Em julho foram registradas 2.588 vendas de unidades em São Paulo, queda de quase 60%.

A venda de imóveis residenciais no estado de São Paulo no mês de julho teve uma queda de quase 60%.  No mês de julho foram registradas 2.588 vendas de unidades, número que recuou para 1.042 no mês de agosto. Os números são de uma pesquisa realizada pelo Sindicado da Habitação do estado de São Paulo (Secovi-SP).

Mas o número de vendas do mês de julho, quando comparado com o mesmo período do ano passado, teve um aumento de 41,6% das vendas. A explicação é que o evento da Copa do Mundo afetou de certa forma negativamente o mercado imobiliário no país no ano de 2014.

Os lançamentos também tiveram queda. Os dados são da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). No mês de julho, o número de unidades residenciais lançadas foi de 825, o que representou uma queda de 59,5% em relação ao mês de junho e de 26,9% se relacionado com o mês de julho do ano anterior.

Segundo a Secovi, os lançamentos do mês de julhos deste ano tiveram o menor número registrado, desde o ano de 2005.

Dos imóveis vendidos registrados, 49,3% tinham dois quartos. Eram 514 unidades, com valor médio de venda de R$ 358 mil. O valor era bem próximo ao registrado no mês anterior (em junho, o valor era de R$ 350 mil por unidade). Já os imóveis com apenas um quarto, representaram uma porcentagem de 31,9% do total de vendas, (332 vendidas). O terceiro lugar ficou com os imóveis de três quartos, representando 16,2% do total de vendas (169 vendidos). Por último, apareceram os imóveis com quatro ou mais quartos, que representavam 2,6% do total de vendas (somente 27 unidades vendidas).

Claudio Bernardes, presidente do sindicato afirma que percebe-se uma tendência dos empresários para se ajustar as atuais regras, utilizando criatividade, mesmo diante das incertezas econômicas. Para ele, no entanto, não é preciso somente viabilizar a venda de imóveis para quem procura moradia, é preciso também oferecer boas condições de financiamento residencial, com melhores taxas de juros e condições adequadas a cada cliente.

Por Patrícia Generoso

Venda de imóveis


Foram vendidas 2.588 unidades residenciais na capital de São Paulo, o que representa uma alta de 20,4% em comparação ao mês de maio.

Só em junho foram vendidas 2.588 novas unidades residenciais na capital São Paulo, o que representa um percentual de 20,4% a mais do que no mês de maio. Os dados são do sindicato da habitação (Secovi), que mostra um aumento de 141,4% em relação ao mesmo período do ano passado em que estava sendo realizada a Copa do Mundo de futebol.

Desse percentual, 57,6% foram de imóveis de dois dormitórios, com preço médio de R$ 350 mil. Os imóveis de três dormitórios tiveram o percentual de 20,2% de aumento, o que representa 524 unidades. Os de um dormitório ficaram com 20,1% e os de 4 ou mais dormitórios representaram 2% do total de vendas no mês de junho.

A oferta de imóveis em São Paulo ainda é grande, uma vez que no fim do mês de julho ainda existiam 27.448 unidades disponíveis. Mesmo representando uma queda de 2,4% em relação a maio, não é possível comemorar o resultado. Segundo o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, em comunicado, o cenário ainda é de apreensão, uma vez que a base de comparação é fraca e fora da normalidade do mercado.

Apesar dos ajustes que o mercado realizou, as expectativas são das melhores e isso vale para todos os setores da economia. Claudio afirma que houve um recuo nos lançamentos de imóveis novos de 15,6% sobre junho, ante ao mesmo período do ano passado. Se comparado a maio, o percentual foi de 15,3% a menos.

O estoque de imóveis residenciais em São Paulo (capital) em junho diminuiu em 2,4% sobre o mês anterior, chegando a pouco mais de 27 mil unidades. Em nota, a Secovi anunciou que foi registrado o esgotamento de inúmeros projetos habitacionais, os quais já teriam sido aprovados pelos órgãos competentes e a Prefeitura, conforme o Plano Diretor da cidade e que os novos projetos, terão um custo de produção ainda maior. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Venda de imóveis em SP

Foto: Divulgação


Vendas de imóveis novos vêm caindo nos últimos meses e previsões para o 2º semestre não são animadoras para o setor.

A venda de novos imóveis em São Paulo continua caindo e os novos lançamentos já não atraem tantos interessados assim. A crise no setor se mostra mais forte agora, mas desde o início do ano que já vem dando sinais que os lançamentos imobiliários não teriam boas vendas, pois só no mês de janeiro a queda nas vendas chegou a 28% e nos meses seguintes, com o agravamento da crise econômica no Brasil, o cenário só foi piorando.

