Mega Leilão terá mais de 500 imóveis com descontos de até 80%.

Está em busca da compra de um imóvel, porém os preços estão fora da sua realidade? Esse é apenas um dos motivos para ficar ligado no leilão que será realizado pela Caixa Econômica Federal.

Com data agendada para os dias 28 de março e 11 de abril, a instituição irá leiloar mais de 500 imóveis. E o melhor de tudo é que os preços estão avaliados em até 80% abaixo do valor de mercado.

Ficou interessado e quer saber mais? Então fique ligado que nós te damos todas as informações para não ficar de fora. Vamos a elas.

Onde acontecem os leilões?

Ambas as edições do leilão da Caixa Econômica Federal acontecem no mesmo local físico. Trata-se do hotel Panamby, localizado na cidade de São Paulo. Além disso, é possível acompanhar os lances pelo site da responsável e leiloeira oficial do evento, a Fidalgo Leilões. O endereço eletrônico é o http://www.fidalgoleiloes.com.br/.

Como funciona o leilão?

O leilão é dividido em duas etapas, por se tratar sempre de um acontecimento diferente, sendo cada momento destinado para um tipo específico. O primeiro, que ocorre dia 28 de março, é de alienação fiduciária dos inadimplentes do Sistema Financeiro Imobiliário, o SFI, sendo esse realizado em duas praças: no dia 28 de março acontece a primeira e no dia 11 de abril o leilão dos lotes que não foram arrematados na primeira fase.

O segundo leilão acontece em uma praça única e no dia 28 de março, já que esse é de licitação aberta.

Imóveis da Caixa Econômica Federal

Vale ressaltar que esse tipo de leilão se destina aos imóveis que são de propriedade da Caixa Econômica Federal. Sendo assim, os descontos são estabelecidos também pelo próprio banco, chegando a valores de até 80% do valor original e de avaliação do imóvel.

Esses imóveis possuem, em sua grande maioria, dívidas sobre o Imposto Predial e Territorial Urbano, o IPTU, sendo que alguns deles já foram utilizados como objeto de penhora em processos anteriores. Além disso, é importante lembrar que alguns lotes possuem as condições específicas de pagamento, podendo ainda estar ocupados.

Para não ser pego de surpresa, uma dica é ler atentamente ao edital do leilão. Assim, é possível estar por dentro de cada imóvel antes de fazer um lance específico.

Para acessar o edital basta clicar em http://www.fidalgoleiloes.com.br/new/leilao.php?idLeilao=1561 e conferir. Os números dos leilões são: o 1561, 1563 e, por fim, 1560.

Ofertas para o Estado de São Paulo

Os imóveis leiloados são destinados para o Estado de São Paulo, sem exceção, abrangendo tanto a Capital, o litoral e o interior. Sendo assim, é possível encontrar ofertas imperdíveis, com lances iniciais no valor de até R$ 59 mil. Na comparação com o valor de avaliação do imóvel, esse pode ser superior a R$ 130 mil.

Primeira edição do leilão da Caixa Econômica

Essa já é a segunda edição do leilão promovido pela Caixa Econômica Federal para o ano de 2018. O primeiro ocorreu no último mês, dia 3 de fevereiro, no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo.

Sob organização da Zukerman Leilões, foram leiloados um total de 373 imóveis entre apartamentos, casas, espaços comerciais e terrenos, tanto ocupados como desocupados e retomados pela instituição devido à falta de pagamento. Com descontos de até 74% em relação à avaliação de mercado, os valores variavam de R$ 55.200 a R$ 2,9 milhões.

Com preço baixo justificado para a compensação de gastos com futuras ações judiciais, já que a maioria dos imóveis ainda estava ocupada pelo antigo proprietário, aqueles que não foram leiloados nessa primeira fase, foram após oferecidos pelo banco pelo valor de dívida. Assim, o comprador precisou pagar o valor de despesas relacionadas à promoção dos leilões.

Kellen Kunz


Descubra aqui os bairros mais caros e baratos em São Paulo (SP).

Se você reside na cidade de São Paulo ou pretende se mudar para o local, com toda certeza em algum momento você já parou para pesquisar o preço de imóveis na cidade. Para se fixar o valor de uma casa ou de um apartamento são levados em considerações diferentes critérios como: o tamanho da residência, conservação do local e, sobretudo, em qual bairro a casa se encontra. Para o ano de 2018, foi realizada uma lista dos bairros mais baratos e também uma lista com os bairros mais caros de São Paulo. Saiba agora um pouco mais sobre esta pesquisa.

Antes de começar a lista de fato, é importante salientar dois pontos. Primeiramente, essa lista leva em consideração o valor do metro quadrado no bairro, essa é a base para o cálculo. E em segundo lugar, que foram analisados quase 20.000 imóveis por toda a capital paulista para se chegar a estes números. A pesquisa foi realizada pela iniciativa FipeZAP, que é uma empresa do setor imobiliário que acompanha ao longo de todo o ano, as variações nos preços médios de imóveis em diferentes localidades de todo o Brasil. Geralmente a pesquisa é feita no mês de janeiro e em junho, que são meses centrais. Pois, um dos critérios da lista é que há uma mudança maior das pessoas nestes períodos citados acima.

Bairros mais baratos em São Paulo em janeiro de 2018:

  • Cidade Tiradentes. Preço do m²: R$ 3.505,00 reais.
  • Artur Alvim. Preço do m²: R$ 3.858,00 reais.
  • Itaim Paulista. Preço do m²: R$ 3.876,00 reais.
  • Itaquera. Preço do m²: R$ 4.305,00 reais.
  • São Miguel Paulista. Preço do m²: R$ 4.308,00 reais.
  • Bairros mais caros em São Paulo em janeiro de 2018:
  • Jardins. Preço do m²: R$ 12.100,00 reais.
  • Vila Olímpia. Preço do m²: R$ 13.337,00 reais.
  • Itaim Bibi. Preço do m²: R$ 13.518,00 reais.
  • Vila Nova Conceição. Preço do m²: R$ 17.314,00 reais.
  • Cidade Jardim. Preço do m²: R$ 19.783,00 reais.

Para se entender ainda mais a lista acima é importante compará-la a última pesquisa feita pelo FipZAP. Pois, se consegue tirar algumas conclusões que vão ser apontadas e discutidas abaixo. O estudo foi feito e publicado no mês de julho de 2017:

Bairros mais baratos em São Paulo em junho de 2017:

  • Itaquera. Preço do m²: R$ 4.419 reais;
  • Cidade Líder. Preço do m²: R$ 4.513 reais;
  • Campo Limpo. Preço do m²: R$ 4.718 reais;
  • Cangaíba. Preço do m²: R$ 4.733 reais;
  • Jaraguá. Preço do m²: R$ 4.997 reais.

Bairros mais caros em São Paulo em junho de 2017:

  • Vila Madalena. Preço do m²: R$ 10.744 reais;
  • Pinheiros. Preço do m²: R$ 11.304 reais;
  • Vila Olímpia. Preço do m²: R$ 11.557 reais;
  • Itaim. Preço do m²: R$ 12.532 reais;
  • Vila Nova Conceição. Preço do m²: R$ 16.124 reais.

Análise sobre os bairros mais baratos:

Em pouco mais de seis meses houve uma grande diferença nas duas listas e este fato se deve a vários motivos. Alguns bairros passaram por obras outros não. Uns ficaram mais seguros os outros nem tanto. Apenas o bairro de Itaquera permaneceu e mesmo assim ele caiu do primeiro lugar em 2017 para a quarta posição em 2018.

Uma das explicações para a permanência do bairro na lista é que Itaquera cresceu muito em um curto período de tempo. O local ganhou projeção nacional, pois, um grande estádio de futebol foi construído ali. Muitas pessoas passaram a morar no local. Visto que, quando se tem uma obra da grandeza da Arena Corinthians, o bairro ganha em infraestrutura, segurança, pontos comerciais e outros aspectos. Assim, obviamente, o metro quadrado passa a ser mais caro.

Análise sobre os bairros mais caros:

Já a lista com os bairros mais caros não houve uma mudança brusca, pois todos esses bairros já são considerados redutos com um preço alto há muitos anos. Neles, estão localizados lojas de grife; as melhores escolas e faculdades particulares da capital paulista. Pessoas ricas possuem imóveis há muitos anos nesses bairros e eles são conhecidos justamente por ser um local que concentra riqueza. Pois sempre contaram com uma boa infraestrutura, segurança e outras comodidades.

Para conhecer mais dessas listas acesse: http://fipezap.zapimoveis.com.br/.

Isabela Castro.


Saiba aqui onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo no ano de 2017.

Quem precisou comprar ou vender imóveis em São Paulo no ano passado teve muito trabalho, pois os preços tiveram uma variação muito grande e para não ficar no prejuízo foi preciso paciência e muita pesquisa. São Paulo é a maior cidade do Brasil, uma das maiores do mundo e tem imóveis para todos os gostos e estilos, nas mais diferentes regiões. Encontrar o menor preço, para quem quer comprar ou conseguir um valor mais elevado, para quem deseja vender, é uma verdadeira maratona.

Apesar da crise que assolou o país em 2017 e fez muita gente adiar o plano da casa própria, vários locais em São Paulo registraram uma alta no preço. Esse ano, quem está pensando em sair do aluguel precisa acompanhar bem esta variação de preços porque não basta apenas gostar de um bairro para resolver comprar o imóvel neste local, é preciso saber como ficou a alta nos preços dos imóveis por lá.

