Índice que reajusta o valor do aluguel teve alta de 8,35% nos últimos 12 meses até setembro de 2015.

Quem paga aluguel tem um motivo a mais para se preocupar, pois o IGP-M – Índice Geral dos Preços-Mercado – teve uma alta de 8,35% nos últimos 12 meses, contando até setembro.

Só neste último mês a alta foi de 0,95%, sendo que em agosto foi de 0,28%. A pressão que resultou  neste aumento veio principalmente do contínuo aumento de preços no atacado.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – publicou no dia 29 de setembro, os dados referentes ao acumulado deste ano e o índice chegou a registrar 8,35%, lembrando que o IGP-M é utilizado para corrigir os valores do aluguel. Quem tem contrato vencendo agora, vai ter que arcar com mais este aumento nas despesas.

Para a formação do IGP-M são utilizados vários outros índices e o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, é um dos que fazem parte do IGP-M sendo que este faz a medição da variação que ocorre nos preços do atacado e é responsável por quase 60% do Índice Geral. E com a contínua alta dos preços no varejo, o IPA subiu 1,30% neste último mês de setembro, sendo que em agosto a alta foi de apenas 0,20%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor  – é responsável por 30% do índice geral e registrou uma alta em setembro de 0,32% contra 0,24% em agosto.

O grupo "Alimentação" é que vem registrando as maiores altas, pois em agosto o registro foi de 0,01% e em setembro a alta dos preços foi de 0,17%, uma alta que pesou bastante. Até as frutas que vinham mantendo o preço, tiveram elevação e o consumidor está precisando pagar mais caro por elas.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – também apresentou elevação chegando a 0,22% em setembro. Em agosto este índice registrou um aumento de 0,80%.

Com todos estes aumentos, quem paga aluguel pode esperar por um bom aumento na próxima renovação do contrato.

O IGP-M é um índice bastante utilizado e serve de referência não só para as correções nos valores dos aluguéis, como também para os próximos aumentos na conta de energia elétrica, entre outros contratos.

Por Russel

IGP-M


Nos últimos 12 meses, o IGP-M, chamado de inflação do aluguel, acumula alta de 7,36% e a tendência é que continue subindo até o final deste ano.

A inflação do aluguel continua subindo e sacrificando ainda mais os brasileiros que ainda não possuem a casa própria. Nos últimos 12 meses a inflação do aluguel acumulou uma alta de 7,36% e a tendência é que continue subindo até o final do ano.

Para complicar a situação destes brasileiros, está ficando cada vez mais difícil adquirir a casa própria, os empréstimos estão mais raros e os juros mais altos. Na hora de escolher entre sair do aluguel para comprar a casa própria, é preciso pensar muito e fazer bastantes cálculos para não ter surpresas desagradáveis mais adiante.

Neste mês de agosto, com a economia apresentando queda generalizada e as pessoas evitando novos contratos, o IGP-M acabou perdendo um pouco de sua força e ficou em 0,65%.

O IGP-M – Índice Geral de Preços, é chamado por muitos como a "inflação do aluguel" uma vez que os reajustes dos aluguéis, em sua grande maioria, são reajustados tendo o IGP-M como base. Apesar de ter perdido força em agosto, a inflação do aluguel nos últimos 12 meses continua alta e sacrificando quem tem que renovar seu contrato de aluguel agora ou vai precisar alugar um imóvel.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – informou que o indicador chegou a acumular 7,36% nestes últimos 12 meses e para este ano, o índice já chegou a 5,16%.

Um dos fatores que contribuíram para fazer o IGP-M cair foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, que é um índice que faz a medição dos preços no atacado. Ele é utilizado para fazer os cálculos do IGP-M e teve uma variação negativa que chegou a 0,06%. Em julho, o IPA tinha apresentado um avanço de 0,56%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – é considerado como "inflação do varejo" e este índice também é aplicado no cálculo do IGP-M e teve uma variação de 0,14% sendo que em julho ficou em 0,48%.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – tem um peso bem abaixo dos outros índices, mas também ajuda a calcular a inflação do aluguel e ele ficou abaixo do esperando, com uma variação de 0,94%.

Por Russel

Inflação do aluguel

Foto: Divulgação


IGP-M, índice utilizado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, registrou 0,69% em julho.

O aluguel vinha registrando baixa no aumento, para felicidade dos brasileiros que não possuem casa própria, mas agora em julho a inflação do aluguel voltou a ganhar força, de acordo com pesquisa realizada pela FGV – Fundação Getúlio Vargas.

Em junho, a inflação do aluguel foi de 0,67% e em julho teve uma ligeira alta, ficando em 0,69%.

Os dados foram divulgados pela FGV na quinta-feira (30) e o IGP-M, índice utilizado para calcular o reajuste da grande maioria dos contratos de aluguel referente a residências, ficou em 0,69%.

Para termos uma ideia de como a alta da inflação do aluguel está sendo sentida no mercado, basta considerarmos que em julho de 2014, a variação foi de -0,61%. Neste ano de 2015, até o mês de julho, a variação acumulada já chega a 5,05%. Nos últimos 12 meses, a alta registrada pelo IGP-M foi de 6,97%.

