Veja algumas dicas do que considerar no momento de comprar um imóvel.

A compra da casa própria é algo que sempre mexeu com o desejo de todo brasileiro. Aliás, é um projeto universal. Em qualquer país do mundo o maior sonho de todo casal é iniciar a vida matrimonial com o seu imóvel comprado. É assim desde os primórdios e permanecerá nos séculos porvir.

Aqui no Brasil, nos últimos anos este desejo tem sido aflorado nas famílias devido aos inúmeros incentivos e programas do governo voltados para ajudar o cidadão a conseguir a tão sonhada casa própria. Além disso, os programas também fomentam o mercado imobiliário, que nunca esteve tão aquecido como nesta década.

É claro que as facilidades trouxeram junto com ela diversos problemas. Dentre eles é possível destacar o aumento exagerado dos preços na maioria das cidades, o grande número de pessoas dizendo-se corretores de imóvel sem serem credenciados para tal, empresas sem qualquer estrutura oferecendo mundos e fundos para os seus clientes e depois deixando os compradores com grandes prejuízos, isso sem contar o alto nível de inadimplência, dentre outros transtornos oriundos desse “boom” imobiliário.

Problemas a parte, a verdade é que muitas pessoas já estão morando em seu novo lar, aumentando ainda mais as expectativas daqueles que ainda estão à procura de um lugar para chamar de seu. Porém, na hora de escolher o imóvel é preciso estar atento, para não cair em uma “roubada”.

DICAS PARA ESCOLHER O IMÓVEL CERTO PARA COMPRAR

A seguir daremos algumas dicas que ajudarão na hora de escolher o imóvel certo para comprar. Para quem não acredita em mágica, elas podem significar o sucesso na hora da compra.

1. Fazer uma avaliação das finanças pessoais

A primeira dica é voltada para o preparo em relação às finanças pessoais. O comprador precisa saber se irá comprar o imóvel à vista ou se realizará um financiamento. Para aqueles que irão utilizar essa segunda modalidade, é preciso fazer uma avaliação e definir qual o valor do seu orçamento pode ser comprometido sem prejudicar a família.

Normalmente, os bancos liberam, aproximadamente, 30% da renda do comprador (Neste valor pode ser considerado o valor total da família). Entretanto, para algumas famílias, comprometer esse valor pode significar um grande problema a longo prazo. Sendo assim, fazer uma análise prévia do orçamento é imprescindível.

2. Definir o tipo de imóvel desejado

A falta de preocupação com o tipo de imóvel que deseja adquirir tem sido o calcanhar de Aquiles de muitos compradores. Definir se o projeto é comprar um apartamento ou uma casa; se for casa, ela será independente ou em condomínio; sendo em condomínio será geminada ou não. Todas estas questões são fundamentais para norteá-lo em relação à melhor opção.

Além disso, também é fundamental definir se está a procura de um imóvel usado ou novo. Caso a opção seja um imóvel novo, você precisa saber se comprará um que já esteja pronto ou se pode esperar o término de uma construção e comprá-lo ainda na planta.

3. Planejar o presente pensando no futuro

Outro ponto a ser definido está relacionado ao tamanho do imóvel, afinal de contas, ele será um patrimônio da família e precisa estar adequado para atender as necessidades de todos. Desta forma, é preciso decidir quantos quartos você deseja; qual número de banheiros necessários; quantas vagas na garagem; qual a localização; valorização do local, tipo de vizinhança, etc.

4. Visitar o imóvel em diferentes horários

Existe um problema sério em relação à compra do imóvel, que ocorre quando os compradores, levados pela emoção e não pela razão, deixam de observar fatores imprescindíveis. Na hora de fazer a escolha é preciso conferir como está a parte elétrica, se todas as tomadas e lâmpadas estão funcionando; como está parte hidráulica, se não há entupimento; se existem rachaduras nas paredes; se há algum sinal de infiltração nas paredes e no telhado.

É claro que a pessoa não tem que ser um perito para identificar problemas nesta área, mas pode conferir na hora da visitação. Caso fique alguma dúvida, fazer nova visita levando um profissional de sua confiança para avaliar.

5. Contar com um profissional

Um dos erros mais comuns é deixar de contar com a ajuda de corretores competentes. Muitos, para evitar gastar dinheiro com a comissão ou tentar diminuir o valor diretamente com os proprietários, deixam de buscar ajuda nesta área e acabam cometendo equívocos.

Lembre-se: o corretor de imóveis é a pessoa mais gabaritada para instruí-lo em relação às dicas anteriores. Ele está no mercado atento a todas as exigências tanto do comprador como do vendedor e também possui interesses comuns com os dos lados, podendo intermediar caso haja alguma divergência entre as partes.

Estas são algumas das dicas para ajudar na hora da compra da casa própria. Saber escolher é fundamental para evitar dores de cabeça. Afinal, a compra da casa própria deve ser um momento de alegria e satisfação para toda a família.

Por Juanito Carvalho

Comprar casa


Confira aqui algumas dicas e cuidados na hora de comprar imóveis em leilão.

Você quer realizar o seu sonho da casa própria? Atualmente, uma das melhores opções são os leilões de móveis retomados por falta de pagamento. Porém, antes de sair assinando o contrato de compra, você deve prestar atenção em alguns detalhes que são essenciais para não cair numa roubada e acabar se arrependendo da sua compra. Confira abaixo 5 dicas para comprar o seu imóvel em leilão:

1. Tenha paciência

A pressa é inimiga de uma boa compra, especialmente em se tratando de um leilão. Um dos maiores riscos de um leilão é o tempo que o comprador tem que esperar para finalmente entrar no imóvel. Isso acontece porque muitos dos imóveis que foram leiloados ainda não foram desocupados pelos seus antigos proprietários.