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliário do Brasil, fez um levantamento e encontrou as zonas e também os bairros da capital paulista em que foi registrado um aumento nos valores dos imóveis. O portal também relacionou os locais que registraram queda no preço. No centro da cidade, por exemplo, foi onde o preço dos imóveis mais subiu, chegando a 2,9% em 2017. Por lá, o preço médio do metro quadrado do imóvel ficou em R$ 8.239,00. Já na região Nordeste foi o contrário, o registro foi de grande queda nos valores, chegando a 2,6% e o preço médio do metro quadrado do imóvel nesta zona ficou em R$ 6.169,00.

Para deixar o levantamento mais completo, o Imovelweb analisou os preços de apartamentos com 2 quartos de 65m² e uma vaga na garagem e constatou que é sempre bom não fechar negócio de cara e tentar negociar, principalmente nos bairros em que foi registrado uma queda no preço dos imóveis. Nestes locais os proprietários ainda tentam fechar um bom negócio, mas sabem que vai ser preciso reduzir um pouco no valor para ficar na média e o comprador sabendo disso precisa aproveitar a ocasião para economizar um pouco mais, até porque depois da compra vem os gastos com transferência, cartório, registros e ainda tem a compra dos móveis, decoração, entre outros gastos.

Confira as zonas onde o preço dos imóveis mais subiu e caiu em São Paulo, no ano passado:

  • Centro: aumento de 2,90%.
  • Oeste: aumento de 0,40%.
  • Centro-Sul: aumento de 0,60%.
  • Sudeste: queda de 0,20%.
  • Noroeste: aumento de 0,40%.
  • Sul: queda de 1,30%.
  • Leste: queda de 0,20%.
  • Nordeste: queda de 2,60%

Em relação aos bairros, os que registraram maior alta no preço médio dos imóveis foram: Ibirapuera e Vila Nova Conceição, na zona Sul de São Paulo. É interessante observar que a zona Sul, de um modo geral, registrou queda no preço dos imóveis, de 1,30%, mas estes dois bairros da região apresentaram aumento nos preços, por isso, é tão importante pesquisar.

Veja abaixo os bairros onde houve aumento no preço médio dos imóveis no ano passado.

  1. Sé: 25,4%
  2. Jardim Vitória Régia: 15,3%
  3. Vila Ida: 15,20%
  4. Jardim Saúde: 15,0%
  5. Lapa de Baixo: 13,9%
  6. Várzea da Barra Funda: 10,8%
  7. Vila Buarque: 9,5%
  8. Jardim Arpoador: 9,4%
  9. República: 8,8%
  10. Vila Emir: 8,7%

E abaixo, os bairros que apresentaram maior queda no preço dos imóveis em 2017:

  1. Cj. Padre Manoela da Nóbrega: 39,0%
  2. City América: 12,8%
  3. Jardim Santa Ifigênia: 10,5%
  4. Cj. Residencial Butantã: 10,1%
  5. Vila Vermelha: 9,8%
  6. Vila Marieta: 9,8%
  7. Cidade S. Francisco: 9,7%
  8. Vila Caraguatá: 9,5%
  9. Engenheiro Goulart: 9,0%
  10. Sítio da Figueira: 8,3%

Com essa relação é possível saber onde fica mais fácil conseguir negociar um bom preço e também onde você terá que pagar mais caro, devido à alta no valor dos imóveis.

Por Russel


A partir do ano de 2018, haverá o encaminhamento do carnê apenas 2 vezes ao ano. Confira as opções.

O IPTU SP 2018 é uma das principais preocupações dos contribuintes que residem nesta região do país no início de cada ano, pois consistindo no imposto a ser pago para aqueles que possuem qualquer tipo de imóvel ou terreno dentro do perímetro urbano.

Como os valores e situações relacionadas com o pagamento adequado do IPTU para o ano de 2018 em São Paulo apresentam sempre modificações relevantes, este assunto será abordado com maiores detalhes em seguida neste artigo considerado.

Valores relacionados com o IPTU SP 2018

O montante a ser pago por determinado contribuinte quanto ao IPTU SP 2018 é realizado com base em uma multiplicação que considera o valor venal de cada um deles com uma alíquota delimitada pelos municípios do país de maneira específica.

O valor venal consiste no preço a ser pago pelo Poder Público caso aquele imóvel seja adquirido por meio de desapropriação sendo, portanto, sempre menor do que o valor de mercado considerado para o mesmo.

Já a alíquota vinculada com este imposto tem a sua porcentagem determinada por lei e que, no caso da cidade de São Paulo, por exemplo, será mantido em 3% com um reajuste relacionado apenas com a correção vinculada à inflação neste período avaliado.

Mudança no envio de carnê para pagamento IPTU SP 2018

Até o ano de 2017 os carnês para pagamento do IPTU relacionado ao ano corrente em São Paulo eram encaminhados um a cada mês que deveria ser pago pelos contribuintes de maneira especificada.

A partir do ano de 2018, haverá o encaminhamento apenas 2 vezes ao ano com a seguinte organização:

· 1º boleto: No início do ano contendo o lançamento referente ao valor total do IPTU com as suas primeiras parcelas.

· 2º boleto: Após o final do período de pagamento referente ao boleto anterior com os códigos de barras das parcelas ainda exigidas para sua quitação completa.

Para que os contribuintes não sejam pegos de surpresa haverá ampla comunicação no início do ano de 2018 com as datas especificadas para cada uma das situações mencionadas anteriormente.

Pagamento do IPTU SP 2018

As formas de pagamento vinculadas com o IPTU SP 2018 têm duas variações possíveis podendo ser feita de forma única como também de maneira parcelada em quantidades variadas dependendo do valor final a ser pago.

Existirão no ano de 2018 para o IPTU em São Paulo modalidades diferentes para sua quitação que pode ocorrer nas unidades da prefeitura municipal como também em alternativas como caixas eletrônicos dos bancos credenciados, pelo Internet Banking ou pelo cadastro de débito automático na conta corrente do contribuinte.

Consultas e 2ª via do IPTU SP 2018

Os contribuintes que possuem débitos pendentes quanto ao IPTU SP 2018 ou que desejam verificar alguns aspectos gerais de sua situação com relação ao pagamento deste imposto podem realizar consultas neste sentido.

Para isso basta acessar www.prefeitura.sp.gov.br escolhendo a página da Secretaria Municipal de Finanças acessando, em seguida, o ícone do IPTU que será apresentado após colocar informações como o CPF ou CNPJ bem como o código do imóvel.

Além de informar os débitos ou situação de um imóvel delimitado, este meio permite a emissão de 2ª via para carnês que se encontram em atraso, que foram perdidos ou que não chegaram ao endereço do contribuinte interessado com a geração, em seguida, do boleto bancário que deverá ser pago na data informada.

Conclusão

Desta maneira, ao considerar os aspectos básicos vinculados com o IPTU SP 2018 é possível realizar uma organização adequada no orçamento cotidiano para conseguir, assim, efetuar este tipo de pagamento sem atrasos evitando, com isso, a inclusão de novos valores ao montante principal delimitado.

Por Ana Camila Neves Morais


Confira os bairros de São Paulo com maior valorização imobiliária 2017.

A cidade de São Paulo traz encantos de norte a sul e de leste a oeste, mas será que para quem quer aplicar dinheiro no negócio imobiliário, a situação é a mesma?

O bairro Paraíso, localizado em uma das regiões mais nobres da capital, entre dois pontos turísticos: a Avenida Paulista e o Parque Ibirapuera, fazendo parte da região da Vila Mariana, integrando a região centro sul, é o bairro mais rentável para realizar investimento em imóveis, apresentando retorno anual na percentagem de 11,3. O retorno representa o que volta para o proprietário, sobre o valor do imóvel.

A representação desse percentual é representado pelo valor do aluguel, juntamente com a valorização correspondente ao período de 1 ano, sob a consideração de que o apartamento será vendido no período depois de 1 ano.

Com dados de maio de 2016, um apartamento que foi comprado, alugado por um ano e depois vendido, trouxe consigo o retorno percentual de 6,6%, segundo o estudo realizado pela Imovelweb, divulgado no site InfoMoney.

Isso significa que o resultado apresentado está acima da inflação, que marca 3,6%, enquanto isso, ficando abaixo do retorno de poupança, que está marcando 8,04%. Levando em consideração os bairros analisados, só 15% foi capaz de apresentar a rentabilidade total num nível superior ao da poupança. Logo abaixo do Paraíso, encontramos o Bom Retiro, apresentando os mesmos 11,3% de retorno.

Para obter os resultados, o levantamento considerou 500 mil anúncios de vendas, além do valor de locação de apartamentos de 65 mil metros quadrados, com 2 dormitórios, custando uma média de 350 mil reais, num período de 12 meses, localizados em 30 bairros de São Paulo.

Confira o ranking dos 10 bairros mais rentáveis da cidade de São Paulo, em ordem crescente.

  • Bela Vista: 10%
  • Caxingui: 10,1%
  • Vila Isa: 10,2%
  • Cidade Ademar: 10,2%
  • Campos Elíseos: 10,4%
  • Ibirapuera: 10,6%
  • Jardim Vila Mariana: 10,7%
  • Vila das Belezas: 11%
  • Bom Retiro: 11,3%
  • Paraíso: 11,3%

Carolina B.


Confira aqui quais são os bairros com aluguel mais caro e barato em São Paulo (SP).

Se você está procurando um imóvel para alugar na cidade de São Paulo, fique por dentro de quais são os bairros com valores mais baratos e os mais caros, segundo a pesquisa realizada pelo endereço eletrônico Imovelweb nesse ano de 2017.

