O presidente da Caixa informou que, até o final deste mês de março, os juros do crédito habitacional serão reduzidos.

Uma pesquisa recentemente realizada revelou que a maioria dos cidadãos brasileiros possui o sonho de possuir uma casa própria. Grande parte dessas pessoas vive em casas ou apartamentos alugados e, principalmente, em tempos de crise como este que estamos vivendo na economia do país, em que milhares de pessoas se encontram em situação de desemprego, o pagamento do aluguel é um sacrifício necessário, mas sem dúvidas, um investimento sem retorno.

Há alguns anos atrás a Caixa Econômica Federal criou um programa que acabou por beneficiar milhões de brasileiros, que finalmente conseguiram adquirir o imóvel próprio.

O programa criado pelo governo federal batizado de “Minha Casa Minha Vida”, tornou acessível a compra de um imóvel para brasileiros que não possuíam o valor total para a compra do mesmo. Assim, quem atendesse aos requisitos impostos pela Caixa, poderia financiar o seu imóvel e, dessa forma, milhares de brasileiros hoje vivem em casas próprias e pagam mensalmente valores com juros abaixo do mercado e, dessa forma, trocaram o pagamento do aluguel pelo pagamento de parcelas de um imóvel próprio.

Porém, como dito anteriormente, estamos atravessando desde o ano de 2016 um período de crise na economia do país. Muitas pessoas perderam seus empregos, o que contribuiu para uma queda na renda familiar, o que foi refletido no número de compras de imóveis, que diminuiu de forma significativa, principalmente, pelo fato de os juros estarem um pouco altos.

Pensando em auxiliar essa parcela da população que ainda deseja adquirir a casa própria, mas se vê impossibilitada financeiramente, a Caixa Econômica Federal comunicou oficialmente que irá reduzir os juros comuns do crédito habitacional.

De acordo com Gilberto Occhi que é o atual presidente da Caixa, até o fim deste mês de março os juros já serão reduzidos. A notícia foi divulgada na última segunda-feira, dia 19 de março.

Segundo as palavras do presidente da instituição ainda não foi informado de quanto será essa redução. Porém, a expectativa é de que nos próximos dias a Caixa anuncie qual será a redução nas taxas de juros para os recursos que são captados do mercado e da poupança.

Durante a entrevista que o presidente concedeu na última segunda-feira sobre o tema, Occhi revelou que a Caixa pretende promover uma competitividade maior no mercado imobiliário. Ele ainda revelou que não houve nenhuma redução nos juros durante o ano e que a partir de agora essa redução já poderá ser oferecida, facilitando a vida de quem precisa.

Está prevista pela Caixa a divulgação do resultado do ano de 2017. O banco espera que até a próxima semana o resultado seja divulgado. O presidente fez questão de informar que de acordo com os números, o ano de 2017 foi, apesar da crise, o melhor da história, uma vez que muitos esforços foram feitos para que os juros fossem reduzidos e que a tendência é de que continue assim.

Outra importante informação dada pelo presidente foi a de que quem se encontra em dívida com a CSN, a Caixa Econômica está disposta a realizar uma renegociação da dívida em questão.

Poucas pessoas sabem, mas a Caixa é um dos maiores credores da siderúrgica instalada em Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, estando ao lado do Banco Brasil, também um importante credor. Assim, juntos os bancos são detentores de quase a metade do total e dívidas da CSN.

A Caixa Econômica Federal está disposta a analisar, discutir e assim oferecer as melhores saídas com a CSN.

Agora, aos interessados em taxas de juros habitacionais menores, aguardar até que os números da redução sejam revelados, o que está previsto para acontecer nos próximos dias. Quem sabe essa é a oportunidade que você esperava para adquirir seu imóvel?

Por Sirlene Montes

Ffinanciamento de imóveis


Queda registrada é de 2%. Rio de Janeiro apresenta o valor do aluguel por m² mais caro e Curitiba, o mais barato.

Fipezapé o indicador utilizado para medir os preços de vendas e locação dos imóveis anunciados e engloba todo o território nacional e também é considerado o termômetro do mercado imobiliário brasileiro. Esse indicador é calculado pela Fipe e tem como parâmetro os anúncios feitos pelas pessoas através do acesso a internet no site do ZAP Imóveis, dentre outros sites também. Dessa forma é possível agrupar milhares de anúncios formando uma sólida base de dados.

O estudo para elaboração desse índice ocorre em nove cidades do País, tais como, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Campinas, São Bernardo do Campo, Salvador, Brasília, Porto Alegre e Santos.

O valor do aluguel residencial teve mais uma baixa durante o ano corrente e a porcentagem dessa queda é de 2%. No último mês esse preço diminuiu 0,78% se comparado com o mês de agosto de 2015. A pesquisa pela FipeZap foi iniciada no ano de 2008 e esse percentual foi a maior queda durante um mês já registrada. Vale informar também que essa é a quarta queda que esse indicador registrou, comparando com o mesmo período do ano que se passou.

O Rio de Janeiro foi considerado o lugar com o m² mais caro, sendo esse valor de R$ 38,58-mês e logo abaixo vem à cidade de São Paulo com o valor de R$ 36,51-mês. Já o preço de aluguel mais em conta é encontrado na cidade de Curitiba e custa R$ 16,06-mês. Foi verificado pela pesquisa que o preço dos anúncios de locação, se consideramos as nove cidades citadas acima, é em média R$ 32,76 o valor do m².

Durante os nove meses que se passaram este ano, foi possível registrar as maiores quedas do preço médio de aluguel residencial. No Rio de Janeiro foi apurada uma diminuição de 6,06% e em Curitiba foi de 3,97%. Nas cidades de São Bernardo do Campo e Campinas esse valor cresceu e foi para 5,03% e 3,97%, respectivamente.

Por Paula Barretto Guerra

Aluguel residencial

Foto: Divulgação


No mês de setembro ocorreu uma pequena queda nos preços dos imóveis nas principais cidades brasileiras, atingindo o índice de -0,12%.

O FipeZap, um índice que faz o acompanhamento dos preços referentes às vendas de imóveis em  20 das principais cidades do país, registrou em setembro uma pequena queda no valor dos imóveis, chegando a uma porcentagem de -0,12%.

A queda registrada no preço do imóvel foi pequena entre os meses de agosto e setembro, mas reflete perfeitamente o atual momento do país, onde as pessoas querem comprar a casa própria, porém preferem esperar um pouco mais para verem se a situação vai melhorar e com menos compradores, a tendência é que o preço sempre caia.

Esta já é a segunda queda consecutiva apontada pelo Índice FipeZap. A queda nos preços dos imóveis foi apontada em 8 cidades, de um total de 20 que são pesquisadas, sendo elas: Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Goiânia, Niterói, Florianópolis e Contagem.

Mesmo com as quedas dos preços nos imóveis destes municípios, o FipeZap registrou um aumento no acumulado dos 9 primeiros meses deste ano, chegando a 1,38%. Neste mesmo período, que vai de janeiro a setembro de 2015, o IPCA estava esperando uma inflação de 7,58% e desta forma o valor médio do m² teve uma queda de real em torno de -5,75% este ano até o último mês de setembro.

Pelo Índice FipeZap todos os municípios que fazem parte da pesquisa, apresentaram uma variação menor que a inflação registrada até setembro, a não ser a cidade de Florianópolis. E as cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Niterói e Curitiba chegaram a registrar uma queda no mesmo período.

Levando-se em consideração o acumulado dos últimos 12 meses, período que vai de setembro de 2014 a setembro deste ano, o Índice apontou uma variação de 2,63% enquanto que o IPCA esperava uma inflação de 9,43% para este mesmo período. Neste caso, o valor dos imóveis teve uma queda real, chegando a 6,21% neste período.

Foi a nona vez seguida que a variação do FipeZap ficou abaixo da inflação quando se faz este tipo de comparação.
Para os próximos meses a situação tende a seguir em queda acentuada, já que a crise no país continua, com forte inflação, desemprego, juros altos e tudo isso vai dificultar ao brasileiro conseguir comprar seu imóvel, o que resultará nesta tendência, de queda dos preços de imóveis na maioria das cidades brasileiras.

Por Russel

Preço dos imóveis


Índice que reajusta o valor do aluguel teve alta de 8,35% nos últimos 12 meses até setembro de 2015.

Quem paga aluguel tem um motivo a mais para se preocupar, pois o IGP-M – Índice Geral dos Preços-Mercado – teve uma alta de 8,35% nos últimos 12 meses, contando até setembro.

Só neste último mês a alta foi de 0,95%, sendo que em agosto foi de 0,28%. A pressão que resultou  neste aumento veio principalmente do contínuo aumento de preços no atacado.

A FGV – Fundação Getúlio Vargas – publicou no dia 29 de setembro, os dados referentes ao acumulado deste ano e o índice chegou a registrar 8,35%, lembrando que o IGP-M é utilizado para corrigir os valores do aluguel. Quem tem contrato vencendo agora, vai ter que arcar com mais este aumento nas despesas.

Para a formação do IGP-M são utilizados vários outros índices e o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo, é um dos que fazem parte do IGP-M sendo que este faz a medição da variação que ocorre nos preços do atacado e é responsável por quase 60% do Índice Geral. E com a contínua alta dos preços no varejo, o IPA subiu 1,30% neste último mês de setembro, sendo que em agosto a alta foi de apenas 0,20%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor  – é responsável por 30% do índice geral e registrou uma alta em setembro de 0,32% contra 0,24% em agosto.

O grupo "Alimentação" é que vem registrando as maiores altas, pois em agosto o registro foi de 0,01% e em setembro a alta dos preços foi de 0,17%, uma alta que pesou bastante. Até as frutas que vinham mantendo o preço, tiveram elevação e o consumidor está precisando pagar mais caro por elas.

O INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – também apresentou elevação chegando a 0,22% em setembro. Em agosto este índice registrou um aumento de 0,80%.

Com todos estes aumentos, quem paga aluguel pode esperar por um bom aumento na próxima renovação do contrato.

O IGP-M é um índice bastante utilizado e serve de referência não só para as correções nos valores dos aluguéis, como também para os próximos aumentos na conta de energia elétrica, entre outros contratos.

Por Russel

IGP-M


Novas medidas adotadas pelo Governo encarecem o financiamento para pessoas de baixa renda e os inadimplentes podem perder seus imóveis caso não paguem suas parcelas.

O programa social de moradias do Governo Federal, Minha Casa Minha Vida, tem passado por algumas mudanças durante esse momento em que o Governo anunciou medidas provisórias por conta da crise econômica. Essas medidas criaram uma nova faixa de beneficiários, o que causará o encarecimento do financiamento para pessoas de baixa renda.

Paralelo a isso, o programa tem um outro tipo de problema: a inadimplência. Esse problema é enfrentado na chamada faixa 1, que é aquela na qual o Governo dá subsídios para que se tenha uma parcela mais baixa – esse subsídio já passa dos 20%.

De acordo com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, os inadimplentes do programa poderão perder seus imóveis caso não paguem suas parcelas do financiamento. Essa declaração foi dada na última terça-feira (22), após uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, a Caixa tem o seu plano de ação, para fazer as cobranças e evitar que aumente a inadimplência, mas que apesar disso, deixará bem claro aos moradores que providências serão adotadas, inclusive a perda do imóvel.

A posição da Caixa Econômica Federal:

De acordo com o site da Folha, anterior à declaração dada por Kassab, a Caixa Econômica Federal informou na segunda-feira (21) que os procedimentos de cobrança estavam sem alterações, assim como a retomada de imóveis para  a faixa 1 do programa. Explicou ainda que é procedimento padrão explicar aos clientes sobre a perda do imóvel em caso de não pagamento do seu financiamento.

Há como garantir a posse do imóvel:

O vice-presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) disse que há como acionar a justiça para tentar garantir a posse do imóvel, apesar da medida ser legal, pois se trata de uma execução extrajudicial, não passando pelo crivo do poder Judiciário, portanto, é possível fazer o pedido de anulação do procedimento na Justiça. Ele salienta que não é uma tarefa fácil e que cada caso deve ser analisado de forma isolada. E aponta que o melhor é o dono do imóvel não deixar chegar a esse ponto. 

Por Elia Macedo

Minha Casa Minha Vida


Algumas das mudanças foram a criação de uma nova faixa para atender famílias com rendas mais baixas e o aumento da renda de quem pode participar do programa, agora tendo o limite de R$ 6.500,00.