De acordo com o SECOVI-SP – Sindicato da Habitação de São Paulo, comparando o início do ano com o mesmo período do ano passado, a queda chegou a 77%. No início de 2014, o mercado não estava em sua melhor fase, mas as vendas conseguiram se manter estáveis e até apresentaram um certo crescimento, mas neste ano de 2015 a situação piorou muito e o que é pior, só vem agravando.

E enquanto de um lado São Paulo vai apresentando uma queda nas vendas, do outro lado vai crescendo o estoque, com um aumento médio de 40% no início deste ano em relação ao ano passado.

Com a chegada do segundo semestre, o temor agora é que se iniciem as demissões em massa também no setor da construção civil, pois os seis primeiros meses foram difíceis, mas havia aquele clima de "espera" por um anúncio de que a crise econômica estaria passando. Só que o segundo semestre se inicia e as perspectivas não são nada animadoras para quem tem lançamentos imobiliários que na verdade já foram lançados há tempos e ficam esperando os compradores aparecerem.

Os lançamentos imobiliários que oferecem residências menores, principalmente de 2 ou somente 1 quarto, têm conseguido um resultado menos ruim, pois são mais baratos e contam com melhor localização, ficando próximo das melhores áreas comerciais e de trabalho, atendendo assim, a um perfil do público que trabalha fora o dia todo e não faz questão de um imóvel tão grande, mas não abre mão que ele seja mais próximo do serviço e dos principais pontos da cidade, evitando assim, perder muito tempo no trânsito.

Houve queda também, na região metropolitana de São Paulo que é composta por 39 municípios. Se compararmos com o desempenho do mercado do ano passado, a queda chega a quase 50%.

Por Russel

Imóveis em São Paulo

Foto: Divulgação


Imóveis financiados com os recursos da caderneta de poupança apresentaram queda nas vendas de janeiro a maio de 2015.

A crise econômica que o país enfrenta atualmente e o aumento da taxa básica Selic, afetou de forma negativa o setor imobiliário. Segundo os economistas brasileiros, a população nacional não deve esperar melhoras neste ano. Muitos deles, afirmam que durante o segundo semestre do ano poderá haver uma queda maior do que a atual.

É importante ressaltar que o dinheiro emprestado pelos bancos para quem deseja financiar seu próprio imóvel não é de posse dos banqueiros, e sim do que cada cidadão aplica na caderneta de poupança. A crise atual tem feito com que a população brasileira poupe uma menor quantidade financeira, e resgate os valores guardados na caderneta de poupança. Dessa maneira, os bancos nacionais diminuíram de maneira brusca o volume de financiamentos, já que a diminuição de verba inviabiliza a negociação.

Até mesmo a instituição Caixa Econômica Federal mudou os termos de contrato para aquisição de móveis usados. Antes da alta do Selic, quem desejasse possuir um imóvel próprio deveria possuir ao menos 20% do valor do imóvel, já atualmente é necessário ter em mãos 50% do valor. Por exemplo: para adquirir um imóvel usado que possui valor de mercado de R$ 120.000 é necessário dar uma entrada de R$ 60.00. Antigamente, era necessário ter apenas R$ 24.000 em mãos.

Segundo uma pesquisa feita pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), as entidades financeiras emprestaram R$ 38,9 bilhões para o financiamento de imóvel entre janeiro e maio de 2015. Durante o mesmo período de 2014, o valor estabelecido para financiamentos foi superior a R$ 44 bilhões. Houve uma queda de 11.8%.

Utilizar o dinheiro da poupança para comprar um imóvel já se tornou uma tarefa árdua. Segundo dados, no ano passado 213 mil imóveis foram adquiridos nesse mesmo período de ano; apenas 174 mil imóveis foram adquiridos entre janeiro e maio deste ano.

Tudo isso ocorre, porque o Governo Federal procura incentivar a população a poupar mais e consumir menos, e isso é feito pelo aumento da taxa Selic. Segundo os economistas, quem deseja investir prefere aplicar em projetos remunerados de acordo com a taxa Selic, os quais geram uma quantia maior do que a poupança.

Por Wendel George Peripato

Financiamento de imóveis


Abril foi o 2º mês seguido de alta nas vendas e lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo. Porém, o Secovi-SP reduziu as projeções para 2015, acreditando em um recuo entre 15% e 20% nas vendas.