Tomando como referência os apartamentos de 65 metros quadrados, na região central, os lugares com preços de alugueis mais em conta são: Bom Retiro, Luz, Morros dos Ingleses, Cambuci e República. Os respectivos valores correspondem a R$ 1.398, R$ 1.624, R$ 1.773, R$ 1.902 e R$ 2.121. Já os mais caros são: Consolação, Bela Vista, Higienópolis, Vila Buarque e Liberdade. Confira os preços de cada um respectivamente: R$ 3.214, R$3.069, R$ 2.340, R$ 2.306 e R$ 2.244.

Quem deseja morar na região centro-sul pode pagar entre R$ 1.345 na Vila Campestre e R$ 1.535 na Vila Santa Catarina para custear alugueis mais baratos. Aqueles que podem desembolsar uma quantia mais alta têm como opção imóveis de R$ 3.129 na Chácara Santo Antônio até R$ 4.418 na Vila Nova Conceição.

Na área localizada a nordeste da capital paulista é possível alugar um imóvel por R$ 1.206 na Vila Maria ou por R$ 2.861 no Parque Industrial Tomas Edson.

Por sua vez, a zona noroeste é a que apresenta menor diferença entre os preços mais caros e baratos dos bairros. Por exemplo, em Jaguará a locação vale R$ 1.291. Enquanto que no Parque Maria Domitila, o preço médio é de R$ 1.551.

A zona oeste tem bairros com valores acima de R$ 4 mil como Itaim Bibi (R$ 4.407), Vila Olímpia (R$ 4.267) e Cidade Monções (R$ 4.024). Os bairros com preços menores são Jardim Cláudia (R$ 1.299), Jardim Boa Vista (R$ 1.285) e Parque Continental (R$1.184).

Na zona Sul, o lugar mais caro para alugar um imóvel é Paraíso do Morumbi, que custa R$ 2.378. Já Paraisópolis é a localidade mais em conta, com preço médio de R$ 1.296.

Na zona leste da capital paulista é possível encontrar imóveis para aluguel ao preço de R$ 1.223, em Jardim São Savério, até R$ 2.326 em Anália Franco.

No estudo foram observados mais de 2 milhões de anúncios em 400 bairros do município de São Paulo.

Melisse V.


Confira aqui os bairros mais caros para se morar na cidade de São Paulo.

A cidade de São Paulo é conhecida como referência quando pensamos em qualidade de vida e em termos de oportunidades de emprego e de estudo. Porém, para quem pensa em se mudar para a capital do Estado, precisa saber que alguns bairros estão com preços muito acima da média no valor do metro quadrado para construção e compra de imóveis.

O levantamento de todos os dados foi feito pelo Imovelweb, um site especializado no mercado imobiliário e tudo que cerca o assunto. Sabendo disso, é importante ressaltar, inicialmente, que o valor mais caro do metro quadrado está no bairro do Ibirapuera, sendo esse de R$ 19.118 no mês de março. Sendo assim, o aumento na variação do preço do local nos últimos 12 meses é de 6,7%, estando o bairro 216% acima dos preços médios encontrados nas diferentes regiões de São Paulo.

Em segundo lugar, a Vila Nova Conceição, está com o m² em R$ 16.520, uma variação de 1,8%. E na sequência temos: Itaim Bibi, com R$ 12.730 o m² e variação de 1,5% no comparativo do último ano; Vila Olimpia, com R$ 11.642 o m² e variação de 0,2%; Pinheiros, com R$ 11.205 o m² e variação de -1,6%; Vila Madalena, com R$ 10.958 o m² e variação de 2,9%; Moema, com R$ 10.673 o m² e variação de 0,6%; Brooklin, com R$ 10.562 o m² e variação de -1,3%; e Pacaembu, com R$ 10.063 o m² e variação de -0,3%.

Finalmente, em 10º lugar, está o bairro do Campo Belo. Esse possui, da relação, o metro quadrado mais barato, custando R$ 9.953. Sua variação não teve qualquer alteração no preço nos últimos 12 meses.

Ainda conforme conclusões do estudo realizado, a Zona Oeste vem se consolidando cada vez mais e mês a mês como uma das regiões mais valorizadas e desejadas por todos os paulistanos. Portanto, em regiões como Vila Madalena e Pinheiros, é muito comum encontrarmos empresas, residências, centros comerciais e muitos outros, com a melhor infraestrutura possível.

Sendo assim, essa fatia de São Paulo ocupa, pelo menos, 50% do ranking de bairros mais caros da região. Ainda, o valor geral do metro quadrado por lá é de R$ 8.198, um número que é 35% superior à média já encontrada na cidade.

Kellen Kunz


Confira aqui uma lista com as 10 principais imobiliárias de Ribeirão Preto (SP).

Com quase 675 mil habitantes, Ribeirão Preto (a 313 km de SP) é uma cidade próspera do interior paulista e o 25º maior PIB (Produto Interno Bruto) do país, superando algumas capitais brasileiras. E, no caso, investir em imóveis na cidade pode ser uma boa opção de negócio.

Além disso, Ribeirão tem qualidade de vida e pode ser uma boa alternativa para quem busca uma vida menos agitada nas grandes metrópoles e não abre mão de viver numa cidade de porte médio e próspera. No caso, se deseja buscar por imóveis, confira abaixo uma lista com dez das mais importantes imobiliárias da cidade, com respectivos contatos e mais informações sobre as atividades de cada um desses estabelecimentos.

1- Maçonetto

O local possui imóveis desde terrenos, apartamentos simples -bem como- residências que podem custar em torno de R$ 1 milhão.

Contato: http://www.maconetto.com.br/

2- César Paschoal

Com 25 anos de atuação, a imobiliária conta imóveis de alto padrão, com venda de mansões que custam a partir de R$ 1 milhão, mas há valores mais baixos para compra de imóveis.

Contato: https://www.imobiliariacesarpaschoal.com.br/

3- Imóveis Martinelli

A imobiliária tem opções para quem deseja morar em condomínios como Alphaville, dentre outros. Na página da Martinelli ainda é possível acessar canais de vídeos com promoções e ofertas de imóveis.

Contato: http://www.imoveismartinelli.com.br/

4- Imobiliária Santa Maria

Especializada em locação, venda de imóveis prontos e lançamentos, a imobiliária é uma das mais conhecidas da cidade e região. O estabelecimento também conta com popularidade nas redes sociais, a página da imobiliária no Facebook tem quase 43 mil curtidas e engajamento com os usuários.

Contatos: http://www.santamariatem.com.br/

https://www.facebook.com/santamariatem

5- Lago Imóveis

Opções para comprar ou alugar imóveis com preços populares. Outra modalidade disponível é a possibilidade de realizar trocas, caso a pessoa tenha algum imóvel e deseja usá-lo na obtenção de outro.

Contato: http://www.lagoimobiliaria.com.br/

6- Fortes Guimarães

O local tem imóveis diversos, inclusive opções para fins comerciais, bem como, casas de alto padrão (em torno de R$ 5.000 por mês, referente à locação).

Contato: http://www.imobiliariafortesguimaraes.com.br/

7- Dínamo Imóveis

São várias opções para quem deseja alugar ou comprar um imóvel em vários bairros da cidade. Contato: http://www.dinamoimoveis.com.br/

8- Sônia & Ramalho Imóveis

Além de opções para locação e venda de imóveis, o site da imobiliária também traz conteúdo com dicas sobre o mercado imobiliário.

Contato: http://www.soniaeramalhoimoveis.com.br/

9- Mundial Imóveis

A imobiliária possui lançamentos de condomínios residenciais com projetos arquitetônico que privilegiam o espaço. Há opções em lotes com cerca de 335 m².

Contato: http://www.mundialimoveis.com.br/

10- Dinardi Imóveis

O local conta com venda e locação de imóveis de médio a alto padrão.

Contatos: https://www.facebook.com/dinardi.imoveis/

http://www.imobiliariadinardi.com.br/

Por Letícia Veloso


CDHU é a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo que visa promover o acesso às famílias de baixa renda, a moradias populares em diversas cidades do estado.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) é uma empresa pertencente ao Governo Estadual e com vínculo com a Secretaria de Habitação.

A CDHU é o maior promotor da conhecida moradia popular do Brasil e sua maior missão é promover o acesso às famílias de baixa renda, a moradias populares em diversas cidades do estado.

Com diversos programas habitacionais, a CDHU atende, prioritariamente, famílias com renda total entre 1 e 10 salários mínimos e além de fazer moradias para essas pessoas, a CDHU, faz grande intervenção para uma melhoria geral no desenvolvimento urbano das cidades em que atua, promovendo uma melhor qualidade de vida para todos, sempre seguindo as normas da Secretaria de Habitação.

A CDHU foi fundada em 1949 e já usou diversos nomes, mas desde 1989, usa essa nomenclatura. Desse período para cá, já foram feitas centenas de casas populares em quase todas as cidades do estado de São Paulo, tirando milhares de pessoas da miséria e oferecendo condições dignas de moradia. As pessoas que podem se cadastrar no programa oferecido são: casais com ou sem filhos, irmãos, avós e netos, tios e sobrinhos e demais parentes (desde que sem os pais), pessoas com mais de 30 anos sem nenhuma união estável, que tem filhos menores de 25 anos que moram com elas.

Na hora de emitir um boleto de pagamento ou a segunda via de um débito em atraso, é aconselhável ter em mãos os seguintes documentos: número da conta que consta no boleto, número do CPF do titular ou mutuário e data de nascimento do mesmo. O processo pode ser feito pela internet, assim como todas as informações sobre a CDHU podem ser vistas no link www.cdhu.sp.gov.br/a_empresa/apresentacao-cdhu.asp. Esse site é bastante interativo e o cidadão deve ler com muita atenção todas as informações, além de todos os requisitos do programa do governo, para se ter a chance de adquirir a tão sonhada casa própria.