O ministro Nelson Barbosa, do Planejamento, informou na última quinta-feira (11) que o programa Minha Casa, Minha Vida sofrerá algumas mudanças. Uma delas é a criação de uma nova faixa para atender famílias com rendas mais baixas, entre R$ 1.800,00 e R$ 2.350,00, com juros de 5% ao ano. Famílias que têm uma renda maior e que se encaixam nas regras do programa terão taxas de juros maiores que as atuais, conforme também anunciado.

Outra mudança com relação à faixa de renda: só poderia participar do programa quem tinha renda até R$ 5.000,00 e agora será permitida a participação de quem tem uma renda maior, com limite em R$ 6.500,00.

Não há ainda um cronograma pronto para 2016, pois segundo falou o ministro Nelson Barbosa, é preciso esperar a aprovação do Orçamento Geral da União para 2016 feito pelo congresso. A justifica para as mudanças é, de acordo com o ministro, que o programa deve se adequar e ajustar à atual realidade econômica do país. De acordo com Barbosa, o Governo deve continuar com o Minha Casa, Minha Vida, apresentando as condições da fase 3, cujas metas ainda não foram apresentadas,  pois o Congresso ainda tem que aprovar o Orçamento. Há a previsão de recursos, mas a nova fase do programa começará de forma mais lenta, acompanhando o cenário fiscal que se apresenta para o próximo ano.

Os dados sobre a terceira fase do programa foram apresentados aos movimentos sociais e aos empresários da construção civil, pelo ministro Nelson Barbosa, pela presidente Dilma Rousseff e por Gilberto Kassab, ministro das Cidades. Logo após, Barbosa deu entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Orçamento previsto para 2016:

Estão previstos R$ 15 bilhões para o programa no próximo ano. Parte disso será utilizada para finalizar algumas obras que estão em andamento.  Na segunda fase, foram direcionados R$ 125,7 bilhões e ainda há 1,4 milhão de moradias a serem entregues.

Por Elia Macedo

Minha Casa, Minha Vida


Em julho deste ano a queda nos preços dos aluguéis foi de 0,5%.

Devido à crise econômica a questão dos aluguéis de imóveis está tendo mais evidência atualmente. Porém, não é algo novo. De acordo com levantamentos feitos pelo Índice FipeZap os aumentos que dizem respeito aos aluguéis, desde o ano de 2010, vêm sofrendo uma relativa desaceleração. O FipeZap faz a análise dos preços de locação de imóveis em um total de nove cidades do país.

De acordo com as informações do Fipe em 2010 a subida dos preços ficou na faixa dos 18,56%. No ano seguinte, 2011, em 17,30%. Na sequência temos 2012 com 10,58%, 2013 com 7,86%. Já em 2014 o registrado foi de 2,68%. Neste ano, no acumulado até o mês de julho a queda foi para 0,5%.

De uma maneira geral o que esses números dizem exatamente? Bom, o mais importante é que eles apontam para algo pouco usual: o fato de que as negociações feitas entre os inquilinos e os proprietários estão puxando os preços dos aluguéis para baixo.

O Rio de Janeiro, por exemplo, teve até bem pouco tempo a maior explosão de preços. Porém, com as mudanças no mercado está ocorrendo uma desaceleração cada vez maior. Para se ter ideia, de acordo com dados do índice, o preço dos imóveis apenas nos primeiros sete meses do ano obteve um acumulado (queda) de 3,59%.

Em São Paulo, segundo informações levantadas pelo Sindicato das Empresas de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a redução acabou em 1% menor. Para o acumulado do ano a queda foi de 1,8%.

Isso tudo apenas prova um fato: devido à crise os locadores de imóveis têm se portado de maneira mais fácil de forma a ajustar os preços conforme a necessidade do inquilino.

Mesmo assim, é importante chamar a atenção para um aspecto interessante. Essa redução de preços não acontece em todos os lugares do país. Até mesmo na mesma cidade pode acontecer de uma região baixar e outra aumentar significativamente.

A dica que fica no meio disso tudo é tentar aproveitar ao máximo para negociar.

Por Denisson Soares

Aluguel


Queda foi a primeira registrada desde o ano de 2008.

Em agosto, os valores para compras de imóveis registram baixa de 0,1%, segundo reportagem do jornal “O Globo”. A reportagem destaca que se trata da primeira queda registrada desde o ano de 2008.

A reportagem ainda destaca que a cidade do Rio de Janeiro teve recuo registrado nos últimos meses do ano, contudo a cidade ainda mantém os imóveis mais caros do país, em segundo lugar está São Paulo. De acordo com a matéria do “O Globo”, o metro quadrado em território carioca custa cerca de R$ 10.593 em áreas nobres, como a zona sul.

Mercado imobiliário em SP:

Pesquisa realizada pelo Secovi- SP e divulgada no mês de agosto, no site da entidade, destaca aumento de vendas de imóveis em São Paulo, nos meses anteriores a agosto e setembro. Foram cerca de 2.588 unidades vendidas na capital paulista.

Isso significa uma alta de 20,4% nas comercializações, em relação às vendas de 2014, nos primeiros meses. Lembrando que em junho de 2015, São Paulo teve 27.448 imóveis disponíveis para a comercialização.

Minha Casa, Minha Vida 3:

Recentemente, o ministro das Cidades,Gilberto Kassab, anunciou que o Governo Federal vai implantar a fase 3 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo informações publicadas na página da Secovi, o anúncio oficial deve ocorrer nesta semana, provavelmente, a partir do dia 10 de setembro.

Contudo, reportagem do “Diário de Pernambuco” menciona que o anúncio deve ser adiado, com base em informações de bastidores de setores da construção civil. A reportagem cita a possibilidade de que o governo não tenha conseguido estabelecer as novas regras e “parâmetros” para o programa, dentro do prazo estipulado. O portal “R7” também publicou reportagem em que destaca o adiamento do anúncio da nova fase do programa. Embora, a presidente Dilma tenha confirmado pelo Twitter que o lançamento seria dia 10 de setembro, especula-se nos bastidores, de acordo com a reportagem, que o governo terá de adiar o início dessa nova fase, pois há muitas “indefinições quanto ao orçamento” para o ano que vem.

Por Letícia Veloso

Preço dos imóveis


Queda registrada foi de 16% no primeiro semestre deste ano. O valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014.

O cenário econômico brasileiro não tem sido favorável a novos investimentos e muito menos à aquisição de novos empréstimos, principalmente no que diz respeito a empréstimos para a compra ou construção de imóveis e, por isso, o financiamento imobiliário apresentou uma queda de 16% no primeiro semestre do ano.

O volume dos empréstimos realizados chegou a R$ 5,9 bilhões no mês de junho e em comparação ao mês de maio, teve um aumento de 5,1%, porém, em comparação ao mesmo período de 2014, a queda registrada foi de 35,6%.

A informação foi divulgada pela Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário, nesta última quarta-feira (05) e mostrou a situação preocupante também neste setor. Apesar do aumento entre os meses de maio e junho, este volume ficou abaixo de todos os demais, desde fevereiro de 2013, quando foi registrado um volume de R$ 5,8 bilhões para o crédito imobiliário.

De acordo com a própria Acebip, um dos motivos que levou a este baixo desempenho foram as medidas que alguns agentes de mercado adotaram, pois foram medidas restritivas, uma vez que houve redução também nos recursos da poupança.

No primeiro semestre deste ano, o valor destinado à aquisição e construção de imóveis ficou bem abaixo do primeiro semestre de 2014, chegando a ficar 15,8% abaixo do valor que foi destinado no ano passado neste mesmo período.

Foram destinados recursos para construção e também para aquisição de um total de 25,6 mil imóveis só no mês de junho, mas ainda assim, o resultado ficou 40,6% abaixo do que foi registrado no mesmo mês em 2014. Já em comparação ao mês de maio deste ano, houve um crescimento de 26,3% no montante de imóveis que foram financiados.

Já no período do primeiro semestre deste ano, mais de 200 mil imóveis puderam ser financiados e em relação ao primeiro semestre do ano passado, a queda foi de 22,1%.

No período de 12 meses, indo até junho deste ano, o total de imóveis financiados foi de 481,5 mil, apresentando uma redução de 11,1% em comparação aos 12 meses anteriores.

Por Russel

Financiamento imobiliário


Nova etapa do programa foi anunciada pela presidente Dilma Rousseff e será lançada em setembro. Valores dos imóveis terão um reajuste de 10% a 11%.

Em anúncio feito no Twitter, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a terceira edição do programa habitacional Minha Casa Minha Vida será lançada em 10 de setembro. "Boa notícia! Marcamos para o dia 10 de setembro o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3", postou a presidente no microblog.

O governo vem anunciando a nova edição do programa habitacional desde o ano passado, mas só agora parece que a terceira fase vai sair do papel. Nas duas primeiras edições do Minha Casa Minha Vida mais de 2,3 milhões de moradias foram entregues às famílias, principalmente as de baixa renda.

O ministro das cidades, Gilberto Kassab, afirmou em entrevista à Reuters que haverá um reajuste de ao menos 10% a 11% nos valores dos imóveis. Além disso, os valores máximos de cada imóvel enquadrado no programa habitacional do governo federal podem variar conforme a região e entre as diferentes faixas de renda dos beneficiários. Vale ressaltar que o reajuste informado pelo ministro vai atingir todas as faixas.

Trata-se de uma tentativa de melhorar a situação do setor da construção civil, que não vai bem. Kassab ainda afirmou que em trabalho com as construtoras coordenado pelo ministério, terá o reajuste que não deve ser superior que 10% ou 11%. Em contrapartida, o setor privado solicita um reajuste maior nos preços, em um mecanismo automático de reajuste.

O ministro ainda disse que é melhor tratar o programa em etapas, devido à sua grandeza. “Se ele não nasce engessado você tem problemas”, disse Kassab. Ele ainda confirmou que a terceira fase do Minha Casa Minha Vida terá uma faixa intermediária de renda, que ficará entre as faixas 1 e 2. A nova faixa será direcionada a famílias com renda entre R$ 1,6 mil e R$ 2,3 mil mensais.

Apesar do corte de 5,6 bilhões de reais do programa habitacional, o ministro reiterou que a nova fase irá contemplar a contratação de 3 milhões de unidades, contudo os investimentos serão  concentrados, principalmente, nos últimos anos do mandato da presidente. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Minha Casa Minha Vida 3


Queda atinge o patamar de 4,94%. As cidades onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a Fipe, mostrou que o preço médio dos imóveis no Brasil já registra uma queda real em 2015. Ao todo, essa pesquisa destaca que essa queda já chega a 4,94%, incluindo nessa taxa o desconto da inflação. Vale destacar que esse resultado é obtido através do índice FipeZap. Tal índice monitora o preço de imóveis em nada menos que 20 cidades brasileiras.

O índice FipeZap, que serviu de base para a pesquisa aqui citada, mostrou que houve uma alta de 1,51% nos preços dos imóveis. Porém, entre janeiro e julho de 2015 a inflação registrou 6,79% de acúmulo. Portanto, esse é o grande resultado da queda real de 4,94% nos preços dos imóveis.

A maioria absoluta das cidades pesquisadas apenas conseguiu aumentos abaixo da inflação. A grande exceção ficou por conta de Florianópolis, haja vista o aumento de 9,24%. Dentre as cidades com as maiores quedas nominais, ou seja, os lugares do Brasil onde os imóveis ficaram mais acessíveis em termos de preço foram Brasília, Curitiba e Niterói.

E a tendência de queda não parou, pois em julho foi registrada uma alta de 0,13% em comparação com junho. Portanto, trata-se de um novo aumento que é inferior a subida da inflação, pois a mesma registrou aumento de 0,58% de junho para julho. Com isso, estamos falando de uma queda real nos preços pelo nono mês consecutivo.

Com os resultados apresentados aqui, o valor médio em relação ao metro quadrado nas 20 cidades que fazem parte da FipeZap foi de R$ 7.614 no mês de julho. Rio de Janeiro ainda lidera a lista das cidades com o maior valor médio do metro quadrado com R$ 10.631. A cidade de São Paulo, por sua vez, ocupa a segunda posição da lista com valor médio de R$ 8.602. Em contrapartida, as cidades que registraram os menores preços foram Contagem e Goiânia com R$ 3.568 e R$ 4.183, respectivamente.

Por Bruno Henrique

Preço dos imóveis


Preço médio do metro quadrado dos imóveis registrou queda real de 4,45% no 1º semestre de 2015.

De acordo com o Índice FipeZap, o preço médio do metro quadrado dos imóveis apresentou queda no primeiro semestre do ano. Segundo o índice, a queda de janeiro a junho foi de 4,45%.

A queda real ocorre quando a alta no preço médio de um imóvel está abaixo da alta generalizada de preços que é medida através de índices inflacionários, como o IPCA.   