Quando você arremata um imóvel no leilão, em seguida receberá a carta de arrematação para solicitar que o mesmo seja desocupado, este processo pode demorar mais de um ano e em alguns casos, você terá que brigar na Justiça para que o antigo dono saia da casa ou apartamento. Portanto, comprar um imóvel no leilão é para quem tem paciência para esperar e está ciente da burocracia que terá que enfrentar, não é para quem quer se mudar de imediato.

2. Dê preferência para imóveis desocupados

Se você tiver que solicitar a desocupação do imóvel arrematado na Justiça, isso vai gerar custos para o seu bolso. Sem falar, que ao se tornar o novo dono, você também será o responsável por arcar com as despesas do imóvel como, por exemplo, impostos e taxas de condomínio. Então, não vale a pena estar arcando com as despesas de um imóvel que você não está usando. Por isso, ao participar de um leilão, o ideal é dar preferência para os imóveis que estão desocupados.

3. Preste atenção no edital

Quanto mais informações você tiver, mais bem preparado estará para o leilão e menos chances terá de se arrepender. Sendo assim, leia o edital com atenção, dê importância para as informações sobre o imóvel que está sendo leiloado como, por exemplo, data do evento, valor mínimo de venda, quem é o vendedor, estado de conservação da propiedade, bem como quem será responsabilizado pelos custos excedentes, como taxas de condomínio e impostos.

4. Pesquise os preços antes de arrematar

Antes de arrematar o imóvel, você deve pesquisar o seu valor de mercado para ter condições de analisar se o desconto oferecido no leilão compensará o risco de ter que bancar os custos com a reforma ou com a Justiça. Também recomenda-se determinar um lance máximo, assim você evita adquirir uma dívida que não possa pagar no futuro. Lembre-se que se você desistir de arrematar um imóvel pelo fato de não ter dinheiro para finalizar a compra, poderá ser punido com a aplicação de multa.

5. Conte com uma assessoria jurídica

Um imóvel pode ser levado a leilão quando o seu dano atrasa o pagamento do financiamento, quando se torna propriedade do banco, ou através de via judicial, com ações movidas por falta de pagamento das taxas de IPTU ou condomínio. Levando isso em consideração, para comprar um imóvel em leilão é indicado contar com a assessoria jurídica de um advogado.

Peça ajuda do seu advogado para fazer um levantamento das dívidas do atual morador do imóvel, pois há o risco de você ter que pagar os débitos que serão deixados por ele. Além disso, o advogado também poderá verificar se existem ações judiciais contra a ida do imóvel a leilão. Há bancos que não esperam a sentença final dessas ações para por o imóvel em leilão extrajudicial. Quando o proprietário não é informado sobre a execução do leilão da sua propriedade, ele poderá entrar com uma ação judicial para anular a venda, mesmo que o arremate já tenha sido feito, aí você terá que lutar na Justiça para validar a sua compra.

Simone Leal


Confira os bairros de São Paulo com maior valorização imobiliária 2017.

A cidade de São Paulo traz encantos de norte a sul e de leste a oeste, mas será que para quem quer aplicar dinheiro no negócio imobiliário, a situação é a mesma?

O bairro Paraíso, localizado em uma das regiões mais nobres da capital, entre dois pontos turísticos: a Avenida Paulista e o Parque Ibirapuera, fazendo parte da região da Vila Mariana, integrando a região centro sul, é o bairro mais rentável para realizar investimento em imóveis, apresentando retorno anual na percentagem de 11,3. O retorno representa o que volta para o proprietário, sobre o valor do imóvel.

A representação desse percentual é representado pelo valor do aluguel, juntamente com a valorização correspondente ao período de 1 ano, sob a consideração de que o apartamento será vendido no período depois de 1 ano.

Com dados de maio de 2016, um apartamento que foi comprado, alugado por um ano e depois vendido, trouxe consigo o retorno percentual de 6,6%, segundo o estudo realizado pela Imovelweb, divulgado no site InfoMoney.

Isso significa que o resultado apresentado está acima da inflação, que marca 3,6%, enquanto isso, ficando abaixo do retorno de poupança, que está marcando 8,04%. Levando em consideração os bairros analisados, só 15% foi capaz de apresentar a rentabilidade total num nível superior ao da poupança. Logo abaixo do Paraíso, encontramos o Bom Retiro, apresentando os mesmos 11,3% de retorno.

Para obter os resultados, o levantamento considerou 500 mil anúncios de vendas, além do valor de locação de apartamentos de 65 mil metros quadrados, com 2 dormitórios, custando uma média de 350 mil reais, num período de 12 meses, localizados em 30 bairros de São Paulo.

Confira o ranking dos 10 bairros mais rentáveis da cidade de São Paulo, em ordem crescente.

  • Bela Vista: 10%
  • Caxingui: 10,1%
  • Vila Isa: 10,2%
  • Cidade Ademar: 10,2%
  • Campos Elíseos: 10,4%
  • Ibirapuera: 10,6%
  • Jardim Vila Mariana: 10,7%
  • Vila das Belezas: 11%
  • Bom Retiro: 11,3%
  • Paraíso: 11,3%

Carolina B.


Confira aqui como funciona e o que oferece o site da OLX Imóveis.

