Confira informações sobre o IPTU do Paraná.

Quem mora no estado do Paraná, já deve ficar de olho no site da prefeitura de sua cidade, pois o calendário com as datas de pagamento do IPTU 2018 estará sendo disponibilizado muito em breve. Na capital, Curitiba, a Câmara Municipal estará analisando nesta segunda-feira (04), dois projetos de lei complementar que são urgentes e tratam justamente deste assunto e o contribuinte precisa acompanhar de perto, pois a intenção é garantir um aumento no Imposto Predial e Territorial Urbano.

Além do reajuste no IPTU, levando em consideração os últimos 12 meses, ainda teria mais 4% para os imóveis de 7% para os terrenos, ou seja, os moradores de Curitiba poderão começar 2018 tendo um gasto extra.

O IPTU é uma das maiores fontes de arrecadação da capital do Paraná e caso a prefeitura consiga o reajuste, tanto pelo IPCA como também os 4% ou 7% (para residências e terrenos), então conseguirá um faturamento bem acima do esperado.

E aqueles que ainda não fizeram a indicação dos imóveis com o programa Boa Nota Fiscal, devem fazer até a próxima terça-feira, dia 5. O prazo na verdade venceu na última quinta-feira (30), mas a prefeitura de Curitiba resolveu estender a data limite para indicação, pois a procura foi muito grande e o site acabou ficando fora do ar por um período, prejudicando os interessados. Com esta prorrogação, a prefeitura municipal espera que todos possam fazer suas indicações sem problema. É só acessar o site a seguir e efetuar o cadastro, sendo que o limite do desconto é de 30%:
https://isscuritiba.curitiba.pr.gov.br/portalnfse.

A maioria das cidades do Paraná disponibiliza no site da prefeitura municipal todas as informações sobre o IPTU 2018, por exemplo, na capital do estado é possível consultar a tabela do imposto deste ano, que provavelmente será a mesma para o ano que vem, podendo consultar as alíquotas para imóveis residenciais, não residenciais e os territoriais.

A tabela de alíquotas do IPTU é progressiva, mudando de acordo com o valor do imóvel, por exemplo, os imóveis residenciais cujo valor seja de até R$ 38.645,00 pagam uma alíquota de 0,20%, porém, a porcentagem vai aumentando à medida que o valor sobe, por exemplo:

Um imóvel no valor de R$ 75 mil tem a alíquota na primeira faixa que é de R$ 38.645,00. Depois vem a segunda faixa, até R$ 48.386,00. Depois é a terceira faixa, até R$ 67.710,00 e por fim, a quarta-faixa, que vai até R$ 87.036,00. A primeira faixa é de 0,20% e dá R$ 77,29. A segunda faixa é de 0,25% e dá R$ 24,35. A terceira faixa é de 0,35% e dá R$ 67,63. A quarta faixa é de 0,55% e dá R$ 40,09. Sendo assim, o valor total do IPTU é de R$ 209,36.

Todas estas informações sobre o cálculo do IPTU ficam disponíveis nos sites da prefeitura e caso o seu município não ofereça esta comodidade, o jeito será ir pessoalmente ao setor responsável para se informar.

Outra facilidade que os sites oferecem é a possibilidade de emitir a 2ª via do IPTU, não precisando sair de casa e nem enfrentar filas. O carnê do IPTU 2018 será entregue pelos Correios, entretanto, por diversos motivos, muitos contribuintes acabam não recebendo, só que isto não serve de justificativa para o atraso no pagamento.

Em Curitiba, por exemplo, basta acessar o link a seguir e informar os dados solicitados para ter a segunda via e assim, efetuar o pagamento dentro do prazo estipulado:
www2.curitiba.pr.gov.br/gtm/iptu/carnet/default.aspx.

Comece a programar o pagamento do IPTU 2018 desde agora, já reservando o valor referente ao imposto, uma vez que todo início de ano é marcado por muitas contas, então é melhor se prevenir, evitando o atraso no pagamento e, consequentemente, a cobrança de juros.

Por Russel


Confira aqui quais são os bairros mais perigosos da cidade de Curitiba (PR).

Imagina você, que está começando a ler este artigo, chegar na sua casa e perceber que o mesmo foi vítima de uma verdadeira ‘limpeza’ feita por bandidos. Pois imagina agora que esta situação pode ser vivenciada, inclusive, numa das cidades consideradas uma das mais bem desenvolvidas do país. Neste caso estamos falando de Curitiba, capital do estado do Paraná.

O que acontece na capital paranaense se reflete exatamente no que vem ocorrendo em algumas capitais brasileiras também. O mais interessante em Curitiba é que os bairros considerados os mais nobres, são os principais atingidos por este tipo de violência, que formam uma verdadeira cadeia de roubos e furtos a residências e que cruzam a cidade de um ao outro.