Para mais informações, a CDHU disponibiliza um telefone para que a pessoa tire eventuais dúvidas que é o 0800 000 2348.

Por Rodrigo Souza de Jesus

CDHU SP


Confira aqui os bairros com aluguel mais barato e caro em São Paulo (SP).

Com a crise afetando todo mundo, alugar um imóvel não tem sido nada fácil, pois todo mundo quer sempre encontrar um que seja mais barato, mas que ofereça boa localização. Essa tarefa se torna mais difícil quando se procura por um imóvel para alugar em São Paulo, onde os preços geralmente são mais altos, mas há vários lugares na cidade onde é possível fechar um bom negócio.

Os melhores preços estão em Pirituba e também na Vila Formosa, mas lembre-se que para alugar um imóvel é preciso levar em consideração outros fatores, por exemplo, a distância de seu trabalho, se tem escola por perto, supermercado ou algum centro comercial e se for para empresa deve-se verificar se o ponto é comercial.

São Paulo é uma cidade que conta com ótimos bairros, pontos privilegiados, porém, esses lugares geralmente são os mais caros para se alugar um imóvel, por exemplo, na Vila Olímpia o metro quadrado pode ultrapassar os R$ 65,00. Em Pinheiros o valor é mais baixo um pouco, custa R$ 54,78 o metro quadro, o que ainda está bem acima do limite da maioria das pessoas e empresas que procuram um imóvel.

Outra região de São Paulo onde o aluguel é mais caro é no Brooklin, com o metro quadrado acima dos R$ 53,00. Outros locais que têm o metro quadrado mais caro para aluguel em São Paulo são: Bela Vista, Vila Mariana e também no Perdizes.

Mas há os locais em que o metro quadrado para aluguel de imóveis é bem mais em conta e são regiões que contam com ótimos pontos, é só ter um pouco de paciência para encontrar o imóvel que atenda ao seu perfil. Na Vila Formosa o preço do metro quadrado é só R$ 20,00 e você só precisa procurar um pouco mais para encontrar muitas opções boas.

Na Freguesia do Ó o metro quadrado para aluguel de imóvel é só R$ 21,00. E tem vários outros pontos onde você paga bem menos, confira alguns: Vila Carrão, Santana, Butantã, Vila Prudente, Mooca e Tatuapé.

O importante é nunca fechar negócio no primeiro imóvel que lhe apresentarem e ler atentamente o contrato antes de assinar. E ainda, dê uma volta pelas ruas próximas do imóvel de seu interesse, procure conhecer o bairro e ainda, verifique se há risco de inundação.

Por Russel


Confira aqui quais são os Bairros de São Paulo mais caros e baratos para se comprar um imóvel.

Com a crise econômica instalada no país, a variação dos preços dos imóveis na cidade de São Paulo em 2016 chegou, em muitos casos, a quase 7%.

Além disso, esse cenário provocou, em 2015, uma queda de 24% no lançamento de novos empreendimentos, queda de 6,9% no número de vendas de imóveis e queda de 20% das vendas totais.

O resultado disso é uma espécie de gangorra, com imóveis valorizando-se e desvalorizando-se em um cenário de agitação do mercado imobiliário.

Segue, abaixo, uma lista com os bairros mais caros e mais baratos para comprar imóveis em SP, levando em consideração basicamente a infraestrutura e o preço do m2 do local.

Os mais caros:

 

1) Vila Nova Conceição

Novamente o m2 mais caro de São Paulo (R$ 16.125,00) está localizado na Zona Sul da cidade e caracteriza-se pelos imóveis milionários, praças extremamente conservadas e infraestrutura privilegiada.

2) Itaim

Um dos bairros mais caros da cidade (Zona Sul), é considerado aquele que mais abriga influências do mundo inteiro. Com o m2 avaliado em R$ 12.532,00, é um verdadeiro centro gastronômico de negócios e de lazer.

3) Vila Olímpia

Com ruas calmas e grandes espaços, abriga escritórios de empresas como: Google, Facebook, Alpargatas, entre outros. Por isso mesmo é considerado um dos principais pólos financeiros da cidade de São Paulo, com o m2 avaliado em R$ 11.557,00.

4) Pinheiros

Um dos primeiros bairros da cidade de São Paulo, hoje abriga uma agitada vida noturna, imponente centro financeiro, bares, shoppings; que curiosamente convivem com ruas antigas, imóveis do séc. XVI e jardins bastante arborizados. Preço do m2: R$ 11.304,00

5) Pacaembu

O seu m2, avaliado em R$ 10.365 reais esse ano, teve uma variação de 6,7%. Localizado na Zona Oeste, hoje é um dos bairros mais caros da cidade e um dos mais importantes pólos culturais; além de ser famoso pelo desenho moderno e bastante original.

Os mais baratos

1) Tiradentes

O bairro de Tiradentes (Zona Leste) é considerado uma das maiores reuniões de conjuntos habitacionais do mundo. São cerca de 41 mil imóveis espalhados por um complexo que caracteriza-se pela ausência de indústria e comércio relevante.

2) Itaim Paulista

Uma espécie de subprefeitura da cidade de São Paulo, é conhecida por ser reduto de uma grande comunidade de nordestinos. Localizada no extremo Leste da cidade, possui uma infraestrutura mediana, por isso é um dos bairros mais baratos da cidade.

3) Grajaú

Com um dos maiores índices de crescimento da cidade de São Paulo, é também um dos mais carentes de atenção dos poderes públicos.

É o mais importante bairro do distrito do Grajaú, com quase 500 mil habitantes.

4) Conjunto Habitacional José Bonifácio

Localizado na Zona Leste da cidade de São Paulo, é uma antiga colônia japonesa (anos 20), que caracteriza-se por ser um dos bairros mais baratos da cidade. É um conjunto de imóveis habitados por uma comunidade de trabalhadores e com razoável infraestrutura.

5) Guaianases

Uma antiga aldeia indígena, hoje é uma comunidade de trabalhadores que vê-se às voltas com o descaso dos órgãos públicos.

Já foi conhecido como um bairro de “parada”, devido à simplicidade dos seus imóveis, ausência de um comércio satisfatóro e atividade industrial.


Até o momento, o valor dos aluguéis para imóveis comerciais caiu para R$ 107 o metro quadrado na cidade de São Paulo. A tendência é que os valores possam cair ainda mais, segundo especialistas do setor.

Ao iniciar um negócio, uma das principais decisões é em relação à localização do estabelecimento, seja ele para vendas ou administrativo. Na capital paulista, São Paulo, quase todo empresário tem interesse em ter seu negócio em uma das regiões prestigiadas da cidade.

Em meio à crise econômica enfrentada pelo Brasil, uma nova oportunidade está sendo criada para que empresas possam procurar por uma melhor localização, em especial em áreas nobres.   

Devido à crise no mercado imobiliário, os valores dos aluguéis para empresas têm caído consideravelmente este ano. E são justamente os aluguéis corporativos que passam por uma queda acentuada.

De acordo com o supervisor de pesquisa imobiliária corporativa Buildings, Jonas Libardi, em 2012 o valor médio do metro quadrado era de R$ 150. Já este ano, até o momento, caiu para R$ 107. Caso o mercado não corresponda, a tendência é que os valores possam cair ainda mais.   

As regiões da capital paulista que mais apresentaram quedas nos valores dos aluguéis foram a Vila Olímpia, com 27%; Faria Lima, com 22%; Paulista, com 14%; e Berrini, com 12,5% de queda. O principal motivo para a queda nos preços dos aluguéis está na grande oferta de imóveis nestas áreas.

No ano de 2012 a variedade de imóveis era pequena, por isso os valores dos estabelecimentos disponíveis eram inflacionados. Com vários negócios fechados e muitos escritórios devolvidos, além do grande volume de unidades criadas, o preço tende a descer para que os imóveis não fiquem parados.   

Muitas empresas estão se aproveitando deste momento para migrar a sede de suas empresas para áreas mais nobres de São Paulo. Visto que há mais empreendimentos imobiliários para serem lançados em 2016, é muito provável que a tendência do preço baixo permaneça.   

Jonas Libardi acredita que quem assinou contrato em 2012 tem ótimas possibilidades de conseguir um estabelecimento melhor em condições bastante vantajosas.

Por William Nascimento


São Paulo Home Show será realizado nos dias 26 e 27 de setembro e irá ofertar imóveis usados e seminovos com desconto real em cima do valor da avaliação do imóvel.

A RE/MAX, empresa do ramo imobiliário, realizará o São Paulo Home Show, evento que possui o objetivo de ofertar imóveis usados e seminovos com desconto real em cima do valor da avaliação do imóvel.

O intuito da RE/MAX é criar um cenário repleto de oportunidades que sejam realmente viáveis para os visitantes.

O objetivo da empresa é realizar o evento em outros estados do Brasil, São Paulo seria o pontapé inicial.

Dentre os serviços oferecidos será possível encontrar: Financiamentos, Assessoria Jurídica, Palestras, Serviços de Cartório além de Atendimento Personalizado para os visitantes.

Vale lembrar que todos os imóveis estarão abertos para visitas nos dias de realização do evento.

Dentre as centenas de oportunidades que serão oferecidas encontram-se casas e apartamentos. Um dos exemplos de venda será um apartamento localizado no bairro de Santo Amaro que possui 2 vagas na garagem, de  R$ 1.350.000,00 por R$ 1.090.000,00, o  desconto oferecido nesse caso é de 260 mil reais, há também um apartamento no bairro do Panamby com desconto de 300 mil reais.

O evento acontecerá no último final de semana do mês de setembro, no Centro Empresarial RE/MAX, dias 26 e 27 das 10h às 20h. O endereço do evento será na R. Estados Unidos, nº 1.725, no bairro Jd. América.