E aí? Está pensando em mudar de casa? Quer alugar, vender, trocar e está procurando comprar algo por um valor mais baixo no mercado? A OLX pode ser uma boa pedida!

A OLX, hoje, é o maior site para classificados no Brasil. Se você tem algumas dúvidas de como anunciar, o que você pode encontrar e as formas de pagamento, nós estamos aqui para te dar uma “mãozinha”.

O primeiro de tudo: A OLX pode ser encontrada em todos os estados do Brasil. Como isso acontece? Bem, a OLX é nada mais, nada menos, que uma intermediadora entre vendedores e clientes. Dessa forma, qualquer pessoa, em qualquer lugar do Brasil pode anunciar, assim como, qualquer pessoa de qualquer lugar do Brasil pode ver esse mesmo anúncio, se interessar e fazer a compra.

Para quem quer vender, o cadastro é feito no site da OLX de forma gratuita. É tudo simples, rápido e prático. Você pode optar por entrar com o Facebook também, o que pode te poupar alguns minutos de inscrição. Feita a inscrição, você precisa preencher as informações básicas sobre seu imóvel, além de suas informações de contato. Fotos do imóvel são primordiais e ajudam na hora da venda.

Se você deseja comprar, o processo com certeza é mais simples. Basta escolher a região que você está residindo e procurar pelo imóvel que deseja comprar. Feito isso, você consegue entrar em contato direto com o vendedor.

As formas de pagamento são acordadas entre vendedor e comprador. A OLX dá algumas dicas de segurança, mas é importante que todo comprador fique atento na hora de negociar. Os fretes também serão tratados entre comprador e vendedor.

É importante lembrar: A OLX não é uma imobiliária, é apenas uma intermediadora de negócios, ajudando a aproximar pessoas interessadas em vender, daquelas que querem comprar.

A OLX é uma empresa americana relativamente nova, já tendo onze anos de mercado. Presente em mais de cem países, no Brasil se juntou a concorrência, a empresa Bom Negócio. Uma curiosidade interessante é sobre seu slogan e frase de impacto. Seu slogan pode variar de país para país, como uma forma de se adequar a linguagem local e chamar atenção para que as pessoas se sintam atraídas em anunciar e comprar.

A OLX também está disponível por aplicativo para aparelhos de sistema Android.

Quer anunciar ou quer comprar um imóvel? Acesse o site clicando aqui.

Yamí de Araújo Couto


Até dezembro deste ano, imóveis de até R$ 1,5 milhão poderão ser financiados utilizando os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Quem deseja financiar imóveis com o recurso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) conta com uma novidade a partir de agora. É que começou a valer desde segunda-feira (20), a norma estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumenta o limite máximo do valor dos imóveis novos adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Os mutuários que desejarem financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão poderão fazer isso até o dia 31 de dezembro deste ano utilizando os recursos do FGTS. Os juros cobrados nos financiamentos do SFH são menores em relação aos demais financiamentos existentes no mercado. Acima de 12% ao ano, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas definidas livremente pelo mercado e mais altas.

Do limite nos últimos três meses, essa foi a segunda vez que o financiamento é reajustado. Em novembro, o teto do financiamento que era de R$ 650 mil passou para R$ 800 mil na maior parte do país.

No Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e em São Paulo, o teto que era de R$ 750 mil foi para R$ 950 mil. No entanto, o novo teto de R$ 1,5 milhão terá validade para todo o país.

O Ministério do Planejamento informou em nota que com a nova medida, a população terá acesso às taxas de juros menores e isso possibilitará a utilização dos recursos do FGTS para pagar as prestações.

Casa própria

Muitos brasileiros têm o sonho de ter sua casa própria e os recursos da conta vinculada do FGTS podem ser utilizados para isso. No entanto, existem alguns pré-requisitos para que esses recursos sejam utilizados.

Entre as principais regras, o trabalhador não pode possuir nenhum outro imóvel residencial construído ou em construção e nem ser comprador, usufrutuário ou cessionário, além de também contar com o mínimo de três anos consecutivos ou não sob o regime do FGTS.

Outro requisito é que o trabalhador não pode ser titular de outro financiamento imobiliário ativo, concedido no âmbito do SFH em qualquer parte do Brasil.

O valor do imóvel a ser financiado também não pode ultrapassar o valor limite para o âmbito do Sistema Financeiro de Habitação.

Por Serrana Filetti


Proposta pode elevar temporariamente teto para R$ 1,5 milhão.

Com o objetivo de reaquecer a economia brasileira, haja vista o atual cenário econômico de crise, o Governo Federal busca apresentar propostas e medidas que permitam trazer bons resultados. Com isso, devem ser anunciadas em breve as medidas de estímulo ao setor da construção, um dos mais afetados com a atual crise. Dentre essas medidas, está sendo discutido o aumento do valor do imóvel que poderá ser financiado via recursos do Fundo de Garantia do Trabalhador, o FGTS. Através da nova proposta o teto para financiamento de imóveis pode chegar a R$ 1,5 milhão.

Vale destacar que o atual teto para este tipo de financiamento é de R$ 950 mil para aqueles que desejam adquirir imóveis nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. Para quem deseja comprar imóveis em qualquer outro estado brasileiro, o teto é de R$ 800 mil.

A proposta aqui destacada foi discutida entre os Ministérios da Cidade e Planejamento, além da Caixa Econômica Federal e executivos de empresas ligadas ao setor da construção. Além disso, a medida já foi apresentada a responsáveis ligados ao Ministério da Fazenda. Um detalhe importante é que esse limite, se aprovado, seria de caráter temporário, segundo destacam pessoas ligadas ao governo.

