A população deve ficar atenta aos números econômicos. Embora parte dos habitantes brasileiros desconsidere esse tema, ele na verdade está intimamente presente no cotidiano. Ao comprar uma passagem de ônibus e um alimento qualquer, certamente muitos já contaram moedinhas. Quando os valores sobem drasticamente, então, nem se fale.

A aquisição de uma casa própria nem sempre é tarefa fácil, pois diferentemente de passagens de ônibus e uma refeição em casa ou fora do lar, os valores despendidos são elevados (nessa comparação). Um imóvel na planta, antes mesmo do financiamento com a Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, pede do consumidor boas quantias direto com a construtora. O reajuste das parcelas, por sinal, é realizado em conformidade ao Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assoalham que a taxa do indicador subiu de 0,52% do mês de abril para 1,57% em maio. Dos três grupos pesquisados, dois registraram progresso, com destaque para Serviços, cujo índice passou de 0,12% para 0,52%, seguido por Mão de Obra, de 0,66% para 2,74%.

A FGV examina que a taxa referente ao grupo Materiais e Equipamentos demonstrou baixa de 0,47% para 0,45%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um imóvel na planta é sonho de consumo de inúmeras pessoas. O cenário econômico do país em 2010, fruto de uma série de incentivos do governo e da disposição do consumidor para compras, assim como investimentos mais elevados da iniciativa privada, aumento da massa salarial e do otimismo, refletiu nos números do segmento habitacional.

Há alguns bons meses, outro motivador muito salientado pelo governo foi (e continua sendo) o “Minha Casa, Minha Vida”, programa que concede subsídios de até R$ 23 mil a famílias de baixa renda.

Indexador utilizado como reajuste para imóveis financiados na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou forte aceleração no primeiro decêndio de maio, ao passar de 0,23% do período igualmente anterior para a taxa de 0,94%. Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o índice concernente a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu de 0,13% para 0,36%, enquanto o índice relacionado ao custo da Mão de Obra avançou para 1,55%, contra 0,34% de antes.

No primeiro decêndio de maio, que compreende dados de 21 a 30 de abril, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) também subiu, de 0,55% para 0,70%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um imóvel na planta é o desejo de muitas pessoas, principalmente devido ao atual boom imobiliário no Brasil. As condições do mercado estão favoráveis às pessoas que têm pretensão em sair do aluguel ou mudar de uma casa térrea, assobradada e outras para apartamentos.

O indexador utilizado para o reajuste de parcelas de imóveis adquiridos na planta, contemplando financiamento durante o período de obras, é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa de variação do indicador acelerou de 0,44% para 0,75% entre março e abril deste ano.

Três componentes integram o INCC e apenas um deles, Mão de Obra, registrou alta no período, de 0,27% em março para 1,16% este mês. O índice no grupo Materiais e Equipamentos desacelerou de 0,64% para 0,40%, ao mesmo tempo em que no grupo Serviços houve arrefecimento de 0,46% para 0,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor imobiliário cresceu consistentemente nos últimos meses, sobretudo após o país superar os principais e nocivos efeitos gerados pela crise financeira global. Jovens e adultos, com pouca ou altas remunerações, passaram a destinar parte de seus salários à aquisição de imóveis na planta ou, em alguns casos, usados.

Indexador utilizado no reajuste de parcelas de empreendimentos adquiridos na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) apresentou variação de 0,75% em abril, taxa 0,31% superior ao 0,44% do mês passado.

Segregado por grupos, o índice relacionado a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou de 0,60% registrado em março para 0,36% em abril. A taxa atinente a Mão de Obra, contudo, subiu para 1,16%, contra 0,27% de antes.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa concernente a Materiais e Equipamentos decresceu de 0,64% para 0,40%, enquanto o índice ligado a Serviços arrefeceu de 0,46% para 0,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Imóvel na planta ainda é um dos mais rentáveis negócios dos dias atuais, tanto para quem quer morar num “cantinho” como para aqueles que almejam simplesmente efetuar investimentos para futura cobrança de aluguel ou, então, venda da residência num valor acima do adquirido.

Utilizado como indexador para reajuste da parcela de imóveis na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,50% no segundo decêndio do mês (entre os dias 21 do mês precedente e 10 do atual), ante taxa de 0,37% do período igual de março.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que a taxa relacionada a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou para a alta de 0,27%, contra 0,56% registrado no segundo decêndio de março. O índice atinente a despesas da Mão de Obra passou de 0,17% para 0,74%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Comprar um imóvel na planta pode ser uma das melhores soluções para quem deseja adquirir moradia própria sem ter de pagar altas quantias de uma só vez. Inúmeras construtoras oferecem bons planos para quem deseja tornar realidade seus sonhos, sobretudo se levado em consideração um dos principais programas do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o “Minha Casa, Minha Vida”.

Geralmente, as construtoras, no ato de assinatura do contrato, dão prazo de 24 meses para a conclusão das obras – pode ser diferente dependendo das dimensões do empreendimento e outras questões intrínsecas. Durante o famigerado financiamento antes da entrega das chaves, as parcelas são reajustadas com base no Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC).

