Especialistas afirmam que este ano será interessante para quem quer investir em imóveis. Um dos fatores é a insegurança dos bancos, principalmente com a alta do dólar e as incertezas do mercado. Os fatores impulsionam a busca pela casa própria ou o investimento, tendo em vista que 2014 não foi um ano muito bom e a competição entre as construtoras está cada vez mais acirrada.

Se 2014 foi de cautela, 2015 será um ano em que o investidor pode apostar um pouco mais. Copa do Mundo e as eleições fizeram o mercado frear um pouco as vendas e isso acarretou em preços e condições mais atraentes para o consumidor. As coisas vão bem para quem quer morar na casa própria e para quem busca investir em imóveis esperando sua valorização ou mesmo para o aluguel.

Segundo o gerente de negócios imobiliários da Construtora São Benedito, César Moraes, 2014 foi um ano em que os consumidores ficaram mais cautelosos. "Apesar disso foi um ano bom e aproveitável. Para 2015 a expectativa de vendas é boa". Moraes diz que o consumidor está preocupado "com o dinheiro que está no banco" e diante da situação ele deverá investir em imóveis.

"Quem tiver qualquer tipo de dinheiro vai desconfiar de banco, vai desconfiar de aplicações em bolsas, vai desconfiar de qualquer tipo de atropelamento que possa ter. Com o dólar na casa dos R$ 2,70 a melhor moeda será o imóvel tranquilamente".

Em Cuiabá, por exemplo, o metro quadrado custa em média R$ 6,5 mil, dependendo da localização e das características do imóvel. As salas comerciais são de R$ 8 mil. “A localização representa 50% do valor do imóvel hoje”, conclui o gerente de negócios imobiliários da Construtora São Benedito.

A maioria dos imóveis comercializados no país é financiada, principalmente pelas facilidades desse tipo de compra. Tanto os bancos públicos quanto privados estão competindo pelos clientes e isso faz com que apresentem taxas de juros e condições atraentes. A principal dica é pesquisar e não comprar por impulso. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Im?veis


O aumento da taxa de juros e a incerteza envolvendo o cenário macroeconômico estão alterando o comportamento dos compradores em relação a imóveis – está ocorrendo um desestímulo para as compras com intenção de investimento. De acordo com o estudo "Raio X do comprador de imóveis", o qual entrevistou mais de três mil pessoas, a motivação para investir em imóveis caiu de 48% durante o primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre.

Especialistas em economia avaliam que durante os próximos meses permanecerá essa tendência envolvendo a desaceleração do aumento do preço dos imóveis, bem como a redução dos compradores que pretendem investir em imóveis. O mesmo estudo aponta que 41% dos entrevistados acreditam que o preço dos imóveis subirá no prazo de um ano, 36% preveem que os valores se manterão estáveis e 23% já esperam por queda nos preços.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis" mostra também que 30% dos entrevistados compraram imóveis pensando em investimento. Os imóveis que possuem faixa de preço de R$ 200 mil são os que estão na mira de 53% dos investidores. Das aquisições com preços acima de R$ 1 milhão, 72% delas possuíam como intenção a moradia.

Em relação aos descontos, o estudo aponta que o desconto médio entre o valor do imóvel anunciado e o preço final negociado foi de 6,5%, sendo que mais de 40% das pessoas que adquiriram imóveis não conseguiram descontos.

Os dados sobre a preferência de condições do imóvel também são curiosos, 37% dos compradores preferem apartamentos usados, outros 13% não abrem mão de comprar um imóvel novo.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis":

No total, foram entrevistadas 3.227 pessoas proprietárias de imóveis ou que possuem pretensão de adquirir um imóvel. Grande parte dos entrevistados reside nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Este estudo será publicado todo o trimestre. 

Por Rafaela Fusieger


O Lifespace Curitiba da incorporadora Rossi em parceria com a Investipark com 30 andares são apartamentos compactos numa ótima localização na Av. Visconde Guarapuava do lado do Shopping Curitiba sendo ideal para estudantes e investidores por ser próximo aos cursinhos terá grande procura para locação, este empreendimento tem a previsão de entrega para março/2016.

O Lifespace Curitiba são 02 torres justapostas do 3° andar ao 19° são os stúdios com plantas de 33,53m² (tamanho de um quarto de hotel), 31,93m² e 29,72 m² (tamanho das antigas kitinetes), 01 dormitório com 41,92m² privativo com churrasqueira a carvão na sacada (de frente para o Shopping Curitiba) com a opção de vagas rotativas ou vagas de garagem que podem ser compradas a parte.

A partir do 20° andar os apartamentos de 2 dormitórios 59,69m² de privativo sem suíte e 2 quartos com suíte 76,01 m² de área privativa ou 65,08 m² de área privativa com súíte e todos com churrasqueira carvão na sacada (este apartamento tem o decorado no plantão de vendas) e o 29° andar são as coberturas duplex com 68,31 m² de área privativa.