Já houve um aumento do teto referente ao financiamento de imóveis através do FGTS recentemente, o que mostra o esforço do governo para trazer mais estabilidade para o setor da construção. A última mudança foi em novembro de 2016, quando o governo anunciou o aumento do teto de R$ 750 mil para R$ 950 mil.

A questão do tempo total que tal aumento seria válido é importante neste debate, haja vista esse ser o principal ponto para determinar a viabilidade do novo aumento. Por isso, o fato de esse aumento ser temporário é bastante importante para a medida. Portanto, o novo teto deverá ser mantido até que as despesas do FGTS cheguem a R$ 500 milhões.

Um dos grandes problemas do setor da construção está sendo o estoque. Por isso, os executivos defendem que o novo teto seja destinado apenas para a compra de imóveis novos e prontos. Segundo os executivos, essa medida seria essencial para as construtoras reduzirem o seu estoque.

Por Bruno Henrique


Confira aqui algumas dicas e cuidados a se tomar antes de efetuar a compra de um imóvel.

Para o brasileiro, casa própria é sinal de estabilidade. O maior sonho da grande maioria da população é, sem dúvida, sair do aluguel e ter o seu espaço. Mas qual é o real motivação dessa maioria? Adianto aqui que nem sempre adquirir um imóvel é a decisão mais sensata.

Quando falamos de comprar uma casa, vem duas coisas na cabeça: realização de um sonho (gerando sossego) e muito dinheiro. É certo que realizar uma transação deste patamar exige sim uma grande quantidade de dinheiro, mas a conclusão de que comprar uma casa trará sossego é um tanto quanto errônea. Especialistas em investimentos garantem que imóveis nem sempre se valorizam. Isso depende da localização e do imóvel. Muitas pessoas, acompanhando o boom imobiliário da última década, se empolgam na idéia de que o imóvel sempre valoriza, quando isso não é verdade. 

Outra coisa que também não é um sinal de bom negócio é comprar na planta. Especialistas afirmam que esse é o terceiro motivo relevante que levam pessoas a comprarem imóveis. Neste caso, vale lembrar que pode ocorrer alavancagem, além de que pode haver algum problema com a construtora, de modo que o imóvel seja entregue depois do prazo ou pior: que nem seja entregue.

Buscar valorização rápida também não é uma boa idéia, pois as condições do imóvel e do mercado podem ser instáveis, levando exatamente ao contrário do que se busca.

Pensar que "é melhor que pagar aluguel" também é uma máxima falsa. Dependendo das condições de sua mobilidade, isto é, onde trabalha, estuda, que rotas usa, entre outros fatores, comprar um imóvel pode ser muito mais financeiramente prejudicial do que analisar uma boa proposta de aluguel.

Vale a pena comentar que é muito comum que pessoas comprem casas na praia e no campo, levadas pela beleza do entorno e idéia de tranquilidade. É importante relembrar que a compra de um imóvel envolve muito dinheiro, sendo às vezes o projeto de uma vida inteira e que férias acontece uma vez ao ano. Não é sensato comprar uma casa de veraneio por impulso ou encantamento, já que muito provavelmente você vá desfrutar dessa compra poucas vezes, enquanto a casa exige manutenção e gastos constantes.

Mas calma, é possível sim realizar seu sonho da casa própria de forma a minimizar as chances de prejuízo é dor de cabeça: procure um especialista para te auxiliar e orientar da melhor forma, de acordo com as suas condições e pretensões.


Crise financeira aumenta a procura pelo consórcio imobiliário no Brasil.

Devido a crise econômica que se instalou no Brasil desde o ano passado, a população está cada vez mais preocupada com o orçamento, pagamento de dívidas e destino de seu dinheiro. Com isso, ficou mais difícil de adquirir a tão sonhada casa própria, pois a maioria não quer se endividar com financiamentos, devido aos juros possuírem taxas bastante elevadas para o bolso dos brasileiros. A opção para quem não possui condições para comprar um imóvel à vista e não pode pagar os juros de um financiamento, são os consórcios. Este tipo de negociação não se limita à imóveis, também pode ser feito para comprar automóveis, reformas, celulares e uma infinidade de produtos.

Como já era esperado pelos economistas, o consórcio imobiliário está crescendo consideravelmente este ano e a estimativa é aumentar até o final do ano, tendo em vista os dados de 2015. No ano passado, 41,5% de contratos foram assinadas a mais do que em 2014, a vantagem em relação ao financiamento é que no consórcio não são cobrados juros, porém, o cliente não tem prazo para receber o imóvel. Em 2016, o Sistema de Consórcios contabilizou 6,43 milhões de consorciados que estão ativos em relação ao ano de 2014, o crescimento foi de 8,6% e apenas no primeiro semestre deste ano já aumentaram cerca de 27%.

Para quem faz o contrato, somente é cobrado o valor da parcela mensal, incluindo a taxa de administração e o fundo de reserva. O prazo de pagamento é negociado com a administradora, no entanto, quanto maior tempo de pagamento das parcelas, maior o será o tempo em que estará pagando pelas taxas e irá demorar mais para ser contemplado. Ser contemplado é um exercício de paciência para quem decide fazer o consórcio, pois precisa contar com a sorte de ser sorteado o quanto antes para receber seu imóvel, enquanto não for sorteado continuará pagando sem recebê-lo.