Para realizar a inscrição acesse www.remaxhomeshow.com.br ou entre em contato através do telefone (11) 3053-9900 para mais informações.

A RE/MAX International, conhecida por alguns de seus slogans como “O Céu é o limite" conta com quase 100 mil corretores que atuam em quase 100 países através de aproximadamente 7.000 agências.

A RE/MAX Brasil disponibiliza para todos seus franqueados a Universidade RE/MAX que oferece através de um centro de formação e aperfeiçoamento oferece ampliação do aprendizado e diretrizes de mercado por meio de estratégias educacionais, tecnológicas e que abrangem também a comunicação.

Por Beatriz 


Em julho foram registradas 2.588 vendas de unidades em São Paulo, queda de quase 60%.

A venda de imóveis residenciais no estado de São Paulo no mês de julho teve uma queda de quase 60%.  No mês de julho foram registradas 2.588 vendas de unidades, número que recuou para 1.042 no mês de agosto. Os números são de uma pesquisa realizada pelo Sindicado da Habitação do estado de São Paulo (Secovi-SP).

Mas o número de vendas do mês de julho, quando comparado com o mesmo período do ano passado, teve um aumento de 41,6% das vendas. A explicação é que o evento da Copa do Mundo afetou de certa forma negativamente o mercado imobiliário no país no ano de 2014.

Os lançamentos também tiveram queda. Os dados são da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). No mês de julho, o número de unidades residenciais lançadas foi de 825, o que representou uma queda de 59,5% em relação ao mês de junho e de 26,9% se relacionado com o mês de julho do ano anterior.

Segundo a Secovi, os lançamentos do mês de julhos deste ano tiveram o menor número registrado, desde o ano de 2005.

Dos imóveis vendidos registrados, 49,3% tinham dois quartos. Eram 514 unidades, com valor médio de venda de R$ 358 mil. O valor era bem próximo ao registrado no mês anterior (em junho, o valor era de R$ 350 mil por unidade). Já os imóveis com apenas um quarto, representaram uma porcentagem de 31,9% do total de vendas, (332 vendidas). O terceiro lugar ficou com os imóveis de três quartos, representando 16,2% do total de vendas (169 vendidos). Por último, apareceram os imóveis com quatro ou mais quartos, que representavam 2,6% do total de vendas (somente 27 unidades vendidas).

Claudio Bernardes, presidente do sindicato afirma que percebe-se uma tendência dos empresários para se ajustar as atuais regras, utilizando criatividade, mesmo diante das incertezas econômicas. Para ele, no entanto, não é preciso somente viabilizar a venda de imóveis para quem procura moradia, é preciso também oferecer boas condições de financiamento residencial, com melhores taxas de juros e condições adequadas a cada cliente.

Por Patrícia Generoso

Venda de imóveis


Foram vendidas 2.588 unidades residenciais na capital de São Paulo, o que representa uma alta de 20,4% em comparação ao mês de maio.

Só em junho foram vendidas 2.588 novas unidades residenciais na capital São Paulo, o que representa um percentual de 20,4% a mais do que no mês de maio. Os dados são do sindicato da habitação (Secovi), que mostra um aumento de 141,4% em relação ao mesmo período do ano passado em que estava sendo realizada a Copa do Mundo de futebol.

Desse percentual, 57,6% foram de imóveis de dois dormitórios, com preço médio de R$ 350 mil. Os imóveis de três dormitórios tiveram o percentual de 20,2% de aumento, o que representa 524 unidades. Os de um dormitório ficaram com 20,1% e os de 4 ou mais dormitórios representaram 2% do total de vendas no mês de junho.

A oferta de imóveis em São Paulo ainda é grande, uma vez que no fim do mês de julho ainda existiam 27.448 unidades disponíveis. Mesmo representando uma queda de 2,4% em relação a maio, não é possível comemorar o resultado. Segundo o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, em comunicado, o cenário ainda é de apreensão, uma vez que a base de comparação é fraca e fora da normalidade do mercado.

Apesar dos ajustes que o mercado realizou, as expectativas são das melhores e isso vale para todos os setores da economia. Claudio afirma que houve um recuo nos lançamentos de imóveis novos de 15,6% sobre junho, ante ao mesmo período do ano passado. Se comparado a maio, o percentual foi de 15,3% a menos.

O estoque de imóveis residenciais em São Paulo (capital) em junho diminuiu em 2,4% sobre o mês anterior, chegando a pouco mais de 27 mil unidades. Em nota, a Secovi anunciou que foi registrado o esgotamento de inúmeros projetos habitacionais, os quais já teriam sido aprovados pelos órgãos competentes e a Prefeitura, conforme o Plano Diretor da cidade e que os novos projetos, terão um custo de produção ainda maior. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Venda de imóveis em SP

Foto: Divulgação


Vendas de imóveis novos vêm caindo nos últimos meses e previsões para o 2º semestre não são animadoras para o setor.

A venda de novos imóveis em São Paulo continua caindo e os novos lançamentos já não atraem tantos interessados assim. A crise no setor se mostra mais forte agora, mas desde o início do ano que já vem dando sinais que os lançamentos imobiliários não teriam boas vendas, pois só no mês de janeiro a queda nas vendas chegou a 28% e nos meses seguintes, com o agravamento da crise econômica no Brasil, o cenário só foi piorando.

De acordo com o SECOVI-SP – Sindicato da Habitação de São Paulo, comparando o início do ano com o mesmo período do ano passado, a queda chegou a 77%. No início de 2014, o mercado não estava em sua melhor fase, mas as vendas conseguiram se manter estáveis e até apresentaram um certo crescimento, mas neste ano de 2015 a situação piorou muito e o que é pior, só vem agravando.

E enquanto de um lado São Paulo vai apresentando uma queda nas vendas, do outro lado vai crescendo o estoque, com um aumento médio de 40% no início deste ano em relação ao ano passado.

Com a chegada do segundo semestre, o temor agora é que se iniciem as demissões em massa também no setor da construção civil, pois os seis primeiros meses foram difíceis, mas havia aquele clima de "espera" por um anúncio de que a crise econômica estaria passando. Só que o segundo semestre se inicia e as perspectivas não são nada animadoras para quem tem lançamentos imobiliários que na verdade já foram lançados há tempos e ficam esperando os compradores aparecerem.

Os lançamentos imobiliários que oferecem residências menores, principalmente de 2 ou somente 1 quarto, têm conseguido um resultado menos ruim, pois são mais baratos e contam com melhor localização, ficando próximo das melhores áreas comerciais e de trabalho, atendendo assim, a um perfil do público que trabalha fora o dia todo e não faz questão de um imóvel tão grande, mas não abre mão que ele seja mais próximo do serviço e dos principais pontos da cidade, evitando assim, perder muito tempo no trânsito.

Houve queda também, na região metropolitana de São Paulo que é composta por 39 municípios. Se compararmos com o desempenho do mercado do ano passado, a queda chega a quase 50%.

Por Russel

Imóveis em São Paulo

Foto: Divulgação


Abril foi o 2º mês seguido de alta nas vendas e lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo. Porém, o Secovi-SP reduziu as projeções para 2015, acreditando em um recuo entre 15% e 20% nas vendas.

Segundo o Secovi-SP, sindicato da habitação, as vendas e lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo subiram no mês de abril. Este é o segundo mês seguido de alta. No entanto, o sindicato reduziu as projeções para o ano de 2015. Agora, o Secovi tem uma projeção de recuo entre 15% a 20% nas vendas em 2015.   A previsão anterior do sindicato era de estabilidade a avanço de até 10% em 2015. Com a nova previsão deve haver um recuo de 17,3 mil a 18,4 mil unidades em relação ao ano de 2014. Em relação aos lançamentos, o sindicato projetou uma queda significativa de 23% a 25% perante 2014, em um intervalo de 25,5 mil a 26,2 mil unidades. No começo do ano, em fevereiro, o Secovi-SP afirmou que a expectativa de recuo girava em torno de 10%.   

No mês de abril, as vendas cresceram 1,8%, a 2.185 unidades, na comparação anual, de acordo com o que informou o Secovi-SP nesta terça-feira (09). Em relação a março, o aumento foi de 72,5%.   

Em nota, o sindicato afirmou que apesar de dois meses seguidos de crescimento nas vendas, ainda é muito cedo para afirmar que o mercado de imóveis em São Paulo esteja se recuperando. Ao analisar a soma dos valores de vendas (VGV) o resultado é de R$ 884,2 milhões, um recuo anual de 37,2%. No entanto, este número representa uma alta de 30,8% em relação ao mês de março.   

Ainda segundo os dados do Secovi, a média dos valores dos imóveis vendidos foi de R$ 405 mil, bem abaixo dos R$ 655 mil há um ano. Os dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), mostram que os lançamentos obtiveram uma alta anual de 28,2%, para 3.023 unidades. Ao comparar com o mês de março, o número tem uma alta de 291,1%.   O estoque de imóveis na capital paulista também está elevado. No fim de abril deste ano, este número chegou a 28.021 unidades, o que equivale a cerca de 23 meses de vendas. O ano de 2014 terminou com um estoque de imóveis não vendidos de 27,3 mil unidades. Este é o pior desempenho neste quesito para o mercado imobiliário paulistano na última década.

Por William Nascimento

Imóveis em SP

Fotos: Divulgação


Região que mais tem sofrido com a crise é São Paulo, onde a procura por imóveis é de apenas 22% das construções em áreas nobres da capital.