Segundo o Secovi-SP, sindicato da habitação, as vendas e lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo subiram no mês de abril. Este é o segundo mês seguido de alta. No entanto, o sindicato reduziu as projeções para o ano de 2015. Agora, o Secovi tem uma projeção de recuo entre 15% a 20% nas vendas em 2015.   A previsão anterior do sindicato era de estabilidade a avanço de até 10% em 2015. Com a nova previsão deve haver um recuo de 17,3 mil a 18,4 mil unidades em relação ao ano de 2014. Em relação aos lançamentos, o sindicato projetou uma queda significativa de 23% a 25% perante 2014, em um intervalo de 25,5 mil a 26,2 mil unidades. No começo do ano, em fevereiro, o Secovi-SP afirmou que a expectativa de recuo girava em torno de 10%.   

No mês de abril, as vendas cresceram 1,8%, a 2.185 unidades, na comparação anual, de acordo com o que informou o Secovi-SP nesta terça-feira (09). Em relação a março, o aumento foi de 72,5%.   

Em nota, o sindicato afirmou que apesar de dois meses seguidos de crescimento nas vendas, ainda é muito cedo para afirmar que o mercado de imóveis em São Paulo esteja se recuperando. Ao analisar a soma dos valores de vendas (VGV) o resultado é de R$ 884,2 milhões, um recuo anual de 37,2%. No entanto, este número representa uma alta de 30,8% em relação ao mês de março.   

Ainda segundo os dados do Secovi, a média dos valores dos imóveis vendidos foi de R$ 405 mil, bem abaixo dos R$ 655 mil há um ano. Os dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), mostram que os lançamentos obtiveram uma alta anual de 28,2%, para 3.023 unidades. Ao comparar com o mês de março, o número tem uma alta de 291,1%.   O estoque de imóveis na capital paulista também está elevado. No fim de abril deste ano, este número chegou a 28.021 unidades, o que equivale a cerca de 23 meses de vendas. O ano de 2014 terminou com um estoque de imóveis não vendidos de 27,3 mil unidades. Este é o pior desempenho neste quesito para o mercado imobiliário paulistano na última década.

Por William Nascimento

Imóveis em SP

Fotos: Divulgação


Fevereiro registrou 732 unidades vendidas, com queda de 25,4% se comparado a janeiro

Foi registrada uma queda na venda de imóveis novos em São Paulo no mês de fevereiro deste ano, a diminuição girou em torno de 24%. Esta queda foi registrada perante uma comparação da comercialização deste tipo de bens no mesmo período do ano passado.   

Segundo um levantamento feito pelo Secovi de São Paulo, a venda de imóveis voltou a despencar no segundo mês deste ano. Em fevereiro, foram comercializadas 732 unidades, este valor significou uma queda de 25,4% se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Ao comparar com o número de vendas de janeiro, a diminuição nas transações foi de 0,7%.  

De acordo com uma nota liberada pelo economista-chefe da entidade que fez a pesquisa, Celso Petrucci, o menor número de dias no mês de fevereiro, as poucas esperanças no crescimento da economia e o Carnaval, foram os principais responsáveis pela desconfiança em torno à prosperidade do país, assim, isso também se viu refletido nas vendas de imóveis novos.  

Os imóveis mais vendidos foram os de dois dormitórios, foram 330 unidades vendidas, já os de um quarto somaram 203 unidades comercializadas, seguidos pelo de três dormitórios 152 e os imóveis com mais de três (47). Normalmente, as pessoas optam por aptos de dois quartos porque os de um dormitório tornam-se pequenos para quem deseja construir uma família ou já tem uma, outro fator no que diz respeito à questão familiar, é que as famílias estão menores ao diminuir a quantidade de filhos de um casal. Desta fora, o apartamento ou casa de dois dormitórios torna-se o imóvel mais indicado para aquisição.  

Os dados da Secovi/SP indicam que no mês de fevereiro, houve o lançamento de 872 unidades, este foi um aumento de 59,7% em relação ao mês de janeiro e 7,2% a menos do que o mesmo período no ano passado.  

Por Melina Menezes

Imóveis em SP

Foto: Divulgação


Seguindo a tendência (ruim por sinal) de outros segmentos, as vendas da indústria de materiais de construção não foram bem. Em 2015, o cenário não foi animador tendo em vista a queda ocasionada pela retração do mercado imobiliário e pelo também fraco desempenho nas obras de infraestrutura. Além disso, o consumidor está mais receoso frente ao atual cenário de insegurança econômica.  O setor teve uma queda de 11,5% em janeiro frente ao mesmo mês do ano passado.