Por isso, é importante fazer um planejamento de seu orçamento antes de fechar negócio, para que tenha condições de pagar o consórcio e não acabe se endividando ainda mais. Outro ponto importante é pesquisar as empresas para fazer o consórcio, para não perder seu investimento. É possível verificar no site do Banco Central se a administradora é de confiança e se atendeu as expectativas de clientes anteriores.

Fabiana da Rosa.


Confira aqui quais são os bairros mais caros e baratos para se morar no Rio de Janeiro.

Os preços do aluguel de imóveis no Rio de Janeiro, como nos demais estados do país, vem sofrendo interferência direta da atual crise econômica brasileira.

No entanto, nos primeiros seis meses de 2016, o que houve foi uma queda significativa nos preços, chegando a 3,59% em média.

Segundo especialistas, essa é uma boa oportunidade para alugar imóveis no Rio de Janeiro, porém, jamais esquecendo da velha tática da pechincha, que vai bem mesmo em momentos de crise.

Abaixo segue uma lista com os bairros com aluguéis mais caros e mais baratos do Rio de Janeiro, levando em consideração a sua média anual (para imóveis com até 2 quartos).

CAROS

– Humaitá: Com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, está localizado numa região nobre da Zona Sul da cidade. Famosa por ainda abrigar casas e prédios do período colonial brasileiro, esse ano o preço do aluguel no bairro sofreu uma queda de 4,2%, apresentando uma média de preços em torno de R$ 5.593,00.

– Ipanema: Localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, é considerado um bairro nobre, uma referência do surfe nacional e é onde está localizado o Posto Nove, a chamada "Praia das Celebridades". Seus aluguéis custam em média R$ 4.084,00. Uma queda de 3,9%.

– Leblon: Também um bairros com um dos aluguéis mais caros do Rio de Janeiro, é conhecido como o “bairro das elites culturais”, sendo o que costuma ter a maior variação de preços dos seus aluguéis, cuja média não ultrapassa os R$ 4.082,00. Queda esse ano de 6,8%.

– Lagoa: Às margens da lagoa Rodrigo de Freitas, está esse bairro, um dos mais saudáveis para se viver, com um dos 5 melhores IDHs da cidade do Rio de Janeiro. O aluguel de um imóvel na Lagoa custa em média R$ 3.208,00.

– Jardim Botânico: Um dos bairros mais novos da cidade do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Sul da cidade e é considerado um bairro nobre. Graças ao verde que se espalha em seu entorno, possui uma das temperaturas mais agradáveis da cidade. Apresentando uma queda de cerca de 4,4% no preço dos seus aluguéis, oferece imóveis em média a R$ 3.204,00.

BARATOS

– Méier: O bairro do Méier está localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro e é hoje considerado um bairro residencial gastronômico e com importante comércio e centros de lazer. É um bairro de classe média, cujo metro quadrado não ultrapassa os R$ 21,00, podendo ser encontrados imóveis em média a R$ 890,00.

– Realengo: Com um dos aluguéis mais baratos do Rio de Janeiro, está localizado na Zona Oeste da cidade, caracterizando-se pelas altas temperaturas durante o dia e baixas temperaturas à noite. Possui o 89º IDH da cidade, cerca de 180.000 habitantes e aluguéis a R$ 720 reais (em média).

– Coelho Neto: Bairro de classe média da Zona Sul do Rio de Janeiro, também possui um dos aluguéis mais baratos da cidade. É considerado um bairro residencial, tranquilo, bem servido de transporte e infraestrutura, além de ser cortado pela importante Avenida Brasil. Seus aluguéis giram em torno de R$ 760,00.

– Ilha do Governador: Compreendendo cerca de 14 bairros da cidade do Rio de Janeiro, está inserida na Baía de Guanabara (Zona Norte), possuindo por isso um dos climas mais amenos do Rio. Seu metro quadrado está em torno de R$ 24,33, possui cerca de 200 mil habitantes, uma mistura de comércio popular e sofisticado, além de preço dos aluguéis em torno de R$ 710,00.

Vivaldo Pereira da Silva


Confira aqui quais são os Bairros de São Paulo mais caros e baratos para se comprar um imóvel.

Com a crise econômica instalada no país, a variação dos preços dos imóveis na cidade de São Paulo em 2016 chegou, em muitos casos, a quase 7%.

Além disso, esse cenário provocou, em 2015, uma queda de 24% no lançamento de novos empreendimentos, queda de 6,9% no número de vendas de imóveis e queda de 20% das vendas totais.

O resultado disso é uma espécie de gangorra, com imóveis valorizando-se e desvalorizando-se em um cenário de agitação do mercado imobiliário.

Segue, abaixo, uma lista com os bairros mais caros e mais baratos para comprar imóveis em SP, levando em consideração basicamente a infraestrutura e o preço do m2 do local.

Os mais caros:

 

1) Vila Nova Conceição

Novamente o m2 mais caro de São Paulo (R$ 16.125,00) está localizado na Zona Sul da cidade e caracteriza-se pelos imóveis milionários, praças extremamente conservadas e infraestrutura privilegiada.

2) Itaim

Um dos bairros mais caros da cidade (Zona Sul), é considerado aquele que mais abriga influências do mundo inteiro. Com o m2 avaliado em R$ 12.532,00, é um verdadeiro centro gastronômico de negócios e de lazer.

3) Vila Olímpia

Com ruas calmas e grandes espaços, abriga escritórios de empresas como: Google, Facebook, Alpargatas, entre outros. Por isso mesmo é considerado um dos principais pólos financeiros da cidade de São Paulo, com o m2 avaliado em R$ 11.557,00.