No primeiro semestre, os preços dos imóveis sofreram uma alta de 1,38%, variação que está bem abaixo da inflação no período, que é de 6,10%, segundo o IBGE. No acumulado dos últimos 12 meses, encerrados no mês de junho, os valores subiram 4,52%, bem abaixo dos 8,82% do IPCA para o período.  O índice também apresenta, pela oitava vez consecutiva, queda real na variação de preços mensal. A expectativa é que o IPCA tenha alta de 0,72% para o mês, enquanto o metro quadrado fica em 0,13%.    

Quando analisadas as cidades, no acumulado de 2015, apenas a cidade de Florianópolis, entre as 20 analisadas, obteve o preço dos imóveis acima da inflação. As outras 19 cidades registraram variações menores do que a inflação. Brasília, Curitiba e Niterói tiveram uma queda nos preços no primeiro semestre de 2015.

Entre as cidades analisadas, o Rio de Janeiro continua registrando o metro quadrado com o valor mais alto.   

Confira a cidade e o preço médio do metro quadrado (em reais):

– Rio de Janeiro – 10.643; 

– São Paulo – 8.593; 

– Brasília – 7.969; 

– Niterói – 7.684; 

– Média Nacional – 7.608; 

– Florianópolis – 6.178; 

– Recife – 6.018; 

– Belo Horizonte – 5.914; 

– São Caetano do Sul – 5.701; 

– Fortaleza – 5.681; 

– Porto Alegre – 5.405; 

– Campinas – 5.258; 

– Vitória – 5.229; 

– Curitiba – 5.161; 

– Santo André – 4.999; 

– Santos – 4.900; 

– São Bernardo do Campo – 4.709; 

– Salvador – 4.639; 

– Vila Velha – 4.254; 

– Goiânia – 4.162; 

– Contagem – 3.550.

O indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com o site Zap Imóveis, analisa os preços do metro quadrado dos imóveis que são anunciados no ambiente online, que totalizam mais de 290 mil por mês. Outros dados de anúncios online também são utilizados para elaborar o indicador.

Por William Nascimento

Preços dos imóveis


Cenário atual é otimista para quem deseja utilizar o crédito imobiliário.

O cenário atual está otimista para quem deseja utilizar o crédito imobiliário. A expectativa é a expansão do mercado de crédito imobiliário do Banco Central, que se confirmada revelará um dos maiores desaquecimentos do setor. No ano de 2003, o mercado imobiliário registrou uma alta de 8,81%. A previsão feita por Maciel se dá em um momento de arrefecimento econômico e grande alta dos juros.

Na última terça-feira, dia 23, uma projeção atualizada foi divulgada por Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central. Nela a estimativa de crescimento é de 9%. A estimativa anterior chegava aos 11%.

Para seguir as revisões metodológicas, o BC prefere se ater a uma série mais recente. Durante entrevista a jornalistas, Maciel citou as expansões verificadas desde o ano de 2008, onde uma crise financeira atingiu todo o mundo.

Naquele ano, o crédito teve um avanço de 30,7% e em 2009 como reflexo da turbulência que o mundo havia sofrido, houve uma queda para 15,1%. Em 2010, uma pequena retomada no crescimento ocorreu e os financiamentos para imóveis chegaram aos 20,6%.

Desde esse ano, as quedas foram constantes: 18,8% no ano de 2011, 16,4% em 2010, 14,5% durante 2013 e 11,3% no último ano.

O último relatório do Global Property Guide divulgado na semana passada, cita: “O espetacular boom da moradia no Brasil parece terminado”. Segundo o relatório, os preços de moradia subiram 113% em São Paulo e no Rio de Janeiro, 144%. Mas o cenário mudou nos últimos 12 meses, até o mês de março. Os preços trocaram de direção e caíram 1,12% em São Paulo, incluindo o ajuste inflacionário.

A queda do número de inscritos para adquirir o crédito imobiliário pode ser um mau sinal para quem oferece os serviços, mas com certeza é uma excelente chance para quem deseja financiar seu imóvel. Com os pedidos em queda, a expectativa é uma aprovação maior dos créditos. Hora de reavaliar se não é o momento de aproveitar a crise e financiar a tão sonhada casa própria.

Por Patrícia Generoso

Crédito imobiliário

Foto: Divulgação


Região que mais tem sofrido com a crise é São Paulo, onde a procura por imóveis é de apenas 22% das construções em áreas nobres da capital.

Com a restrição do acesso ao crédito em bancos e ainda com a redução na renda da população – principalmente da classe média – o mercado imobiliário não tem vivido bons momentos em sua economia. Com a conhecida crise econômica, que elevou os juros para 13,25%, é que as pessoas têm pensando muito bem antes de fazer uma compra, ainda mais se ela exigir pagamentos a longo prazo.

Apresar dessa realidade estar presente em todo o Brasil, é no estado de São Paulo que a situação tem sido sentida com toda a força. Até mesmo em áreas nobres da capital paulista como Itaim, Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini, são cerca de 14 milhões de metros quadrados construídos para uma procura de apenas 22% dessas construções.

Trazendo essa realidade para números mais próximos, significa dizer que para cada 5 metros quadrados construídos, apenas 1 metro quadrado é procurado para se fechar negócio. Não se pode esquecer aqui também do ramo imobiliário dos aluguéis, os quais estão caros ao custar até R$ 122 por mês – por metro quadrado – em capitais como o Rio de Janeiro. Com isso, o consumidor julga melhor investir na casa própria, se for para ter custos com casa de aluguel – o que só traz mais aumento para a crise.

Especialistas do setor imobiliário afirmam que nem tudo é má notícia, uma vez que a tendência do mercado imobiliário é fazer com que a situação das vendas e dos aluguéis melhorem, no entanto, não se trata de nada que ocorra de “hoje para amanhã”, salientando que esse setor vai passar por melhoras sutis apenas no final de 2017 para início de 2018.

Contraditoriamente, a busca de clientes por compras de galpões comerciais tem passado por um bom aquecimento, aliás, é o que tem evitado com que uma crise ainda mais profunda alcance o ramo imobiliário. De acordo com a consultoria imobiliária JLL (Jones Lang LaSalle), são 28 milhões de metros quadrados de galpões já construídos e em plena negociação, com a previsão de que mais 15 milhões de metros quadrados de galpões sejam entregues até 2017.    

O estoque de imóveis para vender e alugar é muito, contudo, a procura por eles tem sido muito pouca, uma situação que precisa da economia e dos seus aquecimentos para que volte, com força total, a gerar toda a lucratividade e geração de emprego e renda que é típico desse segmento.

Por Michelle de Oliveira

Imóveis em SP

Foto: Divulgação


A Tesla Powerwall é uma bateria doméstica, capaz de armazenar energia solar.

A empresa Tesla já é uma conhecida fabricante norte-americana de automóveis movidos a eletricidade, ou seja, carros que utilizam fontes alternativas à combustão para funcionarem. A empresa é um dos maiores expoentes no que diz respeito a pesquisas sobre fontes energéticas alternativas e formas de armazená-las. Agora a empresa apresentou ao mundo a novíssima Tesla Energy, uma bateria completamente doméstica e capaz de armazenar energia solar. A novidade tem previsão de chegar às lojas ainda neste ano no segundo semestre e promete mudar a "forma como o mundo utiliza energia em grande escala".

A versão doméstica do aparato é chamada de Tesla Powerwall e consiste em uma bateria recarregável de íons lítio que pode ser colocada em uma das paredes da casa. O produto terá duas versões uma oferecendo 10 quilowatts-hora e a outra 7 quilowatts-hora. A versão de maior capacidade sairá por 3.500 dólares e a menor por 500 dólares a menos. A previsão é que o produto fique mundialmente disponível até o próximo ano. A empresa afirmou que a versão de 10 kWh é completamente capaz de fornecer energia quando há uma quebra no sistema normal de abastecimento elétrico. Claramente, o sistema deve fornecer economia significativa aos seus usuários.

A Powerwall pode ser instalada completamente independente de uma alimentação elétrica tradicional dependendo apenas de células fotovoltaicas para sua alimentação. Elon Musk, presidente da companhia Tesla afirmou em entrevista que espera que o produto tenha papel semelhante ao que assumiram os celulares quando estes substituíram as linhas fixas, ou seja, a empresa tem intenção de revolucionar as matrizes energéticas vigentes em todo o mundo.

A empresa ainda acredita na funcionalidade dos paineis para comunidades menores e mais desfavorecidas economicamente já que a funcionalidade do equipamento independe completamente da presença de redes elétricas. Para o consumidor médio, o uso da nova bateria poderia significar economia de até 25% das contas tradicionais.

Por Nosf

Tesla Powerwall

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Financiamentos imobiliários do Banco do Brasil terão alta nas taxas de juros, indo de 9,9% ao ano para 10,4% ao ano.

O mês de maio irá seguir a mesma tendência do início de 2015: alta em taxas de juros. Dessa vez foi o Banco do Brasil que anunciou que irá elevar, a partir de 18 de maio, as taxas de juros dos financiamentos imobiliários. Dessa forma, tais taxas irão passar de 9,9% ao ano para 10,4%. Além disso, o banco estatal destacou que o aumento das taxas é resultado direto dos maiores custos de captação.

Além disso, o Banco do Brasil também destacou que houve uma série de adaptações e melhorias nas linhas de Crédito Imobiliário SBPE, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Portanto, além do aumento das taxas também foi registrado: ampliação do prazo de financiamento, manutenção do percentual de financiamento sobre o valor do imóvel, maior facilidade na aplicação das taxas de juros levando em consideração o nível de relacionamento do cliente do BB, além de outras medidas.

Com tais medidas, o prazo máximo de financiamento passou a ser 420 meses, levando em consideração o perfil social do cliente e seu poder financeiro. Além disso, o banco também destacou que foram mantidos os 80% sobre o percentual de avaliação do imóvel que pode ser financiado para todos os clientes.

O Banco do Brasil seguiu a linha de mudança da Caixa. Vale destacar que a Caixa já havia anunciado medidas que entraram em vigor na última segunda-feira, 4 de maio. Tais medidas restringem o financiamento de imóveis usados. Através de tais regras, a Caixa determina que os financiamentos com recursos da poupança terão uma redução do limite do valor total do financiamento, sendo assim, saindo de 80% e passando a 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação. Já para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário passou para 40%, contra 70% anteriormente.

As mudanças, em ambos os bancos estatais, são resultado direto do atual momento econômico brasileiro. O ano de 2015 já vinha se destacando pelo aumento de taxas de juros, tanto em bancos estatais como em privados, bem como em outros setores do mercado econômico.

Por Bruno Henrique

Financiamento BB


Financiamento da casa própria na Caixa teve aumento em sua taxa de juros

O Brasil está registrando neste ano de 2015 vários aumentos em taxas de juros de diversas modalidades do setor financeiro. Dessa vez foi a Caixa Econômica Federal que anunciou aumento na taxa de juros do financiamento imobiliário. Caso ainda não saiba, passaram por reajustes as taxas para financiamento de imóveis residenciais contratados com recursos da poupança, o SBPE, no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação. A Caixa já havia registrado aumento em 2015, na ocasião o mesmo aconteceu em janeiro.

Segundo declaração oficial da Caixa nesta quinta-feira, 16 de abril, tal aumento é resultado direto do aumento das taxas básicas de juros. É importante ressaltar que a Selic registra valor de 12,75% ao ano atualmente. Além disso, o banco estatal também fez questão de ressaltar que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofreram alterações.

Confira abaixo as novas taxas de juros da Caixa:

– Taxa Balcão – 9,45% ao ano;

– Relacionamento – 9,30% ao ano;

– Relacionamento + salário – 9,0%;

– Servidor (relacionamento) – 9,0%;

– Servidor (relacionamento + salário) – 8,80%.

É importante ressaltar que o dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofreu aumento da taxa não é do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado. Ou seja, o dinheiro é proveniente do montante global depositado no banco.

Com isso, os financiamentos que não são feitos com recursos da poupança registraram aumento nas taxas de juros como era esperado. Nesse tipo de financiamento, o dinheiro utilizado também não será proveniente da conta do trabalhador, mas sim das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos.

Além disso, é importante destacar que o mercado de imóveis do Brasil vem passando por algumas dificuldades em 2015. Isso é resultado direto da atual situação econômica brasileira, pois o cenário de inflação alta e taxas de juros subindo a cada mês influenciam de forma negativa neste mercado.

Um grande exemplo é a cidade de São Paulo, um dos maiores centros do mercado de venda de imóveis do Brasil. A cidade vem registrando péssimos dados em 2015, haja vista os resultados negativos em janeiro e que já vem se estendendo até abril. Só em janeiro foram vendidas apenas 737 unidades residenciais novas, uma queda de 77% se comparada com dezembro de 2014.

