Instalação do sistema fotovoltaico em residências cresce a cada ano. Confira aqui qual o custo de instalação de um painel de energia solar em casa.

A geração de energia solar é bem favorável em nosso país, uma vez que o Brasil conta com mais de três mil horas de sol por ano. O custo ainda é alto para o investimento no sistema fotovoltaico em residências, mas é algo que começa a crescer.

O custo para a instalação de uma estrutura de pequeno a médio porte começa dos R$ 15 mil e vão até R$ 85 mil (variando de acordo com a potência). Os benefícios do investimento vêm do desempenho da geração da energia com uma grande economia e isso faz com que a adesão dos painéis solares cresça a cada ano.

Para mostrar o salto da tecnologia, no ano de 2012, segundo números da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), somente três casas contavam com os painéis solares. Porém, até o final de 2015, o número já era maior de 1.700 mil.

Por exemplo, em uma casa, a instalação de oito painéis fotovoltaicos tem um custo por volta de R$ 20 mil. Todo esse sistema faz uma geração de 430 quilowatts por mês. A redução no final do mês na conta de luz é enorme. Em uma casa que a média da conta era de R$ 480, o número chegou até os R$ 80 (nos dias onde o sol predomina na região em questão).

Em Curitiba, no Paraná, a medição da energia quando a casa conta com os painéis solares é feita através de um medidor digital que entra no lugar do analógico e é distribuído pela Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel). O medidor vai fornecer dados sobre o volume de energia que será produzida, o seu gasto e o que foi acumulado.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), hoje já se encontram liberadas linhas de financiamento para pessoas físicas através de bancos federais e privados com juros reduzidos para que seja possível facilitar a adesão deste sistema de painéis solares.

Há também um projeto de lei para a criação do Imposto Predial e Territorial Urbano Verde (IPTU), sendo que os municípios que aprovarem a medida vão disponibilizar descontos para o valor do tributo frente as construções que apresentem medidas que contribuem com o meio ambiente, como é o caso da captação solar.


Valores do aluguel residencial ficaram mais baixos em julho deste ano. Queda em São Paulo foi de 1,8%.

O setor imobiliário sente cada vez mais os efeitos do cenário econômico que o país vem passando. Dessa vez são os valores referentes ao aluguel residencial, o qual ficou mais barato no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado. Os valores para locação de imóveis, em São Paulo, recuaram 1,8% em relação a julho de 2014. Neste mesmo período, a inflação acumulou alta de 6,97%, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Os imóveis de três quartos foram os que tiveram a maior redução, de 1,4% no mês de julho em relação a junho. Em seguida estão os imóveis de dois dormitórios, cuja redução chegou a 1,1% e de um dormitório, a baixa foi de 0,6%. Pode parecer pouco, mas já representa uma vitória para quem precisa alugar um imóvel. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi).

A variação entre o preço cobrado pelo aluguel e a inflação tende a aumentar, caso a inflação continue subindo. O cenário permite aos inquilinos negociarem descontos e redução de valores junto aos senhorios, tendo em vista a maior oferta de imóveis e diminuição dos valores cobrados.

Os preços dos alugueis têm a tendência de se ajustarem mais depressa do que o preço de venda dos imóveis, uma vez que é mais fácil negociar com o proprietário. Em comparação ao preço do aluguel, os imóveis para a venda tiveram uma queda em ritmo menos acelerado, contudo, também é observada uma redução no preço desse tipo de imóvel.

Outro motivo para a redução diz respeito ao aumento que ocorreu no preço dos alugueis nos últimos anos, principalmente na Copa do Mundo. É natural que sejam feitos ajustes nos valores para que haja um certo equilíbrio. O mercado de trabalho enfrenta dificuldades e o desemprego sobe. Os salários reais e o poder de compra do brasileiro têm diminuído, favorecendo a queda nos preços. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Aluguel residencial


Construtoras e incorporadoras ganharam nova linha de crédito que vem do FGTS oferecida pela Caixa. Será liberado R$ 1 bilhão para esse tipo de financiamento

A Caixa Econômica Federal está oferecendo uma nova linha de crédito para construtoras e incorporadoras. O recurso para o crédito vem do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de serviço) e poderão utilizar a nova linha todas as empresas que tiverem empreendimentos com unidades residenciais que tenham o valor de até R$ 300 mil. O banco afirmou que será liberado um montante de R$ 1 bilhão para esse tipo de financiamento.

O financiamento utilizando o FGTS, no entanto é de até 80% do valor total da obra, sendo limitado a somente 50% do valor total das vendas e as taxas de juros do financiamento é de cerca de 8,5% ao ano.

A empresa que estiver interessada deverá apresentar, para análise de risco, o seu projeto de engenharia e toda a documentação da obra. É necessária também a confirmação da comercialização de, no mínimo, 30% das unidades da obra, até a data do começo da construção desta, como forma de confirmar que o financiamento poderá ser pago pela construtora.

A inscrição deve ser feita através do site da Caixa, no endereço eletrônico www.caixa.gov.br. No site há uma opção para o envio de documentos para avaliação do crédito das empresas.

As empresas que trabalham com construção de unidades residenciais podem contar também com outras linhas de crédito, com condições similares às oferecidas para quem usa o FGTS, oferecidas pela Caixa. Os valores são de R$ 750 mil para os estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal e o valor de até R$ 650 mil nos outros estados do país.

É mais uma iniciativa do governo para aquecer o mercado imobiliário no Brasil, que anda um pouco desacelerado devido à crise econômica do país. Se a iniciativa der certo, talvez daqui a algum tempo, as oportunidades de créditos oferecidos sejam bem mais diversificadas, contribuindo para o reaquecimento do setor. A Caixa visa também fomentar maiores investimentos para o programa do Governo Federal “Minha Casa Minha Vida”.

A nova linha de crédito que foi anunciada nesta terça-feira (dia 4) vem para reforçar o foco dado pela empresa a programas sociais neste ano de crise na economia brasileira. 

Por Patrícia Generoso

Construtoras





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