Em relação a dezembro, o recuo foi menor, de 2,9%, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Segundo o Presidente da Associação, Walter Cover, afirmou que o percentual está muito abaixo das perspectivas de crescimento de 1% para 2015. De acordo com ele, as expectativas para o meses seguintes demonstram uma pequena recuperação, impulsionadas pelo mercado varejista, contudo a Associação pode rever sua previsão, de acordo com os resultados dos primeiros meses deste ano.

"Essa expectativa para 2015 está apoiada na manutenção dos atuais incentivos do governo ao setor (que já foram alterados), assim como na expansão dos investimentos e do Programa Minha Casa Minha Vida, na melhoria do nível de atividade das construtoras, na manutenção dos programas de emprego e renda e no câmbio mais desvalorizado, que dificulta importações de materiais", disse Cover em nota. Ele ainda informou que o resultado de janeiro foi o décimo primeiro mês consecutivo de queda nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior.

A pesquisa apresentou que as vendas de materiais de básicos continuaram a cair, frente aos materiais de acabamento. Este é um indicativo que há mais obras em fase de entrega do que em estágio inicial. As vendas de materiais básicos caíram 14,2% nas vendas em janeiro, em relação a janeiro de 2014, contudo cresceram 0,3% em relação a dezembro do ano passado. Já as vendas de materiais de acabamento recuaram 7,7% na comparação anual e de 8,8% ante o a dezembro. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Material de constru??o


São Pauloregistrou o menor percentual de vendas de imóveis residenciais novos dos últimos dez anos. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) informou que foram comercializados 1.744 unidades em março, o que representa uma queda de 57,3% em relação ao mesmo mês de 2013. E isso não é de hoje, já que nos primeiros meses também foram registradas diminuições no volume de vendas. Em fevereiro, por exemplo, foram vendidas 981 unidades, o que representa uma queda de 49,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

O indicador de vendas sobre oferta (VSO), medidor das unidades comercializadas em relação à oferta de imóveis foi de 8,2%, mostrando uma recuperação em relação aos primeiros meses de 2014. Para se ter uma ideia em janeiro e fevereiro, o percentual foi de 5,2% e 5%, respectivamente. O indicador também é um dos menores da história, já que sua média é de 11,8%.

Em nota o Secovi – SP afirmou “O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo apresentou sinais de recuperação em março, diante de janeiro e fevereiro. O resultado, porém, ficou aquém dos excelentes números de março de 2013”. Na ocasião foram lançados grandes empreendimentos residenciais, que elevaram o número de vendas, que não foram mantidas neste ano. O Secovi também afirmou que esta não é uma situação para se desesperar e que não haverá bolha imobiliária.

Alguns motivos foram determinantes para a situação atual, entre eles estão as incertezas acerca do mercado, os rumos da economia, as exigências para construir e o encarecimento dos terrenos. Outros motivos também geraram as incertezas, como a perspectivas de queda do Produto Interno Bruto (PIB), pressão inflacionária, além das variações da época do ano.

Com a baixa nas vendas é possível que os preços dos imóveis e as condições se tornem mais atraentes, o que pode voltar a aquecer o mercado. Resta esperar para se saber como o mercado irá se comportar e que rumo irá tomar. 

Por Robson Quirino de Moraes


As vendas de material para construção no mercado de varejo (compra de pequenas quantidades) apresentou um crescimento de 5,2% em outubro. Esse resultado é 2,4% maior do que as vendas do setor no mesmo período do ano passado.

As informações são de uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção. De acordo com os dados da pesquisa, nos últimos doze meses houve um crescimento de 1,5% na venda de materiais de construção no país.

Segundo Geraldo Cordeiro, da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, esses números representam uma reação no setor. Para ele, os comerciantes de materiais de construção estão otimistas quanto ao próximo período. Ele afirma que em novembro o número de vendas deve ser muito bom e alcançar a melhor marca do ano.

De acordo com a pesquisa da Associação, todos os seguimentos de matérias para construção apresentaram aumento de vendas em outubro, ante o mês de setembro. Também em todas as regiões do país houve aumento, com destaque para a região Sul e Nordeste.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Levantamento edificado pelo Ibope Inteligência a pedido da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assoalha que a comercialização de material de construção no setor varejista registrou estabilidade no mês passado, ou seja, nem acréscimo, nem queda foram descritos no período.