Por Bruno Henrique

Financiamento imobiliário da Caixa


Fevereiro registrou 732 unidades vendidas, com queda de 25,4% se comparado a janeiro

Foi registrada uma queda na venda de imóveis novos em São Paulo no mês de fevereiro deste ano, a diminuição girou em torno de 24%. Esta queda foi registrada perante uma comparação da comercialização deste tipo de bens no mesmo período do ano passado.   

Segundo um levantamento feito pelo Secovi de São Paulo, a venda de imóveis voltou a despencar no segundo mês deste ano. Em fevereiro, foram comercializadas 732 unidades, este valor significou uma queda de 25,4% se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Ao comparar com o número de vendas de janeiro, a diminuição nas transações foi de 0,7%.  

De acordo com uma nota liberada pelo economista-chefe da entidade que fez a pesquisa, Celso Petrucci, o menor número de dias no mês de fevereiro, as poucas esperanças no crescimento da economia e o Carnaval, foram os principais responsáveis pela desconfiança em torno à prosperidade do país, assim, isso também se viu refletido nas vendas de imóveis novos.  

Os imóveis mais vendidos foram os de dois dormitórios, foram 330 unidades vendidas, já os de um quarto somaram 203 unidades comercializadas, seguidos pelo de três dormitórios 152 e os imóveis com mais de três (47). Normalmente, as pessoas optam por aptos de dois quartos porque os de um dormitório tornam-se pequenos para quem deseja construir uma família ou já tem uma, outro fator no que diz respeito à questão familiar, é que as famílias estão menores ao diminuir a quantidade de filhos de um casal. Desta fora, o apartamento ou casa de dois dormitórios torna-se o imóvel mais indicado para aquisição.  

Os dados da Secovi/SP indicam que no mês de fevereiro, houve o lançamento de 872 unidades, este foi um aumento de 59,7% em relação ao mês de janeiro e 7,2% a menos do que o mesmo período no ano passado.  

Por Melina Menezes

Imóveis em SP

Foto: Divulgação


Pelo 5º mês seguido o preço dos imóveis apresentou queda, com variação abaixo da inflação de março

O preço dos imóveis continua tendo queda e este já é o 5ª mês seguido em que os imóveis têm o preço menor. Esta queda é resultado de um cálculo complexo, feito da seguinte forma:

No mês de março, o Brasil passou a contar com um valor médio do metro quadrado dos imóveis, tendo uma pequena alta de 0,14%. Apesar deste pequeno aumento, pode-se considerar que o cenário é de queda, porque a variação ficou bem abaixo da inflação do mesmo mês, que foi de 1,40%.

Levando em consideração todos estes fatores, podemos dizer que o indicador apontou uma queda real no mês de março e para complicar, é a quinta vez consecutiva que os imóveis apresentam uma queda.

Esta pequena alta de 0,14% foi constatada em pelo menos 20 cidades brasileiras para o mês se março em relação ao mês de fevereiro. Como a alta ficou abaixo da inflação, constata-se que na verdade houve uma queda. Os dados foram divulgados pelo Índice FipeZap, na última quinta-feira (02/04).

O IPCA-15 – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – é o indicador oficial do Governo para apontar a inflação no Brasil. Quando o mercado analisa a alta no preço dos imóveis, leva-se em consideração também a inflação para chegar a um resultado real.

Especialistas no assunto explicam que o país perdeu dinamismo na economia de uma forma extremamente rápida e também muito acentuada, fazendo com que a demanda no mercado imobiliário caísse e continuasse caindo, resultando em mais "estoques" e, consequentemente, queda nos preços.

Das 20 cidades analisadas, o Rio de Janeiro foi a que mostrou maior estabilidade nos preços, se comparado a fevereiro. E só o fato do Rio de Janeiro apresentar esta estabilidade já é motivo para se comemorar, pois até bem pouco tempo atrás, a cidade estava no topo dos municípios em relação ao aumento de preço neste mercado.

São Paulo apresentou um aumento mensal de 0,53% enquanto em Florianópolis foi de 2,06% e em Porto Alegre foi de 1,2%.

Mas o Rio de Janeiro continua tendo o metro quadrado mais caro do país, com um valor médio de R$ 10.650,00 enquanto o metro quadrado em São Paulo é de R$ 8.538,00.

Por Russel


Seguindo a tendência (ruim por sinal) de outros segmentos, as vendas da indústria de materiais de construção não foram bem. Em 2015, o cenário não foi animador tendo em vista a queda ocasionada pela retração do mercado imobiliário e pelo também fraco desempenho nas obras de infraestrutura. Além disso, o consumidor está mais receoso frente ao atual cenário de insegurança econômica.  O setor teve uma queda de 11,5% em janeiro frente ao mesmo mês do ano passado.

Em relação a dezembro, o recuo foi menor, de 2,9%, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Segundo o Presidente da Associação, Walter Cover, afirmou que o percentual está muito abaixo das perspectivas de crescimento de 1% para 2015. De acordo com ele, as expectativas para o meses seguintes demonstram uma pequena recuperação, impulsionadas pelo mercado varejista, contudo a Associação pode rever sua previsão, de acordo com os resultados dos primeiros meses deste ano.

"Essa expectativa para 2015 está apoiada na manutenção dos atuais incentivos do governo ao setor (que já foram alterados), assim como na expansão dos investimentos e do Programa Minha Casa Minha Vida, na melhoria do nível de atividade das construtoras, na manutenção dos programas de emprego e renda e no câmbio mais desvalorizado, que dificulta importações de materiais", disse Cover em nota. Ele ainda informou que o resultado de janeiro foi o décimo primeiro mês consecutivo de queda nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior.

A pesquisa apresentou que as vendas de materiais de básicos continuaram a cair, frente aos materiais de acabamento. Este é um indicativo que há mais obras em fase de entrega do que em estágio inicial. As vendas de materiais básicos caíram 14,2% nas vendas em janeiro, em relação a janeiro de 2014, contudo cresceram 0,3% em relação a dezembro do ano passado. Já as vendas de materiais de acabamento recuaram 7,7% na comparação anual e de 8,8% ante o a dezembro. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Material de constru??o


A Bolha Imobiliária que tinha se instaurado no país na última década está desinflando. Ainda que os preços dos imóveis não caiam, eles já não crescem da mesma forma e atualmente eles aumentam menos do que a inflação.

O fim da Bolha foi um dos reflexos da crise econômica que o país está vivendo. Em um cenário onde as taxas de juros sobem, a atividade econômica despenca, os preços sobem e a desconfiança perante o futuro da economia brasileira aumenta, a Bolha Imobiliária não resiste e entra em período de deterioração.

A situação atual da Bolha foi confirmada através de um relatório da Fitch. A agência de risco afirma que os principais responsáveis pela queda são a inflação e o baixo crescimento econômico. Ainda de acordo com os especialistas da Fitch, espera-se que os preços dos imóveis continuem crescendo acompanhando o ritmo da inflação nas grandes cidades, visto que os créditos imobiliários continuam disponíveis. Esta expectativa não é a mesma considerando as regiões mais fracas economicamente. 

Segundo a agência, ainda que os preços não demonstrem muita diferença, os valores dos imóveis continuam sendo altos para a classe média do país, assim, as pessoas acabam procurando financiamentos e alavancagem a fim de assegurar uma casa própria.

Em muitas regiões os preços dos imóveis estão caindo. Especula-se que muitos apartamentos que foram lançados no final do ano passado possam chegar em dezembro de 2015 com um  valor 3% menor do que o preço de lançamento. De acordo com a J.P Morgan, consultoria especializada em especulação imobiliária, esta queda afetará também os imóveis antigos. Outro fator que preocupa é o fato do mercado imobiliário possuir muitas unidades em estoque (apartamentos, casas e afins que não foram vendidos em um prazo de três anos após o lançamento), isso impacta diretamente sobre os preços dos imóveis.

No âmbito da economia mundial, a situação melhorou e o cenário mobiliário está bem melhor do que no ano passado, principalmente pelas baixas taxas de juros e por avanços na situação socioeconômica.

Por Melina Menezes

Bolha imobili?ria

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O IGP-M – Índice Geral de Preços – acabou perdendo força no mês de fevereiro, de acordo com os dados divulgados pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, nesta quinta-feira (19). Depois da alta de janeiro, quem mora de aluguel ou tem algum imóvel alugado, esperava um aumento ainda maior neste mês de fevereiro, mas pelo visto, isso não irá ocorrer. É que o indicador ficou em apenas 0,16% que, de certa forma, podemos considerar pouco, se for comparado ao mesmo período de janeiro, onde o indicador marcava 0,55%.

A importância do IGP-M para quem tem algum imóvel alugado é que este índice é responsável pela correção da grande maioria dos contratos de aluguel, principalmente os residenciais. Mas o índice acumulado está em alta, pois juntando com o resultado de fevereiro, já temos 0,93% no ano e nos últimos 12 meses é de 3,75%.

O que mais ajudou na queda do IGP-M foi o IPA – Índice de Preços ao Produto Amplo, pois houve uma deflação de 0,22% sendo que em janeiro o índice teve uma alta de 1,06%. O IPC – Índice de Preços ao Consumidor – foi outro componente do IGP-M que ajudou a redução, ficando em 1,02% contra 1,06% em janeiro.

Porém, o INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – teve alta, indo de 0,46% em janeiro, para 0,61% este mês.

O que mais ajudou a empurrar o IGP-M para cima foram os preços do atacado, o aumento no preço dos ovos que foi de 15,82% e também o aumento no preço da mandioca que foi de 10,74%. Também contribuíram para a alta do índice o aumento nas tarifas dos ônibus urbanos e conta de luz.

E o que mais influenciou para a redução do IGP-M foram os custos da soja e minério de ferro para os preços no atacado e para os preços ao consumidor, as influências foram a redução no preço das passagens aéreas e do leite longa vida.

Por Russel

Dinheiro


Apesar de sempre estarmos ouvindo falar de crise econômica aqui e ali o mercado imobiliário movimentado pelos brasileiros no exterior anda “muito bem, obrigado”. Mesmo esse fato tendo se tornado um pouco mais popular nos últimos meses a coisa já vem crescendo há anos. Para se ter ideia, lá no ano de 2013, os brasileiros que procuraram imóveis residenciais em Orlando e Miami, na Flórida, nos Estados Unidos, provocou um crescimento de 42% dentro dessa linha de análise quando comparado ao ano anterior.

Miami atrai mais brasileiros:

O sonho de possuir uma casa em Miami é compartilhado por uma infinidade de brasileiros com as contas bancárias bastante cheias. Os motivos que levam os brasileiros a escolherem essa cidade são os mais variados e em muitos casos podem até sobrar. Um dos principais atrativos são as praias e o clima bom que permanece o ano todo. Talvez isso lembre um pouco o Brasil.

Outro ponto que se sobressai é a própria cultura da cidade que agrega diversas opções de entretenimento e passeio. Os restaurantes, bares, o luxo e agitação noturna da cidade parecem agradar aqueles que querem se divertir.

E o que mais chama a atenção?

Apesar de todos os famosos atrativos que Miami oferece ainda há um fato que pesa muito quando o assunto é o mercado imobiliário. Esse fator fundamental é o seguinte: o metro quadrado na cidade chega a ser mais barato do que muitos valores praticados aqui no Brasil. Engana-se também quem pensa que a valorização da moeda americana fez com a procura caísse. O que acabou acontecendo nesse aspecto foi apenas uma mudança de hábitos por parte dos brasileiros que estão optando mais por pagar o imóvel à vista do que por meio de financiamento bancário.

Dica para quem quer investir em um imóvel nos EUA:

Os investidores que estiverem interessados em aprender mais sobre como anda o mercado imobiliário nos EUA poderão participar da feira Investir USA Expo. O evento está previsto para acontecer nos dias 17 e 18 de março de 2015. A organização informa que o mesmo será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Mas é bom ficar atento já que as vagas são limitadas. Para saber mais acesse www.investirusaexpo.com/pt/registration.

Por Denisson Soares

Apartamentos em Miami

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Após vários anos de valorização contínua no setor imobiliário, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro registram uma queda real nos imóveis. As cidades registraram alta dos preços de 0,40% no mês de setembro, o que está abaixo da inflação projetada para o mês, que seria de 0,43%, segundo o índice FipeZap, uma expectativa do Boletim Focus do BC (Banco Central) para o IPCA de setembro do ano corrente.

