SFH)
  9. Banco do Brasil (CH)

– Imóvel de R$400.000,00, considerando 20% de entrada

  1. CEF (Com relacionamento com banco e conta salário)
  2. Santander (Com relacionamento com banco)
  3. Itaú (SFH)
  4. CEF (Com relacionamento com banco)
  5. Bradesco (SFH)
  6. CEF (Taxa balcão)
  7. Banrisul (SFH)
  8. Banco do Brasil (SFH)
  9. Santander (Sem relacionamento com banco)
  10. Banco do Brasil (CH)

– Imóvel de R$960.000,00, considerando 30% de entrada

  1. CEF (Com relacionamento com o banco e conta salário)
  2. CEF (Com relacionamento com o banco)
  3. CEF (Taxa balcão)
  4. Banrisul (SFH)
  5. Santander (Com relacionamento com o banco)
  6. Itaú (Taxa mercado)
  7. Bradesco (Taxa mercado)
  8. Banco do Brasil (CH)
  9. Santander (Sem relacionamento com o banco)

É sempre importante lembrar que existem variáveis a serem consideradas, por isso a pesquisa mostrou 3 cenários distintos. Neles o consumidor poderá se enquadrar.

Lembrando que os primeiros de cada cenário são os melhores, sendo que conforme a lista segue caindo os que figuram abaixo são os menos atraentes.

Por Silvano Andriotti


Banco anuncia que irá suspender novos contratos para este tipo de financiamento.

A CEF, Caixa Econômica Federal, na última sexta-feira, dia 5, informou que foram suspensas contratações novas de crédito imobiliário utilizando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista.

Esta linha financia a aquisição de imóveis que custem até R$ 950 mil nos estados de Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e nos outros estados de até R$ 800 mil.

A instituição, nas próximas semanas, irá receber aproximadamente R$ 3 bilhões para os recursos desta linha sejam complementados.

A Caixa negou que tal suspensão se relacione com a falta de recursos devido ao saque dos valores de contas inativas do Fundo, que foi autorizado pelo presidente Michel Temer, o qual disse que foram resgatados R$ 15 bilhões nos últimos dois meses, e ainda espera-se que esse valor chegue a R$ 40 bilhões até o meio do ano.

A taxa de juros cobrado na linha da pró-cotista para cidadãos não correntistas está no valor de 8,61% anuais. Por outro lado, o SBPE tem taxa de 10,49% anuais.

A Caixa, que é a maior instituição concessora de crédito de imóveis do Brasil, tem sofrido nos últimos dois anos com as contínuas mudanças no setor, devido as mudanças da Selic e a recessão no país.

No ano de 2015, a taxa básica de juros era de 14,25% anuais e a caderneta de poupança, a qual paga 6% ao ano, teve liquidado o valor de R$ 53,6 bilhões. Já em 2016, o resgate da poupança foi de R$ 40,7 bilhões.

Desta forma, os empréstimos que foram concedidos através do SBPE em 2016 para construção e compra de imóveis abaixaram em 38,3% ao comparar com o ano de 2015, sendo o nível mais baixo desde o ano de 2009. Só não foi pior este desempenho devido ao financiamento com valores do FGTS ter aumentado em 18,5%.

De acordo com um executivo da instituição, o banco irá tomar suas ações para que seu orçamento seja cumprido, prevendo conceder R$ 84 bilhões em financiamentos para o setor da habitação em 2017, diante de R$ 81,5 bilhões no ano de 2016, levando em consideração todas as linhas.

FILIPE R SILVA


Até dezembro deste ano, imóveis de até R$ 1,5 milhão poderão ser financiados utilizando os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Quem deseja financiar imóveis com o recurso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) conta com uma novidade a partir de agora. É que começou a valer desde segunda-feira (20), a norma estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumenta o limite máximo do valor dos imóveis novos adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Os mutuários que desejarem financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão poderão fazer isso até o dia 31 de dezembro deste ano utilizando os recursos do FGTS. Os juros cobrados nos financiamentos do SFH são menores em relação aos demais financiamentos existentes no mercado. Acima de 12% ao ano, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas definidas livremente pelo mercado e mais altas.

Do limite nos últimos três meses, essa foi a segunda vez que o financiamento é reajustado. Em novembro, o teto do financiamento que era de R$ 650 mil passou para R$ 800 mil na maior parte do país.

No Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e em São Paulo, o teto que era de R$ 750 mil foi para R$ 950 mil. No entanto, o novo teto de R$ 1,5 milhão terá validade para todo o país.

O Ministério do Planejamento informou em nota que com a nova medida, a população terá acesso às taxas de juros menores e isso possibilitará a utilização dos recursos do FGTS para pagar as prestações.

Casa própria

Muitos brasileiros têm o sonho de ter sua casa própria e os recursos da conta vinculada do FGTS podem ser utilizados para isso. No entanto, existem alguns pré-requisitos para que esses recursos sejam utilizados.

Entre as principais regras, o trabalhador não pode possuir nenhum outro imóvel residencial construído ou em construção e nem ser comprador, usufrutuário ou cessionário, além de também contar com o mínimo de três anos consecutivos ou não sob o regime do FGTS.

Outro requisito é que o trabalhador não pode ser titular de outro financiamento imobiliário ativo, concedido no âmbito do SFH em qualquer parte do Brasil.

O valor do imóvel a ser financiado também não pode ultrapassar o valor limite para o âmbito do Sistema Financeiro de Habitação.

Por Serrana Filetti


Confira aqui como comprar imóvel usando do dinheiro do FGTS.