O Lifespace terá um sistema de automação para cartão na fechadura (modelo de hotel) e poderá utilizar este cartão para consumo na Cafeteria, Sushi Bar, Pizza Bar com a opção de pagamento no final do mês junto com o condomìnio. As áreas comuns serão equipadas e decoradas, o condomínio terá front desk, office, sala de jogos, brinquedoteca, sushi room, fondue room, pizza bar, wine room, churrasqueira, irish pub, yoga, fitness, musculação, sauna, descanço, gourmeteria, cafeteria, lounge garden, fire place, piscina coberta, solarium, vestiário.

Agende um horário e venha conhecer o apartamento decorado no plantão de vendas com a Consultora Imobiliária Cris Souza fones: (41) 9807-6517 ou (41) 9133-1981 e-mail/msn: cristianesgomes30@hotmail.com


Muita gente, em vários lugares, tem expressado sua preocupação quanto ao estouro da bolha imobiliária brasileira, a exemplo da americana. Pudera, os preços dos imóveis dispararam, particularmente nos últimos dois anos, em todas as grandes cidades. Mas primeiro é necessário, antes, fazer duas perguntas: há mesmo uma bolha? A subida nos preços no Brasil é similar à americana?

Respondendo à primeira pergunta: a intenção deste artigo não é responder com um simples “sim” ou “não” a esta pergunta. Vamos mostrar, ao longo dele, a importância que o crédito tem no preço final dos imóveis e trazer alguns dados inclusive de outras economias para termos uma base de comparação com o que ocorre por aqui. Justamente pelo fato de que o mercado depende de decisões de poucos agentes econômicos, notadamente de políticas governamentais em relação ao crédito e à construção civil, o que temos são probabilidades diante de determinados cenários. Cabe a quem investe analisar se o cenário indica uma subida ou descida nos preços.

Respondendo à segunda pegunta: não, a subida nos preços dos imóveis não é similar. Historicamente, no Brasil, o governo é o grande consumidor de crédito. Prova disso é a taxa de juros que dá lastro aos títulos públicos, a Selic, que sempre foi alta e voltou a ficar acima de 10%. Isso torna o empréstimo de dinheiro para o governo (e a compra de títulos públicos pode ser entendida como tal) muito atrativo, o que aumenta as taxas de juros em toda a economia.

Como tal, o empréstimo para financiamento de novos projetos e bens de consumo é caro, e o baixo volume de crédito imobiliário em relação ao PIB, no Brasil, é reflexo disso. Para contrabalançar, o governo oferece taxas subsidiadas, mais baixas, para financiamento imobiliário. Com o crescimento recente da economia e um menor juro cobrado nessas taxas, o financiamento imobiliário começou a se popularizar.

No entanto, sua presença ainda é tímida. No Brasil, o financiamento imobiliário mal chega a 5% do PIB. Nos EUA, esse índice chega perto de 70%.

Isso não impede que se crie uma situação de bolha. Até porque o financiamento de construtores para tocar seus projetos não costumam ter aquelas vantagens (exceto em casos como o do Programa Minha Casa Minha Vida) que os compradores tem. Em geral, o financiamento das empresas acaba sendo mais caro que aquele disponível para o consumidor final.

Ou seja, tem-se um mercado imobiliário com compras a crédito baseado em construções que precisam, majoritariamente, ser construídas no mercado à vista ou financiadas com dinheiro mais caro. Mesmo que existam programas como Minha Casa Minha Vida e venda de imóveis na planta, o mercado tem uma grande oferta de imóveis com esse tipo de “desequilíbrio”, o que gera menor oferta e maior demanda, jogando preços para cima. Em países como os EUA isso não costuma acontecer, já que as taxas de juros para financiar construções são baixas também.

Alguns dados de outras economias

Mas é curioso que nos EUA aconteceu uma bolha, após décadas de crescimento mais ou menos estável (dados). As pessoas em geral estão relativamente certas ao dizer, em todo o mundo, que os imóveis sempre sobem. Mas com dados ajustados pela inflação, nota-se que há períodos em que há queda no preço real do imóvel, ainda que pequena. O mesmo ocorre na Europa e provavelmente em qualquer lugar do mundo. Neste continente, por exemplo, houve um pico de preços em 1992, após rápida subida, com uma lenta e gradual correção ao longo dos anos subsequentes, até que os preços dos imóveis começassem a subir a partir de 2005, embora numa proporção menor que nos EUA (veja dados da Itália pré-bolha). Essa “bolha” de 1992, em qualquer gráfico que se analise, é também bastante diferente da americana, pois os preços não voltaram com força a patamares “pré-crise”, mas sofreram pequenas correções que, ao longo da década de 1990, chegaram a 20% em poucos lugares.

E é neste ponto que quero chegar. A importância do crédito. Vários analistas atribuem a subida de preços de 1992 a políticas de crédito facilitado e derregulamentação na concessão de empréstimos adotadas na década de 1980. Essa crise, aliás, foi mundial e afetou inclusive os EUA, como se pode ver no primeiro link. Após o crash de 1992, regulamentações foram passadas para dificultar o crédito ruim principalmente na Europa.