Este é um indicado positivo para quem busca seu imóvel e mostra que o momento é favorável, pois o valor médio do metro quadrado dos imóveis, no mês de setembro, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, teve uma queda real. Essas informações estão no índice FipeZap, que leva em consideração 20 cidades do país quanto ao mercado imobiliário.

O que pode confundir a cabeça de quem acompanha esta notícia é o fato de se falar em queda real, uma vez que houve aumento no valor dos imóveis. Tal fato ocorre porque se a variação do valor é menor do que a alta geral dos preços, ou seja, a inflação, diz-se que houve uma queda real, uma perda do poder de compra para um setor específico.

A queda não anima tanto aos que ainda buscam por um imóvel, uma vez que as duas cidades ainda registram os imóveis mais caros, levando em consideração os municípios que são acompanhados pelo índice FipeZap. No mês de setembro, o valor médio do metro quadrado do imóvel foi de R$ 10.793,00 e de R$ 8.277,00 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

Ressalta-se que se consideradas as 20 cidades do índice, a alta no mês de setembro foi de 0,55%.

Apesar do resultado positivo no mês de setembro para quem busca um imóvel, o ano de 2014 apresenta um aumento do valor médio do metro quadrado dos imóveis na casa de 5,4% nas 20 cidades do índice citado. Esta alta é superior à variação do IPCA para o período.

Por André César


O aumento da taxa de juros e a incerteza envolvendo o cenário macroeconômico estão alterando o comportamento dos compradores em relação a imóveis – está ocorrendo um desestímulo para as compras com intenção de investimento. De acordo com o estudo "Raio X do comprador de imóveis", o qual entrevistou mais de três mil pessoas, a motivação para investir em imóveis caiu de 48% durante o primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre.

Especialistas em economia avaliam que durante os próximos meses permanecerá essa tendência envolvendo a desaceleração do aumento do preço dos imóveis, bem como a redução dos compradores que pretendem investir em imóveis. O mesmo estudo aponta que 41% dos entrevistados acreditam que o preço dos imóveis subirá no prazo de um ano, 36% preveem que os valores se manterão estáveis e 23% já esperam por queda nos preços.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis" mostra também que 30% dos entrevistados compraram imóveis pensando em investimento. Os imóveis que possuem faixa de preço de R$ 200 mil são os que estão na mira de 53% dos investidores. Das aquisições com preços acima de R$ 1 milhão, 72% delas possuíam como intenção a moradia.

Em relação aos descontos, o estudo aponta que o desconto médio entre o valor do imóvel anunciado e o preço final negociado foi de 6,5%, sendo que mais de 40% das pessoas que adquiriram imóveis não conseguiram descontos.

Os dados sobre a preferência de condições do imóvel também são curiosos, 37% dos compradores preferem apartamentos usados, outros 13% não abrem mão de comprar um imóvel novo.

O estudo "Raio X do comprador de imóveis":

No total, foram entrevistadas 3.227 pessoas proprietárias de imóveis ou que possuem pretensão de adquirir um imóvel. Grande parte dos entrevistados reside nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Este estudo será publicado todo o trimestre. 

Por Rafaela Fusieger


Ao contrário do que afirmam muitos pesquisadores e veículos de comunicação, não há uma bolha imobiliária no mercado residencial do Brasil. Porém, os preços dos imóveis continuam muito caros para a realidade dos brasileiros, já que a renda dos trabalhadores não cresce na mesma velocidade que o valor dos imóveis.

O professor João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, fez uma análise sobre o preço dos imóveis no Brasil, e chegou à conclusão de que em 2011 os preços chegaram a ficar 22% mais caros do que o preço justo dos imóveis, e continuaram crescendo gradativamente, até se firmarem novamente em 2013. “Seria razoável se os preços subissem de acordo com a curva de capacidade de compra. Mas eles cresceram muito acima dessa curva. O que comprova que isso é verdadeiro é que os imóveis estão ficando cada vez menores. A renda não tem crescido na mesma proporção, porque os custos de construção estão subindo muito acima da renda”, afirma João da Rocha.

Esse aumento exagerado pode ser facilmente percebido pelas milhões de pessoas que sonham em ter a casa própria, mas que por causa do alto custo acabam desanimando ou comprando um imóvel numa localização distante do centro da cidade e do local de trabalho. O aumento dos preços também varia em cada cidade. Em Brasília, Recife e Niterói, por exemplo, os preços dos imóveis são altíssimos e muitas vezes quem busca um imóvel nesses locais precisa fazer financiamentos longos e ter uma renda alta.

João da Rocha Lima acredita na possibilidade de que os preços possam ter uma queda de aproximadamente 6% dentro dos próximos anos, segundo estudos da Poli-USP. Ele afirma que, para que essa queda de preços possa ocorrer, as construtoras precisam praticar custos mais eficazes. “A partir do momento em que elas forem capazes de moderar sua eficiência de produção, em que se verificar que a obra ficou mesmo mais barata, aí pode haver uma compressão de preços”, concluiu o professor. 

Por Nathalia Henderson

Im?veis

foto: Divulgação


A Taxa Selic consiste no índice que serve para medir a inflação, ou seja, o aumento dos preços de bens e serviços que acontece desproporcional à média da renda do brasileiro. Tal valor interfere de forma direta na economia, inclusive no setor de imóveis, conforme indica grande parte dos especialistas em assuntos macroeconômicos.           

Samy Dana, professor da FGV, em coluna que assina na Revista Exame, indica que valores da Selic interferem em financiamentos e aluguéis. Ao considerar o setor de locações se pode dizer que no curto prazo acontece maior interferência de acordo com a inflação, e ao longo prazo, os preços se ajustam conforme a taxa Selic, instituída pelo BC (Banco Central do Brasil).

O IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado) serve para ajustar contratos de alugueis e por esse motivo é considerado uma taxa de inflação oficial, dentro do setor de imóveis, que acompanha a Selic. Logo, IGP-M e Selic interferem na precificação às pessoas que pagam por aluguel de imóveis para morar ou trabalhar.

A notícia tende a ser positiva para proprietários e locatários. Quando a inflação está alta, quem aluga pode aumentar valores do aluguel e não perder renda, ao ponto que moradores têm direito de exigir aumento não maior do que a média oficial IGP-M. Do contrário, contratos podem ser rompidos.

No que se refere aos custos com financiamentos para comprar imóveis há regra básica da TR (Taxa Referencial) que segue parte dos valores da Selic, embora não tenha plena aderência à inflação, como acontece no IGP-M.

Antes de assinar contratos de financiamentos, consumidores precisam conferir para saber se parcelas não mudam por estarem indexadas à inflação. Compradores que compram com prestações sem indexação à Selic pagam quantia fixa, ao ponto de que quem adquire em valores indexados quitam conforme os movimentos inflacionários da economia no geral.

Por Renato Duarte Plantier


São Pauloregistrou o menor percentual de vendas de imóveis residenciais novos dos últimos dez anos. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) informou que foram comercializados 1.744 unidades em março, o que representa uma queda de 57,3% em relação ao mesmo mês de 2013. E isso não é de hoje, já que nos primeiros meses também foram registradas diminuições no volume de vendas. Em fevereiro, por exemplo, foram vendidas 981 unidades, o que representa uma queda de 49,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

O indicador de vendas sobre oferta (VSO), medidor das unidades comercializadas em relação à oferta de imóveis foi de 8,2%, mostrando uma recuperação em relação aos primeiros meses de 2014. Para se ter uma ideia em janeiro e fevereiro, o percentual foi de 5,2% e 5%, respectivamente. O indicador também é um dos menores da história, já que sua média é de 11,8%.

Em nota o Secovi – SP afirmou “O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo apresentou sinais de recuperação em março, diante de janeiro e fevereiro. O resultado, porém, ficou aquém dos excelentes números de março de 2013”. Na ocasião foram lançados grandes empreendimentos residenciais, que elevaram o número de vendas, que não foram mantidas neste ano. O Secovi também afirmou que esta não é uma situação para se desesperar e que não haverá bolha imobiliária.

Alguns motivos foram determinantes para a situação atual, entre eles estão as incertezas acerca do mercado, os rumos da economia, as exigências para construir e o encarecimento dos terrenos. Outros motivos também geraram as incertezas, como a perspectivas de queda do Produto Interno Bruto (PIB), pressão inflacionária, além das variações da época do ano.

Com a baixa nas vendas é possível que os preços dos imóveis e as condições se tornem mais atraentes, o que pode voltar a aquecer o mercado. Resta esperar para se saber como o mercado irá se comportar e que rumo irá tomar. 

Por Robson Quirino de Moraes


Com tantas notícias sobre a alta do mercado imobiliário no Brasil – crescimento de 23,6% nas vendas de imóveis residenciais novos em 2013, com 33.319 unidades vendidas, contra 26.958 unidades vendidas em 2012 – há especialistas que acreditam em um movimento contrário a essa agitação imobiliária em 2014.

É o caso do presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, que acredita em uma estabilização nesse mercado. Bernardes fala em estabilidade dos preços de imóveis novos em 2014, em termos reais, ou seja, deduzindo a inflação. A não ser, segundo ele, que haja aberrações, como foi o caso da cidade de São Paulo, que em 2013 teve um aumento de participação dos imóveis de um quarto, aumentando assim o preço médio do metro quadrado.

Bernardes acredita que a atenção das pessoas será desviada com o advento da Copa do Mundo e das Eleições. Nessa última questão, a situação se intensifica, já que em época de campanhas a economia fica instável por não conhecer o futuro guiador do país.

Parece ainda uma contradição, já que o Balanço do Mercado Imobiliário 2013 da própria Secovi-SP indica que o preço médio do metro quadrado na Capital Paulista passou de R$ 7.200 em 2012 para R$ 8.700 em 2013.

Entretanto o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, explica que essa elevação se deve especialmente ao aumento da participação dos apartamentos de um quarto nas vendas. Os locais de um dormitório foram os grandes puxadores de preços e vendas no ano passado, com 8.931 unidades vendidas, um crescimento de 99,7% em relação a 2012, quando foram comercializadas 4.202 unidades.

Segundo Petrucci, o crescimento do mercado imobiliário em 2013 foi até além do esperado. Mesmo o mercado em geral indo mal, os especialistas continuaram dando como certo o crescimento imobiliário para o ano que passou.

Para explicar o porquê da alta dos imóveis indo na contramão do mercado em geral, o economista cita o crescimento da população economicamente ativa, a melhoria da qualidade de vida das famílias, o aumento do poder aquisitivo, o baixo nível de desemprego e o baixo custo do crédito imobiliário como os pilares dessa alta imobiliária.

Por Carolina Miranda


A dificuldade de encontrar terrenos disponíveis para a expansão imobiliária, a mão de obra cada vez mais alta e a crescente demanda por habitação nas cidades, aumentam gradativamente os preços dos imóveis comercializados.

O dilema das construtoras e incorporadoras é exatamente incorporar empreendimentos que se adequem a ocupação da cidade e aos altos preços praticados para a implantação do projeto.

Com a crescente demanda para aquisição do imóvel próprio, os bancos e seguradoras passaram a oferecer mais créditos imobiliários, atendendo às recorrentes obras de ocupação urbana e gerando oportunidades para as classes mais baixas. Desde então, as empresas relacionadas à Construção Civil se encontraram em meio à necessidade de aquisição de novos terrenos para os empreendimentos, o que proporcionou ainda mais valorização nos mesmos.

De acordo com os especialistas, programas de incentivo à habitação para a Classe C, como o Minha Casa Minha Vida, impulsionaram o crescimento do setor, diminuindo os riscos praticados e possibilitando a sua execução em áreas em fase de valorização imobiliária.

Hoje, o setor imobiliário encontra-se voltado mais para a situação de oferta do que a de demanda. Isso ocorre devido à necessidade de construção de moradias para a classe média e devido à dificuldade de encontrar solo para a implantação nas áreas de concentração de renda da população.

Mesmo com o crescimento do interesse pela casa própria, as empresas afirmam que o crescimento dos terrenos, produtos e mão de obra, não poderá ser maior. Isso porque deve ocorrer um nivelamento de tarifas e valores para a continuidade do crescimento do setor.

Por G.Produções


As vendas de material para construção no mercado de varejo (compra de pequenas quantidades) apresentou um crescimento de 5,2% em outubro. Esse resultado é 2,4% maior do que as vendas do setor no mesmo período do ano passado.

As informações são de uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção. De acordo com os dados da pesquisa, nos últimos doze meses houve um crescimento de 1,5% na venda de materiais de construção no país.

Segundo Geraldo Cordeiro, da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, esses números representam uma reação no setor. Para ele, os comerciantes de materiais de construção estão otimistas quanto ao próximo período. Ele afirma que em novembro o número de vendas deve ser muito bom e alcançar a melhor marca do ano.