Muitos brasileiros estão em busca de ter sua casa própria e para isso as vezes precisam fazer uso do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Entretanto, para fazer uso do mesmo é necessário seguir algumas regras, veja abaixo quais são elas:

Para o Comprador

– É necessário possuir pelo menos três anos de contribuição sob o regime do FGTS, mesmo que em diferentes empresas e em períodos diferentes;

– Não pode ter financiamento ativo no SFH, Sistema Financeiro de Habitação, em nenhum local do Brasil;

– Também não poderá ser promitente comprador, possuidor, proprietário, cessionário ou usufrutuário de outro imóvel residencial em perímetro urbano, em construção ou concluído, no município onde reside ou onde atua no trabalho principal, nem na região metropolitana ou nas cidades limítrofes;

– É necessário estar em dia com as prestações do financiamento, no momento em que fizer o pedido de uso do FGTS;

– Deve ser coobrigado ou titular no financiamento no qual pretende quitar parte do valor das parcelas.

Para o Imóvel

– Valor da avaliação precisa ser de no máximo de R$ 1,5 milhões para quaisquer estados, a partir de 20 de fevereiro de 2017 (antes eram de R$ 750 mil para os estados de RJ, MG, DF e SP, e para os demais estados o valor máximo é de até R$ 650 mil);

– O terreno objeto da construção do imóvel deve ser de propriedade do proponente, se a situação for de construção sem adquirir o terreno;

– Estar em área urbana;

– Ter como destino à moradia do titular;

– Mostrar, no momento da avaliação final, ausência de vícios de construção e plenas condições de habitabilidade;

– Ter matrícula no RI competente e não possuir registro de gravame que impeça à comercialização do mesmo;

– Se for aquisição de construção em andamento ou terreno, não pode ter sido objeto de uso de FGTS há pelo menos três anos, isto é, se usado para iniciar construção, em 30/11/2009, só poderá utilizar novamente a partir da data de 01/12/2012.

Documentação

– Extrato de conta vinculada ao Fundo;

– Documento oficial para identificação;

– CTPS para comprovação do tempo de trabalho no regime do FGTS;

– Declaração de IRPF, o DIRPF. Se o trabalhador for casado ou então em união estável, é necessário apresentar a DIRPF do cônjuge.

FILIPE R SILVA


Proposta pode elevar temporariamente teto para R$ 1,5 milhão.

Com o objetivo de reaquecer a economia brasileira, haja vista o atual cenário econômico de crise, o Governo Federal busca apresentar propostas e medidas que permitam trazer bons resultados. Com isso, devem ser anunciadas em breve as medidas de estímulo ao setor da construção, um dos mais afetados com a atual crise. Dentre essas medidas, está sendo discutido o aumento do valor do imóvel que poderá ser financiado via recursos do Fundo de Garantia do Trabalhador, o FGTS. Através da nova proposta o teto para financiamento de imóveis pode chegar a R$ 1,5 milhão.

Vale destacar que o atual teto para este tipo de financiamento é de R$ 950 mil para aqueles que desejam adquirir imóveis nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. Para quem deseja comprar imóveis em qualquer outro estado brasileiro, o teto é de R$ 800 mil.

A proposta aqui destacada foi discutida entre os Ministérios da Cidade e Planejamento, além da Caixa Econômica Federal e executivos de empresas ligadas ao setor da construção. Além disso, a medida já foi apresentada a responsáveis ligados ao Ministério da Fazenda. Um detalhe importante é que esse limite, se aprovado, seria de caráter temporário, segundo destacam pessoas ligadas ao governo.

Já houve um aumento do teto referente ao financiamento de imóveis através do FGTS recentemente, o que mostra o esforço do governo para trazer mais estabilidade para o setor da construção. A última mudança foi em novembro de 2016, quando o governo anunciou o aumento do teto de R$ 750 mil para R$ 950 mil.

A questão do tempo total que tal aumento seria válido é importante neste debate, haja vista esse ser o principal ponto para determinar a viabilidade do novo aumento. Por isso, o fato de esse aumento ser temporário é bastante importante para a medida. Portanto, o novo teto deverá ser mantido até que as despesas do FGTS cheguem a R$ 500 milhões.

Um dos grandes problemas do setor da construção está sendo o estoque. Por isso, os executivos defendem que o novo teto seja destinado apenas para a compra de imóveis novos e prontos. Segundo os executivos, essa medida seria essencial para as construtoras reduzirem o seu estoque.

Por Bruno Henrique


Saiba aqui como fazer a portabilidade do financiamento imobiliário.

Às vezes as pessoas que pagam por financiamentos imobiliários, acabam por algum motivo querendo trocar de banco, por oferecerem outras condições e oportunidades. Contudo, muitas pessoas temem fazer a troca por medo de encontrarem uma grande burocracia. Contudo, na verdade fazer isso é mais fácil do que geralmente se pensa e o procedimento já foi realizado incontáveis vezes.

No Brasil, os transmites de mudança de banco ocorre desde 2006, todavia, naquela época realizar um processo desse porte, além de custar muito caro aos bolsos do cliente, havia muita dificuldade e burocracia para se conseguir tal feito. Graças aos anos que isso vem acontecendo, ao longo do tempo ficou mais fácil e não pode ser cobrado do cliente nenhuma taxa.

Segue abaixo as regras para realizar o procedimento de portabilidade:

Para realizar o procedimento de portabilidade, não se deve, pautado na lei, cobrar qualquer dinheiro sobre isso. Somado a essa realidade, o processo só ocorre sob a fiscalização do Banco Central e é realizado de banco para banco. Assim, tudo acontece da maneira mais rápida possível. Quando a portabilidade acontece, o cliente não tem o direito de pedir ao banco que estenda o financiamento, ou seja, o número de anos que o cliente estará em dívida não pode ser mudado sob hipótese alguma. Para aqueles que não sabem, a portabilidade só pode ser feita em imóveis que já estão pronto. Além disso, apesar de não haver a liberdade de aumentar os anos de financiamento, há chances de renegociar o valor do imóvel, bem como as multas projetadas. Dentro de um prazo o banco atual também possui o direito de reaver sua antiga proposta e oferecer novas condições ao atual cliente.

Outra grande vantagem é que não existe uma quantia mínima para que o procedimento ocorra. Desse modo, facilita muito a vida daqueles que querem renegociar a dívida.

Em algumas situações a portabilidade pode não dar certo, por isso, é importante estar atento a alguns requisitos: o nome do cliente não deve estar negativado; as parcelar do financiamento não podem ser menores que o salário; não pode ser feito o financiamento de um imóvel que ainda está em construção e por fim, não se deve atrasar o pagamento da dívida parcelada.

Por fim, para concluir a portabilidade é só avisar o banco atual que você, cliente, fará a mudança. Dessa forma, o banco tem no máximo dois dias para fazer o relatório sobre a dívida e oferecer uma outra condição para quitar a dívida. Caso isso não aconteça, a portabilidade será encerrada e você terá uma dívida com o próximo banco.

Sirlene Montes


A Caixa fez mudanças no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria anteriormente.

Apesar das controvérsias, a partir do dia 25/07/2016, algumas mudanças no setor imobiliário serão implantadas pela Caixa Econômica Federal, no que diz respeito ao financiamento da casa própria.

A Caixa fará uma mudança no financiamento de imóveis, ao financiar, por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), imóveis com o valor de até R$ 3 milhões, diferentemente do que ocorria até aqui.

De acordo com alguns especialistas, essa atitude teria como finalidade oxigenar a economia e principalmente o setor imobiliário, já que há um grande potencial de compra de imóveis nesse segmento, até então desprezado por motivos técnicos e políticos.

Dados revelam o flagrante enfraquecimento do setor imobiliário brasileiro, que diminuiu em cerca de 54% o número de lançamentos de imóveis e cerca de 18% o número total de vendas no último ano.

E com a queda nas exportações, e com a renda média do brasileiro 4,6% menor (cerca de R$ 2.405), a solução seria apostar em segmentos mais propensos a investir em imóveis caros.

Os números da mudança no setor imobiliário:

Nessa nova política para o setor imobiliário, o percentual de financiamento pelo SFI, para a compra de imóveis usados passaria dos atuais 60% para 70% do valor dos imóveis.

Já para a compra de imóveis e terrenos novos, bem como construção em terreno do próprio financiador, o percentual de financiamento passaria dos atuais 70% para 80% de imóveis acima de R$ 750 mil.

Com essa mudança no financiamento de imóveis, o interessado só precisaria arcar integralmente com 20% ou 30% do valor do imóvel, enquanto a Caixa se incumbiria de financiar os outros 70% a 80% restantes.

Para o Vice-Presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal, Eduardo Aroeira, “as mudanças vêm em boa hora, já que as expectativas e o otimismo das pessoas têm melhorado”.

Para o Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, “o humor está começando a mudar”. “Mais visitas aos plantões e empresários menos pessimistas”.

A Controvérsia:

Mas para uma outra corrente de pensamento, essa atitude visa agraciar certas categorias historicamente privilegiadas, mesmo apesar do possível aquecimento da economia e da construção civil, especificamente; além da produção de equipamentos para o setor.

Para a ex-ministra do planejamento Miriam Belchior (ex-presidente da Caixa Econômica Federal), essa articulação da Caixa traria transtornos par ao setor do projeto Minha Casa Minha Vida, em sua Faixa 1, já que esses recursos estariam sendo repassados, segundo ela, para imóveis altamente valorizados.

Até o momento, já são cerca de R$ 16 bilhões de reais injetados na Caixa Econômica Federal pelo conselho curador do FGTS, devido à queda de recursos da poupança, que garantiriam esses financiamentos e uma oxigenação na economia.

Polêmicas à parte, o que os técnicos da Caixa Econômica Federal dizem é que essa mudança no financiamento de imóveis, trata-se de um esforço para aquecer o setor imobiliário, ao encontrar no segmento dos empreendimentos caros, que reclamavam de um melhor sistema de financiamento, uma grande oportunidade de retomada do crescimento da economia.

Por Vivaldo Pereira da Silva


CMN aprovou novas regras onde os bancos podem efetuar um empréstimo com uma porcentagem acima de 80% para financiamento de imóveis.

Tendo como objetivo estimular o crédito imobiliário, foram mudadas as regras para empréstimos no setor. A mudança foi definida durante reunião, realizada na última quinta-feira dia 29 de outubro de 2015, do Conselho Monetário Nacional (CMN). Os empréstimos financiam mais de 80% do valor da casa própria.

Segundo o CMN, as companhias que financiavam um valor de 80% de um imóvel, deveriam manter em caixa, um valor de 75% do empréstimo, que é conhecido como “requerimento de capital”. Pelas regras o valor de capital ficava parado em um banco, apenas como garantia.

Com essa mudança na regra, agora, as empresas poderão efetuar até mesmo o financiamento do valor total do imóvel, que representa 20% a mais do que antes. Também, conforme os clientes efetuem os pagamentos, o valor do requerimento de capital poderá ser reduzido, porém, somente após atingir o limite de 20% de pagamento efetuado. O requerimento de capital que deverá permanecer depositado sem movimentação, será reduzido para 35% do valor do empréstimo.

Na verdade o que realmente muda com essa nova regra é o fato dos bancos poderem efetuar um empréstimo com uma porcentagem acima de 80% para financiamento de imóveis, e pelo fato do dinheiro que deve ficar como requerimento de capital ser da razão de 35%, será possível utilizar essa diferença para que sejam feitos novos empréstimos. Isso possibilita um número maior de pessoas que possam realizar o sonho de conquistar a casa própria.