Com a restrição do acesso ao crédito em bancos e ainda com a redução na renda da população – principalmente da classe média – o mercado imobiliário não tem vivido bons momentos em sua economia. Com a conhecida crise econômica, que elevou os juros para 13,25%, é que as pessoas têm pensando muito bem antes de fazer uma compra, ainda mais se ela exigir pagamentos a longo prazo.

Apresar dessa realidade estar presente em todo o Brasil, é no estado de São Paulo que a situação tem sido sentida com toda a força. Até mesmo em áreas nobres da capital paulista como Itaim, Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini, são cerca de 14 milhões de metros quadrados construídos para uma procura de apenas 22% dessas construções.

Trazendo essa realidade para números mais próximos, significa dizer que para cada 5 metros quadrados construídos, apenas 1 metro quadrado é procurado para se fechar negócio. Não se pode esquecer aqui também do ramo imobiliário dos aluguéis, os quais estão caros ao custar até R$ 122 por mês – por metro quadrado – em capitais como o Rio de Janeiro. Com isso, o consumidor julga melhor investir na casa própria, se for para ter custos com casa de aluguel – o que só traz mais aumento para a crise.

Especialistas do setor imobiliário afirmam que nem tudo é má notícia, uma vez que a tendência do mercado imobiliário é fazer com que a situação das vendas e dos aluguéis melhorem, no entanto, não se trata de nada que ocorra de “hoje para amanhã”, salientando que esse setor vai passar por melhoras sutis apenas no final de 2017 para início de 2018.

Contraditoriamente, a busca de clientes por compras de galpões comerciais tem passado por um bom aquecimento, aliás, é o que tem evitado com que uma crise ainda mais profunda alcance o ramo imobiliário. De acordo com a consultoria imobiliária JLL (Jones Lang LaSalle), são 28 milhões de metros quadrados de galpões já construídos e em plena negociação, com a previsão de que mais 15 milhões de metros quadrados de galpões sejam entregues até 2017.    

O estoque de imóveis para vender e alugar é muito, contudo, a procura por eles tem sido muito pouca, uma situação que precisa da economia e dos seus aquecimentos para que volte, com força total, a gerar toda a lucratividade e geração de emprego e renda que é típico desse segmento.

Por Michelle de Oliveira

Imóveis em SP

Foto: Divulgação


Fevereiro registrou 732 unidades vendidas, com queda de 25,4% se comparado a janeiro

Foi registrada uma queda na venda de imóveis novos em São Paulo no mês de fevereiro deste ano, a diminuição girou em torno de 24%. Esta queda foi registrada perante uma comparação da comercialização deste tipo de bens no mesmo período do ano passado.   

Segundo um levantamento feito pelo Secovi de São Paulo, a venda de imóveis voltou a despencar no segundo mês deste ano. Em fevereiro, foram comercializadas 732 unidades, este valor significou uma queda de 25,4% se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Ao comparar com o número de vendas de janeiro, a diminuição nas transações foi de 0,7%.  

De acordo com uma nota liberada pelo economista-chefe da entidade que fez a pesquisa, Celso Petrucci, o menor número de dias no mês de fevereiro, as poucas esperanças no crescimento da economia e o Carnaval, foram os principais responsáveis pela desconfiança em torno à prosperidade do país, assim, isso também se viu refletido nas vendas de imóveis novos.  

Os imóveis mais vendidos foram os de dois dormitórios, foram 330 unidades vendidas, já os de um quarto somaram 203 unidades comercializadas, seguidos pelo de três dormitórios 152 e os imóveis com mais de três (47). Normalmente, as pessoas optam por aptos de dois quartos porque os de um dormitório tornam-se pequenos para quem deseja construir uma família ou já tem uma, outro fator no que diz respeito à questão familiar, é que as famílias estão menores ao diminuir a quantidade de filhos de um casal. Desta fora, o apartamento ou casa de dois dormitórios torna-se o imóvel mais indicado para aquisição.  

Os dados da Secovi/SP indicam que no mês de fevereiro, houve o lançamento de 872 unidades, este foi um aumento de 59,7% em relação ao mês de janeiro e 7,2% a menos do que o mesmo período no ano passado.  

Por Melina Menezes

Imóveis em SP

Foto: Divulgação


Após vários anos de valorização contínua no setor imobiliário, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro registram uma queda real nos imóveis. As cidades registraram alta dos preços de 0,40% no mês de setembro, o que está abaixo da inflação projetada para o mês, que seria de 0,43%, segundo o índice FipeZap, uma expectativa do Boletim Focus do BC (Banco Central) para o IPCA de setembro do ano corrente.

Este é um indicado positivo para quem busca seu imóvel e mostra que o momento é favorável, pois o valor médio do metro quadrado dos imóveis, no mês de setembro, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, teve uma queda real. Essas informações estão no índice FipeZap, que leva em consideração 20 cidades do país quanto ao mercado imobiliário.

O que pode confundir a cabeça de quem acompanha esta notícia é o fato de se falar em queda real, uma vez que houve aumento no valor dos imóveis. Tal fato ocorre porque se a variação do valor é menor do que a alta geral dos preços, ou seja, a inflação, diz-se que houve uma queda real, uma perda do poder de compra para um setor específico.

A queda não anima tanto aos que ainda buscam por um imóvel, uma vez que as duas cidades ainda registram os imóveis mais caros, levando em consideração os municípios que são acompanhados pelo índice FipeZap. No mês de setembro, o valor médio do metro quadrado do imóvel foi de R$ 10.793,00 e de R$ 8.277,00 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

Ressalta-se que se consideradas as 20 cidades do índice, a alta no mês de setembro foi de 0,55%.

Apesar do resultado positivo no mês de setembro para quem busca um imóvel, o ano de 2014 apresenta um aumento do valor médio do metro quadrado dos imóveis na casa de 5,4% nas 20 cidades do índice citado. Esta alta é superior à variação do IPCA para o período.

Por André César


São Pauloregistrou o menor percentual de vendas de imóveis residenciais novos dos últimos dez anos. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) informou que foram comercializados 1.744 unidades em março, o que representa uma queda de 57,3% em relação ao mesmo mês de 2013. E isso não é de hoje, já que nos primeiros meses também foram registradas diminuições no volume de vendas. Em fevereiro, por exemplo, foram vendidas 981 unidades, o que representa uma queda de 49,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

O indicador de vendas sobre oferta (VSO), medidor das unidades comercializadas em relação à oferta de imóveis foi de 8,2%, mostrando uma recuperação em relação aos primeiros meses de 2014. Para se ter uma ideia em janeiro e fevereiro, o percentual foi de 5,2% e 5%, respectivamente. O indicador também é um dos menores da história, já que sua média é de 11,8%.

Em nota o Secovi – SP afirmou “O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo apresentou sinais de recuperação em março, diante de janeiro e fevereiro. O resultado, porém, ficou aquém dos excelentes números de março de 2013”. Na ocasião foram lançados grandes empreendimentos residenciais, que elevaram o número de vendas, que não foram mantidas neste ano. O Secovi também afirmou que esta não é uma situação para se desesperar e que não haverá bolha imobiliária.

Alguns motivos foram determinantes para a situação atual, entre eles estão as incertezas acerca do mercado, os rumos da economia, as exigências para construir e o encarecimento dos terrenos. Outros motivos também geraram as incertezas, como a perspectivas de queda do Produto Interno Bruto (PIB), pressão inflacionária, além das variações da época do ano.

Com a baixa nas vendas é possível que os preços dos imóveis e as condições se tornem mais atraentes, o que pode voltar a aquecer o mercado. Resta esperar para se saber como o mercado irá se comportar e que rumo irá tomar. 

Por Robson Quirino de Moraes


O mercado imobiliário, embora um pouco menos aquecido, vendeu mais unidades com mais dormitórios do que o normal.

Dos imóveis comercializados em outubro de 2011, 54,1% eram com três dormitórios, ou seja, das 2.017 unidades vendidas, 1.092 estavam neste perfil. Na segunda posição, os imóveis com dois dormitórios representaram 29,4%.

O percentual foi divulgado pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) em pesquisa divulgada pela entidade.

Durante todo o ano de 2011, as vendas dos imóveis com três dormitórios só havia sido maior em abril. De julho a setembro, as unidades com dois dormitórios representaram cerca de 50% das unidades vendidas.

Nos Bairros da Mooca e Brooklin, os apartamentos custaram entre R$ 750 mil e R$ 900 mil. Já em Interlagos, Pari, Itaim Paulista, Cambuci e Parque Bristol, os valores oscilaram entre R$ 200 mil e 520 mil.

Em relação à área em metros quadrados, o maior volume de vendas se concentrou entre imóveis com 46m2 e 65m2.

Os lançamentos também ganharam destaque e tiveram um pequeno avanço. Em outubro foram disponibilizadas 3.215 unidades contra 2.739 no mês anterior. Os dados são da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

Por Natali Alencar


O mercado de locação de imóveis continua em alta, mesmo com as possibilidades oferecidas pelas construtoras e pelo próprio governo para a aquisição da moradia própria. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP) aponta, porém, que os contratos novos de aluguel assinados em abril descreveram aumento médio de 2,2% de preços ante março.

Esta alta, que não é pequena, contribui para a taxa acumulada de 15,82% dos últimos 12 meses. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, os valores praticados estão mais elevados porque a demanda por imóveis sob o regime de aluguel está acima da própria oferta na capital paulista.

No intuito de salientar sua posição, Crestana revela que basta um imóvel ficar desocupado para uma fila de interessados se formar. Nos dias atuais, pondera, muitas pessoas buscam a comodidade de morar perto do trabalho, mesmo que temporariamente.