O IPA – Índice de Preços ao Consumidor – foi o único indicador do IGP-M que teve uma forte aceleração, é a "inflação de atacado" que teve a taxa elevada de 0,41% em junho para 0,73% em julho. Entre os itens que mais contribuíram para esta alta, estão:

– Soja em grão: 5,26%;

– Milho em Grão: 2,33%;

– Aves: 5,18%.

Estes produtos estão presentes no grupo "Matérias-Primas Brutas", que de 0,24% em junho foi para 1,57% em julho.

Mas os alimentos in natura foram no sentido oposto, apresentando um recuo e a variação foi de 1,80% para 0,96%. O minério de ferro também teve um recuo, indo de 5,90% para 3,09%, os bovinos também apresentaram recuo de -0,26% para -1,32% e os suínos de 6,98% para 0,62%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – também apresentou desaceleração. Este índice se refere à inflação no varejo que de 0,83% em junho caiu para 0,60% em julho. A queda maior foi indicada apenas como sendo nas "taxas de despesas diversas", que de 5,47% caiu para 0,52%.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – caiu de 1,87% para 0,66%, porém este é o índice com menor peso no IGP-M.

Por Russel

Aluguel


IGP-M, que mede a inflação do aluguel, teve alta na 2ª prévia de julho, chegando a 0,71%, fato que impactou nos preços dos aluguéis de imóveis.

O que muitos inquilinos no Brasil não sabem é como são medidas as variações de preços dos imóveis. Fatores como localização, transporte ou segurança são apenas um indicador inicial para fixar um preço ao aluguel da região, mas os reajustes subsequentes dependem de alguns fatores em particular.

A inflação do aluguel é medida pelo índice IGP-M (Índica Geral de Preços – Mercado) que ganhou força na segunda prévia do mês de julho, realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O indicador chegou ao índice de 0,71% depois de um avanço de 0,59% no mesmo período do mês anterior.

O IGP-M é usado como base para reajustar os preços do aluguel no país, por isso recebe o apelido de "inflação do aluguel". A inflação no atacado é utilizada como cálculo do IGP-M e subiu 0,76% logo após ficar em um patamar de 0,35% no mês de junho. A alta dos preços também atingiu as matérias primas brutas. Esses materiais tiveram alta de 0,17% para 1,58%. Dentre os destaques estão a soja em grão, as aves e o milho em grão. Outro componente que compões o IGP-M é o índice de preços ao consumidor, que mede os preços no varejo e teve uma desaceleração no período do mês de junho para julho, passando de 0,75% para 0,56%.

A principal queda veio do grupo de despesas diversas com uma queda de 5,43% para 0,54%. Outro índice que é usado para o cálculo do IGP-M, mas com um peso menor é o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que variou de 0,72% para 1,67%. Os materiais, equipamentos e também os serviços tiveram variação de 0,05%. No mês que antecedeu a pesquisa, a taxa era de 0,50%. Com o IGP-M em alta, a previsão é de que os preços no mercado de aluguéis cresçam, contrariando a previsão de queda de preços, pela desaceleração da economia e consequente falta de novos clientes. Embora o cenário seja favorável a um aumento do preço do aluguel, os proprietários devem manter o preço sem variações bruscas, justamente pela falta de novos inquilinos, afastados em parte, pela crise econômica do país. 

Por Patrícia Generoso

Aluguel de imóveis

Foto: Divulgação


O IGP-M – Índice Geral de Preços – acabou perdendo força no mês de fevereiro, de acordo com os dados divulgados pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, nesta quinta-feira (19). Depois da alta de janeiro, quem mora de aluguel ou tem algum imóvel alugado, esperava um aumento ainda maior neste mês de fevereiro, mas pelo visto, isso não irá ocorrer. É que o indicador ficou em apenas 0,16% que, de certa forma, podemos considerar pouco, se for comparado ao mesmo período de janeiro, onde o indicador marcava 0,55%.

A importância do IGP-M para quem tem algum imóvel alugado é que este índice é responsável pela correção da grande maioria dos contratos de aluguel, principalmente os residenciais. Mas o índice acumulado está em alta, pois juntando com o resultado de fevereiro, já temos 0,93% no ano e nos últimos 12 meses é de 3,75%.

O que mais ajudou na queda do IGP-M foi o IPA – Índice de Preços ao Produto Amplo, pois houve uma deflação de 0,22% sendo que em janeiro o índice teve uma alta de 1,06%. O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – foi outro componente do IGP-M que ajudou a redução, ficando em 1,02% contra 1,06% em janeiro.

Porém, o INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – teve alta, indo de 0,46% em janeiro, para 0,61% este mês.

O que mais ajudou a empurrar o IGP-M para cima foram os preços do atacado, o aumento no preço dos ovos que foi de 15,82% e também o aumento no preço da mandioca que foi de 10,74%. Também contribuíram para a alta do índice o aumento nas tarifas dos ônibus urbanos e conta de luz.