Uma outra perspectiva que pode ser analisada é que com o fato do valor a ser retido ser reduzido, consequentemente, abre portas para que os bancos consigam estimular ainda mais os financiamentos de imóveis através de uma redução dos juros percentuais praticados hoje em dia.

Porém, a mudança na regra não garante um efeito imediato nas operações das empresas fornecedoras de financiamentos.

O CMN é composto pelo Ministro da Fazenda, pelo Ministro do Planejamento, e também pelo presidente do Banco Central.

Por Igor Furraer

Empréstimo imobiliário


Novas taxas de juros passarão a valer a partir do dia 1º de outubro para contratos novos feitos pelo SFH.

Financiar a casa própria está cada dia mais difícil. Após diminuir a margem de financiamento da casa própria, que antes era de 100% para 80%, a Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (dia 21), que elevará novamente os juros para o financiamento para a casa própria que utilizam os recursos da poupança. O banco está elevando as taxas pela terceira vez e justifica a escolha pela elevação das taxas básicas de juros do País (a Selic está atualmente em 14,25% ao ano).

A Caixa Econômica detém dois terços de todos os empréstimos que financiam a compra de imóveis de todo o País. Ela vem adotando medidas diferentes para restringir o acesso ao financiamento da casa própria.

A alta das taxas passa a valer a partir do dia 1º de outubro e atinge somente os novos contratos.  A taxa total para os correntistas que não forem clientes da Caixa será de 9,90%, para a compra de imóveis através do SFH (Sistema Financeiro Habitacional). Antes a taxa era de 9,45% ao ano.

Agora quem for correntista da Caixa, e os servidores públicos passarão a pagar 9,30% ao ano. Antes a taxa era de 8,80% ao ano. Os imóveis financiados pelo SFH têm preços que variam entre R$ 650 mil e R$ 750 mil.

Os financiamentos feitos pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) também sofrerão alteração. Os não clientes passarão de 11% para 11,50% ao ano, e os correntistas da Caixa e servidores públicos passarão de 10,20% para 10,70% e 10,50% para 11,20%, respectivamente. Os imóveis comerciais que estão enquadrados no SFI sofrerão um aumento bem maior, com taxa balcão chegando a 14% ao ano. Antes a taxa era de 12% ao ano.

As taxas do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, no entanto, não sofrerão nenhum reajuste, pelo que afirmou a Caixa.

A Caixa garante, que mesmo com a alta nas tarifas, continua oferecendo as melhores taxas do mercado.

Por Patrícia Generoso

Juros de casas próprias


Queda registrada foi de 16% no primeiro semestre deste ano. O valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014.

O cenário econômico brasileiro não tem sido favorável a novos investimentos e muito menos à aquisição de novos empréstimos, principalmente no que diz respeito a empréstimos para a compra ou construção de imóveis e, por isso, o financiamento imobiliário apresentou uma queda de 16% no primeiro semestre do ano.

O volume dos empréstimos realizados chegou a R$ 5,9 bilhões no mês de junho e em comparação ao mês de maio, teve um aumento de 5,1%, porém, em comparação ao mesmo período de 2014, a queda registrada foi de 35,6%.

A informação foi divulgada pela Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário, nesta última quarta-feira (05) e mostrou a situação preocupante também neste setor. Apesar do aumento entre os meses de maio e junho, este volume ficou abaixo de todos os demais, desde fevereiro de 2013, quando foi registrado um volume de R$ 5,8 bilhões para o crédito imobiliário.

De acordo com a própria Acebip, um dos motivos que levou a este baixo desempenho foram as medidas que alguns agentes de mercado adotaram, pois foram medidas restritivas, uma vez que houve redução também nos recursos da poupança.

No primeiro semestre deste ano, o valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014, chegando a ficar 15,8% abaixo do valor que foi destinado no ano passado neste mesmo período.

Foram destinados recursos para construção e também para aquisição de um total de 25,6 mil imóveis só no mês de junho, mas ainda assim, o resultado ficou 40,6% abaixo do que foi registrado no mesmo mês em 2014. Já em comparação ao mês de maio deste ano, houve um crescimento de 26,3% no montante de imóveis que foram financiados.

Já no período do primeiro semestre deste ano, mais de 200 mil imóveis puderam ser financiados e em relação ao primeiro semestre do ano passado, a queda foi de 22,1%.

No período de 12 meses, indo até junho deste ano, o total de imóveis financiados foi de 481,5 mil, apresentando uma redução de 11,1% em comparação aos 12 meses anteriores.

Por Russel

Financiamento imobiliário


Construtoras e incorporadoras ganharam nova linha de crédito que vem do FGTS oferecida pela Caixa. Será liberado R$ 1 bilhão para esse tipo de financiamento

A Caixa Econômica Federal está oferecendo uma nova linha de crédito para construtoras e incorporadoras. O recurso para o crédito vem do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de serviço) e poderão utilizar a nova linha todas as empresas que tiverem empreendimentos com unidades residenciais que tenham o valor de até R$ 300 mil. O banco afirmou que será liberado um montante de R$ 1 bilhão para esse tipo de financiamento.

O financiamento utilizando o FGTS, no entanto é de até 80% do valor total da obra, sendo limitado a somente 50% do valor total das vendas e as taxas de juros do financiamento é de cerca de 8,5% ao ano.

A empresa que estiver interessada deverá apresentar, para análise de risco, o seu projeto de engenharia e toda a documentação da obra. É necessária também a confirmação da comercialização de, no mínimo, 30% das unidades da obra, até a data do começo da construção desta, como forma de confirmar que o financiamento poderá ser pago pela construtora.

A inscrição deve ser feita através do site da Caixa, no endereço eletrônico www.caixa.gov.br. No site há uma opção para o envio de documentos para avaliação do crédito das empresas.