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indexador registrou variação de 0,52% em abril, pouco acima da taxa de 0,33% de março. Dos componentes que integram o índice, somente Mão de Obra registrou aceleração, de 0,11% para 0,66% entre os dois meses. O quesito Materiais e Equipamentos recuou de 0,55% para 0,47%, enquanto Serviços de 0,53% para 0,12%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os mais jovens começaram a pensar mais à frente. Bares, baladas, saídas sem destinos passaram a ser substituídos parcialmente por aquisições de bens. A expansão imobiliária no país impulsiona essa tendência, tanto que nos próximos anos a atual demanda pode até causar bolhas no segmento.

O público adulto, por sinal, também procura estabelecer alicerces para seu orçamento. A novidade – nem tão nova assim – partiu, pois, das classes sociais de menor poder aquisitivo, que mesmo com o programa “Minha Casa, Minha Vida” mostrou-se com capacidade mais ampla de adquirir financiamentos.

Indexador utilizado no reajuste de imóveis comprados na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) permaneceu inalterado em 0,23% no primeiro decêndio de abril em relação ao período análogo do mês passado.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou de 0,44% para 0,13%.

O índice relativo ao custo da Mão de Obra manteve o mesmo nível de antes, em 0,34%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Adquirir um imóvel na planta é um dos sonhos mais ostentados pelos brasileiros que almejam residir em ambiente próprio sem precisar depender de heranças, de morar debaixo do teto de pais ou de outros parentes, entre outros exemplos.

Quando o consumidor visita um stand de vendas de prédios residenciais, geralmente procura saber todos os detalhes sobre o empreendimento. Quantos dormitórios, piscinas, quadras poliesportivas, espaço para leitura, playground, etc. Mensalmente, ainda durante as obras, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) reajusta o valor das parcelas, situação que por algumas vezes pega o comprador desavisado de surpresa.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,44% do INCC de março. A taxa, portanto, fixa-se 0,05% acima do índice de fevereiro (0,39%).

Dos três grupos sondados no levantamento, dois registraram aumento nas taxas, com destaque para Materiais & Equipamentos, que subiu de 0,54% para 0,64%, seguido por Mão de Obra, com alta de 0,12% para 0,27%. O índice da categoria Serviços arrefeceu de 1,04% para 0,46% entre fevereiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor da construção civil, em franca expansão pelo país, deve apresentar ritmo mais baixo de aquisições e lançamentos neste ano em comparação à movimentação registrada em 2010. Mesmo assim, empresários do ramo têm procurado inovar no maquinário para conferir menor custo às obras, além de maior velocidade na conclusão de novos empreendimentos.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registraram variação de 0,23% no Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) no primeiro decêndio de março. No período análogo de fevereiro, a taxa constatada chegou a 0,52%.

Afunilado por categorias, a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços contabilizou variação de 0,44% no primeiro decêndio do mês, contra 0,79% do intervalo igual de um mês atrás. O índice que traduz a despesa da Mão de Obra permaneceu inalterado entre ambos os períodos, em 0,24%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


A construção civil brasileira conseguiu, no decorrer dos últimos anos, bons números em cada canto do país. A expansão imobiliária, como muitos chamam o atual crescimento, deve permanecer operante nos próximos meses e alguns estudos até citam que grande parte dos novos compradores integra os jovens, ou seja, a preocupação com o futuro se faz cada vez mais presente.

Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ponderam que o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) voltou a crescer. No segundo decêndio deste mês, a taxa subiu para 0,42%, após variação de 0,38% do período igual de janeiro.

O percentual relacionado a Materiais, Equipamentos & Serviços variou 0,67%, contra 0,34% de antes. A taxa estrita ao custo da Mão de Obra chegou a 0,17%, ante 0,43% constatada no segundo decêndio de janeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Considerado um dos setores que impulsionou e refletiu com certa exatidão a economia brasileira nos últimos anos, o setor de construção civil deve ilustrar, em 2011, índices de crescimento mais amenos, embora a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao ramo de materiais de construção continue em vigor até 31 de dezembro.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) exprimem que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,42% em fevereiro, pouco abaixo do dado do mês passado, de 0,50%.

Somente o grupo mão-de-obra, integrante do INCC, apresentou desaceleração na taxa, para 0,12% neste mês, contra 0,76% de antes. Os grupos Serviços e Materiais e Equipamentos, por sua vez, sofreram expansão em seus índices, ao passarem de 0,84% para 1,50% e de 0,11% para 0,50%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Construir pelo país ficou mais barato neste mês. Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) carimbam variação de 0,37% no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), percentual abaixo do constatado em dezembro, quando a entidade registrou índice de 0,59%.

A FGV calcula que nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o índice contraiu variação de 7,42%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços avançou para 0,42% no mês, contra 0,13% de antes, mas o índice atinente à categoria Mão de Obra decresceu de 1,08% em dezembro para 0,32% de agora.

Na categoria relacionada especificamente a Materiais e Equipamentos houve variação de 0,22% em janeiro, superior ao 0,09% do mês passado. Materiais para instalação, como subgrupo, obteve destaque entre os demais, pois a taxa passou de 0,47% para 0,76%.

Em relação aos Serviços, a taxa saltou de 0,25% para 1,21%, com destaque para o subgrupo denominado serviços pessoais, em que o índice pulou para 2,16% em janeiro, contra 0,32% de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV





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