4) Pinheiros

Um dos primeiros bairros da cidade de São Paulo, hoje abriga uma agitada vida noturna, imponente centro financeiro, bares, shoppings; que curiosamente convivem com ruas antigas, imóveis do séc. XVI e jardins bastante arborizados. Preço do m2: R$ 11.304,00

5) Pacaembu

O seu m2, avaliado em R$ 10.365 reais esse ano, teve uma variação de 6,7%. Localizado na Zona Oeste, hoje é um dos bairros mais caros da cidade e um dos mais importantes pólos culturais; além de ser famoso pelo desenho moderno e bastante original.

Os mais baratos

1) Tiradentes

O bairro de Tiradentes (Zona Leste) é considerado uma das maiores reuniões de conjuntos habitacionais do mundo. São cerca de 41 mil imóveis espalhados por um complexo que caracteriza-se pela ausência de indústria e comércio relevante.

2) Itaim Paulista

Uma espécie de subprefeitura da cidade de São Paulo, é conhecida por ser reduto de uma grande comunidade de nordestinos. Localizada no extremo Leste da cidade, possui uma infraestrutura mediana, por isso é um dos bairros mais baratos da cidade.

3) Grajaú

Com um dos maiores índices de crescimento da cidade de São Paulo, é também um dos mais carentes de atenção dos poderes públicos.

É o mais importante bairro do distrito do Grajaú, com quase 500 mil habitantes.

4) Conjunto Habitacional José Bonifácio

Localizado na Zona Leste da cidade de São Paulo, é uma antiga colônia japonesa (anos 20), que caracteriza-se por ser um dos bairros mais baratos da cidade. É um conjunto de imóveis habitados por uma comunidade de trabalhadores e com razoável infraestrutura.

5) Guaianases

Uma antiga aldeia indígena, hoje é uma comunidade de trabalhadores que vê-se às voltas com o descaso dos órgãos públicos.

Já foi conhecido como um bairro de “parada”, devido à simplicidade dos seus imóveis, ausência de um comércio satisfatóro e atividade industrial.


É importante ficar atento a alguns detalhes antes de comprar um imóvel na planta para não ter arrependimentos futuros.

Depois de 10 anos de expansão do crédito imobiliário no Brasil, o ano de 2015 não trouxe boas notícias para o setor. O ano começou com uma restrição no crédito do financiamento de imóveis. As construtoras estão tentando evitar que o mercado sofra um desaquecimento e cada vez mais estão oferecendo melhores condições de pagamento, facilidades para a compra e promoções, a fim de conquistar novamente os clientes. Nesse cenário, quem vai comprar um imóvel na planta, deve estar atento a todas as promessas e facilidades prometidas. Confira algumas dicas para evitar cair em ciladas:

1 –      De olho na qualidade:

Fique atento à qualidade do imóvel que escolher e também a outros oferecidos pela construtora. É importante avaliar se a infraestrutura do imóvel é equivalente ao bairro escolhido e também às suas necessidades. Avalie a qualidade também dos materiais utilizados, através do memorial descritivo.

2 –      Condições:

Fique de olho nos prazos de começo e término da obra, prestações e reajustes, que no caso de um financiamento inferior a 36 meses deve ser anual e mensal se o seu contrato for mais longo. Se sua obra for financiada pelo Sistema Brasileiro de Habitação, o índice de juros deve estar identificado nos boletos de pagamento.

3 –      Publicidade:

Guarde os panfletos, pois eles são a promessa do que a empresa irá lhe entregar. O artigo 30 do código do consumidor lhe assegura seus direitos quanto a propagandas enganosas. Verifique se o que consta nos panfletos condiz com o memorial descritivo de materiais da obra e com a planta que foi aprovada pela prefeitura local. Você pode ter acesso a esse documento facilmente no cartório imobiliário em que sua obra está registrada. Aproveite para conferir se a obra está corretamente registrada.

4 –      Equipe:

Confira se os arquitetos e engenheiros são qualificados, inclusive verificando seus registros profissionais.

5 –      Contrato e Multas:

Leia o contrato com cuidado, tirando todas as dúvidas que possuir imediatamente, antes de assinar o documento. Se o vendedor não quiser esclarecer suas dúvidas procure um posto do Procon.

Ao ler o contrato, observe se há existência de multa de ressarcimento no caso de atraso da entrega final do imóvel. Esse item é bem importante, pois evita adiamentos constantes do prazo final.

Por Patrícia Generoso

Comprar um imóvel na planta


O sonho da casa própria faz parte da vida de vários brasileiros, mas é preciso muito cuidado, análises, pesquisas e planejamento para tornar esse sonho em realidade.

Quem ainda não tem o seu imóvel sabe que o maior sonho é ter uma casa própria, porém, é preciso ter muito cuidado ao comprar seu imóvel, do contrário você poderá ter uma tremenda dor de cabeça.

Atualmente, com os planos e facilidades oferecidos, parece que ficou fácil comprar sua casa própria, mas não é bem assim. A compra de um imóvel exige um planejamento e muita cautela, do contrário, você além de não conseguir ter sua casa própria, poderá adquirir uma grande dívida e muitos problemas.

Por isso, antes de comprar a casa própria é preciso fazer um levantamento para saber qual o orçamento que você tem disponível para realizar a compra. Não adianta sonhar com uma casa de 3 ou 4 quartos, se o seu orçamento só lhe permite comprar um imóvel de 2 quartos.

O importante é nunca comprometer mais que 30% da renda familiar com o pagamento das prestações de sua casa própria e é importante também, que se tenha uma reserva financeira, para o caso de alguma eventualidade.