As empresas que trabalham com construção de unidades residenciais podem contar também com outras linhas de crédito, com condições similares às oferecidas para quem usa o FGTS, oferecidas pela Caixa. Os valores são de R$ 750 mil para os estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal e o valor de até R$ 650 mil nos outros estados do país.

É mais uma iniciativa do governo para aquecer o mercado imobiliário no Brasil, que anda um pouco desacelerado devido à crise econômica do país. Se a iniciativa der certo, talvez daqui a algum tempo, as oportunidades de créditos oferecidos sejam bem mais diversificadas, contribuindo para o reaquecimento do setor. A Caixa visa também fomentar maiores investimentos para o programa do Governo Federal “Minha Casa Minha Vida”.

A nova linha de crédito que foi anunciada nesta terça-feira (dia 4) vem para reforçar o foco dado pela empresa a programas sociais neste ano de crise na economia brasileira. 

Por Patrícia Generoso

Construtoras


BB oferece nova linha de crédito de financiamento de até 90% do valor do imóvel novo ou usado, com taxa de juros de 9% ao ano.

Uma nova linha de crédito para aquisição da casa própria está disponível a partir desta semana no Banco do Brasil. O banco público está oferecendo financiamento de até 90% do valor do imóvel novo ou usado. O financiamento pode ser estendido em até 30 anos, com taxa de juros de 9% ao ano. Vale ressaltar que apenas imóveis com valor de até R$ 400 mil estão inclusos na nova linha de crédito.

Chamado de Pró-cotista, o crédito habitacional utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O financiamento só é válido para quem tem uma conta ativa no FGTS e possui no mínimo 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não.   Caso o interessado em realizar o financiamento não tenha uma conta ativa no FGTS, é necessário que o mesmo possua um saldo no fundo igual ou superior a 10% do valor total do imóvel ou da escritura, o que for de maior importância.

Tais condições para a nova linha de crédito foram definidas no mês de maio pelo Conselho Curador do FGTS.   

O Banco do Brasil espera oferecer cerca de R$ 1 bilhão para novas operações de crédito imobiliário. A instituição financeira conseguiu identificar 2,2 milhões de clientes que reúnem condições suficientes para se beneficiar do financiamento imobiliário.   

Visto que nos últimos meses ficou mais difícil para os brasileiros obterem financiamento imobiliário, a nova linha de crédito deverá despertar interesse dos habilitados a aderirem.

A carteira de crédito imobiliário do banco atingiu, em abril, R$ 42,06 bilhões, um crescimento de 45,9% nos último 12 meses. 

No mês de abril deste ano, a Caixa restringiu o financiamento de imóveis usados, o que tornou a vida dos brasileiros interessados em imóveis ainda mais difícil. Antes, a instituição pública oferecia crédito de financiamento para até 80% do preço de um imóvel usado, sendo que a pessoa poderia dar apenas 20% de entrada. Agora, com o ajuste, é necessário que o interessado dê 50% do valor na entrada, visto que o banco financia apenas os outros 50% do imóvel usado.  

O aumento dos juros também afetou o mercado imobiliário. Isso acontece porque os bancos utilizam o dinheiro da poupança para financiar as operações imobiliárias. Com a crise econômica atual, os depósitos na poupança têm caído consideravelmente, aumentando os juros aplicados no financiamento de imóveis.

Por William Nascimento

Financiamento de imóveis


Imóveis financiados com os recursos da caderneta de poupança apresentaram queda nas vendas de janeiro a maio de 2015.

A crise econômica que o país enfrenta atualmente e o aumento da taxa básica Selic, afetou de forma negativa o setor imobiliário. Segundo os economistas brasileiros, a população nacional não deve esperar melhoras neste ano. Muitos deles, afirmam que durante o segundo semestre do ano poderá haver uma queda maior do que a atual.

É importante ressaltar que o dinheiro emprestado pelos bancos para quem deseja financiar seu próprio imóvel não é de posse dos banqueiros, e sim do que cada cidadão aplica na caderneta de poupança. A crise atual tem feito com que a população brasileira poupe uma menor quantidade financeira, e resgate os valores guardados na caderneta de poupança. Dessa maneira, os bancos nacionais diminuíram de maneira brusca o volume de financiamentos, já que a diminuição de verba inviabiliza a negociação.

Até mesmo a instituição Caixa Econômica Federal mudou os termos de contrato para aquisição de móveis usados. Antes da alta do Selic, quem desejasse possuir um imóvel próprio deveria possuir ao menos 20% do valor do imóvel, já atualmente é necessário ter em mãos 50% do valor. Por exemplo: para adquirir um imóvel usado que possui valor de mercado de R$ 120.000 é necessário dar uma entrada de R$ 60.00. Antigamente, era necessário ter apenas R$ 24.000 em mãos.

Segundo uma pesquisa feita pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), as entidades financeiras emprestaram R$ 38,9 bilhões para o financiamento de imóvel entre janeiro e maio de 2015. Durante o mesmo período de 2014, o valor estabelecido para financiamentos foi superior a R$ 44 bilhões. Houve uma queda de 11.8%.

Utilizar o dinheiro da poupança para comprar um imóvel já se tornou uma tarefa árdua. Segundo dados, no ano passado 213 mil imóveis foram adquiridos nesse mesmo período de ano; apenas 174 mil imóveis foram adquiridos entre janeiro e maio deste ano.

Tudo isso ocorre, porque o Governo Federal procura incentivar a população a poupar mais e consumir menos, e isso é feito pelo aumento da taxa Selic. Segundo os economistas, quem deseja investir prefere aplicar em projetos remunerados de acordo com a taxa Selic, os quais geram uma quantia maior do que a poupança.