A manutenção no nível, porém, acompanha a queda de 5,3% registrada em janeiro sobre seu mês imediatamente anterior. De acordo com Cláudio Conz, presidente da associação, a estimativa de crescimento do ramo em 11% para este ano foi revista para 8,5%.

Apesar desses dados, por ora “positivos” (estáveis) no confronto mensal, a Anamaco se mantém confiante quanto à continuidade da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até dezembro próximo. Soma-se a este fator os empreendimentos edificados por meio do programa do governo federal para a área, o “Minha Casa, Minha Vida”, e outros projetos (de médio e curto prazo), dentre eles obras para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Na visão de Conz, o progresso do poder aquisitivo da população menos endinheirada e o desenvolvimento da economia, além de alguns outros, devem tornar 2011 um bom ano para o setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco


Os números do setor imobiliário permanecem aquecidos. O lançamento de novos empreendimentos, as entregas de outros que já estavam em andamento há um, dois ou mais anos e as perspectivas futuras tornam este um dos setores mais promissores e rentáveis, também para investimentos.

Em dezembro de 2010, o mercado de imóveis novos na cidade de São Paulo contabilizou vendas de 4.960 unidades, alta de 51,7% sobre novembro. Apesar de esse índice ser notório, na comparação com o período igual de 2009 a comercialização decaiu 12,4%.

De acordo com a Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário levantada pelo Secovi-SP, o indicador Vendas Sobre Oferta (VSO) registrou índice de 29,2% no mês de dezembro, contra 24,1% de novembro e outros 30,8% de dezembro de um ano antes. Esse medidor refere-se ao número de unidades vendidas e as ofertas de um mesmo período.

Os imóveis de dois dormitórios representaram 52% do total vendido, no mês na cidade de São Paulo, desde empreendimentos com valor de R$ 100 mil a outros acima de R$ 900 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com números expressivos no ano passado, o segmento de construção civil se solidificou como um dos mais rentáveis no país. Por essa breve e outras questões é que o setor de materiais de construção conseguiu, juntamente ao governo federal, a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final de 2011.

O grande número de obras por todo o país, desde empreendimentos residenciais a comerciais, passou a estimular toda a cadeia envolvida e revelou, infelizmente, outras constatações, como é o caso da falta da mão de obra qualificada segundo visão dos empresários.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o aquecimento do mercado continuará predominando e as vendas devem crescer entre 10% e 12% neste ano. Boa participação provirá das novas tecnologias, dos equipamentos e de máquinas, bem como de estratégias diferenciadas, que devem atender o dinamismo necessário das companhias.

Empresários do ramo têm apostado na edificação de mini-fábricas, responsáveis, pois, por prover e promover qualidade e agilidade nos processos de fabricação de materiais às obras, bem como instalação de esquadrias, situações que encurtam o tempo de edificação de empreendimentos.

Os ganhos se espalham para todos os lados. Primeiramente às construtoras, que conseguem, assim, entregar obras no prazo certo, depois aos próprios compradores, que podem se programar para mudanças de lar e vida.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com bom crescimento nos últimos meses e acompanhando a expansão do setor imobiliário, a comercialização doméstica de materiais de construção ascendeu 6,96% em dezembro de 2010 perante mês igual de 2009. Por outro lado, no confronto com novembro do ano passado houve arrefecimento de 8,88%.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), as vendas de componentes de acabamento ilustraram avanço de 17,9% no mês passado sobre dezembro de 2009, ao mesmo instante que materiais básicos avançaram 1,4%, na mesma base comparativa.

Para Melvyn Fox, presidente da associação, o resultado é proveniente do início de inúmeras obras em 2008, ocasião em que ocorreu aumento de materiais considerados como básicos. Contudo, boa parte dos empreendimentos atravessa, atualmente, etapas de conclusão.

A Abramat assinala que o segmento de materiais conquistou no ano passado crescimento de 12,14% no quesito faturamento, extrapolando inclusive a alta de 12% estimada anteriormente. Para 2011, por outro lado, a entidade prevê incremento de 9%, mesmo com a dilatação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para até 31 de dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


Notícias circundando o bom momento do setor imobiliário brasileiro não são mais novidades. Levantamento realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do O Sindicato das Empresas  de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indica que entre janeiro e dezembro do ano passado 31 mil residências novas foram vendidas na cidade de São Paulo, um mil acima do período igual de 2009.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, estudo em questão, a quantidade só não atingiu um patamar mais elevado em virtude dos lançamentos não terem acompanhado o ritmo do segmento. Apesar disso, em 2010 cerca de 36 mil unidades comercializadas poderão ser constatadas.