De acordo com a pesquisa da Associação, todos os seguimentos de matérias para construção apresentaram aumento de vendas em outubro, ante o mês de setembro. Também em todas as regiões do país houve aumento, com destaque para a região Sul e Nordeste.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Mais de um terço das residências nas praias e no campo brasileiro são de propriedade de pessoas que estão na classe C. Isto é o que revela um estudo feito pelo Instituto Data Popular e que foi divulgado na quarta-feira (dia 11 de abril).

O total de casas na praia e no campo da classe C já supera a soma da classe A. Vale lembrar que pertencem à classe C as pessoas com renda familiar de até R$ 2.374,00.

De acordo com o levantamento, as cidades com o maior número de habitantes que possuem uma residência na praia ou no campo são: Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.

Em todo o Brasil, os números absolutos apontam que 1,46 milhão de residências na praia e no campo são de propriedade da classe C. Isto representa 37,1% do total. A classe A tem 1,25 milhão de casas nestes locais, somando 31,8% do total. A classe B tem 1,23 milhão, totalizando 31,1%.

Segundo o Data Popular, os dados foram calculados baseando-se na Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) e nos censos do IBGE de 2000 e 2010.

Fonte: Data Popular

Por Matheus Camargo


Houve uma grande valorização de imóveis nos últimos anos nas maiores cidades brasileiras. Segundo o índice FipeZAP divulgado nesta quarta-feira (04/04), nos últimos 50 meses em São Paulo os preços dos imóveis superaram a alta inflação. Já no Rio de Janeiro, a coleta de dados, que começou a ser realizada no início de 2008, mostrou que a inflação só bateu a alta dos imóveis no primeiro mês e depois perdeu para o mercado imobiliário nos outros 49.

A pesquisa nacional com dados de sete capitais do Brasil só começou a ser divulgada no final de 2010 e, desde então, a inflação medida pelo IPCA durante 19 meses seguidos foi superada pelos preços dos imóveis. O que podemos concluir é que quem já possuía imóveis teve um aumento de mais ou menos o dobro de sua riqueza neste período.

Ainda, de acordo com o índice FipeZap, a alta no preço dos imóveis em março deste ano foi de 1,4%, mas esta valorização foi menor que a de fevereiro, que foi de 1,5%. Mesmo não sendo divulgado ainda pelo IBGE, o IPCA deve ficar abaixo de 0,5%, isso de acordo com as previsões de mercado.

Com as altas recentes dos imóveis, a Fipe, responsável pelo índice FipeZAP, está com expectativa de uma desaceleração nos preços dos imóveis das principais capitais brasileiras.

Por Guilherme Marcon


A valorização imobiliária no Brasil atingiu um crescimento impressionante nos últimos 50 meses. Segundo o FipeZAP, índice que demonstra todos os dados do mercado imobiliário, os valores das casas, apartamentos, terrenos e empreendimentos comerciais superaram até mesmo a alta inflacionária por mais de 04 anos no estado de São Paulo.

No Rio de Janeiro, o cenário não foi muito diferente, pois a valorização no mercado de imóveis foi maior que a inflação por 49 meses, ficando abaixo somente durante o 1º mês.

A nível nacional, a pesquisa contendo informações acerca de 07 capitais brasileiras começou a ser divulgada somente a partir do segundo semestre de 2010. Desde então, a inflação não supera o mercado imobiliário há 19 meses consecutivos. Em síntese, tais informações revelam que quem possuía imóveis nesse período, teve seu patrimônio multiplicado.

Embora as estatísticas sejam muito expressivas para o mercado imobiliário, a tendência é que os preços se estabilizem e mais cedo ou mais tarde sejam reajustados de acordo com a alta da inflação.

O último FipeZap, publicado na quarta-feira (dia 04 de abril), revelou que o preço dos imóveis aumentou 1,4% no mês de março, uma alta significativa, porém menor do que o mês anterior, o que já começa a apontar para uma desaceleração valorativa nas principais capitais do país, fato já previsto pela Fipe, instituição responsável por calcular o índice FipeZAP.

Por Larissa Mendes de Oliveira


O sonho da casa própria fez com que o crédito imobiliário ganhasse força nos últimos tempos. Segundo informações do Banco Central a movimentação desse setor chegou a R$ 205,8 bilhões no mês de janeiro desse ano. Esse número representa para a economia brasileira um aumento três vezes mais do que o apresentado cinco anos atrás. Somente esse setor representa 5% do valor total do PIB do país.

Desse total a maior parte dos recursos é voltada para os chamados créditos direcionados, ou seja, aquelas transações que envolvem a ajuda do governo como o Minha Casa Minha Vida, ou que envolvem as parcelas que os bancos têm a obrigação de fazer o recolhimento ao Banco Central e que possuem juros menores. O restante do dinheiro foi alocado em operações que têm recursos livres.

O crédito imobiliário é composto por diversos pontos, como o FGTS e a caderneta de poupança, sendo que no primeiro caso houve um aumento de mais de 40% nos últimos 12 meses.

Um dos bancos mais procurados pelos brasileiros é a Caixa Econômica Federal que somente nesse ano já soma um valor de R$ 12 bilhões de verba liberada para clientes em busca de crédito imobiliário, um crescimento de mais de 30% se comparado ao mesmo período de 2011.

Por Joyce Silva


A população deve ficar atenta aos números econômicos. Embora parte dos habitantes brasileiros desconsidere esse tema, ele na verdade está intimamente presente no cotidiano. Ao comprar uma passagem de ônibus e um alimento qualquer, certamente muitos já contaram moedinhas. Quando os valores sobem drasticamente, então, nem se fale.

A aquisição de uma casa própria nem sempre é tarefa fácil, pois diferentemente de passagens de ônibus e uma refeição em casa ou fora do lar, os valores despendidos são elevados (nessa comparação). Um imóvel na planta, antes mesmo do financiamento com a Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, pede do consumidor boas quantias direto com a construtora. O reajuste das parcelas, por sinal, é realizado em conformidade ao Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assoalham que a taxa do indicador subiu de 0,52% do mês de abril para 1,57% em maio. Dos três grupos pesquisados, dois registraram progresso, com destaque para Serviços, cujo índice passou de 0,12% para 0,52%, seguido por Mão de Obra, de 0,66% para 2,74%.

A FGV examina que a taxa referente ao grupo Materiais e Equipamentos demonstrou baixa de 0,47% para 0,45%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Imóvel na planta ainda é um dos mais rentáveis negócios dos dias atuais, tanto para quem quer morar num “cantinho” como para aqueles que almejam simplesmente efetuar investimentos para futura cobrança de aluguel ou, então, venda da residência num valor acima do adquirido.

Utilizado como indexador para reajuste da parcela de imóveis na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,50% no segundo decêndio do mês (entre os dias 21 do mês precedente e 10 do atual), ante taxa de 0,37% do período igual de março.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que a taxa relacionada a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou para a alta de 0,27%, contra 0,56% registrado no segundo decêndio de março. O índice atinente a despesas da Mão de Obra passou de 0,17% para 0,74%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O feriado de Páscoa deste ano ganhou um plus já que o feriado de Tiradentes ficou aglutinado nesta data. Esta é a desculpa perfeita para aproveitar os quatro dias de descanso ouvindo o som do mar.

O Conselho Regional e Corretores de Imóveis de São Paulo – CRECI – publicou índices relativos aos preços de aluguel de imóveis por dia no litoral. Os valores dos aluguéis para está curta temporada varia de R$ 80,00 à R$1400,00 a diária.

Mesmo os valores estando acima do esperado, são poucos os imóveis ainda à disposição, pois a maioria já está alugada para todo o feriado prolongado.

Aqueles que ainda pretendem, de última hora, obter um "espaço ao sol" devem se apressar, pois quanto mais próximo do feriado, mais caros são os valores  e menores as opções de imóveis. Uma boa dica, neste momento, é tentar negociar parcelamentos mais suaves ou ainda uma troca de favores com os proprietários de imóveis para temporada, isso com toda certeza vai reduzir, e muito, na hora de pagar pelo imóvel alugado.

Por Layla Rodrigues


Os mais jovens começaram a pensar mais à frente. Bares, baladas, saídas sem destinos passaram a ser substituídos parcialmente por aquisições de bens. A expansão imobiliária no país impulsiona essa tendência, tanto que nos próximos anos a atual demanda pode até causar bolhas no segmento.

O público adulto, por sinal, também procura estabelecer alicerces para seu orçamento. A novidade – nem tão nova assim – partiu, pois, das classes sociais de menor poder aquisitivo, que mesmo com o programa “Minha Casa, Minha Vida” mostrou-se com capacidade mais ampla de adquirir financiamentos.

Indexador utilizado no reajuste de imóveis comprados na planta, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) permaneceu inalterado em 0,23% no primeiro decêndio de abril em relação ao período análogo do mês passado.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou de 0,44% para 0,13%.

O índice relativo ao custo da Mão de Obra manteve o mesmo nível de antes, em 0,34%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As várias classes sociais brasileiras passaram a ter acesso a bens e serviços em maior volume desde meados do final de 2009. As medidas aplicadas pelo governo para afugentar os principais efeitos da crise financeira mundial surtiram tanto efeito que atualmente é possível observar inúmeros empreendimentos imobiliários nos grandes centros e nas periferias em construção e lançamento.

Mensalmente, compradores de imóveis na planta recebem boletos em casa com a parcela prevista em contrato mais reajustes. Informações apregoadas na quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em conjunto com a Caixa Econômica Federal apontam que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,52% no mês passado, ou seja, 0,13% acima dos cálculos de fevereiro (0,39%).

O IBGE assoalha que nos últimos doze meses encerrados em março, a variação abrangida pelo Sinapi abraçou taxa de 6,88%, portanto inferior aos 7,15% computados no período imediatamente anterior.

O custo nacional da construção, calculado por metro quadrado, subiu de R$ 771,45 em fevereiro para R$ 775,43 em março, dos quais R$ 336,72 referentes à mão de obra e R$ 438,71 atinentes aos materiais.

Lapidado em índices, o aumento da mão de obra chegou a 0,59% entre fevereiro e março, de 0,39% para 0,98%. Por outro lado, a taxa relacionada a materiais subiu de 0,23% para 0,39%, diferença de 0,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O compromisso dos empresários com investimentos pelo Brasil segue em alta. Após meses de expansão do setor imobiliário, empresas almejam solidificar suas atividades por aqui de várias maneiras. A mais recente notícia, que interessa diretamente aos trabalhadores da construção civil, provém da francesa Carrefour.

A rede, com 114 lojas no Brasil, quer, em sociedade com construtoras, edificar shoppings e prédios comerciais no mesmo local em que seus hipermercados estão instalados. Em princípio, 70 imóveis apresentam bom potencial para projetos dessa magnitude.

A conversa não deve ficar apenas na ideia. Até o final de 2011, a Carrefour realizará dois projetos-pilotos em São Paulo. Nos próximos dias, funcionários da Carrefour Property devem chegar ao Brasil para determinar alguns detalhes do intento. Embora seja uma novidade como já dito, idealização semelhante ocorreu em 2009 com o Grupo Pão de Açúcar.

Os empresários precisam estar alerta, pois o crescimento do setor imobiliário, mesmo de maneira vertical e com aproveitamento de empreendimentos anteriores, deverá esvaziar os terrenos nas regiões metropolitanas. As periferias dos grandes centros e o interior de cidades referenciais devem ser olhados com mais atenção, muito mais do que já é feito.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Adquirir um imóvel na planta é um dos sonhos mais ostentados pelos brasileiros que almejam residir em ambiente próprio sem precisar depender de heranças, de morar debaixo do teto de pais ou de outros parentes, entre outros exemplos.

Quando o consumidor visita um stand de vendas de prédios residenciais, geralmente procura saber todos os detalhes sobre o empreendimento. Quantos dormitórios, piscinas, quadras poliesportivas, espaço para leitura, playground, etc. Mensalmente, ainda durante as obras, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) reajusta o valor das parcelas, situação que por algumas vezes pega o comprador desavisado de surpresa.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,44% do INCC de março. A taxa, portanto, fixa-se 0,05% acima do índice de fevereiro (0,39%).

Dos três grupos sondados no levantamento, dois registraram aumento nas taxas, com destaque para Materiais & Equipamentos, que subiu de 0,54% para 0,64%, seguido por Mão de Obra, com alta de 0,12% para 0,27%. O índice da categoria Serviços arrefeceu de 1,04% para 0,46% entre fevereiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos meios para conquistar a independência física da casa dos pais é adquirir um imóvel próprio ou buscar aluguéis de residências, que podem tanto ser casa como apartamento (de um, dois ou mais dormitórios). A opção por um ou outro depende do valor praticado e da intenção do consumidor.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo (Secovi-SP), os contratos de aluguel residencial que utilizam o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) como base serão reajustados em 10,95% em abril. Apesar de o índice se mostrar elevado, trata-se da menor taxa desde janeiro.

De acordo com Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia do Secovi-SP, em função da insuficiência de oferta de residenciais para locação, o reajuste precisa ser consagrado integralmente. Se entre abril do ano passado e março de 2011 o aluguel chegava a R$ 1 mil, com essa correção o novo valor fica em R$ 1.109,50.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


Levantamento edificado pelo Ibope Inteligência a pedido da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assoalha que a comercialização de material de construção no setor varejista registrou estabilidade no mês passado, ou seja, nem acréscimo, nem queda foram descritos no período.

A manutenção no nível, porém, acompanha a queda de 5,3% registrada em janeiro sobre seu mês imediatamente anterior. De acordo com Cláudio Conz, presidente da associação, a estimativa de crescimento do ramo em 11% para este ano foi revista para 8,5%.

Apesar desses dados, por ora “positivos” (estáveis) no confronto mensal, a Anamaco se mantém confiante quanto à continuidade da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até dezembro próximo. Soma-se a este fator os empreendimentos edificados por meio do programa do governo federal para a área, o “Minha Casa, Minha Vida”, e outros projetos (de médio e curto prazo), dentre eles obras para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Na visão de Conz, o progresso do poder aquisitivo da população menos endinheirada e o desenvolvimento da economia, além de alguns outros, devem tornar 2011 um bom ano para o setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco


O setor da construção civil, em franca expansão pelo país, deve apresentar ritmo mais baixo de aquisições e lançamentos neste ano em comparação à movimentação registrada em 2010. Mesmo assim, empresários do ramo têm procurado inovar no maquinário para conferir menor custo às obras, além de maior velocidade na conclusão de novos empreendimentos.

Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registraram variação de 0,23% no Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) no primeiro decêndio de março. No período análogo de fevereiro, a taxa constatada chegou a 0,52%.

Afunilado por categorias, a taxa referente a Materiais, Equipamentos e Serviços contabilizou variação de 0,44% no primeiro decêndio do mês, contra 0,79% do intervalo igual de um mês atrás. O índice que traduz a despesa da Mão de Obra permaneceu inalterado entre ambos os períodos, em 0,24%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


A construção civil brasileira conseguiu, no decorrer dos últimos anos, bons números em cada canto do país. A expansão imobiliária, como muitos chamam o atual crescimento, deve permanecer operante nos próximos meses e alguns estudos até citam que grande parte dos novos compradores integra os jovens, ou seja, a preocupação com o futuro se faz cada vez mais presente.

Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ponderam que o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) voltou a crescer. No segundo decêndio deste mês, a taxa subiu para 0,42%, após variação de 0,38% do período igual de janeiro.

O percentual relacionado a Materiais, Equipamentos & Serviços variou 0,67%, contra 0,34% de antes. A taxa estrita ao custo da Mão de Obra chegou a 0,17%, ante 0,43% constatada no segundo decêndio de janeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O tempo de imaginar que apenas os grandes centros urbanos apresentavam as melhores oportunidades de emprego já pertence ao passado. Com a instalação de empresas de médio e grande porte nas cidades interioranas, profissionais têm procurado novas oportunidades, mesmo que, para isso, precisam se mudar.

Além dessa constatação, a própria população local passou a usufruir do bom cenário da economia do país, tanto que informações descritas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) revelam que os imóveis de dois dormitórios econômicos e de dois quartos sem elevador estão em alta entre os lançamentos no interior paulista.

O sindicato assinala que o crédito bancário mais acessível, o aumento da massa salarial das classes C e D e o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ são as principais constatações para esse alçamento.

Em São José do Rio Preto, o índice de lançamentos desses portes chegou a 47,1% do total, percentual similar ao de Bauru (42,4%), mas inferior ao de Sorocaba (57,2%).

O preço do metro quadrado nessas regiões varia de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil, podendo chegar de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil entre os lançamentos mais tradicionais, de alto padrão e com localização privilegiada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com números expressivos no ano passado, o segmento de construção civil se solidificou como um dos mais rentáveis no país. Por essa breve e outras questões é que o setor de materiais de construção conseguiu, juntamente ao governo federal, a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final de 2011.

O grande número de obras por todo o país, desde empreendimentos residenciais a comerciais, passou a estimular toda a cadeia envolvida e revelou, infelizmente, outras constatações, como é o caso da falta da mão de obra qualificada segundo visão dos empresários.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o aquecimento do mercado continuará predominando e as vendas devem crescer entre 10% e 12% neste ano. Boa participação provirá das novas tecnologias, dos equipamentos e de máquinas, bem como de estratégias diferenciadas, que devem atender o dinamismo necessário das companhias.

Empresários do ramo têm apostado na edificação de mini-fábricas, responsáveis, pois, por prover e promover qualidade e agilidade nos processos de fabricação de materiais às obras, bem como instalação de esquadrias, situações que encurtam o tempo de edificação de empreendimentos.

Os ganhos se espalham para todos os lados. Primeiramente às construtoras, que conseguem, assim, entregar obras no prazo certo, depois aos próprios compradores, que podem se programar para mudanças de lar e vida.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dois foram os setores, entre alguns outros, que obtiveram destaque nos últimos meses em meio à expansão da economia brasileira: veículos automotores e habitação. Tanto as pessoas mais pobres quanto as de rendimento maior conseguiram adquirir carro e/ou imóvel, em partes graças às isenções de impostos adotadas pelo governo federal no intuito de diminuir os efeitos da crise econômica global, em partes pelo crescimento da massa salarial e do aumento no número de empregos criados e ocupados.

A construção civil, em alguns quesitos, tem marcado boa presença, tanto que almeja crescer 6% em 2011, mais que a própria indústria como um todo e mais que o índice do Produto Interno Bruto (PIB), estimado para 4,60%, pelo Banco Central (BC), até o início da semana passada.

De acordo com Paulo Safady, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), as obras abrangidas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além das voltadas à Copa do Mundo e às Olimpíadas, serão uma espécie de motor daqui para frente.

O Brasil precisa agora, e por meio de parcerias, desenvolver políticas públicas e privadas na finalidade de melhorar a qualificação da mão-de-obra, pois esta situação ainda é e deverá continuar sendo uma das principais reclamações dos empresários. O segmento imobiliário cresceu com astúcia nos últimos meses, superando as perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil


Além de sondar o número de habitantes, quais serviços cada qual tem acesso, quantos televisores e rádios as pessoas possuem em casa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reúne dados igualmente importantes e diretamente relacionados a várias das áreas econômicas.

Em sociedade com a Caixa Econômica Federal (CEF), o IBGE divulgou que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) adentrou 2011 com variação similar à constatada em dezembro do ano passado, saltando somente 0,01%, para 0,27%.

De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção, por metro quadrado, decresceu de R$ 769,06 em dezembro para R$ 768,44 em janeiro, dos quais R$ 332,15 concernentes à mão de obra e o restante, R$ 436,29, referente aos materiais de construção.

Em dados mais específicos, a variação ocorrida na mão de obra acelerou de 0,05% em dezembro de 2010 para 0,20% em janeiro, tendência diferenciada em relação aos materiais, que tiveram variação mais baixa, para 0,32%, contra 0,43% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Informações reunidas e anunciadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi-SP) assinalam que após três anos de baixas seguidas, a quantidade de ações de cobrança subiu para mais de 11,8 mil em 2010, contra quase 11,5 mil registradas em 2009.

Para Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do sindicato, a alta pode ter acontecido em virtude das férias, pois ela não está estritamente atrelada às taxas inflacionárias ou empregatícias. Em sua visão, viagens e opções de lazer podem ter aumentado os níveis de endividamento do paulistano.

Embora essa constatação tenha sido descrita, o estudo apontou recuo de 13,2% nos processos realizados no último mês de 2010, com exatos 804 casos, ante os 926 registrados em novembro. Sobre dezembro de 2009, por outro lado, a quantidade de casos registrados pulou para 48,34%.

Em 2010, pondera o sindicato, os custos nos condomínios cresceram 7,69%, em média, mais que o dobro dos números calculados em 2009 (3,66%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


Um imóvel novo é sinônimo não apenas de muito suor e trabalho, mas também de consequências da própria vida em meio ao ambiente econômico brasileiro. Logicamente, existem famílias com bons rendimentos, que com maior facilidade conseguem adquirir casas e apartamentos, mas num contexto geral, tal conquista motiva novos ares.

Um dos meios de aquisição de imóveis é fazer uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seja no início do financiamento ou de dois em dois anos, como abatimento do débito, com o morador já em seu lar.

Na quarta-feira passada (2 de fevereiro), o Conselho Curador do fundo decidiu ampliar o valor máximo de utilização do FGTS no financiamento para famílias de baixa renda. O novo valor é de até R$ 170 mil. A fixação abrange as regiões metropolitanas dos estados do Rio Janeiro, de São Paulo e do Distrito Federal.

A remuneração máxima, neste caso, permanece em R$ 4,9 mil para cidadãos situados nas regiões metropolitanas e municípios com população idêntica ou acima de R$ 250 mil. Para os demais locais do país, renda máxima de R$ 3,9 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom


Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


Ao adquirir um novo empreendimento clientes são questionados sobre qual andar preferem, quantos dormitórios e qual posição almejam no prédio, ou seja, com maior incidência, ou não, da luz solar, entre outras indagações, todas importantes e que recaem sobre o valor do imóvel.

Informações divulgadas pelo Secovi-SP indicam que a disposição de luz na habitação proveniente da luz do sol em detrimento à luz artificial pode valorizar o local em aproximadamente 10%.

Para Luiz Fernando Gambi, diretor de comercialização e marketing do sindicato, quanto mais o cidadão reside ao sul, mais amplo é o interesse por imóveis situados ao norte, principalmente se a luz solar penetra na sala de estar e nos quartos no período matutino. Em sua visão, além de conferir maior aconchego, essa disposição proporciona economia na conta de energia elétrica.

Artigo exprimido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) relaciona que residências volvidas ao lado sul tendem a ser mais escuras, frias, inclusive com recorrência de umidade e mofo, também atrapalhando o bom desenvolvimento de plantas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Imóvel pode ter sido, grosso modo, uma das palavras mais mensuradas no ano passado pela imprensa brasileira, tanto para o sentido positivo da questão como para o negativo. O consumidor tem se mostrado mais otimista quanto à compra desse bem se valendo de várias maneiras, entre as quais financiamentos, aquisição à vista ou consórcios.

Especificamente relacionado ao último caso acima, a venda de novas cotas no setor de consórcios avançou 11,4% no acumulado de 2010 até novembro em relação aos primeiros 11 meses de 2009, para 209,4 mil unidades. Informações apregoadas pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) também indicam incremento no valor médio das cotas para a aquisição de moradias, pulando de aproximados R$ 89,4 mil para mais de R$ 103,3 mil, diferença de 15,6%.

De acordo com o portal R7, em novembro passado o setor agregou 578 mil partícipes, alta de 8% no confronto anual. No acumulado de 2010 até o mês em questão, 61,7 mil cidadãos foram contemplados, alta de 4,8% em detrimento ao período análogo de 2009.

A justificativa para esse bom movimento na visão da associação tem por base a estabilidade no emprego e o bom cenário digerido pela economia brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão do setor imobiliário foi vigorosa nos últimos anos, tanto pelo aumento do crédito ao consumidor quanto pelo otimismo da população, aumento da massa salarial, crescimento do número de vagas formais e o programa habitacional do governo federal, “Minha Casa, Minha Vida”.

Àqueles que aproveitaram o bom e recente momento devem comemorar muito, pois para 2011 está prevista a diminuição de lançamentos em todo o país. O citado programado governo deverá responder por boa parte dos novos empreendimentos, tanto que para Teotônio Costa Rezende, consultor da vice-presidência de governo da Caixa Econômica Federal (CEF), a segunda fase do MCMV tem por escopo lançar dois milhões de unidades habitacionais até 2014, ano em que o país sediará a próxima Copa do Mundo.

A principal diretriz do programa é conceder subsídios de até R$ 23 mil para moradias de até R$ 130 mil. Na visão de Rezende, o grande obstáculo é tornar possível a utilização de terrenos com boa infraestrutura e a um preço em consonância aos cidadãos de baixa renda.

