As vendas de material para construção no mercado de varejo (compra de pequenas quantidades) apresentou um crescimento de 5,2% em outubro. Esse resultado é 2,4% maior do que as vendas do setor no mesmo período do ano passado.

As informações são de uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção. De acordo com os dados da pesquisa, nos últimos doze meses houve um crescimento de 1,5% na venda de materiais de construção no país.

Segundo Geraldo Cordeiro, da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, esses números representam uma reação no setor. Para ele, os comerciantes de materiais de construção estão otimistas quanto ao próximo período. Ele afirma que em novembro o número de vendas deve ser muito bom e alcançar a melhor marca do ano.

De acordo com a pesquisa da Associação, todos os seguimentos de matérias para construção apresentaram aumento de vendas em outubro, ante o mês de setembro. Também em todas as regiões do país houve aumento, com destaque para a região Sul e Nordeste.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Levantamento edificado pelo Ibope Inteligência a pedido da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assoalha que a comercialização de material de construção no setor varejista registrou estabilidade no mês passado, ou seja, nem acréscimo, nem queda foram descritos no período.

A manutenção no nível, porém, acompanha a queda de 5,3% registrada em janeiro sobre seu mês imediatamente anterior. De acordo com Cláudio Conz, presidente da associação, a estimativa de crescimento do ramo em 11% para este ano foi revista para 8,5%.

Apesar desses dados, por ora “positivos” (estáveis) no confronto mensal, a Anamaco se mantém confiante quanto à continuidade da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até dezembro próximo. Soma-se a este fator os empreendimentos edificados por meio do programa do governo federal para a área, o “Minha Casa, Minha Vida”, e outros projetos (de médio e curto prazo), dentre eles obras para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Na visão de Conz, o progresso do poder aquisitivo da população menos endinheirada e o desenvolvimento da economia, além de alguns outros, devem tornar 2011 um bom ano para o setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco


Com números expressivos no ano passado, o segmento de construção civil se solidificou como um dos mais rentáveis no país. Por essa breve e outras questões é que o setor de materiais de construção conseguiu, juntamente ao governo federal, a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final de 2011.

O grande número de obras por todo o país, desde empreendimentos residenciais a comerciais, passou a estimular toda a cadeia envolvida e revelou, infelizmente, outras constatações, como é o caso da falta da mão de obra qualificada segundo visão dos empresários.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o aquecimento do mercado continuará predominando e as vendas devem crescer entre 10% e 12% neste ano. Boa participação provirá das novas tecnologias, dos equipamentos e de máquinas, bem como de estratégias diferenciadas, que devem atender o dinamismo necessário das companhias.

Empresários do ramo têm apostado na edificação de mini-fábricas, responsáveis, pois, por prover e promover qualidade e agilidade nos processos de fabricação de materiais às obras, bem como instalação de esquadrias, situações que encurtam o tempo de edificação de empreendimentos.

Os ganhos se espalham para todos os lados. Primeiramente às construtoras, que conseguem, assim, entregar obras no prazo certo, depois aos próprios compradores, que podem se programar para mudanças de lar e vida.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Além de sondar o número de habitantes, quais serviços cada qual tem acesso, quantos televisores e rádios as pessoas possuem em casa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reúne dados igualmente importantes e diretamente relacionados a várias das áreas econômicas.

Em sociedade com a Caixa Econômica Federal (CEF), o IBGE divulgou que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) adentrou 2011 com variação similar à constatada em dezembro do ano passado, saltando somente 0,01%, para 0,27%.

De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção, por metro quadrado, decresceu de R$ 769,06 em dezembro para R$ 768,44 em janeiro, dos quais R$ 332,15 concernentes à mão de obra e o restante, R$ 436,29, referente aos materiais de construção.

Em dados mais específicos, a variação ocorrida na mão de obra acelerou de 0,05% em dezembro de 2010 para 0,20% em janeiro, tendência diferenciada em relação aos materiais, que tiveram variação mais baixa, para 0,32%, contra 0,43% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Com bom crescimento nos últimos meses e acompanhando a expansão do setor imobiliário, a comercialização doméstica de materiais de construção ascendeu 6,96% em dezembro de 2010 perante mês igual de 2009. Por outro lado, no confronto com novembro do ano passado houve arrefecimento de 8,88%.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), as vendas de componentes de acabamento ilustraram avanço de 17,9% no mês passado sobre dezembro de 2009, ao mesmo instante que materiais básicos avançaram 1,4%, na mesma base comparativa.