Quando estiver pensando em comprar seu imóvel, procure pensar a longo tempo. Hoje você pode estar sozinho, ou casado, mas daqui a um, dois ou cinco anos, sua família estará maior? Por isso é preciso fazer um bom planejamento, para não se arrepender depois e aí será tarde demais.

Se você for comprar um imóvel usado, é preciso ainda mais cuidado, pois terá que fazer uma averiguação completa, tanto em relação ao estado do imóvel como também em relação à documentação do mesmo. Muitas pessoas, quando vão vender o imóvel, passam uma mão de tinta nas paredes e deixam o imóvel com aparência de novo e isso pode esconder trincas, infiltrações, problemas na parte hidráulica, entre outros.

Então tome muito cuidado e, se for preciso, chame um profissional de sua confiança para fazer uma avaliação para você.

Fique atento ainda a outros detalhes como o número de vagas na garagem, a posição do imóvel em relação ao sol, procure conhecer a vizinhança, verifique se há indústrias ou empresas próximas ao imóvel, ou até mesmo um comércio de grande porte, que poderá lhe causar algum transtorno e faça o levantamento da documentação completa do imóvel, valor do IPTU, do condomínio, etc.

O que você nunca pode fazer, é comprar sua casa própria baseado no lado emocional, ou simplesmente porque achou o imóvel “bonito”.

Seja cauteloso ao extremo e assim estará evitando muitos transtornos futuros.

Por Russel

Comprar um imóvel


Está procurando um imóvel para chamar de seu, mas tem muitas dúvidas sobre qual é o ideal para você? Alguns quesitos devem ser levados em consideração no momento da compra, para não haver arrependimentos posteriores.

A compra de um imóvel é um momento muito importante e deve ser realizada com consciência e cautela, já que se trata de um investimento elevado e é uma escolha que irá lhe acompanhar por muitos anos de sua vida – se não para a vida toda.  Portanto, somente finalize uma transação quando tiver absoluta certeza de sua opção.

Primeiramente, defina qual o tipo de imóvel que pretende comprar, se uma casa ou apartamento, ponderando os prós e contras de ambos. Outra questão importante é o bairro que pretende morar. Leve em consideração a distância do seu local de trabalho e de outros locais que costuma frequentar, além da simpatia que possui pela região (não há situação pior do que morar em um bairro o qual não gostamos).

Faça várias visitas a imóveis. Nunca escolha prontamente o primeiro, pois outros poderão lhe encantar mais. Lembre-se também de verificar, em cada imóvel visitado, as medidas do mesmo, tamanhos das paredes, especialmente se você já tiver móveis. Você deve se certificar de que seu mobiliário caberá na nova moradia.

Superados estes pré-requisitos, lembre-se do fator mais importante a ser considerado no momento da escolha final: a sua casa deve ser aquela que seu coração bateu mais forte, este é o imóvel certo para chamar de lar.

Por Leni do Vale


A Daico Móveis Planejados e a Dimensão Imóveis se uniram, porque comprar um imóvel é ótimo recebê-lo todo mobiliado é maravilhoso! Seu sonho realizado por completo!

Porque esperar para escolher os móveis da sua casa só depois de que receber o imóvel se você pode se beneficiar desta PARCERIA, que é uma oportunidade incrível que criamos para você realizar o seu projeto de vida. Você pode escolher todos os móveis, parcelar até 48 vezes, nesta parceria com a fábrica e receber o seu imóvel todo mobiliado.

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Para quem aluga imóvel, fique de olho – as regras mudaram!

As mudanças visam animar os proprietários, e fazer com que imóveis até então fechados, possam ser alugados.

Dentre as mudanças, pode-se citar:

  • Pessoas com pagamento em atraso, depois de notificadas, terão apenas 15 dias para resolver sua situação; Caso não pague, assim que o juiz autorizar, o inquilino terá 1 mês para se retirar do imóvel;
  • Caso o inquilino queira se mudar antes do término do contrato, a multa será proporcional ao tempo que resta para acabar o contrato;
  • Fiador poderá desistir de sua função, porém, precisará avisar as partes antes; depois disso, o inquilino terá 4 meses para arrumar outra forma de garantia;
  • Se houver renovação automática do contrato, o fiador é automaticamente liberado do compromisso.

Hoje, praticamente trinta milhões de brasileiros moram em imóveis alugados.


Uma reportagem veiculada pela Agência Estado atesta que Jorge Hereda, vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, disse que o banco tentará seguir à risca suas metas iniciais para contratar as 400 mil unidades estimadas dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Para tanto, relata que a documentação dos projetos precisa, necessariamente, estar completa.

Se isso não acontecer, ou seja, se a documentação não estiver em dia, parte das 400 mil unidades serão efetivadas apenas no ano que vem. Ainda dentro dos números do programa, 1 milhão de moradias poderão ser contratadas até o final de 2010.

Em entrevista à AE, Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), relata que até o atual momento, apenas 130 mil das 495 mil unidades foram contratadas. Portanto, prevê que até o final deste ano não serão conquistadas as contratações em sua totalidade.

A matéria completa pode ser lida em aeinvestimentos.limao.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Na medida em que o tempo passa, a paisagem urbana apresenta novos imóveis, principalmente condomínios residenciais – aparentemente, a tendência deste século XXI. De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), o número de imóveis desse segmento germinados na capital de São Paulo totalizou, em agosto, 3.340 unidades.

Os dados indicam uma alta de 114% diante de julho; representa, também, o maior volume registrado em 2009. Estas informações foram divulgadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP).