E o que mais influenciou para a redução do IGP-M foram os custos da soja e minério de ferro para os preços no atacado e para os preços ao consumidor, as influências foram a redução no preço das passagens aéreas e do leite longa vida.

Por Russel

Dinheiro


A Taxa Selic consiste no índice que serve para medir a inflação, ou seja, o aumento dos preços de bens e serviços que acontece desproporcional à média da renda do brasileiro. Tal valor interfere de forma direta na economia, inclusive no setor de imóveis, conforme indica grande parte dos especialistas em assuntos macroeconômicos.           

Samy Dana, professor da FGV, em coluna que assina na Revista Exame, indica que valores da Selic interferem em financiamentos e aluguéis. Ao considerar o setor de locações se pode dizer que no curto prazo acontece maior interferência de acordo com a inflação, e ao longo prazo, os preços se ajustam conforme a taxa Selic, instituída pelo BC (Banco Central do Brasil).

O IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado) serve para ajustar contratos de alugueis e por esse motivo é considerado uma taxa de inflação oficial, dentro do setor de imóveis, que acompanha a Selic. Logo, IGP-M e Selic interferem na precificação às pessoas que pagam por aluguel de imóveis para morar ou trabalhar.

A notícia tende a ser positiva para proprietários e locatários. Quando a inflação está alta, quem aluga pode aumentar valores do aluguel e não perder renda, ao ponto que moradores têm direito de exigir aumento não maior do que a média oficial IGP-M. Do contrário, contratos podem ser rompidos.

No que se refere aos custos com financiamentos para comprar imóveis há regra básica da TR (Taxa Referencial) que segue parte dos valores da Selic, embora não tenha plena aderência à inflação, como acontece no IGP-M.

Antes de assinar contratos de financiamentos, consumidores precisam conferir para saber se parcelas não mudam por estarem indexadas à inflação. Compradores que compram com prestações sem indexação à Selic pagam quantia fixa, ao ponto de que quem adquire em valores indexados quitam conforme os movimentos inflacionários da economia no geral.

Por Renato Duarte Plantier


O índice usado para reajustar a maior parte dos contratos de imóveis no Brasil, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve variação de 0,43% na 1ª prévia de junho de 2013. A Fundação Getúlio Vargas informou o aumento em relação ao mesmo período do mês anterior, que registrou alta de 0,03%.

Por incrível que pareça, altas em preços do tomate e outros alimentos contribuíram para o aumento no indicador, isso devido ao Índice ao Produtor Amplo (IPA). No índice é considerado a inflação do atacado, apresentando maior peso sobre o cálculo do IGP-M (60%). Representando um crescimento de 0,18% no período e diminuição de 0,17% em relação à prévia de maio.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentava um peso de 30% e teve uma diminuição para 0,25% na primeira prévia de junho. No mês anterior a taxa foi de 0,31% segundo a FGV. Uma boa notícia foi que cinco das oito classes das despesas que compõe o índice apresentaram diminuição em suas taxas de variação.

Os outros 10% que compõe o IGP-M são representados pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que teve uma alta de 2,4%. No mesmo período de maio, o aumento foi de 0,66%.

Por Robson Quirino de Moraes


Um dos meios para conquistar a independência física da casa dos pais é adquirir um imóvel próprio ou buscar aluguéis de residências, que podem tanto ser casa como apartamento (de um, dois ou mais dormitórios). A opção por um ou outro depende do valor praticado e da intenção do consumidor.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo (Secovi-SP), os contratos de aluguel residencial que utilizam o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) como base serão reajustados em 10,95% em abril. Apesar de o índice se mostrar elevado, trata-se da menor taxa desde janeiro.

De acordo com Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia do Secovi-SP, em função da insuficiência de oferta de residenciais para locação, o reajuste precisa ser consagrado integralmente. Se entre abril do ano passado e março de 2011 o aluguel chegava a R$ 1 mil, com essa correção o novo valor fica em R$ 1.109,50.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


A maioria dos contratos de aluguel tem seus reajustes regidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) pesquisado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e o índice apurado para o mês de Junho trará uma boa notícia para quem tem reajuste neste período. Houve um recuo na taxa apurada em relação ao mês de Maio. Enquanto no mês passado a taxa ficou em 1,19%, em Junho ela foi estimada em 0,85%, conforme informado pela FGV.

Ao longo dos últimos doze meses este índice apresentou um aumento de 5,17%. Já no primeiro semestre deste ano o aumento ficou em 5,68%. A desaceleração deste índice deveu-se principalmente aos preços praticados no atacado que tiveram uma elevação menor neste período.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) que tem peso de 60% na composição do IGP-M apresentou uma variação menor ficando em 1,09% em relação ao mês de Maio, onde esta taxa foi registrada em 1,49%.

Desta forma o índice que reajusta os aluguéis registrou baixa seguindo uma tendência no universo dos índices que medem a inflação oficial, que na comparação entre Junho e Maio apresentaram uma tendência de queda.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1





CONTINUE NAVEGANDO: