Contrariando os quatro meses anteriores de crescimento, as vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos caíram em 2,7%. O resultado frustrou a expectativa dos economistas daquele país, que aguardavam alta de 2,9%.

Para Lawrence Yun, economista da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis dos EUA, o ritmo de vendas no mês de agosto foi o mais altivo durante quase dois anos, principalmente em julho de 2009, quando houve elevação comercial em 5,24 milhões de dólares.

Entretanto, as vendas de imóveis usados de agosto deste ano para o mesmo período do ano passado subiu exatos 3,4%, mesmo o preço médio deste segmento baixando para quase US$ 178 mil nos últimos doze meses – uma queda de 12,5% no valor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Os paulistanos estão comprando menos imóveis.

Pelo menos é o que apontam os índices levantados pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo – Secovi-SP. Segundo a entidade, houve uma queda de 25% nas vendas do primeiro semestre do ano.

No entanto, há uma perspectiva de melhora no mercado prevendo o fechamento do ano com a mesma média de vendas de 2008. O diretor do Secovi sinaliza uma alta nas vendas a partir dos empreendimentos que serão lançados neste segundo semestre.

A projeção é atingir a meta de 32 mil na venda de novas unidades na cidade de São Paulo. Essa estimativa se deve a uma melhora no quadro econômico com base no aumento dos índices de empregos formais.





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