Por Wendel George Peripato

Financiamento de imóveis


Financiamentos imobiliários do Banco do Brasil terão alta nas taxas de juros, indo de 9,9% ao ano para 10,4% ao ano.

O mês de maio irá seguir a mesma tendência do início de 2015: alta em taxas de juros. Dessa vez foi o Banco do Brasil que anunciou que irá elevar, a partir de 18 de maio, as taxas de juros dos financiamentos imobiliários. Dessa forma, tais taxas irão passar de 9,9% ao ano para 10,4%. Além disso, o banco estatal destacou que o aumento das taxas é resultado direto dos maiores custos de captação.

Além disso, o Banco do Brasil também destacou que houve uma série de adaptações e melhorias nas linhas de Crédito Imobiliário SBPE, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Portanto, além do aumento das taxas também foi registrado: ampliação do prazo de financiamento, manutenção do percentual de financiamento sobre o valor do imóvel, maior facilidade na aplicação das taxas de juros levando em consideração o nível de relacionamento do cliente do BB, além de outras medidas.

Com tais medidas, o prazo máximo de financiamento passou a ser 420 meses, levando em consideração o perfil social do cliente e seu poder financeiro. Além disso, o banco também destacou que foram mantidos os 80% sobre o percentual de avaliação do imóvel que pode ser financiado para todos os clientes.

O Banco do Brasil seguiu a linha de mudança da Caixa. Vale destacar que a Caixa já havia anunciado medidas que entraram em vigor na última segunda-feira, 4 de maio. Tais medidas restringem o financiamento de imóveis usados. Através de tais regras, a Caixa determina que os financiamentos com recursos da poupança terão uma redução do limite do valor total do financiamento, sendo assim, saindo de 80% e passando a 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação. Já para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário passou para 40%, contra 70% anteriormente.

As mudanças, em ambos os bancos estatais, são resultado direto do atual momento econômico brasileiro. O ano de 2015 já vinha se destacando pelo aumento de taxas de juros, tanto em bancos estatais como em privados, bem como em outros setores do mercado econômico.

Por Bruno Henrique

Financiamento BB


Financiamento da casa própria na Caixa teve aumento em sua taxa de juros

O Brasil está registrando neste ano de 2015 vários aumentos em taxas de juros de diversas modalidades do setor financeiro. Dessa vez foi a Caixa Econômica Federal que anunciou aumento na taxa de juros do financiamento imobiliário. Caso ainda não saiba, passaram por reajustes as taxas para financiamento de imóveis residenciais contratados com recursos da poupança, o SBPE, no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação. A Caixa já havia registrado aumento em 2015, na ocasião o mesmo aconteceu em janeiro.

Segundo declaração oficial da Caixa nesta quinta-feira, 16 de abril, tal aumento é resultado direto do aumento das taxas básicas de juros. É importante ressaltar que a Selic registra valor de 12,75% ao ano atualmente. Além disso, o banco estatal também fez questão de ressaltar que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofreram alterações.

Confira abaixo as novas taxas de juros da Caixa:

– Taxa Balcão – 9,45% ao ano;

– Relacionamento – 9,30% ao ano;

– Relacionamento + salário – 9,0%;

– Servidor (relacionamento) – 9,0%;

– Servidor (relacionamento + salário) – 8,80%.

É importante ressaltar que o dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofreu aumento da taxa não é do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado. Ou seja, o dinheiro é proveniente do montante global depositado no banco.

Com isso, os financiamentos que não são feitos com recursos da poupança registraram aumento nas taxas de juros como era esperado. Nesse tipo de financiamento, o dinheiro utilizado também não será proveniente da conta do trabalhador, mas sim das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos.

Além disso, é importante destacar que o mercado de imóveis do Brasil vem passando por algumas dificuldades em 2015. Isso é resultado direto da atual situação econômica brasileira, pois o cenário de inflação alta e taxas de juros subindo a cada mês influenciam de forma negativa neste mercado.

Um grande exemplo é a cidade de São Paulo, um dos maiores centros do mercado de venda de imóveis do Brasil. A cidade vem registrando péssimos dados em 2015, haja vista os resultados negativos em janeiro e que já vem se estendendo até abril. Só em janeiro foram vendidas apenas 737 unidades residenciais novas, uma queda de 77% se comparada com dezembro de 2014.

Por Bruno Henrique

Financiamento imobiliário da Caixa


Hoje em dia o mercado de imóveis está voltando a ficar aquecido apesar da queda econômica e devido às estatísticas feitas no mês anterior, onde os imóveis tiveram um aumento de 1,2%.

Isso ocorre devido ao aumento de pessoas empregadas conforme o índice feito pelo IBGE, pois quanto mais pessoas empregas registradas, mais confiabilidade ela terá para financiar um imóvel.

Hoje em dia quem não quer sair do aluguel? Então tudo está ficando cada vez mais prático, pois qualquer pessoa física que não tenha restrições e apresente as condições legais para o financiamento poderá realizar seu sonho de ter sua casa própria.

Este aumento sobre o valor do imóvel é somente no território nacional, afetando vários municípios com porcentagens diferentes sobre o preço, dependendo da cidade.

Uma pesquisa feita aponta que o local que teve menos aumento no preço dos imóveis durante esses últimos cinco anos foi no Estado de Rio de Janeiro que teve um aumento no preço médio agora no mês de setembro de 2013 de uma porcentagem de 0,8%.

Mas conforme pesquisas realizadas, a porcentagem dos imóveis prevista para o ano de 2014 tende a subir e a acompanhar a inflação.

Então, se você pensa em financiar sua casa, aproveite agora, invista em ter a sua casa própria, claro que também as altas não serão um valor absurdo, e você poderá negociar um valor que caiba no seu bolso.

Então não desanime, e já é hora de sair dos aluguéis, não há nada melhor do que ter a sua casa própria, claro que você terá que pagar o financiamento no lugar do aluguel, mas preste atenção em um detalhe, o aluguel você paga e a casa nunca será sua e também o dono pode solicitar a devolução a qualquer momento, agora a sua casa financiada, assim que terminadas as parcelas do financiamento ela será sua, e não deverá para mais ninguém. Então invista, pois vale a pena.

Por Elaine de Oliveira


Na última segunda-feira, dia 30 de outubro, o Conselho Monetário Nacional, mais conhecido com CMN, aumentou o valor do imóvel a ser adquirido através do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, popular FGTS, inclusive referente ao valor da casa própria, que tem o seu financiamento de acordo com as regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Até antes do dia 30 de outubro, o limite de financimento era de R$ 500 mil; com a elevação, Estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal terão o limite aumentado para R$ 750 mil, já que nas cidades destes Estados os preços dos imóveis tendem a ser mais elevados; para o restante do país o limite foi reajustado até R$ 650 mil.

Segundo Júlio Carneiro, um dos gerentes do Banco Central, o teto fixado em R$ 500 mil vinha desde 2009, e de lá pra cá o país passou por inúmeras mudanças, entre elas algumas relacionadas à inflação, o que contribuiu para a mudança.

Pelo que prescreve as novas regras de financiamento, o valor a ser financiado não poderá ser superior a 80% do valor do imóvel; para os financiamentos que utilizem o Sistema de Amortização Constante o valor a ser pego com a instituição financeira poderá chegar a até 90% do valor do imóvel.

Sobre a Taxa de Juros, estas estão fixadas em aproximadamente 10% ao ano, para aqueles imóveis acima de R$ 500 mil; através do SFH têm financiamentos sendo feitos até em 8% a 9% ao ano, mas segundo Júlio Carneiro a presente situação não deverá criar um "boom" no mercado.

Em 2009, quando ocorreu o último reajuste, o limite era de R$ 350 mil e passou para R$ 500 mil, ou seja, se comparado, em porcentagem, ao reajuste atual, os dois últimos se equivalem; a previsão de aumento já vinha sendo cogitada desde o fim de 2012, mas só pôde ser concluída agora, já que a decisão cabe unicamente ao Conselho Monetário Nacional.

Por Vinicius Cunha

Foto: Divulgação


No ano passado foram concedidos cerca de R$ 79,9 bilhões em financiamentos de imóveis que foram usados para a compra de 493 mil unidades.

Segundo os dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) o uso dos recursos da poupança para financiamento para compra e construção de imóveis aumentou 42%.

Em 2011 a quantidade de unidades financiadas foi 17% maior se comparado a 2010, em números essa porcentagem significa R$ 23,7 bilhões a mais que no ano anterior.

O aumento dos financiamentos se deu porque a taxa de desemprego diminuiu e os trabalhadores estão ganhando melhor e com isso têm o poder de compra aumentado.

Embora esses resultados sejam positivos a Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip) tinha previsão que o volume chagaria a R$ 85 bilhões em 2011, mas devido à falta de mão de obra qualificada e algumas questões climáticas o resultado foi menor.

A previsão para esse ano é que a quantia de financiamento cresça 30% em relação aos resultados de 2011 chegando a R$ 103,9 bilhões contando apenas com os recursos de poupança.

Contando o financiamento através do SBPE e do FGTS foram mais um milhão de unidades financiadas.

Por Jéssica Posenato

Fonte: G1


Um imóvel novo é sinônimo não apenas de muito suor e trabalho, mas também de consequências da própria vida em meio ao ambiente econômico brasileiro. Logicamente, existem famílias com bons rendimentos, que com maior facilidade conseguem adquirir casas e apartamentos, mas num contexto geral, tal conquista motiva novos ares.

Um dos meios de aquisição de imóveis é fazer uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seja no início do financiamento ou de dois em dois anos, como abatimento do débito, com o morador já em seu lar.

Na quarta-feira passada (2 de fevereiro), o Conselho Curador do fundo decidiu ampliar o valor máximo de utilização do FGTS no financiamento para famílias de baixa renda. O novo valor é de até R$ 170 mil. A fixação abrange as regiões metropolitanas dos estados do Rio Janeiro, de São Paulo e do Distrito Federal.

A remuneração máxima, neste caso, permanece em R$ 4,9 mil para cidadãos situados nas regiões metropolitanas e municípios com população idêntica ou acima de R$ 250 mil. Para os demais locais do país, renda máxima de R$ 3,9 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom


Para as famílias de baixa renda, faixa de até três salários mínimos, a menor atendida pelo programa do governo, “Minha Casa, Minha Vida”, existe mais uma preocupação em relação ao seu tão sonhado imóvel: O valor do condomínio.

A taxa de condomínio a ser cobrada dos imóveis de menor valor poderá ser de R$ 100,00 mensais, exatamente o dobro do valor da prestação mínima dos imóveis.

Não existe nenhuma norma que estabeleça que o valor do condomínio seja menor que a prestação ou que exista qualquer relação entre as duas contas. Nem mesmo as construtoras informam antes qual o valor a ser cobrado. Desta forma, esta despesa, possivelmente acima da capacidade financeira das famílias de baixa renda acabará gerando inadimplência.

Preocupado com isto o sindicato da habitação (Secovi-SP) montou uma comissão para debater o assunto.

Fonte : www.ig.com.br

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) expôs que o financiamento imobiliário a partir de recursos originados da poupança estabeleceu recorde no ano passado, tanto no número de unidades quanto em valor. De acordo com dados mais aprofundados, o valor financiado atingiu pouco mais de R$ 34 bilhões, estabelecendo, pois, um aumento de 13,3% em comparação com 2008.