Destas unidades, os imóveis de dois e três dormitórios apresentam um destaque, com a criação de 1.160 e 1.311 unidades, respectivamente. Em seguida, apartamentos de quatro ou mais dormitórios denotaram 516 unidades. No acumulado do início deste ano até o momento, pouco mais de 20 mil imóveis residenciais foram comercializados, um pouco abaixo em relação ao ano passado, quando foram negociados 25.920.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) e o Bradesco firmaram, recentemente, um acordo que presume a liberação de R$ 1 bilhão em financiamentos imobiliários para os próximos cinco anos.

O acesso a esses recursos, porém, só serão alcançados pelas imobiliárias conveniadas ao Secovi – cinqüenta ao todo. O acerto conjectura o custeio de imóveis novos ou usados, residenciais ou comerciais, bem como lotes urbanos.

Além disso, a fim de facilitar as negociações entre cliente e imobiliária, as empresas disporão aos interessados em adquirir imóveis um meio exclusivo de atendimento para esclarecimentos de dúvidas em torno dos financiamentos pleiteados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Contrariando os quatro meses anteriores de crescimento, as vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos caíram em 2,7%. O resultado frustrou a expectativa dos economistas daquele país, que aguardavam alta de 2,9%.

Para Lawrence Yun, economista da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis dos EUA, o ritmo de vendas no mês de agosto foi o mais altivo durante quase dois anos, principalmente em julho de 2009, quando houve elevação comercial em 5,24 milhões de dólares.

Entretanto, as vendas de imóveis usados de agosto deste ano para o mesmo período do ano passado subiu exatos 3,4%, mesmo o preço médio deste segmento baixando para quase US$ 178 mil nos últimos doze meses – uma queda de 12,5% no valor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Os paulistanos estão comprando menos imóveis.

Pelo menos é o que apontam os índices levantados pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo – Secovi-SP. Segundo a entidade, houve uma queda de 25% nas vendas do primeiro semestre do ano.

No entanto, há uma perspectiva de melhora no mercado prevendo o fechamento do ano com a mesma média de vendas de 2008. O diretor do Secovi sinaliza uma alta nas vendas a partir dos empreendimentos que serão lançados neste segundo semestre.

A projeção é atingir a meta de 32 mil na venda de novas unidades na cidade de São Paulo. Essa estimativa se deve a uma melhora no quadro econômico com base no aumento dos índices de empregos formais.


O novo programa de financiamento imobiliário, “Minha Casa Minha Vida” aprovada pelo presidente Lula, que promete financiar casas populares para quem ganha até 10 salários mínimos ainda está gerando muitas dúvidas.

Apesar das inscrições para participar do programa de financiamento já terem começado, muitas pessoas ainda tem dúvidas de quem realmente pode participar.

Para quem também está com estas dúvidas aqui vão alguns esclarecimentos sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”:

– Quem recebe menos de 3 slários mínimos, irão ter de esperar e se cadastrar nas prefeituras (dentro do período estípulado por elas).

– Já quem ganha de 3 a 10 salários mínimos, podem escolher o imóvel direto na construtora e depois procurr a Caixa Econômica Federal para solicitar o financiamento. O imóvel deve custar no máximo R$130.000,00.

– O valor das prestações do imóvel não podem passar os 10% da renda mensal da família (O valor mínimo das parcelas mensais serão de R$50,00).

– O programa não tem nenhuma taxa de Inscrição, muito menos prestação de entrada.

– A primeira parcela do imóvel só será paga quando o imóvel já estiver pronto.

– O parcelamento do financiamento pode ser pago em um prazo máximo de 10 anos.

Os primeiros imóveis devem ficar prontos dentro de um ano.

Maiores Informações sobre o Programa “Minha Casa, Minha Vida”, assim como uma simulação de financiamento, podem ser obtidos clicando aqui


Confira os endereços da Construtora Plaenge em Todo o Brasil:

Curitiba:
Rua Pedro V. Parigot de Souza, 2001
Telefone:(41) 3317-1700

Londrina:
Avenida Tiradentes, 1000
Telefone:(43) 3294.1000

Maringá:
Avenida Adv. Horácio Raccanello Filho, 4770
Telefone:(44) 3293-7000

Dourados:
Shop. Av. Center. Av. Marcelino Pires, 3600
Telefone:(67) 3422-7131

Campo Grande:
Rua Maracajú, 1122
Telefone:(67) 3312-1000

Cuiabá:
Avenida São Sebastião, 2215
Telefone:(65) 3616-7100

Para saber mais sobre os imóveis da empresa e seus futuros lançamentos, basta acessar o site www.plaenge.com.br



Muita gente ainda discute se imóveis são, ainda, um bom investimento, já que o mercado está muito caro, concentrado, etc. Pois a nossa opinião é que, sim, eles são ainda um bom investimento, desde que você fuja dessas ofertas caras e dos mercados mais badalados.

Veja os casos do vídeo abaixo, onde um homem que começou investindo aos 25 anos já possui mais de R$ 4 milhões em imóveis. Provavelmente ele não ganhou isso da atividade dele, mas teve esse retorno com a valorização dos imóveis que comprou em áreas que eram consideradas longínquas e hoje estão na moda.


Você está com a “pulga atrás da orelha” com a Crise Financeira Mundial ? É… todos estão…

Afinal, qual a saúde financeira da Construção Civil ?

Acompanhe essa matéria bastante interessante do “Entre Aspas” da Globo News:





CONTINUE NAVEGANDO: