O governo brasileiro fez o possível e o impossível, conforme informações obtidas ao longo dos meses em diversos veículos de comunicação, para incentivar o consumo da população nos diversos setores do país. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) são dois casos típicos, conforme asseverou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os materiais de construção, que tanto se tem mencionado devido ao programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida” e, também, em virtude dos eventos esportivos no país, apresentaram alta de 19,5% em março deste ano em comparação anual, de acordo com informações divulgadas pelo UOL.

Um dos principais motivos, se não o mais destacável, é o crescimento do otimismo por parte dos brasileiros para com a economia, uma vez que essa característica permite à população ir às compras sem a preocupação manifestada alguns meses atrás, quando a crise econômica global massacrava os principais mercados do mundo.

Reinaldo Pereira, técnico da Coordenação de Comércio e Serviços do IBGE, pondera ser o PAC um dos principais responsáveis pelo aumento do consumo, visto até nas classes sociais mais baixas. Logicamente, após o sucesso nas obras, a redução do IPI, também mencionada pela entidade, possibilitou aos brasileiros equipar a casa com mercadorias novas e, em alguns casos, acesso a veículos automotores de fábrica.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL.


A fim de contradizer alguns últimos rumores, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, afirmou em entrevista a emissoras de rádio que nenhuma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) está estacionada por falta de dinheiro.

Lula justificou, sobre a suposta paralisação de duas obras do programa em Sergipe – uma em Santa Maria e outra em Coqueiral –, que isto é alguma discussão entre empresários, algo da Justiça ou, então, do Tribunal de Contas. De todo jeito, o presidente articulou que consultará Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil e responsável pela gestão do programa, para a obtenção de maiores detalhes.

A justificativa mais específica de Lula diz respeito ao Tribunal de Contas, este, que muitas vezes, segundo ele, por causa de indícios de sobrepreço em determinadas obras, obriga o governo federal a remanejar todo o processo. Há, ainda, de acordo com o líder do Brasil, momentos em que a empresa perde a licitação, entra na Justiça e estagna obras.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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