As unidades financiadas conquistaram a marca de quase 303 mil, quase 3 mil a mais que em 2008, ocasião na qual já havia sido constatado um recorde, conforme informações apregoadas pela Agência Estado.

Na mesma reportagem, foi divulgado que a Abecip projeta que a utilização do crédito habitacional com recursos da poupança deve ascender 50% neste ano. Em 2009, a captação líquida – depósitos menos retiradas – originada de recursos da poupança aumentou aproximadamente 11%.

Confira mais informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Caixa é o principal banco, no Brasil, para financiamento de imóveis. Os requisitos para financiar não são muitos e é possível utilizar o FGTS. Se você for mutuário ou responsável por dívidas do imóvel, pode financiar até 80% do valor em 20 anos. Mas se não o for, o financiamento pode ser de até 100% do valor do imóvel!

Em geral, os requisitos, resumidamente, estão abaixo. Convém ler a seção Dúvidas Frequentes da Caixa aqui.

  • ter renda compatível com a prestação e valor do imóvel
  • não ter o nome no SPC/Serasa
  • não estar em dívida com a Caixa nem estar movendo processo judicial contra a mesma

Com relação à documentação, você vai precisar do básico, ou seja, RG, CPF, comprovante de renda e residência. O restante pode variar bastante conforme sua profissão (autônomo, profissional liberal, empresário), estado civil ou tipo do imóvel que você estará comprando (pode ser necessária a apresentação de documentos do vendedor, também). A Caixa facilitou bastante a vida de quem procura essa informação, ao disponibilizar um formulário (clique aqui para acessá-lo). Para quem preferir, há outro formulário aqui, do Feirão de Habitação Caixa. Apesar do “feirão”, os documentos necessários são os mesmos.

Os juros normalmente empregados seguem a tabela do SAC, ou Sistema de Amortização Constante, onde as prestações vão diminuindo ao longo do tempo. Há somente uma correção correspondente à taxa de juros anual. Dependendo da modalidade de financiamento, esta taxa varia conforme o valor do imóvel, quanto mais barato for, menor será. Hoje, ela se encontra em pouco mais de 8% para imóveis de até R$ 130 mil, e chega perto de 13% ao ano para imóveis acima de R$ 200 mil. Clique aqui para ver uma tabela com valores recentes.


Nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, finalizado no último final de semana, a totalização monetária concedida em financiamentos para o setor girou em torno de mais de R$ 300 milhões. O evento, que atraiu mais de 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, provou a consolidação da retomada de atividades econômicas no país, segundo Eduardo Sanovicz, organizador da feira.

Em detrimento à última edição do Salão Imobiliário, a presença dos ditos imóveis populares foi o principal atrativo, bem como a principal diferença. Dentre as 100 mil moradias à venda, quase 50% se enquadraram no programa denominado “Minha Casa, Minha Vida”, que beneficia pessoas interessadas em adquirir imóveis novos de até R$ 130 mil.

Em dados gerais, esse novo aspecto de renda pondera os financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal. Para se ter uma idéia, até a tarde do último domingo, a instituição acertou R$ 145 milhões para mais de mil pessoas. Desse montante, R$ 83 milhões foram direcionados a residências do referido programa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) e o Bradesco firmaram, recentemente, um acordo que presume a liberação de R$ 1 bilhão em financiamentos imobiliários para os próximos cinco anos.

O acesso a esses recursos, porém, só serão alcançados pelas imobiliárias conveniadas ao Secovi – cinqüenta ao todo. O acerto conjectura o custeio de imóveis novos ou usados, residenciais ou comerciais, bem como lotes urbanos.

Além disso, a fim de facilitar as negociações entre cliente e imobiliária, as empresas disporão aos interessados em adquirir imóveis um meio exclusivo de atendimento para esclarecimentos de dúvidas em torno dos financiamentos pleiteados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O novo programa de financiamento imobiliário, “Minha Casa Minha Vida” aprovada pelo presidente Lula, que promete financiar casas populares para quem ganha até 10 salários mínimos ainda está gerando muitas dúvidas.

Apesar das inscrições para participar do programa de financiamento já terem começado, muitas pessoas ainda tem dúvidas de quem realmente pode participar.

Para quem também está com estas dúvidas aqui vão alguns esclarecimentos sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”:

– Quem recebe menos de 3 slários mínimos, irão ter de esperar e se cadastrar nas prefeituras (dentro do período estípulado por elas).

– Já quem ganha de 3 a 10 salários mínimos, podem escolher o imóvel direto na construtora e depois procurr a Caixa Econômica Federal para solicitar o financiamento. O imóvel deve custar no máximo R$130.000,00.

– O valor das prestações do imóvel não podem passar os 10% da renda mensal da família (O valor mínimo das parcelas mensais serão de R$50,00).

– O programa não tem nenhuma taxa de Inscrição, muito menos prestação de entrada.

– A primeira parcela do imóvel só será paga quando o imóvel já estiver pronto.

– O parcelamento do financiamento pode ser pago em um prazo máximo de 10 anos.

Os primeiros imóveis devem ficar prontos dentro de um ano.

Maiores Informações sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”, assim como uma simulação de financiamento, podem ser obtidos clicando aqui


Enquanto o quadro do mês de dezembro, de acordo com dados do CRECI-SP foi de queda acentuada, janeiro e fevereiro de 2009 já mostraram uma situação muito diferente, pelo menos no que diz respeito a financiamentos imobiliários realizados pela Caixa Econômica Federal (CEF).

O financiamento imobiliário nestes 2 meses atingiu estratosféricos R$ 4 bilhões. Nada menos de 105% acima daquilo que foi registrado em janeiro e fevereiro de 2008, quando sequer se falava em crise. Será que a tendência continua pelo resto do ano? Tomara!





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