O Secovi-SP exprime que o índice Vendas Sobre Oferta (VSO) chegou a 22,7%, em média, de janeiro a novembro. O medidor tem por base a correspondência entre o total de imóveis comercializados sobre o volume ofertado mensalmente. A classe média foi a grande responsável pelo bom patamar do VSO, uma vez que a casta adquiriu bom número de lares.

Release divulgado pelo sindicato expõe que no acumulado de 2010 até novembro, conforme informações da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), 30 mil unidades foram lançadas em São Paulo, 19% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira, 19 de novembro, pela Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção), a venda de materiais de construção no Brasil neste último mês de outubro tiveram um crescimento de 0,63% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

Já em comparação com mês de setembro deste ano, o mês de outubro apresentou um decréscimo nas vendas em 0,47%. A previsão de alta no faturamento para este ano foi reduzida pela Abramat de 15% para 12%, em função da diminuição do ritmo de crescimento nas vendas em relação ao mesmo período de 2009. 

Nos dez primeiros meses deste ano, a venda de materiais de construção apresentou uma alta acumulada de 13,39%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Por Elizabeth Preático


O Secovi-SP divulgou nesta quarta-feira, 17 de novembro, que os imóveis novos da cidade de São Paulo, para fins residenciais, apresentaram uma queda nas vendas de 44,84% no mês de setembro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em setembro deste ano foram vendidos 2.785 imóveis residenciais novos, contra 5.049 em setembro de 2009. Mas, comparando-se o resultado com  o mês de agosto, neste ano o mês de setembro apresentou um aumento de 70% nas vendas.

A queda já ocorrida em agosto deste ano, em relação ao mesmo mês de 2009, foi justificada anteriormente como resultado de dificuldades para se viabilizar os empreendimentos em São Paulo, incluindo valores e legislação urbanística, o que levou aos empreendedores a preferência por investir em outros municípios da Grande São Paulo.

Por Elizabeth Preático


O 6º Feirão da Casa Própria, realizado entre os dias 31 de maio e 13 de junho em todo Brasil, foi tido pela Caixa Econômica Federal como grande sucesso. Aos brasileiros que se valeram do acontecimento, imóveis abrangidos pelo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” tiveram grande representatividade.

Em breve, entre os dias 23 e 26 deste mês, acontecerá o Salão Imobiliário de São Paulo (Sisp), o qual abrangerá mais de 200 mil unidades à comercialização, tanto longe das fronteiras brasileiras como dentro do país. Os preços, a partir de R$ 150 mil reais, contarão com taxas de juros menores em relação às adotadas costumeiramente pelo mercado.

João Crestena, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), pondera que o evento é o mais considerável no segundo semestre de 2010, período no qual a maior parcela dos negócios praticados no segmento são concentrados, conforme enunciação ao portal R7.

Para Marly Parra, diretora de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, praticamente sete em cada dez residências disponíveis pertencem à faixa de R$ 300 mil (entre dois e três dormitórios). O único “porém” ao Sisp é o fato de nenhuma unidade se enquadrar nos padrões do “Minha Casa, Minha Vida”.

O evento acontecerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1.209  – Santana), em São Paulo, das 12h às 21h, na quinta e sexta-feira, e das 10h às 21h, no sábado e no domingo.

Maiores informações podem ser obtidas no site oficial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nos últimos meses, o setor imobiliário do Recife (PE) vem sentindo a retração nas vendas de unidades em grandes e valorizados empreendimentos, como os condomínios fechados.

Dois deles, o Le Parc, situado no bairro da Imbiribeira, e o Evolution, em Boa Viagem, estão com as vendas muito aquém das expectativas dos empreendedores.

O primeiro tem previsão de entrega em junho de 2013 e dos 1.056 apartamentos disponíveis apenas 200 foram vendidos, até março passado. O segundo, tem entrega prevista para julho do próximo ano (2011).

O “freio” dos consumidores e futuros condôminos deve-se, principalmente, ao alto valor do investimento, que chega próximo de R$ 1 milhão. Aliado a isso estão às altas taxas de juros e reajustes cobrados nos financiamentos. O Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), por exemplo, chega a quase 9% ao ano. De quebra, ainda está a desconfiança de que os condomínios não venham a disponibilizar tudo o que oferecem agora, na fase de vendas (na planta).

Por Alexandre de Souza Acioli

Fonte: acertodecontas.blog.br





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