Para Melvyn Fox, presidente da associação, o resultado é proveniente do início de inúmeras obras em 2008, ocasião em que ocorreu aumento de materiais considerados como básicos. Contudo, boa parte dos empreendimentos atravessa, atualmente, etapas de conclusão.

A Abramat assinala que o segmento de materiais conquistou no ano passado crescimento de 12,14% no quesito faturamento, extrapolando inclusive a alta de 12% estimada anteriormente. Para 2011, por outro lado, a entidade prevê incremento de 9%, mesmo com a dilatação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para até 31 de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira, 19 de novembro, pela Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção), a venda de materiais de construção no Brasil neste último mês de outubro tiveram um crescimento de 0,63% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

Já em comparação com mês de setembro deste ano, o mês de outubro apresentou um decréscimo nas vendas em 0,47%. A previsão de alta no faturamento para este ano foi reduzida pela Abramat de 15% para 12%, em função da diminuição do ritmo de crescimento nas vendas em relação ao mesmo período de 2009. 

Nos dez primeiros meses deste ano, a venda de materiais de construção apresentou uma alta acumulada de 13,39%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Por Elizabeth Preático


O governo brasileiro fez o possível e o impossível, conforme informações obtidas ao longo dos meses em diversos veículos de comunicação, para incentivar o consumo da população nos diversos setores do país. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) são dois casos típicos, conforme asseverou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os materiais de construção, que tanto se tem mencionado devido ao programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida” e, também, em virtude dos eventos esportivos no país, apresentaram alta de 19,5% em março deste ano em comparação anual, de acordo com informações divulgadas pelo UOL.

Um dos principais motivos, se não o mais destacável, é o crescimento do otimismo por parte dos brasileiros para com a economia, uma vez que essa característica permite à população ir às compras sem a preocupação manifestada alguns meses atrás, quando a crise econômica global massacrava os principais mercados do mundo.

Reinaldo Pereira, técnico da Coordenação de Comércio e Serviços do IBGE, pondera ser o PAC um dos principais responsáveis pelo aumento do consumo, visto até nas classes sociais mais baixas. Logicamente, após o sucesso nas obras, a redução do IPI, também mencionada pela entidade, possibilitou aos brasileiros equipar a casa com mercadorias novas e, em alguns casos, acesso a veículos automotores de fábrica.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL.


A indústria de materiais de construção tem conquistado avanços significativos em solo brasileiro, ainda mais com a recente decisão de Guido Mantega, Ministro da Fazenda, ao estender a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro, para o segmento.

Em nota divulgada no dia 20 de abril, terça-feira, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revelou que as vendas pelo setor subiram 25,87% em março deste ano em comparação ao período igual de 2009. Em relação a fevereiro, embora um pouco abaixo, o varejo de materiais obteve ascensão de 22,67%.

Reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters assinala que no primeiro trimestre de 2010 o segmento acumula crescimento de 19,9% ante os três meses iniciais de 2009, apesar de as perdas nos últimos meses terem alcançado 4,89%.

Com os dados em mãos, a Abramat acredita que haverá retomada da indústria de materiais, principalmente se se levar em conta a nova fase do programa “Minha Casa, Minha Vida”, sustentado, então, pela etapa dois do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Mais informações podem ser acessadas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor da construção civil, subitamente impulsionado pelos programas do governo brasileiro, apresentou avanço nas vendas de materiais ao segmento, com 19% em fevereiro ante o mês igual do ano passado, embora queda de 4,15% tenha sido apontada em relação a janeiro deste ano.

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) relata que a retração constatada deve-se, sobretudo, ao menor número de dias úteis no mês. Segundo Melvyn Fox, presidente da entidade, no acumulado assinalado no primeiro bimestre houve alta de 16,31% em relação ao período igual do ano passado.

A agência de notícias Reuters indica que nos últimos 12 meses o varejo de materiais de construção aglomera tombo de quase 7,7%, enquanto que a comercialização de materiais de acabamento apontou aumento de mais de 13,4% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, mas decaiu 3,56% se comparado a janeiro de 2010.

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Por Luiz Felipe T. Erdei





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