Já na crise de 2008, essencialmente americana, alguns analistas atribuem às regulamentações do HUD (Housing and Urban Department, Departamento de Casas e Desenvolvimento Urbano americanos) que não só facilitou o crédito como passou a obrigar instituições financeiras a conceder financiamento a pessoas com poucas possibilidades de honrar seus compromissos. O movimento especulativo que se seguiu e a falta de análise melhor dos riscos por parte de instituições financeiras que seguravam esses papéis fez o resto.

E no Brasil?

No Brasil, vemos um movimento histórico de derrocada nos juros, além de financiamento facilitado para famílias de menor renda. Embora os juros tenham aumentado recentemente, a tendência ainda se mantém. Portanto, podemos ver sim um aumento ainda gradual nos preços dos imóveis face ao aumento do crédito.

Por outro lado, historicamente também o governo deste país tem sido um grande consumidor de crédito. Caso a economia se desequilibre, pode haver alta nos juros, o que quase certamente causaria uma redução na atividade econômica e queda nos preços dos imóveis.

Estamos em período eleitoral, o que sempre traz algumas incertezas. Mas o fato é que a economia tem crescido bem e provavelmente se manterá crescendo a taxas pelo menos próximas de 5% ao ano.

Também há outros indicadores, como fator de renda do aluguel em relação ao preço do imóvel que são importantes. Muito alto e vários investidores se sentem tentados a comprar imóveis para receber renda de aluguel. Muito baixo e vários investidores se sentem tentados a vender seus imóveis para colocar seu dinheiro em outras aplicações.


Os imóveis comercializados no bairro são os mais diversos. Apartamentos ou casas com design moderno, clássico, tradicional, de todos os tamanhos e para todos os gostos. Os edifícios com vista privilegiada para as principais atrações do bairro, como o parque Villa-Lobos, são os mais procurados. O investimento para viver em um local tão completo não é pequeno, mas torna-se apenas um detalhe frente a tantos predicados que o lugar possui. Os preços são variados, mas em média, é possível encontrar bons apartamentos por R$ 300 mil, podendo chegar até a alguns milhões de reais para se ter uma cobertura ou um duplex de luxo.

Mais que um bairro sofisticado, o Alto de Pinheiros é o espaço ideal para quem gosta de tranquilidade ou movimento, natureza ou grandes construções, a sofisticação de tradicionais restaurantes ou a agitação de renomados bares. É a diversidade de São Paulo e do mundo em um só lugar.

Por Luana Neves


O mercado imobiliário no Brasil demonstra uma desaceleração em relação aos imóveis no litoral desde o último ano.

De acordo com a publicação britânica OPP, este fato se deve ao grande número de estrangeiros, que preferem, diante da crise, aguardar outra oportunidade antes de se comprometer com mais investimentos estrangeiros. Portugueses, espanhóis e noruegueses invadiram a costa nordestina em 2007 à procura de um lugar ao sol e preço baixo.

Apesar de terem encontrado seu refúgio ideal, estes mesmos investidores agora têm dificuldade de retorno em seus investimentos. Vários projetos foram lançados no exterior como opções de investimento, especialmente para aluguel. No entanto, brasileiros tradicionalmente saem de férias em janeiro e fevereiro, fazendo o mercado de segunda residência, um mercado difícil e sem garantias durante o resto do ano.

Antes de comprar como investimento, o estrangeiro deveria pensar em utilizar seu imóvel para suas próprias férias. Assim, evitaria decepções e curtiria o que o nosso litoral tem de melhor a oferecer.


Já de olho no faturamento que as olimpíadas irão gerar no Brasil, investidores estrangeiros concentram-se no mercado imobiliário do Rio de Janeiro. Apesar de áreas como Copacabana e Ipanema estarem entre as mais populares, estas são também áreas caras com pouco retorno na apreciação do capital.

Por conta disto, investidores apostam em áreas centrais, porém menos valorizadas, mas que apresentam grande potencial, como o bairro de São Cristovão e Quinta da Boa Vista.

Construtoras como a Concal investem pesado em projetos para a classe média, com 2 ou 3 quartos além de todo o luxo que se espera de apartamentos novos ou na planta como piscina, playarea, brinquedoteca, solarium e até mesmo spa em alguns dos projetos.

Além destas áreas mencionadas, investidores estrangeiros estão também de olho em oportunidades comerciais em áreas com potecial de plena revitalização como a região do cais do porto e rodoviária Novo Rio.


Para aqueles que possuem recursos sobrando, uma boa opção de investimento está na aquisição de imóveis comerciais ou residenciais para aluguel.

É uma forma de se garantir uma Renda Fixa.

Mas até que ponto vale a pena realizar essa negociata?


Muita gente ainda discute se imóveis são, ainda, um bom investimento, já que o mercado está muito caro, concentrado, etc. Pois a nossa opinião é que, sim, eles são ainda um bom investimento, desde que você fuja dessas ofertas caras e dos mercados mais badalados.

Veja os casos do vídeo abaixo, onde um homem que começou investindo aos 25 anos já possui mais de R$ 4 milhões em imóveis. Provavelmente ele não ganhou isso da atividade dele, mas teve esse retorno com a valorização dos imóveis que comprou em áreas que eram consideradas longínquas e hoje estão na moda.





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