Na opinião de Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, o problema atual será superar a ausência da mão de obra e a infraestrutura que comportem, assim, a expansão pretendida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Alshop


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 20 de janeiro de 2010, que vai trabalhar com mais uma modalidade de cartão de crédito, o Cartão Aluguel Caixa.

O novo produto vai trabalhar com as bandeiras nas bandeiras MasterCard e Visa, na variante internacional, e com ele o cliente pode pagar o aluguel de seu imóvel sem a necessidade de fiador ou garantia adicional.

Inicialmente o plano é somente para os estados de São Paulo e Goiás, onde já existem  imobiliárias credenciadas. Está previsto o lançamento nacional em fevereiro de 2011, quando a Caxias já pretende estar trabalhando com mais de 300 imobiliárias cadastradas, das mais de 4 mil que a instituição já tem parceria, em virtude do financiamento na compra de imóveis.

Outras informações podem ser encontradas no site da Caixa Econômica Federal.

E.S.


Casa própria nem sempre é possível devido a inúmeros fatores particulares e em alguns casos, globais. Por isso, ter acesso a um lar pode ser possível por meio de aluguel, que no mês passado, em São Paulo, apresentou aumento médio de 1,7% em comparação a agosto. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), no acumulado dos últimos 12 meses o valor para alugar uma casa na capital paulista cresceu 12,8%.

Para o sindicato, a demanda maior em relação à oferta incidiu com maior firmeza nas residências de apenas um quarto, as quais contraíram avanço de 2,4% em setembro ante o mês imediatamente anterior. Além desse fator, o estado de conservação do imóvel e a localização, para lares nos moldes de um dormitório, acarretam fila de interessados em contratá-los.

O estudo, divulgado por meio de Hilton Pecorari Baptista, diretor de locação residencial do sindicato, revelou que um imóvel de três dormitórios situado na zona norte de São Paulo, por exemplo, teria valor de locação por metro quadrado de R$ 13,44 a R$ 13,87, dependendo do estado de conservação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


O 6º Feirão da Casa Própria, realizado entre os dias 31 de maio e 13 de junho em todo Brasil, foi tido pela Caixa Econômica Federal como grande sucesso. Aos brasileiros que se valeram do acontecimento, imóveis abrangidos pelo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” tiveram grande representatividade.

Em breve, entre os dias 23 e 26 deste mês, acontecerá o Salão Imobiliário de São Paulo (Sisp), o qual abrangerá mais de 200 mil unidades à comercialização, tanto longe das fronteiras brasileiras como dentro do país. Os preços, a partir de R$ 150 mil reais, contarão com taxas de juros menores em relação às adotadas costumeiramente pelo mercado.

João Crestena, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), pondera que o evento é o mais considerável no segundo semestre de 2010, período no qual a maior parcela dos negócios praticados no segmento são concentrados, conforme enunciação ao portal R7.

Para Marly Parra, diretora de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, praticamente sete em cada dez residências disponíveis pertencem à faixa de R$ 300 mil (entre dois e três dormitórios). O único “porém” ao Sisp é o fato de nenhuma unidade se enquadrar nos padrões do “Minha Casa, Minha Vida”.

O evento acontecerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1.209  – Santana), em São Paulo, das 12h às 21h, na quinta e sexta-feira, e das 10h às 21h, no sábado e no domingo.

Maiores informações podem ser obtidas no site oficial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Medida Provisória nº 497, de 27 de julho de 2010, que trata principalmente de desoneração tributária para construtoras de estádios de futebol, TAV (Trem de Alta Velocidade) e outras obras também beneficia o Programa Minha Casa Minha Vida. Lembrando sempre que Medida Provisória tem força de lei.

Os artigos 29 e 30 da medida tratam especificamente do Minha Casa Minha Vida. Pelas novas regras, agora os benefícios do programa se estendem até 2014 e os valores dos imóveis podem chegar a R$ 75.000,00 (contra R$ 60.000,00 anteriormente). Além disso, a construtora pode realizar pagamento unificado de tributos equivalente a 1% da receita por mês do contrato de construção.

Veja a íntegra da Medida Provisória aqui.


Os imóveis comercializados no bairro são os mais diversos. Apartamentos ou casas com design moderno, clássico, tradicional, de todos os tamanhos e para todos os gostos. Os edifícios com vista privilegiada para as principais atrações do bairro, como o parque Villa-Lobos, são os mais procurados. O investimento para viver em um local tão completo não é pequeno, mas torna-se apenas um detalhe frente a tantos predicados que o lugar possui. Os preços são variados, mas em média, é possível encontrar bons apartamentos por R$ 300 mil, podendo chegar até a alguns milhões de reais para se ter uma cobertura ou um duplex de luxo.

Mais que um bairro sofisticado, o Alto de Pinheiros é o espaço ideal para quem gosta de tranquilidade ou movimento, natureza ou grandes construções, a sofisticação de tradicionais restaurantes ou a agitação de renomados bares. É a diversidade de São Paulo e do mundo em um só lugar.

Por Luana Neves


O governo brasileiro fez o possível e o impossível, conforme informações obtidas ao longo dos meses em diversos veículos de comunicação, para incentivar o consumo da população nos diversos setores do país. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) são dois casos típicos, conforme asseverou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os materiais de construção, que tanto se tem mencionado devido ao programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida” e, também, em virtude dos eventos esportivos no país, apresentaram alta de 19,5% em março deste ano em comparação anual, de acordo com informações divulgadas pelo UOL.

Um dos principais motivos, se não o mais destacável, é o crescimento do otimismo por parte dos brasileiros para com a economia, uma vez que essa característica permite à população ir às compras sem a preocupação manifestada alguns meses atrás, quando a crise econômica global massacrava os principais mercados do mundo.

Reinaldo Pereira, técnico da Coordenação de Comércio e Serviços do IBGE, pondera ser o PAC um dos principais responsáveis pelo aumento do consumo, visto até nas classes sociais mais baixas. Logicamente, após o sucesso nas obras, a redução do IPI, também mencionada pela entidade, possibilitou aos brasileiros equipar a casa com mercadorias novas e, em alguns casos, acesso a veículos automotores de fábrica.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL.


O setor de imóveis tem apostado em novas ferramentas para comercializar mais amplamente residências particulares e comerciais. As novas tecnologias aliadas a equipes treinadas têm permitido que brasileiros conquistem o sonho da casa própria sem, necessariamente, sair de casa.

Mesmo assim, há aqueles que, não importa como, querem mais formas de pagamentos. A Tecnisa, uma das líderes do mercado, está em processo final para aceitar cartões de crédito da bandeira Mastercard como forma de financiamento. A assessoria de imprensa da companhia estima que já em abril os clientes poderão contar com essa possibilidade.

Inicialmente, a companhia destinará o intento aos empreendimentos da linha Tecnisa Flex, com unidades valorizadas entre R$ 100 e R$ 250 mil. A condição é para poucos: 6x sem juros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria de materiais de construção tem conquistado avanços significativos em solo brasileiro, ainda mais com a recente decisão de Guido Mantega, Ministro da Fazenda, ao estender a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro, para o segmento.

Em nota divulgada no dia 20 de abril, terça-feira, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revelou que as vendas pelo setor subiram 25,87% em março deste ano em comparação ao período igual de 2009. Em relação a fevereiro, embora um pouco abaixo, o varejo de materiais obteve ascensão de 22,67%.

Reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters assinala que no primeiro trimestre de 2010 o segmento acumula crescimento de 19,9% ante os três meses iniciais de 2009, apesar de as perdas nos últimos meses terem alcançado 4,89%.

Com os dados em mãos, a Abramat acredita que haverá retomada da indústria de materiais, principalmente se se levar em conta a nova fase do programa “Minha Casa, Minha Vida”, sustentado, então, pela etapa dois do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Mais informações podem ser acessadas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Assim como em empresas de outros segmentos do país, a Rossi Residencial afirmou, em 30 de março, terça-feira, que intensificará a sua abrangência a pessoas de baixa renda por meio de, aproximadamente, 25 mil unidades voltadas a essa casta.

A agência de notícias Reuters indica que do total de 25 mil moradias estimadas, 80% delas farão parte do programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”. Um dos principais fatores para a efetivação dessa idealização deve-se ao sistema de edifícios pré-moldados, que diminuem consideravelmente os custos de construção das residências.

Um importante aspecto à Rossi é o lucro de quase 370%, ou R$ 77 milhões, obtido entre outubro e dezembro do ano passado em comparação ao mesmo período de 2008. Mesmo assim, analistas da Reuters esperavam um pouco mais para a construtora, algo em torno de R$ 84,5 milhões.

Para conferir mais informações acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor da construção civil, subitamente impulsionado pelos programas do governo brasileiro, apresentou avanço nas vendas de materiais ao segmento, com 19% em fevereiro ante o mês igual do ano passado, embora queda de 4,15% tenha sido apontada em relação a janeiro deste ano.

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) relata que a retração constatada deve-se, sobretudo, ao menor número de dias úteis no mês. Segundo Melvyn Fox, presidente da entidade, no acumulado assinalado no primeiro bimestre houve alta de 16,31% em relação ao período igual do ano passado.

A agência de notícias Reuters indica que nos últimos 12 meses o varejo de materiais de construção aglomera tombo de quase 7,7%, enquanto que a comercialização de materiais de acabamento apontou aumento de mais de 13,4% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, mas decaiu 3,56% se comparado a janeiro de 2010.

Confira outras informações aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado imobiliário no Brasil demonstra uma desaceleração em relação aos imóveis no litoral desde o último ano.

De acordo com a publicação britânica OPP, este fato se deve ao grande número de estrangeiros, que preferem, diante da crise, aguardar outra oportunidade antes de se comprometer com mais investimentos estrangeiros. Portugueses, espanhóis e noruegueses invadiram a costa nordestina em 2007 à procura de um lugar ao sol e preço baixo.

Apesar de terem encontrado seu refúgio ideal, estes mesmos investidores agora têm dificuldade de retorno em seus investimentos. Vários projetos foram lançados no exterior como opções de investimento, especialmente para aluguel. No entanto, brasileiros tradicionalmente saem de férias em janeiro e fevereiro, fazendo o mercado de segunda residência, um mercado difícil e sem garantias durante o resto do ano.

Antes de comprar como investimento, o estrangeiro deveria pensar em utilizar seu imóvel para suas próprias férias. Assim, evitaria decepções e curtiria o que o nosso litoral tem de melhor a oferecer.


Já de olho no faturamento que as olimpíadas irão gerar no Brasil, investidores estrangeiros concentram-se no mercado imobiliário do Rio de Janeiro. Apesar de áreas como Copacabana e Ipanema estarem entre as mais populares, estas são também áreas caras com pouco retorno na apreciação do capital.

Por conta disto, investidores apostam em áreas centrais, porém menos valorizadas, mas que apresentam grande potencial, como o bairro de São Cristovão e Quinta da Boa Vista.

Construtoras como a Concal investem pesado em projetos para a classe média, com 2 ou 3 quartos além de todo o luxo que se espera de apartamentos novos ou na planta como piscina, playarea, brinquedoteca, solarium e até mesmo spa em alguns dos projetos.

Além destas áreas mencionadas, investidores estrangeiros estão também de olho em oportunidades comerciais em áreas com potecial de plena revitalização como a região do cais do porto e rodoviária Novo Rio.


A Secovi SP promove uma iniciativa de grande importância para o mercado imobiliário: curso de técnicas de vendas e negociações.

O programa que acontece de 27 a 29 de abril na Universidade Secovi, serve como uma excelente forma de reciclagem para corretores experientes e para aqueles que estão iniciando carreira. Técnicas inovadoras e com foco em forte comunicação entre cliente e corretor, serão o grande tema do curso que também deve abordar técnicas de marketing pessoal, crucial para o sucesso do corretor profissional.

Segundo o professor Luiz Paulo Bernardi, responsável pelo curso, a meta é exemplificar negociações de sucesso através da utilização da Neurolinguística. A Neurolinguística prevê a observação comportamental do indivíduo e como utilizar tal comportamento a favor de uma negociação de sucesso.

Uma excelente dica para todos os profissionais de venda, especialmente do setor imobiliário. Maiores informações na Secovi SP.


A Cosil, construtora de Sergipe que atua em Pernambuco junto com a MC Brasil, acaba de firmar uma parceria que promete agitar com as vendas de empreendimentos da empresa no estado.

Agora a construtora conta com a participação da DMC Imóveis, que ficará encarregada da realização das negociações dos projetos Riviera Boa Viagem Condomínio Clube e Torres do Mirante. Os empreendimentos estão localizados, respectivamente, nos bairros da Boa Viagem, na zona sul do Recife, e da Caxangá.

Por: Alexandre de Souza Acioli





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