Os imóveis de dois e três quartos foram aqueles que registraram os maiores avanços no valor do aluguel, com altas médias de 2,5% no mês de abril em comparação a março. As moradias de um e dois dormitórios registraram incremento de 2% e 2,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando o sonho da casa própria parece distante, uma boa saída é locar moradia. Um levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP revela que os aluguéis residenciais novos na cidade de São Paulo avançaram 2,1% entre fevereiro e março de 2011. Esse crescimento, no final das contas, gera índice de 15,25% n acumulado dos últimos 12 meses.

Na visão de Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, atualmente existe falta geral de imóveis para alugar na capital paulista, situação que empurra os valores da locação para cima.

O Secovi-SP aponta que os contratos de aluguel celebrados em conformidade ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) sofrerão reajuste em 10,95% em abril, taxa acumulada e relacionada aos últimos 12 meses encerrados em março.

A ascensão registrada nos contratos novos foi estimulada, especialmente, pelas residências de dois e três dormitórios, cujas taxas avançaram 2,7% e 3,6%, respectivamente. Nas moradias de um quarto o acréscimo abraçou índice de 0,5% no mês de março em detrimento a fevereiro.

A expansão do setor imobiliário pode ajudar a explicar essa constatação de carência de imóveis de locação. Algumas pessoas, na espera pela entrega das chaves de seu lar próprio, optam por alugar um canto temporário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


O boom imobiliário, no país, teve diversos pontos de origem, entre eles poder de renda mais saliente do brasileiro, bem como aumento do número de empregos na última década e acesso ao crédito com menos restrições. Para atalhar possibilidades de “bolha imobiliária”, assim como outros entraves semelhantes, o Banco Central (BC) decidiu iniciar um ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, Selic, assim como determinações em torno do crédito.

Em compensação, muitas pessoas ainda optam por alugar imóvel residencial, casa ou apartamento. Segundo informações divulgadas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), o número de contratos novos relacionados à locação, na cidade de São Paulo cresceu, 0,9% em comparação a janeiro, índice que salta para 15,14% no acumulado dos últimos 12 meses.

De acordo com Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, embora exista grande falta de imóveis para locação na cidade, incidindo no avanço de valores dos novos contratos, a taxa de incremento de aluguéis apresenta-se em baixa. Para fomentar sua opinião, avalia que é a primeira ocasião, desde novembro do ano passado, que a ascensão do índice fica abaixo de 1%, ou seja, a incidência de oferta e demanda começa a ilustrar equilíbrio.

Separado por portes, as moradias de um e dois dormitórios sofreram aumento de preços de 0,4% e 0,5%, respectivamente, ao mesmo tempo em que moradias de três dormitórios representaram avanço de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP


O tempo de imaginar que apenas os grandes centros urbanos apresentavam as melhores oportunidades de emprego já pertence ao passado. Com a instalação de empresas de médio e grande porte nas cidades interioranas, profissionais têm procurado novas oportunidades, mesmo que, para isso, precisam se mudar.

Além dessa constatação, a própria população local passou a usufruir do bom cenário da economia do país, tanto que informações descritas pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) revelam que os imóveis de dois dormitórios econômicos e de dois quartos sem elevador estão em alta entre os lançamentos no interior paulista.

O sindicato assinala que o crédito bancário mais acessível, o aumento da massa salarial das classes C e D e o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ são as principais constatações para esse alçamento.

Em São José do Rio Preto, o índice de lançamentos desses portes chegou a 47,1% do total, percentual similar ao de Bauru (42,4%), mas inferior ao de Sorocaba (57,2%).

O preço do metro quadrado nessas regiões varia de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil, podendo chegar de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil entre os lançamentos mais tradicionais, de alto padrão e com localização privilegiada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os números do setor imobiliário permanecem aquecidos. O lançamento de novos empreendimentos, as entregas de outros que já estavam em andamento há um, dois ou mais anos e as perspectivas futuras tornam este um dos setores mais promissores e rentáveis, também para investimentos.

Em dezembro de 2010, o mercado de imóveis novos na cidade de São Paulo contabilizou vendas de 4.960 unidades, alta de 51,7% sobre novembro. Apesar de esse índice ser notório, na comparação com o período igual de 2009 a comercialização decaiu 12,4%.

De acordo com a Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário levantada pelo Secovi-SP, o indicador Vendas Sobre Oferta (VSO) registrou índice de 29,2% no mês de dezembro, contra 24,1% de novembro e outros 30,8% de dezembro de um ano antes. Esse medidor refere-se ao número de unidades vendidas e as ofertas de um mesmo período.

Os imóveis de dois dormitórios representaram 52% do total vendido, no mês na cidade de São Paulo, desde empreendimentos com valor de R$ 100 mil a outros acima de R$ 900 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Àqueles que não possuem condições de adquirir imóvel novo ou que não querem fazê-lo por motivos distintos, locar residências surge como boa alternativa, sobretudo quando ela está situada próximo ao local de trabalho. Em 2010, o mercado de locação residencial para os paulistanos aumentou consideravelmente, tanto aos contratos mais antigos como aos novos.

De acordo com Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) nos contratos válidos com aniversário neste início de ano (janeiro) e com o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) como base para cálculos, o aumento chegou a 11,32% entre janeiro e dezembro.

Nos contratos novos fixados no mês passado, houve acréscimo médio de 1,9%, no valor de apartamentos e casas, em comparação a novembro. Para Francisco Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, essa alta serena poder ter como origem a ascensão das devoluções e atendimento de listas de espera de locatários.

A falta de imóveis para locação pode até diminuir nos próximos anos, pois as residências edificadas com base nas diretrizes do programa “Minha Casa, Minha Vida” devem ser entregues gradualmente. Contudo, ainda é cedo para emitir qualquer apreciação em torno dessa possibilidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secovi-SP (release)


A expansão do setor imobiliário deve ser mais branda em 2011, após meses de intensa atividade por todo o país. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio da Pesquisa do Mercado Imobiliário, 31 mil residências novas foram edificadas em São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado, mil unidades a mais em relação ao período análogo de 2009.

A configuração de destaque nesses 11 meses foram os imóveis de dois quartos, responsáveis por 40% das unidades comercializadas. Os lares de três dormitórios, porém, representaram índice não muito abaixo desse, de 32%, enquanto moradias de quatro quartos, 17%. De acordo com a pesquisa, a menor procura foi pelos locais de apenas um dormitório (11%).

Embora medidas de aperto de crédito venham a diminuir as vendas pelo setor, se os prognósticos se confirmarem a diretoria do Sindicato da Habitação crê na continuidade dos bons resultados averiguados no segmento, com crescimento próximo ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), calculado (para 2011) em 4,5% pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online


Nem sempre o consumidor consegue adquirir bens de valores altos, sobretudo veículos automotores e residências. Ao segundo caso, portanto, pode-se dar “aquele” jeitinho de ter um canto para morar, que é justamente a ocupação de imóvel sob o regime do aluguel. Nos meses de setembro e outubro do ano passado, o índice de locação no Estado de São Paulo recuou consideravelmente, porém em novembro a história foi diferente.

Dados divulgados no dia 17 de janeiro pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP) indicaram avanço de 1,63% no número de locações realizadas na região em comparação a outubro, que havia contraído queda de 13,72% sobre setembro.

Das quatro regiões consultadas, três configuraram avanços no índice, com destaque para o litoral, território em que a locação registrou salto de 36,26% em novembro sobre seu mês imediatamente anterior. Na capital paulista o avanço foi mais ameno, de 1,85%, enquanto o grande ABC, Osasco e Guarulhos, contabilizaram juntas  incremento de 1,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


Notícias circundando o bom momento do setor imobiliário brasileiro não são mais novidades. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do O Sindicato das Empresas  de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indica que entre janeiro e dezembro do ano passado 31 mil residências novas foram vendidas na cidade de São Paulo, um mil acima do período igual de 2009.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, estudo em questão, a quantidade só não atingiu um patamar mais elevado em virtude dos lançamentos não terem acompanhado o ritmo do segmento. Apesar disso, em 2010 cerca de 36 mil unidades comercializadas poderão ser constatadas.

O Secovi-SP exprime que o índice Vendas Sobre Oferta (VSO) chegou a 22,7%, em média, de janeiro a novembro. O medidor tem por base a correspondência entre o total de imóveis comercializados sobre o volume ofertado mensalmente. A classe média foi a grande responsável pelo bom patamar do VSO, uma vez que a casta adquiriu bom número de lares.

Release divulgado pelo sindicato expõe que no acumulado de 2010 até novembro, conforme informações da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), 30 mil unidades foram lançadas em São Paulo, 19% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A cidade de São Paulo teve este ano uma elevação nos preços de seus imóveis novos, demonstrando uma grande valorização no setor.

No período de janeiro a outubro deste ano, o metro quadrado dos imóveis lançados no mercado teve um aumento de 81%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Como exemplo tem-se os apartamentos residenciais do Bela Vista, no Centro de São Paulo, onde o preço do metro quadrado é de R$8.043.

Considerando a cidade como um todo, em 2010 houve uma média de 29% de aumento na valorização dos imóveis novos, em relação ao ano de 2009. Em Moema, na zona sul paulista, foi encontrado o maior valor médio por metro quadrado de imóveis em lançamento, registrado em R$10.513.

Por Elizabeth Preático


Todos os anos é normal muitas famílias alugarem um imóvel no litoral para passarem as festas de fim de ano. Mas, para quem pretende fazer isso esse ano, é bom se preparar para os valores absurdos. No litoral paulista houve um aumento de 132% nos aluguéis do ano passado para esse ano.

A pesquisa foi realizada pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) do Estado de São Paulo, que avaliou 72 imobiliárias em 12 cidades litorâneas. De acordo com a pesquisa, o maior aumento foi no litoral central, onde se localizam as cidades de Santos, São Vicente, Guarujá e Bertioga. O aluguel diário nessas cidades passou de R$ 663 para R$ 1.540.

Em compensação, no litoral sul, onde ficam as cidades de Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe e Praia Grande, o aluguel de um apartamento de três quartos ficou 39% mais barato. Um aluguel de R$ 652 passou para R$ 400.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa


O Secovi-SP divulgou nesta quarta-feira, 17 de novembro, que os imóveis novos da cidade de São Paulo, para fins residenciais, apresentaram uma queda nas vendas de 44,84% no mês de setembro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em setembro deste ano foram vendidos 2.785 imóveis residenciais novos, contra 5.049 em setembro de 2009. Mas, comparando-se o resultado com  o mês de agosto, neste ano o mês de setembro apresentou um aumento de 70% nas vendas.

A queda já ocorrida em agosto deste ano, em relação ao mesmo mês de 2009, foi justificada anteriormente como resultado de dificuldades para se viabilizar os empreendimentos em São Paulo, incluindo valores e legislação urbanística, o que levou aos empreendedores a preferência por investir em outros municípios da Grande São Paulo.

Por Elizabeth Preático


Casa própria nem sempre é possível devido a inúmeros fatores particulares e em alguns casos, globais. Por isso, ter acesso a um lar pode ser possível por meio de aluguel, que no mês passado, em São Paulo, apresentou aumento médio de 1,7% em comparação a agosto. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), no acumulado dos últimos 12 meses o valor para alugar uma casa na capital paulista cresceu 12,8%.

Para o sindicato, a demanda maior em relação à oferta incidiu com maior firmeza nas residências de apenas um quarto, as quais contraíram avanço de 2,4% em setembro ante o mês imediatamente anterior. Além desse fator, o estado de conservação do imóvel e a localização, para lares nos moldes de um dormitório, acarretam fila de interessados em contratá-los.

O estudo, divulgado por meio de Hilton Pecorari Baptista, diretor de locação residencial do sindicato, revelou que um imóvel de três dormitórios situado na zona norte de São Paulo, por exemplo, teria valor de locação por metro quadrado de R$ 13,44 a R$ 13,87, dependendo do estado de conservação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


O 6º Feirão da Casa Própria, realizado entre os dias 31 de maio e 13 de junho em todo Brasil, foi tido pela Caixa Econômica Federal como grande sucesso. Aos brasileiros que se valeram do acontecimento, imóveis abrangidos pelo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” tiveram grande representatividade.

Em breve, entre os dias 23 e 26 deste mês, acontecerá o Salão Imobiliário de São Paulo (Sisp), o qual abrangerá mais de 200 mil unidades à comercialização, tanto longe das fronteiras brasileiras como dentro do país. Os preços, a partir de R$ 150 mil reais, contarão com taxas de juros menores em relação às adotadas costumeiramente pelo mercado.

João Crestena, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), pondera que o evento é o mais considerável no segundo semestre de 2010, período no qual a maior parcela dos negócios praticados no segmento são concentrados, conforme enunciação ao portal R7.

Para Marly Parra, diretora de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, praticamente sete em cada dez residências disponíveis pertencem à faixa de R$ 300 mil (entre dois e três dormitórios). O único “porém” ao Sisp é o fato de nenhuma unidade se enquadrar nos padrões do “Minha Casa, Minha Vida”.

O evento acontecerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1.209  – Santana), em São Paulo, das 12h às 21h, na quinta e sexta-feira, e das 10h às 21h, no sábado e no domingo.

Maiores informações podem ser obtidas no site oficial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os imóveis comercializados no bairro são os mais diversos. Apartamentos ou casas com design moderno, clássico, tradicional, de todos os tamanhos e para todos os gostos. Os edifícios com vista privilegiada para as principais atrações do bairro, como o parque Villa-Lobos, são os mais procurados. O investimento para viver em um local tão completo não é pequeno, mas torna-se apenas um detalhe frente a tantos predicados que o lugar possui. Os preços são variados, mas em média, é possível encontrar bons apartamentos por R$ 300 mil, podendo chegar até a alguns milhões de reais para se ter uma cobertura ou um duplex de luxo.

Mais que um bairro sofisticado, o Alto de Pinheiros é o espaço ideal para quem gosta de tranquilidade ou movimento, natureza ou grandes construções, a sofisticação de tradicionais restaurantes ou a agitação de renomados bares. É a diversidade de São Paulo e do mundo em um só lugar.

Por Luana Neves


Nesta semana inicia o Feirão da Casa Própria, promovido pela Caixa Econômica Federal. Só em São Paulo, serão diversos imóveis novos, na planta e usados à venda, com prazos de pagamento que variam de dez a trinta anos, dependendo da escolha do consumidor entre financiar com o banco ou diretamente com a construtora.

As opções de moradia são na capital, no ABC paulista e na Baixada Santista, que somam no total, R$24,6 bilhões. Mas, de qualquer forma, é importante que o interessado faça uma boa pesquisa antes de qualquer aquisição, verificando quais as melhores condições de oferecidas. Os interessados deverão levar para o local os seguintes documentos: identidade, CPF, comprovante de residência e os três últimos comprovantes de pagamento.

Já os trabalhadores informais devem levar extratos bancários e fatura do cartão de crédito referente aos três últimos meses.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


A pesquisa mensal realizada pelo Secovi-SP abaliza que os aluguéis de apartamentos e casas negociados no mês passado assinalaram avanço médio de 10% no período acumulado dos últimos 12 meses.

O portal de economia do Estadão ajuíza que essa alta é a maior variação dentro de um tempo de um ano, desde junho de 2009, quando houve ascensão de 11,33%. Caso março seja comparado a seu mês anterior, os novos contratos de aluguem contraíram ascensão de 2%.

Os imóveis de até dois quartos, em específico, foram os que mais tiveram acréscimo entre fevereiro e março, de 2,5%. Por outro lado, o aluguel de residências de somente um dormitório apontou crescimento médio de 2%, diferentemente de três quartos, com elevação de 0,8%.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Secovi SP promove uma iniciativa de grande importância para o mercado imobiliário: curso de técnicas de vendas e negociações.

O programa que acontece de 27 a 29 de abril na Universidade Secovi, serve como uma excelente forma de reciclagem para corretores experientes e para aqueles que estão iniciando carreira. Técnicas inovadoras e com foco em forte comunicação entre cliente e corretor, serão o grande tema do curso que também deve abordar técnicas de marketing pessoal, crucial para o sucesso do corretor profissional.

Segundo o professor Luiz Paulo Bernardi, responsável pelo curso, a meta é exemplificar negociações de sucesso através da utilização da Neurolinguística. A Neurolinguística prevê a observação comportamental do indivíduo e como utilizar tal comportamento a favor de uma negociação de sucesso.

Uma excelente dica para todos os profissionais de venda, especialmente do setor imobiliário. Maiores informações na Secovi SP.


Acaba de ser anunciada a nova administradora da Villa Daslu, complexo de luxo localizado às Margens do Rio Pinheiros, na cidade de São Paulo. Em 11 de janeiro, um contrato entre a Iguatemi Empresa de Shopping Centers e a WTorre Empreendimentos Imobiliários foi acertado.

A partir do 1º dia de março, a famosa Daslu terá a integração, na mesma área, de um shopping de luxo, o JK Iguatemi, e três torres comerciais. Carlos Jereissati, presidente da Iguatemi, avalia que o intento recém-acordado valorizará muito mais todo o complexo, pois o projeto estimado apresenta diferenciações que prometem surpreender os consumidores.

Eliana Tranchesi, que antes administrava o empreendimento Daslu, foi condenada há poucos meses a quase 95 anos de prisão devido a escândalos envolvendo a marca da loja. No entanto, ela passeia normalmente por vários locais do mundo, superando a expectativa daqueles que acreditavam que não conseguiria se recuperar financeira e moralmente.

Clique aqui e confira outros pontos da matéria e saiba mais sobre o passado de Eliana Tranchesi.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, finalizado no último final de semana, a totalização monetária concedida em financiamentos para o setor girou em torno de mais de R$ 300 milhões. O evento, que atraiu mais de 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, provou a consolidação da retomada de atividades econômicas no país, segundo Eduardo Sanovicz, organizador da feira.

Em detrimento à última edição do Salão Imobiliário, a presença dos ditos imóveis populares foi o principal atrativo, bem como a principal diferença. Dentre as 100 mil moradias à venda, quase 50% se enquadraram no programa denominado “Minha Casa, Minha Vida”, que beneficia pessoas interessadas em adquirir imóveis novos de até R$ 130 mil.

Em dados gerais, esse novo aspecto de renda pondera os financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal. Para se ter uma idéia, até a tarde do último domingo, a instituição acertou R$ 145 milhões para mais de mil pessoas. Desse montante, R$ 83 milhões foram direcionados a residências do referido programa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de São Paulo (Secovi-SP) registrou queda de 24,4% na venda de imóveis em São Paulo. Os dados revelam que foram vendidas apenas 16.460 unidades residenciais no primeiro semestre do ano. A maior queda aconteceu no mês de julho, revelando baixa nas vendas de 41,5% em comparação a junho.

O número de lançamentos também apresentou redução no acumulado do ano. O Secovi indicou queda de 50% em relação ao mesmo período em 2008, com a disposição de apenas 9,7 mil imóveis residenciais novos no mercado. Em contrapartida, os imóveis comerciais apresentaram alta de 130% em lançamentos ocorridos entre janeiro e julho deste ano com a venda de quase duas mil unidades. Segundo economistas, apesar da baixa, o mercado pretende aumentar os lançamentos até o final do ano.





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