Segundo os dados oficiais divulgados pela Secretaria de Segurança, cerca de 75 bairros da capital já foram vítimas de roubos e furtos, sendo que a sua grande maioria se encontra em áreas mais afastadas do centro da cidade.

De acordo com o órgão, em 2016 foram contabilizados cerca de dez bairros que lideraram as estatísticas de roubos e furtos, sendo responsáveis por 40% de todos os casos notificados na capital curitibana.

Os casos chamaram tanto a atenção das autoridades que um verdadeiro ‘ranking’ dos bairros mais roubados foi divulgado para os moradores da cidade. E é esta classificação que vemos a seguir (em ordem decrescente de ocorrências):

1 – Sítio Cercado (645);

2 – Cidade Industrial (635);

3 – Cajuru (464);

4 – Uberaba (402);

5 – Boqueirão (395);

6 – Xaxim (342);

7 – Tatuquara (321);

8 – Pinheirinho (255);

9 – Alto Boqueirão (247);

10 – Bairro Alto (245)

A própria Secretaria de Segurança tenta explicar a escalada de crimes e tenta colocar a culpa na atual crise econômica que se arrasta desde o ano passado. Segundo seus representes, o desemprego crescente (de 12 milhões em 2016 para 14 milhões em 2017) pode ser uma das causas do fato de muitos bandidos tentarem se apropriar de objetos de valores na tentativa de revende-los a receptadores para se apurar algum ‘trocado’.

Independente do desemprego ou não, o fato é que estes episódios tem afetado a rotina de muitos moradores, dentre os quais, já foram vítimas várias vezes. Por isto, a instalação de câmeras, sensores de movimentos, cercas eletrificadas na casas têm sido uma das alternativas para quem tenta se proteger da ação dos bandidos, principalmente daqueles moradores dos bairros considerados mais nobres e uma das maiores vítimas na cidade.

De acordo com a polícia, todos os esforços têm sido feitos para que os casos de furtos, roubos e assaltos possam ser evitados. Ela vem fazendo rondas mais frequentes e cada vez mais policiais são escalados para ações ostensivas inclusive com abordagens a suspeitos na rua.

Segundo um balanço divulgado pela instituição, em 2016, mas de 3.000 pessoas foram presas e encaminhadas para as delegacias especializadas na capital curitibana. Entretanto, nem 10% deste grupo continua ainda detido. Para 2017, de janeiro até o dia 13 deste mês de junho, quase 130 prisões já haviam sido efetuadas pelo mesmo motivo.

Emmanoel Gomes


Confira aqui a lista com os bairros mais caros de Curitiba (PR).

Quem mora em Curitiba há alguns anos vai notar que os dados dos valores das regiões que apresentaremos não é nenhuma novidade. O bairro chamado Batel continua sendo o que abriga os apartamentos novos mais caros da cidade. Entretanto, vale a pena acompanhar os outros locais da lista, a fim de atentar-se ao fato de que o mercado está se preparando para uma retomada, fazendo repasse de mais do que a inflação, em relação aos preços dos imóveis verticais de Curitiba.

A Assembléia dos Dirigentes de Empresas no Mercado Imobiliário do Paraná, o chamado Ademi-PR, juntamente com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, apurou em fevereiro deste ano (2017), que o preço médio por metro quadrado privativo referente à apartamentos residenciais novos, marca R$ 6,9 mil, sendo que esse valor, num período de 12 meses, simboliza a alta de 5,2%, superando os 4,7% que foram registrados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) dentro do mesmo período.

Os apartamentos de quatro e três dormitórios, de acordo com o Ademi-PR, marcaram no período de 12 meses, o que representa o maior reajuste dentro do período: 6% e 6,9%, respectivamente. Esse dado fez com que as tipologias citadas fechassem esse período com valor médio de metro quadrado privativo com preço de R$ 10.738 e R$ 6.846.

Veja aqui os bairros com apartamentos mais caros em Curitiba (as estatísticas são para apartamentos de um dormitório, de acordo com o levantamento feito em fevereiro):

15º) Vila Izabel: Com preço médio por metro quadrado de R$ 7.071;

14º) São Francisco: R$ 7.108;

13º) Juvevê: R$ 7.200;

12º) Prado Velho: R$ 7.481;

11º) Alto da XV: R$ 7.529,

10º) Alto da Glória: R$ 7.595;

9º) Centro: R$ 8.165;

8º) Rebouças: R$ 8.204;

7º) Hugo Lange: R$ 8.339;

6º) Mercês: R$ 8.351;

5º) Bigorrilho: R$ 8.614;

4º) Ecoville: R$ 8.870;

3º) Campina do Siqueira: R$ 8.889;

2º) Centro Cívico: R$ 9.343;

1º) Batel: R$ 10.638.

Como podemos ver, o bairro Batel segue ocupando o lugar de residencial mais caro na cidade de Curitiba, quando o assunto é apartamento novo.

Carolina B.





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